Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

O comunismo tem que ser banido!


A RTP podia, mas não faz, porque o fascista do Costa diz que não e a prima baixa a tola!

Se os corruptos partidos lisboetas e centralistas da AR impedem que os novos partidos ELEITOS!!! possam falar no parlamento de lisboa, porque motivo a RTP - ESTAÇÃO DE TELEVISÃO PÚBLICA !!!!! não corrige este  "entorse" democrático, convidando os partidos "Livre", "Iniciativa Liberal" e "Chega" a comentar o debate quinzenal, no Telejornal desse dia. São, à boa maneira fascista-comunista,  impedidos de falar no Parlamento, porque não poderão então exprimir as suas ideias na pública RTP? 

NUNCA ACONTECERÁ - a RTP sempre foi um órgão de comunicação social alinhado com o partido do governo de lisboa e, neste caso, o canalha Costa impedirá a sua familiar que está a frente da RTP de o fazer.  A democracia fede em Portugal!

Porto na pintura (46)

(Valença Cabral)

Aquela senhora africana, escolhida para Ministra da Justiça para o Costa e o governo parecerem cool, foi visitar a tipa que abandonou o filho à morte! COMO ?????????

A Ministra da Justiça, ao visitar a mãe que abandonou bebé no lixo, tomou uma atitude INADMISSÍVEL num Estado de Direito Democrático. A Ministra DESRESPEITA O PODER JUDICIAL, quando se solidariza com um cidadão que foi alvo de uma medida de prisão preventiva, decidida, com independência, por um Juíz de Direito. E, quando vai verificar, in loco, as condições de tratamento de uma prisioneira em particular, DESRESPEITA TODOS OS PRESOS, os treze mil reclusos que vivem em condições miseráveis, nos diversos Estabelecimentos Prisionais de Portugal, onde nem sequer há uma alimentação condigna e um apoio sanitário digno desse nome.
Porque optou o Governo por apoiar esta reclusa em particular? Para se mostrar hipocritamente solidário, com uma cidadã que suscita alguma compaixão em parte da opinião pública; e ainda para, aproveitando ainda o facto de a "mãe" ser cabo-verdiana, exibir a cor da pele da Ministra (uma manifestação de puro racismo) como aparente forma de ecumenismo étnico de esquerda. Esta é uma atitude desumana e vil, que deve ser por todos denunciada.

Este livro devia fazer parte do currículo escolar nas escolas e universidades portuguesas


3352 anos: a idade da oliveira mais antiga de Portugal

Oliveira das Mouriscas

Um misto de respeito e perplexidade são inevitáveis quando se observa um dos seres vivos mais antigos de Portugal. Foi recentemente datado como tendo a espantosa idade de 3350 anos, como se pode ler na página online do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas. É uma oliveira. A sua sombra, certamente, acolheu celtas, iberos, lusitanos, celtiberos, cónios, romanos, visigodos, alanos ou árabes que se alimentaram das azeitonas que produziu. É contemporânea do faraó Ramsés II e de Moisés (1250 anos a.C.).

Continua de pé e a produzir azeitona na freguesia de Mouriscas, concelho de Abrantes, revelando um estado vegetativo que lhe permite acrescentar mais uns séculos à sua tão longa existência se, entretanto, as acções do homem não a reduzirem a lenha. (daqui)

É ridículo o que ÂNGELO GIRÃO está a fazer ao hóquei em patins ! O karma é phodido, não é Girão!

O guarda-redes e capitão do Sporting, Ângelo Girão, não escondeu a frustração pela derrota ante o Barcelos (4-5) e, ainda em pista, no final da partida da quinta jornada da I Divisão, esteve envolvido em pequenos distúrbios.

Quando o guarda-redes do Barcelos, Ricardo Silva, se preparava para prestar declarações ao canal do Sporting, Girão passou por detrás e pontapeou com o patim o painel publicitário de fundo, derrubando-o no rinque, sem atingir ninguém

 Seguiu depois para o banco do Barcelos onde ainda se envolveu numa altercação, antes de se dirigir ao balneário, acabando afastado por membros da equipa rival.

