Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Mais um "pro-colinho". Não há vergonha!

JORGE -SÓCIO 1 CASA FAFE BOIFICA - FERREIRA
DEPOIS DE DAR A VITÓRIA EM MOREIRA DE CÓNEGOS E EM PAÇOS DE FERREIRA, HOJE VOLTA A DAR A VITÓRIA AOS ENCORNADOS

Convém relembrar a forma como o FC Porto fora desta Taça...

Sem mais comentários...
Para memória futura:
Árbitro: Jorge Ferreira (AF Braga)
Árbitros Assistentes: Inácio Pereira e Jorge Oliveira

No digital o FC Porto comanda. Porque será?


Os porcos encornados continuam a insistir na tecla (falsa) dos não-sei-quantos-milhões, mas no que diz respeito às redes sociais, 6 anos de análise feita pela equipa da Result Sports  mostram que afinal não é bam (nada) assim!
Ou porque "eles" não são mesmo o que dizem ser, ou (também) porque a sua saloia clientela é grunha (para aí de Fafe, de Chaves ou mesmo Tondela, terras sem personalidade cujos clubes são telecomandados pelos lampiões) e nem saque o que é isso das redes sociais...
Seja como fôr, uma empresa independente, não controlada pela pide-encornada, revelou que o FC Porto é a equipa com mais seguidores no facebook. Mais nada!

Datas com História: 28 de Fevereiro de 1969

Foi há 48 anos: 
ocorreu um sismo em Portugal, perto das 02h40 e de magnitude 7,5.



Truques da imprensa (?) portuguesa

Numa publicação na sua conta do twitter, Ricardo Costa, director-geral de informação do grupo IMPRESA e ex-director do Expresso, citou-nos e disse: “momento da gafe:"La La Land" foi o melhor filme 3 minutos … via @sicnot Ainda não há uma teoria dos truques para isto?”
Àquilo que parecia ser uma piada, nós respondemos com outra piada: twittamos a expressão “La La Papers”, com uns smiles.

A partir daqui, tudo se descontrolou. Ricardo Costa, em resposta, enveredou numa deriva de ataques e insultos impróprios para um jornalista que reclama para si credibilidade e reconhecimento público. Após a nossa piada, respondeu com uma imagem do Ku Klux Klan e com uma associação a Donald Trump. Palavras como “cobardes” sucederam-se e o jornalista afirmou mesmo que considera que não há insultos impróprios para “cobardes anónimos.” A brincadeira de Ricardo Costa, se em algum momento tinha começado, acabava de terminar naquele instante.
É certo que todos têm direito ao seu momento de cabeça perdida, mas a persistência no tom e no conteúdo demonstra que Ricardo Costa disse exactamente o que queria e como queria. Perante esta resposta consciente e desproporcional, é importante lembrar que o KKK é uma organização terrorista, supremacista, racista, nacionalista, antisemita, anticatólica, anticomunista, homofóbica e neonazi.
É inaceitável que alguém use esta referência para nos atacar. Ainda que alegoricamente, este é um insulto muito grave que diz mais sobre quem o profere do que sobre quem visa. (...) Não há nada, rigorosamente nada, que torne admissível esta publicação de Ricardo Costa. Como se não bastasse, Ricardo Costa ainda acrescentou referências a Steve Bannon, conselheiro de Donald Trump e antigo director da Breitbart, uma estação de notícias conotada com a extrema-direita, com frequentes incitamentos ao ódio. Todo este discurso do jornalista revela um método de produzir notícias, que deturpa livremente e constrói narrativas a partir do zero.
Há, com efeito, um sentimento de total impunidade que grassa entre alguns jornalistas. Um sentimento de que podem dizer rigorosamente tudo o que lhes apetece porque nada lhes acontecerá, de que podem ultrapassar todas as fronteiras, mesmo as do bom senso e da boa educação, de que são moralmente superiores e de que possuem uma autoridade intocável, quem podem exercer arbitrariamente para fazerem o que lhes apetece a quem lhes apetece. A Ricardo Costa dizemos o que temos vindo a dizer a outros: A liberdade que reclamam - e bem - para a imprensa, tem de ser por vós coerentemente exercida em relação a quem a critica.
A protecção da nossa identidade tem aqui uma extraordinária demonstração da sua razão de ser. Nas mãos de jornalistas justiceiros e de cabeça perdida, com acesso a dispositivos de poder como são os órgãos de comunicação social, o curso normal das nossas vidas - que queremos manter privadas e fora deste terreno sujo de prepotência e aparência - estariam ameaçadas. O anonimato é um direito que cabe a cada um exercer consoante a sua consciência. Sob o anonimato, como sem ele, não se podem cometer crimes. Sob o anonimato, como sem ele, não se deve insultar. E nós, sob anonimato, não fazemos nada que não nos orgulhássemos de fazer assinando, com a vantagem de estarmos protegidos destas e de outras vendettas que tantos elaboram.

O The Economist, cujos escritores se mantêm anónimos desde 1843(!), responde assim à questão "Why are The Economist’s writers anonymous?": "The main reason for anonymity, however, is a belief that what is written is more important than who writes it. In the words of Geoffrey Crowther, our editor from 1938 to 1956, anonymity keeps the editor "not the master but the servant of something far greater than himself…it gives to the paper an astonishing momentum of thought and principle."

