Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

O especulador Ricardo Robles

Aquilo que Robles fez é, pura e simplesmente, um desastre político e uma absoluta hipocrisia.

Nós já sabíamos que o Bloco era esquerda caviar, mas nunca antes tínhamos apanhado um bloquista com tanto caviar na boca. O caso Ricardo Robles seria sempre relevante e criticável quer ele fosse vereador do PS, do PSD ou do CDS. Sendo vereador do Bloco de Esquerda, e conhecendo todos nós a sua posição pública e a do seu partido acerca da terrível “especulação imobiliária”, aquilo que Robles fez é, pura e simplesmente, um desastre político e uma absoluta hipocrisia.
PUB

Vamos por partes. Primeiro, o desastre político. Classificar o negócio de Ricardo Robles como politicamente desastroso não depende sequer da sua cor partidária, nem do seu discurso contra os maus-tratos sofridos pelos pobres moradores dos bairros históricos, que estão a ser empurrados para fora dos centros das cidades devido à pressão horrível do turismo. A questão política é outra, e transversal a qualquer detentor de um cargo semelhante ao seu: deve um vereador de uma câmara municipal envolver-se, durante o seu mandato, em negócios imobiliários que envolvam aquisição de imóveis a entidades públicas, e a aprovação de obras de beneficiação por parte da mesma câmara onde desempenha um alto cargo executivo? A minha resposta é óbvia: não, não deve.

Robles só é vereador do Bloco desde 2017, mas já em 2013 era líder da bancada do partido na Assembleia Municipal de Lisboa. Ou seja, tinha as mãos na massa. Para mais, o prédio foi comprado em Junho de 2014 não a uma entidade privada, mas à Segurança Social, por 347 mil euros – um valor ridículo numa zona que naquela altura já era muitíssimo valorizada. Se o valor do imóvel conseguia ser facilmente multiplicado por 16 com algumas obras de reabilitação, como acabou por acontecer, isso significa que a Segurança Social fez um negócio miserável. E a Segurança Social somos todos nós. Mais: as obras no prédio tiveram um licenciamento muito rápido, ainda por cima com mudanças estruturais que envolveram o bónus de um piso extra, antes inexistente, através da ampliação das águas furtadas.

Ilegal? Talvez não. Muitíssimo desaconselhável? Sem dúvida. Ricardo Robles disse ao Jornal Económico que investiu um milhão de euros no empreendimento. Em 2017, o prédio foi avaliado em 5,7 milhões de euros por uma imobiliária. Ora, uma mais-valia de 470% em três anos tem um nome – e é nesta parte que entra a absoluta hipocrisia. Nas vésperas de sair a notícia, Ricardo Robles colocou no Twitter a foto de um protesto, onde se lia numa tarja: “No vocabulário do lucro não existe a palavra ‘compaixão’.” Já no vocabulário do Bloco o que mais existe é a palavra “hipocrisia”. No mesmo tweet, Robles declarava que os “lisboetas merecem ser defendidos perante o bullying e a especulação imobiliária”, e concluía: “Estamos do lado dos moradores.” Não, Ricardo, não estás. Tu estás do lado dos senhorios.

É esse o terrível perigo do moralismo – é necessário ser capaz de viver à altura das suas exigências. E é extremamente difícil. Ricardo Robles vendeu os princípios anti-especulação por 4,7 milhões de euros. Não foram baratos. Mas, depois de irem, já não voltam. Para quem, como eu, acredita que o Bloco está cada vez mais próximo do arco de governação e mortinho por assumir cargos de poder, esta é mais uma prova de normalização democrática à portuguesa. Com a entrada estrondosa de um dos seus mais destacados membros no campo das negociatas imobiliárias foleiras, o Bloco está um partido cada vez mais parecido com os outros. Os meus parabéns.

