Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Jorge Nuno Pinto da Costa

Parabéns,
Intemporal Líder


Um dos atributos eternos dos deuses do Olimpo é a sua intemporalidade, ou seja, para eles o presente, o passado e o futuro são a mesma coisa, cada um desses três tempos verbais são considerados como já ocorridos...



O TEMPO A VIDA

Não coincide o tempo com a vida
tão tarde o aprendemos

Fora dele vivida conhecemos
antes de nela entrarmos a saída

Num retrocesso intemporal vivemos
intemporal decerto é a nossa vida

Gastão da Cruz, in "O vocábulo tempo", Rua de Portugal, Assírio & Alvim, 2002

Feliz Natal ... Azul

"Neste Natal lembrem-se de que o futuro é que vai trazer à vossa vida novas emoções, descobertas e esperanças. É o novo que vai dar origem a novos projectos, novos sonhos. O novo tem poder de alterar o rumo das coisas e de originar novos caminhos. Por isto, concentrem-se e vejam a novidade neste Natal e deixem que uma nova felicidade tome conta de vós e da vossa família.
Aos Amigos que visitam este blogue, aos que deixam mensagens, a todos os Dragões que tenham um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo !!!"

Passivo: 500 milhões

Um clube que não vence títulos no futebol há perto de uma década, cujas receitas estão hipotecadas, com um passivo (entre SAD e Clube) na ordem dos 500 milhões de euros!!! continua a comprar jogadores....
Ou temos aquela rábula do "petróleo no beato", ou, o "pó" dos pneus está a dar muito dinheiro...

Senhores das Finanças, senhores da Judiciária, podiam, sff, investigar estes sinais exteriores de riqueza.... Não é por nada, mas mais dia menos dia não venham arranjar forma de os meus impostos serem sugados para pagar aquela crescente dívida...

O regresso do Ricardo...

Já era de prever.

Nesta época, após várias situações de agressões e confusões em túneis de acesso a relvado e balneários, sempre com dois denominadores comuns, nomeadamente o Benfica e os mesmos delegados da Liga, jamais o CDisciplina da Liga, através do funcionário benfiquista, Ricardo, tivera qualquer reacção. Assobiou sempre para o lado. Nem um simulacro de inquérito, mesmo para disfarçar... Nada!

Agora, no day-after do Benfica-Porto, o esmerado funcionário decide suspender preventivamente dois jogadores do FCPorto.

Como diz o Dragão de Vila Pouca, no seu blogue Dragão até à Morte, "mais uma vez o Campeão serve de exemplo e como no passado, com Virgílio e Paulinho Santos, agora são mais dois dos seus profissionais a terem o "previlégio" de serem os primeiros a ser vítimas de uma decisão que nunca tinha acontecido - suspensos preventivamente e impedidos de jogar até à conclusão do processo disciplinar."

Só posso dizer a propósito desse asqueroso e putrefacto indivíduo: morre tanta gente boa... e esta trampa continua à face da terra...



Depois do encerramento, em sede da Justiça Civil, do famigerado e vergonhoso processo do Apito ... Salgado, a SAD do meu Clube ainda não fez nada. Não reagiu, não exigiu desculpas públicas, não fez chegar as decisões à UEFA e ao seu lacaio Platini... Nada. Começo a questionar-me se estarão parvos ou aburguesados... Nestes tempos de guerra (e vivemos cada vez mais em guerra -imposta-), as palavras bíblicas são sempre presentes: dente por dente, olho por olho... Esperam o quê?

Mafia vermelha...

Os árbitros Jorge Sousa, Vasco Santos, Pedro Proença e João Ferreira e o presidente do Sporting de Braga, António Salvador foram "alvos" de SMS e de chamadas de anónimos, com ameaças à integridade física no caso de se apurar algum prejuízo para o Benfica causado por más decisões das equipas de arbitragem.

O caso está já nas mãos da Polícia Judiciária estando agora a investigação a apurar a quem de facto pertencem. Também Vítor Pereira, líder da Comissão de Arbitragem da Liga, foi alvo de ameaças deste tipo.
Estão mesmo a "trabalhar pelo outro lado"...

Venâncio Tomé: outro cego

O FC Porto não perdeu o jogo por causa do árbitro,
mas o Benfica ganhou-o graças a ele...


Não querendo falar na enormíssima falta de fair-play por parte dos jogadores do benfica (ai que tivesse sido ao contrário...), que, relembre-se, aproveitaram-se do facto de Cardozo estar sentado na linha de golo e ter a auxiliá-lo o guarda redes Helton que assim se desconcentrou da jogada, e conseguiram marcar um golo, deverá ser fortemente salientado o lance que precede esta jogada resulta de um fora-de-jogo do tamanho da Torre dos Clérigos.

As imagens acima falam por si, e não se entende como é possível que o árbitro assistente Venâncio Tomé não o tenha assinalado. Tratou-se daquilo que muitos sulistas fazedores de opinião dizem ser "um erro muito grave com influência decisiva no resultado".

Pergunta: terá este fulano recebido um telefonema com ameaças à sua integridade?


Agora, observem bem as porcarias de Lucílio Carlsberg Calabote Batista:

filme retirado do blog Guerreiros da Invicta

Jorge Maia, in O JOGO: O álibi babá

Antes de mais, convém sublinhar que também eu acho que o Benfica foi a melhor equipa a pisar o relvado alagado do Estádio da Luz no domingo. Dito isto, é importante dizer que o FC Porto, ficando muito, mas mesmo muito, aquém das suas capacidades, não foi a pior. A pior foi a de arbitragem. E o mais grave é que isso, ao contrário do que aconteceu com a sofrível exibição dos tetracampeões nacionais, nem sequer foi uma surpresa, mas tão só a confirmação das piores expectativas em relação à nomeação de Lucílio Baptista para o clássico. Há o lance do golo, precedido por um fora de jogo de Urreta. Há as grandes penalidades discutíveis de César Peixoto sobre Hulk e de Cardozo que toca a bola com o braço. Há a grande penalidade indiscutível de Cristian Rodríguez que resulta de um canto que não devia ter sido assinalado por ter sido Weldon a pôr a bola fora. Há uma falta de Maxi Pereira sobre o mesmo Rodríguez que Lucílio aproveita para apitar para intervalo. E há mais. Há o suficiente para as duas equipas se poderem queixar e ambas com razão. Aliás, há anos que Lucílio Baptista tem o álibi do erro a seu favor: erra para os dois lados, mas no fim, quase sempre, ganha o Benfica.

Os delegados da Liga

Benfica-Nacional
Braga-Benfica
Benfica-FCPorto


Não é estranho o número de vezes que ocorrem confusões nos túneis dos jogos do benfica?
Não é estranho que os delegados da Liga a esses jogos sejam sempre os mesmos?

Dá-me a impressão que alguém anda a "trabalhar pelo outro lado"...

Sem Norte

O jogo ainda não acabou, e mesmo que Lucílio Calabote Batista não tenha querido marcar uma penalidade de Cesar Peixoto sobre Hulk logo no início, mesmo contra uns lampiões medianos e que passaram a queimar tempo assim que se puseram em vantagem, este FCPorto meteu dó... Que tristeza de futebolzinho praticado no batatal da luz...


Nota: é minha impressão ou Helton estava a ajudar Cardozo que se encontrava sentado sobre a linha de golo?

