Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Orçamento (X): o destino dos portugueses

Orçamento (IX): a reunião do conselho de ministros

Orçamento (VIII): a grande mentira

Orçamento (VII): em português nos entendemos

O ministro das Finanças citou Camilo Castelo Branco a propósito das negociações que agora fracassaram entre o Governo Socialista e o PSD sobre o Orçamento do Estado para 2011: "O tempo chega sempre, mas há casos em que não chega a tempo." Teixeira dos Santos faz bem em citar os clássicos da literatura portuguesa – e pode seguir as suas lições. Pena é ter-se esquecido de dizer que Camilo, após proferir esta frase meteu uma bala na caneça...

Esqueceu-se também das sábias e sempre actuais palavras de outros fabuloso escritor português: Ramalho Ortigão !

Dizia ele que: "ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o estadista."

Orçamento (VI): comunicado de Bin Laden a Portugal

Orçamento (V): a solução...

Tenho a solução para este triste país. É fácil: vendam-no! Se alguém o comprar, claro... Aos chineses, aos alemães, aos espanhóis, mas vendam-no.
Não faz sentido preservarmos um país sequestrado, degradado, avacalhado, abusado por uma rede organizada que não posso aqui qualificar. Quando as sondagens ainda dão uma percentagem tão alta de votantes no ps, um partido que, num país normal, já não passaria, à muito tempo, de uma tralha residual, eu pergunto: mas que povo é este? O que é que significa ser português? Defender uma horda de ignaros que não aprende e que continua disposta a votar na cambada que nos governa? Então mais vale ser chinês...

(chegado por e-mail)

Orçamento (IV): sempre se disse, muito riso pouco siso

Orçamento (III): entretanto, para os socialistas deve estar a aproximar-se ...

... a última ceia...

Photobucket

Orçamento (II): Portugal está no ...

Acabaram-se as férias dos tugas...

... tal como eram até hoje

Orçamento (I): a verdade é que se estava mesmo a ver que ia dar mer#$

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Chá verde ó preto

A Luciana Abreu perguntou ao Djaló:
- Queres chá verde ó preto?
Ele respondeu:
- Pode ser.


(sem ofensa à raça; mas que faz sorrir, lá isso faz)

Para meditar: o declínio do Ocidente

O Individual ao serviço do colectivo

No futebol, mas principalmente no FCPorto, os triunfos sempre foram consequência do colectivo.
Sempre foi a união do grupo, a comunhão do ideal, a força da razão e o engenho do talento e da inteligência que deram os triunfos tão saborosos que transformaram o FCPorto no Melhor clube de Portugal. Neste Clube, a soma das individualidades reflectem sempre o Grupo.
Não posso, contudo, deixar de elogiar Hulk. Por isso mesmo, aumenta o meu desprezo pela vergonhosa acção penalizadora, na época passada, levada a cabo pela Liga e por esse execrável, miserável e odioso Ricardo...
Obrigado Hulk!

O exemplo italiano...

... tão reclamado noutras alturas (vocês sabem do que estou a falar)


Roma multada por colocar em causa imparcialidade de um árbitro

A Comissão de disciplina da Federação italiana decidiu multar a presidente da Roma, Rosella Sensi, e o emblema romano em nove mil euros, isto porque terá colocado em causa a imparcialidade de um árbitro.

A presidente Rosella Sensi acusou o árbitro de ter agido contra a sua equipa, após a derrota frente ao Brescia (2-1), que decorreu no dia 22 de Setembro, em jogo para o campeonato italiano.


Por cá, pelo contrário, os orgãos da Liga, veneram e ajoelham-se aos ditames "encornados". É o sistema... do orelhas... (estamos a fazer as coisas pelo outro lado, dixit o pneumático presidente)

Enquanto isso ...

O homem das retretes negoceia com o homem dos caixões...



(nota: chamar-lhes homens é, como diz aquele cómico alegre, uma metáfora)

Sócrates e Chavez no Porto: que falta de respeito para com a Cidade e a sua génese!

