Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Porto na pintura (13)

(Júlio Costa)

Tarde de Cinema: A mulher do Oficial Nazi

Seixas da Costa: uma verdadeira melancia

Melancia, verde por fora vermelha por dentro, (tal e qual o Varandas)!

Em 15 dias, Sérgio Conceição foi insultado por um eurodeputado (o pior, segundo o MEP ranking) e agora por um diplomata, cuja carreira e idade não chegaram para dar-lhe discernimento na intervenção pública.

 Isto é revelador da falta de nível e decoro nas elites políticas do país.

Juiz que criticou o socialista, perdão juiz Ivo Rosa foi afastado

O juiz do Tribunal da Relação de Lisboa, Ricardo Cardoso, que arrasou Ivo Rosa a propósito da investigação ao presidente executivo da EDP, António Mexia, já não pode decidir no caso.

O juiz do Tribunal da Relação de Lisboa, Ricardo Cardoso, que arrasou Ivo Rosa a propósito da investigação ao presidente executivo da EDP, António Mexia, já não pode decidir no caso. O desembargador queria que Ivo Rosa fosse alvo de um processo disciplinar dado o comportamento que tem mantido no processo da EDP. Mas, o facto de ser casado com uma outra juíza do Tribunal da Relação, que já tinha decidido no mesmo processo, impede-o agora de tomar qualquer decisão. (daqui)

A PJ não faz nada no caso dos porcos encornados? Pois não! Eis uma eventual resposta


Porque não sou socialista

A simples condição de “não socialista” parece estar tocada pela lepra e merecer um cordão sanitário. É pois tempo de dizer que não sou socialista porque já fui socialista e sei o que isso significa.

Não sou socialista porque já fui socialista. E não sou socialista porque sei o que isso significa e a ilusão que representa.

