Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Sem contra ordenação, nada prova que a foto é de 09/04/21 e se houver prova já prescreveu


 

EXCLUSIVO: Na Ericeira, Sócrates a passear a sua fonte de rendimentos


 

Operação Marquês

José Gomes Ferreira afirma que a decisão deixou a opinião pública alarmada, e com razão, uma vez que “as pessoas já perceberam que o regime não quer punir esta gente e que a repetição destes casos de corrupção é ainda mais fácil neste momento”.



Condenados


 

Para quem ainda não entregou o IRS...


 

Não sei porque é que dizem que o Sr. José Sócrates é mentiroso, deixo-vos aqui a prova como ele nunca nos mentiu


 

Já que insistem...


 

O estranho acórdão do Constitucional que ajudou José Sócrates

Segundo o Tribunal Constitucional, o prazo de prescrição do crime de corrupção começa a contar quando há uma promessa e não com a entrega de dinheiro. O Supremo Tribunal de Justiça diz que tal leitura abre a porta à impunidade.

Foi em Fevereiro de 2019 que o Tribunal Constitucional (TC) decidiu que o prazo de prescrição no crime de corrupção se inicia a partir do momento da promessa de uma vantagem e não com o pagamento. O acórdão 90/2019 foi o grande argumento utilizado pelo juiz Ivo Rosa para declarar como prescritos os três crimes de corrupção passiva imputados a José Sócrates. Porém, uma leitura atenta da decisão do TC mostra que a mesma foi tudo menos pacífica, com a juíza Fátima Mata-Mouros (que votou vencida) a declarar que o acórdão constituía uma "inflexão" e um "desvio" na posição até então assumida pelo Constitucional.

O acórdão do Tribunal Constitucional surgiu uma semana após o início da fase de instrução da Operação Marquês (que começou a 28 de Janeiro de 2019). Os juízes do Palácio do Ratton foram confrontados com um recurso vindo do Supremo Tribunal de Justiça sobre o início da contagem dos prazos de prescrição no crime de corrupção.

O colectivo, formado por Cláudio Monteiro (antigo deputado do PS entre 1995 e 2002, depois de um acordo entre os socialistas e o Movimento Humanismo e Democracia), Teles Pereira (antigo director do Serviço de Informações e Segurança) e Fátima Mata Mouros (a primeira juíza de instrução criminal no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa), aceitou pronunciar-se sobre a questão, mas com o voto contra de Fátima-Mata Mouros.

O entendimento que prevaleceu por maioria foi o de, como salientou Ivo Rosa na decisão instrutória, "julgar inconstitucional, por violação do princípio da legalidade criminal, os artigos 119.º, n.º 1 e 374.º, n.º 1, ambos do Código Penal, quando interpretados no sentido de que o prazo de prescrição do crime de corrupção ativa é contado a partir da data em que ocorra a entrega de uma dada vantagem ao funcionário, e não a partir da data em que ocorra a promessa dessa vantagem".

Ou seja, o Constitucional decidiu alterar por completo a interpretação que, até à data, vinha a ser feita, até pelo Supremo Tribunal de Justiça, que tinha sido confrontado - através do recurso de um arguido - com a mesma tese, a qual rejeitaram, afirmando que, a ser assim (isto é, a contagem do prazo começa na promessa de vantagem) "permitir-se-ia que os arguidos continuassem a praticar actos de execução do crime, continuando a pagar e a receber subornos em perfeita impunidade. Correr-se-ia o risco, no limite, de o crime já estar prescrito ainda antes da sua consumação material ou terminação, o que, obviamente, precludiria toda e qualquer possibilidade de perseguição e punição do criminoso, conduzindo não só à impunidade, como ao total descrédito do Estado de direito, em particular dos tribunais e da administração da justiça. Certo é pois que o prazo prescricional dos crimes de corrupção objeto dos autos só corre a partir da data do pagamento dos subornos ou do ato ou omissão contrário aos deveres do cargo do agente passivo do crime no caso de corrupção passiva antecedente. (…)". 

Exemplo: se hoje, 11 de Abril, alguém prometesse a um ministro pagar-se 100 mil euros por uma decisão, este acordo fosse cumprido no dia 11 de Maio (com um despacho, por exemplo) e o ministro começasse a receber o dinheiro a 11 Setembro até Dezembro, o prazo de prescrição não começaria a contar neste último intervalo, mas sim a 11 de Abril, segundo o entendimento do Constitucional, que vingou na Operação Marquês.

