Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Feliz Natal e um Bom Ano Novo



So this is Christmas
And what have you done
Another year over
And a new one just begun

And so this is Christmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young

A very merry Christmas
And a happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear

And so this is Christmas
For weak and for strong
For rich and the poor ones
The world is so wrong

And so happy Christmas
For black and for white
For yellow and red ones
Let's stop all the fight

A very merry Christmas
And a happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear

And so this is Christmas
And what have we done
Another year over
And a new one just begun

And so this is Christmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young

A very merry Christmas
And a happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear
War is over over
If you want it
War is over
Now...

Pinto da Costa: biografia

Tem 223 páginas, muitas fotos, documentos, reproduções de entrevistas e histórias sobre a vida de Jorge Nuno Pinto da Costa. Depois da autobiografia que tanto sucesso teve, o presidente do FC Porto "autorizou" a obra de Alfredo Barbosa, provavelmente o jornalista que melhor conhece o presidente portista, embora nunca tenha escolhido gravatas para Carol. A cerimónia de apresentação do livro - apenas disponível nas lojas azuis - decorreu no 'Coração da Cidade' de forma quase confidencial, devido a uma birra da directora da instituição, após um incidente motivado pelo assédio das chamadas revistas cor-de-rosa, muito interessadas em imagens da filha do presidente, Joana, com o seu namorado. Assim vai o mundo... Já tenho o livro mas não sou exemplo porque compro e guardo tudo o que encontro sobre o FC Porto e o sobretudo sobre o seu presidente. Não é um livro com revelações palpitantes mas vale sobretudo pelo seu valor documental. E está escrito em português...

Clonagem




O que têm em comum Gene Hackman, Luís Felipe Scolari e o generalíssimo Franco?

Prenda de natal para mouros

Mudar de nome? Mas porquê?

País a 2 velocidades: um exemplo chamado TGV


Parece que o comboio de alta velocidade (TGV) é mesmo para avançar. O governo já admitiu, inclusivé, que haverá um desinvestimento noutras redes ferroviárias para poder canalizar o dinheiro para o TGV (isto tudo dito com paninhos quentes, claro!).

Como se percebe, era mesmo disto que Portugal precisava: fazer com que os lisboetas consigam chegar de Lisboa a Madrid em duas horas e meia! Faz lembrar a propaganda do Choque Tecnológico, em que se anunciam pomposamente grandes inovações, mas se ignora que para a maioria tudo fica na mesma ou pior. 640 km em 2h30m é obra! Como diz Miguel Sousa Tavares, não dá é a bota com a perdigota. Vejamos porquê:

Se não fossem necessárias as quase 6 ½ horas de viagem (com mudança de comboio no Porto e na Régua) para fazer os 390 km que separam Vila Real de Lisboa…

Se não fossem as mais de 5 ½ horas necessárias para fazer os 380 km de Viana do Castelo a Lisboa (com mudança de comboio em Famalicão)…

Se não fossem as quase 4 horas que leva fazer os 370 km de Braga a Lisboa…

Se não fosse pelas 3 horas que são precisas para ir da segunda cidade mais importante do país (o Porto) até à capital (pouco mais de 300 km)…

Se não fosse pelas mesmas 3 horas que leva percorrer os mesmos 300 km de Faro a Lisboa…

Se não fosse pelas 3 ½ horas de Portalegre a Lisboa (com mudança de comboio no Entroncamento), num percurso de apenas 220 km

Se não se precisasse das mesmas 2 ½ horas do TGV Lisboa/Madrid para fazer uns míseros 180 km entre Lisboa e Beja, ou o mesmo tempo para os 270 km que separam Aveiro da capital do Triste Império…

Se não fosse pelas 4 ¼ horas da Guarda a Lisboa (340 km) ou as 3 horas de Lisboa a Castelo Branco (230 km)…

Se não fossem as mais de 4 horas (!!!) para fazer Lisboa-Leiria nuns escassos 140 km (também com duas ou três mudanças de comboio)…

Se não fosse o facto de os habitantes de Bragança ou de Viseu, no caso de lhes apetecer, ou no caso de terem mesmo que ir a Lisboa, serem obrigados a ir de outra maneira qualquer porque comboio NÃO HÁ

Enfim, se não fosse o facto de todas as cidades referidas não serem cidades quaisquer, mas importantes CAPITAIS DE DISTRITO

Se não fosse por tudo isto, eu ficava orgulhosíssimo por poder fazer Lisboa-Madrid (640 km!!!) em duas horas e meia. Mas como preciso de ir mais vezes a algumas das cidades referidas do que a Madrid; como milhares de portugueses, tal como eu, precisavam era de se deslocar dentro do país com maior rapidez; como ando muito de comboio e vejo que não falta gente a fazer o mesmo que eu, pelo que não é por falta de clientes que as linhas ferroviárias nacionais não se modernizam; como, mais uma vez, o governo do pseudo-engenheiro prefere beneficiar meia dúzia de gente abastada (que até pode ir para Madrid de avião ou num dos inúmeros carros com motorista pagos pelos nossos impostos) ao mesmo tempo que, com o desinvestimento nas linhas nacionais, prejudica milhares de portugueses que pagam impostos… Em suma, como a realidade que temos é esta e com tendência a agravar-se, por causa de um suposto défice que parece não afectar megalomanias como a do TGV, o que sinto não é orgulho, mas antes, uma vez mais, uma profunda vergonha e tristeza por ter nascido portucalense e ser dominado por lisboa.

Washington State Department of Information Services


Imparcialidade?

O Dragão informa em primeira mão os Portistas de um facto desconhecido por todos, ou conhecido e não divulgado:

"Maria José Morgado, a impoluta Magistrada reconhecida pela boca do povo (neste momento, por 6 milhões) como o exemplo de profissional do MP, quando não se lhe conhecem nenhuns méritos de investigação criminal ou de qualquer outra índole profissional (e desafio quem quer que seja esclarecer o contrário), a não ser o de perseguir (e digo mesmo perseguir e não investigar) certos políticos conotados com a direita portuguesa e porque a dita Magistrada esteve ligada ao MRPP quando jovem (e dar umas entrevistas tipo Octávio Machado em que lançava denúncias abstractas para o ar), foi colocada à frente da investigaçãp ao Apito Dourado e não tem qualquer ligação a nenhum clube, pelo menos que se saiba.
No entanto, como é de conhecimento público,
Maria José Morgado é mulher de Saldanha Sanchez, Fiscalista conceituado.
Pois bem, o que se desconhece e que eu passo a dar conhecimento público, é que, de fonte segura, Saldanha Sanchez é Consultor Fiscal de Luis Filipe Vieira. Não dos lampiões, mas do próprio e das suas empresas. E desafio quem qer que seja a desmentir este facto. "

No Natal, desenhos animados

That's all folks

Ela (Carolina) fugiu para Espanha...

Portugale (*)



No ano de 1255, o reie Dom Afuonso 3.º ficsa a sua residência na cidade de Lisboua que se transforma na capitale de Portugale. Assinhe, Lisboua passa a dominare de forma absoluta tuodo o território nacionale. Tuodo? Nom. Séclo após séclo um pequeno reduto resiste eroicamente a ieste domínio abassaladore. Esta pequiena regiom é oije conhecida pore «Área Metropolitana do Puorto» i é constituída piela cidade do Puorto i pielos conceilhos que o limitam, coraçom do Norte.


Assim reza a página do Mobimento Cíbico Portucalense que nos conta toda a verdade sobre o domínio lisboeta sobre Portugale escrita na genuína ortografia portucalense.


(*) Via Obvious

Probucaçom

Querida Maya
Estou com um problema e preciso da sua ajuda.
Tenho dois irmãos, um é sócio do Benfica, o outro foi condenado a 25 anos de prisão por homicídio.
A minha mãe morreu de insanidade mental quando eu tinha 3 anos.
Tenho duas irmãs prostitutas e o meu pai vende estupefacientes.
Recentemente conheci uma rapariga acabada de sair de um reformatório por ter tentado afogar o seu filho ilegítimo recém-nascido.
Amo essa rapariga e quero casar com ela.

A minha questão é:
Devo falar-lhe no meu irmão que é sócio do Benfica??