Para nós, é isto. Mas para muitos como Ricardo Costa, não: é mais importante saberem quem escreve, para atacar o escritor, que darem a cara e rebaterem as críticas.
Alguns jornalistas, adoptando um comportamento tiffosi, de claque inorgânica e irracional, juntaram-se ao insulto do KKK com likes e partilhas, concordando implicitamente com o líder da informação no grupo IMPRESA. Lamentamos esta atitude. As demonstrações de obediência e submissão não nos deixam tranquilos. O mais engraçado é que, apostamos, nenhum deles recusaria trabalhar no The Economist, abraçando aí o anonimato como um direito. Assim, como lhes somos indigestos, somos o KKK.
Ricardo Costa prosseguiu e, com recurso a argumentos primários, respondia intempestivamente aos leitores que entretanto se indignaram com ele: “Não compre nenhum jornal, é um direito. Os eleitores de Trump fizeram o mesmo.” Esta é a nova forma de chantagem dos media tradicionais sobre a sociedade, o novo dispositivo retórico que será usado daqui para a frente: “Ou estás por nós, ou estás pelo Trump”, como se jornalismo e Trump representassem dois extremos de um mundo maniqueísta, dividido pelo bem e o mal. Como se não houvesse jornalistas bons e maus. Como se não pudesse haver alternativa ao jornalismo actual, como se fosse absolutamente inevitável aceitar a manipulação constante, os ~lapsos~ do Expresso e da SIC sobre a taxa de desemprego, sobre a devolução da sobretaxa prometida a 5 dias das eleições, sobre o impeachment de Dilma e as vozes cortadas… Como se fosse necessário sujeitarmo-nos a tudo isso para não alinharmos com Trump.
Apesar de todos os insultos e provocações, Ricardo Costa foi evasivo perante a pergunta fundamental, repetida por nós e por vários leitores inúmeras vezes: O que é feito da lista de jornalistas avençados que o Expresso prometeu em Abril de 2016?
Porque foi aqui que começou: numa nossa referência ao caso que o Expresso embrulhou nos Panama Papers e que agora finge que não tem nada a ver.
Portanto repetimos a pergunta: quem são os jornalistas avençados pelo GES?

Entretanto é Carnaval

E nesta dimensão cabe o que calha, de um PM literalmente indescritível a um PR viciado em palminhas, passando por um parlamento sequestrado por gangues e presidido pelo molde de onde saem os laparotos

E a notícia do “Público” sobre os 10 mil milhões em “offshores”? Uma ignomínia (cito uma pessoa preocupada)? Uma bomba (cito duas pessoas preocupadas)? Ou apenas a reprodução quase exacta da notícia do “Público” em Abril de 2016, agora ressuscitada para desviar as atenções da CGD, que pelos vistos não vale a pena investigar, para as transferências de capitais, que pelos vistos devem ser investigadas até às últimas consequências?

Em qualquer das hipóteses, há vantagens. Uma é que, em princípio (em princípio), a investigação é redundante: as autoridades, incluindo as actuais, sabem por definição quem acautelou o seu dinheiro em paraísos fiscais para, na medida do possível, evitar o inferno indígena. Outra vantagem é que, dada a presuntiva legalidade e a evidente moralidade do exercício, as consequências serão em princípio (em princípio) nulas, excepto pelo pretexto que o episódio fornece a gente desprovida de vergonha na cara para inventar um “caso”.

Nem de propósito, entram em cena a extrema-esquerda, subitamente munida das interrogações e da indignação que lhe faltaram acerca da CGD, e o dr. Costa. O dr. Costa, o tipo de espécime que compromete a utilidade dos polígrafos e do decoro, considera “absolutamente escandaloso que um governo que não hesitou em acabar com a penhora da casa de morada de família por qualquer dívida tenha tido a incapacidade de verificar o que aconteceu com 10 mil milhões de euros que fugiram do país”. Quarenta e oito horas depois, perante a disponibilidade da “direita” para ajudar ao esclarecimento do “escândalo”, o PS recua e acha “precipitado” bulir no dito, imprudência que talvez precipitasse revelações desagradáveis. Uma coisa é a tradicional demagogia, com os rotineiros pozinhos de corrupção, um travo de mentira e a incompetência da praxe: isto, porém, já pertence a uma dimensão inexplorada.

E nesta dimensão cabe o que calha, de um PM literalmente indescritível a um PR viciado em palminhas, passando por um parlamento sequestrado por gangues e presidido pelo molde de onde saem os laparotos. Pode-se descer mais? Pode, se adicionarmos ao caldo a maioria dos “media”, hoje empenhada em ignorar os factos que prejudicam a “corte” e em difundir os delírios que lhe amparam o descaramento. Entre parêntesis, aproveito para avisar os editorialistas que começaram por se atirar prestimosos aos “offshores”: aparentemente, a história é para esquecer.

Contas feitas, fica a impressão esquisita de que se chegou a um ponto sem retorno, de que já se está por tudo, e de que nada – incluindo recorrer a truques infantis para ocultar a pândega da “Caixa”, enviar o evangélico Louçã para o Banco de Portugal, depositar em juiz amigo o futuro do eng. Sócrates ou prometer 700 euros mensais a “jovens” (até aos 30 anos, que a juventude é um estado de espírito) que não estudam e não trabalham – é demasiado grotesco. Enquanto isso, sempre que não se encontra na televisão a louvar os respectivos donos, o país oficioso dedica-se a declarar intoleráveis o sr. Trump e o livro de Cavaco Silva.

Nem todos os regimes caem mediante revoluções abruptas. Às vezes terminam assim, com o sumiço gradual e festivo do que restava da legitimidade e da razão. Um dia acorda-se e a democracia que bem ou mal reconhecíamos foi-se, para surpresa de muitos e deleite de alguns. A merecida desilusão dos primeiros não nos compensará pela impunidade dos segundos. Entretanto é Carnaval, mas ninguém nota a diferença.