O acórdão do TC foi o grande argumento do juiz Ivo Rosa para declarar como prescritos os três crimes de corrupção imputados a José Sócrates e que tinham a ver com o Grupo lena, Grupo Espírito Santo e o empreendimento turístico de Vale do Lobo. O magistrado judicial declarou que, atentas as datas indicadas na acusação para os pagamentos, quando foi aberto o inquérito (em Julho de 2013) os crimes já estavam prescritos.

Inconformada com a decisão dos seus colegas, a juíza conselheira Fátima Mata Mouros deixou uma contundente declaração de voto, considerando que os seus colegas promoveram uma "inflexão" e um "desvio" ao entendimento que tinha sido feito, até à data, pelo Tribunal Constitucional. "As questões de constitucionalidade material – no caso não se coloca nenhuma questão de constitucionalidade orgânica ou formal – não se ocupam de saber se as normas foram criadas em conformidade com o texto constitucional, antes visam apurar se as normas podem subsistir à luz da Constituição. E essa análise não deve ser confundida com a "melhor" interpretação dos preceitos legais", escreveu a juíza.

Considerando que os seus colegas estavam a exorbitar as funções do Tribunal Constitucional: "A vocação funcional de um tribunal com competência específica para administrar a justiça em matérias jurídico-constitucionais é a apreciação da constitucionalidade de normas (ou interpretações normativas). Saber se determinada interpretação normativa é conforme à Constituição não se confunde, porém, com a determinação e interpretação do direito ordinário aplicável ao caso. O Tribunal não pode incorrer nessa confusão, sob pena de se apropriar do controlo da interpretação de todas as normas inseridas em áreas do Direito limitadas pelo princípio da tipicidade, já que é sempre possível divergir da interpretação dada a uma norma legislativa. Foi o que se passou na presente decisão".

Fátima Mata-Mouros considerou ainda que a decisão em causa "desfigurou" a a função do Tribunal Constitucional "no quadro da repartição de competências entre tribunais, designadamente entre o Tribunal Constitucional e as demais ordens jurisdicionais, transformando-se numa ‘quarta instância’, que não se enquadra nas competências próprias que a Constituição lhe reserva. Não cabe ao Tribunal Constitucional definir qual a interpretação do direito ordinário que deve ser seguida pelas ordens jurisdicionais competentes. A competência específica do Tribunal Constitucional é a interpretação da Constituição. Pertence aos tribunais comuns a interpretação do direito ordinário".

O texto de vencido de Fátima Mata Mouros terminou com uma declaração premonitória: "O desvirtuamento das funções do Tribunal Constitucional, para além de violar o princípio da conformidade funcional das competências do Tribunal Constitucional, tem um efeito expansivo que não pode ser encorajado. A confusão entre o controlo da conformidade constitucional das normas aplicadas e o contencioso de decisões judiciais pretensamente violadoras da Lei Fundamental, alimenta o recurso à jurisdição constitucional a pretexto de falsas questões de constitucionalidade que, apesar de inexistentes, permitem o protelamento das decisões judiciais relativas a verdadeiros atentados à Constituição, com custos irreparáveis para o prestígio da Justiça e do Estado de Direito".

O juiz de instrução criminal decidiu mandar para julgamento o ex-primeiro ministro José Sócrates, o seu amigo e empresário Carlos Santos Silva, o ex-ministro Armando Vara, o banqueiro Ricardo Salgado, todos por crimes económicos e financeiros, mas deixou cair as acusações de corrupção e fraude fiscal e ainda o ex-motorista de Sócrates João perna por detenção de arma proibida.

Dos 28 arguidos, Ivo Rosa pronunciou apenas estes cinco e ilibou, entre outros, os ex-líderes da PT Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, o empresário Helder Bataglia e o ex-administrador do Grupo Lena Joaquim Barroca.

Dos 189 crimes que constavam na acusação, num processo que começou a ser investigado em 2013, só 17 vão a julgamento, mas o procurador Rosário Teixeira, responsável pelo inquérito, anunciou que ia apresentar recurso da decisão para o Tribunal da Relação de Lisboa.