Prémios Remax Península Ibérica 2018


Música assinala no museu os 121 anos do nascimento de Marta Ortigão Sampaio

A Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio (CMMOS) assinala hoje os 121 anos do nascimento da sua patrona com uma actividade festiva no jardim do edifício, em que participam os grupos vocais Canto à Procura de Nome e Coro do Centro de Dia de Santo Tirso. 

Esta é uma actividade aberta a todos aqueles que quiserem usufruir da calma e beleza do jardim da CMMOS ao som dos passarinhos e de canções tradicionais portuguesas. Além disso, os grupos envolvidos farão um piquenique, pelo que os visitantes podem também levar merenda. E, no final, poderão aproveitar para visitar a casa-museu e conhecer melhor a aniversariante especial.

A colecionadora Marta Ortigão Sampaio, sobrinha das artistas plásticas Aurélia de Sousa e Sofia de Sousa e sobrinha-neta do escritor Ramalho Ortigão, deixou por doação à Câmara do Porto o edifício da casa-museu e das coleções em 1978, ano do seu falecimento.

Saiba do que constam essas coleções clicando aqui e aproveite para espreitar a CMOS seguindo esta ligação.
[daqui]

Rui Moreira em entrevista a um canal lisboeta

Bloco "sanitário" de Esquerda: acabou-se a mama

O Bloco de Esquerda mais não é que um conjunto de Actores Betinhos, que gosta de viver bem, e que encontrou na política um modo de vida. Ser de esquerda, berrando, cala-lhes a consciência e foi a melhor oportunidade que encontraram no mercado político dos votos. E conseguiram contaminar grande parte do PS que secretamente tem inveja de não ser como eles.
Cambada de hipócritas que para terem o seu modo de vida estão a destruir o País.
Há que denunciá-los.

A alegre casinha do Robles

O primeiro grande problemas das justificações é ter de as dar. O segundo podem ser as explicações que se dão. Segue-se o primeiro parágrafo das que foram dadas pelo vereador Robles, sobre o caso que o envolve e que hoje encheu as páginas dos jornais. É um texto onde cada palavra é medida e contada para evitar mais sarilhos. A cor vermelha (em homenagem ao Bloco) vão as passagens mais problemáticas e entre parênteses, em itálico, segue a nossa opinião:
«Em Junho de 2014 adquiri, em conjunto com a minha irmã, o imóvel sito na Rua Terreiro do Trigo, nºs 6 a 26, pelo valor de 347 mil euros. Em Outubro de 2014, a CML comunicou-me a necessidade de realização de obras considerando o mau estado do prédio
  • (então o Senhor Vereador, quando comprou o imóvel, não se apercebeu da necessidade de o reformar? Comprou-o às cegas, não percebe nada de imóveis, ou isto é apenas uma justificação para a pressa com que as iniciou, indiciadora de intenção de fazer negócio com o imóvel?). 
Iniciei de imediato os procedimentos para um processo de licenciamento para obras junto da CML. A obra foi licenciada em 9 de Novembro de 2015 e o alvará foi emitido em Fevereiro de 2016
  • (o licenciamento foi pedido para uma obra de reparação do mau estar do imóvel, ou para uma obra em profundidade, com aumento de um piso, para negócio imobiliário?)
A obra foi concluída em Março de 2017. O valor total (aquisição, projetos, licenças, obra) foi de aproximadamente 1 milhão de euros, financiado pela nossa família e mediante um empréstimo bancário contraído junto da CGD. Como co-proprietário, aceitei que, por razões familiares, o prédio fosse colocado à venda
  • (mas não o comprou para isso? Então comprou-o para quê? Para habitação própria? Um casarão daqueles?)
A venda do prédio foi entregue no final do ano de 2017 à imobiliária, que o avaliou em 5,7 milhões de euros. O prédio não foi vendido e foi retirado do mercado, embora mantenhamos a intenção de venda a breve trecho.»
Moral da estória: o Senhor Vereador só pôs o imóvel à venda por «razões familiares» e não por vontade própria. Só o pôs à venda por 5.7M€ por insistência da imobiliária e não por decisão sua.  O Senhor Vereador despachou-se a fazer obras não para pôr o prédio imediatamente à venda e com isso ganhar dinheiro, mas porque a Câmara o obrigou a isso.  [ Rui A. aqui ]

Ricardo Robles: o homem 500 por cento

Para o Bloco o princípio geral da política é que eles são os grandes educadores, os que sabem o que é melhor para todos. Mas o “melhor” não se aplica aos pioneiros, à vanguarda e às suas elites.