Notas de rodapé:

O assunto é grave. A cada sete séculos, há mil e quatrocentas condenações por discriminação racial em Portugal. Ou, citando os números de uma Comissão para a Igualdade, 20 condenações entre 2005 e 2015. Ou duas por ano. Consternado pela epidemia, o Conselho de Ministros alterou a lei alusiva e enfiou-lhe os conceitos de “multidiscriminação” (exemplo fornecido: alguém é discriminado por ser mulher e negra) e de “discriminação por associação” (exemplo fornecido: um jovem mal atendido num serviço público por andar com dois ciganos). Além disso, o governo sugere multas para actos racistas ou xenófobos: até 4210 euros, se o crime for cometido por indivíduos; até 8420, se cometido por pessoas colectivas. A tentativa de discriminar pagará metade.

À primeira vista, o propósito é louvável. À segunda, levanta inúmeras questões. Como se percebe que a senhora se viu discriminada por causa do género e da etnia em simultâneo? Os agressores mandaram-na para uma cozinha africana? Presumir que é uma senhora, e não um hipotético transsexual ou similar, não é em si discriminatório? E de que modo se apura a culpa se quem discrimina orar voltado para Meca? E quanto ao tal jovem, é garantido que foi enxovalhado graças à companhia de ciganos, ou terão sido os ciganos vítimas da companhia do jovem? Há que presumir que o jovem é branco e heterossexual? E se acumular com o estatuto de simpatizante do PSD? E se frequentar a missa ao domingo? E se o antipático funcionário público for esquimó, gay, animista e manco? Pode-se considerar antipático um gay? E se o serviço público acabar – o diabo seja cego, surdo e mudo – privatizado?

Ainda vamos em dois exemplos e as dúvidas não têm fim. Se metermos as multas ao barulho, o caos aumenta exponencialmente. O que define a tentativa de discriminar (ou a meia multa), resmungar impropérios em voz baixa? Trocar os sapos na entrada das lojas por outros batráquios? E a xenofobia, só se aplica a originários de países exóticos? Continuaremos livres de insultar americanos, israelitas, espanhóis e alemães, independentemente da raça? Uma agremiação de “skinheads” é “indivíduo” ou “pessoa colectiva”? Multa-se os sujeitos que espancam gays na festa do “Avante!” ou o PCP em peso? É admissível castigar comunistas? E socialistas ociosos, pagos pelo contribuinte para pensar o vazio? [Alberto Gonçalves aqui]

Oportunidade de carnaval

Tem dessa versão mas mais pequeno ??? Daqueles que dá para pôr no bolso... Se tiver eu compro !!!

Deficiente ... visual


Algo vai mal no reino da Dinamarca

Denmark's outgoing Health Minister Ellen Trane Nørby is having a hard time explaining why the Danish government notoriously sold a state-owned vaccine manufacturing facility to a Saudi company with alleged links to proponents of extreme Islam after an unpleasant revelation by a Danish newspaper.

O governo dinamarquês vendeu a sua fábrica de vacinas a um grupo saudita. Como confiar num conglomerado que emprega jihadis como Usmani, que suporta a Fraternidade Islâmica em luta pelo califado, e que já boicotou produtos dinamarqueses no episódio dos cartoons ? Logo vacinas, o que coloca a saúde dos dinamarqueses nas mãos de um inimigo ideológico ? Definitivamente, há algo de podre no reino da Dinamarca...

Piadinha desportiva de Carnaval

hoje mascarei-me de renato sanches.......estive 90 minutos sentado no banco a espera do autocarro.......

As aventuras de Louçã no Banco de Portugal

Este é só mais um exemplo de que neste país vale tudo, porque ninguém leva realmente a sério coisa nenhuma.


Não sei se é Francisco Louçã que está mais capitalista, se é o Banco de Portugal que está mais revolucionário, mas esta sua nomeação para o Conselho Consultivo do banco central português parece uma partida de Carnaval. Após o comunicado do Conselho de Ministros declarar que a nomeação de Louçã se justifica pela sua “reconhecida competência em matérias económico-financeiras e empresariais” estava à espera, a todo o momento, que a ministra da Presidência saltasse de trás de uma cortina vestida de índio, com uma pistola de estalidos, a ulular: “Era no gozo! Esqueçam lá isso do Louçã!” Mas não. Parece que é mesmo a sério.

Desculpem. Se o trotskista Francisco Louçã foi nomeado para o Conselho Consultivo do Banco de Portugal eu exijo ser duplamente nomeado para a Comissão Política do Bloco de Esquerda e para o Comité Central do PCP. Catarina Martins e Jerónimo de Sousa encontram o meu mail no final deste texto. É só indicarem os dias e as horas das reuniões, que eu apareço lá com uns livros de Milton Friedman e John Stuart Mill. Tal como Louçã, dispenso remuneração. É mesmo só pelo divertimento e pelo prazer em apresentar “opiniões fora da ortodoxia”, que foi a justificação que Francisco Louçã deu ao Diário de Notícias para a sua nomeação.

Às tantas o Banco de Portugal agora é a Assembleia da República, e tem de ter representação das várias sensibilidades parlamentares. Seria uma boa notícia para o senhor do Partido dos Animais, mas uma péssima notícia para o país. O Banco de Portugal faz parte do Eurosistema, e o Eurosistema tem como objectivo primordial definir e executar a política monetária do euro. Para quem tem falta de memória, recordo que a opinião de Francisco Louçã sobre o euro é esta: “O euro é destruidor de Portugal.” E esta: “É preciso pensar na saída do euro.” E esta: “O euro não tem salvação.” Ora, receio bem que isto não seja propriamente fugir à “ortodoxia”. Isto é simplesmente não acreditar na missão fundamental do banco que tem o dever de aconselhar. Faz tanto sentido quanto um vegetariano comer todos os dias um bitoque ao almoço para fugir à “ortodoxia”. Um homossexual dormir exclusivamente com mulheres para fugir à “ortodoxia”. Ou o papa Francisco passar a aconselhar o ayatollah Khamenei para fugir à “ortodoxia”.

