Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

25 DE ABRIL, definitivamente...

- Diz-me, rapazinho, como vês tu o 25 de Abril?

- Estou um pouco por fora do assunto, mas ouvi dizer que foi uma revolução qualquer que derrubou o Regime do MAIOR PORTUGUÊS de todos os tempos....



P.S.: O 25 de Abril só serve para que a polícia, ao serviço das papoilas saltitantes, impeça que cidadãos livres se desloquem por esse país fora, alegando falta de segurança....
Se o problema era mesmo esse, então a polícia deveria ter garantido a segurança desses portugueses, fossem lá para onde fossem...

Momento musical

Prémio Pulitzer

...reportagem fotográfica vencedora do prémio Pulitzer deste ano, que documenta a história de uma mãe e do seu filho de 10 anos que sucumbe lentamente a um cancro.

Bandeira Azul

Rui Rio quer praias do Porto com Bandeira Azul em 2008

O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, admitiu que as praias da cidade deverão ostentar Bandeira Azul na época balnear de 2008.
«Em 2007 vamos ter indicadores que nos permitem obter, em 2008, Bandeira Azul pelo menos em dois pontos da costa», afirmou o autarca, na cerimónia de apresentação do projecto «Porto Bandeira Azul», que decorreu na Praia Homem do Leme.
A Bandeira Azul é uma distinção outorgada anualmente pela Associação Bandeira Azul da Europa a praias que cumpram um conjunto de requisitos de qualidade ambiental e de infra-estruturas.
As oito praias da cidade, que se estendem por cerca de três quilómetros de costa, nunca alcançaram este galardão.
O responsável pela empresa municipal Águas do Porto, Poças Martins, afirmou que o trabalho realizado nos últimos três a quatro meses permitiu já atingir uma qualidade da água «muito próxima da exigida pela Associação Bandeira Azul».
Segundo Poças Martins, a poluição do rio Douro «não afecta as praias» do Porto, assim como não afectou todas as praias de Gaia, que na época balnear do ano passado ostentaram a Bandeira Azul.
As cerca de 600 habitações das freguesias de Nevogilde, Foz do Douro e Aldoar, que não têm saneamento básico, têm os esgotos a drenar directamente para a orla marítima, o que a par da poluição do rio Leça provoca a má qualidade da água nas praias da cidade.
«O esgoto não tratado de uma só pessoa afecta uma mancha de água do tamanho de um campo de futebol», sustentou Poças Martins, acrescentando que a poluição do rio Leça «é dez vezes superior à do Douro».
Para melhorar nos últimos meses a qualidade da água do mar, o responsável explicou que a Empresa Águas do Porto executou 16 intersecções de colectores de águas pluviais poluídas, estando o seu encaminhamento a ser feito para a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Sobreiras, empreitada orçada em cerca de 200 mil euros.
Contudo, alertou o responsável, «as ETAR só por si não garantem Bandeira Azul», sendo necessário que os proprietários das cerca de 600 habitações de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, sem saneamento ,façam as ligações até ao fim do ano.
Segundo Poças Martins, outra obra importante neste projecto é a construção de um novo interceptor marginal de águas pluviais, entre a rotunda do Castelo do Queijo e a Foz do Douro, que permitirá recolher as águas pluviais que desaguam nas praias na época balnear e conduzi-las à ETAR de Sobreiras, se poluídas, ou ao rio Douro, quando livres de esgotos.
A par da melhoria da qualidade da água e das areias, é também necessário, segundo Poças Martins, melhorar as acessibilidades às praias e construir infra-estruturas de apoio à actividade balnear, como lava-pés, chuveiros e instalações sanitárias.
Estas intervenções serão feitas muito em breve, de modo a estarem já disponíveis à população na próxima época balnear, que tem início a 01 de Junho.
«Grande parte [das infra-estruturas] estará pronta até Junho», disse.
A intervenção prevê ainda a recuperação do passeio marítimo à cota baixa, entre as praias do Homem do Leme e da Senhora da Luz.
Poças Martins adiantou ainda que o projecto «Porto Bandeira Azul» pretende «segmentar a zona balnear», ou seja, a ideia é «arrumar as pessoas nas praias de acordo com os seus gostos».
Neste sentido, a Águas do Porto apresentou um conjunto de ideias de intervenção, sendo que algumas poderão ser já materializadas na próxima época balnear.
A ideia passa por transformar a praia do Castelo do Queijo numa zona desportiva por excelência e destinar a do Homem do Leme às famílias, instalando no seu areal uma piscina amovível para crianças.
Já as praias do Molhe e Gondarém poderão transformar-se em espaços de lazer e convívio, enquanto as do Ourigo e Pastoras em praias sociais.
Devido à sua localização entre dois molhes, para a Praia das Pastoras está projectada a construção de uma piscina de água salgada, precedida por zonas definidas para actividades lúdicas e desportivas.
No âmbito da cerimónia de hoje, a Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) assinou um protocolo com a Câmara do Porto no sentido de garantir a manutenção do areal das praias portuenses.
«A qualidade do areal depende não só da sua limpeza mas fundamentalmente da alimentação que tem que ser assegurada para evitar que as praias desapareçam e que o mar passe a agredir directamente os equipamentos nelas instalados», salientou o presidente do Conselho de Administração da APDL, António Ricardo Fonseca.
O responsável frisou que, só na última década, a APDL alimentou a costa da cidade com mais de 2,5 milhões de metros cúbicos de areias dragadas no interior do porto», garantindo que continuará a zelar pela segurança física e ambiental da área.
Para o presidente da Câmara do Porto, a cidade tem que pôr à disposição da população as suas praias, considerando que a beneficiação da orla marítima assume um carácter social e económico.
«Muita gente não tem condições económicas para fazer praia noutros locais», sustentou Rui Rio, acrescentando que este projecto «Porto Bandeira Azul» tem um «potencial inegável no sector do turismo».
O autarca reafirmou que o seu modelo para a cidade «assenta muito mais na qualidade de vida».
Vindo de quem vem, sem comentários!!!
Diário Digital / Lusa

Contas à moda do Rio

Na terça-feira passada ocorreu mais uma reunião do executivo camarário Portuense. Foram votados documentos importantes, os relatórios de gestão de 2006 da GOP, Domus Social e da Câmara Municipal do Porto.

A GOP, Empresa Municipal de Gestão de Obras Públicas, é fundamentalmente uma empresa de gestão de projectos, com um único cliente, a Câmara Municipal do Porto. Uma empresa com estas características, fundamentalmente deve ser avaliada através dos indicadores de realização. Neste capítulo, o relatório de gestão apresentou valores abaixo do 50%!

Relativamente à Domus Social o relatório apresentado apresentou resultados francamente positivos. A empresa realizou bastante obra ao longo de 2006, reabilitando mais de 400 casas devolutas e variadíssimos bairros sociais. Alias obra bem visível para quem passa na VCI todos os dias, junto ao viaduto do amial, o Bairro do Regado.
O fracasso desta empresa foi a venda de habitações sociais, tendo conseguido vender apenas 10% do número de casas que se haviam proposto!

Por fim vem a avaliação à gestão camarária do ano de 2006 do Dr Rui Rio.
Rui Rio é um homem cinzento que guarda a chave do cofre da tesouraria, numa lógica masoquista de tornar todos os Portuenses “Caranguejos”, a caminhar de forma contraria à força Invicta desta cidade.
O relatório de gestão da CMP do ano 2006 demonstra uma continuidade na descida das Receitas e um grande corte nas Despesas. Tornou-se óbvia a real mais-valia de Rui Rio; pode-se mesmo concluir que entre ter o actual Presidente da Câmara e fechar as portas da Autarquia é a mesma coisa. Em quase tudo a que ele se propôs fracassou!

Na SRU e Reabilitação Urbana do Centro da Cidade foram investidos 2,3 milhões de euros! Numa cidade como a do Porto, isto significa parar. A SRU em 2006 não apresentou nenhum resultado, continua na linha dos projectos, apresentações, analises mas sem quaisquer concretizações. A continuar assim, o Porto vai demorar 20 anos a reabilitar.
No respeita ao slogan tantas vezes invocado, “Porto Cidade da Ciência” este ano o investimento teve uma redução de 28,7%, entre 2005 e 2006.

