Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

O Porto não esquece.

Compete ao Parlamento legislar. As leis que impõe ao país e aos cidadãos devem ser, por definição e princípio, gerais e abstractas.
É assim num Estado de Direito. Não é assim em Portugal, onde se tornou moda fabricar leis feitas à medida, para um indivíduo ou para uma circunstância particular. Ou seja, é moda, agora, confundir legislar com sentenciar.
A fraca cultura democrática impera, assim.
E, desta forma, delapidam-se princípios fundamentais, fragilizando a confiança que os cidadãos devem depositar nos seus eleitos. Não admira, por tudo isto, que a Assembleia da República tenha debatido, hoje, uma iniciativa do PSD que tem um alvo único, e uma obsessão. Sobre isso, recorremos ao “take” da Lusa, e realçamos as declarações de Cecília Meireles e do Pan, pela voz corajosa de Bebiana Cunha, deputada na Assembleia da República e na Assembleia Municipal do Porto.

Porto e Região Norte lançam campanha inédita de promoção turística

Pela primeira vez, a Associação de Turismo do Porto (ATP) e o Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) lançam uma campanha conjunta, com o objectivo de promover o Porto, o Douro, Minho e Trás-os-Montes enquanto os quatro sub-destinos turísticos de excelência da Região Norte. "Lá em Cima" é o mote da campanha que, nesta primeira fase, se dirige ao mercado nacional.


A iniciativa assinala um marco na cooperação entre as duas entidades, mas, além disso, regressa ao investimento na promoção interna de toda a Região. O convite é assim dirigido aos portugueses, que têm aqui uma boa oportunidade para (re)descobrir o vasto território da zona norte do país, a única que já ultrapassou os 5.000 selos "Clean & Safe", em empreendimentos turísticos e de restauração.

Na sessão de apresentação da campanha, que decorreu esta manhã no Porto Palácio Hotel, o presidente da Câmara do Porto salientou a rapidez com que este "projecto ambicioso" foi desenvolvido. Rui Moreira considerou ainda, citado pela Lusa, que "mais do que empreendedora, a Região é resiliente e faz das 'tripas coração'".

Uma ideia que o vereador da Economia, Turismo e Comércio, Ricardo Valente, partilha. "O pior que nós podíamos ter era um conjunto de empresas, entidades, empresas de animação turística, restauração e hotelaria que não tivessem a capacidade de passar para o ano de 2021. Acho que está a ser feito esse esforço. As nossas expectativas na cidade do Porto é que vamos ter um ano muito menos mau do que pensávamos há uns meses do ponto de vista de taxas de ocupação", referiu o também presidente da ATP.

A julgar pelos números, o responsável está confiante. As reservas de voos e hotéis para a Invicta até ao próximo mês de setembro "são bastante animadoras", ainda que este ano seja desafiante, reconhece.

Nesta primeira fase, a campanha apresenta ofertas em áreas como as "City & Short Breaks", o "Turismo de Gastronomia e Vinhos", de "Natureza", de "Saúde e Bem Estar", o "Turismo Religioso", o "Cultural e Paisagístico" ou o "Náutico", entre outros.

O investimento baliza-se entre os 60 e os 70 mil euros, para uma campanha multimeios, mas em que sobressai uma forte aposta no digital, como é o caso da página web "O Norte lá em cima", onde os utilizadores podem entrar em contacto com um live chat para receberem, em tempo real e de forma personalizada, sugestões sobre o seu destino ou actividades, e até reservar experiências turísticas no destino. O lançamento de vários vídeos promocionais é outra das apostas.

Mas, o principal mesmo, são os activos que falam por si. "O Porto e Norte têm uma gastronomia única, locais de excelência e paisagens arrebatadoras que merecem ser conhecidas pelos portugueses", assinalou ainda na apresentação do projecto Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, citado pela Publituris.

Ainda na sessão estiveram presentes a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que considerou este "um momento histórico", e o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), Fernando Freire de Sousa, que apelou às duas entidades para que estejam "preparadas" para o futuro que se avizinha.

Essa preparação está reflectida no plano estratégico traçado pelo Turismo do Porto e Norte de Portugal e pela Associação de Turismo do Porto que, num segundo momento da campanha, vai apostar no mercado espanhol, estando ainda prevista para uma terceira fase, uma promoção internacional mais intensa, particularmente junto do Brasil, EUA, Alemanha e Reino Unido e de alguns mercados asiáticos, mais preponderantes no período anterior à crise.

