Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Dirty Dancing, em Londres, imperdível....


No Teatro Aldwich está em exibição o musical Dirty Dancing.

Só vos posso dizer que é fabuloso!



O Windows e a Democracia segundo a Manuela

Imagem de Pedro Cavaco

Espinhos

É madrugada e minha solidão vela o mundo.
Quisera acordá-la com meu pranto, mas há dores que não se revelam e cortam por dentro.
Dentro dos meus olhos secos, espinhos tentam as lágrimas, pequenos demónios da dor.
Arranham longe e sangro, na noite, eu sangro.

Piadinha


Uma mulher muito tímida estava cansada de ser espezinhada, reprimida e mandada pelo seu marido.
Um belo dia, decidiu ir a um psiquiatra.
Após mais de duas horas de consulta, ele concluiu que a mulher precisava reconstruir a sua auto estima. Então, o profissional deu-lhe um livro sobre auto-confiança, que ela leu no caminho de retorno a casa e terminou-o quando estava mesmo a chegar.
A mulher entrou intempestivamente em casa e foi encontrar-se com o seu marido, recostado no sofá a ler o jornal.
Com o dedo espetado na cara dele, ela disse:
-De agora em diante, quero que saibas que EU sou mais que TU; uma mulher que se preza e a minha palavra nesta casa, a partir de hoje, será lei!!!
E continuou:
-Quero que prepares uma refeição dos deuses para o jantar e quando eu terminar de comer espero deliciar-me com uma sobremesa divina. E mais... depois do jantar, enquanto tomo um cálice de vinho do Porto, vais-me preparar um banho, pois assim poderei relaxar. Hoje estou muito cansada! E quando eu terminar o meu reconfortante banho, adivinha quem irá vestir-me e pentear-me?!?
Calmamente, o marido afirmou: - O homem da funerária!!!

Os 5 em Atenas!

Depois dos 5 do barcelona, nada melhor que os 5 de Atenas, ha ha ha ha ha ha ha ha ha (vocês sabem do que estou a falar....) ha ha ha ha ha ha ha

It's Raining Again

Supertramp

O Priorado do Cifrão - João Aguiar

capacifrao1

Graças ao meu irmão Zé Luis, que o conheceu pessoalmente em África, fui introduzido no universo literário de João Aguiar. Devoro as suas obras com avidez... Há algum tempo atrás referi neste blogue a ausência nos escaparates de novos escritos daquele escritor... Pois bem, "ele ouviu-me" e fez-me a vontade: no dia 7 de Novembro surge O PRIORADO DO CIFRÃO.

Numa sessão de lançamento na Póvoa de Varzim, a 14 de Novembro, João Aguiar assinalou os objectivos subjacentes à escrita desta nova obra: "este é um livro de sátira que espero que faça rir e sorrir algumas pessoas e também que, de certo modo, lhes crie angústia e as faça pensar. Procurei escrever um livro que dê prazer a ler e provoque emoções."

O escritor João Aguiar afirmou que o seu novo romance pretende reflectir sobre o actual "surto de livros 'light' "."De facto - disse o escritor à agência Lusa - neste momento temos um surto dos chamados livros 'light' ou de literatura que é puramente comercial, que caracteriza o momento actual e convém raciocinar sobre ele".

Aguiar aproveita para ajustar contas com um certo modo de estar na sociedade portuguesa neste mundo globalizado e de grandes grupos económicos. "Tenho lido muita coisa e dei-me conta da projecção e dos efeitos que determinado tipo de livros, supostamente baseados em pesquisa histórica, estavam a ter. Percebi que a actualidade que nos rodeia é cercada pela ignorância.Temos uma elite que sabe cada vez menos ". Acrescenta que "a crise mental que afecta uma grande parte da nossa sociedade atinge tais dimensões que costumo dizer que estamos de novo a viver um tempo de trevas. O problema é a qualidade da informação transmitida que está cada vez mais pobre".

Aguiar defende que "a escrita é um exercício de sedução, mas há que pôr o leitor a pensar, não chega apanhar o leitor pela curiosidade ou pelo 'suspense' ". Estes são objectivos que o escritor assinalou à Lusa crer ter alcançado neste novo livro, editado pela Divisão Editorial Literária de Lisboa (DEL-L) da Porto Editora.

A narrativa de "O Priorado do Cifrão" abre com o misterioso assassinato de um catedrático com um alfinete de chapéu de senhora na Secção Mesopotâmia do Museu Britânico. O catedrático de Bristol preparava um livro em "que atacava com erudição e desusada virulência um autor americano, Ben Browning, o mesmo que publicara 'The Carvaggio Papers', romance que conhecera um êxito sem precedentes".

João Aguiar recusa que seja "apenas uma 'charge' a Dan Brown e ao seu Código Da Vinci". "Eu nem falo no nome desse autor, nem no do seu livro", disse, sorridente.

"O Priorado do Cifrão" foi escrito em seis meses mas o autor pensou-o e estruturou-o "mentalmente" durante um ano. "A ideia do livro foi crescendo devagar e de repente dei com ele estruturado e fui avançando, não foi um trabalho metódico", explicou.

Com cerca de 400 páginas, "um dos seus livros mais longos", Aguiar reconheceu que "tem estrutura complexa". "O [escritor] Miguel Real disse-me por acaso que considera que este é o livro mais complexo que escrevi até agora. Eu não sei, não me cabe a mim fazer esse tipo de julgamentos. Mas eu julgo que o livro de facto é complexo. Essa complexidade de qualquer modo tornou-se quase necessária. Não foi voluntária, aconteceu porque a ideia que eu tinha exigia determinada evolução dos acontecimentos e acabou por ficar assim", disse.

Autor de 16 romances, incluindo o agora publicado, João Aguiar afirma que escreve para ser lido, mas não procura o "efeito narrativo". "Eu escrevo porque quero ser lido, mas não sou capaz de pensar directamente no leitor quando estou a trabalhar, ou em criar este ou aquele efeito. Depois espero só que gostem", disse.
"Uma literatura boa, com 'l' maiúsculo não tem de ser uma literatura difícil de ler, pelo contrário. É importante haver a diferença entre a concessão baixa, direi mesmo mercenária, e a boa literatura. Eu tento colocar-me do lado da boa literatura. Se o consigo ou não, os outros julgarão", argumentou.

Com este título, João Aguiar muda de editora, saindo da Asa. "Quem não está bem, muda-se, e eu não estava nada satisfeito com a Asa nestes últimos tempos. Aquela coisa da compra da Asa pela LeYa tem aspectos que não me agradam nada", afirmou, referindo a amizade que o liga "há vários anos" a Manuel Alberto Valente, que era o director-geral da Asa e hoje está na DEL-L.


Sinopse
Em Londres, na sala do Museu Britânico onde está exposto o Estandarte de Ur, foi encontrado morto Sir Alastair Hopkins-Smith, um conhecido académico inglês. O corpo estava numa estranha posição, com o polegar da mão direita metido na boca, como se estivesse a chuchar no dedo.Paralelamente, há outras ocorrências: o desaparecimento misterioso, na Áustria, de outro académico, o Prof. Heinrich Loewe; e a morte, num acidente de viação suspeito, de um escritor português, Alfredo Estria, um velhote excêntrico que escreve e publica obras de cunho esotérico. Há algo de comum nos três homens: todos eles se preparavam para atacar violentamente um livro que acaba de ser lançado nos Estados Unidos e promete ser um êxito mundial, o romance The Caravaggio Papers, de Ben Browning, que, através de um suspense bem urdido, passa a mensagem de que, na sua origem, a doutrina cristã era de tipo orgiástico… The Caravaggio Papers foi publicado por um grande grupo editorial de origem americana, a Thoth International, que detém uma editora portuguesa, a Codex 3, onde trabalha Miguel, o jovem protagonista deste romance.

