Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Oportunidades na crise?


Cerco(s) ao Porto: não são de hoje

"Cerco Sanitário" ao Porto! 
Decidiu uma "senhora" da DGS, uma canalha lisboeta ou lisboeta-aculturada, provavelmente com tiques de tia de Cascais, daqueles seres que apenas conhecem de Portugal o que observam da estrada que os liga das suas casas na linha até à centralista, corrupta e abjecta capital de lisboa, dita de Portugal.
Raiou o absurdo. Ainda por cima na cidade cujo presidente de Câmara, o ilustre portuense RUI MOREIRA, mais depressa tomou medidas preventivas, como o fecho da maior parte dos serviços, ainda antes da pandemia ser declarada. 
Aqui no Porto, os portuenses que são PORTUENSES (e não aqueles palermas que defendem símbolos e cores lá da corrupta cidade lisboeta), já estão habituados ao método. 
De século a século, o Porto apanha sempre com um cerco (os dois últimos foram o célebre Cerco em 1833, na guerra civil entre liberais e absolutistas - e à falta de um Fernão Lopes tivemos Garrett e Herculano a testemunhá-lo - e o também cordão sanitário à peste bubónica em 1899). 
Se os cercos de outrora surgiam das ocorrências naturais de luta pela integridade e liberdade ou da saúde, hoje os cercos são TODOS feitos a partir dos canalhas lisboetas ou lisboetas-aculturados que, não pela sua inteligência mas pela podridão de uma nata coalhada que circula à volta de poderes obscuros e que ocupam cargos de estado. Estado lisboeta, entenda-se. Roubaram-nos a Red Bull, lembram-se? Até a final da Volta a Portugal. Continuam a roubar-nos campeonatos de futebol e não só, continuam a  roubar fundos comunitários, aos milhões de milhões, elegem deputados pelo Porto que sem sequer sabem onde ficam os Clérigos,  roubaram e sequestraram a justiça, calaram a imprensa livre do Porto, fecharam sedes de bancos e "transferiram-nas" para lisboa, prometem "infarmedes" para sacar votos e depois ainda gozam connosco, batem a mão no peito pela Constituição mas "esquecem", ano após ano o artigo que determina a regionalização. Está lá escrito, mas fazem de conta. Da extrema esquerda à extrema direita. Todos sem excepção. SEMPRE, SEMPRE EM BENEFÍCIO DE LISBOA E DOS SEUS CORRUPTOS SÍMBOLOS!
Mas sabem, lá porque já temos experiência não quer dizer que tenhamos de levar mais vezes com estas brincadeiras. Até posso dizer que o vulcão estará prestes a rebentar. E não será pela regionalização. SERÁ PELA INDEPENDÊNCIA!

Uma comunista chilena em Cuba: caiu na real e descobriu a fraude!


A história conta-se de forma fácil e clara: a moça, de seu nome Carolina Cox, chilena, activista comuna e apoiante do regime cubano foi viver para o seu idealista paraíso cubano. Fodeu-se literalmente. Agora anda a enviar apelos e súplicas ao presidente do Chile para poder voltar à sua "capitalista" terrinha. Ai que é muito difícil viver em Cuba, ai que é muito difícil viver no meio de ratos, ai que não há comida, ai que não há papel higiénico. 
Pois é, bem pregam estes comunas mas depois ao provar do seu próprio veneno descobrem que afinal eram felizes nos regimes "capitalistas" e não sabiam.

Daqui a 3 anos e meio, quando forem votar, lembrem-se que no dia em que ultrapassámos os 30 mortos, o António Costa falou em “boa crise”