Jardim Botânico do Porto abre as portas de noite para visitas grátis no Verão

Até Setembro, o Jardim Botânico do Porto recebe visitas noturnas e gratuitas, de olhos postos em morcegos e plantas que só mostram as suas flores de noite. 

Chama-se À Noite no Jardim e é a iniciativa que vai marcar as noites de verão no Jardim Botânico do Porto, reaberto ao público há cerca de um mês. A iniciativa é do Museu de História Natural e da Ciência, para dinamizar o espaço fora das horas habituais e aproveitar as noites quentes, e concretiza-se em visitas noturnas gratuitas a este espaço verde da Invicta situado na Rua do Campo Alegre.

Na prática, há três passeios noturnos por onde escolher, com duração média de 90 minutos. “A vida à luz da lua” decorre a 4 de Agosto e 1 de Setembro, em noites próximas de lua cheia, com visitas sob a luz lunar, a partir das 21h. Há passagem pela Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva e outros pontos de interesse.

Já “A vida à noite no jardim” consiste em visitas noturnas com um olhar mais atento à fauna e flora do espaço verde, a cada noite com um tema diferente, nomeadamente sobre flores noturnas, insetos, morcegos, aves e anfíbios. Estas sessões estão marcadas para as 21h nos dias 12, 21 e 28 de julho, 11, 18 e 25 de Agosto e 8, 14, 22 e 29 de Setembro.

Por fim, o Jardim Botânico do Porto, que viu recentemente o seu leque de 750 especímenes de camélias ser distinguido com o prémio International Camellia Garden of Excelence, tem ainda os passeios “Segredos de Vitória”. Trata-se da planta conhecida como a “rainha dos nenúfares”, a Victoria Cruziana, que apenas mostra as suas flores durante a noite, e uma vez por ano. O jardim vai abrir as portas da Estufa Tropical para mostrar esta planta a florescer. As datas ainda estão por confirmar.

Para mais informações, ou para reservar entrada numa das visitas, que só pode ter um número limite de 10 pessoas por sessão, basta espreitar aqui ou no site oficial do jardim.  (daqui)


Grupo israelita investe 47 milhões de euros no Bonfim

Um empreendimento residencial, com capacidade para cerca de 200 apartamentos, e um empreendimento turístico vão nascer na freguesia do Bonfim, pela mão do grupo Fortera que, associados aos também israelistas Issta Lines e Fattal, planeiam investir só nesta zona da cidade 47 milhões de euros. 

O início da construção dos dois empreendimentos é aguardada ainda para este ano, avança o Jornal de Negócios, que também informa que os terrenos foram adquiridos pela promotora imobiliária Fortera, de capitais israelitas, emAgosto de 2019.

A crise pandémica não veio assim alterar os planos destes investidores, dando força a outras notícias antecedentes que referem que o Porto continua a ser uma cidade atractiva para a instalação de empresas internacionais, e que o investimento estrangeiro mantém a tendência positiva e antecipa reforçar a actividade na cidade, de acordo com um estudo promovido pelo Município, através do gabinete de atracção de investimento InvestPorto.

Neste investimento aproximado de 50 milhões de euros, 20 milhões de euros estão reservados para a construção de um empreendimento residencial "com cerca de 200 apartamentos", virados para a Rua do Bonfim.

No mesmo quarteirão, mas virado para a Avenida de Camilo, em frente ao Liceu Alexandre Herculano, "deverá nascer um hotel de cinco estrelas, com 258 quartos e aproximadamente 16.500 metros quadrados, num investimento orçado em 27 milhões de euros", assinala a mesma publicação, segundo declarações do CEO do grupo Fortera, Elad Dror.

Para estes dois investimentos, a empresa conta com dois parceiros igualmente israelitas, sendo que cada um detém um terço do capital da sociedade promotora. São eles os grupos Issta Lines e Fattal, a maior agência de viagens e o maior grupo hoteleiro de Israel, respectivamente.

Com prazo de arranque ainda em 2020, as obras devem terminar no Verão de 2023, estima a mesma fonte.

Em Fevereiro deste, a zona do Bonfim foi apontada pelo jornal britânico The Guardian como um dos bairros mais "cool" da Europa, pois além da sua localização privilegiada, entre o centro da cidade e a zona mais oriental, é hoje muito procurada por uma população mais jovem e criativa.