João Aguiar (1943, -)
Literatura Contemporânea

Biografia
João Aguiar nasceu em Lisboa em 1943. Licenciou-se em Jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas, tendo trabalhado como jornalista na imprensa, na rádio e na televisão.

Títulos
João Aguiar é autor de numerosos romances, vários deles com uma forte influência de figuras e episódios da História de Portugal.
1984 - A Voz dos Deuses
1986 - O Homem Sem Nome
1988 - O Trono do Altíssimo
1990 - O Canto dos Fantasmas
1992 - Os Comedores de Pérolas
1994 - A Hora de Sertório
1995 - A Encomendação das Almas
1996 - O Navegador Solitário

1997 - Inês de Portugal
1998 - O Dragão de Fumo
2000 - A Catedral Verde
2001 - Diálogo das Compensadas
2003 - Uma Deusa na Bruma
2004 - O Sétimo Herói
2006 - Lapedo – Uma Criança no Vale
2008 - O Priorado do Cifrão
É também autor das colecções infanto-juvenis:
1997 - O Bando dos Quatro
(?) - Sebastião e os Mundos Secretos

Já agora, eu tenho todos os seus livros todos e gostava de ter o seu autógrafo... Será possível?

Frente Fria, brrrrr

Dezasseis dos 18 distritos de Portugal Continental estão esta segunda-feira sob alerta amarelo e laranja, devido às previsões de vento forte e agitação marítima.

Ensaio Sobre a Cegueira

Mentes doentias (I)

Continua a mexicanização do Estado lisboeta

O governo socialista de lisboa, que como já sabemos pretende o poder total e absoluto, anda preocupado com o peso de alguns meios de comunicação social, nomeadamente com a rádio Católica, ou mais concretamente com as audiências do Grupo Renascença. Não se trata de um problema de perda de audiência mas do peso daquela na nossa sociedade. O que realmente preocupa os centralistas-socialistas de lisboa é o facto de que mais de 50% dos portugueses escolherem, de sua livre vontade, ouvir as rádios que pertencem à Igreja Católica. Vai daí e o governo lisboeta-para-lisboa, começa a lançar a ideia de uma lei da concentração. Uma lei que vai obrigar as pessoas a ouvirem as rádios que não queriam ouvir. Uma lei que vai finalmente impor limites quantificados para as preferências das pessoas. À boa maneira deste socialismo lisboeta e saloio de Sócrates.
Já agora, que tal aplicar essa lei às maiorias absolutas parlamentares?

A propósito do 25 de Novembro...

Onde é que você estava no 25 de Novembro?

Quando é que se começa a falar sobre Jorge Coelho?

Afinal é a ordem natural das coisas!
Com tantas notícias sobre Dias Loureiro espera-se a qualquer momento as primeiras notícias sobre Jorge Coelho...

Mais um roubo ao Norte!

Para quem não sabe, o CEIIA é um centro situado na Maia que emprega profissionais qualificados. Os projectos podem ser consultados aqui. A transferência para Setúbal já foi equacionado por Basílio Horta. Na altura a CMMaia e o Tecmaia protestaram. O facto de alguém andar à procura deste tema no Google, revela que o assunto poderá estar a ser novamente equacionado. Concretizando-se esta transferência, será mais um padrão usual. Carne para eles, ossos para nós.

(post roubado integralmente do blogue NORTEAMOS; perdoem-me... mas é por uma boa causa)

O genuíno Carjacking.......

BPP - expliquem-me como se eu fosse muito burro

BPP
  • sabe-se que não recebe depósitos nem concede crédito;
  • não tem, pois, a chamada banca de retalho comercial;
  • dedica-se a gerir apenas fortunas;
  • o seu objectivo é gerar resultados através de investimentos ("tóxicos"?) no mercado bolsista.

Esse meio de obtenção de lucro está no "olho" da crise financeira que hoje por hoje se vai vivendo. Por tudo o que atrás afirmei, pergunto: PORQUE RAIO TEM O ESTADO DE AUXILIAR ESTE BANCO lisboeta?

Como li algures na blogosfera, estamos a assistir ao uso do Estado para benefício privado. E no sítio do costume. Lisboa! A maioria dos clientes daquele banco com sede em ... Lisboa são do eixo Lisboa-Cascais. Só para relembrar, os seus principais accionistas são João Rendeiro, Balsemão e Saviotti, ou seja todos de Lisboa e como todos os "grandes" capitalistas sulistas, vivem à sombra protectora do estado lisboeta que nos rouba a nós, nortenhos!

Sonhos

"Tenho em mim todos os sonhos do mundo"
Fernando Pessoa

De volta ao aconchego, nada melhor...

Encerrado para férias ... de Verão!

Aproveitem a minha ausência para descansar...

I'll be back!

Os rostos do SISTEMA - No passado

Artigo de Eugénio Queirós integralmente copiado do blogue Bola na Área, de áspera aversão portista e anti-Pinto da Costa, mas que merece toda a difusão:

MUITO ANTES DA PONTE DA ARRÁBIDA...

Época de 39/40. Enquadramento - o F. C. Porto tinha ficado em terceiro lugar no regional, mas participou no campeonato por causa de uma manobra administrativa. A Federação Portuguesa de Futebol fez o alargamento à pressa, as portas abriram-se. Os portistas foram campeões e estiveram quase a consegui-lo sem derrotas, mas, a 21 de Abril de 1940, perderam no Lumiar. O Sporting venceu por 4-3 com o golo da vitória a ser marcado a 20 segundos do fim. Ângelo César, o presidente da altura, já reclamava os privilégios dos clubes de Lisboa. Na equipa distinguiam-se os croatas Petrak e Kordrnya

Depois de ter conquistado os campeonatos de 38/39 e 39/40, o FC Porto sonhava, pela primeira vez, com o seu terceiro título consecutivo. Mas já na época do "bi" a prova teve que ser alargada de forma a repor a "justiça", após uma decisão da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) contrária à da Associação de Futebol do Porto, que colocava o Leixões no "Nacional", em detrimento dos (campeões) portistas. A ilógica da determinação federativa era tal que a formação de Matosinhos recusou o lugar, alegando que a equipa que deveria estar por direito na fase final era o FC Porto. E o FC Porto, com Mihaly Siska no comando técnico, provou então, que era a melhor equipa nacional Na temporada de 40/41, a FPF radicalizou as suas acções de forma serem mais eficazes. Angelo César, presidente do FC Porto, utilizava, naquela altura um discurso (idêntico àquele que viria a ser retomado por Pinto da Costa) contra os poderes instituídos em Lisboa, contra as arbitragens que prejudicavam constantemente as equipas do Norte favorecendo, por outro lado, as do Sul. E quando se levantou a grande polémica que marcou a época de 39/40, Angelo César clamava por justiça, mais do que nunca. Para não voltarem a ser incomodados e ainda, por cima, obrigados conceder-lhe razão, os senhores da FPF irradiaram o presidente portista. Os portistas elegiam simbmente Angelo César para presidente da Assembleia Geral, mas o grito de revolta ecoava por toda a cidade. Por coincidência (?), desde que a voz incómoda de César foi amordaçada, começaram então as arbitragens que de forma descarada prejudicavam sucessivamente o FC Porto, como se pode constatar na consulta de qualquer jornal da época. Logo no primeiro jogo entre os "grandes", o Sporting recebeu os portistas e ganhou por concludente 5-1. Como se não bastasse o resultado ser tão desequilibrado, o sportinguista João Cruz lesionou gravemente o guarda-redes portista, Bela Andrasik, que foi evacuado para o Hospital de São José. Henrique Rosa, o homem que de negro vestido, pintou a sua actuação de verde e branco, encarregou-se de consentir o terceiro golo na sequência de um fora de jogo claríssimo e validou o quarto tento, quando o guardião Andrasik se contorcia com dores no chão, graças a duas fracturas nos ossos da face, depois da agressão de João Cruz.
A guerra Norte-Sul adensou-se ainda mais quando Carlos Pereira, a meio da época, optava por jogar no Unidos FC, um clube de Lisboa que lhe ofereceu o dobro do vencimento que auferia no FC Porto e ainda 30 contos de "luvas".
A equipa portista, sempre comandada por Siska, ainda conseguiria fechar o campeonato com uma vitória de 5-2 sobre o Benfica, mas a derrota consentida no Lima, ante o Sporting tinha-a já atirado irremediavelmente para fora da rota do "tri", naquele em que seria mais tarde recordado como o ano em que os árbitros viraram "anjos negros".
Observação: repare-se, como então, a liga, através dos funcionários colocados pelo equipa dos lampiões, com a ajuda de procuradores da república lisboeta e com lacaios "ditos investigadores" e magistrados com ligações familiares ao presidente dos lampiões, conseguiu, para já, calar por dois anos e quatro meses o Sr. Presidente do FCPorto Pinto da Costa.
Como então, agora vive-se o terror das perseguições pidescas e centralistas, nascidas com o desgraçado estado novo e que teve o seu apogeu no fascismo encimado por Salazar e que hoje, o partido socialista de sócrates pretende readquirir...
Até quando vamos querer pertencer à actual república?

