Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Do "colocar treinadores amigos na Federação": Rui Bento é outro braço do Polvo Encornado


Como o benfica aumenta a influência e o controlo sobre a comunicação social (*)

(*) via O POLVO

As pessoas certas nos lugares certos


Para controlar os mídia, nada melhor de que ter as pessoas certas nos lugares certos. Por exemplo, sabemos que o jornal Abola é dirigido por benfiquistas, maior prova disso é o jornal A Bola não ter feito nenhuma capa relacionada com os últimos e-mails revelados sobre Domingos Soares de Oliveira.
Para além disso, através dos e-mails e não só, sabemos que o benfica tem o poder para controlar as capas do jornal A Bola. A Setembro de 2017, Paulo Teixeira, empresário da Training Compensation revelou no Facebook a proposta de um clube chinês para a compra de Mitroglou. No meio da revelação, Paulo Teixeira diz o seguinte:

O caldo entornou definitivamente quando o presidente do Quanjin copiou ao seu mandatado as mensagens codificadas de Mendes, tipo ‘45/8’, isto é, 45 milhões pela transferência e 8 milhões livres para o jogador – e pedia uma comissão de 5%. O que me levou a ser duro com LFV: ‘Porra, presidente, o que tem a ver o Mendes com esta história?’. Resposta singela: ‘Vivemos num mundo livre, cada um faz o que quer. Mendes é um parceiro privilegiado e esteve comigo lá na China.’ (fonte: Facebook)

Portanto, o Luís Filipe Vieira decide as capas do Jornal Abola, como podem ver aqui abaixo.


Nos e-mails revelados na semana passada, o poder do benfica sobre o jornal Abola voltou a ser demonstrado. Carlos Marques, Chefe de Produção do Jornal Abola, envia para um funcionário do Benfica duas capas do jornal do dia seguinte.


Portanto, o benfica tem a possibilidade de escolher as capas do jonal Abola. Será que Entidade Reguladora da Comunicação Social vai continuar de braços cruzados?

O Gabinete de contra-informação informática


Já se falou por diversas vezes da propaganda feita pelo benfica nos jornais e televisões através dos cartilheiros. No entanto, o Benfica não utiliza unicamente os cartilheiros para intoxicar a opinião pública, também usa bloggers e utilizadores das redes sociais, como demonstra um e-mail recebido por Domingos Soares de Oliveira em 2010.

Curiosamente, o Rui Gouveia que em 2010 já recebia 500 euros mensais pelo benfica, é o utilizador @boloposte no twitter. Este senhor demonstrou por diversas vezes ser um ás para replicar a cartilha benfiquista e manipular a opinião pública. Até benfiquistas consideram que o Rui Gouveia tem falta de espinha dorsal.


(imagem retirada do twitter @captomente)

Portanto, em 2012, adeptos do benfica já sabiam que o Boloposte era pago pelo benfica. Curiosamente, o Rui Gouveia era um opositor de Luís Filipe Vieira. A tática utilizada por Luís Filipe Vieira de comprar todos os elementos que o fazem oposição já era conhecida. Como exemplos temos o José Eduardo Moniz, o José Marinho e até o próprio Pedro Guerra, que tinha noticiado em 2001 o roubo de um camião por parte de Luís Filipe Vieira. Estes elementos foram convidados pelo presidente do benfica para cargos na estrutura do clube, tornando-os aliados em vez de críticos.

Voltando a Rui Gouveia, o Rui Malheiro, comentador desportivo da RTP e do jornal Record, respondeu ontem a um tweet de boloposte apelidando-o de lambe-cus.

Resumindo, nem os benfiquistas conseguem aturar pessoas com o carácter de Rui Gouveia.