Frases Feitas

"Se cada pessoa fizer um pouco, eu não vou precisar de fazer nada"
"As ideias que possuímos são capazes de nos possuir"
"O Banco é o lugar onde nos emprestam um guarda-chuva quando faz bom tempo e nos obrigam a devolvê-lo quando começa a chover"
"O pior dum charro é quando ele acaba"
"Até o diabo quando está satisfeito é uma boa pessoa"
"O optimista acha que este é o melhor dos mundos; o pessimista tem certeza"
"A vida é maravilhosa, sem ela estaríamos mortos"
"Conhece-te a ti mesmo, mas não fiques íntimo"
"A prática leva à perfeição, excepto na roleta russa"
"Decepcionar é um prazer"
"Vive depressa, morre jovem e sê um cadáver atraente"
"Para qualquer problema complexo, existe uma solução clara, simples e errada"
"Os espelhos deveriam pensar duas vezes antes de reflectir"
"O computador surgiu para resolver os problemas que tu não tinhas"
"Posso resistir a tudo, menos às tentações"
"O respeito é bom e conserva os dentes na boca"
"No dia em que o ser humano inventar um carro com a velocidade da luz, o que será dos faróis?"
"O difícil é aprender a ler. O resto está escrito"

Bush e Rice ao telefone

Os USA serão a melhor democracia do mundo. Mas este Presidente escolhido pelos seus cidadãos, deixem que lhes diga... Depois presta-se a isto:

500 anos depois (*)


(*) via Novas Energias

Globalização do Orgasmo

A solução dos conflitos mundiais é uma questão de prazer. Pelo menos é o que defendem os mentores da iniciativa Global Orgasm (Orgasmo Global). A proposta é insólita; o motivo é nobre: conseguir que o maior número de pessoas tenha um orgasmo ao mesmo tempo, no dia 22 de Dezembro, e canalize a energia libertada, nesse momento, para pensamentos pacíficos.

A data não foi escolhida ao acaso, porque «este é o primeiro Orgasmo Sincronizado Anual Global para a Paz, até ao solstício de Dezembro de 2012, altura em que o calendário Maia termina, e há um novo recomeço». A explicação é dada numa «declaração de missão» publicada no site da Global Orgasm.

«O objectivo [da iniciativa] é que os participantes concentrem todos os seus pensamentos na paz durante e depois do orgasmo», acrescenta a nota, com um esclarecimento: «A combinação de alta energia orgásmica combinada com uma vontade intensa pode ter um efeito maior do que a meditação e as orações em massa».

Segundo os responsáveis desta tentativa de «injectar energia positiva no campo magnético da Terra», o sucesso do plano traduzir-se-á na «redução dos perigosos níveis de agressão e violência em todo o mundo».

Apesar da proposta poder parecer esotérica, é sublinhado que ela acontece numa altura em que as relações entre diversos países sobem de tensão e surge uma denúncia: «Dirigem-se mais duas frotas do EUA para o Golfo Pérsico com equipamento anti-submarino que poderá apenas ser usado contra o Irão».

No site, a participação está aberta a todas as pessoas do planeta, «em especial nos países com armas de destruição massiva», lê-se. E, para que ninguém se atrase em relação ao momento em que esta conjugação de prazer deve ser produzida, há um relógio no topo do site com uma indicação esclarecedora: «Contagem decrescente para o orgasmo global sincronizado». Na altura em que esta peça foi terminada, faltavam 30 dias, 14 horas, 18 minutos e 3 segundos para o momento.
Agora, estaremos a menos de 24 horas!...

QUEM?
Todos os Homens e Mulheres, tu e todos aqueles que conheças.

ONDE?
Em toda a parte do mundo.

QUANDO?
Sexta-Feira, 22 de Dezembro, numa altura à tua escolha, no lugar que escolheres e com a privacidade que entenderes.

(Portugal diário 2006/11/22 11:30)

Cavalheirismo

Opinião de Jorge Maia

Afinal, parece dizer, se ele fosse tão influente na Selecção como é no FC Porto, só mesmo um completo idiota o deixaria de fora. Por uma vez, não podia estar mais de acordo. É claro que este Quaresma influente, que marca e dá a marcar e carrega a equipa inteira às costas quando é preciso, é exactamente o mesmo da última temporada, quando foi eleito melhor jogador da Liga portuguesa e, mesmo assim, ficou de fora do Mundial. Porque não foi convocado. Por Luiz Felipe Scolari. E como é bom de ver, até pelo mais pio e crente dos cristão, nem mesmo Quaresma consegue ser tão influente na Selecção como é no FC Porto se nem sequer for convocado.

Festa do Livro sem "coisas" como "Eu, Carolina"

"Contra as 'coisas', vivam os livros", lê-se, num cartaz, à entrada da Festa do Livro - Grande Mercado do Saldo, a decorrer no Mercado Ferreira Borges, no Porto. Por "coisas", entende Adelino Soares, da Interlivro, organizadora do evento, livros como o de Carolina Salgado, "que, por razões de princípio, nos recusamos a ter aqui". É uma forma de "repudiar esse estilo", que "não é literatura", mas representa, antes, "uma adulteração da própria arte de escrever".
Nesta segunda edição do certame, "houve a preocupação de seleccionar os livros" para venda. Os "largos milhares" de exemplares, disponibilizados por mais de 50 editoras nacionais, constituem "um leque muito diversificado" de propostas, cujos preços podem apresentar um desconto de 60%, informa o responsável.
O evento inclui uma secção em que os visitantes podem escolher dez exemplares, independentemente dos preços marcados, pela quantia de cinco euros. "Este espaço permite vasculhar um pouco de tudo e levar mais livros para casa", diz Adelino Soares. Disponíveis estão, também, livros - alguns deles, "novidades" - com valores que oscilam entre os 2.50 e os dez euros.
De acordo com o organizador, o número de pessoas a dirigir-se à Festa do Livro "triplicou" em relação ao ano passado. A procura está ligada, em grande parte, à proximidade do Natal, que é "uma época de ofertas". A feira pode ser visitada, entre as 10 e as 23 horas, até sábado. Carina Fonseca
"Nestas iniciativas, as pessoas saem, em média, com cinco livros", refere Adelino Soares, acrescentando que "os níveis de venda de livros, em Portugal, aumentaram muito nos últimos anos", sendo a literatura infanto-juvenil uma das áreas mais procuradas.
O Mercado Ferreira Borges poderia levar "milhares" à Baixa, "se houvesse um cuidado" quanto ao frio e à chuva, diz Adelino Soares.

Wolfgang Amadeus Mozart

mozart


Os amantes de Mozart, não podem perder. Já está disponí­vel, e pode ser livremente acedida, toda a sua obra na rede, aqui.

Critérios (*)

(*) Por Jorge Maia, in O JOGO, de hoje


1 - Há uma excelente notícia escondida, encolhida de medo, por detrás de todo o chinfrim em torno da nomeação de Maria José Morgado para coordenar a investigação do processo Apito Dourado. Um país que investe fortunas e os seus melhores elementos a investigar a corrupção no futebol tem mesmo de ser um pequeno paraíso à beira-mar plantado. Quais redes de pedofilia e de tráfico de seres humanos? Quais redes de tráfico de droga e de contrabando? Quais crimes económicos? Qual Operação Furação? Qual crime organizado? Qual violência doméstica? Quais homicídios qualificados ou inqualificados? A grande prioridade da nossa Justiça, aquilo que nos traz a todos desassossegados e inseguros, aquilo em que investimos uma das nossas melhores investigadoras é em saber se o presidente do clube x pagou ao árbitro y para ganhar ao clube z. Depois sim, podemos respirar mais tranquilamente e deixar os miúdos brincar na rua outra vez.

2 - Edson, jogador do Paços de Ferreira, teve uma entrada violenta sobre Pepe, central do FC Porto, no jogo disputado no último fim-de-semana no Dragão. O jogador do Paços de Ferreira tinha visto apenas dois amarelos durante o resto da temporada e nunca tinha sido expulso ao serviço do seu clube. A Comissão Disciplinar da Liga castigou-o com dois jogos de suspensão e multa de 500 euros, aplicando-lhe o ponto 1 do artigo 122 do regulamento disciplinar. Há duas semanas, o mesmo artigo serviu para justificar a aplicação de apenas um jogo de castigo e 400 euros de multa a Nuno Gomes por uma entrada violenta sobre João Moutinho no clássico de Alvalade. Isso apesar daquela ser a segunda expulsão de Nuno Gomes no presente campeonato. Critérios.

Vaticano Futebol Clube

Pe. Zeca Abluções - A.S.VaticanoFicamos a saber da possibilidade de o Vaticano criar uma equipa de futebol.

Não sei se estão a ver a cena: a equipa do Vaticano a disputar uma partida de futebol algures por essa Europa, num desses palcos tipo Dragão, com o estádio a abarrotar de um público entusiasmado e professo, e com dezenas de câmaras de televisão espalhadas pelo recinto, em transmissão directa, tal qual uma daquelas inesquecí­veis noites da Liga dos Campeões.

Eis que é anunciada a composição da equipa da Cidade-Estado, com todas as suas magníficas estrelas. Nas bancadas, as almas, agitam-se num frenesi, correspondido com um sinal da cruz, por parte dos seus í­dolos.

Começa o jogo e, um enorme cartaz, empunhado por uma noviça, destacava-se da multidão: ¨Jesus, ama-me! Dá-me a tua camisola¨. Jesus, sai da baliza, despe a camisola e entrega-a à noviça prometendo, para mais tarde, dar-lhe o número do telemóvel, a fim de combinarem como satisfazer a primeira parte do pedido. O árbitor apita de imediato e corre na direcção de Jesus: Cartão amarelo! Este não protesta. Coloca-lhe a mão na testa e olhando para o céu, diz:

- Pai!, perdoa-lhe que não sabe o que faz. Veste nova camisola e volta para a baliza.

