Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Paulo Pedroso+Ferro Rodrigues+António Costa Numa frase? CASA PIA=PEDOFILIA

Vídeo do Porto a preto e branco acompanha música gravada em confinamento com a voz de Gisela João

"Transtorno" é o tema que resulta da inspiração de três artistas portugueses em tempos de confinamento. André Tentugal compôs a música ao piano, produziu e criou o vídeo que mostra um Porto deserto a preto e branco, e Gisela João deu voz e melodia aos versos de um poema de Samuel Úria. Veja o resultado final desta colaboração.

"Talvez a nossa relação amorosa com o mundo estivesse saturada, talvez tóxica. Fomos obrigados a parar e a repensar este amor. Dessa ideia de transformação e de relação com o outro nasce esta canção que procura trazer paz e reflexão. Feita com amor, para todos, para o mundo", escreveu Gisela João nas redes sociais, meio escolhido pelos autores de "Transtorno" para partilhar a nova música, lançada neste domingo.

"Porque o confinamento físico nunca poderá ser sinónimo de confinamento mental", André Tentugal voltou ao piano e depois do som fluir passou o resultado a Gisela João, que interpretou o poema de Samuel Úria "de forma arrebatadora", diz o artista que, do alto da sua janela para mundo, filmou uma cidade do Porto a 360º, deserta, confinada, mas sempre viva, intensa e inspiradora.


Sempre a mesma merda: favorecer os camaradas partido e que se fo%$ o país.



Isto é socialismo: só a "democracia" deles é que é boa...


Não foi apenas Calabote. Corrupto benfica, a fama e o proveito já vem de longe!



Que se lixe a Constituição: Costa até pode governar contra a constituição. Como é socialista, não haverá problema algum.



Agora é que vai ser uma festa. O Estado de Calamidade sem escrutínio da AR, diga o que disser a Constituição não interessa para António Costa. Agora é que ele está como quer com a cobertura do PR e da CS. Nunca se viveram tempos tão parecidos com o Estado Novo como este.


"Não admito que a TAP volte a ter uma operação baseada apenas em Lisboa se quiser ter apoio público"

A declaração de Rui Moreira, ontem à RTP, foi hoje seguida das afirmações do Ministro das Infraestruturas no Parlamento, onde disse que "se o Estado apoia a TAP, tem de mandar para defender o interesse nacional".



Pedro Nuno Santos deixou claro na Assembleia da República que, se o Estado tiver - como parece inevitável - de financiar a TAP, terá que ter mais poder na empresa e "mandar", e que a empresa deve, então, contribuir para o "interesse nacional". As declarações do governante coincidem com as de Rui Moreira, ontem à RTP, dizendo que não admite que uma empresa com apoio do Estado concentre a sua operação apenas num dos vários aeroportos do país.

"O modelo desta intervenção de elevadíssima dimensão na TAP tem de ser muito bem maturado e tem de estar de acordo com os interesses do Estado soberano e não dos acionistas de uma empresa", disse Pedro Nuno Santos, hoje no Parlamento, acrescentando: "não será o Estado acionista, mas sim o Estado soberano a discutir com os acionistas privados os termos de uma alternativa de intervenção, que terá de ser a melhor do ponto de vista do povo português e do interesse nacional".

Estas declarações do Ministro das Infraestruturas aconteceram um dia após Rui Moreira ter dito à RTP que "exige" da TAP uma retoma equilibrada à operação e que esta se faça "nos vários aeroportos do país". O presidente da Câmara diz mesmo não admitir que a TAP, tendo apoio do Estado, "possa ter outra vez uma operação só baseada em Lisboa, tanto mais que na Região Norte as empresas exportadoras vão precisar de continuar a viajar para fazer negócios".