Já durante a partida o capitão partira o stick, num gesto de fúria após o golo de Luís Querido. 
(daqui)

Continental instala centro de engenharia no Porto


Continental vai instalar no Porto um centro de desenvolvimento de tecnologias que poderá empregar "cerca de 300 engenheiros" e apoiará o desenvolvimento de soluções para veículos eléctricos, condução autónoma e cibersegurança.

"Após quase seis anos de troca de informações, estudos, análises e negociações, é com enorme satisfação que vemos a instalação desta nova empresa [Continental Engineering Services (CES)] em Portugal. Trata-se de mais um passo significativo do que tem sido a nossa estratégia dos últimos anos: trazer para Portugal outras áreas de negócio do Grupo Continental, tal como esta", refere o presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor, citado num comunicado.

"Com esta empresa -- acrescenta Pedro Carreira - abrimos uma porta aos jovens licenciados em Portugal, pois todos os colaboradores da CES são altamente qualificados".

Inicialmente localizada nas instalações da Continental Mabor - Indústria de Pneus, S.A. em Lousado, Vila Nova de Famalicão, a CES irá instalar-se "até ao final do ano" na sua localização definitiva, "perto da FEUP" (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), no polo universitário da Asprela.

Segundo adianta a Continental, a cerimónia de inauguração das novas instalações da empresa no Porto está prevista "para o início do ano de 2020".

A Continental Engineering Services é uma subsidiária do Grupo Continental que foi fundada em 2006 para fornecer serviços de engenharia às indústrias. Iniciou a sua atividade nas cidades alemãs de Frankfurt e Nuremberga, com 30 engenheiros, mas atualmente emprega mais de 1.800 colaboradores e tem 20 localizações em todo mundo.
"Estamos orgulhosos por expandir as nossas actividades para a cidade do Porto e construir uma equipa de excelência. Acreditamos na qualidade dos engenheiros portugueses e estamos confiantes que esta nova localização será o pilar do nosso sucesso, no futuro", sustenta o director da Continental Engineering Services Portugal, Jochen Diehm, também citado no comunicado.

Focada no desenvolvimento e fornecimento de produtos e em serviços de integração e de consultaria, a CES actuará em Portugal "especialmente nas áreas de veículos eléctricos, condução autónoma e cibersegurança", adianta a empresa.

Segundo explica, a CES "adapta tecnologia de produção em massa a requisitos específicos de clientes, oferecendo tecnologia de ponta num curto espaço de tempo, para um número muito restrito de clientes".

"A CES apresenta-se como o melhor parceiro em soluções de engenharia dentro do sector automotivo, bem como para todas as outras indústrias", refere, salientando que "possui um 'know-how' abrangente, criatividade e acesso a todas as tecnologias do Grupo Continental e, por isso, proporciona uma enorme flexibilidade e rapidez das suas equipas de desenvolvimento".

Em 2018, o Grupo Continental em Portugal (que engloba a Continental Mabor, Continental Pneus, Continental Indústria Têxtil do Ave, Continental Lemmerz e Continental Teves e a recente Continental Advanced Antenna) tinha no seu quadro permanente cerca de 3.400 colaboradores, tendo faturado 1.236 milhões de euros em 2018.

Fundada em 1871, a Continental oferece soluções para veículos, máquinas, tráfego e transporte e, em 2018, registou vendas globais de 44,4 mil milhões de euros, empregando mais de 240.000 colaboradores em 60 países e mercados.

Facebook lança guia do Porto feito pelas comunidades da cidade

O Facebook lançou ontem (12) um guia das comunidades do Porto. Trata-se de recomendações de 22 comunidades presentes nesta rede social, que selecionaram como e onde percorrer a cidade.