Depois, as peripécias normais de um jogo carregado de tensão. Ora Pedro ameaçava, os adversários, com o quinto dos infernos; ora Paulo, chamava o árbitro de Judas; ora André, ameaçava, o bandeirinha, de o fazer carregar a sua cruz. No final, o resultado era favorável à equipa divina. Golo solitário de Mateus que, anteriormente, havia admitido que o seu sonho era jogar no Gil Vicente.

Na ¨flash interview¨, logo após o apito final, perguntado sobre a sua excelente actuação, nessa noite, Jesus, muito calmo, responde:

- Em verdade vos digo que mais fácil é passar um camelo por um buraco de agulha do que uma bola entrar na minha baliza.

Já o técnico, desmentia eventuais casos de doping na sua equipa, por as únicas medicações administradas aos seus pupilos, seriam ¨unguentos e água benta¨. Perguntado sobre o que tinha achado da equipa adversária, com um sorriso comedido, exclamou:

- Meu filho, nem a Senhora de Caravaggio os salvou.

2006 em imagens

2006 em imagens

Floribella

Circo de Natal: os Palhaços

A Câmara do Porto anunciou a concessão da gestão do Teatro Rivoli por quatro anos, a partir de 1 de Maio de 2007, ao produtor e encenador Filipe La Féria.

Rui Rio é um mágico que já nos habituou a tirar coelhos de cultura da cartola. Desta vez foi um Filipe La Féria para tomar conta do Teatro Municipal da cidade. Pode acabar a cultura e a cidade ficar condenada a ter acesso só à charupada pága e institucional, mas vão poder ter “Música no Coração” ou ouvir uma “Amália” com a pronuncia do Norte.
Como é triste ver a mais bela das cidade como é o Porto nas mãos de gente como esta...

Jerome Murat

Abaixo a TLEBS

Confira aqui e assine um pedido para reconsiderar a TLEBS.

Datas com História: 17 de Dezembro de 1961

Operação Vijay

Nos dias 17/18 de Dezembro de 1961, durante a denominada Operação Vijaya, 50 000 tropas indianas apoiadas por blindados, artilharia, meios aéros (aviões de combate Canberra) e navais (1 porta-aviões) ocuparam militarmente Goa, Damão e Diu.

Os 3500 militares portugueses e goeses tinham ordens de Salazar para lutar até à morte, sendo que o chefe-de-estado português comunicou que só esperava como resultado do combate "militares vitoriosos ou mortos". Contudo, o Governador Vassalo e Silva apercebeu-se da situação desesperada e perante o avanço dos indianos mandou recuar as forças e destruir todas as pontes e meios militares pelo caminho.

Sem meios aéreos portugueses, a aviação indiana teve tarefa fácil ao destruir a torre de telecomunicações em Bambolim e a base militar em Dabolim. Pouco depois entravam em território de Goa, Damão e Diu as tropas da União Indiana, que ao contrário do que se esperava ainda se depararam com resistência de alguns militares portugueses, nomeadamente em Vasco da Gama, onde 500 militares fortemente armados obrigaram as forças indianas a combate. Também a fragata Afonso de Albuquerque entrou em combate à frente da barra de Mormugão, mas foi presa fácil para os modernos navios indianos que a afundaram.

A destruição de pontes por parte dos portugueses fez também com que a ocupação total se tenha prolongado por mais de 2 dias, porque as tropas indianas não tinham meios para passar os rios de Mandovi (á frente de Pangim), e Zuari (a sul de Pondá). Como tal tiveram de pernoitar à espera de prosseguir em condições e para aceitarem a rendição das forças portuguesas em 19 de Dezembro de 1961.

Mais
aqui.

Pílulas...


É o que dá o actual programa de educação sexual em vigor nas escolas. Desconhecimento do essencial.

Morte aos 95 anos: Joseph Barbera


O famoso desenhista de Hollywood Joseph Barbera, fundador do grupo que criou "Os Flintstones", "Os Jetsons", "Scooby-Doo", "Tom e Jerry" e outros desenhos animados que com certeza fizeram parte de sua infância (caso você tenha mais de 20 anos) morreu na segunda-feira aos 95 anos, informou o estúdio da Warner Bros. em comunicado.

Barbera, juntamente com William Hanna fundou o estúdio Hanna-Barbera, responsáveis pela criação dos já citados bem como Os Herculóides, Coelho Ricochete, Pepe Legal, Manda-Chuva, Homem-Pássaro e muito mais. Clique
aqui e mate a saudade.

Desenhar uma mulher...

Vejam esta animação que mostra uma mulher sendo desenhada de "dentro para fora", literalmente. Vale a pena ver. É só clicar aqui no link: http://fcmx.net/vec/v.php?i=003702

Miguel Sousa Tavares - Não bate a bota com a perdigota

"Há uma coisa que, nem que Cristo descesse à terra para dirigir pessoalmente as investigações do Apito Dourado, se conseguiria desfazer: é esta chatice da verdade do futebol jogado dentro dos relvados".
A bota pode ser a do Ricardo Quaresma, o mais genial jogador do campeonato português — tal como já o era no ano passado, queira Scolari ou não queira. A perdigota pode ser a D.ª Carolina Salgado, que actualmente simboliza muito bem aqueles que chegaram ao futebol por acaso ou caminhos ínvios, dele se alimentaram para tentarem ser alguém e que a ele só trouxeram vergonha e sujidade. Há quem prefira o futebol à maneira da D.ª Carolina; eu prefiro-a à maneira do Ricardo Quaresma. Se vou para a bancada do estádio é por causa de jogadores como o Quaresma; se não me aproximo dos camarotes é por causa de pessoas como a D.ª Carolina, que por lá habitam.

Há três anos que venho dizendo isto e peço desculpa por me repetir: o grande embaraço do Apito Dourado é que desde o início que se tornou óbvio, para quem tenha alguns conhecimentos de direito ou algumas preocupações em ver a justiça ser feita, que as expectativas que muitos alimentaram à sua conta não encontravam correspondência nos factos do processo.
Ou, por outras palavras, o grande objectivo de 80 por cento daqueles que obcecantemente falam, escrevem e sonham com o — Apito Dourado — a saber, o entalanço de Pinto da Costa e do FC Porto — esbarram miseravelmente no pouco interesse que despertam as manigâncias do FC. Gondomar e de um pequeno exército de sombras gravitando à roda do major Valentim Loureito. E isso, manifestamente, não interessa aos entusiastas do Apito Dourado: não é o Gondomar que interessa, é o FC Porto; não é Valentim Loureiro, é Pinto da Costa. Que chatice, não bater a bota com a perdigota!

Com grande esforço e voluntarismo, alguns magistrados do Ministério Público fizeram o que puderam para chegar onde a maioria queria: descobriu-se um árbitro que terá ido beber um café a casa de Pinto da Costa, antes de um palpitante FC Porto-Rio Ave para a Taça de Portugal, e outro que terá pedido a alguém que pediu a alguém ligado ao FC Porto duas meninas para se entreter antes de arbitrar o terrível FC Porto-Estrela da Amadora, disputado numa altura de 2004 em que o FC Porto já tinha uma vantagem irrecuperável para ser campeão e estava a dias de ganhar a Champions, enquanto o Estrela da Amadora já não tinha forma de evitar a despromoção. Eis um problema sério: como encontrar aqui interesse em corromper um árbitro, como descobrir o móbil do crime?

Segunda contrariedade: quem é que as escutas telefónicas revelaram como grande pivot do Apito Dourado, verdadeiro patrão do jogo de sombras do futebol português? Valentim Loureiro.


E quem é que deu o poder a Valentim Loureiro e com ele dividiu os cargos e influências na Liga de Clubes?
O Benfica e Luís Filipe Vieira.

Quem é que as escutas apanharam a escolher com ele ao telefone o árbitro que convinha ao seu clube? Luís Filipe Vieira.


Quem é que lhe telefonou a pedir a interdição do campo do adversário e depois lhe prometeu «um beijinho» pelo favor feito?
José Veiga.

Que chatice, querem ver que a Justiça é cega?

