Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

O Porto em imagens (526)

José Firmino

Doçura ou travessura?


Não era preciso...


Do palhaço e das palhaçadas


O nosso parlamento: gente miserável, parasita e corrupta


Só para lembrar o tal do "Apito Doyrado"


Época dos saldos chegou mais cedo


Pata memória futura

A viúva negra saiu da toca para meter nojo na noite de Halloween


O Porto em imagens (525)

Armando Tavares

A paródia encornada não acabou. E esta noite acentuou-se!


AL-DRABONE




Os porcos encornados afirmam que dentro de 15 anos serão um dos 10 melhores clubes da Europa. Segundo o ranking da UEFA, o FC Porto já o é … HOJE !!!!!


Está boa, sim senhor


Tancos não conta?


O Porto em imagens (524)


Eduardo Paz Ferreira: mais um verme a triunfar da corrupção e gozar com os portugueses

Eduardo Paz Ferreira presidiu à Comissão de Auditoria da Caixa Geral de Depósitos de 2011 a 2016. As suas auditorias não detectaram as deficiências que levaram em 2017 a uma injecção de dinheiros públicos na CGD de 5 mil milhões. Como prémio pela sua "tolerância " foi agora nomeado presidente da comissão que vai renegociar a concessão do terminal de Sines, com a empresa de Singapura PSA. A defesa dos interesses do Estado português está nas mãos de um "facilitador". A PSA já pode festejar.

O Porto em imagens (523)


Bolas! Nem deu tempo para secar o cavalinho


Do pastel de belém


Vão continuar a negar? Vão continuar a querer fazer das pessoas idiotas? Tenham vergonha e assumam de uma vez por todas aquilo que são. VIGARISTAS!!!

MAIS UM ENCORNADO QUE SE FAZ PASSAR POR ISENTO


O povo só vota à direita porque é enganado?

A reacção não canta. Só inventa 
O boato era a arma da reacção. Agora são as fake news. O povo só vota à direita porque é enganado?


Agora a culpa é das fake news. Do WhatsApp. Do facebook. Em resumo das redes sociais… Sim, as tais que eram uma maravilha de potencialidades na primeira vitória de Obama e que agora se estão a tornar numa espécie de entidade demoníaca responsável por a História não estar a cumprir a escatologia oficial que dá o progressismo estatista como o pilar do paraíso mais que certo do nosso futuro.


Nos anos 70, e muito particularmente no que a Portugal respeita, a culpa era do boato. O boato era reaccionário. O boato servia a reacção. Enfim, como concluía o material da Dinamização Cultural, já com o reaccionário devidamento animalizado num lacrau, havia que esmagar o boato. Sem piedade, claro.



Do boato que servia a reacção às fake news que continuam a servir a reacção apenas mudou o suporte. Imutável é essa concepção da direita como a reacção a um progressismo tão natural quanto positivo. E é essa direita-reacção que, não conseguindo convencer pelos seus argumentos, recorre a hordas de reaccionários, invariavelmente conectados com capitalistas e cérebros estrangeiros, para gerarem os tais boatos, as fake news… Em resumo, mentiras ou verdades manipuladas que impedem o povo de perceber a verdade e desse modo cumprir o seu papel enquanto eleitores: confirmar com o seu voto aquilo que antecipadamente foi apresentado como o curso inevitável dos acontecimentos. Na direita o povo só vota porque se deixa enganar.

Nesta catequese progressista os boatos da reacção são os responsáveis por os povos se estarem a deixar cair em tentação. Os pecados chamam-se fascismo, capitalismo, populismo, racismo, imperialismo, nazismo, liberalismo, neoliberalismo, conservadorismo, neo-conservadorismo… Alguns destes ismos são contraditórios entre si – por exemplo, o que será um fascista liberal? – mas não se pode deixar a racionalização estragar uma boa catequese.

Contudo se se parasse um pouco nesta histeria perceber-se-ia que aquilo que as urnas de voto estão a dizer neste século XXI é o prolongamento do slogan que ecoou nas ruas da RDA em 1989: “Nós somos o povo!” Em lugar algum se invocou tanto o povo quanto nas sociedades socialistas e contudo o povo fugiu de tal modo dessas sociedades construídas em seu nome que as suas fronteiras tiveram de ser blindadas para que o povo não as abandonasse. Hoje, nas democracias ocidentais, o povo não encontra eco dos problemas do seu quotidiano nessa versão politicamente correcta da vida de que lhe falam as suas elites.