Perderam completamente a vergonha

Depois da sacanice perpretada por empresas públicas e com o apoio do governo, bem como pelo antigo ministro socialista, por hoje presidente da putrefacta câmara alfacinha e pelo biltre do patrão, que negando as evidências, procederam ao ROUBO de mais um acontecimento que tinha sede no Porto, eis que, para o jogo do fim de semana entre o Tetra Campeão FCPorto e uma equipa-sulista-falida-mas-cujo-dinheiro-aparece-como-o-"pó-nos-pneus", é nomeado o árbitro conhecido por Calabote Baptista: o Lúcilio Taça de Cerveja. É a total e absoluta falta de vergonha dos biltres lisboetas.

Contra mais uma perfídia do terreiro do paço ...

... já não queremos regionalização...
chega de colonialismo centralista
queremos
INDEPENDÊNCIA

Luis Patrão - Turismo de Portugal: mentiroso


Imagens recolhidas do sítio da Associação Comercial do Porto.

A coisa passou-se assim: O Sr. Dr. Rui Moreira, uma das poucas vozes de Homens do Porto que se faz ouvir, questionou o Turismo de Portugal a propósito do ROUBO para lisboa da competição aérea.
O biltre centralista respondeu, indignado, conforme cartas abaixo.


Associação Comercial do Porto:"Uma carta recebida"






Se quiserem fazer o favor de ler a carta, basta clicar, mas eu resumo, se quiserem abreviar. Então, o dito centralista indigna-se com as afirmações e temores lançados pelo Presidente da Associação Comercial do Porto relativamente ao desvio da competição promovida pela RED BULL para lisboa. Mais, afirma que não estão envolvidos nesse desvio e congratula-se em ter emprestado 1 milhão e uns trocos para o evento (durante 3 anos). Diz também que gosta muito do Porto e que até promove o Fantas, a Casa da Música e Serralves... Portanto, como se estidesse a fazer uma grande coisa e não uma obrigação natural do organismo que preside....

Rui Moreira, sendo filho de boa gente, respondeu-lhe à letra:

Associação Comercial do Porto: ...e uma carta respondida







à custa disto ficamos também a saber que o Turismo de Portugal ofereceu 1,3 milhões por 3 anos de Red Bull, mas que em 2008 APENAS METEU NO CÚ LISBOETA 49 MILHÕES DE EUROS!!!!!
Mais, nesse ano de 2008, a Madeira, Faro e .... Leiria!!!! receberam mais que o Porto e o Norte juntos!!!!!



Cartas e Quadro retirados do blogue da Associação Comercial do Porto



Hoje ficamos a saber que Red Bull Air Race confirmada em Lisboa
O Turismo de Lisboa assinou um primeiro acordo com a Red Bull Air Race para a realização de uma prova sobre o Tejo. Depois de dois anos no Porto, a corrida aérea muda-se para a capital, numa transferência polémica. Fonte: Lusa

Depois de Sócrates, eis que surge mais um pinóquio.....

A declaração de Manhattan


The Manhattan Declaration



A Call of Christian Conscience
Christians, when they have lived up to the highest ideals of their faith, have defended the weak and vulnerable and worked tirelessly to protect and strengthen vital institutions of civil society, beginning with the family.
We are Orthodox, Catholic, and evangelical Christians who have united at this hour to reaffirm fundamental truths about justice and the common good, and to call upon our fellow citizens, believers and non-believers alike, to join us in defending them. These truths are:

1. the sanctity of human life
2. the dignity of marriage as the conjugal union of husband and wife
3. the rights of conscience and religious liberty.


Inasmuch as these truths are foundational to human dignity and the well-being of society, they are inviolable and non-negotiable. Because they are increasingly under assault from powerful forces in our culture, we are compelled today to speak out forcefully in their defense, and to commit ourselves to honoring them fully no matter what pressures are brought upon us and our institutions to abandon or compromise them. We make this commitment not as partisans of any political group but as followers of Jesus Christ, the crucified and risen Lord, who is the Way, the Truth, and the Life.

Ler um resumo do documento

Causa Real tem um novo sítio na internet




www.causareal.pt

Viva o Rei!

Exterminador III - O Natal

Felizmente o meu Deus também gosta de se rir...

Para copiarmos...

"Sim" à independência da Catalunha conquista 94,71% dos votos!!!

A independência da Catalunha em relação a Espanha foi defendida pela quase totalidade dos eleitores (94,71 por cento) que votaram em 166 municípios daquela região espanhola numa consulta não vinculativa, divulgou a Coordenadora Nacional.
Dados que, segundo a Coordenadora Nacional, justificam que o parlamento regional convoque um “referendo vinculativo” sobre o tema para 25 de Abril próximo.

Parque temático para esquecer o Red Bull?

Notícia do Público - Local Porto : Câmara do Porto quer instalar um parque temático gigante na freguesia de Campanhã, estando para isso a negociar um projecto de um grupo internacional. Trata-se de um investimento que ronda os 30 milhões de euros e que inclui parques de diversão, zonas de jogo, de lazer e áreas verdes, podendo vir a criar cinco a seis mil empregos, garantindo à partida qualquer coisa como 4 milhões de visitantes por ano.

O FCPorto podia ter goleado? Podia, mas não era honrado fazê-lo

Hoje, o FCPorto jogou com o VSetubal. A mesma equipa que foi cilindrada por 8 golos pelos lampiões. Foram humilhados os setubalenses nesse jogo.
Hoje o FCPorto podia ter goleado o VSetubal, mas não seria honrado. Reside aí outra diferença entre o Campeão FCPorto e os vermelhos da 2ª circular. Aliás, a expressão de Jesualdo foi feliz: "quando percebemos que não tínhamos adversário, abrandamos...".
Ou seja, o FCPorto aprecia lutas entre iguais, aprecia o confronto com justiça e equidade. O FCPorto pratica um desporto e para termos desporto precisamos dos adversários. No caso do FCPorto, são até apreciados os adversários mais fortes. Bater em mortos não é ser desportista, não é ser honrado. O FCPorto é um Clube que está no desporto (e no futebol em particular) com Honra. Como temos visto (agora menos) em recentes goleadas, era até o treinador dos lampiões a fazer gestos de humilhação para os adversários. Nunca no FCPorto se viu tal coisa!
Vão-me dizer que por vezes acontecem goleadas. É um facto, mas acontecem não pelo frenesim da humilhação, mas porque faz parte da compita. Faz parte do jogo e da réplica que o adversário dá.
Hoje o VSetubal podia ter sido goleado? Podia, mas não era honrado fazê-lo...

Afinal o medo muda-se para a 2ª circular...

Sporten - 0 - U. Leiria - 1 -
Olhanense - 2 - Lampiões - 2 -

Nota1: o Olhanense treinou a semana toda em 3 - 3 - 3 não fosse o Diabo tecê-las... E não é que teceu mesmo? Pena foi o Diabo ter-se esquecido do rigor face às agressões de David Luiz (que a imprensa jacobina implorou durante toda a semana que fosse poupado ao amarelito)...
Já me esquecia: jogar contra nove e ter ainda 5 minutos extra é obra...

Nota2:Aquele moço avançado do Sporten que se naturalizou português tramou-se: tuga não sabe marcar golos...

Depois do que vi hoje ...


Amanhã precisamos de vencer o Setúbal e depois, no dia 20 ter alguma ...

Dia Internacional das Montanhas


As montanhas são de todos;
então porque vamos ter que pagar 200 euros a um lisboeta para poder nelas caminhar?