Ricardo Robles é um grande empresário imobiliário. Atendendo ao retorno dos seus investimentos, será mesmo a sua principal actividade, sendo a política uma ocupação secundária. Grosso modo, Robles investiu cerca de um milhão de Euros (entre aquisição e obras de recuperação de um prédio) e, passados cerca de quatro anos, o seu activo vale mais 500 por cento, 5 milhões de Euros, do que o investimento original. Esta valorização é um recorde em termos empresariais. Por exemplo, Américo Amorim e Belmiro de Azevedo, a quem o Bloco de Esquerda recusou a devida homenagem no parlamento, nunca terão multiplicado um investimento por 500 por cento em quatro anos durante as suas vidas empresariais.
Mesmo fora das nossas fronteiras, bancos de investimento como a Goldman Sachs (um dos alvos preferidos do Bloco) muito raramente conseguirá 500 por cento em quatro anos de retorno dos seus investimentos. O mesmo se poderá dizer dos outros grandes bancos de investimento, como a Morgan Stanley, o J.P. Morgan, o HSBC ou o Barclays. Os hedges funds de maior sucesso, considerados como os grandes especuladores pelas esquerdas europeias, terão um ano extraordinário se conseguirem 20 por cento de retornos dos seus investimentos. Em anos absolutamente excepcionais, chegarão aos 30, eventualmente 40 por cento. No melhor dos casos, em quatro anos, terão 160 por cento de retornos. Muito longe dos retornos do especulador imobiliário, Ricardo Robles.
Nada tenho contra a capacidade de multiplicar investimentos de uma forma inteligente. Foi o que Robles fez. Aqueles que investem no imobiliário sabem que dá trabalho o que fez Robles. Seguir com atenção os leilões das instituições do Estado, colocar a oferta certa e ganhar a aposta não é fácil. Não é por acaso que os competidores de Robles para a compra do prédio em Alfama eram profissionais do sector do imobiliário. Nada disto aconteceu por caso. Robles seguiu, com sucesso, uma estratégia de investimento. Adquiriu um prédio por um preço baixo, numa zona de Lisboa valorizada pelo turismo, recuperou-o, e colocou-o à venda numa multinacional de sucesso, a imobiliária Christie’s.
A questão aqui não é o investimento de Robles. O problema é o discurso do seu partido sobre os investimentos imobiliários e os empresários de sucesso. Podemos imaginar o autarca de Lisboa e membro do Bloco, o camarada Robles, a conversar com o empresário Robles. “Como podes dizer em público o oposto do que faço na minha vida empresarial?”, diz o empresário Robles. “Mas tenho todo o direito de tentar ganhar dinheiro. Não fiz nada de illegal.”, responde o camarada Robles. “Além disso”, continua o camarada Robles, “para progredir no partido, para ser cabeça de lista em Lisboa, preciso de fazer esse discurso.” “Ainda bem que a militância no Bloco não me impede de aproveitar boas oportunidades de investimento, de beneficiar da bolha imobiliária em Lisboa e de ganhar dinheiro”, conclui Robles o empresário.
Embora esteja na vida política há pouco tempo, Robles já aprendeu que o comportamento não é o mais importante, mas sim o que se torna público. Tudo corria bem até a notícia do seu investimento ter sido publicada por um jornal. Depois, vieram as habituais desculpas, que não convencem ninguém e o argumento espantoso de que nada fizera de ilegal. Eis a judicialização da política pelos políticos. Os políticos, pela natureza das suas funções públicas, devem prestar contas que vão muito além da legalidade dos seus actos. O comportamento e os argumentos de Robles são bons exemplos de como o Bloco olha para a política e a sociedade.
Para o Bloco, a desigualdade entre eles, as classes dirigentes do partido, e os outros, os portugueses em geral, é o princípio geral da política. Para eles, os privilégios. Para os outros, as regras, impostas pelos privilegiados. Eles são os grandes educadores, que sabem o que é melhor para todos. Mas o “melhor” não se aplica aos pioneiros, à vanguarda, às elites do Bloco. O caso de Robles é ainda mais relevante politicamente porque neste momento é o militante do Bloco com mais poder executivo. É ele que dá a maioria absoluta a Fernando Medina na autarquia de Lisboa. Olhem para o Robles e vejam o que será o Bloco no poder, se chegar ao governo com o PS.

