Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Blasfemos de parabéns



Ontem à noite, no regresso de lisboa

Combustíveis em Portugal: a golpada!

Portugal  
                 Gasolina – 1.70

                 Gasóleo  - 1.50

Afganistan Essence Normale EUR 0,43
Algerien Diesel EUR 0,11
Aserbaijan Diesel EUR 0,31
Egypte Diesel EUR 0,14
Ethiopie Super EUR 0,24
Bahamas Diesel EUR 0,25
Bolivie Super EUR 0,25
Brésil Diesel EUR 0,54
Chine Normal EUR 0,45
Equador Normal EUR 0,24
Ghana Normal EUR 0,09 !!!!!!!
Groenland Super EUR 0,50
Guyane Normal EUR 0,67
Hong Kong Diesel EUR 0,84
Inde Diesel EUR 0,62
Indonésie Diesel EUR 0,32
Irak Super EUR 0,60
Kazakhstan Diesel EUR 0,44
Qatar Super EUR 0,15
Kuweit Super EUR 0,18
Cuba Normal EUR 0,62
Libye Diesel EUR 0,08 !!!!!!!
Malaisie Super EUR 0,55
Mexique Diesel EUR 0,41
Moldavie Normal EUR 0,25
Oman Super plus EUR 0,20
Peru Diesel EUR 0,22
Philippines Diesel EUR 0,69
Russie Super EUR 0,64
Saudi Arabie Diesel EUR 0,07 !!!!!!
Afrique du Sud Diesel Eur 0,66
Swasiland Super EUR 0,10 !!!!!!
Syrie Diesel EUR 0,10 !!!!!
Trinidad Super EUR 0,33
Thailande Super EUR 0,65
Tunisie Diesel EUR 0,49
USA Diesel EUR 0,61
Venezuela Diesel EUR 0,07 !!!!!
Etats Arabes Unies Diesel EUR 0,18
Vietnam Diesel EUR 0,55
Ukraine Diesel EUR 0,51

FONTE: AUDIPT.COM

Mapa ilustrado do Douro

163 anos depois do primeiro surge um novo mapa ilustrado da região vinícola do Douro. Pintado pela mão de um artista inglês, o mapa está agora exposto num hotel de Gaia  e vai ter reproduções em vários pontos da região duriense.A aguarela original é composta por 130 ilustrações e mede três metros e David Eley pretendeu "representar o Douro moderno do século XXI", informa a empresa vinícola The Fladgate Partnership, proprietária do The Yeatman, que encomendou o mapa.


Partilha D'Ouro


Há imagens que realçam mesmo aquilo que gostamos!!!

Uma das maiores burlas ainda sem castigo. Porquê?

Estou de regresso à minha Nação: Porto!

"Eles" estão em quedra livre


piu piu

(3 jogos seguidos sem vencer)

Porque Coimbra é uma lição...

... olhos postos na liderança
 enquanto saboreamos uma fogaça ...

O centralismo lisboeta visto de Bragança

Nao foi parco em críticas o Pres da CM de Bragança, Jorge Nunes,  durante as comemorações 548 anos de elevação a cidade. O autarca local aproveitou o momento para enviar recados a lisboa, contra as políticas governativas das últimas décadas que deixaram deserto o interior do país. O presidente da câmara de Bragança quer que se deixe a macrocefalia de Lisboa e que se projecte o país como um todo e direccionado para a Europa.

Mamar um golo aos 20 segundos depois de saída de bola nossa?

Nem numa equipa amadora!
É só abébias!
Que incompetentes!

Competição após competição, o FC Porto agoniza um pouco mais e morre lentamente, em lume brando, sem brilho nem glória.
Que tristeza de época: má gestão da SAD, má orientação técnica, pouca vontade dos activos e muita acção "externa" minam o trabalho e o prestígio da temporada passada... Que raio...

Tax the rich

Há maquinistas que ganham 50 mil euros

Os trabalhadores da CP – que hoje (ontem, 21 Fevereiro)  estão mais uma vez em greve, nomeadamente, contra os cortes salariais –, têm vencimentos anuais muito acima da média portuguesa. De acordo com a folha salarial da CP a que o SOL teve acesso, um inspector-chefe de tracção recebe 52,3 mil euros, há maquinistas com salários superiores a 40 mil euros e operadores de revisão e venda com remunerações que ultrapassam os 30 mil euros por ano.
No total, os trabalhadores da CP dispõem de 195 itens que contribuem para ‘engordar’ a sua remuneração variável no final do ano. O número atípico de apoios, ajudas e subsídios tem contribuído para que a empresa engrosse a factura com remunerações. Em 2009 foi de 104,5 milhões de euros anuais (segundo os últimos dados disponíveis).
«O salário dos maquinistas, por exemplo, engloba abonos de produção, subsídios fiscais, ajudas de custo e subsídio de agente único», explica fonte oficial da empresa pública. «Só por se apresentar ao trabalho, cada maquinista recebe mais de seis euros por dia, devido ao subsídio de assiduidade».
Os diversos subsídios são resultado das negociações entre as várias administrações que têm passado pela empresa e os sindicatos de trabalhadores ao longo dos anos. Ao todo, representam mais de metade – 54,3% – dos encargos totais com salários.
Apenas em subsídios de condução, a CP gasta cerca de quatro milhões de euros, aos quais se juntam 2,4 milhões de euros em prémios de condução e 3,3 milhões de euros em prémios de chefia.
«O tempo médio de escala dos maquinistas é de oito horas por dia, num total de 40 horas semanais. Mas, em média, o tempo de condução está entre as três e as quatro horas diárias», sublinha a mesma fonte.
Já as diuturnidades (subsídio por antiguidade) custam 3,3 milhões de euros à empresa e os gastos o pagamento por trabalho em dias de descanso não compensados ascendem aos 4,5 milhões de euros.
Os trabalhadores da CP estão em greve às horas extraordinárias até ao final de Abril, devido ao anúncio de 815 despedimentos no grupo e aos cortes salariais exigidos pelo Governo. A CP prevê «fortes perturbações» na circulação de comboios, durante o dia de hoje.
Também no Metropolitano de Lisboa, outra empresa detida pelo Estado, existem vencimentos de luxo. Há uma secretária administrativa que recebeu 64,6 mil euros em 2009, dos quais 5,7 mil dizem respeito a subsídios de carreira administrativa.
No total, existem 14 técnicos superiores que ganham mais do que os vogais do conselho de administração. Um destes técnicos auferiu 114 mil euros em 2009, mais 42 mil euros do que o chairman.