Os rostos do SISTEMA (II)

BOM?????? Ha ha ha ha ha ha

Fixem este nome do "avaliador": ALBANO FIALHO!

Rostos do SISTEMA

JOAQUIM EVANGELISTA
Benfica - Setubal (2005)
Benfica - Estrela da Amadora (2008)
Tantas jornadas para denunciar os ordenados em atraso e zás, logo havia o Sr. Evangelista de apregoar à greve na véspera dos jogos com o mesmo denominador comum: o BENFICA!
Coincidência? Ha ha ha ha ha ha

LAGARTOS NOJENTOS

NOJO

Como na sexta-feira passada aqui deixei patente, um Dragão não esquece. Bruno Paixão, mesmo pintado de ouro será sempre um INIMIGO do FCPorto. Campomaior foi o mote. Naquela noite, este árbitro roubou um campeonato ao FCPorto. O beneficiário foi o ... Sporting de Lisboa...

Como é sabido, durante anos, aquele residente em Setúbal foi banido dos jogos do FCPorto. Pudera... Quando a poeira assentou e, uma vez mais sem reacção veemente da Administração do Clube, o ladrão recomeçou a apitar jogos em que a nossa equipa era parte. Uma e outra vez lá nos roubou. A última foi na Supertaça. O corolário foi no domingo passado, como veremos.

Do Sporting de lisboa, já estamos habituados à estafada cantiga dos calimeros: "há e tal somos roubadinhos e prejudicados pelo sistema...". O que é sabido e público, e para não irmos mais longe, é que desde a época de 95/96, a equipa leonina teve a seu favor 93 grandes penalidades!
Só por comparação, a equipa habitualmente mais atacante e mais vezes campeã, o FCPorto, apenas beneficiou de 68 penaltis e sofreu 29! Como se percebe é o tal do sistema no seu esplendor. E já agora, seria bom perceber porque esteve o Sporting quatro anos completos sem um único penálti contra assinalado...

Por isso, depois de assistirmos ao jogo de domingo e ouvimos as palavras de Bento e de Franco só podemos ficar parvos de tanta falta de vergonha...

Mete nojo realmente que Bento venha falar após mais uma derrota com o FCPorto, da arbitragem. A incoerência é muita, pois na fque se leia, depois, na Imprensa que houve um penalti por marcar para cada equipa (Rascord) e dois para o Porto, final da supertaça em Leiria, com o mesmo palhaço/ladrão/incompetente, não falou da mão de Tonel que seria penalti e expulsão...

É um nojo que Bento não tenha visto a agressão de Rochembach sobre Rolando que o mesmo Bruno Paixão viu e marcou falta .... atacante!!!!

É fantástico perceber que Bento é nojento ao não questionar porque motivo, perante a habitual pressão histérica do público de Alvalade, o amigo Paixão conseguiu em 9 minutos (entre os 37 e os 46 minutos) amarelar 3 jogadores do FC Porto, numa altura do jogo em que CURIOSAMENTE, o FC Porto tinha um total de 6 faltas (uma média de um cartão amarelo por cada duas faltas!), enquanto o Sporting já ia em 16 faltas (e zero cartões).

É nojento verificar a incoerência sportinguista. Bento diz que são simpáticos para os árbitros! O Sporting não é simpático para os árbitros! Os seus adeptos exercem uma pressão constante sobre os mesmos. Aliás, neste jogo, se virmos com atenção alguns lances, perante o uivar enfurecido dos adeptos lagartos, conseguimos ler os lábios de Pedro Emanuel para o Paixão: "se isto dá amarelo, na próxima vou para a rua", e aquele a rir-se a dizer que sim com a cabeça, ou o Bento a dizer para o Moutinho: "já conseguimos oque queriamos", isto logo a seguir à expulsão de P. Emanuel...

Mete nojo perceber que Bento, tendo incitado à violência não vai ser castigado. Só para perceber a benevolência, lembramos que em 2005-06 o treinador do FC Porto, Co Adriaanse, foi suspenso por 15 dias após um jogo da Taça Naval-FC Porto (1-2) – porque disse “é falta”, escreveu no relatório o árbitro desse jogo que foi… Bruno Paixão.

O nojo de Bento levou-o a falar de uma folha A4 para apontar os erros de Paixão. Aqui vai uma ajuda:


7': Liedson acerta com o cotovelo na boca de Fucile e o uruguaio tem de sair do relvado para receber assistência médica. Não houve qualquer sanção disciplinar para o avançado do Sporting.

29': lançamento de linha lateral faorável ao Porto, mas Paixão marca a favor do Sporting, tendo do lance resultado golo do sporting.

37': Cartão amarelo para Bruno Alves (na 1ª falta que fez!) por derrubar Liedson. Perante o que se tinha visto anteriormente, uma clara dualidade de critério.

42': Cartão amarelo para Pedro Emanuel por falta cometida sobre João Moutinho.

43': O incansável sarrafeiro Postiga, acerta mais uma num jogador portista: desta vez calhou a Fucile levar uma cotovelada. Paixão viu, marcou falta e ... mais nada!

46': Cartão amarelo para Lucho, que fez uma falta normalíssima, a meio-campo, sobre Rochemback.

Diziam as estatísticas do jogo que aos 46 minutos o FC Porto tinha um total de 6 faltas (3 cartões amarelos) enquanto o Sporting já ia em 16 faltas (e zero cartões).

47': Rochemback tem uma entrada às pernas de Lucho tendo o Paixão marcado falta mas, mais uma vez, sem sanção disciplinar para o jogador do Sporting.

55': Finalmente um cartão amarelo para um jogador do Sporting – Caneira – por mais uma falta cometida sobre Hulk.

62': Hulk é derrubado por Polga na área do Sporting, mas o árbitro limita-se a marcar canto. 1º penalty (e cartão amarelo para Polga) que ficou por marcar contra o Sporting.

65': Cartão amarelo para Polga, devido a mais uma falta dura sobre Hulk. Devia ter sido o 2º cartão amarelo para o defesa brasileiro do Sporting.

68': Rui Patrício atropela Hulk pelas costas, derrubando-o de forma ostensiva. É impossível o trio de arbitragem não ter visto. Caído no chão, Hulk é ainda atingido na cara por uma patada de Caneira. O 2º penalty que ficou por marcar contra o Sporting e o Caneira deveria ter visto um cartão vermelho directo (e não 2º cartão amarelo).