Mas eis que agora, subitamente, um sirocco de esperança varre as almas justiceiras! Ainda nem tudo está perdido, ainda se pode fazer justiça! Graças à chegada aos acontecimentos de duas mulheres, já há benfiquistas que desabafam comigo que para o ano o FC Porto estará na II Divisão, tal como a Juventus, em Itália (já lá vai o tempo em que eles acreditavam poder vencer-nos: agora querem-nos é longe da vista e dos relvados...). Carolina Salgado, juram-me, vai ser a «testemunha-chave», «mulher de coragem», como atestam a Leonor Pinhão e aquele Dr. Bexiga, ex-vereador de Gondomar, que, depois de a ouvir confessar que contratou e pagou aos que lhe deram uma coça, chegou à conclusão que ela era «um exemplo cívico» (mais uma coça e ele ainda a propõe para a Ordem do Infante...). O povo espera, obviamente, que o governo abra uma excepção às restrições orçamentais e que aplique parte do dinheiro dos nossos impostos e do nosso trabalho a garantir adequada protecção e recompensa a esta testemunha preciosa, cuja credibilidade, desinteresse e carácter moral estão amplamente expostos naquela coisa edificante a que a Editora D. Quixote resolveu chamar «livro» e que deve ser, com certeza, um modelo daquilo que os novos admiradores da D.ª Carolina gostariam de ver exposto acerca de si próprios, no dia em que os seus cônjuges resolvessem vingar-se deles. Valha-nos Carolina Salgado para perceber em que campo moral cada um se situa e como o futebol português é, de facto, o território do «vale tudo»! Mas o povo também espera que a Dr.ª Maria José Morgado faça jus à sua fama de arrasa-criminosos e consiga descobrir finalmente o móbil do crime portista, nem que para isso tenha de mandar torturar, um por um, todos os árbitros portugueses, incluindo até Lucílio Baptista e todos os que apitaram jogos do Benfica, na gloriosa caminhada rumo ao título de 2004/05. Dela se espera bem mais do que aquele caricato episódio de um juiz de instrução a ouvir três peritos em arbitragem para ver se eles conseguiam detectar, no vídeo do célebre FC Porto-Estrela da Amadora (4-1), provas concludentes sobre a corrupção do árbitro, coisa que, estranhamente, não se tornou patente.

Mas há uma coisa que, nem que Cristo descesse à terra para dirigir pessoalmente as investigações do Apito Dourado, se conseguiria desfazer: é esta chatice da verdade do futebol jogado dentro dos relvados e que todas as semanas pode ser constatada por quem segue o assunto e ainda gosta de futebol. E aí, nesse território da verdade, o que a memória dos últimos largos anos nos diz é que, tirando esporádicos intervalos, o FC Porto é a melhor equipa portuguesa a léguas de distância das outras e uma das melhores equipas da Europa e do Mundo. Não deve ser coincidência que quem por lá passa, seja jogador ou treinador (e, em especial, se vindo dos rivais directos), não se cansa de repetir que ali encontrou uma organização, um espírito de equipa e uma cultura de vitória como em lado algum. E, depois, há equipas como a do Baía, do Ricardo Carvalho, do Deco, do Derlei, ou esta do Helton, do Pepe, do Quaresma e do Anderson, que todas as semanas mostram num canal perto de si que só por absoluto fanatismo e má-fé é que é possível pretender que não é a eles que se devem as vitórias, mas sim aos árbitros — aqui, na Europa e no Mundo.

O FC Porto de Jesualdo Ferreira acaba de encerrar de forma brilhante dois ciclos de jogos, com uma interrupção de dez dias pelo meio, em que foi o único representante português a ultrapassar a fase de grupos na Champions e se afirmou internamente como o grande candidato ao título. Foram 13 jogos, quase todos sem Anderson, alguns arrostando com arbitragens prejudiciais, outros encaixando a quase violência dos adversários, e apenas cedendo, no final, dois empates: um em Alvalade, no campo de um rival directo, e outro contra o Arsenal, em que só o azar impediu a vitória. Nunca o Apito Dourado deu tanto jeito para desviar as atenções!

Mãe Natal


via Raim

She


Elvis Costello - She

She may be the face I can't forget
The trace of pleasure or regret
Maybe my treasure or the price I have to pay
She may be the song that summer sings
May be the chill that autumn brings
May be a hundred different things
Within the measure of a day

She may be the beauty or the beast
May be the famine or the feast
May turn each day into a Heaven or a Hell
She may be the mirror of my dreams
A smile reflected in a stream
She may not be what she may seem
Inside her shell....

She, who always seems so happy in a crowd
Whose eyes can be so private and so proud
No one's allowed to see them when they cry
She maybe the love that cannot hope to last
May come to me from shadows in the past
That I remember 'till the day I die

She maybe the reason I survive
The why and wherefore I'm alive
The one I care for through the rough and ready years
Me, I'll take the laughter and her tears
And make them all my souvenirs
For where she goes I've got to be
The meaning of my life is She....
She Oh, she....

Carolinices

Provavelmente o livro mais estúpido de sempre
Carolina Salgado teve a infeliz ideia de escrever um livro onde se incrimina a si mesmo, à grande. Ain't that stupid?


*****

Na Revista Visão: "... Mas longe ainda do xeque-mate. Carolina confidenciou a amigos que sabe o suficiente para fazer render o folhetim, mas lamentou-se da falta de provas. Documentos não tem, terá admitido. E como tal, o feitiço pode bem virar-se contra o feiticeiro". Pois pode, acrescento eu...

Sim Carolina ó i ó ai (*)

Não há figura mais triste que um cão vadio à chuva.
Num dia cinzento de chuva miudinho o cão vadio caminha lentamente, triste, com a cauda pendente, as orelhas caídas, o pelo assapado deixando antever as carraças e uns olhos de cão triste, escuros, suplicantes, parecendo sonhar com a quentura da lareira que outrora gozaram, afagado o dorso pelas mãos carinhosas do seu dono.
Figura assim tão triste só me lembra a de um Benfiquista, remoendo a vã glória do passado.
Um cão vadio à chuva não se anima por coisa quase nenhuma. Nem um naco de carne suculenta o fará facilmente correr e levantar a cauda. Uma cadela no cio, isso sim, tudo se levanta, a cauda, as orelhas, pelo sacudido, olhos bem abertos e bem despertos.
A Carolina teve o condão de despertar os Benfiquistas, de os animar, de os fazer sacudir o pelo, aspergindo a melancolia que já se impregnava até aos ossos, esquecendo os resultados e os dirigentes detidos e arguidos.
Várias pessoas me pediram para escrever sobre o livro* da Carolina. Quero lá saber da Carolina, sei lá é quem é a Carolina. Conheço-a dos Gato Fedorento, como conheço a Floribela. Mas enfim, lá estou eu a escrever sobre a Carolina. Serei rápido.
Passando por cima do livro - que teria sido substituído com muita vantagem económica por um calendário para oficinas de marcenaria e camiões TIR - e por cima da autora, vou directo ao que interessa e ao que querem ouvir: será Pinto da Costa um modelo de boas práticas futebolísticas?
Não. Com certeza que não. Não meto as mãos no fogo por Pinto da Costa nem por quase** nenhum dirigente desportivo e respectiva fauna relacionada. Isso é para mim uma verdade incontornável, o mundo do futebol - como tantos outros mundos, infelizmente - é uma pocilga onde muitos chafurdam. Isto é-me tão evidente, há quanto tempo, que aqueles que disto discordam me parecem sempre uns puros ingénuos. É só isto - tudo o mais é folclore - e basta.


* Ninguém se atreva a oferecer-me essa espécie de livro pelo Natal!
** Disse "quase nenhum" porque haverá excepções e porque conheço, pessoalmente, um Presidente de um Clube por quem meteria as mãos no fogo.


(*) via Boticário de Província

Bibliografia geral (*)

Avanço muito devagar na leitura de Estaline. A Corte do Czar Vermelho, de Simon S. Montefiore. Todas as noites leio cinquenta páginas. Há muitos nomes para decorar, muitos episódios para relembrar. E muitos números para anotar nas margens. E todas as noites Estaline mata cinquenta, sessenta mil pessoas. Eram as suas quotas de fuzilamentos, como um Plano Quinquenal. Raramente consigo dormir logo. Depois dos processos de Zinoviev e Kamenev e da morte de Kirov, há antigas amantes e velhos amigos, Velhos Bolcheviques, generais e técnicos de som que gravaram mal a voz do Chefe -- todos morrem. Há noites em que assisto a mais mortes. Crianças e famílias inteiras. Nada de sentimentalismo. Engenheiros de almas, regressai da tumba. Todas as noites o comunismo mata um pouco, arrasta-se como um cadáver entre cadáveres.


via A Origem das Espécies

Kofi Annan

"O secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, no seu último discurso antes de deixar o cargo a 31 de Dezembro, fez um forte ataque aos EUA e apelou a Washington para que demonstre liderança através do trabalho conjunto com outros países, não se arrogando o direito de ser o único dono da verdade. Num discurso no Estado norte-americano do Missouri, Annan avisou que os EUA não deveriam sacrificar os seus ideais democráticos em prol do combate ao terrorismo (mais aqui)."
Durante os 24 anos em que Saddam governou o Iraque, desapareceram mais de 200 mil iraquianos e 100 mil curdos foram assassinados. Utilizando métodos bárbaros como extracção de unhas e olhos a sangue frio, choques eléctricos nos órgãos genitais, afogamentos em baldes, banhos em piscinas de ácido e violação das respectivas mulheres e filhas até confessarem as traições ou denunciarem os cúmplices, Saddam assassinou diariamente entre 70 a 125 civis sem julgamento e sem defesa. Era este o Iraque que kofi defende (ler aqui). Talvez porque os massacres, as torturas e as violações não eram noticiadas e por isso não manchavam o seu mandato. E, quem sabe, talvez porque o seu filho beneficiava do antigo regime (mais aqui).

Ponte de Leça da Palmeira fecha no dia 8

A ponte móvel de Leixões vai ser interrompida ao trânsito no próximo dia 8. A travessia rodoviária e pedonal entre as freguesias de Leça da Palmeira e de Matosinhos vai ficar fechada durante cerca de quatro meses para substituição da estrutura por uma mais moderna e ligeira.

