Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

O que é isso de não ser gay de forma consistente?


PS = Partido do Saque

Nunca a carga fiscal foi tão elevada em Portugal. Ainda assim, a geringonça em geral e o partido socialista em particular, estão sempre à procura de aumentar impostos existentes assim como estão sempre à procura de novos impostos. Afinal de contas, socialista que é socialista, procura sempre um novo imposto para acrescentar à lista.
Na imagem abaixo, os contribuintes que foram brindados com o virar da página da austeridade, podem constatar em que consiste essa tal viragem.
Nunca satisteito, porém o partido socialista procura sempre novas maneiras de ir ao bolso do contribuinte. Como fica mal dizer “que se quer aumentar impostos”, a máquina de marketing do partido socialista prefere usar outro tipo de linguagem mais suave, por exemplo: “revisão dos benefícios fiscais“, “calibração do imposto“, “estudo do imposto“. Quando o caro leitor escutar este género de expressões, fique bem atento, porque lhe estão prestes a ir à carteira. (ler mais aqui)

Ramalho Eanes. A corrupção é uma “epidemia que grassa pela sociedade” portuguesa

O ex-Presidente fez uma radiografia do país e considerou que a corrupção é um problema "muito complexo" que "grassa pela sociedade". Eanes apelou ainda à necessidade de modificar o sistema eleitoral.

António Ramalho Eanes considera que a corrupção é uma “epidemia que grasse pela sociedade” portuguesa. Na opinião do antigo Presidente da República, que apresentou esta segunda-feira, na Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES), em Lisboa, a sua radiografia do país, isto deve-se, em parte, a uma “cultura de complacência”, mas também a um sistema partidário que escolheu o “encastelamento”, citou o Diário de Notícias.

O problema da corrupção é muito complexo. Em Portugal, tem sido dito, e acho que com alguma razão, que a sociedade civil não é forte e autónoma perante o Estado e devia sê-lo. As empresas deviam ser autónomas perante o Estado. O Estado estabelece as regras, vê se são respeitadas e atua quando não são, mas não estabelece com as empresas determinadas relações que são relativamente perversas. As relações em que a empresa consegue determinadas benesses, favores, isso é um género de corrupção“, declarou o ex-Presidente durante a conferência, intitulada “Portugal — a crise e o futuro”.

Segundo Ramalho Eanes, “tudo isto se pode modificar e modifica com certeza” quando a sociedade civil for mais “autónoma” e “as empresas não tenham dificuldades burocráticas porque a nossa administração pública responde com prontidão, a justiça não demora quando houver uma fiscalização sobre aquilo que são os atos do parlamento”.

Se olhar a história, há coisas que são muito difíceis. A alteração cultural numa sociedade é uma coisa muito difícil. Enchemos a boca com revoluções culturais, a russa, a chinesa. Quando implodiu o comunismo na União Soviética, o que a gente encontrou foi o homem russo. Não tinha sido criado um Homem novo, tal como prometiam. Não é fácil criar homens novos. Não é fácil modificar a cultura“, reconheceu já durante a fase de questões dos jornalistas, que marcaram presença em grande número no evento. Isso levou a que o antigo Presidente dissesse, em tom de brincadeira: “[A comunicação social] veio para ver se eu estou senil ou não”, citou também o Diário de Notícias.

O antigo Presidente da República destacou, no entanto, que “houve alterações significativas”, pois “a sociedade civil era maioritariamente inculta, ignorante” e “hoje é maioritariamente culta, informada, cosmopolita”. “Começa a ter todas as condições para transformar o seu procedimento e relação com o poder político”, disse durante a sessão que se estendeu durante cerca de duas horas.

Durante a conferência, Ramalho Eanes criticou também as “listas fechadas” e o facto de os membros eleitos se transformarem em “delegados dos partidos”, em vez de serem representantes dos cidadãos. Segundo o ex-Presidente, as forças políticas “do arco do poder têm colonizado a administração pública”, nas suas várias vertentes (central, local e setor empresarial do Estado), nomeadamente a Caixa Geral de Depósitos.