"A TAP vive, de facto, e vai continuar a viver cada vez mais do apoio do Estado português", alertou Rui Moreira em entrevista ao Jornal da Tarde da RTP, acrescentando que "é evidente que se a TAP não quiser ter o apoio do Estado, então pode fazer o que quiser, e aí eu já não me posso pronunciar e teremos é que procurar outras companhias aéreas. Mas não admito que a TAP, pura e simplesmente, concentre a operação em Lisboa e não atenda às necessidades de serviço público", referiu.




"Empréstimo de 350 milhões não chega para resolver problema da TAP. Se é o povo a pagar, é bom que seja o povo a mandar", referiu Pedro Nuno Santos no Parlamento, numa declaração que coincide com a visão que, desde 2016, Rui Moreira vem defendendo, ano em que o Governo decidiu recomprar parte da TAP para recuperar o controlo de 50% do capital da empresa.
(daqui)

Insólitos e Desconcertantes - versão coronavírus (49)


Vejo muita gente preocupada com a falta de representação de alguns clubes na reunião. Posso-vos garantir: a preocupação é infundada.


Excelente discurso: escutar com atenção e meditar!

Insólitos e Desconcertantes - versão coronavírus (48)


É vermelho ou verde?


Deixar o PS sob poder absoluto do Estado de Calamidade é um perigo


Hoje, o benfiquista Costa chamou o FC Porto e dois clubes de lisboa para supostamente falarem de futebol. Será que vão falar disto?

Lionn afirmou categoricamente em tribunal, que ele, Cássio e Marcelo, tinham sido abordados por César Boaventura para perder o jogo contra o corrupto benfica. Até hoje, ninguém está preso, não há acusação, pouco ou nada de sabe. Para quem quiser, fica aqui o áudio, no TRIBUNAL.


Os tais pequenos detalhes... (a habitual filho da p&%$# do jornalixo lisboeta)

Jogou época e meia no sporting de lisboa onde depois disso não deu mais nada. Jogou 4 no FCPorto onde foi tricampeão e ganhou muito mais taças. Que foto é escolhida pelo MaisFutebol? Pois...


Contra a ditadura da Covid (*)

(Opinião de Paulo Baldaia, aqui)

Não será muito difícil perceber que, em nome do combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus, a Covid-19 passou a ter estatuto de deus e tudo o resto vale apenas na posição relativa que tem perante esta doença que é omnipresente, omnipotente, transcendente... Nesta relação com o supremo, começamos por sacrificar a economia e, estamos agora a perceber de forma evidente, sacrificamos também desde o primeiro momento os portadores de outras doenças.

Pelo medo, a raça humana é altamente influenciável. Nascem assim as ditaduras e esta já se instalou com grande adesão popular. Conhecemos, mas ignoramos conscientemente, os efeitos nefastos desta servidão, em que uma vida com Covid salva parece valer muito mais que uma outra vida qualquer. Ouçamos o que nos dizem os médicos das diferentes áreas, o SNS aguentou muito bem este combate, não colapsou, simplesmente porque esteve quase em exclusivo a tratar da Covid.
Sou contra esta ditadura desde o primeiro minuto e não é por atrevimento ignorante. Não me dedico a apontar soluções e não me estou a formar como epidemiologista, mas também não desconheço que muitas vezes se abandonam as terapêuticas seguidas por causa dos efeitos adversos que provocam. Está na hora de nos libertarmos desta ditadura, está na hora de iniciar um processo de desmame do confinamento que muitos pretendem ser a única cura possível. Não só não é a única cura, como é bem possível que, exigindo um SNS quase em exclusivo, já esteja a matar mais do que salva.
Precisamos de ser responsáveis, regressando à vida com todos os cuidados, que nos protejam a nós e aos outros, usando máscaras sempre que estivermos em locais movimentados, mantendo distância segura sempre que for possível, limpando as mãos com frequência com álcool gel. Exigindo do Estado limpeza eficaz e frequente de todos os espaços públicos. Há uma percentagem significativa de pessoas contagiadas, estando confinadas em casa, por não terem tido todos os cuidados necessários.
Recolhemos a casa com medo e não deve ser o medo a impedir-nos de fazer o caminho inverso. Racionalizemos o que estamos a viver, vamos dar o devido valor ao novo coronavírus e à doença que ele provoca, sem que isso faça com que tudo o resto passe a valer muito pouco ou nada. Por agora fixemos na evidência de que há análises e exames que não estão a ser feitos e cancros que não estão a ser diagnosticados, como lembrou este fim de semana o presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, Rui Tato Marinho.