Campeãs Nacionais de Voleibol: AJM/FCPorto







Sócrates, corrupto prescrito


 

O fim do mundo...


 

Igor Nogueira: a corrupção benfiquista não engana

Igor Nogueira, levou um amarelo que o deixa fora na próxima jornada (Benfica), faz um penalti e agora um auto-golo...

Se houvesse apostas ou malas no futebol, diria que era caso de Polícia... Sendo assim é só mais uma jornada do futebol português...

Era tão previsível e mesmo assim continua a ser surpreendentemente revoltante...


 

Nada porreiro pá ...


 

Black Friday da justiça de lisboa

No seguimento do Black Friday da justiça em ficámos a saber que o único rendimento isento de tributação é o proveniente de actividade criminal fica aqui o formulário de adesão ao único elevador social que funciona, vem com emprego, poucas horas, bem pago, ADSE e um jail free card...



Operação Marquês, for dummie$

Escutas de José Sócrates segundo Ricardo Araújo Pereira

Sempre em benefício do corrupto benfica: Lucas Veríssimo chega do Brasil não faz quarentena. Luther Singh do Paços de Ferreira chega da África do Sul e fica obrigado a cumprir quarentena...no jogo com o corrupto benfica!.


  • A Orientação da DGS, assinada por Graça Freitas e datada do dia anterior ao jogo, é clara, mas estranhamente não foi aplicada a Luther Singh
  • O jogador cumpria todos os requisitos, foi sucessivamente submetido a testes PCR, todos negativos, e até o entendimento de que em atletas de alta competição bastavam os dez dias de isolamento desde que houvesse PCR negativo foi aplicado.
  • Apesar de se tratar de um atleta de alta competição, apesar de ter sucessivos testes negativos, Luther Singh não beneficiou da excepção de que vão beneficiar, por exemplo, todos os jogadores de ténis do Estoril Open e os pilotos de Fórmula 1 e do motociclismo.
  • Em suma, Luther Singh é o único atleta de alta competição impedido de participar em competições desportivas devido à obrigatoriedade de quarentena e o facto do adversário ser o Benfica é apenas uma infeliz coincidência.
  • Uma coincidência igual à que faz com que nas últimas quatro jornadas o Benfica tenha beneficiado de três expulsões, todas na primeira parte dos jogos. De resto, a equipa de Jorge Jesus joga mesmo o triplo do tempo em vantagem numérica do que os três rivais juntos.

 

Pt 1: Traveling Portugal. Feira Medieval de Palmela. A Party in a Portuguese Castle. History, Food, by Dane and Jillie

Larápio, vem do romano: era o nome dado ao ... juíz

 


O tribunal especial do juiz e o triunfo do método Al Capone (*)

 (Eduardo Dâmaso, aqui)

Pela sua lei, só vale a prova fumegante no combate ao crime económico. Os arguidos têm de ser indiciados por documentos claríssimos, por testemunhas fulminantes, por uma relação directíssima entre a vantagem e o pagamento.

O juiz Ivo Rosa fez um pré-julgamento da acusação do processo Marquês, em tribunal singular e pelo seu código penal e de processo penal. Pela sua lei, só vale a prova fumegante no combate ao crime económico. Os arguidos têm de ser indiciados por documentos claríssimos, por testemunhas fulminantes, por uma relação directíssima entre a vantagem e o pagamento.

No que respeita ao combate à corrupção, o seu código está demasiados anos atrasado. Ontem por exemplo, ficámos a saber que a prova de alguns crimes de corrupção teria de ter o conforto de uma declaração irrefutável do ex-ministro Mário Lino, ou do ex-secretário de estado Paulo Campos. Ou de funcionários dependentes de uma relação directa com alguns dos arguidos. 

São estas as testemunhas que Ivo Rosa considerou credíveis ao longo da apreciação que fez da prova de corrupção. Pelo seu manual, para provar corrupção, seria necessário ter meios especiais de investigação aplicados a lugares e momentos muito especiais. Seria necessário meter escutas na presidência do Conselho de Ministros ou em cimeiras entre chefes de Estado.