“Nada como uma boa crise para transformar um bom liberal num intervencionista”. Sim, eu sei, só alguém de muito má índole poderia dizer isto numa altura como esta. Esse alguém é o mesmo agressor de velhinhos que nós temos como Primeiro-Ministro.
Ontem, na Assembleia da República, tivemos a excelente prova do que vale António Costa. Não passa de um político que coloca o poder à frente do bom senso. Anima a malta de esquerda, tenta irritar a direita, mas pior do que tudo, prejudica a vida das pessoas. Portugal não conseguirá andar para a frente, enquanto políticos derem mais importância aos seus jogos do que ao povo. André Ventura aproveita para criticar o Presidente, Costa usa uma crise para criticar os liberais, o Bloco usa a mesma crise para criticar os ricos. Enquanto os meninos brincam aos debates de 5º ano para depois contar em casa que são os maiores, há pessoas que estão doentes e há outras quantas com medo do que pode acontecer. Recorrendo a uma intervenção do Ricardo Araújo Pereira, para não me acusarem de me apropriar de nada “a la Bloco”, no filme Abril do Moretti, há alguém diz “Diz alguma coisa de esquerda!”. Aqui era necessário um “Diz alguma coisa com bom senso”.
Na mesma intervenção, António Costa aproveitou para mostrar os seus dotes humorísticos para chamar Iniciativa Estatal à Iniciativa Liberal. Daqui a 3 anos e meio, quando forem votar, lembrem-se que no dia em que ultrapassámos os 30 mortos, o António Costa falou em “boa crise” e que aproveitou o momento para criticar outros. As pessoas que faleceram não mereciam isto. Os profissionais que todos dias se sacrificam não mereciam isto. Os portugueses não mereciam isto. Mas foi o que escolheram.
Nota: Um obrigado a Rui Rio pelo ato de coragem. Apesar de não concordar com as suas ideias, nunca deixarei de o admirar por ser um homem sério e leal ao que acredita. Alguém que não precisa de saber a cor política para elogiar ou criticar o outro. Que todos os políticos fossem assim sérios. Do André à Catarina, mas não o Costa. Ontem, perdi a esperança.
Força a todos nesta luta sem cores. Fiquem em casa e cuidem dos vossos.

Momento Musical: The Weeknd - Earned It [8D Music] - OUÇA COM HEADPHONES !!!

Insólitos e Desconcertantes - versão coronavírus (21)


Como é possível ?



Haja decoro! O Paulo Pedroso na RTP1! A televisão é pública ou do PS?


Oh meu Porto ... nos dias que correm


Contra os caral#$%# de lisboa

benficagate

Insólitos e Desconcertantes - versão coronavírus (20)


Rui Moreira diz que este é o tempo de salvar vidas em mensagem que fala da delicada operação para testar os idosos dos lares

É oficial


É exactamente assim

Hoje tenho que ir ao sul bucar o meu carro novo. Vou de combóio...

Insólitos e Desconcertantes - versão coronavírus (19)


Estamos safos, prenderam o bicho


A FIFA acaba de fazer o que a Liga e a FPF nunca tiveram coragem de o fazer. Colocar um ponto final no esquema obscuro de transferências que durante muito tempo permitiu ao Benfica financiar clubes da primeira Liga em troca de resultados desportivos.



China a ser China


O falso milagre económico português



Após anos de crise e de austeridade, o mercado imobiliário português está em plena euforia. A euronews falou com Rui Lé Costa, presidente da empresa Feel Porto. "Temos um prédio que vai arrancar em reabilitação em breve. É investimento internacional, um investidor radicado em Miami. Logo encostado temos um projeto pronto, um hotel associado a um grupo mexicano. E temos um prédio de sete andares que vai ser transformado em apartamentos e em alojamento local", contou à euronews Rui Costa Lé. 


O aumento do investimento estrangeiro

A empresa especializou-se na compra e recuperação de prédios para arrendamento turístico e gere 75 apartamentos no Porto. Para renovar os imóveis, Rui beneficiou do investimento estrangeiro. "Temos investidores espanhóis, franceses, italianos, ingleses. Temos também investidores do continente americano, do Brasil, Estados Unidos e Canadá", acrescentou Rui Costa Lé. No ano passado, a empresa portuense faturou cerca de dois milhões e meio de euros, graças ao aluguer de curta duração.

O impacto dos vistos Gold

Os chamados vistos Gold favoreceram o investimento estrangeiro no mercado imobiliário. O regime jurídico implementado em 2012 e enquadrado no plano de assistência financeira fez disparar os projetos de renovação imobiliária mas gerou poderosos efeitos secundários: a especulação imobiliária e o afastamento da classe média e dos pobres do centro de Lisboa e Porto.
O Parlamento português aprovou, recentemente, o fim dos vistos Gold para Lisboa e Porto, mas, as consequências das políticas imobiliárias dos últimos anos perduram: os preços das rendas dispararam para níveis nunca vistos. Há poucas casas disponíveis para alugar às famílias.
"Perdemos muito habitantes no centro histórico, porque as rendas subiram exponencialmente e os rendimentos das pessoas mais antigas não comportam os valores praticados agora. Temos reformas de 250 euros ou 280 euros e isso agora não dá nem para pagar um quarto no centro", contou Irma Sousa, assistente social no município do Porto.