Noutros tempos ficariam em Gaia...
Noutros tempos, seriam corridos...

Fascistas e imperialistas,
centralistas e coveiros políticos
deveriam ficar fora das nossas portas!

Orçamento

Se é um orçamento penalizador para o País por causa do desempenho da trampa socialista, então que aprovem eles, socialistas, a porcaria que fizeram. E que paguem depois o preço.
Agora os demais devem votar contra (por inerência a esquerda-imperialista) ou abster-se (o PSD, pelo que não fez no passado é também conivente). Mas o PSD é igualmente parvo e imprudente ao ir negociar o inegociável (toda a gente diz que este documento é péssimo, hipócrita e incompetente).
Os socialistas que se embrulhem com a porcaria que semearam...
(nota: aquilo de pagar o preço é uma metáfora, pois o zé parvinho é bem capaz de lá pôr o indecente do sócrates)

O que Baía deveria ter dito...

No dia em que, de pé, o inferno turco se rendeu à gloriosa jornada do FCPorto...

Baía ou estava bêbado ou está a ficar parvo....
O que Baía deveria ter dito, podia ser algo do tipo:
  • Sou o jogador português mais vitorioso.
  • Por ter sido jogador do FCPorto, a imprensa lisboeta sonegou todos os meus feitos.
  • No Euro 2004, a imprensa lisboeta defendeu a escolha do parvalhão brasileiro e gozou o meu Clube por me defender afincadamente
  • No FCPorto, os nossos títulos são menosprezados pela imprensa lisboeta
  • No FCPorto, para vencermos temos de lutar o dobro dos adversários
  • É vergonhosa a forma como a imprensa lisboeta trata o FCPorto, o clube MAIS vitorioso de Portugal
  • Tudo o que consegui devo-o ao FCPorto: deu-me títulos, deu-me projecção, fez-me Campeão Europeu

Baía, que tristeza...

Até porque se tivesses jogado no sporten ou nos encornados

NÃO TERIAS GANHO NADA!!!!


Nota: Vitor baía tem razão. Se tivesse ido para o Benfica, hoje seria tão famoso como o Moreira, o Bossio, o Quim ou o Moretto...

Pedro Baptista e Paulo Morais falam de Regionalização

Renovar o Porto: Regionalização na RTV (Com Pedro Baptista e Paulo Morais)
Mais um excelente serviço público do Blogue Renovar o Porto, que nos permite ver e ouvir uma magnífica entrevista sobre regionalização.

Requiem

Aborto versus Natalidade: a imagem do Sócrates

No Estado Social do colonialista Partido Socialista, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) paga abortos, mas não paga tratamentos de infertilidade!!!
Trampa de país! Trampa de governo!

Poder político lisboeta é superior ao Poder Judicial?

A propósito das SCTU's, um Tribunal aceitou uma providência cautelar.
É suposto que o Poder Judicial esteja acima do poder (podre e corrupto) político.
No Portugal centralista-fascisto-lisboeta-republicano NÃO É ASSIM!!!
O governo decidiu anular a decisão de um Tribunal independente.
Trampa de país! Cambada de fascistas!

Cenas de um Casamento

Inglês Técnico feito ao domingo de manhã

Orçamento: eu falei que isto ia dar merd#

O buraco português

El Mundo: Portugal implanta el peaje más caro y caótico del mundo



•Viajar a Oporto desde Galicia cuesta de entrada 77 euros
•Es necesario alquilar un dispositivo electrónico en la frontera
•Descuentan cuatro euros si se devuelve en perfecto estado y en el mismo sitio
Los empresarios vigueses creen que la UE lo declarará discriminatorio
'Lo mejor es colarse y no pagar', recomiendan los automovilistas lusos
Si usted vive en Galicia y quiere viajar a Portugal prepárese para pagar el peaje más caro del mundo: 77 euros por un tramo de 76 kilómetros. Desde este viernes se ha implantado en el país vecino una tasa para la nueva autovía A-28, que discurre por la costa, y para la circunvalación de entrada en Oporto. Más de un euro por kilómetro es la tarifa que deberán abonar todos aquellos que circulen por primera vez desde la localidad de Viana do Castelo hasta la capital del Douro.