O Bloco "sanitário" de Esquerda e os seus dirigentes não enganam: são fascistas do piorio

Publico, antes que a FIFA, a UEFA ou os mouros de lisboa proibam imagens de mulheres ... com bom gosto


Que País é este? Em que regime vvivemos? E o Povo é mesmo corno manso!?


Vendo a bom preço PS4 Pro!!!

Os invejosos vão dizer que só querem a PS4 se trouxer "o jogo" incluído...
Se não estão interessados não estraguem o negócio...



O bloco "sanitário" de esquerda no seu esplendor fascista


Leça da Palmeira


Corrupção, diz a Justiça. Tic Tac: a segunda divisão para o boifica está ali ao virar da esquina

O funcionário judicial dos tribunais de Guimarães e Fafe, José Silva continuará em prisão preventiva
O funcionário judicial dos tribunais de Guimarães e Fafe, José Silva, que acedeu de forma ilegal a dez inquéritos relacionados com o Benfica, que estavam em segredo de justiça, continuará em prisão preventiva. O veredicto do Tribunal da Relação de Lisboa foi conhecido esta quarta-feira, com os juízes desembargadores a ir de encontro ao que era defendido pelo Ministério Público, que em março indiciou a chamada "toupeira do Benfica" por crimes de corrupção, violação do segredo de Justiça, favorecimento pessoal, peculato e acesso ilegítimo.
Esta quarta-feira, revela o Expresso, que teve acesso ao acórdão, José Silva acedeu ilegalmente e por 385 vezes aos dez referidos inquéritos em segredo de justiça. Os acessos foram realizados entre julho de 2017 e janeiro de 2018, "por vezes [...] diariamente e até várias vezes ao dia", explica o acórdão.
Perante esta notícia, o departamento media do FC Porto reagiu no Twitter, falando em escola do crime e douturamento com direito a estágio na Carregueira. "Não pode haver maior confissão de culpa do que 385 acessos ilegais ao sistema judicial. Isto não é escola de crime, isto é douturamento com direito a estágio na Carregueira. E caso não tenham reparado, a Relação confirmou a corrupção. Adivinhem quem é o corruptor, é fácil, não é?", lê-se.

Cirurgia pioneira de remoção de tumores no útero realizada no Porto

O Centro Materno Infantil do Norte realizou, pela primeira vez em Portugal, uma cirurgia transvaginal de remoção de tumores no útero.



O Centro Materno Infantil do Norte realizou esta segunda-feira, pela primeira vez em Portugal, uma cirurgia transvaginal de remoção de tumores no útero, disse o ginecologista responsável pela intervenção, Hélder Ferreira.

Através de um sistema ótico, com recurso a uma câmara endoscópica, a nova técnica, realizada na cidade do Porto, consiste “na visualização do interior do útero” por via transvaginal e permite uma maior precisão na identificação e remoção de lesões intrauterinas, explicou aquele especialista à agência Lusa. A visualização, designada de histeroscopia, permite identificar patologias e lesões como pólipos, miomas, aderências ou cicatrizes dentro do útero, e simultaneamente tratar ou removê-las.