Mais uma vez ilibado: Quo Vadis?


Justiça: Apito Dourado - Relação iliba Pinto da Costa do caso do envelope
O Tribunal da Relação do Porto rejeitou os três recursos do Ministério Público e confirmou a absolvição de Pinto da Costa, e restantes arguidos, no caso do envelope, um dos processos conexos com o Apito Dourado. Nada resta contra Pinto da Costa e o FCPorto. Ficou provado, na JUSTIÇA, que tudo não passou de um concluio entre o benfica e a liga de clubes para, num acto último de desespero, tentar apagar 30 anos de sucessivas derrotas em campo dos poderes lisboetas...

Bem espremidinho, o apito dourado fica do tamanho acima. É uma pequenez equivalente aos BILTRES e respectivas aPITA-DELAS. Foi a Carolina, marioneta do benfica e seus lacaios na imprensa lisboeta, mas foi também uma tal de procuradora cujo marido, e é sempre importante realçar, dizem ser ou ter sido funcionário do presidente do benfica, assim como um ou outro membro da equipa pidesca daquela fulana. Foi um tal causídico que, por contingências da vida ficou à frente de um orgão de justiça no mundo do futebol, foram uns assalariados da federação, mas também um ridículo anafado político, que já passou o rabo por assentos da ONU... Foram tantos,, carambas, tantos que tentaram reduzir a nada o poder de Pinto da Costa e do FCPorto, poder conquistado em campo, com trabalho, astúcia, inteligência, ordem, método, organização... Tentaram manobrar testemunhas, falsearam provas, retiraram coisas do seu contexto só para manobrar e construir um caso... O europeu TAS foi o primeiro a perceber a marosca. Depois foi a justiça portuguesa... Perderam em toda a linha. Perderam como sempre perdem, sem honra nem glória. Ficam na história como falhados. Aliás são uns falhados, invejosos e que nada valem. Nem os porcos os comiam... Um dia a justiça Divina actuará; então irão apodrecer no inferno!

O novo assessor do Sr. Sousa

Volto a chamar a atenção: já viram quem aparece agora ao lado do Sr. Sousa? Um dos PENEDOS!

Digo-vos que é um sujeito que um dia entrou para a União de Bancos Portugueses, colocado logo de imediato na Comissão Sindical (ou de Trabalhadores), representando esse polvo chamado partido socialista, nunca tendo trabalhado, portanto... Essa foi a fase bancária. Depois, aparece um dia na Assembleia da República, como secretário do presidente da mesa, outros socialista, portanto. Entretanto tentou a candidatura à câmara municipal de Paredes. Terá perdido. O mano, que por acaso se chama Penedos e está metido numa coisa relacionada com robalos, ou será sucatas, lá puxou os cordelitos para o moço não ficar no desemprego e vai daí fez um telefonema:

- "Está, é o Sr. Sousa? Olha lá, já te mandei uma caixa daquela peixe... Sim, é do bom, fresquinho... Já agora, o mano não ganhou a câmara, mas como tem sido um fiel funcionário do partido, vê lá se o encaixas para aí como teu ... hum, guarda livros, porta canetas, sei lá, qualquer coisita... Está bem?!"

- "Claro pá! Para que servemos amigos. Vou já fazer uma nomeaçãozita e ele vem trabalhar comigo como assessor. Coisa leve, portanto. Podes contar. Olhá, já podes ligar para o meu novo telemóvel. A minha secretária manda-te o número encriptado, não vá um dos poucos juízes honestos, daqueles que ainda não pertencem ao partido, vir a pedir mais umas escutas... Fica bem, pá."


E assim lá vemos o polvo a mexer, e parece que andam todos muito felizes...


Aldrabice, disse ele e todos os seres inteligentes

Medina Carreira diz que programa Novas Oportunidades é “trafulhice” e “aldrabice”

O antigo ministro das Finanças Medina Carreira arrasou o programa Novas Oportunidades, classificando-o de “trafulhice” e “aldrabice”, defendendo um regime educativo exigente como condição para a integração no mercado de trabalho.
“[O programa] Novas Oportunidades é uma trafulhice de A a Z, é uma aldrabice. Eles [os alunos] não sabem nada, nada”, argumentou Medina Carreira. Para o antigo titular da pasta das Finanças a iniciativa dos Ministérios da Educação e do Trabalho e da Solidariedade Social, que visa alargar até ao 12.º ano a formação de jovens e adultos, é “uma mentira” promovida pelo Governo. “[Os alunos] fazem um papel, entregam ao professor e vão-se embora. E ao fim do ano, entregam-lhe um papel a dizer que têm o nono ano [de escolaridade]. Isto é tudo uma mentira, enquanto formos governados por mentirosos e incompetentes este país não tem solução”, acusou.
“O que é que vai fazer com esta cambada, de 14, 16, 20 anos que anda por aí à solta? Nada, nenhum patrão capaz vai querer esta tropa-fandanga”, frisou. Defendeu um regime educativo “exigente, onde se aprenda, porque os empresários querem gente que saiba”.



Ora aí está um homem sem papas na língua e que diz alto o que se comenta em surdina. Esta coisa das novas (trafulhices) oportunidades é realmente uma trafulhice pegada. Foi uma forma que o governo socialista de lisboa arranjou para dizer que somos um país de gente com escolaridade. Falso. Medina Carreira acaba por dizer publicamente o que todos já sabem... Andamos a brincar às escolas desde há vários anos para cá. Primeiro foram os mestrados de Boston, tirados em dois meses, que vieram para cá exercer cargos de secretários de estado e instituíram a escola em que os alunos têm de aprender a brincar e não podem ser castigados. Depois vieram os ministros sociólogos com a escola-empresa, burocrática e com professores - preenchedores de papéis que apenas servem para desmotivar a retenção (reprovação) dos alunos. Finalmente assumiram mesmo dar diplomas em troca dos famosos "portfolios" em que os alunos contam a história da sua vida. . É verdade, já me esquecia daqueles cursos com exames tirados ao sábado, naquela universidade onde "andou"? o sr. Sousa... É urgente uma vassourada neste lixo pedagógico e político.

Cinquenta vitórias!


50ª vitória da Liga dos Campeões. E logo em Espanha e por 3 a 0!
Amanhã, os pasquins lisboetas vão colocar em 1ª página um qualquer mafarrico das equipas da 2ª circular... Já estamos habituados. Assim como eles, a verem o FCPorto a ganhar onde conta, na Champions, claro!
E venha o Bordéus...

Intervalo para publicidade

Pelas gerações vindouras, é tempo de ...

maos

O jogo da Vida...

O trabalho desenvolvido por Manuel Machado sempre me pareceu honesto e valoroso. Acredito mesmo que ele é homem para desafios mais elevados. Eis pois, que, hoje por hoje, aquele está perante o maior e mais difícil desafio do seu trajecto. Um desafio que não pôde preparar convenientemente, onde não pôde escolher as peças e a estratégia para o xadrez do jogo. Manuel Machado foi literalmente apanhado desprevenido num jogo imprevisível. Este é um jogo para ganhar e certamente será a melhor vitória da sua vida...

Confirmando o óbvio

Ricardo Rodrigues à TSF:
Quando a senhora deputada Manuela Ferreira Leite afirma publicamente que o senhor primeiro-ministro está a mentir quando veio aqui ao Parlamento falar do caso TVI fiquei muito admirado. Como é que a senhora deputada sabe que o primeiro-ministro está a mentir?” (…) “mas três meses depois percebi que esse era um facto das alegadas escutas”.