Autovías afectadas
A-17 y A-25 Aveiro-Oporto (ruta sur)
A-28 Viana do Castelo-Oporto (ruta norte)
A-41 y A-42 Guimaraes-Braga-Oporto (ruta del este)
La medida llega impuesta desde el Gobierno central luso ante la grave crisis que afecta a todo el Estado y bajo el desconcierto generalizado de los automovilistas extranjeros. La forma de pago es tan complicada que la mayoría de los conductores, por ignorancia o por desacato, no cumplieron con el pago en el primer día de funcionamiento.

En principio sólo se aplican en las tres autovías de entrada en Oporto y desde Lisboa también pretenden implantarlo próximamente en el resto del territorio. Castellanos, desde Zamora y Salamanca, y extremeños también se verán afectados si quieren viajar a la ciudad portuguesa, aunque los gallegos, cuyo volumen de tráfico con el norte de Portugal es mayor, serán los más afectados.

De este modo, Interior Norte, Beiras Litoral y Alta, Beira Interior y Algarve serán de pago a partir del 15 de abril de 2011, informa EFE.

El sistema contempla dos tipos de tarifas. Una de ellas para los propios portugueses y otra para los extranjeros. En el primer de los casos, los diez primeros viajes serán gratis y el resto tendrá el 15% de descuento. No tienen tantos beneficios los ciudadanos españoles que quieran cruzar la 'raia' y desde este viernes ya pudieron comprobarlo.

Poner rumbo a Portugal desde Vigo en la jornada inaugural del peaje se convirtió para los gallegos en un camino plagado de incertidumbres y todos los paneles de la AP-9 gallega alertaban de que comenzaba el nuevo sistema. De entrada, en Valença, al otro lado del río Miño que le separa de la ciudad española de Tui, era imposible adquirir el dispositivo electrónico necesario para utilizar la autovía.

"No tendremos aparatos hasta la próxima semana", aseguran en la oficina de Correos de la villa fronteriza. El departamento postal portugués es el único organismo, junto a las estaciones de servicio y las entidades multibanco, autorizado para vender el equivalente a los VIAT u OBE españoles. El primer desembolso llega con el alquiler del dispositivo. Cuesta 27 euros y si se utiliza una única vez tan sólo descontará 4,30 euros por su utilización durante una semana (en posteriores el reingreso baja a 1,40 cada siete días), aunque para ello es obligatorio devolverlo en perfecto estado y en la misma oficina que se adquirió.

Antes de salir de la expendeduría postal habrá que realizar otro abono, éste todavía más caro. Se trata de una recarga de 50 euros para los vehículos ligeros y de 100 para los pesados. En este caso no existe ningún tipo de devolución posible y únicamente tendrá validez durante 90 días.

Autopista o autovía
Las dos opciones para llegar hasta Oporto son la autopista A-3 o la autovía A-28, puesto que el trayecto por carreteras locales o regionales puede convertir un trayecto de apenas hora y media en tres o cuatro horas. Si usted se decide por la autopista, sepa que podrá pagar en euros en las cabinas de peaje, pero se encontrará con la desagradable sorpresa de que para entrar en Oporto tendrá que utilizar la circunvalación Grande Porto (A-25) o la Costa de Prata (A-41), ambas sometidas al mismo impuesto que el vial que lleva a Galicia, por lo que el problema sólo lo retrasará unos kilómetros.
Desde Valença hasta Vilanova da Cerveira, donde nace la A-28 al pie del Baixo Miño gallego, y Viana do Castelo, donde se encuentra el primer control, el tramo es gratuito. A partir de aquí aparecen sobre la carretera y en ambos sentidos unos enormes arcos que disponen de cámaras para grabar las matrículas. Si desde ese momento no ha pagado y es inmovilizado por la policía portuguesa, la sanción será cuantiosa.