O encerramento da ponte móvel teve já várias datas previstas, mas a Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) lembra, na última vez, o prazo foi propositadamente relegado para o início do próximo ano, a fim de não coincidir com o crescente aumento de tráfego previsto durante a quadra natalícia.

Para reduzir o incómodo causado junto das populações, a APDL garante que, durante todo o período de encerramento da ponte móvel, vai ser disponibilizado o transporte gratuito de passageiros em autocarro, entre as freguesias de Leça da Palmeira e de Matosinhos, com horários e frequências a divulgar oportunamente.

O encerramento é necessário para se efectuar a substituição da velha ponte móvel por uma nova, com um comprimento de vão de 92 metros, uma estrutura mais ligeira e um moderno sistema hidráulico para poder abrir e fechar com maior rapidez, o que vai melhorar o fluxo de tráfego rodoviário e de peões entre as margens do rio Leça. Em paralelo, decorrem também as obras de alargamento do canal navegável de 59 metros para 77,5 metros, de alargamento do tabuleiro, da cobertura da faixa pedonal e viadutos de acesso.

A nova ponte do Porto de Leixões representa um investimento de 12,9 milhões de euros, e tem um prazo de construção previsto de dez meses, quatro dos quais com interrupção total do trânsito entre Leça e Matosinhos.

A obra insere-se no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Porto de Leixões que visa melhorar significativamente a capacidade e a competitividade do porto, possibilitando a entrada de navios de maior dimensão, como é o caso da classe Panamax.

Português troca Yale pelo Porto

O cientista português João Morais Cabral vai protagonizar uma "fuga de cérebros" de sentido contrário, ao decidir trocar a universidade norte-americana de Yale pelo Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), ligado à Universidade do Porto (UP).
"Ele é realmente muito bom. A sua vinda para Portugal só pode ser saudada", afirmou Júlio Borlido Santos, do Núcleo de Investigação Científica do IBMC, que será a "oficina" de trabalho, do ainda professor assistente de Yale, uma das mais reputadas universidades norte-americanas, durante os próximos cinco anos.
João Morais Cabral, 41 anos, regressará de Yale em Janeiro ou Fevereiro e deverá montar a sua estrutura de investigação no Porto até Outubro, acrescentou Júlio Borlido Santos. O cientista vai incidir os seus estudos, em Portugal, na área da estrutura das proteínas das membranas celulares, em particular de um transportador de iões de sódio e potássio. O investigador, que se formou na Universidade do Porto, também desenvolveu investigação na área da Biologia Molecular em Edimburgo (Escócia), Boston, Leicester e Nova Iorque e tem diversos trabalhos publicados em revistas científicas internacionais, nomeadamente a "Science", "Nature" e "Cell".

O Irão nazi

Nuno Rogeiro, Comentador político in JN

A República "Islâmica" do Irão decidiu patrocinar uma reunião de nazis e racistas (incluindo David Duke, ex- "Grande Dragão" do Ku Klux Klan), elementos da extrema-esquerda "anti - ianque" europeia e japonesa, antigos membros dos "exércitos vermelhos" que semearam o terror na Europa (um dia falar-se-á sobre os mesmos, e os seus agentes em Portugal, sejam mais ou menos gordos).

A intenção era a de deslegitimizar o Estado de Israel, de negar a existência de um Holocausto nazi contra os judeus europeus e contra a civilização ocidental, nos anos 30. Por esse processo, pensavam a presidência e o Governo iraniano reunir, sob a sua bandeira, o mundo dos árabes de boa fé, criar um novo motivo de aliança dentro do Islão, e aproveitar os trunfos aparentes, gerados desde o relatório Baker.

O pouco dotado senhor Halmadinejad terá pensado, como me foi dito por um dos seus "estrategos", que esta era a altura para "atacar a jugular" do "estado judeu", e "começar a sua derrocada".

O erro de cálculo foi brutal. Exposta ao ridículo e ao opróbrio universal, a conferência nazi fez perder ao Irão, em dois dias, o que o mesmo terá ganho em "credibilidade internacional", nas últimas semanas ou meses (no fundo, desde o fim da guerra do Líbano).

Por um lado, o PM israelita pôde ir ao Vaticano e aos países da União Europeia, reuniu-se com o Paquistão, e recolheu apoios sentidos. Por outro lado, nem o patético Venezuelano Chavéz, nem o eterno moribundo Castro, se atreveram a solidarizar-se com a cretinocracia de Teerão.

Até a arma atómica não declarada de Israel parece justa, face a um regime que se sente orgulhoso por receber, dentro de casa, os celebrantes dos genocídios do passado.

A União Europeia reagiu às tolices sinistras da presidência iraniana, mas devia ter ido mais longe.

É preciso dar ao Irão um tempo razoável para pedir desculpa pelo que se passou. É preciso dar ao Irão um tempo razoável (mas não muito), para identificar publicamente aqueles que falaram em Teerão, e o que disseram sobre o Holocausto.

É preciso dar ao Irão um tempo razoável para explicar quem entrou no país a proteger os "intelectuais nazi-estalinistas-trotsquistas-guevaristas", que guarda-costas e militantes o fizeram, e quem está indiciado ou procurado pela INTERPOL (a que a PJ iraniana pertence).

Se nada acontecer, a UE deveria suspender toda e qualquer relação com o Teerão. E deveria expulsar os elementos dos serviços de segurança do Estado (MOIS), que estão identificados nas várias embaixadas e legações na Europa, e que foram os controleiros e contactos desta rede de alucinados, que faria outro genocídio, se pudesse.

(Sem) Fome de poder

cartoonO sempre distinto Avante apresenta e estrutura um artigo, quanto às mentiras e verdades, sobre a eleição presidencial venezuelana.
Segundo o Avante, é "Mentira [que] Hugo Chávez está faminto de poder e pretende eternizar-se como presidente do país."
Deve ser uma grande farsa, no entender do Avante. Já o señor, pouco depois de ser reeleito, "anuncia planos para "aprofundar a revolução" e continuar no poder pelo menos até 2030"
.
O que vale é que não está faminto. Trata-se só, praticamente, de um quarto de século. O que não faria se estivesse, de facto, como assinala o órgão oficial do PCP, com fome de poder.

via Tugir

Holocausto

"A conferência sobre o Holocausto, que ontem terminou em Teerão, foi dominada pelas teses que relativizam ou negam o genocídio nazi cometido contra os judeus na Segunda Guerra Mundial, uma posição que provocou a condenação firme e unânime da comunidade internacional (mais aqui)."

Convinha saber qual é a posição da esquerda politicamente correcta sobre esta matéria. Se eles confirmarem que não existiu o holocausto, o julgamento de Nuremberga foi uma farsa, pelo que a ideologia nazi deve ser reabilitada. Não havendo crime, não há punição, certo? Uma situação interessante…

Em Teerão

HOLOGRAMS OF HOLOCAUSTS

First They Came for the Jews
First they came for the Jews
and I did not speak out because I was not a Jew.
Then they came for the Communists
and I did not speak out because I was not a Communist.
Then they came for the trade unionists
and I did not speak outbecause I was not a trade unionist.
Then they came for me
and there was no one left to speak out for me.
(Poem attributed to) Pastor Martin Niemöller


WHAT I BELIEVE IN (BUSINESS CARD PREFACE)