Pode parecer estranho vir afirmá-lo aqui e agora é porque se tenta que esta simples condição – a de “não socialista” – seja uma espécie de lepra em torno da qual se deve construir um severo cordão sanitário. E, no entanto, nunca foi tão necessário romper esta espécie de unanimidade não assumida que é uma das razões da nossa desesperança.
Não é fácil. Os alucinados de toda a vida e os idiotas úteis do momento que estão sempre a postos e, logo que ouvem alguém dizer-se “não socialista” às claras, sem medo e sem rodriguinhos, saltam a anunciar que chegou a “alt-right”. O que vai bem com o espírito dos tempos e esta forma de pensar Portugal em que não é necessário ser sequer do PS nem votar-se no PS para se fazer parte de uma cultura dominante de inspiração e prática socialista (sendo que no PS nem todos serão exactamente socialistas).
Por outras palavras: não venho aqui dizer que não sou socialista apenas porque não tenho ou tive família no PS (até porque isso seria mentira), antes venho dizer precisamente o contrário. A primeira razão porque não sou socialista é porque aprendi a sua doutrina ainda na adolescência, época em que a sua lógica me enfeitiçou, tempo em que percorri os caminhos da ideologia até aos seus limites mais absurdos, tudo antes de compreender – felizmente ainda bem cedo – a mentira da ilusão e ter deixado de tentar justificar todas as tragédias associadas.
Para mim tudo começou muito cedo, aos 13, 14 anos, quando o meu pai me deu a ler um pequeno opúsculo de Léon Blum, o primeiro socialista a dirigir um governo em França, nos anos da Frente Popular. Nele se procurava explicar o que era o socialismo e, para além de todas as ideias de justiça social, pareceu-me de uma lógica inatacável a ideia de que a economia funcionaria muito melhor existindo planeamento central. Sendo eu então um miúdo com uma fé quase ilimitada no conhecimento científico, era para mim claro que assim se evitaria o desperdício e mais facilmente se garantiria que haveria bens que chegassem para todos. Conhecíamos as necessidades, só havia que organizar a sua produção e distribuição.
Hoje, quase 50 anos depois, sorrio da minha ingenuidade. Na verdade tudo no planeamento central contraria a natureza humana, limita a inovação, estimula a preguiça e conduz à servidão. Tudo no planeamento central leva, mesmo no mais eficiente dos regimes, à produção de Trabant’s, enquanto a “caótica” concorrência vai produzindo Mercedes, Audi’s e e BMW’s.
E não, não descartem já este exemplo por exagerado, pois sei bem que há uma enorme, uma gigantesca distância entre o socialismo democrático de Léon Blum – o ramo a que pertence o nosso PS – e as muitas variantes totalitárias filhas da Revolução Russa e do leninismo – o tronco de que brotou o PCP mas também o Bloco de Esquerda. Contudo não podemos descartar os ensinamentos de décadas de “socialismo real”, sem economia de mercado, até porque não é preciso acabar com as eleições para vermos onde nos leva uma economia onde o Estado trata de mandar em tudo – basta olhar para o que se está a passar na Venezuela.
É por isso que é necessário ir mais longe e mais fundo e compreender que quando Friedrich Hayek escreveu O Caminho para a Servidão, em 1944, uma das suas teses centrais é que o comunismo só se diferencia do socialismo por uma questão de grau. No fundo a ideia de planificar a economia acaba sempre num esforço para “planificar a sociedade” que limita as liberdades. Muito vilipendiado, ainda hoje proscrito em muitos centros ditos “do saber”, o livro foi lido mal saiu por um rival intelectual de Hayek, que lhe enviou de imediato um cartão a dizer que se encontrava “moral e filosoficamente profundamente comovido e agradado”. Estas palavras são de John Maynard Keynes, que tinha aproveitado a viagem transatlântica a caminho da conferência de Bretton Woods para ler o livro.
Conto esta pequena história porque Keynes sempre se definiu como um liberal, sempre se opôs às diferentes formas de socialismo e se advogou formas de intervenção do Estado na economia foi para salvar o capitalismo, não para o “superar”. É por isso que ao mesmo tempo que arquitectou formas de combater a Grande Depressão e defendeu políticas que estimulariam a criação de emprego e o combate à pobreza, e considerasse excessivo um certo nível de desigualdades de rendimento, considerava, sem complexos, “que existem justificações sociais e psicológicas para significativas diferenças de rendimento e de riqueza”.
Uma avaliação como esta não deriva de qualquer egoísmo pessoal ou de se ter o coração duro, antes de uma avaliação da natureza humana. Assim como dos sentimentos humanos, sobre os quais de resto Adam Smith escreveu longa e sabiamente antes de se dedicar à riqueza das nações. É por isso que o planeamento central não funciona e todos os fundamentos económicos do socialismo estão errados. É também por isso que não existe um sentido na História, a tal “seta do progresso” que levará à “superação” do capitalismo em que os socialistas também acreditam, mesmo quando não dispensam os prazeres “burgueses”.
