Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Bloco de esterco


Quatro prémios de design para hotel no Porto

Nunca tinham projectado um hotel, mas já arrecadaram quatro prémios com o primeiro

O projecto de design do hotel Zero Box Lodge, no Porto, já tinha recebido três prémios, dois internacionais e um nacional. Mais recentemente foi galardoado com um dos chamados “óscares do design".

Foi construído no local onde antes funcionava a antiga fábrica da Camisaria Confiança. Em frente ergue-se o cofre de um antigo banco que também funcionava na rua Ateneu Comercial do Porto. O hotel Zero Box Lodge está de pé desde Novembro de 2018 e é tudo menos de convencional, no ambiente que o rodeia, mas também no resto: quartos que são “caixas de madeira”, sem roupeiros e sem televisão, casas de banho com sacos de boxe e tanques no terraço onde se ouve heavy metal debaixo de água.

Certo é que o design é apenas uma das partes integrantes que faz do espaço uma construção atípica, mas o estúdio que lhe projetou o design, Atelier d’Alves, já somou quatro prémios pelo projecto que desenvolveu.

O mais recente é um dos considerados “óscares do design”, os prémios Red Dot Design Awards. O júri internacional escolheu o projecto “The Zero Hotel – Porto” como um dos vencedores na categoria “Brands and Communication”. Os prémios Red Dot Awards já contam com mais de 60 edições e avaliam projectos de mais de 50 países de todo o mundo. Os de 2019 serão entregues em Novembro numa cerimónia no Red Dot Design Museum, em Essen, na Alemanha.

Mas antes deste último, nos últimos três meses a equipa já tinha recebido outras três distinções. “The Zero Hotel – Porto” valeu bronze em “Design de Sinalética”, pelo Clube Criativos de Portugal, o Award of Excellence no Design Annual 2019, na categoria de “Environmental Graphics”, pela revista americana Communication Arts, e prata no Graphis Design Annual, de Nova Iorque, também na categoria “Environmental”.

A equipa de designers que o projectou recebeu o convite com entusiasmo. A equipa, mais habituada a projectos ligados à cultura, como livros ou cartazes, nunca antes tinha projectado o design de um hotel. Para Sérgio Alves, director de Arte do Atelier d’Alves, esse ponto até jogou a seu favor porque “poderia ser contraproducente sermos o típico estúdio que faz hotéis a torto e a direito”. Quiseram fazer diferente e “desde o logótipo do hotel até ao pormenor da sinalética da casa de banho, a sinalética de orientação, das cápsulas (quartos) e da entrada até o mapa do hotel orientando os hóspedes para os seis pisos”, tudo ao longo de um ano e meio de trabalho conjunto com a arquitectura e a decoração teve de resultar num uníssono.

Ao Observador, Sérgio Alves explica recusa-se a realçar elementos de design em detrimento de outros. “Eu acho que o projecto ganhou [o prémio] exactamente por avaliarem o todo”.

Os prémios vêm validar o trabalho criativo e confirmar, nas palavras do designer e professor, “um casamento feliz” com o resto da equipa, esforçada por desgarrar o projecto de um lado “intragramável” que segue “definições fáceis para chamar a atenção”. (daqui)

Democracia de um só partido

O PS quer estar sempre no poder, sendo o partido do Estado, e se possível sempre no governo, umas vezes com o apoio das esquerdas radicais, outras com a ajuda do PSD. Eis o favor que Rio fez a Costa.

Os dez anos de governos de Cavaco Silva foram o maior trauma da história do PS. Esqueçam o Estado Novo e o Salazarismo. O verdadeiro trauma para os socialistas foi o Cavaquismo. A década Cavaquista constituiu uma ameaça à visão socialista da democracia portuguesa pós-25 de Abril.