Processar jornalistas e comentadores


Existem várias pessoas no mundo do futebol, aquelas que podem ser compradas e as que não podem ser compradas. Nos pontos anteriores falei do primeiro tipo de pessoa. Agora, vou falar das pessoas que não podem ser compradas. Como é que o Benfica pode influenciar indivíduos que não se vendem por uns míseros euros? A resposta é fácil, ameaçando-as e intimidando-as. Um exemplo dessa tática foi provada em direto, em março deste ano, quando Luís Filipe Vieira veio à conferência de imprensa falar do caso e-toupeira, ameaçando todos os jornalistas e cidadãos deste país que manchassem o nome do benfica (aqui). O benfica também tinha utilizado essa tática enviando notificações para jornais e cidadãos que tinham descarregado os e-mails (aqui).

Nos e-mails de Domingos Soares de Oliveira verifica-se essa prática de intimidação com a instauração de um processo a Jorge Baptista, como podem ver aqui abaixo.


(Documento encontrado por Mozzie Elf do Portal dos Dragões)

Este processo foi instaurado porque Jorge Baptista deu a entender, num programa da SIC notícias, que existia uma toupeira dentro da administração da SAD benfiquistia porque, segundo o jornalista, o F.C. Porto tinha informações dos assuntos tratados nas reuniões da SAD benfiquista. Portanto, por uma situação destas, o benfica instaurou um processo de difamação a Jorge Baptista. Imaginem o que o benfica é capaz de fazer às pessoas que divulgam os e-mails.

Este processo contra Jorge Baptista certamente influenciou-o a defender o benfica nas situações mais descabidas de sempre como, por exemplo, no caso e-toupeira.
(retirado do blog Artista do Dia)

Ao defender o benfica desta forma, Jorge Baptista nunca mais terá um processo por difamação.

Resumindo…


Estes são os pilares do benfica para controlar a comunicação social. Ter as pessoas certas nos lugares certos para propagarem a mensagem do benfica. Comprar as pessoas que incomodam o Luís Filipe Vieira e o benfica e utilizá-las a seu favor. Por fim, se essa estratégia não funcionar, processar os jornalistas e comentadores que falarem ou divulgarem os problemas e podres do benfica. Este último ponto é facilmente verificado quando nos principais programas televisivos, os comentadores afetos ao Porto e ao Sporting têm muito cuidado nas palavras usadas quando falam do caso dos e-mails, demonstrando ter receio de certas consequências.

Estas práticas utilizadas pelo benfica são vergonhosas e dignas de uma ditadura.

O Porto em imagens (469)


O desfile de Abril na capital centralista, corrupta e coloniaalista de Portugal

Varoufakis encabeça cartaz artístico do desfile do 25 de Abril.
Lula não pode vir por motivos alheios a sua vontade.
Sócrates também não; o amigo não chegou a tempo de lhe pagar o passe...

25 Abril ... sem polvo


Todos já sabíamos: Presidente do Conselho de Disciplina da FPF é um tentáculo do Polvo (*)

(*) via O POLVO


Neste dia, 25 de Abril de 2018, o Mercado de Benfica disponibilizou mais uma fornada de e-mails relacionados com o Domingos Soares de Oliveira, administrador da SAD do Benfica.
Deixo aqui já um e-mail encontrado relacionado com José Manuel Meirim, atual presidente do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.
Nesta altura Paulo Gonçalves, assessor jurídico da SAD do Benfica, tinha acabado de ingressar no clube da luz. Desde os primeiros dias, Paulo Gonçalves começou a construir a rede do poder. Portanto, José Manuel Meirim, para além de ser benfiquista, também tem uma óptima relação com Paulo Gonçalves, arguido do caso dos e-mails e do caso e-toupeira.

Já no ano passado, Francisco J. Marques, diretor de comunicação do F.C. Porto afirmou que José Manuel Meirim era o Ponta de Lança do Benfica.

Francisco J. Marques tinha razão. O José Manuel Meirim é mais um dos tentáculos do Polvo e começou a ser cozido em 2006. Ficamos à espera de uma explicação ou demissão do actual presidente do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

Momento Musical: Evie Clair

25 de Abril de 1974? A francesinha do Santiago já vem de longe...


