Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Penalty dizem eles: perceber porque é tão fácil o boifica ir à frente do campeonato

Ministra da Justiça da geringonça desrespeita os juízes e quer criminosos livres


COMO É POSSÍVEL? Para a ministra da Justiça de Portugal, há “crimes bagatelares, simples”, como a condução sob o efeito de álcool, ou sem habilitação legal".

A Ministra Van Dunen, ao afirmar esta barbaridade, desrespeita todos quantos perderam familiares em acidentes de viação provocados pelo álcool.
E despreza ainda as magistraturas (procuradores e juízes), pois são estes que devem determinar as penas de prisão - e não os ministros, pois isso seria ingerência do poder executivo no legislativo.
Isto é tudo muito mau demais!


Ministra da Justiça quer retirar das cadeias crimes “bagatelares”


A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, disse este sábado que pretende retirar das cadeias os crimes mais simples -- "bagatelares" --, permitindo assim baixar o número da população reclusa!?

Porto, cidade encantadora!

Vitória muito difícil e importante

  • contra uns vila-condenses atrevidos (pena que contra os encornados tivesses sido gatinhos);
  • contra um Jorge de Sousa que aos vila-condenses permite canela até ao pescoço, mas muito "rigoroso" contra os atletas do Porto  
  • e contra uma equipa do FC Porto que insiste em entrar mal nos jogos.


Terceira frase desportiva do ano


Trump? Que patética e idiota esta esquerda europeia...

A malta não gosta do Trump!
Mas adora o Fidel

A Aldeia Mágica de Drave

Júlia: uma vida de sombras


Sinopse

Júlia, 40 anos, é alcoólica. Ela é manipuladora, pouco fiável e mentirosa compulsiva, tudo isto disfarçado pelo seu ar resplandecente. Entre shots de vodka e noitadas, Júlia sobrevive entre empregos mal pagos. Cada vez mais solitária, a única atenção que recebe provém do amigo Mitch, que tenta ajudá-la. Mas ela distancia-se, pois com a realidade distorcida pelo álcool, Júlia acredita que não tem sido bafejada pela sorte, e que não tem culpa dos erros que cometeu ao longo da vida. Num iminente vislumbre de desespero, e depois de um encontro casual com Elena, uma mulher mexicana, Júlia convence-se a si própria – tanto em pânico e desespero, como para ganho financeiro – a cometer um acto violento. Com o desenrolar da história, o destino de Júlia torna-se num precipitado voo em rota de colisão, mas de alguma forma a sua opção recai sobre a vida e não sobre a morte.

(RIP) Obrigado Amigo!


O FC Porto está de luto!
Faleceu Carlos Alberto Silva, ex-treinador do FC Porto, tendo-se sagrado bicampeão nacional nas épocas de 91/92 e 92/93
Descansa em paz, Mister!

TSU? Tanto Passos como Cristas ficam a anos-luz da falácia e do descaramento de Costa

Costa chama-lhes usualmente "Oposição", ao PSD e ao CDS. E "parceiros", ao PCP e ao BE.  (...) 
Em Portugal, os parceiros (PCP e BE) servem para votar contra a Oposição (PSD e CDS) e a Oposição pretende-se sirva para bombo de festa ou para - subitamente - acudir ao partido minoritário no Governo, quando os parceiros batem o pé e dizem não.

Tudo isto a flagrante propósito da "discussão TSU". Desce ou não desce? Creio bem, a abundância dos argumentos dos economistas, a favor ou contra, são de momento o menos importante. Até por isto: Costa persiste em afirmar está tudo a correr pelo melhor.
E se está, está. Se não está, Costa mente e urge os portugueses se apercebam disso.

O ruído é imenso. Talvez a Oposição seja, no imediato, a grande perdedora por não votar ao lado do PS na "questão TSU". Tanto Passos como Cristas ficam a anos-luz da falácia e do descaramento de Costa, que já lhes lançou à cara a ignomínia toda. Mas não haja pressa! É de esperar o programa educativo do imparável ministro Brandão Rodrigues dê frutos e o eleitorado aprenda finalmente a distinguir (agora e nas urnas) a oposição dos parceiros do Governo.
Enquanto não, Costa continuará a jurar que os gatos são lebres. Mas, costuma dizer-se, à primeira quem quer cai, à segunda cai quem quer.  João-Afonso Machado

Isso é que era bom ...

Costa (Concordia) já está a ser desmantelado

Os treinos do "zporten not lisbon" : a justificação dos desastres


Atingimos o último patamar de funcionamento da Geringonça: habituamo-nos à sua existência


Atingimos o último patamar de funcionamento da Geringonça: habituamo-nos à sua existência.

Pouco importa o que diz Costa, o que diz Catarina Martins e, muito menos, o que diz Jerónimo de Sousa. Vieira da Silva abre a boca e só se ouvem murmúrios indecifráveis; o Centeno, sempre que aparece, lembra um anúncio do IEFP à contratação de indivíduos com síndroma de Coffin-Lowry; o resto do governo ninguém sabe quem é, daí que ninguém saiba exactamente o que fazem ou dizem.

Défice de 2,3%? Pode ser. TSU a subsidiar emprego? Pode ser. Reportagens da visita do estronço à família indiana? Pode ser. A culpa é da oposição? Pode ser. É do Salazar? Pode ser. É do heteropatriarcado, do heteropatronato, da heteropornografia? Pode ser. A culpa é das gorduras saturadas, do tabaco, das centrais nucleares espanholas, da Volkswagen e da menopausa socrática? Pode ser. É necessária heterolimpeza de jornais de vozes incómodas? Pode ser. Não queremos saber. Estamos habituados, é isto, é o que há.