Já vi gente criticar a nomeação de Louçã pelo facto de ele não ter, ao contrário do que se diz no comunicado do governo, qualquer “competência em matérias empresariais”. É verdade que não tem, mas esse está longo de ser o principal problema. O problema, minhas senhoras e meus senhores, é que Francisco Louçã não acredita no capitalismo. Está no seu inteiro direito, como é óbvio, mas não acredita. E acreditar no capitalismo deveria ser o mínimo dos mínimos para aconselhar o Banco de Portugal. Eu sei que muitos olham para o Bloco e para o PCP como uns partidos cheios de boas intenções e nenhumas consequências práticas. Mas eles têm princípios e objectivos políticos. Leiam os estatutos do Bloco, se faz favor. Está logo no artigo 1º: “O Bloco de Esquerda é um movimento político de cidadãs e cidadãos que (…) se comprometem (…) com a busca de alternativas ao capitalismo.” Francisco Louçã entregou o cartão de sócio da agremiação e não avisou ninguém? Converteu-se ao capitalismo e não sabemos? Ou este é só mais um exemplo de que neste país vale tudo, porque ninguém leva realmente a sério coisa nenhuma? Eu voto nesta última hipótese. [João Miguel Tavares, aqui]

Casal heterossexual luta para ter os mesmos direitos dos casais do mesmo sexo - e não consegue


Em Inglaterra, uma mulher e um homem não conseguem que lhes seja reconhecida a união de facto, porque a lei foi feita apenas para casais do mesmo sexo!

É o combate do costume pela igualdade. Mas ao contrário. Rebecca Steinfeld, 35 anos, e Charles Keidan, 40, perderam (...), em tribunal, o processo para que lhes seja concedido o estatuto legal de unidos de facto. Este é o culminar de uma campanha activista de 3 anos - o casal londrino acusa a posição discriminatória da lei de 2004, que permite a união de facto apenas aos casais do mesmo sexo.

Porque não casarem-se, simplesmente? Rebecca e Charles, que vivem juntos há seis anos, querem evitar a instituição que chamam “sexista e patriarcal”. Na luta pela igualdade de direitos, levam agora o caso ao Supremo Tribunal. Só uma coisa os pode convencer a desistir: a mudança de opinião do governo. “Estamos determinados a continuar a nossa batalha. Há três milhões de casais do mesmo sexo a coabitar neste país. Queremos desafiar esta decisão no Supremo Tribunal, mas esperamos que não seja preciso”, explicam.
O caso já reúne apoios pelos corredores do Palácio de Westminster (onde está instalado o parlamento do Reino Unido) e pela sociedade civil. O deputado conservador Tim Loughton, antigo subsecretário de Estado para as crianças e famílias, marcou presença no tribunal. É um dos 40 deputados conservadores que Rebecca e Charles afirmam ter do seu lado, na demanda pela igualdade plena de direitos.
Não há surpresa no apoio da base conservadora à igualdade de direitos para casais heterossexuais, mas as fações mais liberais da sociedade também já pegaram em armas pelos dois. É o caso de Peter Tatchell, ativista pelos direitos LGBT e diretor de uma fundação anti-homofobia, que também se fez ver no bairro central de Strand, onde fica o appeal court (o equivalente ao tribunal da relação). O britânico, de 65 anos, afirmou à imprensa estar desapontado com a decisão judicial, já que “os juízes concordavam com 90% do caso da Rebecca e do Charles”. E a decisão vai ter repercussões, acrescenta. “Milhões de casais heterossexuais vão sentir que os seus direitos não são defendidos em tribunal”.
Nem os próprios juízes parecem concordar totalmente com a decisão a que a lei os obriga. Votada por uma maioria de dois para um, a vitória do “não” sobre uma união de facto levou a juíza Mary Arden a apelar à mudança imediata da lei pelo parlamento britânico. Os outros juízes concedem mais tempo para pensar aos parlamentares.
Mas é “tempo emprestado” e limitado para o governo, garante a advogada do casal. Até Westminster decidir (ou não) mudar o panorama para os casais de sexo oposto, o Big Ben continua a badalar. E Charles e Rebecca, com uma filha de 20 meses, continuam legalmente solteiros. [daqui]

Hollywood: que tristeza!

Mais interessados em fazer piadinhas de mau gosto contra o Presidente Eleito dos Estados Unidos, a turpe esquerdista dos actores e actrizes de Hollywood mostrou duas coisas: falta de cultura democrática - já começa a ser demasiado habitual na esquerda - e falta de profissionalismo. Gafes, erros, piadas de péssimo gosto e claro incapacidade de ler o envelope correcto que indicava o vencedor e o prémio mais apetecido.  Prémio esse que, aliás, ano após ano, tem sido entregue ao mais enfadonho filme que estiver a concurso... Uma vez mais foi o caso de um filminho totalmente pateta...



Já agora, uma palavrinha para a sempre omipresente PricewaterhouseCoopers, auditora responsável por receber e contabilizar os votos nos Óscares, que pediu hoje desculpas pelo erro no anúncio do prémio para melhor filme, admitindo que Warren Beatty e Faye Dunaway receberam o envelope errado. Quer-me parecer que estes auditores andam a meter água a mais, pois já a meteram, e em grandes golfadas no caso do Luxemburg Leaks, no American International Group Inc, no ChuoAoyama Suspension, no Tyco settlement, assim como no Satyam case. Creio que igualmente envolvidos na Yukos prosecutions e no Global Trust Bank Ltd and DSQ Software. A PwC também pediu desculpa pela Transneft Russia case e, claro pelo Northern Rock e ainda pediu desculpas pelo JP Morgan Securities audit e igualmente pelo World Bank favouring for water privatization in Delhi e La La La... São erros e pedidos de desculpa a mais, não?