La nueva directiva portuguesa para los vehículos extranjeros fija una multa "de valor igual a 10 veces la tasa de peaje, con un mínimo de 25 euros y un máximo de 125 euros".

El punto de reunión de los transportistas y conductores gallegos que este viernes se desplazaron a Portugal fue el primer área de servicio de la A-28. Allí, un puesto de Correos había vendido a mediodía un total de 18 dispositivos, doce de ellos para camiones y el resto para turismos, pero no faltaron las discusiones y la perplejidad se generalizó.

'No tiene sentido, no podemos pagar con euros'
"Esto no tiene ningún sentido, estamos en un mercado comunitario y no podemos pagar con euros", afirma Héctor Fateiro, coruñés que trabaja para una empresa catalana de mantenimiento de estaciones de servicio. Ese argumento es precisamente el que utiliza la Confederación de Empresarios de Pontevedra para pedir que se abra un procedimiento contra el cobro.
"Si yo voy con mis cinco euros en el bolsillo, me tienen que cobrar, no tengo por qué estar obligado a comprar ningún dispositivo", explica el presidente de la patronal, José Manuel Fernández Alvariño.

Los empresarios vigueses recibieron en las últimas horas una comunicación de la Dirección General de Transportes de la Comisión Europea que les hace concebir esperanzas. Rudolf Koranthali, miembro de la DGT comunitaria, considera que hay indicios suficientes de que Portugal no ha traspuesto correctamente la directiva europea e incumple el artículo 3 del Tratado de la Comunidad sobre la supresión de obstáculos para la libre circulación.

Además de las voces gallegas en contra del nuevo sistema, también los ciudadanos lusos se muestran reacios. La Associaçao Empresarial de Viana do Castelo ha realizado un informe en el que se alerta de la pérdida de competitividad para las empresas gallegas y portuguesas. El tráfico de pasajeros hacia el aeropuerto Sá Carneiro (utilizado por 420.000 gallegos al año) o a multinacionales como Ikea ha aumentado en los últimos años de forma considerable y el telepeaje se convierte en una gran amenaza.

En Portugal las recomendaciones son más pragmáticas. Algunos automovilistas lusos aconsejaban este viernes "saltarse el peaje y no pagar, no va a pasar nada". Lo cierto es que en el primer día de funcionamiento ni un sólo policía portugués se dejó ver en la autovía, pero ser 'pillado' supone un gran inconveniente, puesto que al tratarse de un ciudadano extranjero hay que abonar la multa en el momento. Todo un riesgo para un placentero viaje a la vecina Lusitania.


Nuevo sistema de peaje
- Adquirir un dispositivo electrónico: En áreas de servicio de las autovías afectadas y en oficinas de correos portuguesas. Su coste es de 27 euros.

- Devolución: Para recuperar lo invertido hay que devolverlo en perfecto estado y en la misma oficina. Los reingresos se dividen por semanas. Los primeros siete días suponen una devolución de 4,30 euros. Las semanas siguientes, 1,40 cada una.

- Recarga del chip: Debe realizarse en el mismo momento de la adquisición del dispositivo. Cuesta 50 euros para turismos y 100 para camiones. No hay devolución posible y sólo tienen validez durante tres meses.

Podia ser sobre o Orçamento


Vejo-os na televisão e nos jornais, ouço os seus débeis lamentos nas rádios. Filas espessas de gente submissa, resignada a pagar as estradas que os políticos tinham jurado "que se pagavam a si mesmas". Indecorosamente, o Estado força-os a longas esperas que fazem lembrar as filas que matizavam o Leste europeu antes da queda do Muro de Berlim para conseguirem comprar o aparelho, a única forma de pagar as portagens agora inventadas. Há gente que passou ali a noite. Outros revelam que já lá têm ido dias e dias seguidos mas em vão. E ainda há os que dizem ter chegado ali de madrugada para poderem conquistar as senhas que, ao entardecer, lhes presentearão o privilégio de serem esbulhados electrónica e quotidianamente pelo Estado. Recordo, envergonhado, a imagem de um homem que saiu da loja da Via Verde ostentando um riso que escancarava desmesuradamente a dentadura e agitando o aparelhinho diante das televisões como se tivesse ganho uma medalha de mérito - não percebeu, nem nunca alcançará, certamente, que o seu gesto apenas despertou escárnio por parte de quem manda ao contemplarem como os seus desmandos mais arbitrários são tão pronta e alegremente obedecidos.