73': Liedson entra de pé em riste atingindo Bruno Alves com violência, justificando cartão vermelho e não o amarelo exibido.

82': João Moutinho salta artisticamente e juntamente com o "simpátio" público de alvalade “obriga” o Paixão a mostrar o 2º cartão amarelo a Pedro Emanuel. Moutinho será um bom jogador mas é um miserável artista da simulação. Basta lembrar que foi ele que "inventou", com a ajuda de outro "senhor" da arbitragem um penalti contra o Porto no jogo do campeonato...

114': Deois da enésima falta, finalmente, Abel vê um cartão amarelo, por mais uma entrada faltosa, desta vez sobre Lisandro. Por pouco conseguia o milagre de acabar o jogo sem ver um cartão.

115': Rochemback agride a face de Rolando com o braço esquerdo, derrubando-o mesmo. Paixão transforma o inequívoco penalti contra o Sporting (o terceiro que ficou por assinalar!) e cartão vermelho directo para Rochemback, numa falta de Rolando!

Curiosidades

1) Pela primeira vez, em largos anos, o Porto esteve 14 minutos em superioridade numérica face ao Sporting. No fim, acabou, como vem sendo hábito, com menos um jogador...

2) A vergonhosa campanha que lisboa faz contra Bruno Alves. Curioso verificar neste jogo que Liedson teve sete faltas cometidas, duas violentas. O "violento" Bruno Alves só teve 3 faltas e numa delas, a meio campo, foi logo acaricado com um amarelo!

3) O Hulk viu um cartão amarelo (no caso o segundo) por ter caído junto a Patrício: dizem os lisboetas que simulou penalti, mas ele levantou-se rapidamente e nen sequer gestiulou, mas oumba, amarelo e rua. O nojo de Bento não deu para questionar porque razão não foi seguido o mesmo critério com Postiga, João Moutinho e Liedson, que se fartaram de simular faltas inexistentes?

4) Como é possível que Postiga, que se fartou de protestar e esbracejar contra decisões do árbitro, quer enquanto esteve dentro do campo, quer após ter sido substituído, não tenha visto um único cartão amarelo? E depois, no túnel se tenha atirado e insultado Paixão, sem castigo?

5) Onde estava o nojo de Bento quando Paixão, no recente Braga–Sporting, não assinalou um penalti cometido por Postiga sobre Meyong?



Em cima, o nojento...

TVI -Valdemar Duarte - Luis Sobral : Palhaços sulistas








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A TVI, uma televisão lisboeta, tem também na sua equipa desportiva um conjunto de lacaios benfiquistas e anti-portistas, do qual destacamos um tal Luis Sobral e um tal Valdemar Duarte.
Estes palhaços tristes, deram no passado domingo, quando relatavam e comentavam o jogo entre uma equipa de lisboa e o tricampeão nacional de futebol, o FCPorto, mais um exemplo de péssimo profissionalismo e de nítido facciosismo e proteccionismo sportinguita, conseguindo não ver aquilo que milhões de pessoas viam...
Nós, os do Condado Portucalense, não esquecemos e não perdoamos... Um dia ainda iremos festejar o desaparecimento de todos eles...

Bruno Paixão

Bruno Paixão no Sporting-FC Porto
Um Dragão não esquece o árbitro que lhe roubou um campeonato!

189ª apresentação do Magalhães

Ainda os contentores lisboetas

Cá por mim, sou a favor do terminal lá nas margens do Tejo.
Aliás, sou daqueles que propõe que se alargue o projecto e se envolva lisboa de contentores e deixemos os políticos provincianos e demais centralistas lá dentro emparedados e, já agora que tal encher a coisa de , vá lá, de água, e os deixemos afogar-se na sua própria ... obra!

Roubos lisboetas

"Contudo, ..., convém lembrar que Lisboa é uma cidade suja e degradada, onde o poder gasta o dinheiro dos contribuintes de todo o país em obras de utilidade questionável e manutenção rapidamente esquecida..."

Mais um roubo lisboeta

«O ministro das Obras Públicas reconheceu, de visita às obras de alargamento do velho aeroporto, na Portela, que os 380 milhões de euros que ali vão ser gastos não terão retorno.»(tsf)
É fartar vilanagem! Investimentos na Portela para quê? É em Lisboa, está tudo dito!

Ainda o castigo ao Diabo...

Só come quem quer: Ricardo está mesmo ao serviço da lampionagem...

Junho de 2007:
"Herbert Flandel, da Alemanha, foi designado para apitar o jogo de estreia de Portugal no Euro 2008, sábado, às 19.45 horas. O juiz do encontro com a Turquia saltou para as primeiras páginas dos jornais, em 2 de Junho de 2007, quando foi agredido por um adepto dinamarquês, depois de assinalar um penálti a favor da Suécia.
Um adepto dinamarquês não se conformou com a decisão de Flandel, que assinalou o penálti e expulsou o jogador jogador Poulsen, da Dinamarca, no último minuto do jogo com a Suécia, quando o resultava estava em 3-3, depois de a equipa dinamarquesa ter recuperado de uma desvantagem de 0-3: o adepto entrou em campo e agarrou-se ao pescoço. Os jogadores dinamarqueses evitaram males maiores para o árbitro, mas quem pagou foi a selecção."
"A Dinamarca foi penalizada com uma derrota por 3-0 e uma multa de 66 mil euros, mais tarde reduzida para metade. O castigo obrigava, ainda, a selecção a jogar a 250 quilómetros da capital Copenhaga, onde ocorram os incidentes, o que, virtualmente, impedia a realização dos jogos em terras dinamarquesas. Após o recurso, o castigo foi reduzido consideravelmente: a multa passou a metade, a distância reduziu para 140 quilómetros, o que possibilitou a realização dos quatro jogos que faltavam em estádios mais pequenos, o último dos quais à porta aberta, depois de três sem assistência.
Na nossa liga e face ao proteccionismo à agremiação da luz ..."A Comissão Disciplinar da Liga aplicou ao Benfica duas multas, no total de 2600 euros, na sequência de «factos conhecidos supervenientemente e constantes do relatório policial» do jogo com o F.C. Porto, na segunda jornada. "

Até ficaram vermelhos de vergonha e verdes de raiva

Vermelhinho dixit:
Sobre as actuais críticas à formação azul e branca, Vermelhinho explica-as com a "inveja" de outros emblemas:
"Há muitos ratos e abutres famintos que há 30 anos que não fazem nada pelo futebol português. O Porto foi sempre considerado uma das melhores equipas da europa e do mundo, teve sempre os melhores jogadores porque se esforçam e trabalham, porque lutam, e há ratos de boeiro que eu digo já de onde são porque estudei, são da Estremadura e pensam que são alguém".

Tesouros no Porto

O diário da viagem de Vasco da Gama à Índia, em 1497, atribuído a Álvaro Velho do Barreiro, é a atracção principal de uma exposição patente na Biblioteca Municipal do Porto, que também conta com outras raridades como, por exemplo, “Peregrinação”, de Fernão Mendes Pinto (1614), o Foral da Cidade do Porto (1517), jornais dos séculos XVII e XVIII e edições d’”Os Lusíadas”, datadas de 1817 e 1880.A exposição “Tesouros”, integrada nas comemorações do 175º aniversário da Biblioteca Municipal do Porto, estará patente até 12 de Dezembro (de segunda a sexta-feira, das 14h00 às 19h30). Vá até lá!