Conclusão óbvia: o deputado socialista Ricardo Rodrigues confirma que nas tais escutas do Face Oculta, José Sócrates aborda o “caso TVI” e o seu óbvio envolvimento.

Os tugas estão a ficar metrosexuais; que mau gosto

Playboy: a brasileira e a lusa

As diferenças, a começar na cor e no bom gosto são enormes e óbvias...

Por isso, entre o Brasil e a Lusitânia, entre a beleza e a trampa, prefiro, obviamente os primeiros...

Terão sido os árbitros?

Resultados do 1º Trimestre de 2009:

Nação Valente:
FC Porto = LUCRO de 23,5 milhões de euros

Infiéis:
Sporting = PREJUÍZO de 2,39 milhões de euros
Benfica = PREJUÍZO de 6,1 milhões de euros

A força dos penedos, ou A MAMA CONTINUA

O mano é arguido? Não faz mal, há sempre um tacho para a família...


A 12 de NOVEMBRO!!!!!!!!!!!
Comprovem no Diário da República online:


Assinado pelo SÓCRATES, pois então!!!!!!!

Num cinema perto de si...

"Bullices" (V)

O Porto não perdeu, o Porto foi roubado, como de costume. Como já se sabia, porque já no Verão isso foi falado, o Governo resolve subsidiar o Red Bull Air Race desde que seja realizado em Lisboa, no Tejo. O governo de hoje em dia é um governo perfeitamente colonial, que vive concentrado em Lisboa, que concentra todo o investimento em Lisboa e acha que nós somos seus colonos e seus súbditos e portanto não está interessado em investir aqui, principalmente no turismo. Tem-se visto o comportamento do governo relativamente ao fomento do turismo nesta região
Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto

"Bullices" (IV)

"O Porto é permanentemente roubado, na medida em que há uma transferência sistemática de impostos dos cidadãos da região, para a capital do Império. Isso é uma lógica que vem de sempre. Já não temos colónias, já não temos Macau, já não temos Timor, já não temos nada desse Império, só que Lisboa continua a funcionar como uma capital imperial. Quer dizer que cada vez que algum projecto com alguma notoriedade, com algum valor para o país, como é claramente o caso do Red Bull Air Race, tinha de haver esta vontade por parte da capital do Império, de nos roubar, penso que é a palavra correcta, esta iniciativa aqui ao Norte. Acho que é uma vergonha"
Paulo Morais, ex-vereador da Câmara do Porto

Mensagem do Sr. Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa

"Portugal é cada vez mais um país estrangulado e centralista. Os momentos que se vivem no nosso país são extremamente delicados e difíceis para todos aqueles que querem fazer alguma coisa fora da capital do império.
Por mais pasquins que Lisboa tenha ao serviço e à promoção dos seus clubes e entidades, vamos continuar a lutar com a dignidade das gentes do Norte, com as gentes deste país, de Norte a Sul, que não se confundem com o poder centralista da capital.
O FC Porto está a mais no país que temos, mas é necessário para o país que nós queremos que Portugal seja."
Pinto da Costa, 27/11/2009

"Bullices" (III)

A Associação dos Comerciantes do Porto apelou hoje ao boicote aos produtos da TMN, GALP e EDP, que são os patrocinadores do Red Bull Air Race, como forma de protesto à eventual deslocalização do evento para Lisboa.

"Bullices" (II)

Já vi o ‘Red Bull Air Race’ e não fiquei com saudades. Mas é o único evento de nível planetário com realização regular deste País – resultado da cooperação dos municípios de Gaia e Porto.

Agora, surgiu a notícia de que a corrida de aviões se vai mudar para Lisboa – nada a obstar. Os municípios defendem o interesse local e Lisboa deve amparar as vantagens para si própria. Só que não o faz sozinha: o Instituto de Turismo, a EDP e a GALP vão financiar a mudança (cujo custo dilatará de 800 000 para uns incríveis 12 milhões de euros).

Lisboa incha graças aos favores do Estado e das entidades que lhe estão agregadas. O interesse nacional lisboetiza–se e Portugal fica ainda mais macrocéfalo, desequilibrado, desigual e subdesenvolvido.



Opinião de Carlos A. A. via Blasfémias

"Bullices" (I)

«Defendo a tese que não é o Porto que vive obcecado com ser a 2ª cidade do país, mas Lisboa que não suporta a ideia de não ser a primeira. Em tudo. É essa a sua concepção do país.
Em Portugal um evento com a Red Bull Air Race só faz sentido em Lisboa. Pela ordem natural das coisas.
Só não será lá se o governo decidir governar, ou seja, fazer acontecer o que, de outro modo, não aconteceria.
Ou se forças mais altas se levantarem.
Confesso que o alarido de Menezes e Rio me parece conversa de perdedores. Se os financiadores da eventual mudança são empresas de âmbito nacional é falar-lhes a linguagem que conhecem: deixar de ser cliente delas e desencadear uma campanha para que outros o façam. Se o financiamento vem, pelo contrário, de organismos públicos, denuncie-se e use-se a Assembleia da República para pedir explicações e a ameaça do voto [Francisco Assis percebeu-a de imediato]. E já agora, uma provocação.
As corridas de aviões são um acontecimento de impacto nacional, divulgam o nome da cidade mas também o do país. Por isso, no caso de mudança para Lisboa, que tal financiá-la ao abrigo dos efeitos "spill-over"? Eles a vê-los voar [os aviões] e nós a vê-los voar[os euros]. Chama-se a isto equidade!
Prof.Alberto Castro

A in - DEPENDÊNCIA do estado português

No dia em que se comemorou a Independência, o Estado português aumentou o endividamento público em 42 milhões de euros. No minuto que demorou a fazer este post, já voaram mais de 30.000 euros.
Já devemos o que produzimos. Sem Aeroporto, TGV e novas auto-estradas.
Comemoremos a ... dependência!

Último 1º de Dezembro (*)

(*) Excelente opinião de Paulo Morais, via Blasfémias

Primeiro de Dezembro.
Entra hoje em vigor o Tratado de Lisboa.
No mesmo dia em que se comemora a Restauração da Independência Nacional, os governantes portugueses alienam o poder democrático de que estão mandatados em nome do povo português. Cedem-no a um directório em Bruxelas, que não dispõe de qualquer legitimidade democrática. Esta nova União Europeia não é mais do que uma adaptação pós moderna da ex União Soviética. E o Tratado de Lisboa está para Bruxelas como as cortes de Tomar, em 1581, estavam para Espanha: momentos históricos de subjugação e vergonha.

Mensagem de S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA




Portugal atravessa uma grave crise económica com reflexos políticos e sociais preocupantes. A crise financeira e económica internacional não constitui justificação suficiente para o estado em que se encontra o País: torna-se evidente que, quando esta se desvanecer, a crise estrutural interna permanecerá.