“Toda a gente sabe” que é “necessário modificar” o sistema eleitoral

O ex-Presidente defendeu ainda a necessidade de revisão do sistema eleitoral para resolver a crise da representação política, sem esquecer que a sociedade civil também deve ter maior nível de participação. “É verdade que esse hiato existe. Isso não é novidade nenhuma. Toda a gente sabe, toda a gente reconhece e é necessário modificar”, afirmou Ramalho Eanes, referindo-se à distância entre cidadãos e políticos, antes de citar, como exemplo, o estudo do antigo primeiro-ministro e atual secretário-geral da ONU, António Guterres, para reforma da metodologia das eleições, embora escusando-se a especificar soluções concretas para o problema.

Uma das razões, como referi, será o sistema eleitoral. A outra, talvez não tenhamos feito aquilo que se impunha, que era socializar a política, isso poderia ter sido feito através da escola. E politizar a sociedade, sobretudo a jovem, também através da escola”, disse sobre o aumento da abstenção ou a opção pelos votos brancos e nulos. Para Ramalho Eanes, “a democracia tem muito menos democracia quanto menor for a participação dos cidadãos na escolha dos seus representantes, porque são os seus representantes que vão desenvolver o trabalho político em proveito da comunidade, do país, de todos e deles mesmos”. (daqui)

E insultar e agredir os gajos da cloaca do Ministério Público será crime?


Um filme que denuncia a crise profunda de valores humanos que urge resolver

No mundo ocidental os governos incentivam o aborto! É um facto. A maioria dos governos são de esquerda e estão a borrifar-se para a natalidade e ao invés de a estimular e apoiar fortemente as famílias  com pacotes legislativos como na Hungria, incentivam o aborto para depois ir “importar ” imigração ilegal a troco de dinheiro  à UE alegando forte declínio demográfico. Isto são factos.

Acontece que na escola pública, hoje ensina-se o aborto como alternativa contraceptiva como se pode ler nos Guiões de Educação Género e Cidadania para o Secundário.Não se ensina realmente a prevenir muito menos a ultrapassar uma gravidez não planeada. E o resultado depois é ter jovens frustradas com vários abortos no currículo. Isto não é progresso.

O filme “Unplanned” que estreou recentemente e tornou-se um êxito de bilheteira,  demonstra tudo o que acabo de escrever e por isso aconselho que o vejam para depois reflectirem seriamente sobre este tema.





Nota: Num documentário que se tornou filme, “Blood Money”, é revelado o lado obscuro do negócio nojento do aborto, com depoimentos, entre outros, de Carol Everett, uma ex-proprietária de um clínica de abortos onde se fala na venda de fetos, na manipulação psicológica da mulher para abortar como sendo a única alternativa ao seu problema. A NAF (Nacional Abortion Federation) é o maior grupo comercial de fornecedores de “produtos” de abortos nos EUA onde 50% dos seus membros e lideranças pertencem ao Planned Parenthood – A Federação de Paternidade Planeada da América que inicialmente era um centro de informações e consulta sobre sexualidade e contracepção para mulheres, criada pela feminista Margaret Sanger em 1916 e hoje é responsável por metade dos abortos legais feitos nos Estados Unidos. Com uma câmara OCULTA foi possível ouvir de viva voz esses médicos infanticidas falar das suas práticas como se de um produto qualquer se tratasse com risos pelo meio. Isto não se inventa.

Uma sociedade que promove a morte, seja de bebés seja de pessoas adultas, não é progressista é regressista, é voltar ao estado selvagem isto apesar de nem na vida animal se registar tamanha barbaridade. (daqui)



Momento Musical: Vanesa Martin

Ministros responsáveis? Juventude ser tutelada por políticos? Vão à merda!


Porto na pintura (25)

 (Nadir Afonso - Batalha 1940)

Entretanto em Hong Kong

Já está encontrada a melhor Delícia do Porto



O doce que venceu o concurso "Delícia do Porto" é inspirado nas raízes culturais da cidade e na paixão que a sua criadora, Gabriela Ribeiro, tem pela doçaria conventual. A competição decorreu entre os meses de Abril e Junho.

A grande vencedora do concurso recolheu a preferência de um júri constituído por chefs de cozinha como Lubormir Stanisic e Hélio Loureiro, e pela votação do público.

O doce, que será identitário da cidade, "é como que uma homenagem ao que se fazia no extinto Convento de S. Bento de Avé Maria do Porto, que se situava no que é hoje a Estação de São Bento", afirma Gabriela Leite. Nesse convento, usava-se o milho, pão e trouxas de ovos. Eu acrescentei o feijão para a criação desta peça", conta a autora, que vai receber um prémio monetário no valor de 10 mil euros e ostentar o estatuto de ser a criadora da "Delícia do Porto".