Otários: como Lisboa olha para os Nortenhos

A prova dos nove tirei-a em Maputo, algures em 1991, após ter jantado comida chinesa com o Jorge Armindo e o Vaz Branco (que à época trabalhavam no grupo Amorim), no Sheik, um restaurante perto do Polana, na esquina entre as avenidas Julius Nyerere e Mao Tsé-Tung.

A seguir ao jantar, descemos para a discoteca, a que se acede por uma porta à direita, após atravessar um corredor, razoavelmente longo e estreito. A porta estava guardada por um porteiro que depois de se afastar para deixar entrar o Jorge e o Vaz Branco me interpelou dizendo: "São cinco mil meticais!"

Rapidamente fiz contas de cabeça e procedi a uma análise comparada da minha fachada com a dos meus amigos. As conclusões deste exercício foram esmagadoras:

1. Não há maneira de a divisão de 5000 por três dar conta certa;
2. Mesmo admitindo que o fato azul do Jorge e o fato cinzento do Vaz Branco fossem de melhor corte que o meu Alto (o topo de gama da Maconde) não me parecia provável que o porteiro pudesse ter detetado isso em tão pouco tempo e num ambiente tão deficientemente iluminado.

Para que não ficassem dúvidas, interroguei o camarada porteiro: "Os cinco mil meticais referem-se à entrada de nós os três ou só à minha?". Foi nesse momento que obtive a confirmação, a prova dos nove, do que já desconfiava há algum tempo. Era só à minha!

Dito por outras palavras, tenho gravado na testa um O, de otário, invisível aos olhos de muita gente (não é, por exemplo, visível nas fotografias ou quando me olho ao espelho para fazer a barba), mas que lamentavelmente é visto por algumas pessoas, por norma gente abusadora e de fraca índole.

Esclareço desde já que não estavam em causa os 5000 meticais. Eu tinha no bolso das calças um rolo de notas de metical, que não consegui gastar e há coisa de dois anos, antes de mudar de casa, ainda estavam arrumadas na gaveta das meias, presas por um elástico, e eram usadas para fazerem as vezes de dinheiro de Monopólio quando jogava poker com os meus filhos. Se o porteiro me tivesse pedido nove mil meticais, eu prontamente lhos teria dado e provavelmente ainda estaria na doce ignorância sobre a capacidade de alguns trafulhas verem um O na minha testa.

Veio-me este episódio à lembrança ao rever indicadores económicos que me levam a desconfiar que os sucessivos governantes instalados em Lisboa têm a capacidade do porteiro do Sheik e veem O, de otários, gravados na testa dos 3,7 milhões de nortenhos.

Apesar de habitarmos em apenas 23% do território e sermos 35% da população, produzimos 40% do VAB, temos uma balança comercial excedentária (a taxa nortenha de cobertura de importações pelas exportações é de 129%, contra uma média nacional de 74%), representamos 50% do emprego industrial - e somos, desde 99, a região mais pobre do país, com um rendimento per capita de 80% da média nacional e 65% da comunitária. Já é tempo de pôr um ponto final a este abuso.

Crise no galinheiro...

O vassalo do benfica no Norte, o Vitória de Guimarães, habitual freteiro dos encornados de lisboa, desta vez excedeu-se: venceu os patrícios de lisboa. O Vitória, mesmo riscando da lista de presenças à última da hora o emprestado Urreta e tendo um Xistra em campo, fez das fraquezas força e derrotou os seus "amigos" da corte. Os lisboetas, mesmos reforçados com Rodrigo, que, segundo a torquemada imprensa da capital  fora "assassinado" uns dias antes noutra derrota dos lampiões (convém salientar esse desaire), não foram desta vez ajudados pelo Xistrema e, por incapacidade e imperícia, foram derrotados na liga portuguesa, pela primeira vez.  Perderam o elan de 5 pontos, perderam a possibilidade de chegar ao fim do campeonato sem derrotas (sonho que secretamente alimentavam), perderam pela segunda vez (e num espaço curto de uma semana) e ficaram nervosos. E galinhas nervosas no galinheiro significa menos ovos e sem ovos não se fazem omoletes...

Claro que alguns se enganam, como prova a imagem acima, retirada da Sport TV (gentileza do blog do Dragão de Vila Pouca), mas como estamos no carnaval, ninguém leva a mal. Só nos rimos. Com muito prazer!

Feitos da "nossa" raínha de inglaterra


Porque motivo o banco BIC, com tanta gente qualificada e desempregada neste país, contratou o procurador que investigava um processo de associação criminosa e branqueamento de capitais do BES Angola.
Curiosamente vai trabalhar no âmbito da prevenção do branqueamento de capitais e não levantou nenhuma desconfiança ao Conselho Superior do MP que concedeu de imediato licença sem vencimento de longa duração, ao dito procurador!

