Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

António Costa deve ser esmagado pelo voto dos Portuenses

As crianças com doenças oncológicas do HSJ não precisam de novas instalações. A websummit precisa de 100.000.000€. As crianças, que podiam ser os nosso filhos não precisam. Não sejam obtusos. O HSJ não é em Lisboa. Importa é o PM e o Ministro das finanças verem os jogos do Benfica.

Direita e Esquerda: tudo o que precisa de saber


O princípio do fim do CORRUPTO BENFICA!

Instrução do "e-toupeira" começa hoje em tribunal

A fase de instrução do processo "e-toupeira", requerida pelos quatro arguidos, incluindo a Benfica SAD, começa na quarta-feira no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), em Lisboa.

A acusação do MP considera que o presidente da Benfica SAD, Luís Filipe Vieira, teve conhecimento e autorizou a entrega de benefícios aos dois funcionários judiciais, por parte de Paulo Gonçalves, a troco de informações sobre processos em segredo de justiça, envolvendo o Benfica, mas também clubes rivais.

A SAD do Benfica está acusada de 30 crimes e Paulo Gonçalves de 79 crimes. O MP acusou a SAD do Benfica de um crime de corrupção ativa, de um crime de oferta ou recebimento indevido de vantagem e de 29 crimes de falsidade informática.

Segundo a acusação do MP, Paulo Gonçalves, enquanto assessor da administração da Benfica SAD, e no interesse da SAD, solicitou a funcionários judiciais que lhe transmitissem informações sobre inquéritos, a troco de bilhetes, convites e 'merchandising'.

"José Silva (oficial de justiça) e Júlio Loureiro (escrivão e observador de árbitros), com a promessa de tratamento privilegiado junto do Benfica, designadamente para assistência a jogos em condições favoráveis, aceitaram proceder como solicitado [por Paulo Gonçalves]", sustenta a acusação do MP.

O despacho de acusação sustenta que tais processos "incidiam sobre investigações na área do futebol ou a pessoas relacionadas com este desporto, designadamente inquéritos em curso e em segredo de justiça, em que era visada, ou denunciante, a Sport Lisboa e Benfica -- Futebol SAD, ou os seus elementos".

Os processos pesquisados pelos dois funcionários judiciais, através da plataforma informática Citius, abrangiam também casos "relativos a clubes adversários e seus administradores ou colaboradores".

Stan Lee







Qualquer dia multam o Coach Conceição por o FCPorto ganhar os jogos


O mandante desta agressão foi detido ou constituído arguido?

Governo de trafulhas


IVO ROSA - um nome para o cemitério dos pulhas


Dizem que o Mostovoi de Viatodos, sim o João Pinheiro-árbitro-que-escrevia-a-Paulo-Gonçalves, acabou com a crise do boifica



Árbitro escolhido a dedo pelo corrupto conselho de arbitragem - agora não subsistem dúvidas -, um padre conhecido pelos emails veementes de paixão encornada surge para aplacar os maus resultados encornados. À Expulsão perdoada e penalty perdoado ao boifica, acrescentou expulsões para os da casa e fechou os olhos a golo (1-2) em fora de jogo. Que rico acabar de crise. Enquanto ninguém for preso a pulhice dos corruptos encornados de lisboa manter-se-á.



NOTA: É uma injustiça estar a criticar o árbitro João Pinheiro só porque pediu favores a Paulo Gonçalves. Todos fazem isso.


Alguém ainda acredita na honestidade deste filho da puta?

Ou não fosse António Costa o gajo que, primeiro, aceita e promove jantares no Panteão Nacional, e depois da indignação popular, afinal, está contra.

Tem mesmo a personalidade de quem tiraria fotos a fingir que está a combater fogos. Espera lá…


Morreram impérios, nasceram países, ressuscitaram nações


O sultão otomano foi deposto, o czar russo executado, o Kaiser teve de se exilar, tal como o último imperador Habsburgo, Carlos I, que morreu na Madeira. A Primeira Guerra Mundial fez desaparecer impérios e mudou o mapa da Europa e do Médio Oriente de forma radical, mas nem todas as fronteiras sobreviveram até hoje.


Desapareceu o Império Otomano, desapareceu o Império Russo, desapareceu o Império Austro-Húngaro, desapareceu o Império Alemão. Se alguma coisa a Grande Guerra de 1914-1918 foi, foi um cemitério de impérios, além de de gentes, pois morreram 15 a 19 milhões, entre militares e civis. E, embora sujas de sangue, nas terras antes governadas pelos descendentes de Osman (ou Otmão), pelos Romanov, pelos Habsburgo e pelos Hollenzollern nasceram novíssimos países, como a Checoslováquia, ou ressurgiram outros muito antigos, como a Polónia.