O planeamento central não funciona porque não se planeia o que não se conhece. Pode-se fazer um plano quinquenal para a RTP, mas é impossível saber quando ou onde vai aparecer um Netflix. A inovação implica risco, implica falhanços, implica concorrência, implica empresas estabelecidas que vão à falência (a chamada destruição criativa), implica estar empregado, ficar desempregado e voltar a estar empregado, implica lutar e ter ambição, lutar por ser rico mas também poder ficar pobre. Sob a asa de um Estado que tudo providencia isso não acontece. Mesmo sob o peso de Estado que tudo regulamenta tudo é mais difícil. O socialismo pode dar-nos hoje a ilusão de mais segurança, mas garante-nos no futuro apenas mais pobreza.
Um Estado que tudo controla, ou que de todos desconfia, é um Estado que limita as liberdades. É um Estado que mais tarde ou mais cedo faz de todos os cidadãos dependentes de um qualquer serviço público ou de uma qualquer prestação estatal, logo é um Estado de cidadãos tendencialmente submissos e temerosos. É cada vez mais a nossa condição, e é essa nossa condição que limita as nossas escolhas: o socialismo faz política assustando a cidadania. É o nosso caminho da servidão.
Os socialistas não desconhecem as limitações da natureza humana, e por isso sempre sonharam com alguma forma de “homem novo”, um desiderato prosseguido à bruta pelos totalitarismos do século XX, uma missão hoje assumida pelos fanáticos de todos os politicamente correctos, sempre empenhados em obras de engenharia social que só respeitam a sua ideia de liberdade, não a liberdade de todos. E quando nos falam de “conquistas” ou “retrocessos” civilizacionais estamos muitas vezes de novo confrontados com o seu mito historicista de que a História flui apenas num sentido e, sobretudo, de que são eles os conhecedores desse sentido e os nossos guias, mesmo que à força.
Muitos dos que se dizem socialistas não se identificarão com o retrato que acabei de fazer, e isso não me surpreende. Viverão mais num “estado de espírito” sem se aperceberem de que as ideias têm genealogia, têm história e, sobretudo, têm consequências. E não as conhecerão como eu as conheci: por dentro, sem ambiguidades e em diferentes aproximações.
Por isso não devem ficar surpreendidos, só para dar um exemplo, com o actual estado do debate sobre a Lei de Bases do Serviço Nacional de Saúde. Um socialista defenderá mesmo aquilo que o actual PS parece estar a defender, a máxima estatização dos serviços de saúde, a mínima liberdade para os utentes e para os médicos, todos idealmente encaminhados para os seus hospitais e consultórios pelos “planeadores centrais”. Um não socialista preocupar-se-ia sobretudo em garantir que toda a população tinha acesso a bons cuidados de saúde, com o menor custo possível para o contribuinte, sendo-lhe indiferente se o prestador era o Estado, o sector social ou um operador privado, acreditando que tendo os utentes mais liberdade, mais responsabilidade nas suas escolhas e havendo mais concorrência, o resultado final seria melhor.
Há, por fim, uma perversão muitas vezes associada ao socialismo que também faz com que não seja socialista – é a facilidade com que confundem Estado com Governo e Governo com Partido. No leninismo isso foi teorizado: era o partido “vanguarda da classe operária”, detentor da verdade e conhecedor do “sentido da história”, que devia exercer a “ditadura do proletariado”. Nas democracias liberais não é assim, mas a verdade é que os socialistas, por acreditarem nessa coisa abstracta que é o Estado, e entenderem que ele deve ter um comando, que é o governo, têm por regra a maior das resistências aos mecanismos de limitação do poder executivo. O nosso PS nisso dá cartas, pois da constante tensão com o poder judicial ao desmantelamento dos órgãos de regulação independentes – o escândalo mais recente é o cerco ao Banco de Portugal –, tudo tem feito para concentrar mais poder nas mãos do Executivo. Fê-lo com Sócrates e reincide com António Costa.
Não há aqui nada de estranho: um não socialista como eu quer naturalmente mandar menos e dar mais liberdade a todos; um socialista acredita num dirigismo que também naturalmente contraria dar mais graus de liberdade.
Olhando agora para trás, para as quatro décadas e meia que já levamos de democracia, e lendo-as à luz destes critérios, é fácil perceber que estivemos quase sempre mergulhados numa cultura política e de Governo socialista, mesmo quando não eram os socialistas de nome que estavam no Governo.
Mais uma razão para me sentir não socialista.