O grande projecto social de criar uma Rede Social na cidade, interligando todos os organismos, criando uma estrutura de atendimento rápido e eficaz, beneficiando os mais desfavorecidos, “É tanga!” continua no papel... até agora não se vê nada.

Mobilidade e Transportes, qualificada pelo programa eleitoral do PSD como uma prioridade, os “montantes gastos com expropriações para alargamento de vias, ou construção de novas.”! Alguém viu? Que novas vias? Será que isto se resume ao Túnel de Ceuta!

O Pelouro da Juventude teve a “lata” de gastar no “Apoio de iniciativas da Juventude” 500€!!!

"No que respeita ao Dinamismo e Notoriedade o investimento realizado no total de 948,2 mil euros reporta-se essencialmente à aquisição de equipamento informático (hardware) e as rendas do edifício dos CTT adquirido por leasing." Esta frase é uma transcrição do relatório, podemos interrogar-nos se é com pagamentos da renda de um edifício que atingimos alguma meta de Dinamismo ou Notoriedade! Obviamente que só pode ser mais “Tanga!”. Se não for a Zona Histórica, Casa da Musica, o FCP e o Vinho Porto” esta cidade desaparece dos roteiros turísticos.

Intensificação e Melhoramento da Limpeza Urbana? Esta nem merece argumentaria, um Porto mais Limpo? Só se for em frente à casa do Rui Rio...

Afinal, uma vez mais fica provado que a tão apregoada gestão do Dr Rui Rio é péssima, porque para fazer contas à moda do Porto, não precisamos de um contabilista, qualquer Portuense estará à mesma altura!!!

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Piadinha: Os "tais" 6 Milhões...

Num bar, um terrorista discute calorosamente com Bin Laden.
Quando chega um repórter e pergunta o que eles estão a discutir, Bin Laden responde:
- Estamos a planear mais um atentado.
O Repórter indaga:
- Mas como será desta vez?
O terrorista toma a palavra:
- Vamos pôr uma bomba em Portugal e matar 6 milhões de benfiquistas, 1 portista e 1 sportinguista.
O repórter surpreso pergunta:
- Mas por quê 1 portista e 1 sportinguista?
Bin Laden vira-se para o terrorista e diz:
- Tás a ver, não disse que ninguém se ia importar com 6 milhões de benfiquistas?

Hóquei em Patins » Comunicado do FCPorto

«É isto o 25 de Abril?

Não foi propriamente em Coimbra, mas podemos falar em Portugal dos Pequeninos ou, numa dedução óbvia que nos é facultada pelo calendário, dizer que assim não vale a pena festejar o 25 de Abril de 1974. O que se passou ontem, em Lisboa, com os adeptos do F.C. Porto que queriam apoiar a sua equipa de hóquei em patins, foi lamentável. É esta a liberdade dos cravos?

Esta quarta-feira, 25 de Abril, provavelmente a data mais importante da história de Portugal, Benfica e F.C. Porto jogavam a segunda etapa da final do play-off de hóquei em patins. Enquanto o país desfrutava do feriado, um grupo de adeptos portistas fazia-se à estrada, num autocarro e em várias viaturas, para apoiar ao vivo os seus jogadores. Muitos deles já tinham bilhete assegurado. O ingresso ser-lhes-ia entregue por simpatizantes do Benfica, à porta do recinto, cuja lotação estava longe de esgotada.

Em plena A1, todavia, os adeptos do F.C. Porto foram interceptados com grande aparato por várias viaturas e agentes da PSP, que impediram a sua entrada em Lisboa e promoveram a inversão de sentido e o regresso à Invicta, justificando a operação com pretensas ordens do comandante e do clube visitado.

Na ausência de argumentos legais, os adeptos podem conjecturar acerca da situação vivida. Por que é que não puderam entrar em Lisboa? A lei mudou e já é necessário passaporte ou visto para visitar a capital? Ou será que quiseram condicionar a equipa de Franklim Pais, que é pentacampeã e procura um inédito hexa? Alguém terá de lhes explicar a limitação de um direito.

Foi precisamente para terminar com prepotências arbitrárias que Portugal abriu os olhos a 25 de Abril de 1974 e deixou a penumbra. Aquilo a que se assistiu em Alverca, bem perto do centro de decisão do país, constitui uma estocada inadmissível nos princípios democráticos nascidos da revolução. Nenhuma autoridade pode impedir um cidadão de se dirigir para onde quiser, caso não tenha suporte legal. Não é esta a liberdade que Portugal deseja solenizar anualmente.»

Perguntinha...

"Se toda a regra tem excepção, qual é a regra sem excepção, para ser a excepção à regra ?"

Miguel Sousa Tavares: Campeão só mesmo no fim


'Nortada' do Miguel Sousa Tavares...

Se o factor sorte vier a ter um papel importante neste desfecho de campeonato, as hipóteses do Sporting parecem-me bem maiores do que as do Porto.

1 - Não creio que Jesualdo Ferreira exagere nas cautelas a falar do título, que agora está só a três vitórias de distância. Pelo contrário, acho que ele tem razão, porque nada ainda está decidido a favor do FC Porto - por razões próprias e por razões da concorrência.

Entre as razões próprias, avulta aquela estranha e crónica ambivalência da equipa: é uma coisa nas primeiras partes dos jogos, quase sempre boas, e outra radicalmente diferente nas segundas partes, em que a equipa morre sistematicamente. Que há ali um evidente problema ao nível da preparação física, parece-me indesmentível. Mas que também há um problema psicológico, de atitude, começa-me a parecer também evidente. Aconteceu assim nos últimos dois jogos, contra a Académica e o Belenenses, que um massacre inicial acabou, inexplicavelmente, por se transformar em vitórias quase sofridas, nas segundas partes. Há ali uma incapacidade de dar o Xeque-mate, ou ao menos de gerir tranquilamente os resultados, o que é preocupante. É verdade que tem havido demasiadas bolas na trave, demasiados golos fáceis desperdiçados e demasiadas ocasiões em que o adversário consegue marcar na primeira oportunidade para tal. Mas um pouco mais de fé e de convicção talvez conseguisse inverter a sorte, por arrasto. Paralelamente, eu que, regra geral tenho apreciado o trabalho feito por Jesualdo Ferreira desde o início da época (e apreciado muitíssimo, se o comparar ao do louco do Co Adriaanse…), devo dizer, contudo, que às vezes tenho a sensação que Jesualdo Ferreira é um pé frio, quando se trata de mexer na equipe durante os jogos: ou não mexe quando devia e antes de as coisas se complicarem, ou, quando mexe, resulta quase sempre pior. Não me parece que a arte de ler o jogo em andamento e de influir sobre ele esteja entre os seus principais atributos.

Sábado, no Bessa, o FC Porto tem um jogo terrível: como todos os portistas sabem, o Boavista pode não estar a jogar nada, como é o caso, pode, como quase sempre, facilitar a vida aos grandes de Lisboa, mas bater-se contra o FC Porto como se se tratasse de uma questão de vida ou morte, isso eles não falham. Espero que Jesualdo Ferreira tenha uma estratégia pensada e lógica para ganhar o jogo - o que, entre outras coisas, passa, por exemplo, por não pôr o Jorginho em vez do Anderson ou em não insistir com o Marek Cech como médio. E espero, sobretudo, que a equipa se aguente 90 minutos a jogar para vencer.