Oficialmente vive-se numa marcha a caminho da perfeição. Na prática instala-se uma ditadura das minorias e das minorias dentro das minorias… Nesse mosaico de causas esdrúxulas impõe-se um relativismo em que os factos deixam de ser factos para se tornarem fenómenos sociológicos. Assim um mesmo acontecimento tanto pode ser classificados como um crime ou ser tratado como um não-facto consoante a identidade dos seus autores. Por exemplo, em Espanha as violações em grupo podem gerar uma vaga de indignação ou de silêncio consoante os seus autores sejam espanhóis ou estrangeiros. Se de Espanha passarmos para Itália constataremos que a violação durante dois dias e por fim o assassínio de uma adolescente por um grupo de homens em que se contavam vários imigrantes africanos deixou em silêncio os tão ruidosos movimentos ditos feministas. (Quanto às notícias sobre este crime publicadas em Portugal são escassas e mesmo assim dedicam-se sobretudo a alertar para o aproveitamento político que a direita populista pode fazer com o caso. Espantosamente os mesmos jornais não se inibiram de fazer um intenso aproveitamento político aquando do assassinato no Brasil, de Marielle Franco)

E como explicar que no meio de tanta conversa sobre a solidariedade com os trabalhadores, de tanto sindicato, de tanto movimento disto e daquilo não se encontrem praticamente referências ao aparecimento em França do movimento de professores #PasDeVague? As imagens alarves de dois alunos adolescentes apontando uma arma à cabeça de uma professora no Liceu Edouard-Branly levaram a que muitos outros professores viessem não só contar as violências e humilhações a que são sujeitos mas também a forma como as direcções escolares não dão seguimento às suas queixas, subestimam as agressões, impõem o silêncio.

Da Suécia à Colômbia, da Itália ao Brasil, da França aos EUA, encontramos invariavelmente esse padrão: povos preocupados com questões como a segurança, com o que está a acontecer nas suas escolas e nas suas ruas… Questões que as suas elites menosprezam e demonizam através da adjectivação das intenções de quem pretende tratar os assuntos para os quais elas já têm uma versão oficial: questionar qualquer dado sobre a imigração equivale a passar a xenófobo; abordar a violência implica correr o risco de ser transformado em defensor de ditaduras…

As fake news só proliferam porque os políticos não querem sair da zona de conforto de uma realidade oficial, passada pelo filtro do politicamente correcto. Ou seja uma realidade que vista de fora da bolha das elites sabe a falso.

Quem chegar a Portugal proveniente nem sequer doutro planeta mas de qualquer outro país acreditará que o sonho de D. João VI se cumpriu e que a capital do reino se manteve no Brasil tal tem sido o nosso exacerbamento com esta campanha eleitoral brasileira. Outros méritos não tivesse a escolha do novo presidente do Brasil pelo menos teve o de atirar para longe dos grandes títulos os nossos problemas: como vai ser a vida dos portugueses, com as suas poupanças levadas por uma absurda carga fiscal, quando perceberem que os recursos dos serviços ditos públicos são cada vez mais destinados a assegurar os compromissos assumidos pelo Governo com os funcionários públicos? Hospitais, escolas, transportes, recolha de lixo… tornaram-se o palco de greves e mais greves. Os portugueses pagam cada vez mais pelos serviços públicos e usufruem cada vez menos. Mas para quê falar disso quando temos de lutar pela democracia no Brasil? Para quê perguntar se era ou não do conhecimento do primeiro-ministro a encenação da devolução das armas “que talvez não tivessem sido roubadas de Tancos” quando temos de denunciar tudo aquilo que o Bolsonaro diz sobre o porte de arma?… Qual será a campanha em que nos vamos envolver a seguir?

De caminho o mesmo recém-chegado será levado a concluir que quem de facto regressou foi a santíssima inquisição: o fervor místico das declarações anti-Bolsonaro; a exigência de que sob pena de ostracismo todo e qualquer um se declare contra o Bolsonaro; as avaliações do grau de convicção com que A ou B se disseram contra o Bolsonaro… seriam o cúmulo do ridículo, caso não fosse este o ridículo que faz da nossa vida uma tragédia pois estes nossos indignados locais que tanto se exaltam com alguns (sublinhe-se o alguns) dos potenciais líderes autoritários e corruptos noutras paragens, revelaram portas adentro uma extraordinária condescendência para com quem se definia a si mesmo como “animal feroz” e até agora ainda não conseguiu responder à elementar pergunta: “Como é que o senhor paga as suas despesas?” (Helena Matos, aqui)

Ainda o "rácio" do sonso


Entretanto, na Roménia...


José Maria Carvalho Pedroto

"Ao sócio ou simpatizante do nosso clube que me ler, eu peço que  nos jogos não esqueça de que no campo todos nos esforçamos por vencer,  ganhando mais glórias para o FC Porto" (Jornal "O Porto", 21/08/1957)

Então vá. Não te esqueças: na próxima madrugada, quando forem duas, será só uma.