Há várias interpretações sobre o significado da revolução dos cravos, de acordo com os objectivos dos partidos políticos. O PCP e as esquerdas radicais nunca olharam para o 25 de Abril como o início de um regime democrático, mas como uma revolução para substituir uma ditadura, o Estado Novo, por outra ditadura, comunista, provavelmente – tendo em conta o exemplo soviético – bem mais violenta. Para o PSD e o CDS, o fim do Salazarismo abriu a porta a um regime democrático ocidental, pluralista e liberal, apoiado na integração europeia. A versão do PS é semelhante mas não é exactamente a mesma. O pluralismo democrático deve ser limitado pela hegemonia do PS no sistema político. O PS ocuparia um lugar central e especial na democracia portuguesa. Seria o partido natural do poder. Seria, na III República, o que o Partido Republicano de Afonso Costa foi na I república. Na concepção socialista de democracia, a ideologia jacobina foi sempre mais forte do que a tradição social democrata, de resto fraca no PS, ao contrário do que se passa com os partidos de esquerda noutros países europeus.
Para os socialistas, o 25 de Abril foi feito para o PS estar no poder e não na oposição. Foi este programa de poder que Cavaco Silva ameaçou. Daí o profundo ódio que os socialistas sentem por Cavaco, como aliás não sentem por qualquer outro político da democracia portuguesa. Durante alguns anos Sá Carneiro foi a grande ameaça aos socialistas. Logo na década de 1970, Sá Carneiro percebeu o essencial: a democracia portuguesa só estaria completa quando houvesse uma alternativa ao PS, que fosse do centro à direita. Foi isso que a primeira AD conseguiu. Mas depois Sá Carneiro morreu.
Após a década Cavaquista, os socialistas aprenderam a lição. O exemplo Cavaquista não se poderia repetir. O PS nunca mais poderia estar uma década fora do poder. Por isso, a partir de 1995, tratou de ocupar o poder, num sentido mais vasto do que o governo, começando pelo Estado, incluindo os diferentes órgãos de soberania. Depois a comunicação social que interessa, as televisões. E por fim, os sectores centrais da economia privada. Mas para a estratégia socialista, o controlo do Estado é o ponto fundamental. Em Portugal, quem controla o Estado manda no país (este é o aspecto da herança Salazarista de que o PS gosta e nada fará para mudar). Esta estratégia de poder conheceu o seu momento mais alto durante os anos de Sócrates como PM, onde o único limite real ao poder socialista foi, mais uma vez, Cavaco Silva.
O sucesso desta estratégia é evidente. Desde 1995, o PS tem estado sempre no poder. Mesmo nos raros intervalos em que não esteve no governo, continuou no poder. Durante estas duas décadas e meia, Passos Coelho foi a principal ameaça ao poder socialista. Se Passos Coelho e Paulo Portas tivessem continuado no governo, em 2015, seria o regresso do fantasma Cavaquista e uma nova ameaça ao poder do PS. Mas quatro anos não foram suficientes para enfraquecer irremediavelmente o poder socialista. Depois do PSD e do CDS terem sido úteis para fazer o trabalho sujo, o PS retomou o seu projecto hegemónico, reduzindo o PCP e o Bloco à condição de ajudantes.
Apesar da geringonça, que foi apenas a estratégia necessária em 2015, para evitar um novo governo de Passos Coelho, o PS não quer, nem nunca quis, uma polarização entre a esquerda e a direita. Esse era o projecto de Sá Carneiro e de Cavaco: a alternativa entre a esquerda liderada pelo PS, e a direita liderada pelo PSD. Mas esse confronto ameaça a hegemonia do PS na democracia portuguesa.
O PS quer estar sempre no poder, sendo o partido do Estado, e se possível sempre no governo, umas vezes com o apoio das esquerdas radicais, outras vezes com a ajuda do PSD. Eis o favor que Rui Rio fez a António Costa. Transformou o PSD num possível aliado menor do PS, em vez de liderar uma verdadeira oposição aos socialistas. Ou seja, está a contribuir para reforçar a hegemonia socialista em Portugal: o verdadeiro projecto do PS, desde Mário Soares até António Costa. O PS nunca mudará e não o culpem por reforçar o seu poder. É ao PSD que compete liderar uma alternativa não-socialista suficientemente forte para conquistar uma maioria absoluta. Enquanto não for capaz, o PS estará no governo para sempre.

Porto na pintura (34)

(Sousa Chantre - Palácio do Freixo)

Percurso cultural convida a admirar as esculturas do jardim secreto do Porto

A "Fonte das Virtudes", Monumento Nacional com 400 anos, "Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse" (1970) de Gustavo Bastos, a "Roda" (2013) de Paulo Neves, a "Árvore das Virtudes" (2013) de Vítor Ribeiro e "A meio entre isto e aquilo" (2013) de Isaque Pinheiro destacam-se de entre a pedra transformada em obra artística e que está espalhada pelo Jardim das Virtudes.