Hélder Ferreira, coordenador da unidade de cirurgia minimamente invasiva do Centro Materno Infantil Norte, afirmou que o novo equipamento faz com que o procedimento seja “mais reprodutível, ao torná-lo também mais rápido e seguro”, comparativamente a outras técnicas que têm sido utilizadas, como a raspagem uterina, a remoção do útero ou a histeroscopia com corrente eléctrica. “Se conseguimos encurtar esse tempo, automaticamente conseguimos reduzir a dor e podemos fazer mais procedimentos, desta forma, sem anestesia”, frisou.

Segundo o ginecologista, o procedimento é também “mais fácil de realizar”, pois não recorre à anestesia, nem à energia eléctrica, que na maioria das vezes “provocam dor e lesões às doentes”. Uma das vantagens desta técnica é também “o regresso precoce a casa das doentes”, o que, aliado à redução do tempo que passam no hospital, evita o “elevado risco de infeções”.

Helena Leite, de 69 anos e natural do Porto, foi uma das sete pacientes que foram submetidas a esta técnica. A doente saiu pelo próprio pé do bloco operatório, depois de uma intervenção que durou cerca de cinco minutos, e admitiu que o tempo de espera a deixou nervosa. Mas que “não custou muito”, acrescentou. “Quando estava no bloco pensei que ia correr mal, porque fiquei assustada, uma vez que todas as intervenções que fiz foram com anestesia. Esta não foi, por isso, estava mais receosa. A princípio doeu um bocadinho, mas depois aguentei perfeitamente”, referiu. Quando teve conhecimento de que a técnica era pioneira em Portugal, Helena ficou amedrontada, mas “as explicações do médico” e a “equipa maravilhosa” que a acompanhou no bloco operatório deixaram a paciente mais confiante.

Segundo o ginecologista obstetra Hélder Ferreira, outra das vantagens da nova técnica é o “aumento da segurança do procedimento” e a facilidade para “a curva da aprendizagem”. “A evidência científica neste momento, em estudos comparativos, é clara relativamente às vantagens desta técnica. Vantagens para as doentes, para a instituição e para o próprio sistema de cuidados de saúde”, acrescentou Hélder Ferreira.

No bloco operatório estavam presentes cerca de seis médicos e estudantes oriundos da Eslováquia, Polónia e Inglaterra. [ daqui ]

Por isto é que não se deve permitir animais na praia!


Portuguesa tem a melhor tese de doutoramento da Europa. É um feito inédito

A tese de Margarida Carvalho foi considerada a melhor da Europa. A investigadora aplica a teoria dos jogos à troca de rins entre hospitais. É a primeira vez que um português vence a distinção.


A tese de doutoramento de Margarida Carvalho foi considerada a melhor da Europa. A jovem investigadora portuguesa foi premiada com o EURO Doctoral Dissertation Award na área de investigação operacional. A distinção representa o reconhecimento de dissertações de doutoramento consideradas excecionais na área da investigação operacional (IO). É a primeira vez que um português vence este prémio.

A tese escrita por Margarida Carvalho, e orientada por João Pedro Pedroso e Andrea Lodi, foi realizada no âmbito do doutoramento em Ciência dos Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e leva o nome “Computation of equilibria on integer programming games”. O trabalho cruza duas áreas científicas — otimização combinatória e teoria dos jogos.

Na tese foi, pela primeira vez, formulado um jogo para modelar programas de trocas de rins envolvendo hospitais de vários países. O que conseguimos concluir foi que o jogo tem boas propriedades do ponto de vista do bem-estar social. Quer isto dizer que quando as entidades se comportam de forma mais racional, ou seja, concentrando-se apenas no seu benefício individual, o número de pacientes com insuficiência renal que recebe um transplante é maximizado”, explica Margarida Carvalho.

A investigadora é antiga colaboradora do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) e agora docente na Universidade de Montreal (Canadá).