O abalo geopolítico foi tal que se no início do conflito só havia três repúblicas na Europa (quatro, contando com São Marino), quando as armas se calaram esse número estava prestes a ser triplicado, pois da Finlândia à Áustria vários povos escolheram essa forma de Estado, renunciando às cabeças coroadas. E mesmo no Médio Oriente, no coração do que durante seis séculos fora o Império Otomano, emergiu a República da Turquia.

Não se pense, porém, que foi no dia a seguir ao Armistício de 11 de Novembro de 1918, faz hoje cem anos, que as novas fronteiras vieram substituir as antigas, como se fosse um passe de mágica. Houve, claro, acordos assinados, mas também acordos desrespeitados, negociações secretas, promessas impossíveis de cumprir, alguns ultimatos e sobretudo muitas pequenas guerras que se seguiram à Grande Guerra, décadas mais tarde rebatizada de Primeira Guerra Mundial até porque houve a partir de 1939 uma Segunda Guerra Mundial (a expressão, porém, chegou a ser usada logo em 1914, não pegando porque se preferiu chamar, e proclamar que aquela seria, a Guerra para Acabar com Todas as Guerras).

Houve independências ocorridas ainda antes do final da guerra, como a da Finlândia em 1917, com o grão-ducado a aproveitar a revolução russa para cortar com Moscovo e tornar-se uma república até hoje. Depois de séculos submetida à Suécia, e mais outros cem anos na órbita da Rússia, uma Finlândia soberana emergia assim no mapa da Europa, um pouco maior até do que hoje é pois durante a Segunda Guerra Mundial perdeu um terço do território para a União Soviética.

O drama húngaro e o renascer da Polónia
Houve também independências praticamente a coincidir com a assinatura do Armistício, como a da Hungria, país que, porém, até hoje não consegue celebrar 1918 pois o célebre Tratado de Trianon (nome de um pavilhão no parque do palácio de Versalhes) deixou de fora territórios que os magiares ainda hoje consideram seus e onde continuam a viver húngaros, como no sul da Eslováquia ou na Transilvânia (Roménia).

No caso da Roménia, não é o centenário da independência que por estes dias se celebra, mas sim a constituição da Grande Roménia, integrando zonas romenófonas que estavam sob controlo dos diferentes impérios. Nunca como entre as duas guerras mundiais o Estado romeno foi tão vasto, perdendo depois parcelas como a Moldávia, que até 1991 foi soviética e hoje é país independente.

Já a Checoslováquia, notável país surgido da junção da Boémia e da Morávia com as terras eslovacas, teria há dias celebrado também cem anos se ainda existisse. Mas em 1993, as duas metades da confederação separaram-se pacificamente dando origem à República Checa e à Eslováquia.

Também nascido da Primeira Guerra Mundial foi o Reino dos Sérvios, dos Croatas e dos Eslovenos, que resultou da junção da Sérvia com territórios sobretudo dos chamados eslavos do sul antes integrados no Império dos Habsburgos. Ainda no período entre as duas guerras mundiais adotou o nome de Jugoslávia, que manteve quando se transformou numa república socialista após 1945. Depois de 1991, a federação desagregou-se em consequência de várias guerras e depois da separação definitiva da Sérvia e do Montenegro até mesmo a pequena Jugoslávia deixou de existir. Em seu lugar surgiram seis países, sete se contarmos com o Kosovo, província de maioria étnica albanesa que se separou da Sérvia e que é reconhecida como independente por uma centena de países, mas não, por exemplo, por potências como Rússia ou China.

E que dizer da Polónia? Nos tempos da Confederação Polaco-Lituana chegou a ser o segundo maior país da Europa, indo do Báltico ao mar Negro. Só que no final do século XVIII foi retalhada entre russos, austríacos e prussianos desaparecendo como Estado mas não como nação, com a Igreja Católica a assumir a missão de preservar a língua, a cultura e, claro, a religião. Assim, novembro de 1918 assistiu ao renascer de um país milenar, com capital em Varsóvia, de repente um quase Estado-tampão entre a Rússia comunista/União Soviética, com um território amputado mas gigantesco, e uma Alemanha republicana, humilhada pelos vencedores e que não tardou muito a procurar vingança através da reconquista.

E em Setembro de 1939 a Polónia era atacada tanto por nazis como por soviéticos. Ocupada, a sua sobrevivência em 1945 teve de passar não só pela inclusão no bloco comunista como pela perda de territórios a leste (Vilnius, por exemplo, capital da Lituânia), com compensação relativa a oeste, onde a famosa Stetin alemã do discurso de Winston Churchill sobre a Cortina de Ferro até Trieste hoje se chama Szczecin.