Ivo Rosa só não tirou a José Sócrates os crimes que não conseguiu. O mundo do juiz é angelical. Não contempla a possibilidade de certos pactos de silêncio e conveniências recíprocas se fazerem sem rasto, sem fumo ou sussurro. Vive naquele mundo típico em que não há corrupção se não a podermos ver. E reivindica uma relação de fusão alquímica, digamos assim, entre a sua consciência e os valores fundamentais do direito e da pessoa humana. Como se todos os outros fossem um bando de populistas, sequiosos de uma justiça penal totalitária.

Na verdade, ao fazer um pré julgamento da acusação, dos indícios e das motivações do Ministério Público, ao fazê-lo sozinho, quando grande parte do que disse ontem sobre os indícios corresponde a um debate que deveria ser feito em julgamento e perante um tribunal colectivo, Ivo Rosa colocou-se numa esfera de mais do que duvidosa legalidade.

No fim, foi penoso ver como se viu obrigado a aplicar a doutrina Al Capone, ainda que não em sede de crimes fiscais mas de outro igualmente relacionado com o dinheiro, como o branqueamento. Viu-se obrigado a pronunciar Sócrates pela mais fumegante da prova e, ao mesmo tempo, brutalmente indiciária por inferência, que está na entregas de 1,7 milhões de euros por parte de Carlos Santos Silva ao ex-primeiro-ministro. Não teve como fugir à evidência dos famosos ‘documentos’, ‘fotocópias’, ‘livros’, forma encapotada de fazer chegar o dinheiro em numerário a Sócrates. E não teve como não enquadrar este comportamento na evidente prática de um crime de corrupção, claro que, pelo seu código, sem qualquer evidência de contrapartida. Aí, teria de aceitar a maldita prova indirecta e isso destruiria toda a construção anterior em relação ao Grupo Lena, Venezuela, OPA da PT e Vale do Lobo.

Também se barricou, como seria expectável, na prescrição dos crimes de corrupção, fazendo fé na sua visão absolutamente conservadora, digamos assim, sobre o momento em que começa a contagem dos prazos para a prescrição. A batalha jurídica promete mas não me parece que seja salvífica para Sócrates (ou para Ivo Rosa) nos tribunais superiores. No fim, afinal, prevaleceu o teorema de Al Capone – Sócrates acaba apanhado por crimes alegadamente menores mas com a corrupção a funcionar como crime precedente, no caso do branqueamento. Sócrates, aliás, deu nota da sua insegurança sobre a evolução futura do processo, repetindo à exaustão a tese da cabala política, da perseguição do juiz Carlos Alexandre e dos jornalistas. Os argumentos habituais de quem costuma viver na vida pública a tentar fazer passar por parvos todos os que não aderem à respectiva argumentação. Para já, o que é certo, é que o processo vai entrar em recurso, que Sócrates foi pronunciado para julgamento e que os crimes que aí o levam não são propriamente ‘menores’ para um ex-primeiro-ministro. Desde logo, pela moldura penal do branqueamento, que dá até 8 anos de prisão. Depois, pela indignidade subjacente ao julgamento político que permite. Sócrates era, disse Ivo Rosa, um primeiro-ministro que recebeu um 1.727.398.52  milhões de euros de um amigo, empresário, com vastas relações contratuais com o Estado, que visava um trato corruptivo. Não há notícias que Sócrates tenha negado o trato. Bem pelo contrário. O que dá o tom do puro surrealismo aos que lhe perguntam sobre se será candidato a Presidente da República daqui por uns anos.

O flow chart de Ivo Rosa


 

EXCLUSIVO: imagens de Sócrates a caminho da Ericeira


 

"É corrupto e não corrupto ao mesmo tempo"


 

Momento Musical

Depois da "justiça" de Ivo Rosa, o corrupto benfica nem esperou 24 horas...

Compreende-se. Depois de ontem termos visto um juiz normalizar a corrupção, e eles como já há muito sabem como funciona a justiça em Portugal, obviamente que se sentem inimputáveis e até já reúnem novamente, sem qualquer pudor.



Façamos um pequeno exercício mental. Imaginemos o que se diria e escreveria caso fosse o Sérgio Conceição.



 

 

Despacho de Ivo Rosa não é original! Dedo indicador apontando para baixo


 

Foi de repente...