O País está doente e maltratado. Adivinham-se tempos difíceis: as instituições do Estado estão fragilizadas; o desemprego aumenta e a pobreza alastra; o sistema educativo tem sido contestado por alunos e professores ; a insegurança, a criminalidade organizada – violenta e económica – e a corrupção, multiplicam-se; o poder judicial está ameaçado por falta de meios materiais e por legislação absolutamente desajustada das realidades. Nunca é demais relembrar que, onde não há Justiça, não há Democracia.
São muitas as vozes autorizadas e insuspeitas – como as da Cáritas e da AMI – que têm vindo a alertar para a vergonha da pobreza estrutural que existe no nosso País – acima dos 40%. De facto, se não se agir agora, as gerações futuras não nos perdoarão!
É chegado o momento de olharmos para o nosso Portugal tão desaproveitado nos seus recursos materiais e sobretudo na capacidade das nossas gentes, particularmente no interior onde me desloquei em numerosas visitas a convite das Câmaras Municipais, tendo compartilhado as alegrias e preocupações de populações tantas vezes esquecidas.
Saibamos apoiar as organizações de voluntários que generosamente trabalham para resolver os problemas, desde as mais antigas, como as Santas Casas da Misericórdia, até às mais recentes, leigas ou religiosas. Torna-se imperioso que o Estado colabore melhor com elas em vez de desperdiçar recursos e prejudicar o que temos e fazemos de bem. Temos de nos lembrar que tudo o que o Estado gasta é pago por nós ou será pago pelos nossos filhos…
Saibamos defender o equilíbrio do meio ambiente e da nossa paisagem humanizada, temas em que, desde sempre, me tenho empenhado e que necessitam do envolvimento de todos.
Saibamos lutar pela promoção da Lusofonia e solidariedade entre os países membros da CPLP, como uma causa de importância decisiva do nosso futuro comum. Quero saudar o Brasil, terra da minha Mãe, onde a acção determinada do Presidente Lula da Silva tem possibilitado o estreitar das relações especiais que sempre existiram com Portugal.
Com a União Europeia temos um válido projecto político e económico comum, mas falta-lhe uma “ alma “, porque, infelizmente, quem decidiu, recusou-se a reconhecer a matriz cristã da nossa cultura…
Mas é na Comunidade Lusófona que encontramos “a nossa família”, e os laços de família são mais fortes do que os interesses económicos, são de natureza afectiva. Mas nunca esqueçamos que, se não forem devidamente cuidados, o mais certo é desaparecerem…
Saibamos preservar instituições fundamentais da Sociedade como a Família. Esta, como outras, está sujeita a um desgaste sem precedentes visando a sua dissolução.
Ela é, na verdade, a base da construção de uma sociedade fortalecida no espírito de entreajuda, respeito pela vida humana e formação responsável, valores que, só no seu seio, são susceptíveis de ser naturalmente assimilados. Só por esta via, sairá reforçada a liberdade de consciência que permitirá, a cada um e a todos, resistir, preservando-a das crescentes tentativas abusivas de ingerência externa que pretendem impor novos conceitos de “família”.
É na Família, e não pelo Estado, que já hoje – e como o futuro próximo se encarregará de demonstrar – se desenvolve incondicionalmente o verdadeiro espírito de solidariedade para com os seus membros mais necessitados, seja na doença ou na pobreza.
É na Família que se constroem os alicerces de educação, respeito e disciplina, tão necessários à organização social, relativamente aos quais o Estado só consegue desenvolver acções complementares e pontuais.
Tudo isto porque a vida social autêntica e equilibrada tem início na consciência individual que cada um vai formando no seu próprio ambiente familiar.
Chegou a hora de acordar as consciências e reunir vontades para levantar Portugal, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse.
O futuro de Portugal tem de ser encarado com esperança assente num projecto para o País tal como fez, há seis séculos e no auge de outra crise, o nosso maior herói, D. Nuno Álvares Pereira.
O Condestável Nun’ Alvares colocou convicta e corajosamente, num invulgar espírito de serviço, todo o seu talento, competência e generosidade na defesa da independência e da identidade nacional, cujo projecto foi transformado num ideal grandioso de Pátria e de Missão o qual, pouco tempo depois, permitiu abrir “ novos mundos ao Mundo”.
O seu exemplo de abnegação, coragem na luta pelas suas justas convicções e amor por Portugal, deverá ser fonte de inspiração para todos os Portugueses, como felizmente parecem comprovar as inúmeras manifestações civis e militares que, espontaneamente, têm surgido, de Norte a Sul, no País. Vem a propósito recordar a importância que o Condestável atribuía à liderança, disciplina e motivação nas Forças Armadas, e particularmente na formação cívica de jovens militares, numa altura em que o Colégio Militar, a mais antiga Instituição Militar de Ensino da Europa é vítima de uma campanha de fins dissimulados.
É bom realçar que, há mais de dois séculos, esta honrada e sólida Instituição tem formado gerações de jovens que vieram a prestar relevantes serviços à Pátria, quantas vezes com o preço da própria vida.
Numa época conturbada como a que se vive hoje em Portugal, prepara-se, com grande despesismo, a comemoração, em 2010, do centenário da República.
Tratarei desse tema em ocasião mais apropriada. Apenas saliento que a actual “terceira República“, de constituição Democrática, é bastante semelhante à Monarquia vigente em 1910. A diferença maior está na Chefia de Estado, de eleição periódica por sufrágio universal, na República, e de permanência vitalícia na Monarquia, salvo no caso dos Portugueses, democraticamente, num caso extremo, promoverem a substituição do Rei.
Eu não duvido que uma Chefia de Estado independente dos poderes políticos e económicos, livre de pressões, respeitadora das instituições e defensora do seu correcto funcionamento, alheia a querelas partidárias e a favoritismos, preocupada com o longo prazo e não com imediatismos influenciados por calendários eleitorais é o complemento fundamental que a Monarquia pode oferecer a um Estado moderno.
Não é por acaso que, as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da União Europeia são Monarquias.
Em vários países do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que “vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República”. Chegou o tempo de os portugueses pensarem com coragem e em consciência se, o que se entende por República, não seria melhor servida por um Rei?
Estou convicto que saberemos encontrar o nosso caminho, discernindo as nossas prioridades, e encontrando pacificamente, as melhores soluções para o verdadeiro progresso do País.
Apelo a todos, autoridades e políticos, autarcas eleitos, empresários, agricultores, profissionais do sector público ou privado, apelo aos que se vêm no desemprego, aos estudantes e reformados, apelo à Igreja e aos cultos confessionais, aos que emigram e imigram, que ponham as suas capacidades ao serviço de Portugal.
É tempo de solidariedade, é tempo de acção e de esperança num futuro melhor para as gerações dos nossos descendentes.
Servir Portugal, estar próximo dos portugueses, essa foi a Herança que recebi e que aqui uma vez mais assumo, e que, com a minha Mulher, também transmitirei aos nossos filhos!
Viva Portugal!

Robalinhos

Corrupção e gastronomia: os robalos
Depois de Armando Vara ter falado aos jornalistas à porta do Tribunal de Instrução Criminal de Aveiro, onde prestou depoimento durante oito horas, ficou a saber-se que o seu envolvimento no caso "Face Oculta" é apenas um infeliz equívoco e que, ao contrário do que resulta da investigação do MP e da PJ, não terá recebido 10 mil euros do principal arguido mas, sim, uns robalos (a princípio ainda se percebeu "roubá-los", mas tratava-se, na realidade, de inocentes robalos
Sabia-se que, com a reforma penal de 2007, a Justiça deixara de ser cega; não se imaginava é que ficara surda a ponto de confundir "10 mil robalos" com "10 mil euros".
Não é, aliás, a primeira vez que a Justiça confunde produtos alimentares com corrupção e tráfico de influências.
Por este andar, não custa a crer que o caso "Furacão" se resuma (se não, veremos) a um cozido à portuguesa e o dos submarinos a uns peixinhos da horta.
E que descubramos todos com alívio que, afinal, não há corrupção em Portugal, come-se é bem.