Também na Europa Ocidental, mesmo sem nascerem países, o conflito mexeu nas fronteiras, com a recuperação da Alsácia pela França a ser a mudança mais evidente no mapa. Mas não esquecer os ganhos territoriais belgas à Alemanha ou os italianos à Áustria. Esta última, aliás, simboliza por si só o abalo sísmico de 1914-1918: de coração de um império vastíssimo povoado por dezenas de povos passou a pequeno país de língua alemã, hesitante em integrar ou não uma Alemanha apesar de tudo poderosa. Adolfo Hitler era austríaco e assim que pôde avançou com o Anschluss.

Tal como a Áustria, a moderna Turquia nasceu das cinzas de um império familiar. E chegou a ter previsto um destino insignificante, pois com as potências a dominarem Istambul e os estreitos, a Grécia a anexar a costa do Egeu, os arménios a ficarem com leste da Anatólia, o povo turco ficava com um território em redor de Ancara. Um general brilhante, Mustafa Kemal, liderou a luta dos turcos por uma pátria, afastou o sultão e acabou com o califado e adotou como nome de família Atatürk, ou "pai dos turcos". Conseguiu manter Istambul, a antiga Constantinopla, e garantir toda a Anatólia. Mais tarde os franceses, colonizadores da Síria, cederam ainda a região de Antakya.

O desaparecimento do Império Otomano deu origem também a vários países árabes como a Síria e o Iraque, que num primeiro momento estiveram sob controlo de franceses e britânicos. Em benefício do célebre acordo Sykes-Picot que dividiu o Médio Oriente em áreas de influência. Traídos em parte pelos britânicos, para grande desgosto de Lawrence da Arábia, os hachemitas de Meca tiveram se contentar-se com os tronos da Jordânia e do Iraque, vendo os seus rivais sauditas apoderar-se do seu bastião histórico no Hedjaz, juntando-o ao Nadj para em 1933 ser criada a moderna Arábia Saudita. E Israel, apesar de só ir nascer em 1948, pode agradecer muito à Declaração Balfour de 1917, uma promessa pelos britânicos de criação de um lar nacional judaico na Palestina. (daqui)

Adoro os clássicos da Disney


Forbes e The Telegraph deslumbrados com o Porto



Na magazine de negócios mais lida dos Estados Unidos, a cidade do Porto é classificada como "hot destination" (destino vibrante) e no diário britânico é entregue de bandeja ao leitor um roteiro com propostas que fintam as tradicionais sugestões dos guias turísticos.

Há pontos em comum entre os dois artigos publicados na última semana, com um dia de diferença, em dois dos mais influentes meios de comunicação do mundo. Ambos partilham o encantamento pelo Porto, aconselham palmilhar a cidade para a descobrir genuinamente, destacam o rico património histórico inscrito nos seus azulejos, referem uma famosa livraria, sugerem restaurantes para um bom repasto (o que não é tarefa difícil tendo em conta a qualidade da nossa gastronomia) e, claro está, propõem uma prova de vinhos do Porto.

Se a americana Forbes aconselha vivamente o viajante a "sair de lisboa" e a descobrir "uma das cidades mais coloridas da Europa", que em cada esquina oferece paredes cobertas de cenas históricas contadas em azulejos meticulosamente pintados (apontando como um desses exemplos o brilhante trabalho de Jorge Colaço na Estação de São Bento), o britânico The Telegraph é ainda mais incisivo nas suas sugestões e propõe uma visita ao Banco de Materiais da Câmara do Porto, uma reserva municipal aberta ao público no Palacete dos Viscondes de Balsemão, que "alberga todo o tipo de objetos decorativos que outrora embelezaram o exterior das casas e igrejas do Porto. Tem a aparência de um museu mas, na realidade, assemelha-se a um enorme closet de uma empresa de design".

O artigo inglês faz também referência ao emblemático Bolhão, agora em obras, mas não deixa de notar que a sua alma continua viva no Mercado Temporário do Bolhão, bem próximo do edifício original. Ali, "encontrará os mesmos comerciantes - peixeiras e vendedores de frutas e legumes, padeiros e talhantes, floristas e até quem venda produtos de retrosaria".

No mesmo roteiro, os Jardins do Palácio de Cristal são referenciados pelas suas "belas vistas sobre a cidade e sobre o oceano". Projectados pelo arquitecto paisagista Émile David, no século XIX, estes jardins de inspiração romântica - atenta o The Telegraph - merecem uma visita demorada. Neste "refúgio botânico" em pleno ambiente citadino, encontra-se a residência oficial do presidente da Câmara do Porto (a Casa do Roseiral), a Biblioteca Municipal Almeida Garrett e a Galeria Municipal do Porto "que, regularmente, realiza eventos culturais e exposições de arte contemporânea", acrescenta.

Muito próximo dos Jardins do Palácio, fica a Rua de Miguel Bombarda e as suas "instagramáveis caixas de eletricidade", autênticas obras de design, integradas no Programa de Arte Urbana.