Maquinistas da CP: mais uma vez em greve

A greve dos maquinistas da CP no dia de Carnaval deverá levar a empresa a realizar apenas os 162 comboios definidos como serviços mínimos pelo tribunal arbitral, um número que corresponde a cerca de 19% da oferta prevista.
Na terça-feira, os maquinistas da CP voltam a parar, no âmbito da greve ao trabalho em horas extraordinárias, dias de descanso semanal e feriados que têm em curso, uma vez que o Acordo de Empresa considera o dia feriado.
A porta-voz da CP, Ana Portela, disse à Lusa que a empresa tinha programado para aquele dia a realização de 841 comboios, sendo que os serviços mínimos apenas abrangem a realização de 162, "o que corresponde a cerca de 19% da oferta" prevista pela transportadora ferroviária.
A responsável salientou, no entanto, que "se a empresa puder fazer mais comboios certamente não deixará de fazê-los".
Os serviços mínimos decretados pelo tribunal arbitral "correspondem, nos serviços urbanos de Lisboa e do Porto, a um pouco mais de 20% da oferta que seria normal e nos serviços de longo curso e regional a cerca de 15%", detalhou Ana Portela.
A responsável alertou para o facto de, à semelhança de greves anteriores, o impacto poder começar a fazer-se sentir no dia anterior.
"O impacto deverá começar a fazer-se sentir mesmo ao final de segunda-feira, já depois da hora de ponta", disse, acrescentando que, "nos serviços urbanos, a partir da 21.30 horas/22.00 horas é expectável que deixem de se realizar comboios".
A circulação voltará à normalidade na quarta-feira: nos serviços urbanos de Lisboa e do Porto o serviço deverá estar normalizado à hora de ponta, enquanto nos regionais e de longo curso "podem registar-se atrasos ou supressões ao longo do dia".
A greve ao trabalho em horas extraordinárias, dias de descanso semanal e feriados foi decretada pelo Sindicato Nacional dos Maquinistas (SMAQ) no início de janeiro e prolonga-se até final deste mês.
O SMAQ, que já tinha cumprido vários dias de greve com a duração de 24 horas no período do Natal, contesta os processos disciplinares alegadamente ilegais interpostos pela CP pelo incumprimento de serviços mínimos em paralisações anteriores.

Comentário:
Sinceramente, toda e qualquer razão que pudesse assistir aos senhores maquinistas morreu há muito tempo. A greve é uma coisa séria e só deve ser accionada em situações extraordináriamente graves, todavia a contínua e repetida recorrência e banalização desta figura desmonta qualquer simpatia por esta classe. Estes indívíduos, pobres ou ricos, explorados ou beneficiados, manobrados ou não pelos comunistas, sérios ou hipócritas, perderam o meu respeito. Não respeitam os cidadãos, colocam os interesses corporativos à frente das necessidades do todo. São  desprezáveis!




Olivença é nossa!

Desde sempre que Olivença foi um espinho na diplomacia portuguesa, tendo sido celebrados dois acordos para definição das fronteiras entre ambos os países, em 1864 e em 1926, em ambas as ocasiões deixou-se por delimitar uma faixa do Alentejo coincidente com o território de Olivença. Nem mesmo no tempo de Salazar a solução resolveu-se, pelo contrário até mesmo um Coronel de Cavalaria dirigiu-se com uma coluna de blindados para Olivença e foi parado à ultima da hora pelos capangas do sr.Professor de Finanças. Em 1938 foi criado o Grupo de Amigos de Olivença que na altura se chamava Sociedade Pró-Olivença, de entre os seus 40 fundadores destacava-se o General Humberto Delgado.
Na ordem internacional continua a vigorar o entendimento assumido e proclamado no Congresso de Viena de 1815 que, reunindo todas as potências beligerantes, entre elas os dois Estados peninsulares, pôs termo às Guerras Napoleónicas e estabeleceu uma nova ordem internacional, decidindo concretamente, a respeito de Olivença, que «Les Puissances, reconnaissant la justice des réclamations formées par S. A. R. le prince régent de Portugal e du Brésil, sur la ville d’Olivenza et les autres territoires cédés à Espagne par le traité de Badajoz de 1801, et envisageant la restitution de ces objets, comme une des mesures propres à assurer entre les deux royaumes de la péninsule, cette bonne harmonie complète et stable dont la conservation dans toutes les parties de l’Europe a été le but constant de leurs arrangements, s’engagent formellement à employer dans les voies de conciliation leurs efforts les plus efficaces, afin que la rétrocession desdits territoires en faveur du Portugal soi effectuée; et les puissances reconnaissent, autant qu’il dépend de chacune d’elles, que cet arrangement doit avoir lieu au plus tôt» (Art.º 105.º do Tratado de Viena, também subscrito por Espanha).
Em 2007 no Governo de José Socrates o
Ministério dos Negócios Estrangeiros recusa ocupação espanhola de Olivença, em 2010 o constitucionalista do PSD, Pedro Bacelar Gouveia fez pertinente requerimento à Assembleia da República, endereçado ao Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, intitulado “O território terrestre de Portugal e a questão de Olivença”. Não sendo uma questão menor a Questão de Olivença consta do relatório “The World Factbook” da CIA.
Agora
seis deputados do PS endereçaram ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, uma pergunta que parece destinada a causar-lhe embaraços sérios. Para os deputados interpelantes, Portas deveria intervir contra as comemorações planeadas em Espanha para assinalar a anexação daquela antiga cidade portuguesa. Durante o Governo anterior a Esquerda era acusada de falta de patriotismo sobre o assunto, resta saber qual a posição da Direita … porque a de Salazar sobre a mesma todos sabemos.

Paiva Monteiro

Regionalização: caçar com gato!

Qualquer debate que se pretenda consequente sobre a regionalização, tem que começar pela questão constitucional e pela revisão do bizarro artigo 256º. Urge, portanto e ainda que meramente circunscrita a esse ponto, uma revisão constitucional.
Outra forma de inquinar qualquer debate consequente sobre a verdadeira reforma do Estado (que ainda não se fez, nem rec...olhe vontade política inequívoca para ser feita rapidamente) é tentar-se justificar a necessidade de se regionalizar o Estado, com uma capa ou uma perspectiva meramente tecnicista. Não se devem colocar argumentos "técnicos - organizativos" ou económicos como fator determinante (ou pior: dissuasores) do exercício de uma vontade política. E regionalizar-se, a bem do Estado e de todos nós, é uma questão política que não pode esconder-se sob o manto opaco de um tecnicismo supostamente neutro e académico.
E não nos podemos esquecer que quem (ainda) não tem cão, não deve inibir-se de caçar com um gato. Não é preciso termos instituído formalmente a regionalização, para reagirmos contra um estado de coisas (de espíritos e de afetividades) irracionalmente centralista. Por exemplo, a hipótese de uma administração “nacional” e centralizada do Porto de Leixões, bem como a questão do aeroporto Sá Carneiro, são desafios que quem defende a descentralização deve assumir. De forma inteligente, firme e eficaz. A bem do país.