Além do programa de trocas de rins, existem outras aplicações para o modelo proposto pela investigadora portuguesa: “A grande vantagem está na combinação de uma área que permite aumentar o coeficiente de otimização de uma empresa, como é a otimização combinatória, mas ao mesmo tempo conseguir prever respostas da concorrência, como é a área da teoria dos jogos”, lê-se ainda na nota.

O prémio em causa foi criado em 2003 com vista a distinguir contribuições de estudantes de doutoramento ou cientistas que tenham menos de dois anos de experiência desde a conclusão do doutoramento na área da investigação operacional. [ daqui ]

Apesar da imprensa europeia o esconder, continuam os ataques por parte de muçulmanos


O velho Costa e o novo Costa: em resumo, um filho da puta!

Sem um Pinho de vergonha

Manuel Pinho falou dos filhos e dos enteados que emigraram. Manuel Pinho falou da revolução industrial. Manuel Pinho falou do iPhone. Manuel Pinho falou do nevoeiro de Pequim. Manuel Pinho falou da exploração de gás de xisto nos Estados Unidos. Manuel Pinho falou da vida académica e do desejo em escrever um livro sobre tudo o que aprendeu no fascinante mundo da energia. Manuel Pinho falou, falou, falou. Mas durante três horas não disse nada que ajudasse a iluminar a sua sombria passagem pelo poder. Porque não quis, porque tem algo (muito?) a esconder, porque não lhe molesta a consciência a gravidade das suspeitas públicas que pendem sobre si. E convém recordá-las: o ex-ministro da Economia de José Sócrates, na convicção do Ministério Público (que, ao longo de um ano, ainda não o ouviu!), terá recebido, através de uma offshore, uma avença mensal de mais de 14 mil euros do "saco azul" do GES para, alegadamente, beneficiar o Grupo Espírito Santo e a EDP. Pior: terá beneficiado desse pagamento enquanto era governante.
E é aqui que política e eticamente urge expor o óbvio. Recebeu ou não recebeu? Pinho refugiou-se no formalismo para disparar evasivas: tinha ido à Assembleia apenas para falar de energia, não da sua conta bancária. Deu um baile monumental aos deputados, ao Parlamento e, por indesejada inerência, ao país. Fazendo uso de uma sobranceria moral e intelectual, chamou burros aos parlamentares e mandou-os estudar. Isto apesar de não ter conseguido explicar como conseguiu auferir 490 mil euros de salários em 2005 por dois meses de trabalho no BES. Já tínhamos visto este filme com Zeinal Bava e Ricardo Salgado. Portugal, para esta gente, é uma maçada. Manuel Pinho foi habilidoso na seletividade do que não disse. Temo bem que esteja em estágio avançado para ser engenhoso na escolha do que não se lembra.

Podia ser em Leça da Palmeira: os cretinos que vêm para a praia querem levar os carros para o areal...

É proibido estacionar na marginal de Leça da Palmeira, mas dia após dia os cretinos que vêm para as nossas praias, junto à Cascata, ocupam uma das faixas para deixar o carrinho estacionado. Uns metros acima não faltam lugares... A polícia não multa e muitas vezes, as ambulâncias do 112 quando chamadas (estão estacionadas no quartel da marinha uns metros acima) ficam paradas sem poder passar porque o trânsito fica todo entupido por causa dessas bestas...


A "ciática" segundo o parvalhão António Bosta

Depois de o mundo inteiro ver Juncker a cair de bêbado, não em metáfora, mas mesmo, houve me(r)dia portugueses que vieram repetir a mentira de António Costa (a "dor ciática") sem respeitarem o QI do seu leitor que o tiver mais baixo: mencionaram a "ciática" sem mesmo mencionarem que essa mentira de Costa, Juncker e seu gabinete pretendia desmentir a evidência das imagens.
Felizmente, o jornalismo britânico não é subserviente como grande parte do português e de outros países europeus. Para conhecer os factos os portugueses precisam de ler o Daily Mail, o Spectator, etc.? Que tristeza.