Número de despejos aumenta

Em 2012, o governo modificou a lei do arrendamento. Entre 2013 e meados de 2018, houve 1348 despejos no município do Porto. Aos 74 anos, Otelinda de Jesus Pinto recebeu uma ordem de despejo por não ter pago a renda. A pensão de reforma de 282 euros não lhe permite pagar as dívidas ao senhorio e é obrigada a abandonar a casa onde viveu toda a vida.
"O que é que eu vou fazer agora, depois de receber a carta? Vou ter que guardar as minhas coisas numas caixinhas. Estas casas velhas são as casas onde sempre vivemos, onde tivemos os nossos filhos e onde temos as nossas raízes. O governo devia olhar para isso e não só para o turismo" considerou Otelinda de Jesus Pinto.
Com a diminuição significativa do número de casas disponíveis no mercado de arrendamento de longa duração e o aumento do preço das rendas, as pessoas que perdem as casas enfrentam dificuldades acrescidas e são obrigadas a abandonar o centro da cidade.

O que se esconde atrás dos números da retoma

Por trás dos números do crescimento da economia e da redução do desemprego, esconde-se uma realidade mais sombria. "A balança comercial está equilibrada mas está equilibrada à custa dos serviços e sobretudo do turismo que praticam salários baixos. O governo tem a limitação imposta pelas regras de Bruxelas, tem de deslocar uma fatia significativa do rendimento que era importante para o desenvolvimento do país, para o pagamento da dívida pública e para pagamentos a credores internacionais. É uma restrição enorme que inibe a capacidade de ação pública", explicou à euronews José Reis, professor de Economia da Universidade de Coimbra.

Precariedade na Função Pública

As limitações orçamentais afetam os serviços públicos, em particular, nas áreas da saúde e da educação. Ruben Silva vive no Porto e dá aulas numa escola em Lisboa. Tem um contrato precário, ganha 1.100 euros por mês e gasta metade do salário em alojamento na capital. "Tenho uma casa aqui, e fico numa pousada em Lisboa. É uma situação precária, com pouca dignidade. Eu já estou habituado. Eles não sabem o que custa deixar o meu filho e a minha família todas as semanas. O meu filho nunca mais vai ter sete ou oito anos. Ele pede-me para eu o levar à escola e eu não posso", lamentou o professor português.
Na última década, para controlar o défice, os salários dos funcionários públicos foram congelados. As greves de professores sucedem-se. Para completar os rendimentos, Ruben Silva dá aulas de surf ao fim de semana. "Para perceberem a dimensão do drama, há professores que nunca na vida vão chegar ao último escalão da carreira. Não entra ninguém ou então entram para aqueles horários que ninguém quer. Vai fazer um ou dois meses de substituição, horários reduzidos de 10 ou 15 horas. As pessoas perguntam-me o que vou fazer para o ano e eu digo que não sei", disse Ruben Silva.

Limitações orçamentais afetam Sistema Nacional de Saúde

O Sistema Nacional de Saúde é outra das vítimas da contenção orçamental. No Hospital de São João, no Porto, tem havido várias greves. O serviço de pediatria funciona há dez anos numa estrutura pré-fabricada. Há falta de pessoal e de material nos estabelecimentos de saúde.
"Estamos a falar do centro hospitalar de São João, um dos maiores hospitais de Portugal. Imagine o que se passa nos hospitais de Beja, Évora, Portalegre. Essas estruturas não irão ser renovadas nos próximos dez ou vinte anos. O que é muito mau para quem trabalha no Sistema Nacional de Saúde e para os nossos doentes. Os nossos representantes políticos podem achar que, para eles, a crise já passou, mas, a crise não passou para as pessoas que vivem em Portugal", afirmou à euronews, Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos.