Depois da festa, a realidade


Afinal, as bolsas continuam em queda. É só vermelhos por todo o lado. Mais do que alento politico-económico, a eleição do senhor de nome muçulmano, Obama, trará um novo alento psicológico à América. De facto, economicamente, Obama não vai fazer mais do que Bush, e na questão da guerra parece que apenas vai mudar as “peças” do Iraque para o Afeganistão. A politica externa pouco mudará sendo certo que haverá um enorme esforço diplomático, ou seja, à boa maneira esquerdelha, muita parra e pouca uva. A questão é saber se chega para tratar com diatdores e terroristas como Putin, Chavez, Ahmadinejad e o morto-vivo Kim Il-sung. Parece pois, que vamos ter o terrorismo a engordar....

Óbviamente RUA

Na Póvoa de Varzim, para que conste...

Congresso dos Juizes Portugueses

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Isto são coisas da "relegião da paz"...

Menina de 13 anos morre apedrejada na Somália.
"Uma menina de 13 anos foi apedrejada até a morte por adultério na Somália após o seu pai ter dito que ela foi violada por três homens. Segundo a organização de defesa dos direitos humanos, Amnistia Internacional, Aisha Ibrahim Duhulow foi morta no dia 27 de Outubro por um grupo de 50 homens num estádio na cidade costeira de Kismayo, no sul do país, diante de mil espectadores. A menina foi acusada de violar as leis islâmicas e detida pela milícia al-Shabab, que controla a cidade. "Dentro do estádio, membros da milícia abriram fogo quando algumas das testemunhas tentaram salvar a vida de Duhulow, e mataram a tiro um menino que estava a ver tudo (mais aqui)"
Dificilmente conseguimos compreender a auto-designada "religião da paz" e os seus “avanços” civilizacionais. Claro que o problema é nosso…

A (in)justiça portuguesa

"O Tribunal da Relação de Lisboa ordenou "libertação imediata" para o homem apanhado com sete quilos de haxixe, várias notas falsas e diversas munições de armas de fogo. A droga só foi encontrada por acaso numa busca à casa, depois de a mãe do traficante ser apanhada na rua a passar uma nota de 50 euros falsa – e, por isso, o desembargador Carlos Almeida considerou a apreensão ilegal. Anulou a prisão preventiva imposta pela juíza de instrução, apesar de até admitir o perigo de "continuação de actividade criminosa". Carlos Almeida decide libertar; Moraes Rocha vota vencido. As diferentes posições destes dois desembargadores da 3ª secção da Relação de Lisboa, agora no caso do traficante de droga, foram as mesmas em 2003, na resposta ao recurso de Paulo Pedroso, que resultou na sua libertação. Tal como no acórdão de 22 de Outubro de 2008, Carlos Almeida, como relator, votou pela libertação e Moraes Rocha contra. A diferença é que, no caso de Pedroso, este desembargador se opôs à libertação por considerar ser mais correcta a medida de prisão domiciliária. Agora, votou vencido por concordar com a prisão preventiva (mais aqui)"

Penalistas dão razão à decisão do Suprema Tribunal Administrativo sobre escutas telefónicas

Os penalistas Costa Andrade e Germano Marques da Silva consideraram hoje que nem a lei nem a Constituição da República Portuguesa (CRP) permitem que as escutas telefónicas obtidas em processo-crime possam ser utilizadas em processos disciplinares. Os dois professores de Direito Penal falavam à agência Lusa na sequência do acórdão do Supremo Tribunal Administrativo (STA) que entendeu ser "ilegal" a utilização e valorização das escutas telefónicas no processo disciplinar instaurado pela Liga Portuguesa de Futebol contra João Bartolomeu, presidente do Leiria. As escutas telefónicas haviam sido fornecidas pela equipa especial do Ministério Público que investigou um processo em que o presidente do Leiria era arguido. Costa Andrade vincou que nem a lei nem a Constituição permitem a utilização e valorização de escutas em processo disciplinar, pelo que tudo aquilo foi "ilegal".
O professor de Coimbra referiu que já manifestou este entendimento em pareceres e nas próprias aulas de Direito, lembrando que as "escutas são um grande ataque à vida privada das pessoas" e que, como meio excepcional de obtenção de prova, só são possíveis nos crimes de maior gravidade, com moldura penal superior a três anos de prisão ou em certas situações descritas e tipificadas na lei.
Costa Andrade realçou que as escutas nunca poderiam ser admitidas em processo disciplinar porque este último é uma "bagatela" e uma "ninharia", em comparação com um processo crime. Em sua opinião, em "termos de hierarquia e dignidade" há um "abismo" entre o processo-crime e o processo disciplinar, o que reforça a ideia de não ser admissível qualquer tipo de escutas telefónicas. Para Costa Andrade, as escutas são, para todo o efeito, um "ataque à vida privada das pessoas" e num "Estado de Direito as pessoas continuam a ser pessoas quando comunicam por telefone" e, sendo um meio excepcional de obtenção de prova em processo crime, o Ministério Público (MP) não as pode enviar para o processo disciplinar. "Se o MP é o garante da legalidade, quem é que controla as legalidades ou ilegalidades do MP?", questionou.
Germano Marques da Silva, que já deu um parecer sobre este assunto num dos processos crime do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, afirmou à “Lusa” que a sua posição é "muita clara" no sentido de que "pelo sistema legal e constitucional" português as escutas telefónicas "só podem ser utilizadas no processo-crime". Além do mais, considera que seria "desproporcional" a utilização e valorização de escutas em processo disciplinar, lembrando que a Constituição só admite "restrições aos direitos fundamentais que sejam proporcionadas em função da gravidade" dos ilícitos criminais. Em seu entender, também o artigo 7 do artigo 188 do Código Penal (escutas telefónicas) é claro no sentido de proibir outra utilização da gravação de conversações telefónicas. "A lei (contida no Código do Processo Penal) é claríssima nessa matéria, ou seja, que as escutas só podem ser utilizadas em processo penal" e nos crimes com moldura penal superior a três anos de prisão, cuja gravidade justifica este meio de obtenção de prova, referiu Germano Marques da Silva.
O penalista frisou que se as escutas não podem ser aplicadas a processos-crime com moldura penal inferior a três anos não faria qualquer sentido que pudessem ser utilizadas num processo disciplinar, cuja gravidade não é comparável. Germano Marques da Silva sublinhou, também, nunca ter tido qualquer "dúvida" sobre esta questão, cuja polémica foi suscitada com o processo "Apito Dourado", que investigou suspeitas de corrupção e tráfico de influências no mundo do futebol profissional e da arbitragem.
Contactado pela Lusa, o magistrado do MP Rui Cardoso disse não ter opinião formada sobre o assunto, mas reconheceu que se trata de "uma questão muito controversa". O magistrado admitiu que é "duvidoso" que as escutas possam ser admissíveis em sede de processo disciplinar, lembrando que a lei diz que as escutas são um meio excepcional de prova apenas admissíveis em determinados processos crime. Observou, contudo, que há factos que podem "simultaneamente integrar crimes e infracções disciplinares" e daí a controvérsia e as "opiniões num e outro sentido". "Não é líquido", assegurou, adiantando que até o STA pode vir a proferir um acórdão em sentido inverso, numa altura em que não há ainda "decisão jurisprudencial, com força obrigatória geral". Esta jurisprudência caberia ao Tribunal Constitucional, após três acórdãos no mesmo sentido.

"É preciso exterminar o FC Porto!"

Há uma teoria corrente em Portugal que tem por axioma que é necessária a eliminação do FC Porto para se salvar o futebol em Portugal. Sobretudo por estas razões:
- Porque ganha muito e pouco deixa para os outros.
- Porque mesmo a ganhar não potencia o negócio-futebol.
- Porque, apesar de tantas conquistas, continua a ser um clube regionalista e regional.
- Porque não olha a meios para conseguir triunfar.
- Porque o seu presidente convida árbitros para tomar café lá em casa.