Jornal de Leiria: o que diz Henrique Neto

(…) Com o clima de corrupção generalizada existente, com os métodos usados na revisão dos preços, com os objectivos anunciados e com as prioridades conhecidas do Governo a serem a EDP, a PT a Mota-Engil, a Ongoing, Joaquim de Oliveira, a Martifer, a Sá Couto e quejandos, é fácil de ver para onde irão os milhares de milhões de euros de investimentos públicos previstos. (…)
Ou seja, a grande prioridade de José Sócrates não são os postos de trabalho, mas a ajuda às empresas do regime e o controlo dos meios de comunicação, para que os portugueses não se apercebam disso. (…)

Portaria 1245/2009

B I L T R E S !!!!!

Assine a petição contra a Portaria 1245:

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N804

A já famosa Portaria 1245/2009 regulamenta as taxas a cobrar pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), I.P., e é uma portaria que 'corta a direito' aplicando-se a "...todas as pessoas públicas ou privadas, singulares ou colectivas, independentemente da forma jurídica que revistam, que solicitem ao ICNB, I.P., a prática dos actos e serviços constantes da tabela, nomeadamente actividades associadas a turismo, visitação e desporto:..". Por exemplo, você quer ir passear até ao Gerês, fazer o Trilho dos Carris, por exemplo. Ok, primeiro tem que pedir autorização a um funcionário público, instalado em lisboa, (claro), para lhe dar licença. Depois, se ela a der, você vai ter que pagar por dia um mínimo de 200 euros até um máximo de 1000 euros, sabendo também que por cada hora de afectação de meios humanos acrescem mais 20 paus... Isto é uma decisão do Governo de Lisboa, ou seja, os centralistas a querem mamar à nossa custa... Deve ser para oferecem uns milhões para o novo aeroporto...
Entretanto vai ocorrer em Braga, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 9h30, um marcha silenciosa em protesto contra a injustiça daquela portaria do governo de lisboa. Para sublinhar o nosso desagrado os participantes na marcha deverão, se possível, trajar roupas pretas ou então colocar uma fita preta no seu bastão.

Querem-na?



Já agora, podemos incendiar o Governo Civil de Lisboa ali para os lados da Praça da República? Depois também enviamos as cinzas...como bónus.
Mais um caso em que algo de bom tem de se realizar na capital...
Até quando o Nobre Povo do Condado Portucalense vai querer continuar a ser colonizado?

Fascismo e Centralismo



... "do povo", diz o jornal oficial do benfica! Qual povo? Como venho dizendo há muito tempo, estes lisboetas abarcam o país do seu postigo. O resto é deserto. Isto faz lembrar um bocado aquelas páginas dos tempos do Fascismo, em que "eles" eram grandes por decreto do sr. presidente do fascista conselho. O salazar, primeiro, o tomás e o caetano depois.

O centralismo da imprensa é conhecido, mesmo do Jornal de Notícias, outrora do Porto e para o Condado Portucalense, hoje mais para o martinho da arcada. Tudo o que é vermelho e sulista é bom. O resto é podre. Vem isto a propósito também das lamentáveis cenas antes daquele jogo da segunda circular lisboeta. Fossem perpretadas por adeptos do FCPorto lá tínhamos as estafadas aberturas de noticiários a falar dos vândalos nortenhos.

Desta vez as televisões, mais por distracção, mostraram que o circo da violência gratuíta também acontece à entrada dos estádios de Lisboa; foram pedras, murros e mpurrões entre os muçulmanos sulistas. A confraternização com a Polícia até foi fixe. Quantos mais levassem melhor!
Mas o estranho é que para as televisões, rádios e jornais, a violência é bem pior quando meia dúzia de adeptos da claque do FCPorto, bárbaros nortenhos, adoradores de Thor e de Pinto da Costa cometem o acto de oliganismo de roubar uns chocolates de uma área de serviço na A1! Normalmente, as televisões e os jornais falam-nos, até à exaustão, desses terríveis actos de terrorismo... É o centralismo fascista no seu esplendor.

Westminster Cathedral e Royal Albert Hall ... e os Castros!

Esta é católica e está em obras, mas vale a pena visitar...
(Londres, com sol em Novembro!!!)

... e enquanto aqui se assiste a um fabuloso concerto, sonhava que o FCPorto dava música aos "bifes". Mas parece que tivemos mais do mesmo, ou seja, esquecidos de jogar futebol com "estofo" e de vencer, arrastamo-nos pelos campos numa pálida imagem da equipa que fomos outrora...(até na trampa do equipamento!!!).

... e estes senhores, cujas iluminações nos habituamos a ver nas ruas do nosso Condado Portucalense, já iluminam também, pelo menos este ano, algumas das principais artérias comerciais de Londres...

Os carris do Outono

carrisdeoutono

"Mário Soares está preocupado com a degradação do PSD
Imagino que o PSD também deva estar preocupado com a degradação do Dr. Mário Soares, mas esse talvez já não recupere. O outono daquela enguia socialista já está mais virado para o inverno..."

E você, sabe o que foi o 25 de Novembro de 1975?



25 de Novembro, 34 anos depois
«(...)tem sido uma experiência muito inspiradora observar um país a emergir de 50 anos de ditadura, separar-se de um dos mais vastos impérios coloniais do mundo, estar à beira de uma nova forma de totalitarismo e recuperar através da vontade do povo – e sublinho isto, porque, em retrospectiva, foram claramente as eleições livres o ponto de viragem na situação portuguesa – para ver instituições democráticas estabelecidas e os militares regressarem voluntariamente aos quartéis e para as suas missões profissionais. Sublinho que isto foi feito num período de dois anos sem qualquer derramamento significativo de sangue. Parece-me que é um caso único na história do mundo» (Intervenção de Frank Carlucci no Congresso dos EUA em 1977)

A propósito do PREC: afinal o que é um Latifúndio?

Ou então, um HINO CONTRA OS HOMOSSEXUAIS! Decida você.

Wallace e Gromit estão de parabéns!

20 Anos a Fazer Sorrir


Sitio oficial: Happy 20th Birthday

Sá Fernandes: o genuíno chico esperto e sem vergonha

O ANTES
«o colectivo não deixou de frisar que a corrupção é um “flagelo das democracias modernas” e combatê-la é uma “necessidade imperiosa das sociedades. (…) Ricardo Sá Fernandes gravou em segredo várias conversas mantidas com Domingos Névoa, a primeira sem mandato judicial e as duas seguintes já com conhecimento da Polícia Judiciária e com mandato, através das quais obteve provas que a defesa quis que fossem consideradas nulas. O tribunal considerou improcedente este pedido e afirmou que se trataram de provas obtidas com “meios legítimos e justificados.» -

O DEPOIS
O advogado Sá Fernandes que surge agora ao lado de um dos envolvidos no caso face Oculta e que contestam as escutas é o mesmo que há alguns anos gravou uma conversa com um empresário que em seguida acusou de tentativa de corrupção ao seu irmão?

QUESTÃO PERTINENTE
Será que as gravações efectuadas por Sá Fernandes, advogado, continuarão a ser um acto de coragem cívica e as gravações efectuadas pelas autoridades são uma cabala?