CARGA FISCAL: Deve Ser Isto O Virar Da Página Da Austeridade

No ano de 2016 registou-se a maior carga fiscal de sempre em Portugal – 34,7% do PIB. Ainda bem que está virada a página da austeridade!

cargafiscal

No gráfico, a carga fiscal inclui impostos directos, indirectos e contribuições sociais efectivas.
Nacionalizado ao facebook e twitter do Jorge Costa e daqui

LA LA ... PORTO !!!


O “La La Land” pode não ter ganho o Óscar para Melhor Filme de 2016, mas está a inspirar a comunidade criativa. A Wow Agency decidiu transformar o tema de abertura do musical num tributo à cidade do Porto e, agora, está a convidar pessoas de todo o mundo a fazer o mesmo com as suas cidades.
O desafio, que surge sob o mote #LaLaChallenge, pretende ser um “incentivo para sair à rua, dançar e mostrar a beleza de cada lugar, de forma dinâmica, divertida e sempre cativante”, segundo explica a agência em comunicado. E foi isso que tentaram fazer com a Invicta no vídeo “La La Porto”, desenvolvido em parceria com a Love2Dance e que mostra alguns dos locais mais emblemáticos da cidade, incluindo a Ribeira, a Avenida dos Aliados e a Casa da Música.
Qualquer pessoa pode responder ao #LaLaChallenge, recorrendo ao telemóvel ou a uma máquina profissional. O que importa é participar e dar a conhecer a sua cidade de forma divertida e com base no mundo que o realizador Damien Chazelle criou em “La La Land”.

Luisão apanhado numa festa de Carnaval a dançar com o árbitro do colinho do fim de semana passado


Criação de empresas no Porto atinge números recorde e a cidade já lidera o país entre as startups


Em 2015 foram constituídas no Porto 1.722 empresas, 139 das quais são industriais e 1.585 de serviços. Estes números, que constam das estatísticas anuais do Instituto Nacional de Estatística (INE), estão agregados num estudo da Pordata, base de dados da Fundação António Manuel dos Santos e ainda não contêm os números referentes a 2016, mostram um crescimento de 30% relativamente a 2012. Outro estudo demonstra que o Porto já é líder nacional na criação de Startups.

As estatísticas oficiais do país mostram, aliás, que estes números representam um recorde relativamente a todos os anos apresentados no estudo (1997, 2001 e a partir de 2009 até 2015). Em 2001, o número de empresa criadas no Porto foi, segundo o mesmo relatório, de 1.389, ou seja, superior ao verificado em 2012, antes do actual executivo assumir funções. A partir daí o número de empresas criadas na cidade disparou.

Quanto às empresas industriais, embora se verifique uma recuperação semelhante, quando comparados os anos de 2012 com 2015, está ainda longe das 197, em 2001. Os dados do INE citados pela Pordata não mostram nenhum ano melhor do que esse.

O crescimento da criação de empresas na cidade do Porto é superior ao verificado na região Norte, onde a aceleração foi de 16%, face aos 30% verificados na cidade. Também na comparação com a Área Metropolitana do Porto mostra um crescimento superior no Porto, uma vez que na AMP o crescimento se cifrou em 22%.

Note-se ainda que o Porto concentrou em si a criação de 30% de todas as empresas criadas nesta grande área urbana, que reúne 17 municípios.

PORTO LIDERA NO SECTOR TECNOLÓGICO DAS STARTUPS ONDE ULTRAPASSOU lisboa

Segundo outro estudo recente, intitulado «Portugal Rising: Mapping ICT Scaleups», publicado pelo Startup Europe Partnership (SEP) em conjunto com o CrESIT, com o apoio da Microsoft Portugal e da iniciativa Ativar Portugal Startups, o pódio para a zona de Portugal mais empreendedora no que respeita ao número de empresas denominadas de 'startups' pertence ao Porto, que representa 36% do ecossistema.

lisboa deixou de ser a região do país mais empreendedora, passando para segundo lugar com 32% do tecido de startups.

As startups, designação que cabe às empresas com menos de cinco anos de actividade, que possui elementos de inovação e trabalha em condições de extrema incerteza, representam já 34% do tecido empresarial nacional, asseguram 46% do emprego gerado pelo universo empresarial português e 9,6% do volume total de negócios.

O maior número de nascimento de Stratups registou-se nos sectores de serviços (27,2%) e retalho (17%), seguidos do alojamento e restauração (11,2%). Os sectores da agricultura, pecuária, pesca e caça, de telecomunicações e alojamento e restauração registam o maior crescimento anual de novas empresas.

SCALEUPS TAMBÉM EM ALTA

Outra área em que o Porto apresenta números demonstrativos da sua actual dinâmica económica, é a das sclaleups. Nos últimos cinco anos, 40 scaleups em Portugal quebraram a fronteira de um milhão de dólares. Juntas, arrecadaram mais de 156 milhões de euros de financiamento de venture capitals, das quais 36 receberam um financiamento entre 945 mil euros e 9 milhões e meio de euros.

"Scaleup" significa, literalmente, reajustar-se a uma escala, enquanto que uma empresa "startup" está, obrigatoriamente, no início de uma viagem, uma scaleup pressupõe que alguns objetivos foram já bem-sucedidos. As startups que já angariaram um financiamento superior a um milhão de dólares (equivalente a quase 900 mil euros) e que passaram, pelo menos, por uma ronda de investimento nos últimos cinco anos passam a ter a designação de scaleup.