A inveja, sabe-se, é um pecado mortal. A perseverança uma qualidade humana que nos fez divergir dos outros primatas. Ou mesmo de animais predadores e de rapina.

Durante muitos anos, repare-se também, o FC Porto não teve um símbolo. Antes de Pinto da Costa reparar no dragão que está no emblema do clube e da cidade que deu nome a Portugal, o símbolo portista era mesmo uma anedota - o "Andrade", figura antiga da história portista do tempo em que o futebol se jogava em pelados. resultado de uma disenção de irmãos a propósito de um recinto utilizado pelo clube.
O Sporting tinha o leão, o rei da selva.
O Benfica a águia, a rainha dos céus.
O FC Porto tinha uma caricatura.

Os últimos vinte anos do século XX e os primeiros do século presente perturbaram o normal curso da história. Assistiu-se a uma espécie de invasão dos bárbaros que urge combater com todas as armas. Esquece-se o povo, porém, que os bárbaros somos nós. Como nos diz a história de Portugal, quase tudo o que somos devemo-lo aos romanos e aos ditos mouros. Curiosamente, estes últimos regressaram ao nosso imaginário na figura de adversários dos portistas mais fundamentalistas.

Em tempo de guerra não se respeita ninguém...esquecendo-se, por exemplo, que aos árabes devemos quatro séculos de progresso que nem o poder da reconquista conseguiu arrasar.

E que Lisboa, por exemplo, a cidade que muitos portistas querem ver a arder, teve no século X um governador mestiço, ou seja, muito antes de Barack Obama ser eleito presidente do Quénia, perdão, dos Estados Unidos.

Como se pegou na história como exemplo - e outro melhor não há -, continuo a acreditar que precisaremos de tempo e de distância para perceber a grandeza da obra realizada no FC Porto nos últimos 20/30 anos. Do FC Porto e do seu pontífice máximo, Jorge Nuno Pinto da Costa I e último. Não me estou a referir aos campeonatos conquistados, às conquistas internacionais, ao carisma do líder e à afirmação de uma identidade emocional. Estou apenas a afirmar uma realidade que muitos já quiseram contornar mas que nunca conseguiram.
Porque a história não se apaga - quando muito, adormece durante algum tempo.

O que ficou e o que está lá é a força de um clube que corre a galope do homem que nasceu para o que faz. E que mais uma vez irá provar que trata das crises como D. Afonso Henriques tratava dos mouros ou mesmo da mãe. Não me venham dizer que o primeiro rei de Portugal não devia ter usado todos os meios para atingir os fins que todos conhecemos. Ou devia ter tido visão de longa distância na perspectiva de que Portugal seria um mau país e uma boa província espanhola.

É isso. Convém lembrar de vez em quando que o futebol é uma guerra e que o ódio dos inimigos é proporcional à força das nossas hostes. E, caramba, essa história do regionalismo se calhar não é um defeito mas apenas uma qualidade. Ninguém troca um queijo da serra por uma embalagem de "La vache qui ri".

Autor: EUGÉNIO QUEIRÓS, in jornal lisboeta e anti-portista Record

Hoje é preciso ... FORTUNA


Rua com a Comissão Disciplinar da LPFP

Há muito que se percebeu que Ricardo Costa, se não é um instrumento do benfica, disfarça muito bem.
Usou e abusou contra o FCPorto e Pinto da Costa, argumentos pouco sustentáveis, nomeadamente escutas (que a CONSTITUIÇÃO da REPUBLICA PORTUGUESA, comandada por lisboa, rejeita) e que agora um Tribunal considera, obviamente, ILEGAIS; usou como verdeiras as confissões de Carolina, escritas por Leonor Pinhão e Vieira, e que os Tribunais Civis vêm desmontando e rejeitando como válidas, ou, pelo menos, como provas reais e concretas, e viu-se internacionalmente desautorizado quando um Tribunal Europeu arrasou todo o seu esquema persecutório e falacioso contra aquelas duas Instituições do Condado Portucalense.
Resumindo, aquele bacano quiz tramar os Dragões, e um a um, todos os esquemas estão a ser desmontados...
A mais recente e anedótica situação prende-se com a punição de mais uns meses a Pinto da Costa por este ter usado um dos mais fundamentais direitos numa sociedade (não lisboeta) de direito e dita democrática: o DIREITO À LIBERDADE DE EXPRESSÃO!
Ou seja, Pinto da Costa é punido por ter ABERTO A BOCA!
O QUE É ISTO? A PIDE COM ROUPAGENS NOVAS?
Entretanto, Ricardo, para enganar os tolos veio condenar o Vieira.
Porquê? Porque aquele sulista benfiquista, sobre o qual existem, ao abrigo do tal Apito, PROCESSOS CONGELADOS na liga, vá-se lá saber até quando, FOI AO BALNEÁRIO DE UM ÁRBITRO!
Tratou-se de uma acção grave, porque aquele Vieira estava impedido, por outro castigo, de exercer acções em representação do clube do regime e da imprensa sulista. Pior, tratou-se de uma acção que visava CORROMPER uma eventual decisão de um árbitro e daquilo que aquele iria escrever no seu relatório, face à incrível e bárbara agressão que uma adepto do seu clube desencadeou num árbitro assistente no último benfica-FCPorto, em Lisboa.
Como todos sabemos, o mesmo CD fez de conta que tinha sido uma ... festinha, e não usou o que o regimento diz: punição do estádio por 3 jogos, perda dos 3 pontos em disputa. Antes, aquele CD da LPFP decidiu-se pena multinha, que nem sequer exemplar foi...
Assim, Vieira é castigado em mais 45 dias! Quarenta e cinco dias por TENTATIVA DE CORRUPÇÃO !!!!!
Pinto da Costa, por seu lado, porque teve a "ousadia" de usar a liberdade de expressão, foi castigado com 4 MESES e multa de 1.750 euros!!!!
O QUE É ISTO?
Como é possível manter-se Ricardo e a sua comandita, Taberneiro Mor incluído, à frente dos desígnios justiceiros e organizativos da Liga Profissional de Futebol?

Escutas telefónicas

I L E G A I S !!!!!!


A utilização e valoração das escutas telefónicas no processo Apito Final "é ilegal", decidiu na passada quinta-feira o Supremo Tribunal Administrativo. Por agora, a decisão circunscreve-se aos processos de João Bartolomeu, presidente do Leiria, mas o novo dado não deixará de ser utilizado por todos os clubes, árbitros e dirigentes condenados pela Comissão Disciplinar da Liga e/ou Conselho de Justiça.

O novo elenco deste último órgão, acabado de eleger, vai estrear-se já com a criança ao colo, porque o SPA ordenou que as escutas fossem "desentranhadas" - a expressão é esta - dos processos de Bartolomeu, cujo dossiê ainda espera julgamento no CJ por ter escapado à célebre e muito discutida reunião de 4 de Julho. Seguir-se-ão, com certeza, acções de FC Porto, Boavista, Pinto da Costa e demais envolvidos, provavelmente na forma de recurso de revisão, um instrumento legal que permite a reavaliação dos processos à luz de novos dados relevantes, desde que não tenham decorrido seis meses desde o trânsito em julgado. É o caso.

João Bartolomeu tentou que fosse o Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa a "desentranhar" as escutas, invocando o direito à vida privada; viu a pretensão recusada por uma questão de sintaxe legal e avançou para o Supremo, que não só contrariou a primeira instância como decidiu meter-se a fundo no tema. No acórdão, os juízes justificam-se: para decidir, tinham de se pronunciar sobre a legitimidade de utilização das escutas telefónicas num processo disciplinar.