O Porto em imagens (522)

David Silva

O Porto em imagens (521)

Óscar Fonseca

Communism was the regime for the privileged elite, capitalism the creed for the common man.


Obrigado Simplício

Marcam-se hoje 96 anos que, a Assembleia Geral do FC Porto votou a mudança de emblema, aprovando o projecto de Simplício, um artista do Porto que também era atleta do clube.


O Porto em imagens (520)


Colecção Taveira

Há 125 anos António Nicolau d'Almeida desafiava o Club Lisbonense


Foi há precisamente 125 anos que António Nicolau d’Almeida, fundador do FC Porto, escreveu uma carta a desafiar o Club Lisbonense para um jogo de futebol.

As viagens de António Nicolau d'Almeida a Inglaterra contribuíram decisivamente para que se apaixonasse pelo jogo e juntasse um grupo para a sua prática. A 25 de outubro, convidou o Club Lisbonense para uma partida de futebol, que se realizaria a 2 de março de 1894, no Campo Alegre, no Porto.
Os lisboetas, liderados pelo manos Pinto Basto, viajaram 14 horas de comboio até chegar à estação de Campanhã. O jogo realizou-se no Campo Alegre, nas instalações do Oporto Cricket. Um golo chegou para fazer o resultado final, vitória dos forasteiros.

Um jogo inspirado... na Taça do Rei

Ricardo Serrado é historiador e investigador da história do futebol português na Universidade Lusófona. Diz que esse foi o primeiro jogo de âmbito nacional em Portugal e que foi inspirado pela Taça do Rei, de Espanha. «A ideia era ter uma equipa de Lisboa, Porto, Coimbra, Viana do Castelo...»
Impossível de todo, claro. «As cidades mais pequenas não tinham ainda equipas de futebol. A modalidade tinha sido introduzida há pouco em Portugal.» Em Espanha, por outro lado, a competição desenvolvia-se. «Foi esse torneio que veio dar origem à Taça do Rei, uma prova que ganhou robustez.»
Esses eram tempos diferentes, porém: tempos do futebol aristocrata. O bigode levantado nas pontas estava para os respeitáveis senhores como as tatuagens estão agora para os jogadores, nas bancadas não havia claques, só homens de cartola e mulheres de sombrinha. Mas já havia rivalidade, claro.
«A rivalidade Porto-Lisboa começa mais ou menos em meados do século XIX, quando o Porto começa a ganhar protagonismo político e industrial. Quando o F.C. Porto nasce, é um clube marcadamente regional. Ao contrário de outros, que representam bairros, o F.C. Porto representa uma cidade: o Porto.»
O jogo entre o Foot-Ball Club do Porto e o Club Lisbonense ganhou protagonismo porque foi apoiado pelo rei. D. Carlos encomendou uma taça em prata, que fez questão de oferecer ao vencedor, e patrocinou o desafio. Incluiu-o até nas festas henriquinas, que celebravam 400 anos do Infante D. Henrique.
«D. Carlos era um aficionado pelo desporto. Praticava ténis, esgrima, tiro ao arco e sentia-se na obrigação de patrocinar e ajudar a desenvolver as novas modalidades.» Para além disso, lá está, queria importar a ideia de uma Taça do Rei. A competição recolheu o nome dele: e a família real marcou presença.

A rainha manda jogar mais um pouco

Chegou atrasada, é verdade, quase no fim do jogo: D. Carlos, D. Amélia e os filhos D. Afonso e D. Manuel. Ora o encontro, que estava quase a terminar, recebeu por isso quinze minutos de descontos. A pedido da raínha D. Amélia, que se manifestava com uma vontade real de ver mais um pouco.
Lisboa, já se disse, venceu (1-0). O «Sport» conta que «quatro minutos depois de Suas Majestades e Altezas chegarem ao campo, os forwards de Lisboa marcaram um goal». Lisboa já tinha tido na primeira parte um golo anulado: um defesa do Porto marcou na própria baliza... com a mão. Não valeu, claro.
(…) O jogo mudou, o orgulho não. A rivalidade, essa, cresceu com o jogo. «Cresceu sobretudo após a chegada de Pinto da Costa e José Maria Pedroto ao clube. Trouxeram um discurso regionalista e tornaram o clube no mais vencedor», diz Ricardo Serrado.
Naquela altura, porém, era impossível prever tal coisa. Ricardo Serrado garante que o futebol «era um jogo de nobres, sem qualquer ligação às classes populares». Estas preferiam... o ciclismo. «Havia poucos portugueses nas equipas. O Porto, por exemplo, só tinha dois.»