Nos factores externos que podem ainda impedir o FC Porto de ser campeão, o principal é, obviamente, o Sporting - a uma vitória e um empate de distância. Quando digo que o Sporting, pé ante pé, chegou aqui a lutar pelo título, fico espantado por constatar o pouco ou nada que sobre ele escrevi ao longo do campeonato. E a razão é simples: não sei muito bem o que pensar do futebol do Sporting. Reconheço que tem um treinador que tem feito um trabalho notável com o que tem ao seu dispor; que tem alguns grandes jogadores, embora nem sempre de produção regular, como o são um Quaresma ou um Simão; e reconheço que a equipa tem muitas vezes uma atitude e estratégia pensada para a vitória, na forma linear e eficaz como procura o golo quando precisa e como aguenta quando tem de aguentar. Mas a verdade também é que não me lembro de um jogo em que o futebol do Sporting me tenha enchido o olho.

Ao invés do FC Porto, acho que o Sporting tem sabido procurar a sorte, mas caramba, ela não lhe tem faltado! Recordo os últimos jogos que vi:

- venceu no Dragão, no jogo que relançou a equipa na luta pelo título, depois de um jogo em que foi superior ao FC Porto, mas sem criar grandes oportunidades, acabando por marcar o único golo através de um livre frontal que, em minha opinião, não existiu, e beneficiando, no último sopro, de um penalty perdoado graças ao síndrome Apito Dourado;

- venceu em Braga, depois de uma primeira parte muito boa, seguida de outros 45 minutos em que só defendeu e que, com um pouco menos de sorte, teria consentido o empate;

- venceu o Marítimo em dez segundos, como um golo incrivelmente oferecido por uma defesa e um treinador suicidas;

- venceu o Beira-Mar, para a Taça, com duas ofertas do guarda-redes nos primeiros oito minutos, e o resto do tempo dormiu;

- e venceu a Naval da mesmíssima forma.

Ou seja: torna-se difícil perceber o que vale verdadeiramente uma equipa e como é que ela é capaz de ultrapassar as dificuldades, se os adversários entram em campo dispostos a entregar-lhe o jogo, quanto mais depressa melhor.

Eis a razão maior das minhas dúvidas: se o factor sorte vier a ter um papel importante neste desfecho de campeonato, as hipóteses do Sporting parecem-me bem maiores do que as do Porto.

2 - A forma como o Belenenses, e sobretudo o Sporting, chegaram à final da Taça (e como antes chegou o Benfica e mesmo no ano passado o FC Porto), tem pouco de mérito e menos ainda de justiça. Se a memória me não falha, em todas as eliminatórias, o Sporting só teve de jogar fora de casa uma vez - contra o Pinhalnovense e, mesmo assim, em campo neutro. No resto, limitou-se a ficar por Alvalade, recebendo e afastando, como mais ou menos dificuldades, equipas menores. Não se percebe como é que em países onde os clubes têm muito mais jogos e bem mais difíceis ao longo da época, a regra da Taça é diferente - como em Espanha, onde é tudo jogado a duas mãos, ou em Inglaterra, onde é a duas mãos ou a uma em campo neutro.

Há muitos anos que defendo um sistema em que, com a eliminatória a uma mão, os jogos fossem sempre em casa do clube de divisão inferior ou, sendo da mesma divisão, daquele que, no momento do jogo, estivesse pior classificado no campeonato. E que, no final, os quartos-finais, ou pelos menos as meias-finais, fossem jogados a duas mãos. Até porque, com a disputa da Supertaça apenas num jogo, não há actualmente nenhuma ocasião de um confronto a duas mãos entre nós, seja em que competição for. E eu pessoalmente, tenho saudades disso. Julgo que desta forma se acrescentaria competitividade, equilíbrio e justiça à Taça, e muito mais mérito ao seu vencedor.

3 - O país inteiro viu a desastrada exibição de Lucílio Baptista no Beira-Mar-Benfica. Por uma vez, houve unanimidade da crítica em classificar a sua arbitragem como péssima - o que, aliás, é habitual nele. Há muitos anos que o país inteiro sabe que Lucílio Baptista é, consistentemente, um mau árbitro, além do mais com uma tendência fatal para proteger os grandes de Lisboa. Mas, ao que parece, a carreira de árbitro é como a dos funcionários públicos: são inamovíveis e progridem sempre na carreira, façam o que fizerem, sejam bons, maus ou péssimos. Tudo isso já sabíamos. Mas escusava o observador do jogo de vir classificar essa sua arbitragem como excelente, dando-lhe um 8,5 em 10. É que há uma diferença entre tomar os outros por distraídos ou tomá-los por parvos.

4 - Li os dois capítulos finais do contra-livro de Carolina Salgado: Pinto da Costa, luz e sombras de um dragão, da autoria de Felícia Cabrita e Ana Sofia Fonseca. Presumo que, a esta hora, o Procurador-Geral da República, Dr. Pinto Monteiro, e a Drª Maria José Morgado, já andem a ler o livro para poderem investigar a credibilidade da sua testemunha Carolina. Por mim, limito-me a um comentário, seja qual for a verdade daquilo que se conta num e noutro livro: que gente esta com que o presidente do FC Porto andou metido!


# in Jornal “A BOLA”, 2007.04.24

Entrevista de Rui Moreira ao Diário de Notícias

20 de Abril de 2007
Diário de Notícias -Na prática, o FC Porto já é campeão?
Rui Moreira - Ainda não é, mas seria um escândalo que não fosse.

-Se falhasse o título, o FC Porto deveria despedir Jesualdo Ferreira?
- Seria compreensível mas não justo. As substituições dos treinadores servem para amansar as feras, não para serem justas.

Jesualdo é treinador para o FC Porto?
- É o treinador adequado para o FC Porto principalmente se houver uma aposta na formação tal como a direcção tem anunciado. Nesse caso, ele pode ter um papel crucial. Jesualdo Ferreira herdou, a poucas semanas do início do campeonato, uma equipa, tal como acontecera com Adriaanse. Gostava de voltar a ver um treinador do Porto formar uma equipa e treiná-la. Seria bom centrar no treinador, como acontecia no tempo de Mourinho, algumas decisões. Pessoas que hoje decidem contratações, no tempo de Mourinho dedicavam-se a jogar às cartas nos seus gabinetes.

- Quem?
- Não interessa personalizar.

- Falando em contratações, que jogadores dispensaria no final da época?
- Posso dizer aqueles que não dispensaria. E o primeiro nome é o do Quaresma. Entre Lucho, o Pepe ou o Quaresma escolho o Quaresma, pela enorme margem de progressão.

- Jesualdo surpreendeu-o pela positiva ou pela negativa?
- Quando ele saiu do Braga para o Boavista perguntei-lhe quando é que seria treinador do FC Porto. Acho que falta ao Jesualdo um título e acho que a partir do momento em que o ganhe terá uma outra afirmação. O Jesualdo é pouco afirmativo, um pouco cauteloso, mas este ano, em várias situações, mostrou muita coragem.

- Em que casos?
- Teve coragem de ser a única pessoa com bom senso durante o período de Inverno, quando todos os dias se falava de compras e vendas que não se verificaram. Quando ele teve a coragem de dizer que não conhecia Andrés Madrid, enviou uma grande mensagem para dentro do balneário. Foi importante em termos de coesão.

- Com o processo Apito Dourado Pinto da Costa deixou de comentar, por exemplo, as arbitragens, delegando no treinador. Hoje é difícil ser treinador do FC Porto?
- Tenho criticado os silêncios sucessivos e absolutamente incompreensíveis da SAD, que têm obrigado o treinador a alguma ginástica tanto mais que ele não gosta de apontar erros aos árbitros para não desresponsabilizar os seus jogadores.

- Pinto da Costa é um presidente diminuído…
- Não é só o presidente. Alguma coisa na SAD não está bem. Há uma sensação de que a SAD do FC Porto está assustada. Há factores externos que têm provocado isso e, nesse sentido, a direcção tem contado com a solidariedade dos adeptos que, como eu e até prova em contrário, acreditam que vão ser ilibados, mas o que é facto é que se comportam como se estivessem condicionados. E isso limita a capacidade de fazer o seu papel. E obriga o treinador a fazer mais do que a sua obrigação. A SAD e a direcção deixaram de ser um escudo efectivo.