Risco de pobreza e exclusão social

Entre 2010 e 2018 saíram de Portugal mais de 17 mil médicos e enfermeiros. Os últimos dados indicam que 2,2 milhões de pessoas estão em risco de pobreza ou de exclusão social em Portugal, um número que se situa ligeiramente abaixo da média europeia. Mas para quem perde a casa, as estatísticas importam pouco. "Eu queria estar no meu cantinho, mas, infelizmente, não é como a gente quer", disse Otelinda de Jesus Pinto cujo prédio no Porto vai ser demolido para dar lugar a um hotel.
(original aqui)

Insólitos e Desconcertantes - versão coronavírus (18)


RE - PU - GNAN - TE


Esta "titular de cargo público", vulgo filha da #$%$#, ainda está a exercer funções


Pavilhão da Água assinala o Dia Mundial da Água com abertura de portas virtual



O Pavilhão da Água decidiu desbloquear a sua aplicação móvel para assinalar o Dia Mundial da Água, que se celebrou a 22 de Março, e vai mantê-la "aberta" até ao dia 3 de Abril.

A app Pavilhão da Água, que está disponível gratuitamente na App Store e no Google Play, permite passar por cada módulo expositivo do Pavilhão e ficar a conhecer o percurso que a água de um rio faz desde a nascente até ao mar.

Com uma explicação mais resumida e outra mais científica, cada descrição é disponível em texto e áudio e ainda em língua gestual portuguesa, para que ninguém fique de fora desta visita virtual.

A aplicação tem ainda um jogo onde todos são convidados pela mascote Vita a testar os seus conhecimentos sobre o ciclo urbano da água.

O Pavilhão da Água apela assim à partilha do conhecimento, aproveitando o tempo em família para que, mesmo sem poder sair de casa, possam visitar sítios onde ainda não tiveram oportunidade de ir: "Não é a mesma coisa que experimentar, sentir a água a correr nas mãos, mas é o alimentar da esperança de que em breve o possam fazer, no local, sem qualquer restrição".
(via)

The FBI Files: Driven to Kill

The case of trucker Robert Rhoades and the well known murder of Regina Walters. Unravel the mystery alongside the FBI's greatest law enforcers and forensic scientists.

Aquando da Gripe Espanhola ...


Rally de Portugal 2020 foi adiado. Prova ia regressar ao Porto com classificativa

O Rally de Portugal foi adiado devido à pandemia de Covid-19, anunciou hoje o Automóvel Club de Portugal (ACP), que organiza a quinta prova do Mundial WRC. Recorde-se que o Rali de Portugal tinha classificativa marcada no Porto, a 23 de Maio.


No comunicado, a ACP recorda que a prova ia decorrer nas regiões do Norte e do Centro do país, entre os dias 21 e 24 de Maio. Mas, tendo entrado em vigor o Estado de Emergência Nacional, "com o acordo unânime das autoridades nacionais, da FIA [Federação Internacional do Automóvel] e do promotor, o Automóvel Club de Portugal solicitou o adiamento do WRC Vodafone Rally de Portugal".
 
O presidente do ACP, Carlos Barbosa, agradece a todos aos "patrocinadores e parceiros pela compreensão" e disse que espera "contar com todos numa data posterior este ano", ainda por designar.

"Estamos todos a trabalhar para identificar possíveis datas alternativas no final da temporada, caso a situação da Covid-19 melhore, levando em consideração a logística do campeonato, a capacidade de as equipas viajarem novamente e a capacidade dos respetivos países organizarem o WRC nessa altura", afirmou, por seu turno, Oliver Ciesla, diretor-geral do WRC.

A 54.ª edição da etapa portuguesa pontuável para o Campeonato Mundial de Ralis tinha regresso marcado à Invicta, com a Porto Street Stage, uma classificativa desenhada para a Baixa da cidade, de aproximadamente dois quilómetros.

A Câmara do Porto tem vindo a cancelar os seus eventos para os próximos meses e foi a primeira a anunciar o encerramento do seu teatro municipal e dos seus espaços públicos e de espectáculo.
(via)

Insólitos e Desconcertantes - versão coronavírus (17)


Um exemplo! #FicaEmCasa

Insólitos e Desconcertantes - versão coronavírus (16)


Disseram-lhe que o primeiro-ministro não ia mentir na gestão desta crise? Mentiram-lhe.