Teresa Salgueiro

'Everything's Alright' - Jesus Christ Superstar

The FBI Files: The Unabomber

Ted Kaczynski (aka The Unabomber) was convicted for a string of postal bombings that spanned two decades. Unravel the mystery alongside the FBI's greatest law enforcers and forensic scientists.

Alentejo!

Para quando uma intervenção da CPLP em Moçambique? Ou mesmo do nosso idiota ministro dos Negócios Estrangeiros?

Moçambique está a ser aterrorizado por uma chuva de ataques terroristas, que ostentam a bandeira do estado islâmico. Milhares de pessoas foram já assassinadas, outras dezenas de milhares condenadas a abandonar as suas casas.

Desafie-se a viver a aventura que é a Rota do Românico

Os caminhos do Norte de Portugal guardam lendas, escondem segredos e traçam trilhos capazes de nos fazer viajar até aos nossos antepassados. E esta Rota é a opção ideal para descobrir o que o nosso país tem de melhor. 

Se a vida é feita de memórias então Portugal é um país memorável tanto para as gentes da terra como para quem vem de fora e fica encantado com o nosso país. Os caminhos criam momentos, os monumentos contam histórias e o País desafia-nos a descobrir e a apaixonarmo-nos sempre um pouco mais pelas nossas origens. 

Com 58 monumentos distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega, existe uma Rota que não pode deixar de lado nas suas férias e que junta a história à adrenalina e os enigmas à gastronomia, fazendo-o entregar-se aos pequenos prazeres da vida. Não sabe do que estamos a falar? Parta connosco para a aventura! 

Desafie-se pelos caminhos do Norte de Portugal e descubra as origens do nosso país, desfrute da natureza, aprecie os monumentos e conheça as tradições e os segredos apaixonantes do percurso singular que é a Rota do Românico. 

Portugal é um país de conquistas e a Rota do Românico é uma das provas vivas disso. Banhada por águas cristalinas e um imenso verde, a Rota funde os concelhos de Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende. 

Com o encanto dos mosteiros, igrejas, torres e castelos que ilustram a história de Portugal e a importância do território também na história da nobreza e do clero, na Rota do Românico pode encontrar os Mosteiros de Pombeiro, Ferreira, Cête, Paço de Sousa, Cárquere, Ancede e Travanca, a Igreja de Tarouquela, o Marmoiral de Sobrado, a Ponte do Arco, a Torre de Vilar e o Castelo de Arnoia, e muito mais para preencher a sua estadia com cultura e com a paixão pela descoberta. 

Entre o Montemuro e o Marão quase que podemos atravessar o começo da história do país. Ao passear junto aos rios vai conseguir sentir a magia de lugares repletos de memórias desde o século XI, perdendo-se por caminhos idílicos e lendas de encantar. 

Adicionalmente, os Centros de Interpretação do Românico (Lousada) e da Escultura Românica (Penafiel) são locais onde a compreensão da arte e as suas diversas materializações que marcaram vários períodos históricos são as protagonistas da história que se tem vindo a escrever ao longo dos séculos.

Um silêncio que lhe dá novo ar

Mas não é só disso que a história é feita. A Rota do Românico abre-lhe as portas para experiências marcadas pela harmonia entre a natureza e o legado histórico da região. Se quer perder a noção do tempo então não pode deixar de lado os trilhos repletos de verde num silêncio que acalma a alma. De Rota do Românico a rota espiritual, vai ser uma ótima opção para respirar ar puro e aproveitar as férias da melhor maneira no que é nacional.

Desde a cura das pernas do primeiro rei de Portugal à lenda da viagem de Egas Moniz a Toledo com a corda ao pescoço, são vários os recuos na história que vai conseguir fazer pelos caminhos desta Rota tão portuguesa.

Aproveite e pare junto ao Tâmega e ao Douro para apreciar o bom que Portugal tem para dar através das águas límpidas, também elas repletas de memórias. Se, por outro lado, prefere partir para a aventura, a Rota do Românico também está preparada para desbravar trilhos, a pé ou de bicicleta, enquanto aprecia os monumentos que escrevem a nossa história. Desfrute dos miradouros e descanse nas paisagens verdes ou nas águas termais para se sentir revigorado.

Para quem tem espírito irrequieto

Mas, o sossego e descanso podem não ser para si, por isso, também existem várias atividades que vão aumentar a sua adrenalina. Se os cursos de água são a sua onda aproveite para fazer canoagem, jet ski, rafting ou motonáutica. Por outro lado, se prefere manter-se firme em terra, mas sempre com adrenalina, pode optar pelas pistas de rali, motocrosse ou todo-o-terreno.