Há bons motivos para conhecer o Carvalhido

Não é uma freguesia mas podia ser. O Carvalhido é hoje uma vasta área citadina e, embora se localize longe do centro da cidade, destaca-se por ter um comércio tradicional de boa saúde e por ali morar gente. A pressão turística ainda não se faz sentir neste bairro cheio de histórias.


Em meados do século XIX, o Carvalhido era um arrabalde da cidade. A paisagem era desenhada por quintas senhoriais e campos agrícolas. O nome deste lugar terá origem no facto de ser abundante em carvalheiras. Por ali, estacionaram as tropas de D. Pedro durante o cerco do Porto e por esse motivo o principal largo da localidade passou, anos mais tarde, a designar-se Praça do Exército Libertador.

Aqui, há mercearias, farmácias, todo o tipo de lojas, vias de comunicação e bom serviço de transportes públicos. «Hoje, o Carvalhido é um centro comercial ao ar livre. Existem lojas de todo o tipo de produtos porque continua a haver compradores. Somos uma zona residencial onde circulam muitas pessoas», explica António Sousa que, com Fernando Silva, mantém a mercearia A Nova Moka a funcionar da mesma forma de quando abriu, em 1946.

Foi por essa década que o lugar, que pertence à freguesia de Cedofeita, se transformou quase por completo. A população já vinha a aumentar, sobretudo após a abertura de novos arruamentos, nomeadamente da famosa estrada para Vila do Conde que depois seguia para a Galiza absorvendo parte do Caminho de Santiago.

«Apesar disso, não sentimos confusão como existe na Baixa e aqui convive bem o novo e o antigo, mantêm-se muitos estabelecimentos e há gente com novas ideias a chegar», refere António Sousa ao balcão da mercearia com bancas de legumes e prateleiras com azeites, vinhos, alheiras e presuntos. O café moído na hora é, no entanto, o forte da casa. Os moinhos são ainda os originais, assim como as latas de armazenamento. «Café e cevada é o que sai mais». De café têm dois lotes. «O puro custa 22 euros o quilo, o outro mais brando a dez euros». A mistura (café, cevada e chicória) varia entre os três e os seis euros o quilo.

Outra das imagens de marca do comércio do Carvalhido são as pastelarias. Muitas e quase porta sim porta não: a Nova Real, a Confeitaria Magalhães, a Rainha do Carvalhido ou a Doce Alto. «A concorrência é grande mas todos vendemos bem. A casa mãe da Doce Alto é na Rua de Costa Cabral, mas tínhamos de estar representados no Carvalhido», afirma Márcio Oliveira, um dos gerentes da casa. A pastelaria em todas elas é variada. As vitrinas estão cheias de bolos, pastéis e bolachas. A zona deixa muitos comerciantes «satisfeitos», como diz Rui Borges, que há quase dois anos abriu a garrafeira O Rei, na Rua da Natária, com centenas de referências de vinhos e de bebidas brancas.

Por estas ruas há também muitas lojas a descobrir, como a Ervanária Seara de Luz a Florarte, esta na Rua 9 de Julho, ou a ‘Loja do João’ Ideias Mimosas, onde se vende todo o tipo de vestuário e acessórios. Até para os recém papás e mamãs o Carvalhido tem resposta através do D’Barriga, estabelecimento comercial onde há tudo para o bebé e até aulas que ensinam nutrição na gravidez, no pós-parto, na amamentação e a criarem super avós.

Voltando à Rua do Carvalhido, está outra das surpresas para quem passeia por aqui: a Kurikas, que fabrica artefactos de borracha. Desde 1977 que produz todo o tipo de artigos como extensões de torneiras, pontas de canadianas, desentupidores de foles e todo o género de anilhas. As indústrias automóvel e de produtos ortopédicos são as principais clientes. «Aqui é tudo feito com maquinaria artesanal», faz questão de afirmar o responsável pela pequena fábrica, Idraulindo de Almeida, e que «após alguns anos de crise e de poucas encomendas» vai contratar mais operários.