- Pinto da Costa tem estado a prejudicar o FC Porto?
- Aqueles que lhe faziam sugestões ou críticas ou foram-se afastando ou foram afastados. A SAD do FC Porto é hoje muito centrada em Pinto da Costa e nas pessoas da sua confiança. Que ele deixou de desempenhar as tarefas tal como as desempenhava no passado, não tenho dúvida. Aceito até que ele não fale mas não compreendo que não tenha na SAD quem o faça. Agora, que há eleições, é bom tomar nota desse facto. Mas há problemas maiores.

- Quais?
- O problema da sustentabilidade do modelo que o FC Porto enquanto clube com a sua SAD. Desde as vendas para o Chelsea, o FC Porto passou a gerir um orçamento superior ao dos concorrentes directos. Tinha sido uma boa altura para arrumar a casa e criar um projecto. Isso não foi feito, e pior, em Outubro do ano passado tive acesso a contas muito preocupantes. Na altura ouvi a promessa de uma terapia de choque que passava pela aposta na formação, redução do investimento no plantel, diminuição dos custos salariais e reestruturação organizacional. Era uma cura tão necessária quanto dolorosa pelo que pensei ser essa a última dádiva do presidente Pinto da Costa ao clube. Porque ninguém, a não ser ele, conseguiria explicar aos adeptos a necessidade de anéis para não perder dedos. Mas nada foi feito.

- Sente-se enganado?
- Frustrado. Na altura assinei uma lista para a recandidatura de Pinto da Costa, convencido de que essa mudança iria ter início. Não teve.

- Há risco de o FC Porto perder o controlo da SAD?
- Esse é um risco iminente se não forem tomadas medidas de emagrecimento. A operação harmónio de que se fala, significa a redução do capital até um valor muito baixo para depois se aumentar o mesmo capital e com isso atrair novos investidores. Não me parece que o FC Porto, enquanto clube, tenha dinheiro para ocorrer a esse aumento de capital.

- Não gostava de ver um milionário comprar o FC Porto?
- Não. Até o modelo estar exausto a SAD deve pertencer aos portistas. Vender essa participação maioritária, vender jogadores por critérios unicamente de mais valia e, ainda mais perigoso, vender os direitos televisivos do futuro é pôr em perigo esse mesmo futuro.

- Apesar de frustrado, vai votar Pinto da Costa?
- Não vou votar porque normalmente não vou a assembleias gerais.

- Mas se votasse…
- Para se apresentar a mais três anos de mandato, Pinto da Costa deveria ter dito aos sócios não só que se impõe a tal terapia de choque como de que forma a tencionaria implementar. O clube tem uma dívida de gratidão com Pinto da Costa. Foram 25 anos excepcionais mas isso não justifica que se apresente a um novo mandato dizendo apenas que vai construir um gimnodesportivo.

- Vale e Azevedo foi preso quando perdeu as eleições no Benfica. Acha que Pinto da Costa ponderou esse dado nesta candidatura?
- Estou convencido de que Pinto da Costa vai ser ilibado. Não acredito que queira servir-se do clube. Julgo que ele continua a acreditar que faz falta ao clube até porque nunca escolheu um herdeiro.

- Vai ser oposição a Pinto da Costa nos próximos três anos?
- Oposição, nunca. Serei sempre um crítico leal e construtivo.

- Se fosse convidado para um cargo executivo, aceitava?
- Não. Porque no momento actual não interessa ser administrador.

- Quer entrar no FC Porto pela porta da presidência…
- Já disse que, como qualquer outro sócio, gostaria de ser presidente do FC Porto. Mas não estou a tratar paulatinamente disso. E só admitiria ser presidente caso entrasse pela porta do clube e este tivesse o domínio da SAD. Se o FC Porto passar a ser apenas um activo, não contem comigo.

- Vai ser candidato um dia?
- Sinceramente não sei.

- Gostou da forma como Mourinho deixou o FC Porto?
- Não. O FC Porto esqueceu-se que não teria sido campeão sem Mourinho e Mourinho esqueceu-se de que não seria campeão europeu sem o FC Porto. Foi constrangedor e mau para o clube. E os clubes são, também, feitos de símbolos. O FC Porto deveria ter continuado a olhar para Mourinho como um símbolo e vice-versa. E penso que ele deveria ter sido homenageado.

- A culpa foi de Pinto da Costa?
- Pinto da Costa deixou que fosse assim. Mas também li o que diz no seu livro. E acredito quando se refere à vontade de Mourinho deixar o FC Porto. E depois houve aquele incidente com as claques. Que abriu um precedente. A partir do momento em que fizeram aquilo ao Mourinho e não foi condenada, estava a ver-se o que mais tarde aconteceu com Co Adriaanse. Eu avisei.

- Pinto da Costa não controla as claques ou não quer controlar?
- O presidente nunca controlou esses acontecimentos. Não controla as claques nem devia controlar mas devia ter na SAD alguém que influenciasse o comportamento daquela gente.

- Continua sem ler o livro de Carolina Salgado?
- Sim, e até fiquei furioso pelo facto de um filho meu o ter comprado.

- Que justificação encontra para o facto de Pinto da Costa ter-se deixado ficar nas mãos de uma namorada?
Há mistérios inexplicáveis. Talvez por causa da entourage, ou pela própria solidão do poder. Há risco de nos rodearmos de cortesãos que nos induzem a cometer imprudências.

- Há alguma acusação do livro em que acredite?
- Pergunto-me se o livro foi feito por ela. Não tenho dúvida de que há alguma maquinação.

- A agressão ao vereador Bexiga é o episódio mais preocupante?
- É o mais preocupante mas também o mais inacreditável. Não percebo o que é que Pinto da Costa poderia ter contra o vereador Bexiga, que tem uma relação directa coma a Câmara de Valongo e não o FC Porto.


- Quando terminou a carreira, Jorge Costa disse que tem faltado mística à equipa do FC Porto. Concorda?
- O Jorge Costa foi maltratado pelo FC Porto e um dia isso vai ter de ser corrigido. Mas no último ano em que esteve no banco, em vez de fazer o que tem feito Vítor Baía, dizem-me que só levantou problemas. Por contraste julgo que o Baía tem sido o grande símbolo e através dele tem havido uma coligação de forças muito grande na equipa.

- Pelo que diz, acha que Vítor Baía pode vir a ter um papel no futuro do FC Porto?
- Não vai ser treinador do FC Porto como não vai ser um Eusébio do FC Porto. Estão-lhe reservados outros voos.

- Vítor Baía, Jorge Costa, Fernando Gomes e António Oliveira. Quatro ex-jogadores, quatro putativos candidatos à presidência?
-Vai ser muito difícil suceder a Pinto da Costa. Mas dos quatro que referiu aquele que tem carreira ímpar é o Vítor Baía. Na relação com os sócios, tem património superior aos outros. E é muito inteligente.

- Depois de Pinto da Costa defende um presidente de transição?
- Não vai haver tempo para isso. O FCPorto terá de escolher alguém diferente mas os sócios vão exigir provas de amor ao clube.

- Alexandre Magalhães é um candidato?
- Julgo que o tempo de Alexandre Magalhães já se perdeu.

- Daqui a três anos votaria em Vítor Baía?
- Se tudo correr bem, daqui a uns anos, Vítor Baía vai ser presidente. O próprio Pinto da Costa já admitiu esse cenário.

In Diário de Notícias

Regionalização: Congresso Municipalista de 1922

Publico aqui alguns excertos de um Congresso Municipalista realizado há 85 anos. Muitas das suas conclusões continuam perfeitamente actuais.

(...)

"A emancipação dos municípios frizou-o admiravelmente o infatigável secretário do Congresso, Eloy do Amaral- tem de ser, mais tarde ou mais cedo, um facto, e ela só pode trazer para a vida do povo benéficos resultados. O municipalismo bem compreendido é absolutamente isento de paixões partidárias; pode e deve vir a ser um dos mais valiosos elementos de bem-estar e desenvolvimento material do país, principalmente se ela conseguir libertar-se por completo do centralismo absorvente que sempre a tem dominado e tanto tem prejudicado a vida regional.