Estou com Francisco Assis: é preciso eleições antecipadas. Pouco importa que sejam para reforçar Costa como inevitável Querido Líder: quando batermos na parede não podem existir desculpas, as velhas desculpas que culpam o Cavaco, o Trump (que nem sequer tomou posse), a oposição ou um barbudo de Bragança que se recusa a casar com uma cabra para co-adoptar um africano transportado para a Europa por ONG que – por mero acaso – ia de passagem no local onde a sua embarcação “naufragou”. Se é para bater a 200 km/h com Costa ao volante, é preciso sacar o mais rapidamente possível os moscardos do Bloco e do PCP do compartimento. Para a frente é que é o caminho.

Absurdos da esquerda portuguesa

  • Em 2014, o governo PSD/CDS  efectuou o aumento da pensão mínima em 2,60€ mensais.


A APRE (Associação dos Aposentados, Pensionistas e Reformados, afecta à CGPT e PC) reagiu com desprezo ao aumento classificando-o de “vergonhoso” e “um atentado à dignidade humana”.

  • Em 2017 o Governo das esquerdas decretou um aumento mensal de 2,11€. A mesma Associação aplaudiu o aumento afirmando que “é bom que exista” e “é uma boa ajuda para melhorar a vida das pessoas”.


Coerências do “Estado Novo”

Eu??? Não ...


socialistas "famosos"


A famosa bôla de Lamego já se serve no Porto

A Casa das Bôlas tem mais de 50 anos e é a nova pastelaria da cidade


É difícil não reparar na máquina registadora de volumosos botões e manivela que está respeitosamente exposta à entrada da Casa das Bôlas. O aspecto imaculado e conservado não deixa transparecer a história e as “milhares de bôlas” que ali foram registadas por Álvaro Guedes Pereira, o pasteleiro que fundou esta casa em 1966. No ano em que se celebram os 50 anos de vida da mais famosa bôla de Lamego, a Casa viaja pela primeira vez até ao Porto, para servir a especialidade aos portuenses.

Anabela é a filha e representante da segunda geração que comanda, juntamente com as duas irmãs, a versão moderna da Casa das Bôlas. Há meio século, havia apenas uma pastelaria em Lamego, a Pastelaria da Lila, onde Álvaro trabalhava. O negócio por conta própria não tardou e o então jovem pasteleiro começou a trabalhar na receita que ainda hoje é respeitada ao milímetro. Foi numa pequena loja, atrás da Sé de Lamego que nasceu, fruto de muitas viagens pelas aldeias, a recolher a matéria prima para o recheio das bôlas.

“Foi muito graças a esses produtos genuínos que a bôla ficou famosa. Hoje, usamos a mesma receita mas temos que usar a matéria prima que está disponível. Já não andámos a recolher presuntos nas casas dos particulares”, conta Anabela Pereira.

Já com dois espaços em Lamego, a chegada da Casa das Bôlas ao Porto foi fruto de um acaso. Descobriram o espaço em Junho e decidiram que não o podiam perder. Fizeram o contrato e colocaram uma tarja com o nome da casa no próprio dia. Só viria a abrir seis meses depois.

Nas montras é possível encontrar as receitas tradicionais que Álvaro Pereira lançou na casa de Lamego, como a de presunto e salpicão ou a de carne de porco em vinha de alhos. Os tempos mudam e “os palatos também”, explica Anabela. Foi necessário apostar noutros recheios e combinações: frango, sardinha, bacalhau e até uma versão vegetariana.

As bôlas são preparadas em Lamego e transportadas diariamente até à nova loja, onde saem do forno, frescas e quentes, várias vezes ao dia. Pode comprá-las inteiras, meias ou à fatia, com preços que vão dos 5,5€ aos 15€.

A mãe de Anabela também teve um dedo importante na história da casa: “Ao longo dos anos, ela foi recolhendo várias receitas conventuais perdidas, através clientes que eram doceiras e senhoras que tinham uma paixão pela culinária.” Toda essa doçaria está à venda nas montras da Casa das Bôlas, dos peixinhos de chila aos barquinhos de Santa Clara. Não faltam também os biscoitos de romaria como os areados, os torcidinhos e os exclusivos alvarinhos.

O local é privilegiado e Anabela sabe-o bem. A loja partilha a esquina entre a Avenida da Boavista e a rotunda, lado a lado com a Casa da Música. Mas ao contrário do edifício vizinho, a decoração é caseira e tradicional. Basta olhar para a peça central, uma velhinha masseira de madeira trazida de um antiquário, já que as de Lamego tinham “o triplo do tamanho” e “dificilmente caberiam no espaço”.

Para fugir às “linhas demasiado direitas e modernas”, optou-se por um aspecto sóbrio, um padrão vintage de mosaicos hidráulicos no chão e peças rústicas.

“Queremos que seja um espaço acolhedor e caseiro, bem português. E como por aqui também há muitos turistas, queremos que aqui encontrem e levem consigo um bocadinho do nosso País.” E bôlas, não se esqueçam das bôlas, até porque estamos a falar da mais famosa de Portugal.

Efeitos de um governo democraticamente ilegítimo


Espelho meu, espelho meu ...