Quer ir de férias e o dinheiro é pouco?!

Alugo autocaravana à semana ou à quinzena a um preço acessível...
Quem não perceber de autocaravanas não estrague o negócio!



Sabiam que o FC Porto tem um Cavaleiro?

Roberto Brasil no pódio do Grande Prémio de Bedminster

Cavaleiro do FC Porto alcançou um segundo e um terceiro lugar na competição que se disputa em Nova Jérsia, nos EUA
Roberto Brasil, cavaleiro que representa o FC Porto, esteve em ação, entre esta terça e quarta-feira, no Grande Prémio de Bedminster, em Nova Jérsia, nos Estados Unidos, tendo terminado o primeiro dia no terceiro posto e o segundo na segunda posição. Esta foi a primeira prova em que Roberto participou com as cores azuis e brancas, depois de em Maio passado ter chegado a acordo para representar o clube portista nas competições que disputa.
O cavaleiro de 30 anos, que reside nos Estados Unidos, competiu com a Whoopie Gold, uma égua de 14 anos de raça Oldenburg. “No primeiro dia, cometemos alguns erros no trabalho de galope, uma vez que a égua já não competia desde que viemos do Global Drèssage Festival [o maior evento equestre do mundo], na Florida. Esteve muito bem no aquecimento, mas durante o grande prêmio andámos um pouco desencontrado”, conta Roberto.
O segundo dia foi diferente: “Senti a égua mais comigo, e em pista esteve fantástica, sempre pronta e disponível a fazer o que lhe estava a pedir, o trabalho de piaffe passage foi muito bom, e ela esteve sempre comigo. Penso que foi um dos momentos altos da nossa prestação hoje”, explica.
Roberto considera, no entanto, que ainda há muito trabalho pela frente, “muito por onde melhorar”, até porque considera a Whoppie “um cavalo de excepção”. “Esta égua penso que é talvez o melhor cavalo novo que montei em toda a minha vida. Está comigo desde que vim para os EUA, competimos muito juntos, e penso que é sem dúvida um cavalo para o futuro. Temos uma ligação muito grande os dois dentro e fora de pista.”
Esta quinta-feira Roberto Brasil viaja para Nova Iorque, desta vez a Furstin P, uma égua de cinco anos com que compete no circuito americano. “Vamos competir na última qualificação para o campeonato nacional. Neste momento, estamos na terceira posição do ranking, a menos de um ponto do primeiro lugar e este fim de semana vamos lutar por ele”, promete.

Esta gaja também foi eleita?

Uma parolice. E nada republicana.
Fernanda Tadeu, esposa do Primeiro-Ministro socialista, republicano e laico, é a madrinha do novo navio patrulha oceânico, o NRP Sines, construído nos estaleiros de Viana do Castelo. António Costa esteve presente no baptismo. O casal teve uma deriva monárquica e o Ministro da Defesa honrou a esposa de António Costa (que não tem qualquer função no Estado) com esta deferência.
Convém lembrar aos governantes que o navio não é deles, é do Estado; Portugal é uma República; e este tipo de notícias é mais próprio dos tempos do Estado Novo, em que o Almirante Américo Tomás aparecia, também a baptizar navios, com a sua esposa, Gertrudes.

Estranho, não é? Ou será mais qualquer coisa?

O acaso só existe para os ingénuos!
"Da esquerda para a direita: Angela Merkel, Jena Hassple e Teresa May. Estranho não é? A Chanceler Alemã, a nova Directora da CIA e a Primeira Ministra Britânica juntas."


A próxima bancarrota está ao virar da esquina, e mais uma vez pela mão dos socialistas


Estado, empresas e famílias nunca tiveram tanta dívida


Dados do Banco de Portugal apontam para um novo recorde nominal no valor da dívida total da economia portuguesa:
724,7 mil milhões de euros !!!!!!!!!!!!!

Boifica está em Inglaterra: imagens inequívocas da CMTV


Cuidados alimentares...