I came to Iran, graciously invited by the Ministry of Foreign Affairs of the Islamic Republic, to research and do some fact finding about the country, its life and institutions, perceptions and reality. As this conclave coincided with my coming, I intended first to be present here only as a silent witness, to report back what I saw and what I heard.
But controversies about the real significance of these proceedings made me feel I had the moral duty to say some words, and concoct this text.
It is not by any means systematic and scientific, but rather impressionistic. I hope it is, at least, clear in its message.
First of all, a personal introduction, or, as Louis Pauwels used to say, something about "the things I believe in" (ce que je crois).
I come from Portugal, in the outmost Western part of Europe, where land ends and the ocean starts.
I come from Portugal, where in the very early Middle Ages there was a sort of Golden Era of coexistence of Muslims (mostly from Northern Africa) and other faiths. It was the time of Princes who were scholars and poets. It was the time of Almutamid (1040-1095), of the Al Andalus Emirate and successor taifa governorates (711-1492), of an Edenic Age of "Dialogue of Civilisations" (to pick on the theme of a very recent and very welcome initiative from the governments of Spain and Turkey) (*).
I come from post – authoritarian Portugal (if labels suit), born in a generation used to militancy (in my political quarters) for what we called "revolutionary nationalism".
In late high school and university, our principal foes were "capitalist internationalism", all forms of "imperialism", and specially the then expansive soviet system and its "puppets". From my ideological family tree perspective, we were also fighting (or believing in that fight) "the triumphant demo-liberal thinking" in the west, and all forms of racism, in particular the ones coming from "supremacist" soldiers, from all colours, quarters and languages.
Among the most sinister antics, "Nazism" (to use the Anglo - Saxon derogatory terminology) appeared to us as repulsive as the other Hegelian illegitimate son, "pseudo – Bolshevik" (as the extreme left would later say) Stalinism.
Hitler and his Twilight of the Gods entered the dark side of pop culture, and generated despise or rage, from almost all sides of the political spectrum. Stalinism has been less present as a spectre, and we could even argue that it was forgotten in many areas of Europe, specially the ones that suffered under its weight. This makes more urgent the preview of the forthcoming movie version of Solzhenitsyn’s "First Circle". Memory should be a two way road, although we know it is largely selective, and there are even usages for amnesia (1).
Maybe all this is not immensely controversial.
But I also believe in a couple of things about current international affairs. These could be more debatable for this conclave.
I believe, for example, that Iran, with its ancient and wise civilisation, that precedes even the wonders of the Hellenic world, should not be treated by certain international circles as a primitive clan, born yesterday, with no rights except to obey some politically correct master.
I believe that Iran should still seek reparation, for being the sole case of a nation unjustly attacked with weapons of mass destruction, in this case chemical and maybe bacteriological weapons.
I believe that the Palestinian nation should have an independent, viable, internationally recognised state, with external borders and all the attributes of a sovereign body, including armed forces and police.
I believe that the international intervention in Afghanistan was righteous and measured, as the country showed no will to extradite or suppress the public perpetrators of 9/11.
I believe the last international intervention in Iraq could only be justified under an international specific resolution from the UNSC, and only in case there was a proven system of WMD, ready to be used.
Maybe many in this room are still with me in this.
But I also believe in the right of Israel to exist as a sovereign state, capable of protecting its own people, and live in peace with its neighbours.
If this was (and is) possible with Jordan and Egypt, why not with others?
If Ytzhak Rabin and Yaser Arafat, men of war turned into men of peace, managed to plan this, why not others?
Maybe some are still not entirely in disagreement.
Finally, I believe that it would be good for everyone if Iran and the US would establish full diplomatic relations, based on the principles of non interference, equality of status, respect for national sovereignty and compliance with international law.
I hope someone in this room agrees.

ON BARBARIANS

Holokauston, or what is totally burn (from "holos" and "kaustos"), originally meant a offering to the pagan gods. "Holocaust" and "Barbarianism" come together.
"Barbarian" is not used here as an updated Hellenic notion of "strangers to our civilisation", but as actors of inhumanity, in a grand scale.
The first image that pops into our mind is Ernst Jüngers Head Forester (Öberfoster), in "On the Marble Cliffs", published in 1939, as a dreamlike/nightmarish prelude to the European storm of fire (2).
The Forester is a sort of slaughterhouse manager, leading a warlike tribe to destroy next door’s ancient, enlightened, civilisation. It is at least tempting to see Iran’s imprisoned neighbour, and former chemical enemy, Saddam Hussein, as another evident application of this bloody tyrannical archetype.
The Hitlerian system (to simplify, and refer to the post-1933 "experiment") was, from my perspective, a form of ethnic (or ethnically presumed) imperialism, barbarian totalitarianism, "demonic parody of religion" - to use the most adequate formula of Pol Vandromme (3) - and well behaved proletarian dictatorship. It was even more tragic as it disguised itself as social revolution, a transvestite courageously denounced by the likes of Ernst Niekisch, the aforementioned Jünger, Hannah Arendt and many others.
Of course that, for a certain politically correct Left (that used to say that "Church is Fascism"), it is always disturbing to find that, among the ones that (from very early) raised their voices against this menacing beast, was D. Manuel Gonçalves Cerejeira (1888-1977), a Portuguese Theologian and Historian, who would later become the Patriarch Cardinal of Lisbon , under Salazar. He wrote against Nazism not in the comfort of post-war "democracy triumph", but in the uncertain darkness of the early thirties of last century.
The Martin Niemöller much quoted poem, that appeared in many versions, also shows how dignified people from all backgrounds, faiths and creeds, finished to realise what kind of monster was being bred by the Third Reich.

HOLOCAUST(S)

Being a Portuguese Catholic, an ex (future?) - "revolutionary nationalist", a man with a rib that is conservative, another one anarchist, a third trade unionist, a supplementary libertarian one, and a final one that we could call "justicialist" (hoping it makes sense outside of Argentina), and, last but not the least, a sceptic in earthly matters, I have inscribed in my political Holy Book (to the death) the fight against anti-Semitism, be it under the anti-Jewish guise or Anti-Arabic one. And also the fight – also until death – against anti-white racism in Africa, anti-black racism in the west, anti-Japanese and anti-Chinese prejudice, etc.
I also believe that memory (Niskor, as I believe they say in Hebrew), oral history, sound historiography and non forged documents, confirm the existence of a Holocaust. But this one has, for me, a vaster and deeper sense than the "industry" created around its perception, so well denounced by Norman Finkelstein (a Jewish name that is not popular, to say the least, in several Zionist circles).
We had, in 20th century Europe and the world at large, between the end of the 30’s (we could argue between the end of the First World War) and the end of the 40’s, several coordinated strategies for the physical elimination of social groups, communities, people, nations and whole cultures. This planned and systematic destruction (sometimes fanned from the bottom, sometimes promoted from the top), that had Hitler and Stalin as main heralds and workers, finds Jews not as the single victimised group, but one of the most suffering.
This is important. Europe had a Jewish population that was wiped out, and there was a systematic intent to do so. Meticulous planning and meticulous action provoked a bigger than life (and bigger than death) tragedy, that still has wounds open, as all can see in the sinister remnants of the past, be it in Auschwitz or Bergen Belsen, in Dachau or Treblinka.
How can someone believe that all European Union members, all its governments and heads of state, parliamentarians and major opinion makers, are all involved in a major conspiracy to "invent" the Holocaust?
How can someone believe that the European Union, that has a traditional policy of understanding all parts in the Middle East problem, is actively promoting some kind of strategy to stress crimes against Jews, and ignore historical crimes against Arabs, Christians and other faiths?
As I stated before, the policy of extermination dictated by Hitlerism is well documented, and it would be fastidious to repeat the vast amount of historical findings on this. Proving intent and systematisation is the key: there was a plan to wipe out internal enemies of the Reich. We can debate about perceptions (were Jews singled out for being "anti-patriotic", "explorers", "immoral", "alien", "non Arian", fifth columnists, etc?), but there is not much to be added about the existence of the basic plan for extinction.
From there on, numbers and statistics cease to make existential sense (this is different from saying that studies on the matters should not be, by definition, free in free societies), and I see no use in discussions about burning furnaces head count orthodoxy. The first one to signal this was not a deep philosopher, but Woody Allen (4).
To say that there were several holocausts, or catastrophic genocides, where entire peoples were singled for extinction, cannot mean the trivialisation of each of those. It should only mean, if you are in good faith, that there are not "good" and "bad" genocides, or more palatable ones than others.
On the other hand, the word "holocaust" as been used as metaphor for human extinction, through other causes than a systematic desire to kill people (5).
We should then always explain when we speak in a literary way, and when we talk about factual organised campaigns to wage war against the idea of humanity itself.

JUSTA LEX

Are there sufficient laws in place, internationally (and without getting into the interminable discussion on the applicability of public international law), to punish acts of holocaust, meaning attempts to wipe out an entire people, nation, civilisation, etc.?
The UN Convention on Genocide, discussed and approved between 1948 and 1951, seemed an excellent instrument. It criminalised not only direct mass murder, but also deportation, or forms of persistent or systematic persecution. Some argue there are flaws in the basic norm, as it doesn’t specifically integrate, for example, economic genocide, or man induced environmental catastrophes, leading to genocide. It is comprehensive enough, though, to protect national, ethnic, racial and religious groups, from a large catalogue of intentional acts, whatever the true motivation is (5a).
In fact, the so called "Holodomor", the "Great Famine" in Ukraine, in the thirties of last century, where millions died of starvation, maybe would not count under "genocide", as it was not direct mass execution, but it derived from politically designed forced collectivisation, relocation and deportation of producers and farmers, and the simultaneously destruction of national intelligentsia, in order to tame what was perceived as latent "irredentism", and Germanophily.
As for terrorism, some argue that "genocide" (a term coined by a Jewish lawyer, after WWII) has to do with intent, or motivation.
Extended killings by a crime syndicate are not "terrorism", although they could produce more devastating results than "terrorist acts". These ones have to be directed against civilians and non combatants, and to have some sort of political motive, or politically argued motive.
In the same line, mass murder that results from sporadic clashes, or involves mere land or tribal disputes, could be seen by many as something else than "genocide", as the master plan , or the initial execution blueprint, may be lacking, although results could be as inhumane and widespread as "pure legal" genocide.
We could also argue that Hague and Geneva conventions, forbidding cruel forms of weaponry, securing the protection of civilians, neutrals, non combatants, protecting prisoners of war and instituting the bases of the so called "humanitarian law of war", have direct impact in the minimising or prosecution of at least "indirect" forms of genocide.
But the truth is that genocide, "direct" or "indirect", was committed, according to most accounts, in many occasions after the Convention was fully implemented and accepted.