A Lusitânia bateu no fundo.

As recentes notícias vieram confirmar aquilo que pelo Condado Portucalense já se sabia: a Lusitânia bateu no fundo como país.
Porquê? A Justiça, o pilar mais importante da estrutura de uma nação, e que era suposto se cega, deu agora (mais uma vez a reboque do Sr. Santos, também conhecido por pinócrates), o derradeiro sinal que está completamente politizada e logo, sem qualquer réstia de isenção e confiança. O freguês da justiça que madou "queimar" todas as provas em que participava o mentiroso, perdão, o fulano (re)eleito como 1º ministro, deu-lhe ( à justiça) a estocada final.
A Lusitânia [como dizem os Amigos de "Renovar o Porto (e Gaia)] está completamente finita.
Deixemos os lisboetas e sabujos lambe-botas do poder continuarem entretidos e vamos lá começar a preparar a nossa libertação e independência. Está na hora. Mais espera e ficamos enterrados no lodaçal... E nós somos limpinhos...

Entretanto, por aqui faz um friozinho...

Dragão: o georgio armani dos estádios

Estádio do Dragão, 09 ago 07

Estádio do Dragão: 6 anos a conviver com as Vitórias!

(para quando uma final europeia?)

Ainda se Lembram? O Bacalhau

Magnífico post escrito por Alexandre Burmester e que "pedi emprestado" ao não menos magnífico Reflexão Portista



Corria a época de 1968/69 e o F.C. Porto, dez anos depois do seu último triunfo na prova, disputava taco-a-taco com o inevitável Benfica o Campeonato Nacional da I Divisão (os patrocinadores, tal como "a luta pela verdade desportiva", os "paineleiros" e as "transições rápidas" eram ainda uma coisa do futuro).

Atendendo ao aquecer da luta pelo título, José Maria Pedroto, que cumpria a sua terceira época à frente da equipa, elaborou um programa especial de estágios. Esse programa, contudo, viria a enfrentar a oposição dos jogadores, especialmente do trio formado pelo guarda-redes Américo, o médio Eduardo Gomes e o ponta-de-lança Custódio Pinto. O trio foi suspenso por indicações de Pedroto e no jogo seguinte, frente à tradicionalmente difícil equipa da CUF (actual Fabril do Barreiro), no seu Estádio Alfredo da Silva, surgiu uma surpresa de monta: a lateral-esquerdo estreava-se um jovem de 19 anos e, mais, era ele o capitão de equipa. Com esse gesto, José Maria Pedroto pretendeu significar aos restantes jogadores que nenhum deles era imprescindível ou mais importante que a equipa. Assim nascia para o futebol da alta roda o Leopoldo, que os adeptos do F.C. Porto viriam a popularizar com a alcunha de "o Bacalhau".

O F.C. Porto venceria o desafio por 1-0, mas o título, esse, depois de novas peripécias e de algumas ignóbeis atitudes por parte da direcção do clube, culminando no despedimento de Pedroto, ficaria "no tinteiro".

Entretanto "o Bacalhau", de seu nome completo Leopoldo José Nogueira Amorim, foi singrando no clube, o qual, como sabemos, atravessava uma época de vacas magras em matéria de êxitos desportivos. Sem nunca ser um jogador brilhante, não estava, porém, abaixo da média - muito pelo contrário - dos ocupantes do lugar de defesa-esquerdo antes da sua aparição. Com os tempos chegou a ser utilizado a defesa-direito, e recordo-me bem de um jogo no Bessa, em Dezembro de 1973, precisamente uma semana depois da morte do grande Pavão, em que o primeiro golo do F.C. Porto numa vitória de 2-0 foi da autoria do "Bacalhau". E não sei mesmo se não terá sido o seu único golo ao serviço do clube.

Mais tarde, por volta de 1976, o "Bacalhau" rumaria ao Varzim, onde jogou, segundo creio, até 1980. Ou seja, falhou por pouco a época em que aquele que o lançara na equipa principal, regressado triunfalmente, haveria de levar o F.C. Porto de novo ao título nacional.

É também dos "Bacalhaus" deste mundo, jogadores da casa e dedicados ao clube, que se faz a história do F.C. Porto. Bem hajas, Bacalhau!

Nota: nesta foto de uma equipa do F.C.P. do iníco da década de 70, o "Bacalhau" é o terceiro a contar da esquerda na fila de trás, entre os "monstros" Pavão e Rolando.

Créditos: O Baú dos Cromos, Paixão pelo Porto

O fulano Sócrates sabia; o 1º ministro não! MENTIROSO!

Sócrates reitera que não conhecia “oficialmente” o negócio PT/TVI

É um insulto”, refere o primeiro-ministro em relação à notícia do semanário “Sol”, de que terá mentido no Parlamento quando garantiu desconhecer o negócio da compra da TVI pela PT.
Não passa de um insulto”, considera José Sócrates a propósito da notícia do “Sol” que, na edição de hoje, sexta-feira, titula “Sócrates mentiu ao Parlamento sobre a TVI”.
Mantenho tudo o que disse”, acrescentou quando questionado pelos jornalistas à entrada do Centro Cultural de Belém, em Lisboa. “Nem eu nem o Governo tínhamos conhecimento” do interesse da Portugal Telecom na TVI, acrescentou, referindo-se às declarações proferidas no Parlamento em Junho. “Não é verdade”, frisou ainda.
José Sócrates disse ainda que uma coisa são “conversas com pessoas amigas”, que são “privadas” - nesta caso com Armando Vara, que foram interceptadas em escutas no âmbito do processo “Face Oculta” – e “outra coisa é um primeiro-ministro ter conhecimento oficial ou prévio” de determinado assunto.

O cidadão sabia, o mesmo cidadão como primeiro ministro não!

Brincamos ou quê? Sócrates acha que somos mentecaptos?


retirado do Jornal de Notícias on-line

Estou como diz Carlos Abreu Amorim:
Estou farto de uma Justiça talhada para que a verdade dos factos se perca no emaranhado burocrático dos tribunais.Estou farto das guerras deprimentes entre Noronha do Nascimento (STJ) e Pinto Monteiro (PGR) que só revelam – para além da sua obsessiva cegueira – falta de grandeza humana para as funções tão elevadas que ocupam.Estou farto de um primeiro-ministro que saltita alegremente por entre casos suspeitos e nauseabundos (licenciatura, Cova da Beira, as casas beirãs, os apartamentos lisboetas, o Freeport, e, agora, a ‘Face Oculta’). Estou farto do seu tom de mártir improvável, do seu ar postiço de quem é permanentemente injustiçado por todos aqueles que não confiam nas suas pseudo-justificações.No fundo, estou farto desta III República.

O polvo político lusitano no seu esplendor


De que estavam os ainda crentes há espera?
Por outro lado, não acham um bocadinho estranho que o tão "amado" líder Sócrates apareça ligado a tantos escândalos e que deles saia sempre "ajudado" por zelosos funcionários públicos do ministério público? Não é igualmente estranho que só agora, depois das eleições, apareçam tantos "frutos" socialistas podres? Há, verdade, claro que estão inocentes, até prova em contrário. O facto de já sabermos o veredicto é só um pormenor. O poder é trampa e quem dele vive deveria passar pelo chumbo insurdecedor da nossa repulsa...

FCPorto: viciados na mediocridade


O que se passa? Será esta a pior equipa dos últimos anos? E o treinador? O que tem na cabeça? E os jogadores? Ainda querem vencer? E a atitude? Que desilusão! Será que ainda podem jogar pior?