 

Um LADRÃO protegido pela polícia, só em Lisboagal


 

Portugal's Heartland

O juiz Rosa percebe disto a pacotes





 

ILIBADA


 

TRAVEL PORTUGAL | Countryside | Castles | Monsanto | Castelo Novo | Viajar Portugal Interior, by Dane and Jillie

Já faltava o hino do corrupto

Três "primeiro-ministros", um elo comum: a corrupção


 

Compreendo o resultado de hoje. O Sócrates jogou em casa.


 

No início era o verbo. O verbo prescrever.

Sinto que hoje revivi o processo Casa Pia mas desta vez as crianças somos nós.


 

Canalhas da Nação: Ivo Rosa

 


Ivo Rosa citou o Jornal Económico e uma notícia de 2008. Como ainda não havia JE e a notícia foi do extinto Diário Económico pode arguir-se nulidade? E este despacho terá todo a mesma minúcia?

É por exemplos como este que a civilização Ocidental está em risco...


 

Os custos da corrupção em Portugal equivalem à soma da despesa prevista para a Saúde, Ciência, Tecnologia, Ensino Superior, Justiça e Agricultura. São 18,2 mil milhões de euros perdidos para a corrupção, cerca de 9% do PIB.


 

Monumento em memória das vítimas do comunismo, Praga, República Checa

 Ou, segundo o bispo do Bloco,

um monumento a lunáticos imaginários



Olha o Dragão, carago: no jogo "euro truck simulator 2"


 

“Lisboa está no olho do furacão, mas depois a culpa é sempre dos outros"

“Lisboa está no olho do furacão, mas depois a culpa é sempre dos outros", afirma Pedro Bragança sobre a corrupção e a “culpa” do poder local.

#PortoCanal #GrandeAngular #Informacao




Não tarda...


 

Do "políticamente correcto"


 

400 mil euros na fogueira do centralismo

Nos últimos dias veio a público a notícia de que a Câmara de Lisboa se preparava para colocar a concurso apartamentos com renda acessível numa zona nobre da cidade, que lhe terão custado 400 mil euros.

Uma forma estranha de política social numa altura como esta. Também não será muito difícil de antecipar que essas casas de 400 mil euros não irão para sem-abrigo, e mesmo se fossem, com os mesmos 400 mil euros conseguir-se-ia alojar mais sem-abrigo noutras zonas do concelho de Lisboa.

A verdade é que esta despesa não fará mossa no orçamento da CML. A CML beneficia de dirigir a capital num país centralista onde o Estado concentra um poder excessivo em poucos quilómetros quadrados, que por sua vez atrai sedes de grandes empresas e lobistas vários pela necessidade de estarem próximos de quem toma as decisões. Com tanta gente a ganhar bem num espaço tão pequeno, o potencial de obtenção de receitas é enorme.

No último ano de actividade normal, 2019, a CML apresentou um orçamento de cerca de 1200 milhões de euros. É verdade que Lisboa é o maior concelho do país com cerca de 500 mil habitantes, mas este nível de despesa é superior ao dos outros seis concelhos com maior população somados (Sintra, Vila Nova de Gaia, Porto, Cascais, Braga e Amadora). Juntos, estes concelhos têm o triplo da população de Lisboa, mas o mesmo nível de despesa do Executivo de Fernando Medina. O orçamento da CML é pouco inferior ao do Governo Regional dos Açores, apesar de ter muito menos responsabilidades.

Por exemplo, o Governo Regional dos Açores terá de tomar a opção de usar boa parte do seu orçamento para apoiar (ou não, como espero) a sua companhia aérea, mas a CML não teve de tomar a mesma decisão porque o Governo do país tratou de apoiar a companhia aérea lisboeta. Com tanto dinheiro para gastar e sem as responsabilidades de um governo regional, não surpreende a quantidade de despesa supérflua. Porque é que a CML gasta 400 mil euros em apartamentos a rendas acessíveis para alimentar a sua classe média-alta? Porque pode. Porque um Estado centralista lhe permite isso.

Carlos Guimarães Pinto, Economista e fundador da Iniciativa Liberal

(daqui)

Estacionamentos "impecáveis"


 

Resumo do jogo da Liga dos Campeões

MAIS UMA VEZ, OS PETRODOLARES COMPRARAM UMA VITÓRIA PARA INGLATERRA



LANCES IGUAIS, CRITÉRIOS DISTINTOS...