Cases
Summary
Ukraine, 1932-1933
4,821,600 died in the "Great Hunger" engineered by Stalin 1932-33. 7,465,000 died in 1932-1939.
USSR 1934 to 1953
From 1934 to 1953, up to 15 million Russians disappered in the GULAGS.
Germany/Poland 1939-1945
5,000,000 non-jews died in German camps
Germany, 1942-1945
5,860 mill. jews died in German KZ-Camps
Poland/Russia from 1941
1,700,000 Polish people were deported to Siberia after 1941.
Bengal, 1943
1,500,000 died of war-related famine in 1943 in Bengal.
Germany, East Prussia 1945
3,000,000 German civilians were killed by Russians in the last months of WW2.
Cambodia, 1975-1979
Khmer Rouge´s (president 1976) killed about 1,700,000
East Timor 1983-1985
200,000 East Timorese (Portugal)I were killed in 1983-1985, by Indonesian invading forces
Rwanda/Burundi - 1993-1994
700,000 Hutus and Tutsies killed in Rwanda, in internecine war
Yugoslavia 1991-2000
At least 250,000 dead in ex-Yugoslavia (until 2000), mostly Bosnian Muslims and Catholic Croats
And the wars that succeeded the conflict that ended in 1945 were especially predatory and left immense wounds, with some seeing the use of practices forbidden by the humanitarian law once dreamt by the Russian Tsar, at the end of the 19th Century.

(Some) War deaths in the post- WW2 experience:
Korea 3,000,000
Vietnam 2,059,000
Nigeria/Biafra 2,000,000
Afghanistan 1,300,000

Some calculations indicated also that around 170 million people died under totalitarian regimes during the XX Century.
No wonder, than, that in April 2006, ex- Czech President Vaclav Havel addressed the Council of Europe, on the need not to forget mass extermination, deportation, expulsion, deportation. He added that the distinction between "good" and "bad" concentration camps is a dangerous one, and observed that crimes against humanity, by definition, have as main victim the whole of mankind, through the suffering of its members.
There should be, so , sufficient norms, courts and law enforcement agencies, together with preventive bodies, capable of early warning, deterrence , punishment and reparation for genocide, or holocaust (5b) .

TRICKS OF MEMORY

Part of this mechanism of genocide prevention should be based on experience, and memory. But memory plays us tricks, and is sometimes a force for destruction. This is why certain Greek City-States would forbid the remembrance of sad events (as the French put it, ne parlons pas de malheur). But certain nations – we immediately recall Serbia – precisely celebrate their national days to commemorate sad, even tragic, or catastrophic events, as was the battle of Kosovo Polje, where most of the elite was destroyed in a single burst.
How to deal with this suffering, though?
The Russian psychologist Aleksandr Luria may have given us a way, in two brilliant, puzzling books (6). He treated Zazetsky, a survivor of the battle of Smolensk, who had a terrible brain wound. This affected his memory radically. In a sense, the veteran would not recall a thing, although he would be capable of most intellectual and physiological acts. Doctors would teach him how to eat soup with a spoon, for example, and he would do it on the spot, but he would forget it some time after. The same with everything else he would try, or do. He would not recall his name, his past, his family, his friends, his city, his country.
In a sense, Zazetsky was the true creator, doing everything ex novo. But the absence of historical references deprived him of a minimally normal, decent and comfortable life.
The other Luria patient was "S", the "Mnemonist". He was not able to forget.
His absolute memory was intense, and if he wanted to suppress cruel or sad elements of his past life, he would fail. Happiness and pain would live forever in his mind, as memories would always be present, with the same intensity.
His life became impossible, because of too much memory, as the life of Zazetsky became unbearable, because of no memory.
There should be a way for persons, and people, to find a middle ground between the Mnemonist and the Man from Smolensk. Between no memory, that will make us repeat the errors of the past, and too much memory, that will make us unable to relax, forgive and forget the bad things, we should find a way. An healthy way.

TO THINK

Almost as imbecilic as denying XX Century holocausts, starting with the extermination of Jewish Europeans, is to - in peace time and without the constraint of a state of emergency (of what the Germans call Notstandrecht) - want to approve (or conserve, or converse) laws that will forbid any scientific and intellectual discussion on the same subjects.
If the a priori negation of the whole can look sectarian, the refusal to revise the parts also contradicts the principles, rules, assumptions, bases and fundaments of systematic thought.
We should distinguish, though, between honest discussion of issues, in an intellectual level (and even taking into account that political analysts can contaminate the politics they discuss, in a sort of application of the Heisenberg principle), and the advancement of an agenda, disguised as scientific discussion.
We sometimes feel that many who deny the existence of proven holocaust or genocides, would themselves be able to commit these acts, if the circumstances were right, and if they had the power to do so. This is why the absence of laws against intellectual discussion should be complemented with presence of laws against the promotion of violence, racial hatred, or the incitement to murder, and mass murder.
We sometimes also feel that professional "negationists", using the excuse of the discussion of details, finish denying the whole that was proven correct. It would be as if bad calculations about the size, matter or distance from earth, would lead people to doubt about the existence of the sun.
We sometimes feel that, for each "holocaust industry", there is a "holocaust denial industry".
We sometimes feel that human groups and nations didn’t yet grow enough to stop asking history for scapegoats (as Nietzsche once said).
But as we said before, there should be no bounds to intellectual discussion, and intellectuals should not be surprised if their more controversial ideas would be debated, contested, opposed and destroyed, or proved wrong. This is a never ending process of acquisition, growing and learning.
This is why, together with marginal "negationists", usually accused by the mainstream of lesser talent than demagoguery, we have, or had, important intellectual figures who are not afraid of dwelling in the past, with open minds and hearts, and learning each day new available data, facts, interpretations, putting them to the litmus test of discussion, etc.
We could mention, among those figures, and starting in Israel and Palestine, but also in the US and Europe, Hannah Arendt or Leo Strauss, Amos Oz, Zeev Sternhell, Paul Eisen, Eduard Said, Paul McCormick, Wolfgang Mommsen and Ernst Nolte.
Each in its own way, they all dared to look at the past with an open mind, based not on faith, but doubt. Not based on love for prejudice, but love for truth. Not based on love for dogma, but on the desire to know and understand more.
To know always more,
to understand always better.

NOTES
(*) Cf. , for the Spanish "utopian" dimension of Al Andalus, M. R. Menocal, Ornament of the World : How Muslims, Jews and Christians created a culture of tolerance in Medieval Spain, Back Bay Books 2002, and S. E.Al-Dzajairi, The Hidden debt to Islamic Civilisation, Bayt al Hikma Press 2005.
(1) See, for example, Y. Yerushalmi et al., Usages de l’oubli, Ed. Du Seuil 1988.
(2) See Jüngers "de-crypting" of his book, in the conversation with Julien Hervier, The details of time: conversations with Ernst Jünger, Marsilio Pub. 1995.
(3) P. Vandromme, L’Europe en Chemise, Ed. de La Francité, 1971
(4) For example, in Deconstructing Harry, 1997. His quip about Auschwitz (that was meant as an attack against the insensitivity of people that like to count dead heads), was attacked severelly by Elliott Gertel, in Over the Top Judaism : Precedents and Trends in the Depiction of Jewish Beliefs and Observances in Film and Television(Univ.Press of America).
(5) A good example of "metaphorianism" is D. Wilson, Five Holocausts, Steele Roberts Pub. 2001. According to the author, militarism, oppression, economic destitution, population explosion and environmental destruction will seal our fate as a dying species.
(5b) This is the background for Koffi Annan’s decision to appoint a UN Special Advisor for the Prevention of Genocide (and a pre-emptive Plan of Action), back in 2004, on a speech remembering the 10th anniversary of the bloodbath that killed 800.000 people in Rwanda.

(5a) The crime of genocide is defined in international law in the Convention on the Prevention and Punishment of Genocide. Relevant passages:
"Article II: In the present Convention, genocide means any of the following acts committed with intent to destroy, in whole or in part, a national, ethnical, racial or religious group, as such:
(a) Killing members of the group; (b) Causing serious bodily or mental harm to members of the group; (c) Deliberately inflicting on the group conditions of life calculated to bring about its physical destruction in whole or in part; (d) Imposing measures intended to prevent births within the group; (e) Forcibly transferring children of the group to another group.
Article III: The following acts shall be punishable:
(a) Genocide;
(b) Conspiracy to commit genocide;
(c) Direct and public incitement to commit genocide;
(d) Attempt to commit genocide;
(e) Complicity in genocide.
The Genocide Convention was adopted by the United Nations General Assembly on 9 December 1948. The Convention entered into force on 12 January 1951. More than 130 nations have ratified the Genocide Convention and over 70 nations have made provisions for the punishment of genocide in domestic criminal law. The text of Article II of the Genocide Convention was included as a crime in Article 6 of the 1998 Rome Statute of the International Criminal Court.
(6) A. R. Luria, The Man with a shattered world: The History of a Brain Wound, Harvard Univ. Press, 2004 reprint, and The Mind of a Mnemonist: A Little Book about a vast memory, HUP, reprint 2006.