Organizar as suas férias com tudo aquilo que gosta e a que tem direito nunca foi tão fácil. A Rota do Românico já tem uma aplicação totalmente preparada para o ajudar durante toda a visita pela região. Para isso, basta instalar a aplicação no telemóvel ou tablet e vai encontrar uma infinidade de informações sobre a Rota e também toda a oferta turística, desde a restauração, eventos ou alojamento.

São os costumes, as tradições e a gastronomia que tornam as terras de Portugal tão únicas e especiais por quem lá passa. A Rota do Românico não é exceção. Conheça os costumes e as gentes da terra, descubra as habilidades dos artesãos e a alma do povo através da história e da vida de quem lá vive. Entregue-se aos prazeres da vida que saem das terras diretamente para o prato e prove os sabores regionais sempre na companhia de um bom Vinho Verde da região.

Percorra as ruas e ruelas e leve para casa consigo um pouco da Rota do Românico. Uma Rota capaz de desvendar segredos, eternizar experiências, manter os costumes, paisagens e gastronomia que não o vão fazer esquecer estas férias tão especiais.

(daqui)

Aeroporto do Porto está a recuperar mais rápido comparativamente a lisboa


(imagem de Miguel Nogueira)

O Aeroporto do Porto está a recuperar mais depressa do que o Aeroporto de lisboa, mesmo sem a retoma da TAP na Região Norte. A informação é avançada pelo Jornal de Notícias, (...), com base em dados divulgados pela Eurocontrol - Organização Europeia para a Segurança do Tráfego Aéreo.

A falta de investimento da TAP não está a afectar o regresso às operações no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, que tem recuperado "à custa do crescimento de outras companhias", assinala o JN.

Mais ainda, a recuperação do Aeroporto do Porto está a ser superior a qualquer outro aeroporto nacional, sendo a diferença comparativamente a lisboa a mais evidente. De acordo com a Eurocontrol, segundo números do início desta semana, a quebra nos movimentos aéreos face ao período homólogo do ano passado está a ser de 67,7% no Porto, 67,8% em Faro, e 72,8% em lisboa. 

Companhias de bandeira internacionais, como a Air FranceKLMLufthansaIberia e Luxair, ou as de baixo custo RyanairEasyjet e Transavia, começaram a anunciar o regresso às pistas do Aeroporto do Porto ainda no mês de Maio e, desde então, têm sido sucessivos os anúncios dos reforços das operações. (daqui)

Isto (também) é o corrupto e vigarista benfica...

Toy diz que recebeu um cheque no valor de 7000€, sem cobertura, por parte de Luís Filipe Vieira! Que grande calotes!


Isto é jorge de sousa, um árbitro sempre a trabalhar para "eles"...

Escutem o comentário de um jornalista de uma televisão estrangeira...


Isto é rui santos, um canalha!


O País dos Alegremente Corruptos!


Passaram 4 anos. Chuta daí car$%$##


Nas praias de Leça ...

É isto...

Das cenas mais estranhas que já vi em televisão...


É isto ...

A "mala" do corrupto benfica já chegou a Famalicão

Tendo em conta que a tipa afirmou com galhardia não saber o que era um gulag, devemos ser comedidos nas expectativas a respeito da “resistência” e da “liberdade”.

"12 ways to divide Portugal"

Um país de canalhas, com a conivência da justiça e do governo: Novo Banco perde mais 329 milhões € em venda de imóveis a fundo com ligações ao actual chairman, nomeado pela Lone Star


Enquanto Todos se Ajoelham, Quem Irá Defender a História e a Cultura do Ocidente?

  • "Temos medo de que qualquer coisa que façamos esteja relacionada a algo colonial. Há muitos países no afã de se aproveitarem dessa lacuna na governança global: China, Irã, Rússia e Turquia". — Bruce Gilley, The Times, 10 de maio de 2018.

  • O sentimento de culpa pós-colonial britânico está, no entanto, tendo repercussões que vão muito além das estátuas. Ainda há, por exemplo, um silêncio absoluto quanto aos cristãos perseguidos de acordo com um bispo do Reino Unido, que está conduzindo uma reavaliação do governo quanto ao seu sofrimento.