Fantasporto 2012

A fraude centralista: mobilidade na função pública

Soubemos esta semana que o Governo de lisboa quer a mobilidade para, a prazo, diminuir a despesa, isto é, para colocar os funcionários onde são precisos, retirando-os de onde não são.
Os sindicatos, na sua maioria controlados pelos comunistas e socialistas vieram a terreiro manifestar a sua indignação. Andam até a apelar à adesão a uma semana de luta entre 27 de Fevereiro e 5 de Março e até para a greve agendada pela esquerda para 22 de Março.
Trata-se, como calculam de uma fraude.
  • Onde está 95% do funcionalismo público?  Em Lisboa!
  • Assim, o que o governo da capital propõe é que o ineficaz sr. Silva, do ministério X, na Rua da Alcatra, se mude para a secretaria geral Y, na Rua do Reedor! Que horror!
Estes centralistas são uns pândegos mentirosos e julgam que nos enganam...





Vendo Tablet 1ª Geração

Momento Gourmet

Bacalhau à Zé do Pipo

 
Ingredientes (para 4 pessoas):

1 lombo de bacalhau
2 cebolas médias
1 litro de leite
4 colheres de sopa de azeite
1 folha de louro
sal e pimenta q.b.
1 tigela de maionese (feita com 2 gemas e 4 dl de azeite)
750 grs de batatas em puré
azeitonas pretas

Confecção:

Depois de bem demolhado, corta-se o bacalhau em postas.
Leva-se a cozer com leite.
Entretanto, picam-se as cebolas e levam-se a estalar com o azeite, o louro, sal e pimenta e um pouco de leite de cozer o bacalhau.
A cebola deve ficar branca e macia e nunca loura.
Depois de cozido, escorre-se o bacalhau e colca-se num recipiente de barro ou, o que é preferível, cada posta num recipiente de barro individual.
Deita-se a cebola sobre as postas de bacalhau, que depois se cobrem completamente com a maionese.
Contorna-se com o puré de batata passado pela seringa ou saco e leva-se a gratinar.
Enfeita-se com azeitonas pretas.
Receita de uma célebre casa de pasto que existiu no Porto a cujo proprietário davam o nome de Zé do Pipo.
Embora levando maionese, esta receita faz parte da culinária tradicional do Porto.

Que tal um salto até ao Parque Nacional da Peneda-Gerês!?

Turismo ferroviário no Douro

Douro 2011
Na região há, quem pense pela continuidade e alargamento do Turismo Ferroviário!
O presidente da Entidade Regional de Turismo do Douro fala do potencial da região e considera que a promoção do destino «tem de passar necessariamente por mercados de proximidade», como o espanhol. A aposta na linha férrea é um dos temas desta conversa onde o responsável realça as «virtualidades» que a reabilitação do troço entre o Pocinho e Barca D´Alva traria para a captação de turistas. «O seu uso para fins turísticos podia compensar a perda que o Douro teve no vale do Tua», defende.



Café

Café Portugal - Apostar na linha férrea, enquanto turismo, é fundamental? Dos projectos existentes, quais são os mais importantes, com público e que servem o turismo, bem como a região?

António Martinho - A aposta na ferrovia, na perspectiva do desenvolvimento do Turismo no Douro é muito ...importante.
Quer pela articulação com o cruzeiro fluvial, quer porque estamos numa região que queremos potenciar na componente da sustentabilidade ambiental, quer porque permite apreciar uma parte significativa da paisagem duriense que, por rodovia, não é tão fácil. Defendi há meses, junto da REFER e da CP, a melhoria do material circulante. Já está melhor, mas ainda pode prestar melhor serviço.
Defendi a electrificação até à Régua e é importante que esse projecto avance. Hoje, já há grupos que se deslocam ao Douro, subindo mesmo ao Museu do Côa e ao Parque Natural do Douro Internacional de comboio, o que é muito bom.

Ler entrevista completa em: Café Portugal






Momento Gourmet

Receita
Folhado de Morangos com creme de laranja

[Acompanhe com um vinho do porto: Tawny 40 anos]


Ingredientes:

massa folhada 400 g
ovo 1
natas 2 dl
leite 2 dl
ovos 2
colher de chá de farinha maizena 1
cálice de Cointreau 1
raspa de uma laranja



Confecção:

Estenda a massa folhada e faça dois rectângulos com 20 cm de comprimento por 10 cm de largura.
Pinte com ovo e leve ao forno, previamente aquecido a 250ºC, durante 10 minutos.
Reduza então para 150ºC e deixe acabar de secar o folhado.
Leve ao lume num tacho o leite até ferver.
À parte junte as gemas dos ovos com o açúcar e a farinha.
Mexa bem e junte-lhe o leite quente.
Leve de novo ao lume a engrossar.
Bata as natas como para chantilly e misture ao creme já frio.
Envolva tudo delicadamente, verta o licor cointreau, a raspa de laranja e mexa novamente.
Lave e corte os morangos em pequenas lâminas e misture com o creme.
Abra os folhados a meio fazendo quatro placas.
Recheie estas placas com o creme de morangos.
Corte em rectângulos mais pequenos.
Coloque num prato de servir e decore com os morangos que sobrarem.