A Câmara do Porto está a apostar fortemente nesta área e em parceria com várias entidades desenvolveu a estratégia ScaleUp Porto, que tem por objectivo apostar num paradigma mais competitivo para a economia regional e apoiar as startups tecnológicas locais com potencial para escalar internacionalmente

Uma tendência clara destas scaleups é a sua juventude: 75% nasceram depois de 2010 e 48% depois de 2012. Além disso, todas as scaleups analisadas sofreram processos de fusão e/ou aquisição a nível internacional: 66% com empresas norte-americanas, algumas bem conhecidas do público português, e 22% com empresas europeias, dados que indicam que o ecossistema português de startups tem boas relações internacionais e que o empreendedor tem no seu ADN o desejo de levar a sua startup além-fronteiras.

lisboa é a cidade portuguesa com maior número de scaleups portuguesas (42% do total), seguida do Porto, a segunda maior hub do país. As áreas de software solutions, business analytics e saúde ocupam o topo, seguidas da educação, serviços empresariais, turismo e mobile. [daqui]

Só para recordar os porcos encornados


O autor deste blogue desconhece se a reunião entre os "altíssimos" e "impolutos" dirigentes encornados e o CA foi no restaurante do estádio da luz ou no restaurante do barbas. De igual forma era importante saber quem pagou e como. Em dinheiro ou em géneros, tipo voucher... Em  qualquer dos casos deve ter sido uma porcaria, basta ver a cara de fastio. Seria por haver muito pó no ar? Enfim.

Uma vez que estão incomodados com intimidação, devem querer referir-se a algo do que lhes aconteceu em proveito próprio em 2010, certo?




Suspeitos de ameaças a árbitros «seriam adeptos do Benfica»


Nove adeptos de um clube de lisboa foram constituídos arguidos por ameaças a árbitros. Segundo uma fonte ligada ao processo, citada pela Lusa, trata-se de «adeptos do boifica».
Nove adeptos de um clube de Lisboa foram, esta quinta-feira, constituídos arguidos, acusados de ameaças a quatro árbitros de futebol. A agência Lusa, que cita uma fonte ligada ao processo, escreve que «seriam todos do Benfica».

A PJ anunciou, esta quinta-feira, que os nove jovens são adeptos de um clube de Lisboa, mas uma fonte ligada ao processo adianta à agência Lusa que seriam adeptos do Benfica.

A mesma fonte revela que, para já, não há indícios que levem a PJ a considerar que se tratam de elementos de claques organizadas, com instruções do próprio clube, mas as investigações vão continuar.

As pressões eram feitas através de mensagens de telemóvel nos últimos oito meses. Antes dos jogos, os arguidos coagiam e faziam ameaças de morte e à integridade física dos árbitros.

Os casos foram denunciados à Judiciária pelos próprios árbitros. Ainda esta quinta-feira, a PJ fez buscas domiciliárias em Paredes, Rio Tinto, Tondela, Lisboa e Ponta Delgada, tendo apreendido telemóveis e computadores.

Os nove arguidos foram sujeitos a termo de identidade e residência, a medida de coação mais ligeira.

O semanário Expresso avançou que dois dos árbitros ameaçados são Vasco Santos e Jorge Sousa, eleito o melhor árbitro da época passada.

O jornal adiantou que depois do jogo Sporting de Braga – Benfica, um encontro que a equipa minhota ganhou por 2-1, Jorge Sousa recebeu uma chamada anónima e o autor da chamada terá dito que o árbitro se portou mal e, em tom ameaçador, referiu que a mulher estava sozinha em casa.

Em declarações à TVI 24, Hermínio Loureiro acrescentou que «Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem», lhe contou, em Dezembro, que ele e um conjunto de outros árbitros estavam a receber «mensagens anónimas de ameaça a eles e às suas famílias».

Na sequência das queixas dos árbitros, o presidente demissionário da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) pediu na altura uma reunião com o director da PJ. Foi depois iniciada uma investigação, que começou agora a dar frutos. [DAQUI]

Carnaval Público vs Carnaval Privado

Respeitando todos os portugueses, dos dois sectores, concluímos
1- Não bastava ‘o sector privado e a sua riqueza feita, ter de pagar o estado’;
2- Não bastava o sector privado garantir o estado e a liquidez pública;
3- Não bastava os ordenados serem 3 vezes mais altos, em média no estado;
4- Não bastava as pensões serem 3 vezes mais altas, em média no estado;
… ainda teremos de assistir ao absurdo ‘No Carnaval, uns trabalham outros divertem-se’?

Este é daqueles casos que deveria envergonhar TODOS! Como é possível algo deste género em 2017? Que vergonha!
A questão é simples. Existe em Portugal uma tradição consolidada dos que têm que trabalhar para continuar a pagar os impostos que suportam e sustentam o regabofe da coisa pública. Coitados dos funcionários públicos, se eles não tiverem estes pequenos prémios terão que pensar mais em quem votar, facto que lhes requer um esforço de raciocínio difícil e não remunerado. Quando será que Portugal é um país apostado em crescimento e desenvolvimento, e naturalmente igual para todos?
Há quem no privado também não trabalhe no Carnaval, é certo. E há também um pequeno detalhe que faz toda a diferença... É que quem goza esse dia no privado é com recurso a um dia de férias e no público é à borla. O privado apesar de refém sustenta a Função Pública.

Vergonha! Aceitam-se apostas!

Depois do ferrari encornado contra o Chaves, saiu agora o sócio nº 1 da casa do boifica de fafe para a taça (lembram-se: "Só não ajudo o boifica se não puder!").
Assim sendo, para o campeonato, com o Feirense, vai sair o MOTA, o CAPELA ou o PAIXÃO?

Nem tem nome de homem. Alguém conhece o Talocha? É um agressor!

Mais uma observação do fim de semana desportivo



ORDINÁRIA foi a reacção dos flavienses ao esbulho que toda a gente viu (até o jornalixo lisboeta - ainda que em letras pequeninas-). Submissos como qualquer povo provinciano. Depois de Tondela, Chaves configura-se como mais uma terrinha sem personalidade, cujos clubes são dirigidos por avençados encornados, gente vendida e que não merece que se lhes respeite o símbolo que levam ao peito. Realmente percebe-se, também e muito por isto, que o governo centralista e colonialista de lisboa roube as regiões com impostos em favor da capital...