  • Parece que a história ocidental está sendo refeita para retratar toda a civilização ocidental como se ela fosse apenas um grande apartheid. É como se tivéssemos não só que destruir estátuas, como também destruir a nós mesmos. Mas uma democracia bem-sucedida não pode ser construída somente com o apagar do passado.

  • "Todos os registros foram destruídos ou falsificados, todos os livros foram reescritos, todas as imagens foram repintadas, todas as estátuas e prédios nas ruas foram renomeados, todas as datas foram alteradas. E o processo continua dia a dia e minuto a minuto. A história parou. Não existe mais nada, a não ser o presente sem fim, no qual o Partido está sempre certo". — George Orwell, 1984.

  • Qual é o objectivo desse macabro jogo ideológico? É uma exibição de força com o intuito de criar uma revolução cultural, para impedir que se diga que as culturas não são todas iguais, para colocar em julgamento o passado da Europa, para incutir remorso perene nas consciências e espalhar o terror intelectual para promover o multiculturalismo.

A estátua de Churchill em Londres, estadista que enfrentou os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e salvou a Europa da barbárie, foi coberta pelas autoridades da cidade nos últimos protestos. Seu sumiço visual lembra uma das estátuas nuas em Roma que foi coberta pelas autoridades italianas para agradar o presidente iraniano Hassan Rouhani ou então do "sumiço" de retratos de pessoas que o Politburo decidiu terem caído em desgraça na ex-União Soviética. (Foto: Tolga Akmen/AFP via Getty Images)

"O antirracismo não é mais a defesa da equânime dignidade das pessoas e sim uma ideologia, uma visão de mundo," ressaltou o filósofo francês Alain Finkielkraut, filho de sobreviventes do Holocausto.

"O antirracismo sofreu transformações... No momento de grande migração, o antirracismo não é mais considerado uma questão de acolhimento de recém-chegados, integrando-os à civilização europeia, agora virou escancaração dos defeitos desta civilização".

Ele se referia ao "auto-racismo" como "a patologia mais desconcertante e grotesca do nosso tempo".

Sua capital é Londres.

"Derrubem os racistas" consiste num mapa no qual figuram 60 estátuas espalhadas por 30 cidades britânicas. A remoção das estátuas está sendo solicitada para apoiar um movimento que surgiu nos Estados Unidos após o policial branco Derek Chauvin ter matado um homem negro de nome George Floyd pressionando o joelho contra seu pescoço.

Em Bristol, uma multidão jogou no rio a estátua do filantropo e dono de escravos Edward Colston. O ato foi seguido pelos protestos que desfiguraram as estátuas de Winston Churchill, Mahatma Gandhi e Abraham Lincoln em Londres. Depois de remover o monumento em homenagem a Robert Milligan, um mercador de escravos escocês, situado em frente do Museum of London Docklands, o prefeito da cidade Sadiq Khan anunciou a criação de uma comissão para analisar a possibilidade de demolir as estátuas que não reflitam "a diversidade da cidade". Foi emitida uma ordem para que outras duas estátuas fossem removidas de dois hospitais londrinos.

O vandalismo e o auto-ódio estão ganhando terreno a toque de caixa. A epopeia das grandes descobertas associadas ao Império Britânico está virando motivo de vergonha. Os protestos não têm nada a ver com escravidão. Ninguém hoje em dia aplaudiria esse período no Reino Unido. É mais um chamamento à limpeza cultural a qualquer coisa que entre em contradição com o novo mantra: "diversidade".

"Uma nova configuração do velho Talibã acaba de nascer no Reino Unido de hoje", escreveu Nigel Farage, referindo-se a duas gigantescas estátuas do Buda que foram dinamitadas pelo Talibã no Afeganistão em 2001. "A menos que tenhamos rapidamente uma liderança moral, não valerá mais a pena viver em nossas cidades".

Entre as estátuas que constam da lista para serem removidas encontram-se as Oliver Cromwell e Horatio Nelson, duas importantíssimas figuras da história britânica, bem como a de Nancy Astor, a primeira mulher a ser eleita para o Parlamento Britânico e a assumir o cargo em 1919. Também constam da lista os nomes de Sir Francis Drake, Cristóvão Colombo e Charles Gray (o primeiro ministro do governo que supervisionou a abolição da escravidão em 1833).