No Porto, turismo "com alma"

O Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) e a Diocese do Porto assinam hoje, pelas 11h00, um acordo de parceria com vista ao desenvolvimento do projecto “Viagens com Alma”, que visa o lançamento de circuitos culturais e turísticos com base nos monumentos e sítios pertencentes à diocese portuense.
Esta parceria desenvolve-se em torno do projecto “Viagens com Alma” que representará, num futuro próximo, um maior dinamismo do património da diocese do Porto”, avança o TPNP em comunicado, explicando que o projecto pretende “divulgar e animar espaços com enorme interesse histórico”.
Com a implementação do “Viagens com Alma” as riquezas e potencialidades do património da Diocese do Porto serão abertas à comunidade e ao público de modo a que estes possam usufruir do todo o seu esplendor salvaguardando e transmitindo bens e ideais de valor incalculável”, sublinha a entidade regional de turismo em comunicado.
O acordo de parceria vai ser assinado pelas 11h00, no Auditório do Paço Episcopal do Porto, numa cerimónia que vai contar com representantes do TPNP e do Secretariado Diocesano de Liturgia, Departamento dos Bens Culturais da Diocese do Porto.

FONTE: TPNP




Perfil do turista que visita o Porto

O turista que visitou o Porto e o Norte de Portugal no último trimestre de 2011 é maioritariamente do sexo masculino, tem 30 anos, pertence à classe média alta e tem habilitações superiores, indica um estudo divulgado.
O estudo realizado pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal e com o Aeroporto Francisco Sá Carneiro (Porto), indica também que os solteiros preenchem mais o segmento lazer e os casados o segmento negócios.
A média de idade para o segmento lazer é de 34 anos e 37 no segmento negócios.
Os turistas inquiridos no Aeroporto Sá Carneiro foram subdivididos em turistas que chegaram para lazer/férias e em negócios/trabalho e o estudo conclui que a maior fatia pertence a uma “classe média alta, com níveis de rendimento elevado e com habilitações superiores, especialmente no grupo em negócios”.
O estudo refere que os principais países emissores, segmento lazer, são turistas com residência em Espanha, França, Inglaterra, Holanda, Brasil, Alemanha e Suíça, enquanto que no segmento negócios/trabalho os países emissores são Espanha, seguida de França, Inglaterra, Itália, Alemanha, Holanda e Bélgica.
Os principais motivos que os turistas identificaram para visitar o Porto e o Norte de Portugal são o “alojamento”, “património” e “preço”.
A localização, a beleza natural, a cultura, a gastronomia, o vinho do Porto e voos baratos são outros motivos que constam na lista.
As principais actividades dos turistas que estão em lazer no Porto e Norte de Portugal são as experiências gastronómicas, compras e as visitas a monumentos.
No segmento do turista em trabalho/negócio, as três principais atividades recaem também sobre experiências gastronómicas, apreciar paisagens, fazer compras, designadamente de artesanato e gozar a animação nocturna.
O “Perfil do Turista que visita o Porto e Norte de Portugal” é um estudo levado a cabo pelo IPDT, em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal e com o Aeroporto Francisco Sá Carneiro (Porto).
FONTE: IPDT

[Jornal Norte]


Desobediência Civil

Portuguesas e Portugueses...



Não sentes tu o teu Coração?
Ele, chora contigo, qu...ando choras o Futuro dos teus filhos e o teu!
A dor que te atormenta, ao ver o estado Caótico da Nação? Que esperas?
Que seja o outro afazer por ti, o que tem de ser feito, por Todos Nós?
Não sentes tu o teu coração? Mas ele sente-te a ti!
Sabe da magoa que alimentas, por nada fazeres e tudo consentires o que eles fazem!
O teu coração, fica triste, por te ver indeciso, ali assistires na televisão, todos estes crimes e roubos à nação, pelos Bancos e Políticos medíocres!
Se Portugal fosse a tua casa, e visses a cozinha arder, a tua reacção seria de impedir, que o incêndio se alastra-se a toda a casa... Certo!?
Então, que esperas... Portugal precisa de todos Nós... Sem Dignidade Não tem Futuro possível...!!!
Todos sabemos, todos já demos conta, todos temos provas, que os Políticos dos últimos Governos incluindo o presidente da República, são pessoas sem escrúpulos, sem Amor algum para com o povo português!
Sente... o teu CORAÇÃO...!
Ouves tu essa voz que vem de dentro... ganha Coragem, Dignidade e luta!
Pensa em ti se desejares.... e Luta...!!!
Pensa no teu Filho e por Amor Luta por o Seu Futuro....!!!
PRIMAVERA APROXIMA... "DESOBEDIÊNCIA CIVIL"
[do facebook]

O maquinista da CP

Hoje preciso disto...

«Sobre o Acordo Ortográfico» [José Gil, revista "Visão"]

Parece que, a pouco e pouco, o Acordo Ortográfico vai perdendo terreno. Todos os argumentos que o criticam foram já repetidamente enunciados: desde a importância da etimologia ser irreconhecível nas palavras desfiguradas, ao facto, intolerável, de se impedir assim o livre desenvolvimento e transformação do português. Este é, sem dúvida, um dos aspectos mais graves desse Acordo imposto artificialmente a todo um mundo de falantes da língua portuguesa.

Uma língua é um organismo vivo e, segundo o seu contexto social, geográfico, histórico, demográfico, económico, geopolítico, transforma-se imprevisivelmente. É a multiplicidade livre dos movimentos que fazem evoluir naturalmente uma língua que permite o surgimento de casos extremos, geniais, que subvertem a língua ao ponto de inventarem novas sintaxes dentro da sintaxe habitual: esses casos, revolucionários, como o de Guimarães Rosa ou de Pessoa, só são possíveis quando o espaço virtual de liberdade interna da língua se solta e ousa, para além do uso rotineiro e correcto da gramática.

Então nascem novas gramáticas (como a do Livro do Desassossego ou a do Grande Sertão: Veredas), novas palavras e expressões, os horizontes da língua abrem-se indefinidamente (até onde Pessoa poderia ter ido para além de onde foi? Ninguém duvida que poderia ter ido mais longe ainda, mas ninguém sabe para onde e até onde teria ido). Então descobre-se a maravilha de ser possível uma outra expressão linguística, um insuspeitável sentido das coisas, um outro pensamento. E uma outra expressão é uma dimensão até ali escondida, por dizer e para ser dita, da liberdade. Porque impede (ou entrava) tudo isto, o AO é repressivo e destruidor.