O Estado nem se preocupou em disfarçar a sua imensa falta de respeito pelas pessoas. A muito anunciada venda de aparelhos nas estações dos CTT só aconteceu na sexta-feira. Os dispositivos electrónicos esgotaram, desmentindo as profusas declarações prévias dos comissários que o Governo enfiou nas múltiplas entidades que foram cúmplices nesta charada. Um desses "boys" teve até o topete de afirmar que "não estavam a contar com tanta afluência de público"! Ou seja, após anos de ameaças e de muitos meses de preparação ainda não sabiam, nem sequer aproximadamente, quantos automobilistas iriam precisar dos malfadados dispositivos?...

Os políticos da região, mesmo os que ainda protestaram em Junho, abstiveram-se agora de liderar as reclamações. A Comunicação Social nortenha apenas conta com este jornal e com a RTPN como representantes nacionais - o resto, apesar dos seus méritos, é totalmente ignorado de Aveiro para baixo. Os movimentos de protesto contra as portagens ignoraram, canhestramente, que a base de todo o problema nas Scut entre Aveiro e Caminha reside na proverbial falta de consideração do poder por tudo o que não afecte a pacatez dos interesses de Lisboa - cada vez que ouvia falar num buzinão na A28 /29 ou na rotunda dos Produtos Estrela era-me difícil conter uma paradoxal e sofrida vontade de rir. Como se aqueles que mandam se importassem com as barafundas e o trânsito emperrado a centenas de quilómetros dos seus roteiros habituais. Querem eles lá saber disso! Se, ao contrário, os buzinões e as marchas lentas acontecessem na capital, se os protestos furiosos sucedessem em frente aos gabinetes dos decisores, aí sim, eles temeriam os efeitos do seu desprezo pelo país. E bastaria que existisse uma recusa massiva a pagar as portagens para que os planos governamentais aluíssem como um castelo de cartas...

Mas não, os protestos esgotaram-se numa lógica enclaustrada , lesando prioritariamente os cidadãos que já estavam a ser alvo da injustiça das portagens. Foi tudo em vão - e o centralismo obteve uma espantosa vitória.

As pessoas entre Aveiro e Caminha acabaram por aceitar a sua imerecida punição de forma apática, quase bovina. Ninguém sabe ao certo quanto vai pagar. Mas o Poder ficou a saber que pagaremos o que eles quiserem e quando e como eles o definirem. Primeiro no Norte e no resto do país depois. Desembolsaremos taxas, impostos, multas, portagens, coimas, impostos sobre impostos, emolumentos, e tudo o mais que ocorrer na prodigiosa imaginação dos políticos e dos tecnocratas. Pagaremos sem rebuço, dóceis, de chapéu na mão, como eles tanto gostam.

A multidão anestesiada que matinalmente se amontoava nas filas para conseguir pagar aquilo que nunca lhes deveria ser exigido, espelha, infelizmente, o país que somos e já sem hipótese de remédio à vista. É a ilustração perfeita para o adágio com que o rei D. Carlos nos definiu há mais de um século: "Um país de bananas governado por sacanas".

Sócrates e governo de lisboa: VIGARISTAS e MENTIROSOS!


Se ainda houver um pingo de decência naquela corja do parlamento
Um só caminho:

CHUMBO e RUA!