E a descoberta cidade adentro continua com passagem por outro segundo espaço verde igualmente encantador: o Jardim Botânico do Porto, casa de família de Sophia de Mello Breyner Andresen, destacada poetisa e escritora portuguesa do século XX, observa o jornal britânico.

Mas o melhor mesmo é ler os dois artigos, ambos inebriados com a riqueza histórica, cultural e social do Porto, ambos rendidos à beleza da cidade Invicta, que continua a somar páginas inteiras na imprensa internacional. (daqui)

Há um site de prostituição na Suíça que é financiado pelo governo. Em Portugal há um clube corrupto protegido pelo Governo e pela Oposição

“Há que banir actos lesivos da democracia”


Não era o Rui Pedro Bráz que era isento de clubismos? Se sim, então o que é que ele anda a fazer nas reuniões entre o Vieira e o Paulo Gonçalves?


Comunicado da FC Porto - Futebol, SAD

Na sequência do esclarecimento hoje divulgado pelo DCIAP, a FC Porto – Futebol, SAD confirma a constituição como arguidos dos seus seis administradores, a quem é imputado o crime de ofensa a pessoa coletiva, na sequência de uma queixa do SL Benfica.

Nem ao presidente do Conselho de Administração da FC Porto – Futebol, SAD, Jorge Nuno Pinto da Costa, nem a qualquer outro dos seus administradores foi imputada a participação em qualquer ato de acesso ilegítimo à correspondência electrónica do SL Benfica, ou de divulgação pública dessa correspondência.

Diogo Faria, funcionário do departamento de informação e comunicação, também foi constituído arguido, tendo-lhe sido imputados os crimes de ofensa a pessoa coletiva e violação de correspondência, exatamente os mesmos crimes imputados há uns meses a Francisco J. Marques, diretor de Informação e Comunicação do FC Porto.

A ninguém do FC Porto ou com ele relacionado foi imputada a suspeita de roubo dos e-mails do SL Benfica, ou de acesso ilegítimo à correspondência electrónica do SL Benfica.

Como muito bem refere o esclarecimento do DCIAP, este caso nada tem a ver com o chamado processo dos e-mails, em que se investigam, entre outros crimes, atos de corrupção.

Com este esclarecimento a FC Porto – Futebol, SAD espera contribuir para o fim da campanha de desinformação que procura associar o nome do FC Porto ao caso de corrupção designado como processo dos e-mails.

O negociador ... da corrupção (ou quando um jornal é um papel de limpar o cú)


Decoração de Outono-Inverno


Confundir a condição de arguido num processo de difamação com a de arguido num processo de corrupção é achar que um quilo de algodão e um quilo de chumbo cabem na mesma balança. Podem continuar a chutar a realidade para canto que este jogo não tem só 90 minutos

O Ministério Público emitiu um comunicado onde diz expressamente que os arguidos de hoje *não pertencem* ao caso dos e-mails (de corrupção), mas a um outro inquérito (sobre ofensa). E foi justamente com base nesse comunicado que foram paridos os seguintes títulos:  


Depois digam lá qual é o clube das comissões...


Vozes de ouro trazem para o Porto vitória no concurso internacional Praga Cantat

O Ensemble Vocal Pro Musica, do Porto, arrecadou um diploma de ouro na competição Praga Cantat 2018, que terminou na capital da República Checa no fim de semana.

Na 32.ª edição deste concurso, estiveram representados 14 países através de um total de 22 coros, tendo o Ensemble Vocal Pro Musica sido o responsável pela única presença portuguesa.

A formação do Porto esteve a concurso na categoria de Música Sacra, onde obteve o diploma de ouro. Recebeu ainda um Prémio Especial do Júri pela interpretação da peça "Abendlied", de J. Rheinberger. Além disso, o grupo foi um dos seis apurados entre os 22 coros participantes para o Grande Prémio.

Esta foi a primeira vez que Portugal esteve representado nesta competição internacional que se realiza na cidade de Praga.

O Ensemble Vocal Pro Música é composto por cerca de 80 coralistas e, sob a direção de José Manuel Pinheiro, maestro e seu fundador, realizou numerosos concertos de norte a sul do país, dos quais se destacam as parcerias com a Orquestra do Norte e com a Orquestra de Guimarães. Conquistou também já vários prémios e distinções, como o diploma de prata na Categoria de Jazz e Música Latina no 5.º Concurso Internacional de Coros em Riva del Garda, Itália (2003), a medalha de bronze na Categoria de Coros Mistos no 8.º Concurso Internacional de Coros de Atenas, Grécia (2004), e o diploma de ouro correspondente ao 1.º lugar na Categoria de Música Sacra e Grande Prémio de Veneza, no 5.º Concurso e Festival Internacional de Coros realizado nessa cidade italiana em 2007. (daqui)