MAS NÃO SÃO Só AS POSSIBILIDADES dos casos extremos que são afectadas. Porque todos nós vivemos nesse meio natural das distâncias soltas e invisíveis que a língua cria a cada instante: no calão (língua do corpo), no humor, no jogo certeiro de um argumento, na invenção, por uma criança, de um palavrão. Vivemos mergulhados na liberdade da língua, para a qual permanentemente contribuímos. É que nós dizemos mesmo o que não sabemos que dizemos. Através do inconsciente da língua, o sentido físico, arcaico, dos fonemas, as sensações ligadas às letras, a doçura e a aspereza do ar inspirado e expirado no som inarticulado ou palreado pelo bebé são retomados sem o saber pelo adulto na palavra articulada. A ortografia é afectiva, polissémica, racional e fugidia, conectiva e disjuntivas (aliterações, ressonâncias, ritmos, cromatismos, etc), indutora de associações com novas palavras e construindo non-sens. Induz um espaço indefinido de criação. Como eu amava «auto-retrato» e me sinto esmagado pelo «autorretrato»! Porque contraria este movimento natural da escrita, o AO é néscio e grosseiro.

UM ÚLTIMO EFEITO, talvez o mais grave: o Acordo mutila o pensamento. A simplificação das palavras, a redução à pura fonética, o «acto» que se torna «ato», tornam simplesmente a língua num veículo transparente de comunicação. Todo o mistério essencial da escrita que lhe vem da opacidade da ortografia, do seu esoterismo, desaparece agora. O fim das consoantes mudas, as mudanças nos hífenes, a eliminação dos acentos, etc, transformam o português numa língua prática, utilitária, manipulável como um utensílio. Com se expusesse todo a seu sentido à superfície da escrita. O AO afecta não só a forma da língua portuguesa, mas o nosso pensamento: com ele seremos levados, imperceptivelmente, a pensar de outro modo, mesmo se, aparentemente, a semântica permanece intacta. É que, além de ser afectiva, a ortografia marca um espaço virtual de pensamento. Com o AO teremos, desse espaço, limites e contornos mais visíveis que serão muros de uma prisão onde os movimentos possíveis da língua empobrecerão. Como numa suave lavagem de cérebro.

José Gil

[Transcrição integral de artigo da autoria de José Gil publicado na revista "Visão" de 16.02.12.]

OUI ! L’« antisionisme » est un antisémitisme – par Guy Millière

J’ai eu la désagréable surprise de voir que l’article que j’ai consacré au livre de mon ami Gilles William Goldnadel a attiré des défenseurs du vieillard indigne, et des gens qui ont procédé à des subtilités sémantiques sur le mot « génocidaire » ou sur l’antisémitisme réel ou supposé de ceux qui critiquent Israël. Je pensais avoir été clair. Mais certains points doivent apparemment sans cesse mis sur quelques i. Faisons donc ce qui doit l’être :

1- L’adjectif génocidaire signifie « relatif à un génocide. Que le génocide ait été perpétré ou qu’il soit seulement projeté ne change rien sémantiquement. La différence est seulement qu’un projet ne fait pas ou peu de morts, alors qu’une perpétration fait des millions de morts. Une intention génocidaire suffit à placer un homme ou un groupe politique en position de criminels contre l’humanité. Et que des gens cherchent à tracer une distinction entre intention et perpétration me semble moralement répugnant. Si Hitler avait été arrêté avant la perpétration, la différence aurait été six millions de vies juives et des centaines de milliers d’autres vies. Que les dirigeants du Hamas ne puissent mettre leurs projets à exécution est une bonne chose. S’ils pouvaient disparaître de la surface de la terre serait une meilleure chose encore. Et le Hamas n’est pas seul : on ne peut oublier le Hezbollah, al Qaida, le régime iranien, les Frères musulmans. Cela finit par faire beaucoup de monde. Prendre le Hamas comme un élément isolé relève de l’insuffisance intellectuelle ou de la mauvaise foi.

2- Critiquer Israël peut se faire sans qu’on soit antisémite, certes. Je serai le premier à penser que la signature des accords d’Oslo a été une grave erreur et qu’Ehoud Olmert a été un mauvais Premier ministre. Mais critiquer Israël systématiquement en pratiquant deux poids et deux mesures lorsqu’il s’agit d’Israël, reprendre à son compte des falsifications de l’histoire concernant Israël et la guerre arabo-islamique pour la destruction d’Israël, procéder comme le font les journalistes de la plupart des grands médias européens en tronquant ou en falsifiant l’information lorsqu’il s’agit d’Israël n’est pas exercer un droit de critique vis-à-vis d’Israël, mais adopter une position totalement biaisée vis-à-vis d’Israël et traiter Israël comme le Juif des Etats, selon l’expression d’Alan Dershowitz. Aucun Etat n’a dans l’histoire vu son histoire à ce point déformée. Aucun Etat victime du terrorisme n’a été traité de façon aussi partiale. Aucune démocratie n’a été salie et diffamée à ce degré. Les « pro-palestiniens » ne défendent aucunement un « peuple palestinien » : ils défendent un terrorisme génocidaire et la prise en otage d’une population entière par des crapules sanguinaires et fanatiques aux fins de faire de cette population une arme de destruction massive anti-juive. Et que nul ne me dise que l’Autorité Palestinienne et le Hamas ne sont pas des organisations génocidaires anti-juives. Les émissions de la télévision palestinienne sont disponibles sur youtube ! La bonne appellation pour les « pro-palestiniens » peut être au choix : pro-terroristes, pro-génocides, pro-crime contre l’humanité. Je laisse les intéressés choisir l’appellation qui leur convient et je les incite à se regarder dans un miroir. S’ils n’ont pas envie de se cracher eux-mêmes au visage, c’est qu’ils ont insuffisamment ouvert les yeux. Encore un effort ! Si on est honnête, on ne substitue pas aux faits une propagande totalitaire. Si on a des valeurs éthiques, on ne peut se faire compagnon de route des inventeurs ignobles du « peuple palestinien ». Point final sur la question.