Combater o centralismo, o mesmo é que combater a tirania da autoridade, o abuso, o arbítrio, a iniquidade.

(...)

Centralizar é retrogradar. Descentralizar é emancipar.

Quereis uma eleição livre?
-Descentralizai.


Quereis um governo das competências?
-Descentralizai.


Quereis o povo na posse dos seus destinos?
-Descentralizai.


(...)

Quais são as bases em que deve assentar a autonomia e descentralização administrativa?

- Extinção dos lugares de governadores civis, de administradores de concelho e de regedores de freguesia;

- Os municípios, provendo à Instrução do povo;

- O deputado representante do concelho que o eleger."

Coisas do 25 de Abril (V)

Endividamento externo 2007-04-24
Dívida de Portugal ao estrangeiro bate recorde de 10 anos
Em 2006, o país ficou a dever quase 80% da riqueza criada.
O endividamento de Portugal junto do exterior está a progredir a um ritmo imparável, tendo atingido quase 80% da riqueza criada (Produto Interno Bruto) no final de 2006, o valor mais alto de uma década.
Este número reflecte, em boa parte, o grau de exposição da economia ao exterior, a falta de competitividade das empresas, a incapacidade em gerar riqueza suficiente para reinvestir e o enorme apetite dos portugueses por bens importados.
•Mostra também que tipo de internacionalização vingou no país. No caso em apreço, os interesses do exterior em Portugal suplantam os nacionais lá fora em mais de 122,4 mil milhões de euros.
A esta captura de riqueza por parte dos agentes económicos estrangeiros chama-se défice da posição de investimento internacional, um desequilíbrio que hoje vale cerca de 80% do PIB, oito vezes mais do que em 1996.
João César das Neves, professor universitário, confere que “os desequilíbrios da economia são enormes, e isso é bem visível no défice da balança corrente mais a de capital”. “A situação só não é tão grave porque estamos numa união monetária”, acrescentou.
Os problemas não ficam por aqui: a dívida externa paga juros, o que num contexto de subida de taxas, como o que agora se verifica, só vem agravar o referido desequilíbrio.

Fonte: Diário Económico

Novo planeta habitável


Uma equipa de astrónomos europeus, entre os quais o francês Xavier Bonfils, do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa, descobriu o primeiro planeta “habitável” fora do sistema solar. O “exoplaneta”, assim chamado por ser exterior ao Sistema Solar, tem cinco vezes a massa da Terra e está a uma distância de 20,5 anos-luz, na constelação balança.

Baptizado como “Gliese 581 c”, o novo planeta surge na última edição da revista ‘Astronomy and Astrophysics’, mas foi ontem apresentado por Xavier Bonfils. “Depois de conhecida a massa e a distância entre o planeta e a sua estrela, foi possível apurar que tem à superfície temperaturas entre 0 e 40 graus Celsius, o que o tornaria habitável”, afirma. “Não é gasoso, como Júpiter, sendo antes constituído por material rochoso, o que o converte no planeta mais parecido com a Terra encontrado até agora”, acrescenta.
Fonte: Correio da Manhã

Nota Gaiteira: eu gostava que começassemos a coloninar esse novo planeta Gliese.
Sugeria para Adão e Eva lá do sitio o Isaltino Morais e Fátima Felgueiras.

Dias de Liberdade

Lembram-se de Ayann Hirsi Ali, a autora do argumento da curta-metragem Submissão, que custou a vida ao realizador Theo van Gogh, assassinado em nome da intolerância religiosa?

Perseguida na Holanda por políticos menores e ameaçada de morte por imãs radicais, algo que a sociedade ocidental parece aceitar cada vez com mais naturalidade, Ayann Hirsi Ali refugiou-se nos Estados Unidos após um juiz holandês ter ordenado a Ali o abandono de uma casa com protecção policial.

Na semana passada, Ali participou numa conferência na Pensilvânia, numa universidade na cidade de Johnstown, sob o tema da liberdade religiosa. De entre os habituais protestos intolerantes que sempre acompanham Ali, destacou-se um. Um imã chamado Fouad El Bayly, presidente do centro islâmico lá da terra, alguém que vive de exercer a sua própria liberdade religiosa nos Estados Unidos
pronunciou-se:

"She has been identified as one who has defamed the faith. If you come into the faith, you must abide by the laws, and when you decide to defame it deliberately, the sentence is death"

###Uma condenação à morte? Não, de maneira nenhuma. O imã não condenou ninguém à morte. Robert Spencer, autor do blogue Jihad Watch, conseguiu chegar à fala com o imã e obteve um esclarecimento. Eis parte da conversa:

Robert: I understand that you called for the murder of Ayaan Hirsi Ali.

El Bayly: Oh no no, that was not correct.

Robert: I have the quote right here. You said, "She has been identified as one who has defamed the faith. If you come into the faith, you must abide by the laws, and when you decide to defame it deliberately, the sentence is death."

El Bayly: Yes, but that is not my word. That is the call of God.

Deve ser isto a tal liberdade de expressão que a que Pedro Arroja se referia. A liberdade de proferir ameaças de morte, em nome de Deus. 4 dias depois da ameaça, o imã Fouad Elbayly, cidadão americano, ainda não foi preso.

Coisas do 25 de Abril (IV)

Coisas do 25 de Abril (III)


Coisas do 25 de Abril (II)

Coisas do 25 de Abril (I)

TVI sob controle socialista

Num primeiro passo, o partido socialista facilitou a entrada do capital da Prisa na TVI. A Prisa tem ligações inegáveis ao partido socialista espanhol.
Agora chegou a hora da retribuição. Numa das jogadas mais vergonhosas de controle da comunicação social depois do 25 de Abril, a
Prisa convida Pina Moura e José Lemos para a Media Capital .
Mais um poderoso meio de comunicação, amordaçado por dois políticos pertencentes ao PS, a somar a uma RTP domesticada e subserviente. Sócrates continua o seu projecto de poder pessoal, controlando as polícias e calando a comunicação social.

Música de Abril

[Trailer] Harry Potter e a Ordem da Fênix


O novo trailer de Harry Potter e a Ordem da Fênix, lançado para o mercado inglês, acaba de ser divulgado. O site oficial impede que o vídeo seja assistido fora do Reino Unido, mas no YouTube não existe esse bairrismo incompreensível. Confira, é totalmente diferente do teaser anterior e não economiza nas cenas inéditas, que incluem Voldemor, Dolores Umbridge, Dumbledore no Ministério da Magia, o "Exército de Dumbledore" em acção e muito mais.

Dragãozinho: qualquer solução é melhor que a actual, mas...



Aquele buraco, visto da VCI, jamais me pareceu capaz de albergar um pavilhão (ou dois como foi inicialmente apresentado há mais de 2 anos e meio numa assembleia geral do clube). Mas Manuel Salgado lá "descobriu" maneira de lá meter um... Embora qualquer solução é melhor que actual, a escolha é, na minha modesta opinião, uma miséria. Um clube como o FCPorto, vencedor em todas as modalidades, merecia melhor, senão vejamos: vai ser um pavilhão com uma única !!! bancada central, assim quase ao estilo do pavilhão do Castêlo da Maia - pelo menos espaço para colocar publicidade não vai faltar. Número de espectadores: 2007 !!!! Apenas!!!! Andam a brincar à construção de pavilhões???? Mas não haja dúvidas que o patrocinador só podia ser mesmo a CGD, é que aquele pavilhão ali à beira daquele estádio parece mesmo uma caixa de fósforos.
Uma curiosidade financeira, cada lugar do pavilhão vai ficar por um valor aproximado de € 5.480,00. Cada lugar do estádio ficou abaixo de € 1.930,00, ou seja cada lugar do pavilhão é 2,85 vezes mais caro que um lugar do estádio...
Enfim, o novo pavilhão para as modalidades de alta competição do FCPorto (andebol, basquetebol e hóquei em patins) vai estar finalizado dentro de 18 meses (final de 2008). Será financiado pela CGD e terá um custo de 11 milhões de euros. Como disse, a sua lotação será de apenas 2007 lugares. Manuel Salgado é o arquitecto responsável pelo projecto. O novo pavilhão será erguido, portanto, ao lado do estádio, no exíguo espaço entre o Centro Comercial e a VCI, numa área disponível de 8300 m2. Estará integrado com a estação de Metro do Dragão.