O cruzeiro do século XVIII
Ao fundo da Praça do Exército Libertador e já na confluência das ruas de Oliveira Monteiro e de 9 de Julho encontra-se um dos pontos de interesse deste lugar. O Cruzeiro do Senhor do Padrão, construído em 1738. O monumento saúda os viajantes que seguiam pelo caminho para norte, nomeadamente para Santiago de Compostela. Como legenda tem escrito: «Louvado seja os tempos de valores virtude lisura ozias. MDCCXXXVIII».

O cruzeiro chegou a estar rodeado e protegido por uma estrutura quadrangular, no século XIX. A cerca tinha faces azulejadas e um portão de acesso ao recinto. Estas transformações verificaram-se, já numa fase de renovação urbana de todo este local, nomeadamente quando foram rasgados os eixos viários que confluem do centro do Porto para a Praça do Exército Libertador e daqui para norte. Foi a partir daqui que se intensificou a edificação urbana ao ponto do cruzeiro colocado na Rua 9 de Julho ser deslocado, em 1980, para o local atual.

Sobre uma base retangular, a estrutura ergue-se em altura e é composta por quatro peças, a última com a representação de Cristo na Cruz. A devoção é permanente e na base do cruzeiro é habitual encontrarem-se flores e círios. Todos os anos, realizam-se festejos, no terceiro fim de semana de julho. Festa local, onde todos são bem vindos ao antigo arrabalde que hoje é um autêntico centro urbano. [ daqui ]

25 de Abril: dia das mentiras

O arquivo de Domingos Soares de Oliveira traz novidades sobre o caso do túnel (*)


O célebre caso do túnel da Luz ainda dá que falar. Tudo o que envolveu o processo foi estranho e os e-mails provam isso mesmo. Para quem não se recorda, este caso refere-se ao final do Jogo da 14. ª jornada da temporada de 2009/2010 entre o Benfica e o Porto. Ocorreram incidentes entre jogadores do F.C. Porto, Hulk e Sapunaru, e seguranças colocados estrategicamente no túnel de acesso aos balneários.
O padre João Ferreira fez queixa ao árbitro principal, Lucílio Baptista, e à comissão Disciplinar da liga que era presidida pelo Ricardo Costa. Os jogadores foram assim suspenso preventivamente antes da decisão final. Decisão esta que demorou a surgir e o Porto, segundo a rádio renascença, quis acelerar o processo. Mas a comissão disciplinar da liga considerava que não era um assunto prioritário. Este assunto pode ser lido aqui.
Na biografia de Ricardo Costa (aqui) é possível perceber melhor como decorreu o caso do túnel e, como referi na biografia deste, parecia que Ricardo Costa estava a servir um certo e determinado clube: o Benfica. Também, através dos e-mails, percebeu-se a promiscuidade existente entre o Benfica e o Ricardo Costa (aqui).
Agora, neste artigo, vou focar-me na empresa Prosegur, a entidade empregadora dos seguranças do túnel da Luz.