A sua forma peculiar, em coração, também tem origem histórica ao pretender evocar "o momento em que D. Pedro IV doou o seu coração à cidade do Porto como forma de agradecimento pela lealdade do povo da cidade à causa liberal", explica Gabriela Leite.

A doceira Gabriela Ribeiro, do Porto, Rui Pereira do 'Forninho da Granja', na Maia, Joana Sousa, mentora do projecto 'The Pastry Lab', do Porto, e o Chef Sandro Silva da 'Natas D'Ouro', de Vila Nova de Gaia, foram os quatro finalistas que marcaram presença na Grande Final que se realizou na Alfândega do Porto.

O resultado final foi apurado com a participação do público, que pôde votar através da aplicação móvel "Delícia do Porto", desenvolvida especificamente para o concurso. Esta votação teve um peso de 30 por cento na decisão final, sendo a restante percentagem da responsabilidade de um júri constituído pelo chef Ljubomir Stanisic, pelo chef Hélio Loureiro, por Ana Soeiro e Luís Maia da Qualifica / oriGIn Portugal, por Jorge Braga, da Direcção da AIPAN (Associação dos Industriais de Panificação, Pastelaria e Similares do Norte), por Flávio Ferreira, presidente da Escola Superior de Hotelaria e Turismo, pela Confraria das Tripas, pela Confraria dos Sabores Poveiros bem como especialistas dessa instituição, elementos da Confraria dos Velhotes e da Real Confraria Gastronómica das Cebolas e um elemento da organização do concurso.

Depois de eleita, a "Delícia do Porto" pode ser produzida por várias pastelarias e estará disponível no comércio tradicional, na hotelaria, nas Caves, nos cruzeiros do Douro e um pouco por todo o distrito.

A iniciativa, promovida pela Lezíria das Delícias e apoiada pela Câmara do Porto, procurava que fosse criado um doce novo, um produto de origem geográfica que revelasse interesse etnográfico, social ou técnico, evidenciando valores de memória, saberes, autenticidade, singularidade ou exemplaridade. O convite à participação foi dirigido às pastelarias, confeitarias, chefs de cozinha, associações, federações, entidades privadas e pessoas singulares.  (daqui)

Por que é que o Porto celebra o São João se a cidade tem uma padroeira?



Quem é o padroeiro do Porto? Não sendo o São João, por que é este o santo mais celebrado pelos portuenses? Essas e outras questões são esclarecidas pelo ciclo Um Objecto e seus Discursos por Semana no próximo sábado, véspera da noite mais longa do Porto.

A sessão, de entrada gratuita mas limitada a 60 lugares, realiza-se a partir das 18 horas na Casa-Museu Guerra Junqueiro, junto à Sé. E é precisamente na Sé que se encontram relíquias (ossos) do que foi o primeiro padroeiro da cidade, que é o mesmo de Lisboa (e não é o Santo António). Ali estão também relíquias de São Pantaleão, que foi o orago do Porto desde o século XII até ser destronado por Nossa Senhora de Vandoma/Nossa Senhora do Porto, em 1984.

Neste sábado, a especialista em iconografia Sara Rocha e o antropólogo Luís Pisco, sob moderação da museóloga Inês Ferreira, chefe da Divisão de Museus da Câmara do Porto, vão esclarecer como é São João se tornou o santo mais popular do Porto, apesar de a cidade manter outro padroeiro.

Além do Porto, São João Baptista é também muito popular a nível internacional. É mesmo o único santo do calendário hagiológico de quem se celebram duas festividades: a do nascimento e da morte.

Sendo dos mais celebrados em toda a Europa, em mais nenhuma cidade se festeja o São João como no Porto, onde uma manifestação popular cheia de tradições e rituais contagia por estes dias e arrasta para rua verdadeiras multidões. Para isso, cada freguesia, cada bairro, cada esquina e cada casa prepararam-se a rigor, transformando toda a cidade num verdadeiro palco de festa.

Mas quem é, afinal, este São João que se celebra? Qual a sua ligação com o Porto, não sendo o seu padroeiro? O que faz esta festa tão especial que se enraíza na cultura de um povo, de uma comunidade, sem conseguir deixar indiferentes todos aqueles que por estes dias visitam a cidade?

Justiça em Portugal? Só juízes corruptos permitem isto...