Descobrir essas e mais algumas esculturas é o desafio do percurso cultural que o Museu da Cidade lança para a próxima terça-feira, 27 de Agosto, pelas 15 horas, e que tem implícita a descoberta do mais desconhecido e praticamente secreto jardim do Porto.

Com a peculiaridade de ser um jardim vertical em socalcos, o Jardim ou Parque das Virtudes fica no espaço da antiga Companhia Hortícola Portuense, "por baixo" do conhecido Passeio das Virtudes e da Cooperativa Árvore, pelo que as multidões que por ali passam conhecem o jardim enquanto paisagem, mas são poucas as pessoas que nele se embrenham e dele usufruem.

Desta vez, a ideia é fazê-lo demoradamente (cerca de 120 minutos) sob a condução de Tânia Ribeiro e ficar a conhecer um conjunto de esculturas que integram o Mapa de Arte Pública do Porto e, simultaneamente, um parque urbano desconhecido que contém até algumas espécies arbóreas classificadas.

A participação tem o custo de 3 euros e o bilhete deve ser adquirido antecipadamente.

+Info: percursos.culturais@cm-porto.pt | 223 393 480


Cheira mal, cheira a lisboa

Esta foi a recepção a todos os condutores que se deslocavam de Norte para Sul. Se era para os portistas, agradecemos o carinho, é sempre bom ser bem recebidos no nosso salão de festas


Hoje foi de goleada


Desta vez não apagaram a luz nem ligaram o sistema de rega. Foi mesmo antes do jogo e é evidente a falta de categoria dos porcos encornados.

Há gente que não merece representar o Benfica. À cabeça, os máximos dirigentes que permitem todos os desmandos. Desta vez a falta de respeito está no nome do presidente do FC Porto na ficha oficial do jogo.
E isto sem falar de casos muito mais graves, em investigação. No meio disto tudo a falta de respeito a Jorge Nuno Pinto da Costa, o maior dirigente da história do futebol português, por muito que isso lhes custe, só mostra pobreza de espírito e deve ser censurado por todos


Jorge Sousa - vocês sabem do que estou a falar...


Já vem de longe...


Ferreira Borges

Ferreira Borges, um grande Jurista e Político, foi o autor do primeiro Código Comercial Português