O identificador das SCTU Nortenhas


Pastelaria do português

Sinais evidentes e incompetência política

Quinze anos de combate a sério à evasão fiscal tornariam PEC "evitável"

Os números oficiais mostram que o Programa e Estabilidade e Crescimento (PEC) anunciado está mal repartido entre grupos sociais.
O investidor Joe Berardo já assumiu que não será tocado. Os cortes nos benefícios fiscais (BF) das empresas pouco contribuem. Pouco se sabe ainda sobre o imposto sobre a banca.

Muito do desequilíbrio advém da urgência. O Governo - sob pressão externa - cortou na massa de contribuintes. Mas será possível encontrar outras fontes de receita que evitassem os cortes nos grandes montantes orçamentais da função pública, das despesas sociais e dos impostos indirectos que recaem sobre toda a população?

A resposta é afirmativa. Os dados da DGCI mostram que a evasão e fraude fiscal esconde elevados montantes por tributar e que os sucessivos governos perderam década e meia para combatê-las. Cortar os meios de fuga poderia ter evitado grande parte do PEC anunciado, caso tivesse havido vontade para avançar por aí.

Tributação do património

Em Abril de 1999, António Guterres incumbiu Medina Carreira de apresentar uma reforma da tributação do património, mobiliário e imobiliário. Mas Guterres recuou e apenas aceitou a tributação dos prédios urbanos. Mas nem isso avançou. Em 2003, o Governo PSD aprovou a reavaliação apenas dos imóveis urbanos vendidos. Os 11 milhões de prédios rústicos ficaram de fora e até agora apenas uma parte dos 6 milhões de imóveis urbanos foi reavaliada. A actualização das matrizes prediais não foi feita e não será cumprida a meta de 2013. O Governo está contra tributar as grandes fortunas. Mas por pressão do PP, um Governo PS acabou com o imposto sucessório e substituiu-o por imposto de selo. Resultado: grande parte da riqueza não é tributada.

IRS mantém concentração

Em 1996, os rendimentos dos assalariados e pensionistas pagavam 86 por cento da receita do IRS. Os independentes, os agrícolas, industriais, comerciantes, donos de prédios, de capitais e mais-valias pagavam os restantes 14 por cento. Em 2008, a concentração agravou-se: os assalariados e pensionistas já pagam 92 por cento de todo o IRS. Apenas este ano se aceitou tributar as mais-valias mobiliárias. Resultado: todo o rendimento além dos salários e pensões consegue facilmente fugir à tributação.

IRC esburacado pela evasão

Em 1994, só um terço das 200 mil sociedades pagava IRC. Em 2007, apenas 36 por cento das 379 mil empresas declararam actividade para pagar IRC. Mas cerca de 15 por cento pagaram o famoso pagamento especial por conta. Ou seja, mesmo com o pagamento especial, metade das empresas nada pagou. Em 1994, metade da receita de IRC foi paga por 123 empresas e, em 1995, quase 96 por cento das 200 mil sociedades (até 500 mil contos de facturação) pagaram 17 por cento da receita de IRC. Mas em 2007, os mesmos 96 por cento das empresas (até 2,5 milhões de euros de proveitos) pagaram 21 por cento da receita do IRC. Cresce o número de empresas com prejuízos, repercutindo-se nos lucros futuros. Entre 1989 e 1996, foram 35 mil milhões de euros de prejuízos fiscais (78 por cento do lucro tributável). De 1997 a 2002, mais 52,9 mil milhões (56 por cento do lucro tributável). E só nos cinco anos de 2003 a 2007 somaram 44 mil milhões (37 por cento do lucro tributável). Só este ano o Parlamento reduziu de 6 para 4 anos o número de exercícios em que se pode abater aos resultados. Resultado: um universo significativo das empresas não paga imposto, mas continua a existir.

Sinais exteriores de riqueza

Após dez anos de aplicação da Lei 30-G que penaliza as manifestações de fortuna, o Fisco continua sem acesso directo à informação que permite aplicá-la. A IGF criticou o Governo por nunca ter estabelecido a ligação directa entre o Fisco e as conservatórias do registo predial e do automóvel. O controlo dos barcos e aviões particulares é defeituoso. A própria lei dificulta a cobrança e o Fisco não fiscaliza - por ordem superior - barcos ou aeronaves. Resultado: nem as fortunas manifestadas no consumo são acompanhadas.