Todos, mesmo o juiz que votou vencido e acrescentou uma declaração de voto ao documento, concluem que houve ilegalidade nessa matéria. O acórdão dá até sinais de que a decisão é tomada com a consciência de que terá implicações noutros processos: "Não se desconhece que a interpretação do mencionado quadro legislativo ora acabada de fazer poderá fragilizar a perseguição e punição de determinadas infracções e, no limite, consente que se absolva disciplinarmente um agente que foi punido em sede penal pelos mesmos factos só porque a prova obtida no processo-crime não pode ser utilizada em sede disciplinar."

Segundo diz O JOGO, sabe-se que o recurso de revisão está já a ser ponderado por Pinto da Costa e pelo Boavista, embora a sentença seja vinculativa apenas nos processos a Bartolomeu, que será agora julgado pelo Conselho de Justiça com base exclusiva nas provas que restarem - que são nenhumas, de acordo com o seu advogado, Paulo Samagaio. O que se acrescentou à tormenta do Apito Final foi uma decisão em tribunal sobre uma tese-chave na defesa de todos os acusados e um indicador do que poderá suceder quando também os outros processos chegarem ao SPA, mas nada obriga o CJ a fazer mais do que o agora ordenado pelo Supremo.n

Do acórdão do Supremo Tribunal Administrativo destaca-se a declaração de voto do juiz vencido (ficou 2-1), cuja assinatura ilegível não permite identificação. No texto, o juiz chama à acção interposta pelo Leiria um "hábil expediente" para "levar o tribunal a interferir no processo da decisão administrativa" do Conselho de Justiça, interferência essa que considera ilegítima. Ainda assim, tal como os colegas, acha inadmissível "que, no processo disciplinar, se atenda às escutas telefónicas recolhidas no processo penal".

"O Supremo Tribunal Administrativo vem dizer o que já muitas pessoas tinham dito: procedeu-se muito mal ao valorar as escutas telefónicas". O advogado Paulo Samagaio deve ter conseguido na passada quinta-feira argumentos suficientes para ilibar o seu cliente, mas não acha que os efeitos da sentença se limitem a Bartolomeu. "Também há a lição a tirar relativamente a todos os demais processos: é uma profunda ilegalidade", afirma, ainda que sublinhando que a decisão propriamente dita vincula a FPF apenas no processo ao presidente do Leiria. "O Conselho de Justiça vai proferir uma decisão, mas sem a prova das escutas telefónicas. Neste caso, era a única prova que lá havia. Os restantes acusados já condenados podem agora usar o mecanismo do recurso de revisão, mas, a meu ver, até devia ser o novo Conselho de Justiça a tomar essa iniciativa. Seria uma forma de começar muito bem o mandato."

Momento Musical

Aragorn and Arwen - Eternally Bound

Como não temos futsal e o hoquei já não conta...

FC Porto ressuscita em Roma
FCP ganhou a sua primeira prova



O piloto francês do FC Porto, Tristan Gommendy, foi ontem a figura do dia na penúltima jornada da Superleague Fórmula (SF), no circuito italiano de Vallelunga, ao conquistar a primeira vitória da temporada para os Dragões, numa das corridas mais espectaculares da "Fórmula 1 do Futebol", ao pressionar o carro do Roma nas últimas voltas, para, na derradeira, fazer uma ultrapassagem tão limpa quanto espectacular e… subir, finalmente, ao lugar mais alto do pódio. Perante centenas de espectadores nas bancadas da pista dos arredores da capital italiana que torciam pela sua… Roma, foi enorme a decepção. Pela instalação sonora ouviram-se os acordes do hino portista de Maria Amélia Canossa, durante a cerimónia do pódio. Pouco depois de receber, em português, os parabéns, Gommendy respondia na língua de Camões: Obrigado, obrigado!".
Ainda emocionado, o francês fez questão de agradecer, em primeiro lugar, a confiança que lhe foi depositada desde a primeira hora pelo FC Porto: "Foram fantásticos desde o primeiro momento. E depois da decepção que foi a jornada do Estoril estava desejoso de poder dedicar, tanto aos dirigentes do clube como aos adeptos, esta vitória. O Roma, a correr em casa, que me… desculpe, mas o FC Porto há muito merecia um triunfo assim!".
O sucesso começou a desenhar-se com a mudança de equipa técnica antes desta prova, porque a HiTech Racing entregou um carro perfeito a Gommendy. E nem o erro cometido nos treinos livres, quando acabou contra o muro da escapatória e se magoou na mão esquerda, ensombra o brilhante desempenho de ontem. Para a primeira corrida largou de 11º e acabou em 8º, sendo num dos três mais rápidos em pista. Na segunda, partiu da mesma posição e andou a um ritmo tal que na 16ª das 30 voltas estava já atrás do líder Roma. "O carro estava perfeito a acreditei sempre que podia vencer. A única dificuldade foram as dores na mão, sobretudo nas curvas para a esquerda", contou o piloto. Com esta vitória, o FC Porto subiu ao oitavo lugar do campeonato.
(nota: O carro do FC Porto, pilotado pelo francês Tristan Gomendy, partiu do 11.º lugar da grelha depois de ter terminado a primeira corrida em 8.º lugar)

Dragões de excelência

Como se explica e como se ultrapassa a crise de resultados?

Manuel Serrão:
"Táctica? Jogadores?"
"Quando o próprio treinador diz que não sabe explicar a crise, os adeptos muito menos. É preciso descobrir rapidamente o que se passa, porque, com este grupo, já se fizeram bons jogos e agora não. É problema da táctica? Da cabeça dos jogadores? Do balneário? As pessoas são pagas, e muito bem pagas, para encontrar soluções.
Queixam-se de golos bizarros, mas, que me lembre, Bizarro era um guarda-redes do FC Porto, que não joga há muito tempo e não me parece que a culpa seja dele. Têm de ser capazes de marcar mais um golo, pelo menos, do que adversário."

Pôncio Monteiro
"A máquina é a mesma"
"O futebol tem destas surpresas. A máquina é a mesma, mudaram alguns jogadores, mas estamos habituados a que o FC Porto saiba substituir com qualidade os que saem. Este ano, isso não tem corrido tão bem. A crise resolve-se com muito trabalho, conversando todos, os que têm responsabilidades, para encontrar novas soluções. Estou certo de que todos, jogadores e técnicos, estão a fazer uma análise e espero que tenham a sorte de encontrar uma resposta em tempo útil. Quarta-feira é diferente e, neste tipo de jogos, os atletas vão buscar forças e ânimo onde não se espera."

Rui Reininho
"Clube de vanguarda"

"O FC Porto está na vanguarda dos clubes e é o primeiro a entrar em crise para ficar em sintonia com o planeta [risos]. Wall Street deu os sinais, a nossa bolsa abanou, e o FC Porto caiu. É preciso injectar energia porque a equipa parece-me desmotivada e desmoralizada. Isto já vem do Rio Ave. Só resta fazer uns milagres... talvez Kiev, talvez na Taça. Já não contamos muito com a equipa e os adversários também não. Isto só lá vai manietando os jogadores, porque equipa não há. Mas não é desesperante, porque os outros estão iguais. Pode ser que o Sporting se lixe para a semana."

Carlos Tê
"Libertar activos tóxicos"

"Usando uma alegoria dos mercados financeiros, é preciso bater no fundo, libertar alguns activos tóxicos, para a coisa voltar a funcionar. Alguns jogadores não servem e a equipa, se calhar, tem de perder mais vezes para voltar a si. Isto vai continuar, não vejo como mudar os acontecimentos. Mais estranho é como se chega aqui depois da vitória em Alvalade. Deve passar-se algo. Agora, é chegar a Janeiro e dispensar três ou quatro jogadores e ir buscar outros tantos. Chega a ser aflitivo ver o Benítez. Qualquer jogador da II Divisão B passaria por ele como o comboio rápido para a Trofa. A culpa não é só de Jesualdo. Há jogadores que estão lá de braços caídos, como o Lucho e o Lisandro, que falhou dois golos inexplicáveis."