3- Qu’un homme comme Stéphane Hessel se fasse passer pour juif a de l’importance. Chaque antisémite tient à avoir son bon juif pour se dédouaner. Les juifs antisémites sont les idiots utiles et suicidaires de l’antisémitisme contemporain. Quand c’est un faux juif qui joue le rôle du bon juif, qui va voir des ordures telles Ismael Haniyeh, et qui compare la Résistance française à des égorgeurs d’enfants juifs, cela atteint le sommet de l’ignominie. Point final sur la question là encore.

4- Enfin, le simple mot « antisioniste » est porteur d’antisémitisme. Tous les peuples qui ont voulu disposer d’eux-mêmes ont vu leur cause soutenue par des gens se disant épris de progrès et d’un esprit d’émancipation (il y a, hélas des exceptions qui confirment la règle, le peuple kurde me vient à l’esprit), et seul le peuple juif devrait se trouver traité d’une manière différente ? Et ce ne serait pas suspect ? Allons… L’Etat d’Israël est le seul Etat dont on prétend sans cesse remettre en cause le droit d’exister. Et il faudrait croire que c’est un hasard ? Allons… Ceux qui ont des intentions explicitement génocidaires vis-à-vis du peuple juif sont les seuls dont on peut parler comme de résistants dans un salon mondain, et ce serait, encore, un hasard ? Allons… Un peu de bonne foi ! Par ailleurs, le mot « sioniste » n’est plus employé que par les antisémites : Israël existe, et il y a des Israéliens. Un point, c’est tout. Je ne suis pas juif, je ne suis pas sioniste. Je suis ami d’Israël parce que je n’ai pas une éthique à géométrie variable, parce que j’ai horreur de tout racisme et de toute forme d’antisémitisme, et parce que je suis résolument anti-totalitaire et anti-génocidaire. J’ajouterai que j’ai un grand respect pour l’histoire et la connaissance. Je n’ai rien à dire à ceux qui ont une éthique à géométrie variable, qui coupent les cheveux en seize pour savoir si ceci ou cela est vraiment du racisme ou de l’antisémitisme alors que les faits sont flagrants et surabondants. Je n’ai rien à dire à ceux qui refusent de voir le totalitarisme là où il est et qui n’en connaissent visiblement pas les caractéristiques. Je n’ai rien à dire à ceux qui attendent qu’un génocide ait pu avoir lieu pour le déplorer ou qui minimisent le danger parce que des déchets de l’humanité n’ont pas en main les armes qu’ils voudraient. Je n’ai rien à dire à ceux qui ne respectent ni l’histoire ni la connaissance.

5- Je n’ai rien à dire non plus à quiconque dilue la signification du nazisme. Le nazisme a été une entreprise totalitaire monstrueuse fondée sur les principes communistes. Tous les points figurant à la fin du Manifeste du Parti Communiste de Marx et Engels sont repris dans le programme du National-Sozialiste Deutsche Arbeiter Partei. Hitler y ajoute seulement la dimension nationaliste et l’idée de race aryenne. Il s’agissait d’éliminer ce qui n’était pas « pur » au sens hitlérien du terme. Les Juifs étaient décrits par Hitler comme la quintessence de l’impureté. La haine des Juifs imprègne chaque page de Mein Kampf. La volonté d’extermination totale des juifs est claire dès Mein Kampf. D’autres gens ont été tués sous Hitler. Mais relativiser le caractère unique de la Shoah est monstrueux : je n’ai cessé de l’écrire, c’est la seule et unique tentative d’extermination totale, industrielle, d’un groupe humain en raison de son appartenance à ce groupe humain. On veut estomper ou relativiser la Shoah pour exonérer l’Europe de deux millénaires d’antisémitisme. Et on veut oublier que c’est précisément parce qu’il était imprégné de cette haine obsessionnelle des Juifs et de cette volonté génocidaire qu’Hitler est admiré jusqu’à ce jour dans le monde arabe et chez les islamistes. C’est précisément parce qu’il était imprégné de cette haine génocidaire et de cette volonté génocidaire que Mein Kampf est un livre qui irrigue les réseaux de propagande du Hamas et de l’Autorité Palestinienne. Quand j’ai écrit que les « pro-palestiniens » d’aujourd’hui me font penser à la Sturmabteilung, c’est davantage qu’un comparaison : la Sturmabteilung lisait Mein Kampf et voulait détruire les Juifs, les « pro-palestiniens » soutiennent ceux qui lisent Mein Kampf et qui veulent exterminer les Juifs aujourd’hui. Ignorer les menaces qui pèsent sur Israël, les déchets de l’humanité qui menacent Israël, et la montée d’une préparation des esprits en Europe à une haine d’Israël et à une banalisation de la Shoah, qui est faite pour préparer le terrain au pire, est tout simplement abject. Vous voulez le bien des Arabes de Gaza et de Judée-Samarie ? Commencez par les dénazifier, et par pousser Mahmoud Abbas et Ismael Haniyeh à se suicider dans leurs bunkers respectifs. Ce sera un bon début. La terre s’est mieux porté quand Hitler s’est suicidé dans son propre bunker. Il est effroyable qu’il se soit suicidé après avoir tué tant de gens : s’il avait été conduit au suicide avant, cela aurait épargné bien des vies innocentes.

Reproduction autorisée, et même vivement encouragée, avec la mention suivante et impérativement le lien html ci dessous :

© Guy Millière pour www.Dreuz.info

O algodão não engana

Foi-se a Supertaça Europeia
Foi-se a Taça de Portugal
Foi-se a Liga Europa (?)
Foi-se a Taça da Liga (?)
Foi-se o Campeonato (?)

E tu, quando te vais embora?

A Poética da Imagem

Exposição de Fotografia no Clube Literário do Porto

A Poética da Imagem de Eduardo Teixeira Pinto


Eduardo da Costa Teixeira Pinto nasceu em Amarante, em 1933 e começou a tirar as suas primeiras fotografias profissionais em 1950, tornando-se expositor desde 1953 em vários salões de fotografia nos cinco continentes.