Insólitos e Desconcertantes - versão coronavírus (47)


Estude em casa: Bom dia, não se esqueçam da próxima aula!


Câmara do Porto ganha recurso no TC e o Matadouro vai avançar para projeto assinado pelo arquiteto Kengo Kuma

O último passo para a reconversão do antigo Matadouro Industrial num polo empresarial, cultural e social que promete transformar a zona oriental da cidade do Porto, está dado. A Câmara do Porto acaba de ganhar o recurso que interpôs acerca do chumbo do visto prévio dado pelo Tribunal de Contas à obra que será executada pela Mota Engil e cujo projeto é do famoso arquiteto japonês Kengo Kuma, em parceria com os portugueses, da Ooda.

O Tribunal de Contas tinha recusado o visto prévio ao referido projeto a 4 de Fevereiro de 2019, ou seja, há 14 meses, tendo dado ao Município 10 dias para apresentar recurso, o que fez em tempo. Passado mais de um ano, a Câmara do Porto ganhou o recurso, recebendo o visto, último passo necessário ao início dos trabalhos.

O antigo Matadouro Industrial do Porto, situado na freguesia de Campanhã, está desativado há 20 anos, chegou a ser posto em hasta pública pelo anterior presidente da Câmara, mas nunca foi vendido. Agora, vai ser alvo de um investimento de quase 40 milhões de euros, suportado na íntegra pela Mota Engil, empresa do Porto que venceu o concurso lançado pela Câmara do Porto para a concessão do espaço.

Ali vai nascer agora uma área para a instalação de empresas, galerias de arte, museus, auditórios e espaços para acolher projectos de coesão social, que prometem ser o impulso que faltava à freguesia de Campanhã, à zona oriental da cidade, mas a toda uma Região. As obras deverão demorar cerca de dois anos e transformarão por completo a zona.

O arrojado projecto de arquitetura, feito em parceria com o gabinete Ooda, instalado em Matosinhos por jovens arquitectos oriundos da famosa escola de arquitetura do Porto, é da autoria do arquitecto japonês Kengo Kuma, conhecido pela assinatura do estádio que vai acolher os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2021; por equipamentos culturais como o Suntory Museum of Art, também no Japão, o francês Besançon Art Center; ou pelo "spa" caribenho do Mandarin Oriental Dellis Cay. 

A Mota Engil, que já prestou caução à Câmara do Porto, fica obrigada a cumprir o programa delineado pela autarquia, nos próximos 30 anos. No final desse período, o equipamento regressa à esfera municipal. À autarquia, que ocupará uma parte do antigo Matadouro, cabe a realização de projectos de dinamização cultural, de envolvimento da comunidade e afetos à coesão social.

Durante mais de um ano, o Município esperou pelo acórdão que vem agora dar razão, em toda a linha, ao Município, que sempre argumentou que o que estava em causa não era uma parceria público-privada, mas ainda que fosse, as regras das mesmas não se aplicam às Câmaras Municipais, além de que, mesmo que se quisesse considerar tal, esta seria uma parceria virtuosa.

A par de outros grandes investimentos que têm vindo a ser realizados em Campanhã, como o do Parque Oriental (já em uso) ou o do Terminal Intermodal, que está em construção, ou o projecto de habitação acessível a ser construído no Monte da Bela, este era considerado por Rui Moreira como um "game changer", capaz, realmente, de mudar o panorama da cidade e impulsionar o emprego e coesão social naquela zona do Porto.