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson, que se manifestou contrário à campanha de remoção das estátuas, salientou:

"não podemos agora editar ou censurar o nosso passado. Não podemos fazer de conta que a nossa história é outra. As estátuas presentes em nossas cidades foram esculpidas por gerações passadas. As perspectivas eram outras, o que se entendia por certo e errado era diferente. Essas estátuas, contudo, nos ensinam a respeito do nosso passado com todos os seus desacertos. Derrubá-las seria mentir sobre a nossa história e empobrecer a educação das gerações futuras".

O sentimento de culpa pós-colonial britânico está, no entanto, tendo repercussões que vão muito além das estátuas. Ainda há, por exemplo, um silêncio absoluto quanto aos cristãos perseguidos de acordo com um bispo do Reino Unido, que está conduzindo uma reavaliação do governo quanto ao seu sofrimento. Vale ressaltar também o recuo do Ocidente no cenário mundial. "Quando o Ocidente perde a confiança em si mesmo, por conta do excessivo ou inapropriado sentimento de culpa em relação ao colonialismo, ele apela para o isolacionismo", observou Bruce Gilley, professor de ciência política. "Temos medo de que qualquer coisa que façamos esteja relacionada a algo colonial. Há muitos países no afã de se aproveitar dessa lacuna na governança global: China, Irã, Rússia e Turquia".

A culpa pós-colonial também sufoca a liberdade de expressão no Reino Unido. O ex-chefe "guardião da equidade" britânico Trevor Phillips, foi suspenso do Partido Trabalhista após ter sido acusado de "islamofobia". Phillips é culpado de quê? De ter criticado o multiculturalismo. Segundo Phillips:

"na minha opinião, o melindro em abordar a diversidade e seus descontentes corre o risco de abrir caminho para que nosso país sonambule para uma catástrofe que irá: colocar comunidade contra comunidade, endossar a agressão sexista, suprimir a liberdade de expressão, reverter as liberdades civis conquistadas a duras penas e minar a democracia liberal que serviu tão bem a este país por tanto tempo".

Phillips também afirmou que políticos e jornalistas britânicos estão "apavorados" em discutir raça, deixando o multiculturalismo se tornar uma "extorsão" explorada por alguns para entrincheirar a segregação. Um homem de origem guianense, um veterano do Partido Trabalhista e um comissário da equidade disseram a verdade aos multiculturalistas.

Os ativistas que fazem campanha para remover as estátuas querem mudar radicalmente a aparência da capital britânica. Parece que o confronto consiste no seguinte: de um lado censores violentos que intimidam a todos, do outro, políticos covardes e contemporizadores, que têm medo e se curvam diante dos vândalos. Os monumentos são uma parte vital e manifesta de uma cidade global; eles incorporam seu lugar na história de uma cidade, caso contrário, somente pontos de ônibus e Burger Kings permaneceriam lá. Esses manifestantes parecem desejar uma história revisada e higienizada. Se não entendermos rapidamente que ao apagarmos o nosso passado, a exemplo do que tentou fazer a antiga União Soviética, será mais fácil para as pessoas criarem suas visões do nosso futuro, sem leme para nos ancorarmos ou ancorarmos nossos valores. Não sobrará nada em nossas mãos, a não ser fragmentos estraçalhados da nossa história e cultura.

Esse movimento de ódio ao Ocidente que a exemplo da história de qualquer nação também não é impecável, parece ter começado em universidades britânicas. Em Cambridge, professores de literatura pediram a substituição de escritores brancos por representantes de minorias para "descolonizar" o currículo. A união de estudantes da prestigiada School of Oriental and African Studies (SOAS) solicitou a remoção de Platão, Kant, Descartes, Hegel e outros do currículo, porque eram "todos brancos", como se a cor da pele fosse o único determinante da nossa maneira de pensar. Em Manchester, estudantes picharam um mural baseado no poema "If" de Kipling.

Nigel Biggar, estudioso do colonialismo, salientou que um "clima de medo" voltou às universidades britânicas. De uns tempos para cá a Universidade de Liverpool concordou em mudar o nome de um edifício em homenagem ao ex-primeiro ministro William Gladstone. Enquanto isso, em Oxford, a estátua de Cecil Rhodes, filantropo e fundador da Rodésia (hoje Zimbábue), corre o risco de ser a próxima a ser removida.

"Há um tanto de hipocrisia aqui", comentou, Lorde Patten, chanceler de Oxford, "senão vejamos: Oxford receber dinheiro de 100 estudiosos anualmente, cerca de um quinto deles da África para que eles venham a Oxford e depois dizer que queremos jogar a estátua de Rhodes... no Tamisa". Ele ressaltou que segundo a sua própria maneira de ver é a mesma "expressada por Nelson Mandela em uma comemoração a Rhodes Trust em 2003" segundo a qual, apesar dos "problemas históricos associados a Cecil Rhodes, se tudo estava OK para Mandela, então está OK para mim também". Mas não para os revisionistas.