A crise do Norte (*)

(*) Alexandra Figueira e Carla Soares in JN
Passam os anos e o discurso mantém-se: o Norte perde riqueza, perde poder e perde voz. E, com, isso, perde o país
Vamos ver se, na saída da crise, o Norte retoma um ciclo de crescimento". A crise estará para acabar, mas os sinais que vamos tendo mostram que o desejo de Carlos Lage poderá muito bem não ser cumprido. Mais desemprego, menos exportações, líderes divididos entre a contestação ao centralismo e a necessidade de continuar a receber favores desse mesmo centro, a romaria generalizada para Lisboa, cada vez mais poderosa e rica, face a um Norte que, tudo indica, continua a perder terreno.
É um problema só do Norte? Ou o desequilíbrio entre as sete regiões portuguesas é uma das razões pelas quais, ainda hoje, décadas e muitos milhares de milhões de euros depois, os índices de desenvolvimento de Portugal face à Europa são vergonhosos? O próprio ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, disse que "o país precisa do Norte".
As perguntas apelam a uma reflexão sobre a coesão regional ou a aposta numa região (Lisboa) que "arraste" todas as outras, seguindo a lógica do "superior benefício da Nação", como ironiza Braga da Cruz.
Ou uma terceira via, proposta pela OCDE, num documento de 2007, quando o país desenhava uma nova política regional, por imposição da União Europeia, de forma a receber o último grande pacote de ajudas financeiras comunitárias. Dizia a organização dos 30 países mais desenvolvidos que não é obrigatório ter que escolher uma daquelas duas vias. Pelo contrário, que os países devem apostar em todas as regiões, precisamente para potenciar o crescimento da nação no seu todo. Já na altura, segundo a OCDE, Portugal era o segundo país mais centralista do "clube", a seguir à França, mas admitia que a política regional então desenhada poderia vir a fazer de Portugal um exemplo de desenvolvimento a seguir por todos.
Anos passados, o que aconteceu a esse modelo? Ouvindo o que têm a dizer vários dirigentes, líderes, pessoas de relevo de toda a região Norte, o cenário é mais negro do que o admitido pela OCDE.
Em 2007, o Norte surpreendeu ao conseguir as primeiras boas notícias económicas em muito tempo: um crescimento ligeiramente acima do resto do país, que permitiria recuperar algum do muito terreno perdido nas últimas décadas. Mas, logo depois, a crise voltou a pintar a região de negro. Hoje, o desemprego está em níveis recorde e a quebra das exportações foi um golpe duro para as empresas, sobretudo as nortenhas. Dois anos passados, nada garante que o início daquele dinamismo económico tenha ganho raízes suficientes para medrar. Ou, em alternativa, que as deficiências estruturais da região se mantenham e voltem a servir de lastro a um Norte que não se consegue manter à tona de água.
Hoje, a larga maioria dos trabalhadores continua sem qualificações, as empresas permanecem em boa parte agarradas a formas de fazer as coisas arcaicas, o grosso dos produtos que saem das fábricas não têm nem a qualidade para combater os de regiões mais desenvolvidas nem o preço para vencer os que vêm do Extremo Oriente.
Ou seja, o global da região continua a ter a mesma fraqueza que a impede de se afirmar: a incapacidade em vender no estrangeiro, como tem dito repetidas vezes o presidente da Cotec, Daniel Bessa.
Até no que toca a indicadores de bem-estar a região aparece muito mal no retrato. Veja-se, só a título de exemplo, os cuidados médicos. No ano passado, o país tinha uma média de 3,7 médicos por mil habitantes. Mesmo esquecendo a média de 5,3 ostentada por Lisboa e arredores, o Norte até se enquadrava dentro do panorama geral, com uma média de 3,4 médicos. Mas o número é enganador, porque a região é tudo menos homogénea. Se o Porto exibe uma média de seis médicos e meio por mil habitantes, já as restantes zonas da região têm números indignos de um país da União Europeia: o Ave tem um rácio de 1,6 e o Tâmega não chega sequer a ter um médico por mil habitantes. A falta de equilíbrio dentro da própria região é, aliás, notória.
Indicadores de bem-estar como os relativos a cuidados médicos são reflexo directo da capacidade de uma comunidade de criar e gerir riqueza, neste caso a comunidade do Norte. O problema, insistem tantas vozes da região, é que cria pouca riqueza e gere ainda menos, já que os centros de competência que lhe permitiriam fazê-lo continuam a rumar para Lisboa, cuja força de gravidade actua como um íman poderoso sobre empresas, conhecimento e mais valias. Dito de outra forma, o centralismo, que recua até ao tempo do Império, tornou-se de tal forma "um vício" que as pessoas "acabam por lhe reconhecer legitimidade", diz Braga da Cruz, presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho.
A denúncia do centralismo está a transformar-se numa "crescente irritação face ao exercício do poder, quase rotineiro, a partir de Lisboa", de que fala Carlos Lage, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). E as oportunidades para o fazer multiplicam-se. É o caso recente da decisão política de instalar em Lisboa os gestores dos fundos comunitários, apesar de as verbas para os pagar saírem dos fundos destinados às regiões mais pobres e de todos os seus interlocutores se encontrarem no Norte, no Centro e no Alentejo, lembra Luís Ramos, especialista em desenvolvimento regional.
Os exemplos são inúmeros e têm dado espaço a cada vez mais denúncias da excessiva concentração de poder e à reclamação de maiores competências e autonomia regional. Insuspeita, a OCDE, que reúne os 30 países mais ricos do mundo, é uma dessas vozes. Em 2007, um estudo sobre Portugal concluía que o país é o segundo mais centralizado no seu "clube", a seguir à França e elogiava o esforço feito pelo Governo de criar políticas de desenvolvimento regional, apesar de afirmar que só existiam porque a União Europeia assim exigia, a troco de 21,5 mil milhões de euros para desenvolver as regiões.
A OCDE reconhece que o Governo criou estruturas representativas nas cinco regiões. "Tal como é demonstrado pelo exemplo de França (…) este tipo de escolha organizacional ajuda a assegurar coerência à política regional, mas deixa pouco espaço para a integração de conhecimento local específico" - precisamente um factor que entende ser imprescindível ao bom desenvolvimento regional.
O estudo, publicado em 2008, terminava dizendo que o empenho dos agentes regionais na transformação da estrutura do Norte era fundamental para que as medidas tomadas em papel tivessem impacto real. Dois anos passados, o que dizem esses mesmos agentes regionais? Que o centralismo continua a aumentar e, em muitos casos, que desconcentrar competências públicas não chega, apelando a uma verdadeira descentralização, possível só mediante a criação de regiões administrativas eleitas pelo povo.
Hoje, no início de uma nova legislatura, contudo, os defensores desta reforma não podem estar seguros que seja desta que a regionalização avança. Pelo contrário. Não há unanimidade de opiniões dentro do partido do Governo, quanto mais entre as cinco forças presentes no Parlamento. Dentro do PS, a reforma já está a ser atirada para lá das eleições presidenciais e o líder parlamentar socialista, Francisco Assis, nem sequer arrisca assumir um compromisso de que será feita nesta legislatura. É certo que a regionalização consta do programa deste segundo governo de José Sócrates. Mas já constava do anterior, até com maior entusiasmo, e continuou enterrada numa gaveta.