Só para relembrar...

10-10-2008:
João Salgueiro diz não ter conhecimento de nenhum banco português a atravessar dificuldades.
Jornal de Negócios, 3-10-2008:
Não há qualquer receio de que haja bancos portugueses em risco de falência.
17-10-2008:
O ministro das Finanças garante que nenhum banco português está em «perigo» devido a problemas de insolvência

De Espanha, por vezes, saem coisas bem feitas...

“Posso compreender, aceita e respeitar que haja pessoas com outra tendência sexual, mas que se sintam orgulhosos de por serem gays? Que subam para cima de uma carroça e se manifestem? Se todos os que não somos gays fizéssemos uma manifestação, o trânsito entraria em colapso.
Se essas pessoas quiserem viver juntas, vestirem-se de noivos e casarem, podem estar no seu direito ou não, dependendo das leis do seu país, no entanto, que a isso não chamem matrimónio, porque não o é. Há muitos nomes possíveis: contrato social, contrato de união.”
Sofia, Raínha de Espanha

Sou do tempo...

Post copiado (com autorização) do magnífico Bibó Porto Carago

Entrei no Estádio das Antas, pela mão do meu Pai, a quem devo a paixão pelo Futebol e pelo meu Clube.

Sou do tempo em que uma vitória no torneio de juniores de Limoges, os 4 golos do Lemos, ao SLB, que vi da pista de ciclismo, ou a conquista da Taça de Portugal de 1967, eram os poucos motivos de festa

Sou do tempo em que cada nova época, era mais uma esperança de tom azul, que e invariavelmente, se tornava cinzento, uns meses mais tarde: o mesmo tom que cobria a tragédia grega ocorrida a 16 de Dezembro de 1973, aos 13 minutos da jornada 13, tarde de silêncio sepulcral, de comunhão perante a morte de um artista, o meu ídolo de infância, Fernando Pascoal das Neves, Pavão.

Sou do tempo dos roubos de igreja, catedral, dos campos inclinados, ou e porque não dos “suicídios colectivos” como o que se verificou na famosa época de 68/69, que poderia ter antecipado numa década, o inicio da “revolução”, que e no entanto viria a ocorrer numa das tardes mais alucinadas, espirituais e de celebração de identidade e expressão: a que mudou o futebol português a 8 minutos do final do épico FCP vs SLB de Maio de 1978, cuja (minha) história já contei por varias vezes…

Sou desse tempo e dos seguintes, que culminaram nas “impossíveis” vitórias europeias, e na transformação de um “pequeno” clube de uma cidade periférica, num dos grandes clubes da Europa e do mundo. Sejamos claros: numa cidade com a dimensão, demografia e massa critica como a do Porto, existir um clube com a dimensão do nosso, é ou seria, partindo apenas de realidades económicas e sociais, uma quase impossibilidade, mas se existe um clube assim na cidade do Porto e não colocando em causa a quase sobre humana contribuição de Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, e a estratégia a la Maquiavel e o Príncipe de José Maria Pedroto, por vezes sub dimensionado na sua gigantesca contribuição para o FCP de hoje, se esse clube existe numa cidade como a do Porto, é porque existe um espírito, uma forma de estar, um ADN mental, e uma força colectiva que o possibilitaram…

Em crónica recente, escrita e lida aos microfones da Antena 3, onde colaboro, sugeria com evidente ironia, e após a estrondosa derrota de Londres, que os jogadores actuais, deveriam ser obrigados a ver pelo menos durante 24 horas, e ao estilo do filme Laranja Mecânica, vídeos dos grandes momentos do clube que representam: a final de Basileia, ganha pelo “honesto” Platini, a mesma que e possivelmente destruiu a carreira do meu vizinho montado num cavalo branco, Zé Beto; o João Pinto e a Taça dos Campeões de Viena; a cidade em festa nessa noite, em que me esqueci por completo da minha namorada de então; os joelhos do Jorge costa; os pés dos heróis de Tóquio, quase congelados, uma das grandes manifestações de ser FC PORTO, noite de Dezembro de 1988, que acabou de manhã num muro da velha 109, perto da Granja, onde me despistei (por uma boa causa) e tantos outros momentos, que deixo à vossa consideração preencher…

Não vou atirar mais achas para a fogueira, isto é, não vou acrescentar mais nada ao que se tem dito: que as contratações são bizarras, ou pelo menos “azaradas”, e que os especialistas da matéria que aconselham, decidem, fecham os negócios respectivos não parecem ser muito talentosos; que o Prof. Jesualdo Ferreira parece aquele lendário ministro da informação do Iraque; que o presidente da SAD e do clube, focado dezenas de vezes pela realização da Sporttv, parecia estar a ver um filme de terror no fantasporto; que os jogadores não estão “cá”, ou estão “lá”, ou em lado algum…

Só escrevi para desabafar, e dizer o seguinte: se o meu querido Pai, pudesse voltar ao mundo dos vivos, certamente não reconheceria o seu Clube.

E como ps, independentemente do business do futebol, dos cargos, das mordomias (justas ou não, os resultados são os únicos árbitros, e as vitorias recentes o poderão justificar) dos S.inais, A.ctuais D.esportivos, é a alma, é o espírito do FC Porto que urge recuperar antes que seja tarde.

ÁLVARO COSTA; Liga dos Últimos e Antena3

# «desabafo» enviado via email para publicação.

Great Detectives - Poirot e Marple


Podem ver alguns dos episódios desta série de desenhos animados japoneses, através do YouTube (http://www.youtube.com/). Aqui vos deixo a primeira parte de Os crimes de ABC, felizmente com legendas en inglês.

Um livro

A Morte no Bosque (La Mort Dans Le Bois)
Autora: Brigitte Aubert
Ano: 1998
Número de Páginas: 280

Sinopse: A Morte no Bosque não é um romance policial convencional. A começar por sua heroína, Elise, uma rapariga bonita que foi vítima de um atentado em Belfast e ficou tetraplégica, muda e cega. É ela quem descobre a misteriosa identidade do serial killer que vem matando e mutilando crianças num subúrbio de Paris.
Elise encontra apoio nas confidências de Virginie, uma menina de sete anos cujo irmão foi uma das primeiras vítimas do criminoso. A menina sabe quem é o monstro, sabe inclusivé que ele anda de olho na própria Elise, mas não revela seu nome. Em torno de personagens da alta classe média, Elise faz sua investigação e puxa os fios dessa meada de mortes, suicídios suspeitos e crises conjugais.

Factos: A Morte no Bosque foi vencedor do prêmio Grand Prix de Literatura Policial, que é o equivalente ao Edgar Awards em França.

Um filme

Gone Baby Gone é um filme baseado no livro do mesmo nome de Dennis Lehane.
A sinopse:
Dois detectives particulares são designados para investigar o misterioso desaparecimento da pequena Amanda McCready. Quando começam as buscas eles descobrem que nada no caso é o que parece ser. Em última instância, os dois terão de arriscar a sua própria amizade e tudo o que têm de mais valioso - as suas relações afectivas, as suas saúdes mentais e até mesmo as suas próprias vidas - para encontrar a verdade sobre a menina desaparecida.
O filme é bom de seguir, tem várias reviravoltas. Quando achamos que vai terminar somos surpreendidos e acabamos por ficar cada vez mais curiosos para saber o fim, que diga-se de passagem, é muito bem construído, provavelmente como todo o livro. Quem gosta de um bom mistério não pode perder !!