Piadinha (hard) de Natal

A família comia tranquilamente quando, inesperadamente, a filha de 10 anos se sai com esta:
- Tenho uma má notícia... Deixei de ser virgem!
E começa a chorar, visivelmente abatida, com as mãos no rosto e um ar de vergonha. Um silêncio sepulcral. E os pais começam a trocar acusações mútuas...
- Sua filha da puta! - Marido dirigindo-se à esposa - Isto é por tu seres como és! Por te vestires como uma puta barata e te arreganhares para o primeiro imbecil que chega aqui em casa.Claro , com este exemplo que a menina vê todos os dias...
- E tu também!!! - Pai apontando para a filha de 25 anos - Sempre agarrada no sofá a lamber aquele filho da puta do teu namorado que é mais gay que outra coisa! - Isto tudo dito na frente da menina!
A mãe não aguenta mais e explode vira-se para o marido e diz:
- E tu meu camelo? Gastas metade do salário com putas e despedes-te delas à porta de casa? Pensas que eu e a menina somos cegas? E além disto que exemplo é que lhe podes dar, se desde que assinaste a merda da TVcabo, passas todos os fins-de-semana a assistir filmes porno de quinta categoria, com putas reles, e depois acabas a masturbar-te com direito a todos os tipos de gemidos e grunhidos?
Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trémula pega ternamente na mão da filhinha e pergunta baixinho:
- Como foi que isso aconteceu, filhinha?
E entre soluços a menina responde:
- A professora tirou-me do presépio! E a virgem, agora é a Ana, e eu vou fazer de vaquinha!

Datas com História: 13 de Dezembro de 1987

Data: 13 de Dezembro de 1987
Local: National Stadium, Tóquio
Árbitro: Franz Wöhrer (Aústria)

FC PORTO - Mlynarczyck; João Pinto, Inácio, Lima Pereira, Geraldão; André, Rui Barros, Jaime Magalhães, Sousa; Gomes, Madjer e Futre
Treinador: Tomislav Ivic
Substituições: Aos 65m Rui Barros por Quim

PENAROL - Pereira; Rotti, Trasante, Herrera, Dominguez; Perdomo, Da Silva, Aguirre; Vidal, Cabrera e Viera
Treinador: Oscar Tabarez
Substituições: 46m Cabrera por Matosas; 95 m Herrera por Gonzalves
Marcadores: 1-0, Gomes (42m); 1-1, Viera (80m); 2-1, Madjer (110m)

Após a brilhante conquista da Taça dos Clubes Campeões Europeus, apresentou-se novo desafio ao FC Porto: derrotar o Campeão Sul-Americano e tornar-se Campeão Mundial. Este encontro disputou-se em Tóquio, em condições verdadeiramente surrealistas, tal foi o nevão que inesperadamente caíu sobre a capital Nipónica.



Olho Maçónico

Se atentarmos bem na nota de 1 dólar, facilmente descobrimos o "Olho Maçónico" em toda a sua pujança,


Se a isso juntarmos a presença da frase Novus Ordo Seclorum ("New Order of the Ages"), imediatamente por baixo do "Olho da Providência", bem no topo da pirâmide inacabada do Grande Selo dos Estados Unidos,

Podemos pensar: mas que bela coincidência, não?

Pentagrama

Pela imagem acima facilmente concluímos que o traçado de ruas ou estradas que circunda a Casa Branca, formam um pentagrama, sendo que numa das pontas se situa precisamente a casa do Presidente dos Estados Unidos.
Originalmente, o pentagrama era o símbolo da deusa romana Venús, e que foi associado a diversas divindades, sendo ainda alvo de culto por diversas culturas.
É um dos símbolos pagãos mais utilizados na magia cerimonial pois representa os quatro elementos (água, terra, fogo e ar) coordenados pelo espírito, sendo considerado um talismã muito eficiente.
Por seu lado, o pentagrama invertido é habitualmente usado como símbolo ocultista para o diabo, sendo considerado o símbolo do deus da fertilidade, Baphomet - um ídolo supostamente adorado pelos Cavaleiros Templários.
Se levarmos em conta que uma das organizações que se considera descendente directa da Ordem dos Templários de Jerusalém é precisamente a maçonaria, mais uma vez podemos dizer: tanta coincidência...

Testículos



#8 - Deuterónimo 23:1
"Aquele a quem forem trilhados os testículos, ou cortado o membro viril, não entrará na congregação do Senhor."


O Melhor da Bíblia - Top 10 ou porque raio nunca se ouvem estas partes do livro sagrado lidas dos púlpitos das igrejas ou mesmo na Eucaristia Dominical...

Deixar de Fumar


Deixe de Fumar!
Se não for pelos seus pulmões, nem pelo coração,
nem pela sua garganta;
talvez pelo seu pénis.


Roberto Carlos

Folha de S. Paulo - 12/12/2006 - por Sergio Torres
O cantor Roberto Carlos anunciou que processará o escritor Paulo César Araújo, autor da recém-lançada biografia Roberto Carlos em detalhes (Planeta, 450 pp., R$ 59,90). Ele afirmou que sua privacidade foi violada e que se sentiu agredido e ofendido pelo livro. A decisão foi anunciada ontem no Rio, durante o lançamento do CD e DVD "Duetos". Roberto revelou que pensa escrever sua própria biografia, possivelmente no ano que vem. "Não li o livro todo, mas há coisas de que tomei conhecimento, que leram para mim. Para começar, é uma biografia não-autorizada e cheia de coisas que não são verdadeiras. Coisas que ofendem a mim e a pessoas queridas, que são colocadas em uma exposição sensacionalista. Acho um absurdo isso. Essas pessoas merecem o devido respeito. Eu também." >> Leia mais

Engano Fatal

Francisco Moita Flores - EXCELENTE!

FRANCISCO MOITA FLORES, Professor Universitário, in CORREIO DA MANHÃ - 13 DEZº


"Vai ganhar uns cobres. Sobretudo com os tansos que querem ver ali a prova provada das vigarices de Pinto da Costa."


O livro chegou-me às mãos por via clandestina. Um envelope sem remetente. É óbvio que quem assim procedeu queria que eu falasse sobre as memórias de Carolina e Pinto da Costa. Hesitei. Até porque não consegui ler mais do que uma dúzia de páginas. Mas o noticiário tem sido abundante e quem me ofereceu o livro, seguramente com a expectativa de me ver desancar Pinto da Costa, merece que não o deixe lamentar o dinheiro que gastou com esta inusitada prenda.

A senhora produz graves acusações contra o seu ex-companheiro. Acusa-o de crimes graves e de manobras de influência para condicionar resultados de futebol. Nada que não seja dito à boca pequena, sobretudo entre sportinguistas e benfiquistas ressabiados com as vitórias do Porto. Eu próprio, depois de cada derrota do Sporting, invento remédio para a mágoa com o penálti que não foi marcado ou pela suspeita quase certa de que o outro comprou o árbitro. Passa a birra e a maioria das vezes tenho de admitir que o Sporting perdeu porque jogou mal. E pronto!

No entanto, existe em cada vencido a necessidade de encontrar um Pinto da Costa vencedor para se lhe chegar a roupa ao pêlo. A culpa nunca é nossa. É sempre do outro. É assim no futebol e nos restantes aspectos da nossa vida colectiva. A inveja, o despeito, a mediocridade produzem Pintos da Costa com a mesma velocidade com que os comerciantes ornamentam lojas com o Pai Natal.

Carolina escreve ressabiada. Não por causa das vitórias do Porto mas porque algo correu mal com o seu ex-marido e, vai daí, revela intimidades. E sobre coisas que muitos gostariam que fossem verdade. Não é um livro. É uma fisgada contra o ex-companheiro. Um murro. No mínimo, um insulto.

Duvido, por aquilo que li, que se faça qualquer prova judiciária. A palavra dele vale o mesmo que a palavra dela. Não existe um único elemento probatório que permita ir para além da confissão da senhora e bem se sabe que a confissão, só por si, não é elemento de prova.

Fica a ideia de que Carolina percebeu a importância da podridão para vender coisa ruim. E embora não haja demonstração judiciária, até à data, todos repetem que o mundo do futebol é de podridão habitado por coisas ruins. Vai ganhar uns cobres. Sobretudo com os tansos que querem ver ali a prova provada das vigarices de Pinto da Costa. Mas não destrói nada. Nem belisca. Em vez de uma zaragata à portuguesa com o marido, decidiu zaragatear sozinha. Escreve e não aceita resposta. É uma boa solução para estancar a violência doméstica verbal mas insuficiente para desnudar o tal mundo tenebroso do futebol.

Este ‘Apito Dourado’ há muito que se tornou uma farsa pública. Que vai tendo mais este ou aquele ingrediente conforme o protagonista do momento, mas sem resultados práticos nem fim à vista. Basta que se diga que todos os seus intervenientes, anos depois, continuam nos mesmos lugares. Nem uma única beliscadura. E já poucos duvidam que o Porto vai ser outra vez campeão. E nós cá ficamos com a Carolina chamando nomes ao Pinto da Costa e aos árbitros. E ele que se deve ralar!