O amigo de Domingos Soares de Oliveira

Já não é a primeira vez que o nome da Prosegur surge no caso dos e-mails. Podem saber mais sobre os assuntos já falados sobre a Prosegur no Episódio 19 do Podcast (aqui) ou no artigo do Mister do Café (aqui).
Agora, nos e-mails de Domingos Soares de Oliveira, percebemos que existe mais um trunfo, a cumplicidade entre o Jorge Leitão, Presidente da Prosegur na altura dos factos, e Domingos Soares de Oliveira. Jorge Leitão foi Presidente do Prosegur entre 2000 e agosto de 2013, ou seja, presidia a empresa de segurança em pleno caso do túnel da Luz. Os e-mails seguintes provam a amizade entre Jorge Leitão e Domingos Soares de Oliveira.
Domingos Soares de Oliveira faz favores ao Jorge Leitão.
Jorge Leitão é muito amigo de Domingos Soares de Oliveira e oferecia bilhetes para o Rock in Rio.
Também ofereceu bilhetes para o Estoril Open mas não só…Também ajudou o Benfica ao adiar o pagamento das dívidas do clube à Prosegur.
Se eu fosse Jorge Leitão diria algo do género “Oh rapagão? E se me pagasses o que deves?”. Porém, Jorge Leitão é muito mais pacífico. Claro que todas estas situações envolvem trocas de favores. Certamente que o túnel da Luz também envolveu uma certa troca de favores.
Para além disso, o Jorge Leitão também perdoava dívidas pessoais de Domingos Soares de Oliveira.
Parte da mensagem foi escondida porque é relacionada com assuntos íntimos da vida de Domingos Soares de Oliveira. A fatura em anexo tinha o valor de 933 euros e foi, posteriormente, esquecida por Jorge Leitão. Com todos os e-mails acima referidos percebem facilmente a relação entre o Presidente da Prosegur e o administrador executivo da SAD do Benfica.

O comunicado da Prosegur

Quando se deu o caso do túnel da Luz, a Prosegur, supostamente, tinha tomado uma posição neutra sobre o caso, como podem verificar abaixo no comunicado dado pela empresa à Lusa.

Não sublinhei nada porque é importante lerem todo o excerto do artigo. Este comunicado foi enviado à agência Lusa a 27 de janeiro de 2010. Curiosamente, no mesmo dia, a Prosegur enviou ao Domingos Soares de Oliveira o seguinte e-mail.
Mas estão a brincar com quem? A Prosegur enviou a Domingos Soares de Oliveira o comunicado antes de ser divulgado na comunicação social? Toda a estratégia já tinha sido delineada entre o Benfica e a Prosegur. E, a Prosegur diz em comunicado que “tem procurado adoptar uma posição equidistante”. Pois, vê-se que tinha procurado a posição equidistante mas, até hoje, ainda não a encontrou. Por curiosidade encontra-se abaixo o comunicado da Prosegur antes de ser enviado para a agência Lusa.
Como podem verificar é o mesmo comunicado que acabou por ser enviado à comunicação social.

O Benfica pagou parte da defesa dos seguranças da Prosegur

Para a tacada final, deixo-vos aqui os e-mails que provam que o Benfica pagou parte da defesa da Prosegur. Paulo Gonçalves tinha enviado um e-mail a José Luis Seixas, advogado do Benfica, com os valores dos honorários do gabinete do advogado Raúl Soares da Veiga que defendeu os elementos dos No Name Boys. Basicamente, Paulo Gonçalves queria saber se os valores pedidos eram aceitáveis.
José Luis Seixas mostra-se preocupado para saber quem iria suportar os custos tendo obtido uma resposta elucidativo por parte de Paulo Gonçalves.
Paulo Gonçalves, disse, com todas as letras, que não importaria quem iria suportar os custos. O Benfica quis fazer de tudo para prejudicar o F.C. Porto nesse processo, até a defender seguranças de uma sociedade externa. Estes factos são confirmados pelo seguinte e-mail.
O Jorge Leitão, certamente, saltou de alegria por ver que o Benfica iria pagar parte da defesa da Prosegur. Certamente que se o Benfica não tivesse por trás desta situação e se o Jorge Leitão não fosse o amigo querido de Domingos Soares de Oliveira, a queixa da Prosegur não teria sido feita da mesma forma. O caso do túnel da Luz é a prova do controlo efetuado pelo Benfica e este caso aconteceu na época 2009/2010. O menino querido Ricardo Costa deu uma sentença provisória aos jogadores do Porto, impedindo-os de jogar por diversos jogos, a empresa dos seguranças tem a defesa paga pelo Benfica e o presidente desta mesma empresa é amigo pessoal de Domingos Soares de Oliveira.
Hoje estamos em 2018, se o Benfica já fazia isto em 2010 o que será que fez nas épocas do tetra? Amanhã saberemos mais.