Métodos indiciários

Se a empresa omite facturação, o Fisco pode estimar a actividade por métodos indirectos, através dos "indicadores objectivos de base técnico-científica". Foram sugeridos pela comissão Silva Lopes em 1996, à semelhança de outros países. Estão na Lei Geral Tributária desde 1998, mas nunca foram aplicados, por pressão dos empresários. PS e PSD foram hesitando e adiando. O actual secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Sérgio Vasques, admitiu que o OE de 2011 trará novidades. Resultado: elevados rendimentos não foram tributados por falta de métodos de tributação.

Benefícios fiscais

Sousa Franco, ex-ministro das Finanças de Guterres, criticou os governos por cederem à pressão dos lobbies nos BF. Passados 15 anos, os dirigentes do Fisco queixam-se do desvirtuamento dos BF, sem que a lei mude. A própria IGF tem feito auditorias e concluiu que os BF e isenções fiscais (SGPS, por exemplo) são usados apenas por grupos económicos (em 2007, os fundos de investimento movimentaram 39 mil milhões de euros e pagaram de imposto 242 milhões de euros). As medidas de combate ao planeamento fiscal agressivo de 2007 foram frouxas, o Governo cedeu às pressões e Sérgio Vasques afirma-se insatisfeito. Resultado: milhares de milhões de euros conseguem evitar a tributação.

Sigilo bancário e fiscal

Dois tabus que unem os partidos à direita e as associações empresariais, mas que não existem em países como a Suécia. Os governos foram lentamente evoluindo. Desde ser contra, em 1995 - o ministro Sousa Franco foi o autor do sigilo bancário na década de 70 quando o jornal O diário divulgou as dívidas bancárias de Sá Carneiro -, até hoje, em que está previsto um mecanismo de acesso a saldos bancários de todos os contribuintes. No sigilo fiscal, a posição evoluiu de um "não" até se aceitar a divulgação das dívidas fiscais de quem já ultrapassou todas as fases de execução fiscal. Resultado: a evasão fiscal beneficia do sigilo.
(retirado do JN)

Eles comem tudo


A cobrança de portagens nas SCUT, ao ser implementada apenas no Norte do país, é claramente inconstitucional. Tratando de forma diferente os cidadãos, discriminando-os por razões de ordem regional, o Governo viola assim o artigo 13.º da Constituição e faz desta letra morta. Mas esta nova taxa é sobretudo imoral. Ao longo dos anos, sucessivos governos garantiram-nos que as SCUT seriam pagas inicialmente por fundos europeus, mais tarde através de uma componente do imposto sobre produtos petrolíferos e, bem mais recentemente, em 2005 e já com Sócrates, com as receitas provenientes do aumento do IVA. De mentira em mentira, até hoje. Continuam a esconder-nos que o contrato celebrado é ruinoso, pois garante às concessionárias rentabilidades da ordem de 14% e permite ainda, nos próximos anos, um crescimento das tarifas muito para além da inflação.
Este calamitoso negócio para o Estado só tem paralelo com o modelo de financiamento da dívida pública, com recurso a juros usurários da ordem dos seis por cento. O Governo poderia colocar dívida no mercado interno, através de títulos do Tesouro, desde que estes fossem remunerados de forma atractiva. Mas não, opta por recorrer a empréstimos junto dos bancos, pagando-lhes juros de seis por cento, quando aqueles se financiam junto do Banco Central Europeu a um por cento. A consequência imediata é a de que, por causa dos juros, o défice se agrava exponencialmente. E, além disso, escasseia o financiamento para as empresas. Seca-se assim o investimento privado, provocando uma recessão na economia.