Rui Vitória: extraordináriamente hipócrita, aliás como qualquer porco encornado

Reparem só: a bestunça que treina os encornados de lisboa, veio uns dias atrás, sem razão, insurgir-se contra as arbitragens que segundo ele, ao nível do melhor guião hollyoodesco, andava a prejudicar a sua equipa (que reconhecidamente compra e condiciona as arbitragens). Nem de propósito, este fim de semana foi o que se viu, ao ponto do jornalixo desportivo lisboeta trazer nas capas a vergonha que todo o Portugal viu: foram escandalosa e vergonhosamente beneficiados, aliás, á semelhança do que já ocorrera no primeiro terço do campeonato.

Pois bem, hoje confrontado com o assunto "arbitragens", teve esta saída que demonstra o tipo de escroque que é:


O treinador do boifica recusou-se a alimentar a polémica sobre as arbitragens no futebol português, deixando a garantia de que só irá abordar o assunto quando assim entender.

«Sobre as questões da arbitragem... Eu é que decido quando quero abordá-las ou não. Cada vez devemos falar menos sobre isso e depois lá vem o tema em todas as conferências de imprensa. Eu faço o meu trabalho como eu entendo que devo fazer e falo quando tiver que falar, não vou estar constantemente a abordar isso», atirou o responsável dos encarnados.

Nota: já me esquecia de dizer que para a meia da taça, no Estoril, foi "designado" um árbitro de Fafe, cujo comportamento subserviente com os encornados é de longe (re)conhecido!

Cabo Girão the Europe’s Highest Cliff & Câmara de Lobos aerial view

Portus Urbe: Porto desde os primórdios

As contas do título na mão dos profissionais "condicionados"


Do vernáculo: Tem a certeza acerca do verdadeiro significado da palavra "Caralho"?

Qual o significado da palavra "Caralho"?
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, "CARALHO" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas (navios antigos,usados nos descobrimentos) e de onde os vigias perscrutavam o horizonte em busca de sinais de terra ou de algum navio pirata.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto dos mastros), é onde se manifesta
com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo.O castigado era enviado para cumprir horas, e até dias inteiros, no CARALHO e quando descia, ficavatão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias.
 
Daí vem a célebre expressão: "MANDAR PARA O CARALHO".
CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
 
  • Quantas vezes, ao apreciar uma coisa que é boa ou que te agrade, não exclamaste: isto... "É DO CARALHO"!
  • Se te aborreceres com alguém, vais mandá-lo para o CARALHO, certamente!
  • Se algo não te interessa, não vais querer "NEM POR UM CARALHO".
  • Mas, se esse algo te interessa muito, então vais dizer..."É DO CARALHO".
Também são muito comuns as expressões:
  • Essa... "É BOA PRA CARALHO".
  • Esse cara... "É DO CARALHO".
  • Esse lugar... "É LONGE PRA CARALHO".
  • IIIHH CUM CARALHO
E não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar, sem se juntar um CARALHO a qualquer expressão
  • Se um comerciante se sente deprimido pela má situação actual de seu negócio,exclama, quase sempre assim: "ESTAMOS A IR PRÓ CARALHO"!
Quando se encontra alguém que há muito tempo não se vê, pergunta-se: "ONDE CARALHO TE METESTE"? (aqui, CARALHO é usado como vírgula).
É por isso que estou te enviando esta saudação do CARALHO, e se não és do CARALHO, espero que este texto te agrade pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer CARALHO, ou mandar alguém para o CARALHO, com um pouco mais de cultura e autoridade académica.
 
Que tenhas um dia muito feliz... do CARALHO!!!
Esta não lembra ao CARALHO!
Mesmo assim, custa aceitar! "Cum caralho!!!

A politização do cinema é a morte da arte

Quando o artista troca sua expressão artística pelo proselitismo ideológico a arte morre, sai de cena, desaparece. Em vários aspectos, o próprio conceito de arte é o oposto da propaganda política.

Arte – ao menos o que merece tal rótulo – normalmente fala fundo às nossas emoções, de forma atemporal, justamente porque lida com as angústias e paixões humanas, enraizadas em nossa natureza. Substituir isso pela mensagem conjuntural e efêmera da política é cometer um ato de assassinato contra a verdadeira arte.

Infelizmente, temos visto cada vez mais “artistas” se deixando levar por essa onda proselitista, usando sua “arte” apenas para divulgar mensagens políticas e partidárias. É um espetáculo lamentável. E o Oscar, claro, é a apoteose desse fenômeno tosco.

A pressão politicamente correta dentro de Hollywood tem sido fatal para um julgamento artístico isento, que deveria analisar apenas os critérios efetivamente artísticos, não seu teor político. Paradoxalmente, os que mais saem prejudicados com essa postura acovardada são as próprias “minorias” que esses grupos dizem defender. 

O JN denunciou mas a imprensa lisboeta está a fazer de conta...

Dois JOGADORES DO BENFICA incluídos num sistema ILEGAL de compra de jogadores

Dirigentes do Desportivo de Ribeirão, agentes e jogador acusados de emigração ilegal e falsificação para lucrar com transferências. Ederson e Pizzi representaram este clube.
Durante oito anos, 38 jogadores estrangeiros em situação ilegal passaram pelas competições nacionais através do Grupo Desportivo de Ribeirão (entretanto falido), do campeonato nacional de seniores, em alguns casos com aliciantes contratos que eram simulados, pois os futebolistas receberiam apenas alojamento, alimentação e dez euros por semana. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) desmantelou o esquema e o Ministério Público acusou agora oito dirigentes do clube, dois agentes desportivos e um jogador de vários crimes. [daqui]

Crónica de (mais) uma fraude anunciada

O insuspeito destino de Maxi Pereira, segundo os árbitros corruptos ao serviço dos encornados de lisboa

O "PRIMEIRO JOGADOR NA HISTÓRIA A SER EXPULSO POR ACUMULAÇÃO DE PENÁLTIS"


Recorde-se que o primeiro cartão amarelo exibido ao lateral uruguaio esta noite foi precisamente num lance em que este ficou a pedir penálti. O árbitro, com opinião contrária, assinalou simulação do jogador e admoestou o sul-americano.