José FERREIRA BORGES, Político e Advogado, natural da Freguesia da Vitória (Porto), a 06-06-1786, e faleceu a 14-11-1838. Filho de José Ferreira Borges, abastado comerciante e armador de navios daquela cidade, e de Ana Margarida de Jesus Santos.
Em 1801, após submissão a exames no Colégio dos Nobres, matriculou-se na Universidade de Coimbra e obteve o grau de Licenciado em Cânones em 1806.
Dois anos depois, exercendo já a Advocacia na sua cidade natal, contraiu casamento com Bernardina Cândida (ou Bernarda Maria das Neves, segundo alguns autores).
Desde cedo adquiriu reputação como Advogado, principalmente devido aos seus conhecimentos na área do Direito Comercial.
  • Em 1809 foi nomeado, pelo Marechal Soult, auditor junto do ordenador-chefe do Exército e, em 1811, apesar da reacção contra os chamados jacobinos e de conhecidas as suas ideias liberais, o Governo indicou-o para ocupar o cargo de Advogado da Relação do Porto.
Com Manuel Fernandes Tomás, José da Silva Carvalho e João Ferreira Viana, foi um dos fundadores do Sinédrio, que levaria à revolução liberal de 24-08-1820. Viveu alguns anos refugiado na Inglaterra.
Passou depois a exercer os lugares de Secretário da Companhia de Agricultura dos Vinhos do Alto Douro e de síndico da Câmara Municipal do Porto. No desempenho desta última função, na altura do pronunciamento de 24 de Agosto de 1820, coube-lhe redigir a acta da Vereação e de nomeação da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, ficando como Secretário com direito a voto.
Dedicou-se também à poesia, utilizando o pseudónimo de Josino Duriense.
  • Em 27 de Outubro de 1820 foi nomeado, juntamente com Silva Carvalho, para auxiliar Fernandes Tomás, então encarregado dos Negócios da Fazenda e do Reino, e para membro da Junta Preparatória das Cortes.
Eleito Deputado às Cortes Constituintes, pela Província do Minho, foi membro das Comissões do Comércio, Fazenda e Marinha, e desempenhou funções de terceiro-secretário. Fazia então parte da ala mais radical, defendendo princípios como os da Câmara única e da existência de um Conselho de Estado proposto pelas Cortes, opondo-se ao veto absoluto e aprovando a perda da nacionalidade portuguesa e expulsão do Reino para os que recusassem a jurar a Constituição.
As Cortes encarregaram-no, em 06 de Julho de 1821, de redigir um Código Comercial. Pertenceu à Loja Maçónica 24 de Agosto, fundada em Lisboa em 1821, na qual exerceu o cargo de Venerável, utilizando como nome simbólico Viriato. No ao seguinte, fez também parte da Sociedade Patriótica Portuense e da Sociedade Literária Patriótica.
Apesar de não ter sido reeleito para as Cortes ordinárias em 1822, o seu prestígio não diminuiu, pois, no ano seguinte, foi nomeado membro da comissão encarregada da reforma das Alfândegas (13-02-1823) e um dos escolhidos pelo rei, por proposta das Cortes, para o cargo de Conselheiro de Estado (06-03-1823). Após a Vilafrancada decidiu emigrar para Londres.
Entre 1825 e 1826, redigiu em Londres O Correio Interceptado, publicação constituída por um conjunto de cartas em que analisava os acontecimentos políticos em Portugal, e nas quais começava já a demonstrar o seu afastamento das posições radicais que assumira antes, criticando, em alguns aspectos, a Constituição de 1822.
Durante este período do seu exílio dedicou-se à preparação do seu projecto de Código Comercial, e publicou alguns estudos sobre matérias jurídicas e económicas.
Em Fevereiro de 1827, sob a vigência da Carta Constitucional, regressou a Portugal dedicando-se à Advocacia e evitando envolver-se em actividades políticas.O advento do miguelismo forçou-o a nova emigração, após uma gorada tentativa revolucionária, em 09 de Janeiro de 1829, em que terá tomado parte. Durante o exílio, retornou ao jornalismo político: colaborou, em 1829, com Garrett e Paulo Midosi, em O Chaveco Liberal, e no ano seguinte fundava O Palimuro. Torna-se então evidente a sua opção por um liberalismo moderado, embora distante da corrente conservadora encabeçada por Palmela
Em 1833 foi promulgado o Código Comercial da sua autoria. Organizou a praça do comércio de Lisboa e do Porto. Jurisconsulto e Economista entre as suas obras sobressaem, além do Código Comercial, “Instituição de Economia Política” (1834), e “Dicionário Jurídico-Comercial” (1840). O seu Código Comercial é ainda hoje considerado um marco decisivo na evolução desse ramo do direito ao nível europeu, sobretudo em matéria de sociedades.
Outras obras: “Instituições de Direito Cambial Português” (1825), “Do Banco de Lisboa” (1827), “Jurisprudência do Contrato Mercantil” (1830), “Instituições de Medicina Forense” (1832), e “Código Comercial Português” (1833).
O seu nome faz parte da Toponímia de: Alenquer (Freguesia de Cadafais), Almada (Freguesia da Charneca de Caparica), Amadora, Coimbra, Lisboa (Freguesia de Santa Isabel e Santo Condestável, Edital de 30-08-1880), Odivelas (Freguesias de Famões e Pontinha), Porto.
Fonte. “Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira” (Volume 11, Pág. 182, 183 e 184)
Fonte: “Dicionário Biográfico Parlamentar, 1834-1910”, (Vol I, de A-C), Coordenação de Maria Filomena Mónica, Colecção Parlamento” (Pág. 405, 406 e 407).
Fonte: “História da Maçonaria em Portugal, Política e Maçonaria 1820-1869”, (A.H. Oliveira Marques, Editorial Presença, III Voluma, 2ª parte, 1997, Pág. 496).

Porto é a cidade portuguesa com mais qualidade de vida em ranking internacional


A cidade do Porto integra o ranking "Quality of Life Index 2019" da Numbeo, a maior base de dados colaborativa sobre cidades e países do mundo, ultrapassando lisboa tanto no contexto europeu como na lista que inclui as melhores cidades para se viver nos cinco continentes.     

Na tabela europeia, o ADN português vislumbra-se ao 36.º lugar, posição ocupada pela cidade do Porto, que obtém uma classificação mais alta comparativamente a cidades como lisboa, Dublin (Irlanda), Barcelona (Espanha), Londres (Reino Unido), Paris (França) ou Roma (Itália).