Moçambique cobra à ajuda humanitária um valor por "proteger" os camiões enviados para os ajudar a eles próprios...


Luis Filipe Osíris


Reportagem SIC "Pagar para Perder" corrupção no benfica

Fábio Cardoso, lembram-se? Azarado no jogo do Santa Clara com os corruptos encornados!? O algodão não engana!

"Escorregou" no primeiro golo e depois "fez-se" expulsar!
Merdas que só a PJ e o MP não conseguem perceber…
Talvez os muitos bilhetinhos e o facto de pertencerem à comissão de "honra" do corrupto presidente possa explicar a falta de "percebes"...


Fernando "Mentes" e Catão: pela boca morre o ... mentiroso

Fernando Mendes, comentador de desporto da nojenta encornada CMTV, disse ontem em directo, não conhecer Vítor Catão. Pois não. 
Mostrem-lhe então esta foto ...

Carga Fiscal à moda das esquerdas: sacar o máximo ao povo, que o povo tuga é bem estúpido e vai votar de novo na podridão corrupta da esquerda!

A carga fiscal, que inclui receita de impostos e contribuições efectivas, subiu de 34,4% em 2017 para 35,4% em 2018. O total de receitas de impostos e contribuições sociais ascendeu assim a 71.357,3 milhões de euros no ano passado, contra 67.027,5 milhões no ano anterior.


Apoio a Ana Gomes: "Vamos falar de outra coisa"


E quem é que mais uma vez tinha de ter a mania das grandezas?? Estes filhos da $#$# centralistas só merecem cada vez mais o nosso grito de INDEPENDÊNCIA!

Em Espanha

Em Lisboa

Esquema táctico vs. a táctica dos esquemas

Incomoda-me a falta de imparcialidade dos cidadãos, a facilidade em ignorar que existem toupeiras no sistema judicial, só pela cor da camisola que vestem essas criaturas do subsolo.

É frequente apelidarmos Portugal como o país dos três “efes”: Fátima, futebol e fado. Um quase-lema do regime ditatorial do Estado Novo, que se tem vindo a mutar ao longo das últimas quatro décadas de democracia: por um lado, o catolicismo expresso na sinédoque de Fátima esbateu-se bastante (apesar do ainda evidente conservadorismo da população) e, por outro, o fado abriu asas, abraçou e foi abraçado noutras latitudes, e evoluiu para um fenómeno muito mais complexo e completo do que a tristeza cantada ao som da guitarra portuguesa. Já o futebol… bem, o futebol enraizou-se ainda mais, açambarcando até o que seriam os papéis do fado (cultura) e de Fátima (religião).
A semana passada, foi extraditado para território nacional o hacker da Football Leaks, o whistleblower conhecido virtualmente como “John”, mas cujo cartão de cidadão indica chamar-se Rui Pinto. Trata-se do pirata informático que ficou célebre em Portugal por, alegadamente, ter acedido aos servidores do Benfica, de onde retirou milhares de e-mails altamente comprometedores, mas que fez a sua primeira grande aparição (e pela qual agora responde à Justiça) ao hackar a Doyen, um fundo de investimentos com profundas ligações ao Sporting e ao FC Porto.
Além disso, tornou públicos documentos que indiciavam inúmeras práticas ilícitas de figuras altamente cotadas no mundo do futebol, muitas delas portuguesas, como Cristiano Ronaldo ou Mourinho, mas também de Messi, Neymar, Falcao ou Sergio Ramos.
Noutras áreas da sociedade, figuras como a de Rui Pinto são exaltadas como soldados da liberdade, defensores da justiça que, sem medo dos tubarões deste mundo, penetram nas suas casas-fortes, trazendo para a esfera pública os seus podres, numa luta pela igualdade e contra a corrupção. Basta olhar para os casos dos Panama Papers ou de Edward Snowden, ou, ainda mais emblemático, de Julian Assange, um homem acusado de violação na Suécia e uma clara marioneta do regime russo que, por divulgar documentos confidenciais, é elevado a um estatuto de semideus por uma facção considerável da população.
Mas é curioso que, em Portugal, Rui Pinto seja visto apenas como um perigoso criminoso, merecedor de todo e qualquer castigo possível.
É curioso que, ao contrário do que aconteceu em Espanha, onde o fisco arrecadou milhões com variadíssimos casos de tentativa de fuga fiscal no mundo do futebol, em Portugal o principal tramado nesta situação seja, imagine-se, quem a denuncia.
É curioso que, enquanto nos EUA se investigam alegações de violação por parte do nosso sagrado CR7, ou em França os e-mails obtidos pelo pirata são usados como prova, no nosso cantinho indivíduos como Paulo Gonçalves, César Boaventura, Alexandre Pinto da Costa ou Nélio Lucas continuem nos meandros do futebol, e continuem a encher os seus bolsos e os dos amigos com dinheiro, enquanto enchem a sociedade cívica de mentiras e manhas.
Não vou sequer mencionar as consequências desportivas destes casos, porque não é esse o ponto fulcral de toda esta questão. O que me incomoda é a falta de imparcialidade dos cidadãos na análise a esta situação; é a facilidade em ignorar que existem toupeiras no sistema judicial, só pela cor da camisola que vestem essas criaturas do subsolo; é a inaptidão e lentidão das autoridades competentes ao analisar estes esquemas de corrupção ou fuga de capitais, contrastando com a celeridade e insistência em extraditar um criminoso (sim, porque Rui Pinto cometeu vários crimes, independentemente da sua finalidade) que, claramente, estaria bem mais seguro num território menos futebolisticamente fundamentalista.
E, para juntar à festa, temos horas e horas de lixo televisivo, patrocinado por canais de suposta informação, com directos comentados por pseudo-especialistas (que nem para comentar futebol estão habilitados, quanto mais casos judiciais) à espera do avião em que chega o hacker, como se nos viesse visitar o Papa. Houve quem dissesse que “a religião é o ópio do povo”. No nosso caso, a religião é o futebol – e estamos perto da overdose.