Museu do FC Porto

Esse documento, cujo fac-simile pode ser apreciado no Museu FC Porto, esteve na génese do encontro que se disputou a 2 de Março de 1894 nas instalações do Oporto Cricket, no Campo Alegre, sob o olhar atento do rei D. Carlos e da rainha D. Amélia.

[daqui]



Boifica: Jogos suspeitos investigados juntamente com emails e vouchers - NÃO PODEMOS CALAR

Autoridades admitem que pode estar em causa uma estratégia do Benfica "para controlar ou condicionar os órgãos decisórios do futebol português"

A Polícia Judiciária e o Ministério Público decidiram juntar todas as investigações relativas a suspeitas de corrupção passiva e activa que envolvem o Benfica num único processo. Depois de a SÁBADO ter avançado em primeira mão que as autoridades tinham agrupado num só processo os chamados casos dos "vouchers" e dos "emails" do Benfica, o Expresso avança que também as questões relativas a possíveis resultados combinados foram incluídas neste processo.
De acordo com o semanário, as autoridades admitem que os três casos – investigados na Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ - possam fazer parte de uma estratégia do Benfica "para controlar ou condicionar os órgãos decisórios do futebol português, nomeadamente o sector da arbitragem". 
Ao mesmo jornal, fonte oficial das "águias", disse que o clube "quer que a investigação decorra com rigor e celeridade" e que "concluir que a junção dos processos é um indicador da existência de crime é absurdo".
O caso dos emails já levou o advogado do Benfica, João Correia, a enviar uma carta à Procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, e aos membros do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP), órgão de gestão e disciplina desta magistratura, pedindo mais celeridade nas investigações às queixas apresentadas pelo clube contra uma alegada violação da sua correspondência electrónica.

Em declarações à SÁBADO, João Correia confirmou o envio da carta, acrescentando que apenas fez um pedido a Joana Marques Vidal, numa alusão às declarações feitas pelo director de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, no Porto Canal: "Pedi que os crimes que são anunciados e sistematicamente praticados às terça-feiras à noite sejam investigados como impõe o Estatuto do Ministério Público".  (daqui)

O Porto em imagens (519)


O penta em Moscovo. Cinco jogos, cinco vitórias.

Não é para todos, é para quem não joga para o pontinho.


"Portugal não é um país. Portugal é um sitio mal frequentado."


LA FAMIGLIA - Isto é a verdadeira MAFIA SOCIALISTA DESTE GOVERNO

Portanto. A ministra do mar que é casada com o Ministro da administração interna que contratou a empresa do qual foi sócia e pertence a uma amiga, contratou o marido da Ministra da justiça? É isso? O Carlos César vai ficar muito chateado…

Que depressão de comunicação oficial. Parece o ministro iraquiano de informação.


No último boifica-FCPorto, jornalistas foram agredidos por adeptos encornados. Nem uma palavra da ERC. Agora começo a perceber


O beijo de Judas


Normal, os Holandeses são ... Kelvinistas

AJAX vence com golo aos … 92 minutos!

O Porto em imagens (518)

Nuno Pimenta

AJAX derrota o clube mais corrupto do mundo! Hip Hip Hurra!

Bem, vou levar só 1...chega para limpar a merda!

"Conselho de administração da SAD pronto para iniciar mais uma reunião": não pode ser, não é o Paulo Gonçalves ali mesmo ao lado?

"A SAD nunca teve conhecimento das práticas de Paulo Gonçalves, que o então director jurídico da SAD era uma figura menor, sem relevo na estrutura e que em momento algum o Benfica terá usado essas informações para o que quer que seja." 


Os porcos encornados são tão engraçados


"...a BTV teve de mudar o registo de resposta, combate,  àquilo que são falsidades e ataques diários. Quem está mais atento ao  canal perceberá que dirigentes, advogados e juristas tomaram o lugar de  antigas glórias. " Ricardo Palacin - Director BTV

O dia em que o FC Porto trouxe a Supertaça Europeia para Portugal ...

O jornalixo lisboeta faz de conta e não toca no assunto, mas é só para relembrar que o FC PORTO venceu a Supertaça Europeia contra este Ajax.


Entretanto, numa pizaria lisboeta


BALUARTE DRAGÃO bloqueado no Twiitter: o fascismo da TVI na defesa do encornado invertebrado de nome Braz





As "liberdades" que a esquerda quer impôr na educação dá nisto.

Um exemplo da coerência dos comunas


O mesmo militante do PCP, João Pimenta Lopes,
a elogiar Maduro e a criticar Bolsonaro.