O meu médico mandou-me reduzir no peixe... Eu obedeço sempre porque primeiro está a minha saúde. Doutor segue a foto para comprovar que estou a seguir a "receita".
Agora vou jantar



Os legados da extrema esquerda: "ideologia" do género


O Marítimo mais um clube vendido ao Boifica. As provas!

Nos novos e-mails revelados pelo Mercado de Benfica temos a confirmação dos pagamentos feitos a Nuno Cabral (aqui), das funções de Nuno Cabral (aqui) e, também, que o Marítimo é um clube aliado ao Benfica.
Por exemplo, neste e-mails enviados pelo diretor financeiro do Marítimo na altura dos factos, verifica-se que este informava de todas as situações envolvendo o jogador Kléber que se tinha transferido do Marítimo para o Porto, assunto que não estava em nada relacionado com o Benfica.
Em 2012, Sancho Freitas voltava a enviar informações relativas ao Kléber para o Paulo Gonçalves.
Para quem não se recorda, o Kléber estava emprestado pelo Atlético Mineiro ao Marítimo. O clube madeirense acusou o F.C. Porto aquando da sua contratação que o Kléber tinha sido aliciado pelo Porto quando ainda se encontrava emprestado ao Marítimo.

Ou seja, estes e-mails enviados a Paulo Gonçalves demonstram que o Marítimo e o Benfica estavam a tentar trabalhar em conjunto para prejudicar o F.C. Porto.

Mas o Marítimo e o Benfica acabaram por não ter sorte. Pois até fizeram chegar o caso a Fifa e perderam. O Marítimo teve de pagar 2,5 milhões de euros ao Atlético Mineiro.

Os documentos a propor à Liga Portuguesa eram feitos em conjunto

Um e-mail de 31 de outubro de 2013, demonstra que o Marítimo trabalhava com o Benfica para as propostas para fazer para a Liga Portuguesa de Futebol Profissional. O Presidente do Marítimo estava em cópia na mensagem.

Paulo Gonçalves acabou por responder com um pouco de atraso.

Portanto, o Marítimo decidia fazer propostas para um programa de acção da LPFP, mas preferia contactar em primeiro o Benfica para saber se eles estavam de acordo com o que tinha sido escrito? Que pouca vergonha vem a ser essa? Tanto Luís Filipe Vieira como Carlos Pereira estavam a par destas discussões.

Mas quem é o Sancho Freitas


Como podem verificar Sancho Freitas tem uma boa relação com o Benfica. Curiosamente após a sua passagem pelo Marítimo, Sancho Freitas esteve no Sporting Clube de Portugal. Atualmente, Sancho Freitas trabalha na Base Soccer Agency. Esta informação foi me dada por um leitor do site.

Sabem quem é que representou o Alfa Semedo na sua ida para o Benfica? A Base Soccer Agency. É só verificar a fotografia que Sancho Freitas colocou tanto no Facebook como no Twitter.

Para relembrar, Alfa Semedo é mais um daqueles jogadores do entreposto SLB, tinha sido oferecido ao Moreirense e foi recomprado na época seguinte por 2 milhões de euros. Podem ler mais sobre este assunto aqui.

As coincidências não ficam por aqui, sabem quem foi responsável pela transferência do Facunda Ferreyra para o Benfica? A mesma agência. E, novamente, Sancho Freitas decidiu gabar-se para meio mundo, colocando fotos nas redes sociais.

Portanto, quando Sancho Freitas estava no Marítimo estava em contacto com Paulo Gonçalves para prejudicar o F.C. Porto e para ter uma estratégia em conjunto.
Nos dias de hoje, Sancho Freitas ajuda o Benfica na compra e venda de jogadores e, curiosamente, também está envolvido num caso muito estranho como o do Alfa Semedo, jogador que até cometeu um penálti no último jogo contra o Benfica. Será este mais um empresário das malas?
Onde há muito fumo, há fogo.