O deputado vidente


As imagens estão ligeiramente desfocadas mas conseguimos distinguir nesta foto o líder dos Super Dragões Fernando Madureira e Vítor Catão


CORRUPÇÃO ! Benfica apanhado e denunciado!

No sambódromo do Rio, Bolsonaro diverte-se com os filhos...


Os novos donos disto tudo vieram com a família

Sempre houve nepotismo em Portugal, mas não com este descaramento. Quem não conhece o mundo fora do Estado não conhece o mundo em que vive a maioria dos portugueses. Opinião de José Manuel Fernandes.

Vais voltar a votar em quem não defende a tua liberdade de expressão?


A maior carga fiscal de sempre! Vai voltar a votar nos partidos do costume?


Homenagem à seleção de lisboagal e ao estádio talismã...

… o último jogo oficial da selecção nacional no Estádio do Dragão foi realizado ainda na era Paulo Bento…

A seleção de lisboagal não é para todos...


Vitor Catão.... É o que está a dar. A podridão é total!

Rui: breve história do "fellacio"


Eis um exemplo de um comentador que se diz independente, independentemente de um contrato brochista



Catão vs Boaventura - dizem que é o que está a dar...






"Chefão da máfia do futebol preso! Calma aí, foi na Indonésia"

Ana Gomes: "Chefão da máfia do futebol preso! Calma aí, foi na Indonésia"

Ana Gomes voltou a publicar nas redes sociais um dia depois de o Benfica e Luís Filipe Vieira anunciarem que vão avançar com processos contra a eurodeputada.

A eurodeputada Ana Gomes recorreu esta segunda-feira ao Twitter para partilhar a notícia da detenção do presidente interino da Associação de Futebol da Indonésia, por envolvimento num esquema de viciação de resultados.
"Chefão da máfia do futebol preso! Ei, calma aí! Não foi cá, foi... na Indonésia", escreveu Ana Gomes, de forma irónica, naquela rede social.
(daqui)

Porto na pintura (12)

(Júlio Costa)

Enquanto a selecção tuga opta pela corrupta lisboa, o BRASIL escolhe a Cidade do Porto!

Os 5 canarinhos do FC Porto

Caso Rui Pinto. "A justiça portuguesa está a actuar com excesso de zelo"

"Atentado à democracia são os negócios escuros ilegais e a corrupção endémica que habita o nosso sistema", defende o presidente do Observatório da Justiça. 