 

Vírus Louçã

by J D Quintela

 

Uma das professoras do Harry Potter com o seu meio de transporte arrumado


 

Se o ideólogo do Chega é este ser, imaginem o QI dos militantes


 

Preparem as máquinas fotográficas. Ao pé do nosso, o desfile das múmias do Egipto vai ficar muito mal na fotografia.


 

«Sócrates é um dos rostos da corrupção na política em Portugal»



 Nunca vi alguém com tanta “sorte” como Sócrates: é o amigo que lhe oferece dinheiro, são os cofres da mãe, agora é herdeiro de fortuna descoberta. Estranho (ou não) é só ter começado a ter esta “sorte” depois de ser Primeiro Ministro.



Never Means Never

2021 International March of the Living 




Para nos inspirar a repetir o êxito, que este século, só o FCPorto atingiu!


 

Os portugueses eram do cara ... ças!! Benteng Tolukko, Indonesia


 

Aquele dedo em riste, ameaçador...

Se fosse o Sérgio Conceição

"Arruaceiro. Delinquente. Malcriado. Os teus pais não te deram educação? É assim que educas os teus filhos?"

Sendo o Ruben Amorim

Mais uma vez Rúben Amorim a discutir com o árbitro a receita de Bacalhau à Zé do Pipo.



Quando isto aconteceu ao atleta do FCPorto, para além dos portistas, ninguém piou, "era tudo na bola"; agora é a choradeira da lagartada...





"Dúvida Razoável", a puta que os pariu!

MP arquiva suspeitas sobre Luís Filipe Vieira no caso BPN


O Ministério Público decidiu recentemente arquivar as suspeitas de burla qualificada, falsificação de documentos e branqueamento de capitais que pendiam sobre o arguido e empresário Luís Filipe Vieira, presidente do Sport Lisboa e Benfica, num dos processos sobre os créditos milionários concedidos e nunca recuperados pelo antigo BPN.

As suspeitas prendem-se com um crédito de mais de 20 milhões de euros que, há quase 20 anos, foi concedido ao grupo Inland, que era presidido por Luís Filipe Vieira. Havia suspeitas de que o grupo tinha montado um esquema, com conhecimento e participação de Luís Filipe Vieira, para não pagar o empréstimo.

Depois do colapso e nacionalização do BPN, em 2008, a Inland - Promoção Imobiliária, S.A., que tinha um capital social de 65 milhões de euros, foi alvo de uma denúncia que levaria à instauração do inquérito agora arquivado pelo Ministério Público do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (MP/DCIAP).

"Em abstracto e em tese geral, de acordo com as regras da experiência comum, poder-se-ia afirmar que sendo o arguido Luís Filipe Vieira accionista maioritário e administrador com o pelouro financeiro da Inland, obviamente, terá tido conhecimento e até autorizado a concretização dos factos", assume a procuradora titular do inquérito, acrescentando que, "todavia, um tal juízo, por no caso concreto lhe faltar a essencial concretização, não pode fundamentar a sua responsabilização criminal".

A magistrada insiste que aquele juízo "não permite afirmar, com um mínimo de razoabilidade e segurança, que no caso em o preço assim tenha sucedido, permanecendo uma dúvida razoável que, não sendo preenchida com prova, impõe o arquivamento dos autos, nesta parte, por escassez de indícios".

Segundo de lê ainda no despacho de arquivamento do MP/DCIAP, quando interrogado na qualidade de arguido, Luís Filipe Vieira confirmou que exercia o cargo de presidente do conselho de administração da Inland e de todas as sociedades que a compunham, mas alegou que "não estava lá diariamente a exercer tal cargo", cita a procuradora titular do inquérito, acrescentando que, relativamente aos factos, a conselho do seu advogado, Luís Filipe Vieira "recusou-se a prestar quaisquer esclarecimentos".

(daqui)



Marco Pina: outro canalha "isento"




Lacerda é compadre de Costa. Revela-nos a Sábado que "3 filhos de Lacerda trabalham em cargos de nomeação (na Santa Casa M. Lisboa, na embaixada em Washington e numa empresa pública na Defesa). Tudo cargos públicos de favor! Hesito entre a tristeza e o vómito! (PM)

 


Eu já fiz anos, mas o Natal está ao virar da esquina...


 

Não voam e já deram mais leite