Fábio Veríssimo vergou-se à "atenção" encornada

O FC Porto venceu a emboscada do Bessa. Doze, treze cartões, 3 expulsões. Duas delas anedóticas, a do treinador Nuno Espírito Santo e de Maxi!

Duas grandes penalidades e uma expulsão perdoadas ao boavista foi a cereja do árbitro-proveta de Leiria.

Certamente tendo em mente a "mensagem" encornada, passada e trespassada durante dias, com os orgãos sociais prostitutos a ser caixa de ressonância lampiona.

No jogo, todos viram: penalidades perdoadas, duma delas um amarelo que mais tarde põe o Maxi na rua (era preciso equilibrar o jogo...), a violenta agressão sobre o Corona que valeu um simples amarelo ... Muito mau. 

REPITO: FÁBIO VERÍSSIMO CEDEU ÀS PRESSÕES EENCORNADAS. NÃO PODE CONTINUAR NA ARBITRAGEM!


Uma Casa que não pode deixar de visitar

Um casal do Porto (o Vasco Brito foi meu colega de carteira na escola primária)  recuperou uma propriedade de família em Adães, Chaves, numa homenagem a um tio padre. A Casa dos Candeias foi convertida em museu.
Veja a reportagem em vídeo aqui:

Porque não houve champanhe para o défice?

O défice de 2016 não é dos mais baixos da Europa, mas a taxa de crescimento é das mais baixas do mundo. A sua celebração revela a redução das expectativas num país conformado com a sua decadência.

Há uma semana que o governo e o presidente da república parecem muito admirados por o país não ter aberto o champanhe com o défice orçamental de 2016 (2,1% do PIB). Então o governo serve-nos o “défice mais baixo da democracia”, e ninguém manda sequer cumprimentos? Excesso de facciosismo das oposições? Mas não são só o PSD e o CDS que não festejam. O PCP e o BE também não. E o próprio governo, na quarta-feira, esqueceu a proeza, e preferiu fazer espectáculo com a saída de capitais entre 2011 e 2014. Que se passa?

No fundo, toda a gente sabe que os défices são como os chapéus de Vasco Santana: há muitos. O défice que temos é um exercício de ajustamento temporário, negociado com a Comissão Europeia para salvar as aparências estatísticas e garantir o financiamento do BCE. No contexto europeu, não parece tão magnífico: até pode ser um dos mais baixos da democracia portuguesa, mas não é dos mais baixos da Europa. Do ponto de vista da história recente, também não deixa sonhar alto: porque este não é o primeiro “défice mais baixo da democracia”. Já tivemos um, em 2008, quando nos anunciaram que o défice de 2007 tinha ficado em 2,6% do PIB. A miragem não durou. Em 2010, o défice mais baixo da democracia já estava transformado num dos seus défices mais altos (11,2%). Em 2011, como estocada final, o Eurostat reviu as contas, e descobriu que o défice de 2007 fora, afinal, de 3,1%. Eis o que acontece aos défices quando a contabilidade é vaga, as políticas não são as melhores, e a economia não cresce o necessário.

Vai a história ser diferente desta vez? Já não há Ota nem TGV. Mas a despesa pública permanece acima de todos os anos anteriores a 2008, com um peso excessivo para o nosso nível de desenvolvimento e para a qualidade dos serviços públicos. O défice só não é maior por um esforço contributivo igualmente desproporcionado, compensado até agora nos orçamentos domésticos da classe média pela queda dos juros e do preço do petróleo. Entretanto, a economia portuguesa é aquele tema sobre o qual as entidades internacionais se repetem: de seis em seis meses, temos o mesmo diagnóstico (baixa produtividade, reduzido potencial de crescimento, tendência para os desequilíbrios externos, etc.), e a mesma receita de “reformas” que, com a actual maioria, estão fora de questão. A dívida pública, que é a verdadeira medida de todas as coisas em Portugal, continua em expansão, sempre com a notação de lixo e com custos cada vez mais altos.

Temos o hábito de dizer estas coisas como se fosse a primeira vez, mas ouvimos isto há muitos anos. O que é novo, então? O que é novo é o governo ter pensado que podia festejar o défice de 2016 ou ainda a taxa de crescimento do PIB (1,4%), das mais baixas do mundo e até inferior à da época da “destruição da economia” (1,6% em 2015). Só isso revela a imensa redução das expectativas em Portugal. E o facto de ninguém, tirando o presidente da república, ter festejado fora do ministério das finanças, sugere por outro lado que muita gente já percebeu que esses números servem para ir levantar dinheiro ao BCE, mas nada mais. Basta uma pergunta: quem pensa ainda seriamente no velho objectivo de convergência com a Europa, que tanto excitava as elites caseiras na década de 1990?

É duvidoso que o país, depois de 15 anos de austeridade intermitente, esteja iludido. Mais provavelmente, estará cínico: não vendo alternativa, aproveita a folga, à custa da taxa de poupança. Sobre a oligarquia política, é que não pode haver dúvidas de que não tem mesmo ilusões: limita-se, um dia de cada vez, a defender o acesso ao BCE, e a zelar pelas suas clientelas. Incomoda-se muito com os paraísos fiscais dos outros, mas lá vai promovendo o seu próprio paraíso fiscal, para benefício dos estrangeiros. O governo e o presidente que nos desculpem, mas tudo isto, por mais que se arraste, há-de parecer sempre o fim da festa, e não o seu começo.