O presidente do Observatório da Justiça, Boaventura Sousa Santos, admite que "a justiça portuguesa está a atuar com excesso de zelo" no caso Rui Pinto.
Boaventura Sousa Santos defende que o caso "não devia ser tratado como particularmente grave" e afirma que "dá a ideia de que a justiça portuguesa está a entrar na paranoia internacional de que estas pessoas são um atentado à democracia".
Na opinião de Sousa Santos, os crimes de que Rui Pinto é acusado "não são um atentado à democracia". "Atentado à democracia são os negócios escuros ilegais e a corrupção endémica que habita o nosso sistema", diz.
Para o presidente do Observatório da Justiça este caso "não devia ser dramatizado", pois "a atividade considerada criminosa não tem por objetivo final cometer crimes mas impedir que outros crimes se cometam e trazer à luz outros crimes".
O denunciante do Football Leaks chegou esta quinta-feira a Portugal. O avião que transportava desde Budapeste, Hungria, o pirata informático Rui Pinto aterrou em Lisboa 3 minutos antes das sete da tarde.
Rui Pinto é acompanhado por agentes da Policia Judiciária e depois de pernoitar nas instalações da PJ, deve ser presente amanhã a um Juiz do tribunal de Instrução Criminal.
O denunciante do "Football Leaks" é suspeito de crimes informáticos e tentativa de extorsão ao fundo de investimento Doyen e a sua extradição decorre de um pedido das autoridades nacionais. Rui Pinto chega a Portugal numa altura em que colabora com as autoridades judiciais de vários países europeus, como a Suíça e a França.  (daqui)

Árvore centenária ganha protecção oficial nos Jardins do Palácio de Cristal

(João Garcia)

Um exemplar de Metrosideros com cerca de 150 anos e existente nos Jardins do Palácio de Cristal foi classificado como "arvoredo de interesse público" pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

O despacho foi publicado em Diário da República e vem dar resposta a um pedido da Câmara do Porto relativo a este exemplar isolado que, pelas suas características e monumentalidade, apresenta um "impacto visual significativo", além da longevidade estimada em cerca de 150 anos.

Segundo o documento, a árvore da espécie Metrosideros excelsa Sol. ex Gaertn. apresenta um "bom estado vegetativo e sanitário", "configuração invulgar e exótica, conferida pela forma das várias pernadas desenvolvidas a partir da base do tronco e pelas raízes aéreas pendentes dos ramos mais elevados".

O metrosidero fica protegido com uma zona especial numa área com um raio de 20 metros a contar do centro da sua base, onde estão proibidas quaisquer intervenções que possam destruir ou danificar o exemplar. (daqui)

Município lança concurso de fotografia sobre o Porto

(Filipa Brito)

A primeira edição do Concurso Fotográfico sobre o Porto quer promover a participação de cidadãos no objectivo comum de captação de imagens inéditas da cidade. O período de candidaturas abriu (…) terça-feira, dia 19 de Março, e há prémios a considerar para as melhores fotografias. 

Desafiam-se os participantes a captar instantes que comuniquem a cidade e questionem a sua realidade sob ângulos e perspectivas diferenciadoras.

Os trabalhos que forem seleccionados por um júri de experientes fotógrafos e designers vão dar origem à publicação de um livro. E, a cada um dos participantes cujas fotografias sejam escolhidas e publicadas, será oferecido um exemplar do respectivo compêndio.

Aos candidatos que apresentarem as três melhores fotografias o concurso atribui um apoio financeiro de 2.500 euros, a cada um.

O prazo de envio das propostas fotográficas decorre até ao dia 19 de Abril, sendo que cada participante pode concorrer até a um limite máximo de três imagens.

As candidaturas devem ser formalizadas através do preenchimento da ficha de inscrição, de utilização obrigatória, e enviadas para o e-mail fotografiaporto2019@cm-porto.pt, juntamente com as fotografias (anexar as fotografias via link do WeTransfer ou outro serviço de transferência de arquivos baseado em nuvem).
Os ficheiros fotográficos devem corresponder às seguintes características: em RGB, no caso de fotografias a cor, ou em escala de cinzas (grayscale), no caso de imagens a preto e branco (com o máximo de 5000 pixels no lado maior, resolução de 300 dpi, em formato JPG ou TIFF).

Esta informação não dispensa a consulta do Programa, no microsite do concurso: fotografiaporto2019.porto.pt.

O lançamento do concurso fotográfico foi aprovado por unanimidade em reunião de Executivo realizada no início deste mês, por proposta de Rui Moreira. (daqui)