Parece que a história ocidental está sendo refeita para retratar toda a civilização ocidental como se ela fosse apenas um grande apartheid. É como se tivéssemos não só que destruir estátuas, como também destruir a nós mesmos. Mas uma democracia bem-sucedida não pode ser construída somente com o apagar do passado.

A estátua de Churchill em Londres, estadista que enfrentou os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e salvou a Europa da barbárie, foi coberta pelas autoridades da cidade nos últimos protestos. Seu sumiço visual lembra uma das estátuas nuas em Roma que foi coberta pelas autoridades italianas para agradar o presidente iraniano Hassan Rouhani ou então do "sumiço" de retratos de pessoas que o Politburo decidiu terem caído em desgraça na ex-União Soviética. Há uma trapaça quando se apaga a história. A história pode até não ser impecável, mas é história, apesar de tudo. Conforme escreveu o historiador Victor Davis Hanson , um país "não precisa ser perfeito para ser bom". Remover as partes desagradáveis não muda o que aconteceu, elas podem até ser substituídas por partes mais revoltantes ainda.

Certos museus de Londres já adotaram a prática de cobrimento e da autocensura já faz há algum tempo. A Tate Gallery em Londres baniu um trabalho de John Latham que exibia um Alcorão encravado em vidro. O Victoria and Albert Museum mostrou e depois retirou uma imagem de arte sacra sobre Maomé. A Saatchi Gallery expôs duas obras de nus sobrepostas com escrita árabe, o que provocou reclamações de visitantes muçulmanos, na sequência o museu cobriu as obras. A Whitechapel Art Gallery retirou uma exposição que continha bonecas nuas.

O dicionário Merriam-Webster apenas revisou a definição de "racismo" para incluir "racismo sistêmico", ao que tudo indica, para dar a entender que toda a sociedade é culpada e injusta.

Parece que os censores querem controlar o nosso universo mental, como na obra 1984 de George Orwell:

"todos os registros foram destruídos ou falsificados, todos os livros foram reescritos, todas as imagens foram repintadas, todas as estátuas e prédios nas ruas foram renomeados, todas as datas foram alteradas. E o processo continua dia a dia e minuto a minuto. A história parou. Não existe mais nada, a não ser o presente sem fim, no qual o Partido está sempre certo".

Esse processo de auto-aviltamento ocidental começou há muito tempo. Os conselhos do Partido Trabalhista do Reino Unido, por exemplo, começaram a examinar minuciosamente todas as estátuas sob suas jurisdições. O prefeito de Bristol, Marvin Rees, em vez de defender o estado de direito, disse que a violenta remoção da estátua de Colston foi um acto de "poesia histórica". Quando os vândalos começaram a destruir estátuas, muitos aplaudiram. O primeiro-ministro britânico Boris Johnson chamou isso de "iconoclastia politicamente correta"

Uma semana antes da confusão em torno da exibição das estátuas, manifestantes se ajoelharam no Reino Unido em homenagem a George Floyd. É como se tivesse ocorrido um clamor colectivo segundo o qual a sociedade ocidental como um todo tivesse que se penitenciar. Parecia uma forma de histeria ideológica, não tão distante da Inquisição ou dos julgamentos das Bruxas de Salem: é de se supor que os que estavam de joelhos tinham uma conduta de moral mais elevada, estavam do "lado certo" da justiça. Havia até policiais britânicos ajoelhados, assim como nos EUA, a Presidente da Câmara dos Deputados Nancy Pelosi e outros democratas estavam de joelhos diante de seus senhores. Ambos foram actos de irresponsabilidade e capitulação. Alguns dias depois, o establishment britânico se curvou ao novo Talibã.

Qual é o objetivo desse macabro jogo ideológico? Certamente não é a derrubada de monumentos em si, como as estátuas de Cristóvão Colombo, que foram derrubadas ou decapitadas. É muito mais do que isso. É uma exibição de força com o intuito de criar uma revolução cultural para impedir que se diga que as culturas não são todas iguais, para colocar em julgamento o passado da Europa, para incutir remorso perene nas consciências e espalhar o terror intelectual para promover o multiculturalismo.