Foi membro activo de diversas comunidades de fotógrafos, nomeadamente «Associação Fotográfica do Porto», «Grupo Câmara» (Coimbra) e «Associação Fotográfica do Sul» (Évora). A sua vasta obra, dotada de um olhar poético sobre a realidade, fizeram de si um dos melhores e mais galardoados fotógrafos portugueses do século XX com fotografias que abordam diversos temas, com destaque para a Natureza e a figura humana, que tão bem soube conciliar.

Com fotografias como «Rodopio», «Igreja de S. Gonçalo», «De Regresso», «Tema de Pintores», «Matinal» e «Quietude», entre outras, obteve inúmeros prémios em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente o Grande Prémio de Camões (1960), na época, uma das mais altas distinções a nível nacional.

Falecido em Janeiro de 2009, Eduardo Teixeira Pinto, deixou um espólio fotográfico de valor incalculável sendo vontade da família promover a sua divulgação com a referida exposição.

Inserido nesse propósito foi publicado um livro, em Dezembro de 2010, Eduardo Teixeira Pinto – a poética da imagem, numa edição com o patrocínio total da empresa Mota Engil, com cerca 230 fotografias de Eduardo Teixeira Pinto agrupadas por temáticas: O Rio, A Nossa Terra, A Nossa Gente, as Festas e Outros Olhares. O trabalho de Eduardo Teixeira Pinto está patente no Museu -Amadeo de Souza-Cardoso – Amarante, com uma exposição permanente no primeiro piso daquele equipamento cultural.

A exposição itinerante consta de uma selecção de 38 fotografias, premiadas a nível nacional e internacional, de um espolio, já patentes em diversos locais ... estando, entretanto, já agendadas várias exposições para os próximos meses.

É isto um chefe de estado ou ... um piegas?

Opinião: Aeroporto (do Porto): caos/sucesso

1. No último sábado aconteceu algo de inesperado no aeroporto do Porto. Foi necessário esperar mais de uma hora para se passar o controlo de segurança de pessoas e bagagens de mão. A fila começava na porta de acesso à segurança, avançava até às portas rolantes da entrada do aeroporto, fazia um caracol e depois gerava um segundo caracol... Não havia fitas nem quem ordenasse as pessoas. Confusão total.
A situação tem-se repetido nos últimos sábados. Entre as 8 e as 10 horas partem quatro voos intercontinentais, além de muitas rotas europeias. Em consequência, o estrangulamento na verificação das bagagens de mão pode fazer muita gente perder os aviões. Não sei se a culpa é da empresa Securitas, que controla o fluxo de passageiros, se do contrato que não obriga a estarem a funcionar mais postos de raios X, se de qualquer outra idiossincrasia. A verdade é que o aeroporto nunca esteve assim.
Do ponto de vista da imagem do Porto (e do país) ficamos mal na fotografia. São os passageiros que se metem à frente, são as pessoas desesperadas que querem ir com prioridade porque o avião está a partir, é a ausência de funcionários a controlar este problema. Ser o terceiro melhor aeroporto da Europa é um troféu de grande orgulho. Mas se o problema se mantiver, adeus troféu em 2012.
Fica entretanto o aviso: talvez seja mesmo necessário fazer-se no Porto como em Londres ou Nova Iorque, ou seja, garantir-se pelo menos duas horas e meia para se fazer check-in e depois o controlo de segurança, pelo menos na hora de ponta da manhã. Entretanto a ANA deveria explicar o que vai fazer para que isto não suceda.

2. O aeroporto pode estar a caminhar para o caos gerado pelo seu próprio sucesso. Até mesmo o espaço para fazer check-in em algumas companhias parece pensado para um número de pessoas que não o actual. Poderá ser redesenhado o layout da zona de entrada da gare?
Seis milhões de passageiros passaram em 2011 por Pedras Rubras. Um recorde. Se tivermos em conta as centenas de milhares de utentes do Porto que têm de ir apanhar voos a Lisboa por a TAP não apostar mais em Pedras Rubras, percebe-se a dimensão cada vez mais internacional desta região, a sua crescente capacidade turística e a vocação de "mundo" dos seus habitantes. Fica também evidente como o "hub" do Porto mantém a atracção à Galiza. E tudo isto é extraordinariamente importante não apenas pela capacidade de companhias low--cost - que alargam o número de rotas directas a partir da capital do Norte -, como também por atrair de novo companhias tradicionais tão importantes para as viagens de negócios. Das grandes transcontinentais só a Lufthansa, a Ibéria (e a TAP) ficaram no Porto, garantindo acesso sem longas esperas às escalas com os voos internacionais. É pouco. Ainda assim, somemos todas as pequenas boas notícias: a SATA anunciou que na Primavera começará a fazer voos directos entre Porto/Munique e Porto/Copenhaga. Menos duas escalas obrigatórias na Portela.

3. O aeroporto do Porto é uma das principais ferramentas das exportações e internacionalização da economia portuguesa. O Governo tem de compreender que a ANA não pode ser vendida por atacado e deixar o aeroporto do Porto nas mãos de quem vai fazer tudo para montar e justificar e rentabilizar a construção do aeroporto de Alcochete. Os homens das empresas precisam no Norte de um aeroporto económico e com destinos directos aos centros de negócios mundiais. Não podem gastar o dobro do tempo e do dinheiro para chegar onde é preciso.
Bloquear a dinâmica do aeroporto é fechar ao Norte a "porta do ar". Em simultâneo, está na agenda do Governo fazer o mesmo bloqueio à "porta do mar" ao retirar a Administração do Porto de Leixões daqui, entregando-a a uma administração centralizada em Lisboa. Na "porta de terra", o custo de portagens e combustível já é brutal e um factor que torna cada vez mais difícil competir por esta via. Queremos o país a exportar ou a manter a oligarquia dos grupos financeiros? A questão não é "contra Lisboa". A questão é garantir que o Norte continua a ter capacidade para rebocar economicamente o país para fora da crise. Como diria alguém conhecido: "deixem-nos trabalhar".

JN