Leça FC

Mário Sá era presidente do Leça há 3 anos. Dono de uma grande oficina de automóveis, conseguiu salvar o Leça, clube que não há muitos anos andou na I Liga, da extinção. Proibído pelos médicos de ver os jogos do seu clube, que se prepara para subir à II Divisão B, Sá sentiu-se mal no passado domingo e teve de antecipar uma operação ao coração, depois de ter acompanhado mais um jogo do Leça no seu automóvel, ouvindo o relato. Costuma-se dizer que o futebol não é aconselhável a cardíacos mas Maria Sá, por amor ao seu clube, fez ouvidos moucos. Já não se fazem muitos dirigentes assim, com verdadeiro amor ao clube. Infelizmente, os jornais ditos nacionais praticamente ignoraram a história de um homem que merecia, na hora da despedida, outro destaque. Costuma ser assim.

Jorge Coroado


Tem razão, na minha modesta perspectiva, o Sp. Braga quando se queixa da grande penalidade que o afastou da final do Jamor. Frechaut roda o corpo, dando as costas ao adversário, e a bola bate-lhe no braço. Num jogo que teve dois golos bem anulados devido a mãos marotas, José Luís Melo, o árbitro auxiliar, acabou por errar no terceiro. Melo, note-se, foi um dia baptizado por Pinto da Costa como "o indefectível benfiquista de Valongo" mas isso não vem para o caso. Não tão desprezível será, isso sim, a opinião categórica de Jorge Coroado de que a decisão de marcar o castigo da marca dos 11 metros foi boa. Não é o mesmo Jorge Coroado que integra as listas de Cabral Ferreira? Desmintam-me se estiver enganado... Não, é mesmo verdade?... Adiante. Este Coroado, que já nos habituou a opiniões consoante aquilo que foi como árbitro, está a ser pago pela RDP - Antena 1, para fazer comentários de arbitragem. Ora no jogo com o Porto, a sua posição pró-Belenenses e anti-Portista, veio uma vez mais ao de cima. Por quanto tempo mais vamos aturar este mentecapto sectário?

Porto: Área Metropolitana das «mais emblemáticas»

Ministro elogia as condições da AMP acima de outras metrópoles da Europa



O ministro das Obras Públicas considerou este sábado que a Área Metropolitana do Porto (AMP) está actualmente entre «as mais emblemáticas metrópoles europeias» e dispõe de condições «claramente acima das da maioria dos portugueses», noticia a Lusa.

Tendo por base um estudo da consultora DHV, que comparou o Porto com várias áreas metropolitanas europeias, Mário Lino destacou que a região portuguesa «compete em vários indicadores» com as suas congéneres Bilbau e Sevilha (Espanha), Dublin (Irlanda), Zurique (Suíça) e Helsínquia (Finlândia).

Mário Lino, que falava durante a sessão «Liderança e Competitividade», que este sábado decorreu no aeroporto do Porto, afirmou que com o trabalho pretendeu-se comparar o Porto com áreas metropolitanas de área e população aproximadas e pertencentes a países cujas economias estão melhor classificadas no ranking mundial do que Portugal (que actualmente ocupa o 34º lugar).

De acordo com as conclusões do trabalho, a AMP ocupa, entre as áreas metropolitanas analisadas, o 3º lugar no ranking final que avaliou as infra-estruturas de transportes disponíveis, 'ex-aequo' com Dublin e depois de Helsínquia e de Zurique.

Segundo o estudo, a AMP beneficiou na última década de «fortes investimentos na modernização do seu sistema de transportes» e possui «um dos sistemas de metro ligeiro mais modernos do mundo».

Dos 5,4 mil milhões de euros investidos em infra-estruturas entre 2000 e 2006 na AMP, está prevista a aplicação de mais 8,1 mil milhões de euros até 2015, sobretudo nas ligações à Galiza, Lisboa, Astúrias e na circulação dentro da própria área metropolitana.

Os «pontos fortes» apontados pela DHV à AMP foram a densidade rodoviária, a rede ferroviária convencional, o sistema de metro e qualidade do serviço do aeroporto.

Como aspectos «a melhorar», a consultora aponta a rede de autocarros e respectivo serviço e recomenda a manutenção da aposta no aumento do número de ligações directas no aeroporto.

Até 2011, prevê-se que o aeroporto do Porto registe um aumente médio anual de cinco por cento no número de passageiros, impulsionado pelas companhias 'low cost'.

Finalmente, a nível portuário, o Porto de Leixões regista uma movimentação de mercadorias superior a Helsínquia, onde está o maior porto finlandês, assumindo-se como o 2º maior porto nacional e o 10º maior ibérico.

Numa comparação entre as várias áreas metropolitanas analisadas, o Porto surge na primeira posição a nível da rede viária e na 2ª a nível ferroviário, liderando do ponto de vista da rede de metro, ocupando a 6º posição no que respeita à rede de autocarros, e a 3ª do ponto de vista das infra-estruturas portuárias e aeroportuárias.

De Fornos de Algodres a Miami


Já não é nova, mas acho que vale a pena falar do assunto. Trata-se de mais um exemplo da capacidade inventiva que só os portugueses ainda vêm conseguindo demonstrar no mundo actual. Passados que são cinco séculos desde o início das Descobertas. Gesta tão gloriosa como algumas das que nos vão sendo relatadas hoje em dia. Como esta do português de Fornos de Algodres, de seu nome Paulo Almeida, que entrou por um banco adentro em Miami. Disposto a assaltá-lo. O que, certamente, conseguiria, não fosse o pormenor de não levar consigo qualquer arma. Para além do aterrador bigode-em-ferradura, genuinamente made im Portugal. E de não saber falar inglês. O que, em terra de yankees, se revelou imperdoável. Daí a prisão.

Confesso que me apraz registar o espírito de aventura demonstrado pelo nosso conterrâneo. Que é, afinal, uma elegia ao carácter do Ser Português. Esta capacidade de se confrontar contra quaisquer adversidades. De enfrentar os perigos que se escondem por detrás do desconhecido. De arremessar o destemido peito contra as balas do infortúnio. Ao mesmo tempo que recitamos, em voz alta, que nunca rouca, os egrégios ensinamentos dos nossos avós. De antes-quebrar-que-torcer. Demonstrando, assim, ao mundo, e pela enésima vez na nossa História, o incomensurável valor da gesta lusitana. Como diria o outro Paulo, o das feiras, na defesa de D. João II como nosso Most Valuable Player.
Os pormenores desta história são relatados aqui:

Português foi para Miami para não denunciar desvio bancário de 2 milhões


Allan Shariff e três bancários. Terão sido eles quem tramou Paulo Almeida, o português que foi de Fornos de Algodres a Miami para roubar um banco sem saber falar inglês. Um milhões de euros em que o empresário nunca chegou a tocar estão no centro desta história insólita: o dinheiro resultava da hipoteca do seu matadouro, mas Shariff e os bancários terão decidido dividi-lo. Quando a investigação levada a cabo pela Caixa Geral de Depósitos teve início, terão orquestrado uma forma de o impedir de ir a tribunal denunciá-los. O roubo do Commercial Bank of Florida foi a armadilha escolhida.As fraudes do grupo envolvem, porém, valores superiores, totalizando, ao que o DN apurou, pelo menos dois milhões de euros. "O Paulo Almeida estava cheio de dívidas porque não recebeu o dinheiro do banco", afirma António Paulo, amigo do industrial de carnes. A falta desse dinheiro e "o hábito de grandes gastos nos tempos áureos do matadouro" terão ditado a desgraça de Paulo, hoje detido em Miami a aguardar julgamento. "Ele era um artista com algumas dívidas, mas gostava de ter dinheiro e era facilmente convencido", conta. E deixou-se enganar, "a conselho do Shariff, um carola que até os americanos enganou, e do gerente do banco que lhe ia pondo algum dinheiro na mão", afirma.O desespero das dívidas e o facto de ser uma pessoa "a quem se dá a volta rapidamente", fizeram com que Allan Shariff, um luso-americano de 27 anos, o convencesse de que "ia à América buscar dinheiro de um contacto que o americano tinha lá num banco", conclui o amigo.Só assim se compreende que Paulo Almeida tenha embarcado na aventura: "Então um homem que frequenta a boite e que é batido na noite não via logo que para assaltar um banco é preciso uma arma?". Terá sido aqui que Shariff traiu o amigo. "Quando ele lhe telefonou, o americano lá terá dito que aquilo era um assalto. Olhe, saiu-se bem, livrou-se de uma testemunha incómoda", conclui António Paulo.Sabe-se também que no momento da detenção o industrial de carnes tinha em seu poder 4800 dólares. "O suficiente para 15 dias de América sem problemas", afirma José Francisco, um residente de Vale da Ribeira que esteve "muito tempo na América, como muita gente daqui". As relações entre Paulo e dois bancos, cujos processos correm em tribunal estarão, então, na origem da história. Ao que o DN soube junto de um responsável bancário em Fornos de Algodres, "o banco em causa é a Caixa Geral de Depósitos, que está a apurar internamente se houve algum ilícito e que preventivamente afastou um gerente e dois directores regionais de uma das suas agências porque não conseguiram explicar um crédito mal parado de dois milhões de euros". Segundo esta fonte, "Paulo Almeida servia apenas para cortina enquanto eles iam realizando os seus negócios e dividindo a massa". Tanto assim é que entre os inúmeros credores de Paulo Almeida se conta "um concessionário automóvel que ficou sem ver tostão porque o banco não efectuou os pagamentos acordados", vai adiantando o bancário.E o receio de que Paulo Almeida contasse em tribunal a sua versão dos factos, "incriminando algum destes quatro personagens [Shariff ou os três bancários] levou a que tivessem decidido dar-lhe um sumiço", conclui a mesma fonte.Paulo e Allan Shariff viviam em duas localidades próximas, nos distritos de Viseu e da Guarda: Casal Vasco, no concelho de Fornos de Algodres, e Torre de Tavares, no concelho de Mangualde. Eram vistos como bons amigos. Descrito como "senhor de uma cabecinha para os computadores capaz de localizar e manobrar qualquer conta", Shariff terá sido o cérebro deste assalto bizarro que, com o avançar da investigação, revela aspectos mais bizarros.

Quase

Adriano abriu a contagem na vitória sobre o Belenenses

No dia em que o Dragão viu entrar a espectadora 3 milhões, o FC Porto bateu o Belenenses por 3-1. A 4 jogos do final do campeonato faltam 3 vitórias para os dragões revalidarem o título.

Há que admitir que ele tinha razão

De todas as citações deste livro de João Pombeiro que o Francisco reproduziu no A Origem das Espécies, a minha preferida é esta:
«Engenheiro José Sócrates, vamos vê-lo, um dia, primeiro-ministro?»
«Não! Primeiro, porque não tenho o talento e as qualidades que um primeiro-ministro deve ter. Segundo, porque ser primeiro-ministro é ter uma vida na dependência mais absoluta de tudo, sem ter tempo para mais nada. É uma vida horrível e que eu não desejo. Ministro é o meu limite». José Sócrates, ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território. Dna, 16 de Setembro de 2000.

Frases

"É preciso reagir, (...) a história ensina-nos que o homem esteve sempre à altura - e sempre ultrapassou - as crises que ele próprio engendrou, por erro, ambição ou incúria."
Mário Soares, ontem à noite no jantar dos 34 anos do PS

"Não nos interessa apenas o respeito pelas regras formais da democracia, do direito, ou a realização periódica de eleições. Não queremos uma democracia formal. Queremos uma democracia com os valores da tolerância e do respeito pelos adversários - uma democracia com decência."
José Sócrates, na mesma ocasião

Estes belos recortes literários sugerem-me algumas questões, meramente indicativas e sem qualquer malícia, nem má educação: A quem se refere o antigo Presidente da República e fundador do PS? O que é uma democracia com decência? Será uma democracia sossegada, bem comportada, que não diz palavrões? Ou é uma democracia amorfa, onde não se pode investigar, mexer e remexer, analisar e discutir? Se não é formal, então deve ser o quê? Informal? Do tipo, "bora aí, ó primeiro-ministro beber umas minis e amigos como dantes"?

Imaginem se fosse virada para o ataque...

Jornal Metro.
Pergunta do dia: «Acha provável que um incidente como o tiroteio de Virgínia aconteça em Portugal»?
Resposta de André Gaspar, consultor comercial: «Não, porque há uma grande diferença entre os dois países. Nos EUA a educação é virada para a auto-defesa».

Miguel Sousa Tavares sobre Pinto da Costa




As declarações que Miguel Sousa Tavares fez na TVI na sua crónica semanal... Aprecio em geral o que o Miguel escreve e respeito as suas opiniões, mas o Senhor Presidente, até por tudo o que fez, merece o nosso respeito toda a compreensão para a decisão. Não é perfeito (deixou que esta SAD permitisse a falência "quase" técnica ...) mas ele é o nosso Líder.

Como diz Alcides Freire no OJogo:

Sem dizer que sim, Pinto da Costa voltou ontem a deixar claro que haverá mais Pinto da Costa, pelo menos até 2010. Novamente sem oposição, o que para alguns é mau, porque há sempre quem considere um defeito de fabrico da democracia o facto de permitir que a liberdade de escolha acabe por dar mais do mesmo. Há por isso quem ache mal que se deixe estar quem faz bem. Em 25 anos, Pinto da Costa fez muito bem ao FC Porto.

Pata de Ganso: Fantochada!

Ó Morgada, vê lá se investigas o colinho da Madeira

Depois do famoso "bailinho da Madeira", ficámos ontem a conhecer o "colinho da Madeira"

O SEXO É

O sexo é como uma estação de serviço:
às vezes recebe-se um serviço completo, outras vezes tem que se pedir para se ser atendido, e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service!

24 de Abril: As professoras e o casamento

Nota a explicar o 'comentário' que não o é: Desta vez optei não por um «comentário» mas por roubar um post a uma colega. A Inês tem andado a publicar no Farófias uns posts exactamente no espírito do que eu aqui queria deixar. O brado do «NÃO SE ESQUEÇAM!» enquanto houver memória de quem viveu aqueles tempos. Fica aqui, copiado na íntegra para abrir o apetite, mas propondo que vão ver o original porque tem sempre outro sabor:
Abril - lembranças mil (2)
As professoras eram especialmente maltratadas pelo regime de Salazar. Ainda aluna no Liceu de Faro, já sabia que, por mais independente e competente que fosse, aquela professora e Directora de Ciclo não podia sair do país sem autorização do homem com quem tinha estado casada. Porque as amarras do casamento não eram desfeitas pelo divórcio
Anos depois, conheci uma professora de História fantástica. Os alunos adoravam as suas aulas, os colegas não dispensavam a alegria da sua companhia. E aquela imensa sabedoria. O Director tinha orgulho na professora… e no final do ano não lhe renovou o contacto. RUA! Aquela mulher, solteira, namorava com um homem divorciado, preso aos prazos da lei do divórcio. Por andar com ele, aquela pecadora pagava o preço elevado de ser expulsa do ensino!

O mau ambiente





Magia

Wikipédia offine

A equipa do Wikipédia disponibiliza todo o conteúdo para download mensalmente em vários idiomas. Poderás obter o conteúdo do Wikibooks, Wikinews, Wikipédia, Wikiquote e Wikiditionary todos com as imagens aqui.

Se preferires podes ir directamente aqui, onde encontrarás o download do Wikipédia com imagens. O arquivo está compactado em .tar e o tamanho é de 3.9 GB. Podemos assim andar com o conhecimento sempre acessí­vel. Usem e abusem.