Quantos irão se recusar a aceitar essa supressão coercitiva da história? Se muitos se ajoelham a esse novo totalitarismo, quem terá a coragem de defender a história e a cultura ocidentais?

Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.


Único empresário no universo que lucrou 55 M€ durante a crise da aviação devida ao Covid19


Corrupção do benfica! Assunto sobre o qual o "sr" Meirim, auto-denominado "benfiquista moderado", se esqueceu de actuar e assim fazer a "tal" jurisprudência. O canalha!







Tribunal mantém multa que Conselho de Disciplina aplicara ao FC Porto
O Supremo Tribunal Administrativo (STA) validou um recurso da Federação Portuguesa de Futebol e manteve a multa de 15 300 euros que o Conselho de Disciplina tinha aplicado ao FC Porto, em maio de 2019, na sequência de críticas à arbitragem, e mais concretamente ao desempenho de Bruno Paixão como VAR do Feirense-Benfica, na newsletter "Dragões Diário".

Essa multa, que os portistas na altura contestaram, tinha sido anulada em duas instâncias de recurso anteriores - o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) e o Tribunal Central Administrativo do Sul (TCA), que então não considerara legítimo o recurso federativo à decisão do TAD - e o caso seguiu para instância superior, o STA, que deu agora cobertura ao recurso e à pena aplicada pelo Conselho de Disciplina.

O caso remonta a um Feirense-Benfica da época passada, jogado em abril de 2019 (1-4, favorável aos benfiquistas), que esteve na origem do texto "Paixão Vermelha" publicado no "Dragões Diário". Nele, lia-se que "Bruno Paixão teve uma carreira de árbitro recheada de decisões insustentáveis e, agora como VAR, segue a mesma lamentável tradição. Ontem, na Feira, assinalou um penálti a favor do Benfica depois de um toque tão levezinho que fez Pizzi cair em câmara lenta, mas fez vista grossa a dois lances na área do Benfica, um deles uma pisadela clara. Já no ano passado, também na Feira, o mesmo VAR deixou passar um penálti claríssimo sobre Marcano. Definitivamente, Bruno Paixão parece ter um problema com a imparcialidade, o que pode e deve afastá-lo dos jogos que vão decidir o campeonato."

As observações, segundo entendimento do CD, violavam o Regulamento Desportivo da Liga, aprovado pelos clubes, designadamente o artigo 112.º, que responsabiliza os clubes por declarações consideradas ofensivas da honra e reputação de agentes desportivos e/ou competições.

Até há bem pouco tempo, os processos disciplinares e consequentes penas aplicadas pelo CD por declarações (fossem de dirigentes ou em publicações tuteladas pelos clubes) ficavam muitas vezes empancados em argumentações jurídicas que andavam à volta da liberdade de expressão. E, não havendo delito penal passível de ser sancionado - por atentado à honra e bom nome, por exemplo -, a maioria desses processos não davam em nada e acabavam anulados nas instâncias de recurso intermédias.

Ora, por insistência de José Manuel Meirim, que está em final de mandato na liderança do CD, e que não continuará no cargo, a FPF prosseguiu as batalhas jurídicas para instância superior, de forma a fazer jurisprudência que possa acautelar casos futuros. Este processo que visa o FC Porto é o terceiro a ter desfecho favorável à FPF no STA; os outros dois, pelos mesmos motivos, envolveram o Benfica.

No acórdão do processo agora decidido, a que O JOGO teve acesso, o STA volta a separar relevância penal de matéria disciplinar. Ou seja, violar o regulamento desportivo que os clubes aprovam é suficiente para validar as penas do CD. E, no entendimento do STA, o texto escrito na "Dragões Diário" "não se limita a apontar erros de apreciação ocorridos no jogo em causa, mas afirma a parcialidade do agente desportivo em questão", o que, lê-se mais à frente, é passível de afetar a "credibilidade da própria competição desportiva", situação que o Regulamento Disciplinar da Liga prevê e pune.

"E se é verdade que o direito à crítica se inclui no exercício da liberdade de expressão, consagrada no artigo 37.º da CRP, como um direito fundamental, também o é que não se está perante um direito absoluto, ilimitado, insuscetível de ser restringido", remata o acórdão.

Estão na lista ou eram de "outra" lista?? ... Deve haver listas por "objectivos"!!!


A corrupta, centralista e colonialista lisboa sempre foi a casa da mãe Joana de elites sub-reptícias que fazem o que querem.