Nesta lista, informa ainda a plataforma online Idealista, o top 3 é ocupado por Zurique (Suíça), Eindhoven (Holanda) e Copenhaga (Dinamarca), respetivamente.

Já no que toca à escala mundial, a qualidade de vida da cidade do Porto não deixa de ser valorizada, mantendo-se no top 100. Com mais "concorrência" fica na 93.ª posição, à frente do 99.º lugar ocupado pela capital do país.

O top 5 das cidades com melhor qualidade de vida do mundo é ocupado por Camberra (Austrália), seguida de Raleigh (EUA), Adelaide (Austrália), Madison (EUA) e Wellington (Nova Zelândia). Zurique, que é a melhor cidade na Europa, ocupa a sexta posição no ranking mundial.
(via)

A extrema esquerda portuguesa só aperta mãos a vigaristas, trafulhas e assassinos. Nunca falham!

Fernando Haddad, o fulano que aparece no centro dessa foto, apertando a mão ao seu camarada António Costa, foi condenado na passada segunda-feira a uma pena de 4 anos e seis meses de prisão por «Falsidade Ideológica para fins eleitorais», no caso, por ter feito quase 300 declarações de despesas falsas, no valor de 2,6 milhões de Reais que beneficiaram a sua campanha eleitoral para a Prefeitura de São Paulo em 2012! Recordo que este foi o candidato derrotado do PT (Partido dos Trabalhadores) e de todos os socialistas e comunistas brasileiros, que disputou a presidência do Brasil com Jair Bolsonaro. "Portantos", se este homem tivesse sido eleito isso significaria que o Brasil, actualmente, estaria a ser governado por um bandido; nada que nos espante pois socialistas e bandidos são tipo unha com carne, a diferença é que em Portugal os socialistas bandidos andam à solta, enquanto que no Brasil os bandidos socialistas estão a ser todos presos!
Esta foto foi feita em Janeiro de 2019 e retrata a visita do bandido Haddad a Portugal com a intenção de "construir laços internacionais com partidos políticos e movimentos sociais e intelectuais de extrema esquerda, visando a criação de uma frente denominada de "Internacional Progressista" ou seja, o bandido Haddad esteve nessa altura em Portugal para se associar ao António Costa e formar uma bela quadrilha de bandidos socialistas! Infelizmente, o condenado Haddad, por razões óbvias, já não vai poder integrar essa quadrilha e ao primeiro ministro português resta-lhe agora formar um "gang" com o Nicolas Maduro e com os outros 3 ou 4 ditadores socialistas que ainda restam no mundo, a não ser que o povo português ganhe juízo, que acorde do pesadelo em que vive actualmente e que decida presentear o António Costa com a mesma derrota eleitoral que o seu camarada Haddad «chupou» nas eleições brasileiras, ganhas de forma inequívoca e brilhante pelo actual presidente do Brasil: Jair Bolsonaro. (by Maria Vieira)

Cachorrinhos do Gazela estão no top 5 das especialidades mundiais

Os famosos cachorrinhos da cervejaria Gazela, localizada junto à Praça da Batalha, figuram no top 5 mundial das "especialidades da casa", distinção atribuída pelos prémios mundiais de gastronomia, "The World Restaurant Awards".

Se é certo que nas memórias gustativas de portuenses e visitantes, e do ilustre Chef Anthony Bourdain, que por lá também passou, este inigualável petisco confecionado no Porto desde 1962 já tinha lugar cativo, agora passa, por direito próprio, a ter escaparate entre as cinco "especialidades da casa" mais afamadas do mundo, numa restrita seleção que inclui iguarias de Itália, Índia, China e Japão.

Em Fevereiro, os "cachorrinhos do Gazela" já tinham sido notícia pela nomeação para a competição internacional "The World Restaurant Awards", que levou a Paris alguns do pratos gastronómicos mais conhecidos, não pela vertente "estrelas Michelin", mas sim pela popularidade granjeada.

Agora, o selo à porta do estabelecimento original na Travessa de Cimo de Vila faz prova efectiva de que os "cachorrinhos" galgaram fronteiras e obtiveram o reconhecimento de especialistas do métier. "Cereja no topo do bolo" no longo caminho de notoriedade alcançado, de um produto que, sem peneiras, se apresenta no tabuleiro do senhor Américo.