O Guia do Porto tem por base Páginas e Grupos de Facebook dedicados a cada assunto específico, numa variedade tão grande como a gastronomia ou filosofia, entre outros.

Esta edição tem o apoio da autarquia e é já o segundo do género lançado pela rede, depois do primeiro ter focado Lisboa, celebrando as comunidades com histórias das pessoas que vemos diariamente a percorrer a cidade, que se juntam a outras pessoas do Porto no Facebook para partilhar interesses comuns e encontrarem-se pessoalmente.

Essas comunidades fazem parte das mais de 1,4 mil milhões de pessoas que todos os meses utilizam os Grupos do Facebook e se conectam para partilhar interesses e preocupações, encontrar apoio para causas e fazer parte de atividades que têm um impacto realmente positivo nas nossas vidas.

Sendo o Porto uma cidade num momento de particular ebulição, um ponto turístico aclamado pelo mundo fora e ao mesmo tempo um espaço com uma complexa história social e urbana, esta dicotomia presente no dia-a-dia é refletida no novo Guia, que apresenta as comunidades fervorosamente dedicadas à história esquecida e as que procuram os novos espaços que estão a alterar a paisagem da cidade. Esta edição pretende mostrar o Porto através da experiência, dividida entre o passado e o futuro, uma perspetiva atual da cidade com contexto histórico.

Entre as comunidades presentes no guia, que recomendaram espaços e experiências do Porto consoante os seus interesses, destacam-se:

- Preencher Vazios - Joana de Abreu tem uma missão: preservar os azulejos de rua. O método é simples e eficaz. Através de intervenções artísticas preenche os espaços vazios nas fachadas com novos azulejos e frases de escritores portugueses. Ao chamar atenção para os pequenos detalhes que nos rodeiam, espera sensibilizar a população para o património da cidade.

- Porto Desaparecido - O entusiasmo pela História, pelos vestígios do tempo, levaram Manuel de Sousa a criar esta comunidade em 2012 e, apenas um ano depois, a receber a Medalha Municipal de Mérito pela Câmara do Porto. A comunidade nasceu da convicção de que a melhor forma de entender a cidade em que vivemos é através do conhecimento da História.

- VeganHood - Sara Martins e Rita Duarte têm voz ativa na comunidade vegetariana. Através de ações de rua, de palestras e do Facebook, as duas amigas difundem a prática de veganismo no norte de Portugal. Hoje, lutam também pelos direitos dos animais convidando todos a tentar o Desafio Vegetariano.

- Clube Filosófico do Porto - Tomás Magalhães Carneiro, do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, Tiago Sousa, da Universidade do Minho, e Rui André Lopes, do Instituto Superior Politécnico Gaya, decidiram criar uma associação para quem partilha o gosto pela filosofia. Refletindo na origem urbana desta arte, o objetivo ambicioso do Clube é aproximar novamente a filosofia da cidade.

- Inaugurações Simultâneas de Miguel Bombarda - A Rua de Miguel Bombarda é uma artéria vital da cidade, impulsionada pelas galerias de arte e projetos comerciais alternativos. Em 2007, estes espaços decidiram unir-se em parceria com a Câmara nos eventos bimestrais "Inaugurações Simultâneas de Miguel Bombarda". Ana Alves da Silva trata da comunicação destes eventos e é uma das responsáveis por transformar esta outrora esquecida rua numa artéria vital.

- Vinho, saber provar! - Não há maus vinhos; existem paladares diferentes. Quem o defende é Duarte Costa Pereira, engenheiro agrícola pós-graduado em Enologia. Além de supervisor de Prova Sensorial, é formador de vinhos. Nos tempos livres, partilha o seu conhecimento nesta página.

O Guia do Porto reúne algumas das melhores dicas e recomendações para ficar a conhecer os segredos mais bem guardados da cidade. Foi desenvolvido com conteúdo exclusivo e inspirador por quem melhor a conhece, as próprias comunidades locais do Facebook, e destina-se tanto a quem seja portuense como a quem esteja de visita ou pretenda mudar-se para a cidade.