"Os Maias", em português do Brasil


Para descontrair

Um jantar em Matosinhos no W?Duck, onde as pessoas comem sentadas em...retretes. O bife de pato laminado com gergelim e noodles é a 12€.

Desenvolvimento Sustentável... em português!

Fui aprendendo...

Fui aprendendo que, por pior que seja um problema, existirá sempre uma saída;
Fui aprendendo que, de nada vale fugir do que me preocupa. Mais cedo ou mais tarde será necessário tirar tal pedra do meu caminho para que consiga avançar;
Fui aprendendo que, vou perdendo demasiado tempo em me preocupar com factos que muitas das vezes só existem na minha cabeça;
Fui aprendendo que, para que possa dar o verdadeiro valor ao sorriso, é necessário que, um dia, me caia uma lágrima;
Fui aprendendo que, independentemente de quantos pedaços poderá estar “repartido” o coração, o tempo não pára para que haja o seu conserto;
Fui aprendendo que, amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de me fazerem feliz. Cabe a mim a responsabilidade, sim, de apostar e acreditar nos meus sonhos;
Fui aprendendo que, o que me torna diferente não é o que tenho na vida, mas Quem eu tenho (amigos, família);
Fui aprendendo que, mesmo as pessoas mais queridas me podem magoar. Talvez não me amem tanto quanto gostaria, o que não significa necessariamente que não me amem, talvez seja o máximo que conseguem;
Fui aprendendo que, de pouco vale resgatar o passado, vale é construir o futuro;
Fui aprendendo que, existem os ditos dois dias que nada se pode fazer, o “ontem” e o “amanhã".
Fui aprendendo que, o investir na minha vida tem/teve de começar num ontem.
"O futuro é construído pelas nossas decisões diárias, inconstantes e mutáveis, e cada evento influencia todos os outros."

Ataque e contra-ataque

Morais, GEPI e construtora da Covilhã fizeram moradia de Armando Vara
Armando Vara, quando era secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do MAI) e a engenheiros que dele dependiam para projectar a moradia que construiu perto de Montemor-o--Novo.
Para fazer as obras serviu-se de uma empresa e de um grupo ao qual o GEPI adjudicava muitos dos seus concursos públicos
Onde a história perde a banalidade é quando se vê quem projectou e construiu a moradia. O projecto de arquitectura tem o nome de Ana Morais. Os projectos de estabilidade e das redes de esgotos e águas foram subscritos por Rui Brás. Já as instalações eléctricas são da responsabilidade de João Morais. O alvará da empresa que fez a casa diz que a mesma dá pelo nome de Constrope.
A arquitecta Ana Morais era à época casada com António José Morais, o então director do GEPI, que fora assessor de Armando Vara entre Novembro de 1995 e Março de 1996. Nessa altura, recorde-se, foi nomeado director do GEPI por Armando Vara - cargo em que se manteve até Junho de 2002 - e era professor de quatro das cinco disciplinas que deram a José Sócrates o título de licenciado em Engenharia pela UnI.
Pai de Sócrates fiscalizou dez obras do GEPI
O arquitecto Fernando Pinto de Sousa, pai do primeiro-ministro, foi contratado pelo GEPI, no período em que este era dirigido por António Morais, para fazer a fiscalização de dez empreitadas adjudicadas por aquele serviço do Ministério da Administração Interna.
Na quarta-feira, o PÚBLICO noticiou que Pinto de Sousa, com escritório na Covilhã, foi responsável pela fiscalização do quartel da GNR de Castelo Branco, uma obra adjudicada em 1999 à Conegil - a empresa do grupo HLC que abandonou essa e mais sete empreitadas do GEPI sem as acabar, deixando, quando faliu em 2003, uma dívida de 1,6 milhões de euros ao MAI.
No caso da GNR de Castelo Branco, a mesma fonte afirma que "o procedimento para a contratação do responsável pela fiscalização" foi o "concurso limitado". Esta forma de concurso "era, tanto quanto se apurou, a corrente no serviço para contratações da mesma natureza", afirma. O ministério diz ainda que, "segundo os arquivos do GEPI, no caso concreto foram feitos convites a cinco entidades".
Mário Soares acusa direita de “ataques raivosos” a Sócrates
Mário Soares acusou hoje a direita de atacar "com raiva" o primeiro-ministro, José Sócrates, para afastar o Governo socialista, e incitou-o a prosseguir com "a inteligência, a determinação e a coragem" que tem mostrado.
Tudo no Público
Nota gaiteira: Não sei muito bem o que pensar. Até pode ser tudo muito legal, mas que existem ligações entre as mesmas pessoas em organismos completamentes diferentes, lá isso existem. Morais, Vara e Sócrates aparecem sempre relacionados. Não quero cair na tentação de afirmar que tudo isto é uma grande vigarice. Mas seria interessante que alguém explicasse o que se está a passar. Será uma cabala contra José Sócrates? Não percebo nada disto.

Datas com História: 18 de Abril de 1942


Segunda Guerra Mundial: Os Estados Unidos da América, lançam um ataque a Tóquio, planeado pelo General-Tenente James Harold Doolittle em resposta ao ataque a Pearl Harbor. O ataque — propaganda e um exercício de moral — foi planeado pelo Tenente-Coronel James Harold Doolittle. O bombardeamento foi possível graças ao técnico de observação, Capitão Francis Low, que afirmou que aviões de 2 motores podiam ser lançados de porta-aviões. Testes subsequentes provaram que um B-25 Mitchell podia ser lançado com uma carga de bombas razoável, atingir alvos no Japão e depois voar e aterrar na China.

Dezesseis B-25Bs americanos foram carregado no USS Hornet, com 230 kg de bombas e extra tanques de combustível mas com armas reduzidas. Os aviões foram postos no convés de descolagem na ordem de lançamento e verificados. O Hornet deixou o porto a
2 de Abril e juntou-se ao USS Enterprise no oceano Pacífico. Os dois porta-aviões, juntamente com uma frota de 14º barcos de escolta, partiram para a zona de lançamento.

Contudo, os bombardeiros foram lançados enquanto ainda a 800 milhas da costa do Japão ao invés da desejadas 450 a 650 milhas. A frota avistou um barco de patrulha. Embora o barco de patrulha tenha sido afundado por fogo de artilharia americano, foi decidido lançar os aviões, para o caso em que o barco de patrulha tivesse alertado por rádio o Japão. Todos os B-25s chegaram à costa japonesa, largaram as suas bombas em zonas de armazeanamento de petróleo, fábricas e instalações militares em
Tóquio e Nagoya, e dirigiram-se para Este do mar da China.

Os bombardeiros, no entanto, ao chegarem começaram a ficar com pouco combustível, e o tempo começou a ficar rapidamente ruim. As tripulações se deram conta que não conseguiriam chegar às bases aéreas chinesas e tiveram a opção ou de saltar dos aviões para o mar ou de fazer uma aterragem forçada em terra. Um avião aterrou em
Vladivostok, onde a sua tripulação foi salva pelos Russos. Em comparação com os ataques dos B-29 contra o Japão, dois anos depois, o ataque foi um esforço simbólico. Quando as notícias do ataque foram publicadas, a moral americana subiu muito, após a descida devido ao ataque japonês. O ataque obrigou aos japoneses a transferência para as ilhas do Japão de unidades de caças que poderiam ter sido usadas contra os Aliados, e usadas na tentativa de destruir a armada americana na Batalha de Midway.

Após o ataque a Tóquio, as tripulações de dois aviões estavam desaparecidas. A
15 de Agosto de 1942, soube-se pelo General suíço do consulado em Shanghai que 8 pilotos americanos eram prisioneiros na sede da policia japonesa, nessa mesma cidade. Em 19 de Outubro de 1942 os japoneses transmitiram que tinham julgado as duas tripulações e que as tinham condenado à morte, mas que um número deles tinha recebido comutação das suas sentenças para aprisionamento, e que um pequeno número tinha sido executado. Quaisquer nomes ou factos não foram dados.

Wikipedia.