PONTE PEDONAL VAI LIGAR MATADOURO AO METRO DO DRAGÃO

A ideia da reconversão do Matadouro, nestes termos, foi apresentada pela primeira vez em 2016, por Rui Moreira, na Trienal de Milão e o concurso que se seguiu, acabou por exceder as expectativas. No projeto do arquitecto japonês, além da construção de uma grande cobertura que unirá o antigo e um novo edifício, a proposta destaca-se pela construção de uma passagem pedonal por cima da Via de Cintura Interna (VCI), que "cria um impacto visual único para quem atravessa" a mais concorrida via da cidade.

Outro dos elementos-chave é a rua pedonal coberta, que atravessa o espaço de ponta a ponta, ligando ao jardim suspenso sobre a VCI, que dará acesso à estação de metro do Estádio do Dragão.

O Matadouro, de acordo com a autarquia, "pode servir como grande impulsionador económico, social, cultural e demográfico das freguesias mais orientais do Porto (Bonfim e Campanhã), mas será também um extraordinário pólo dinamizador de toda a cidade".

"Não tenho dúvidas que, tal como a Casa da Música, na zona Ocidental da cidade, esta será a obra icónica da zona Oriental e não é por acaso que desperta o interesse dos investidores privados", diz Rui Moreira.

O concurso de concessão que a câmara lançou em agosto de 2017, contou com três concorrentes e indicava "a reconversão integral do complexo, mantendo a sua memória histórica e natureza arquitectónica". Os autores do projecto vencedor dizem que a sua proposta, com mais de 20 mil metros quadrados de área construída, pretende "reactivar, reinventar, este espaço e dar continuação a essa história e memória da cidade". 

"Sem querer sermos exagerados, diríamos que o futuro "Matadouro estará para o Porto como o Centro Pompidou está para Paris, tal a exposição internacional acrescida que esta obra do italiano Renzo Piano deu à Cidade Luz", concluem os promotores.

CRONOLOGIA

Julho de 2013 - Rui Moreira apresenta em campanha eleitoral a reconversão do Matadouro como uma das obras a realizar caso venha a ser eleito presidente da Câmara.
14.04.2016 apresentação do pré-projecto na Bienal de Milão.
01.08.2017 lançamento do concurso limitado por prévia qualificação em DR e JOUE;
28.05.2018 adjudicação ao concorrente Mota Engil;
01.08.2018 assinado o contrato entre GO Porto e Mota Engil;
03.08.2018 envio do contrato para fiscalização prévia do Tribunal de Contas (registado nos serviços daquele Tribunal em 06.08.2018);
27.08.2018 primeiro pedido de esclarecimentos (registo de entrada na GO Porto em 28.08.2018); resposta ao primeiro pedido de esclarecimentos a 09.10.2018 (registado nos serviços daquele Tribunal em 11.10.2018); 
25.10.2018 segundo pedido de esclarecimentos (registo de entrada na GO Porto em 26.10.2018); resposta ao segundo pedido de esclarecimentos 28.12.2018 (registado nos serviços daquele Tribunal em 02.01.2019); 
03.01.2019 terceiro pedido de esclarecimentos (registo de entrada na GO Porto em 04.01.2019) ; resposta ao terceiro pedido de esclarecimentos a 23.12.2018 (registado nos serviços daquele Tribunal em 25.01.2019); 
01.02.2019 recusa do visto Acórdão 3/2019 (registo de entrada na GO Porto em 04.02.2019); 
19.02.2019 recurso à decisão (registado nos serviços daquele Tribunal em 22.02.2019) ;
24.04.2020 acórdão dá provimento ao recurso da Câmara do Porto e concede visto prévio.


Salgado é um dos símbolos do Regime - Paulo Morais

Salgado é um dos símbolos do Regime

Em 2020, Portugal não é ainda um verdadeiro Estado de Direito! Porque um dos primeiros objectivos da Revolução de Abril, o combate à Corrupção, está por concretizar. Até quando? (Paulo Morais)