O Guia do Porto está disponível em https://cityguides.fb.com/ e em vários pontos de turismo da cidade. Pode também ser descarregado em formato .pdf.

HÁ UMA JUSTIÇA PARA O SUL E OUTRA PARA O RESTO DO PAÍS!

Tribunal iliba Benfica e reinventa a Disciplina

Clube lisboeta desresponsabilizado pelos incidentes do clássico com o FC Porto, que incluíram agressões à polícia. É "inconstitucional" culpá-lo pelos atos dos adeptos, diz o TCAS
O Tribunal Central Administrativo Sul ilibou o Benfica de responsabilidades nos vários incidentes protagonizados pelos seus adeptos no clássico com o FC Porto, referente à terceira jornada do atual campeonato. Numa sentença que se pode considerar explosiva, O TCA questiona o valor probativo dos relatórios da polícia e dos delegados, a identificação dos envolvidos com o clube e, sobretudo, considera inconstitucional o princípio da culpabilização dos clubes por atos dos adeptos, que é "apenas" a base de todos os regulamentos disciplinares do planeta, bem como da FIFA e da UEFA. A decisão é passível de recurso e, sabe O JOGO, a FPF seguirá esse caminho e provavelmente vencerá no Supremo Tribunal Administrativo.
Em causa está uma lista considerável de infracções consideradas provadas pelo mesmo acórdão. A saber: antes do jogo, agressões entre elementos dos "No Name Boys", no decorrer, agressões a um agente da polícia por elementos da mesma claque "com murros e pontapés"; depois da partida, e ainda no interior do recinto, elementos dos NNB derrubaram caixotes do lixo e vidrões, arremessando depois as garrafas de vidro e outros objectos contra a polícia e outros adeptos; ainda no interior do estádio, tentaram fechar a porta 10, provocando ferimentos em elementos das forças de segurança e, finalmente, já na Praça Centenário, arremessaram uma grade de ferro contra a polícia. Todos estes actos seriam automaticamente objecto de sanções, sustentados apenas nos relatórios dos delegados e da polícia, tanto na FPF, como na Liga, no Tribunal Arbitral de Lausana, na FIFA, na UEFA, na Federação alemã, italiana, inglesa, etc. Isso acontece porque, na jurisprudência desportiva, é entendido que penalizar os clubes é o único recurso de que as federações dispõem para prevenirem o mau comportamento dos adeptos.
O Benfica já havia recorrido para o Tribunal Arbitral do Desporto da multa de 8645 euros com que o Conselho de Disciplina da FPF o havia punido, mas o TAD manteve o castigo, agora revogado pelo Tribunal Administrativo. Numa sentença que, na prática, torna inviável a aplicação da maioria das normas disciplinares e tira dos ombros dos clubes a preocupação com vários dos problemas mais sérios da actualidade, como a violência no desporto ou os insultos racistas.
A sentença traz ainda a palco o debate sobre a nova legislação contra a dita violência no desporto, em parte porque a responsabilidade dos clubes é uma fatia relevante da lei, mas também porque dá razão ao legislador quanto à necessidade de haver um registo público dos adeptos que pertençam às claques (o "cartão do adepto"), justamente (entre outros objectivos) para que não se levante o problema da identificação comprovada dos infractores com os clubes. O relator do processo, Pedro Nuno Figueiredo, assina mesmo um voto de vencido em que recorda várias decisões do Tribunal Constitucional contrárias a esta do TCAS e recorda que mesmo um cartão de sócio pode ser apagado pelos clubes, de forma a negarem qualquer ligação aos eventuais transgressores. Curiosamente, o "cartão de adepto" é a principal objecção (vigorosa) do Benfica ao novo pacote legislativo. O clube lisboeta considera igualmente "inconstitucional" obrigar os adeptos a um registo para poderem ocupar, no estádio, lugares destinados às claques.