Os donos do regime, bancos e construtoras, exultam. Para garantir ao sector financeiro o negócio chorudo e sem risco que é o de financiar o Estado, aumenta-se o IVA e reduzem-se os salários a centenas de milhares de portugueses. Para satisfazer a gula das construtoras, aplicam-se novas portagens. Para alimentar estes peixes grandes, como diria o Padre António Vieira, "são precisos muitos peixes pequenos".

Opinião divulgada no JN

Em tempo de peregrinações...


Fica entre o Pinhão e S. João da Pesqueira, no Alto Douro Vinhateiro.
Com a crise reinante, acredito que este será um local de grandes peregrinações...

Entrevista a S.A.R. D. Duarte, Duque de Bragança

Sanções e Dalilas

JORGE MAIA, in O JOGO

Se há uma coisa que ninguém pode negar é o carácter vanguardista do nosso futebol. Só este ano, já tivemos uma selecção nacional a jogar em piloto automático, uma bola cor-de-laranja que não se conseguia ver e um responsável pela arbitragem que avalia os árbitros em público, usando imagens televisivas para analisar questões técnicas - o que por sinal é interdito pela FIFA, que só admite o uso de vídeo para avaliar questões de natureza disciplinar. Agora, temos um inédito convite para que os adeptos não vão aos estádios. Um dia destes, há-de haver quem lamente a falta de público nos recintos desportivos, reclamando a tomada urgente de medidas e organizando debates públicos sobre o tema, mas hoje não é esse dia. Hoje, pelos vistos, justifica-se a vanguardista - e hilariante - aplicação de "sanções económicas" que metam os clubes pequenos na linha. Claro que, historicamente, as sanções económicas nunca conseguiram vergar ninguém, mas não deixa de ser curioso perceber que, 21 anos depois da queda do Muro de Berlim, ainda há quem acredite que pode recrutar aliados à força.

Atrás de um boi, vem sempre uma manada

Casas da Beira Litoral concordantes com Luís Filipe Vieira

Depois de se terem reunido em Miranda do Corvo, as casas do Benfica da Beira Litoral decidiram aderir ao apelo de Luís Filipe Vieira.
Assim, as casas do Benfica de Coimbra, Águeda, Ansião, Arganil, Aveiro, Bairrada, Condeixa, Estarreja, Gândaras de Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Murtosa, Ovar e São João da Madeira irão “apelar aos seus sócios e simpatizantes à não comparência no jogo Beira-Mar - Benfica, a 28 de Novembro, bem como nos jogos a realizar em Coimbra, Figueira da Foz e Leiria”.
Rafael Pereira, dirigente da Casa do Benfica de Miranda do Corvo, afirmou que estas medidas foram “aprovadas por unanimidade e quase aclamação”.


Esta espécie encornada é do baril: onde é que já se viu desportistas a apelarem ao boicote ao desporto?!

... Vieira falou (leu) e é como quem diz, o circo desceu à cidade...

O "encornado" presidente Vieira, em entrevista dada à rádio pública e largamente difundida (à rádio, porque tinha que ler, pois é que como sabem, o moço é um bocado para o analfabeto - só o Miguel Sousa Tavares que tinha a oportunidade de lhe fazer "aquelas" perguntas é que se acobardou-) largou esta pérola:

"O Benfica não indicou ninguém, mas aquilo que penso que poderá vir a suceder é Fernando Seara candidatar-se. Nesse caso, terá de certeza absoluta o apoio do Benfica, assim como penso que vai acontecer por parte do País em geral», disse Luís Filipe Vieira, em entrevista à Antena 1. Razões para tal apoio: «É uma pessoa seríssima e consensual, que está muito por dentro do desporto nacional, nomeadamente do futebol."

"O que foi apanhado nas escutas a escolher árbitros, mas que a super-procuradora esqueceu" já lá quer um coelho "encornado", o Seara. Dizer que a besta é pessoa humana "séria e consensual" é uma anedota pegada. Mas percebe-se. Vieira afasta assim um putativo candidato ao seu lugar e por outro lado, o fanatismo daquele que é o presidente de uma câmara municipal sulista é uma forte lança da FPF, ou não se soubesse que a arbitragem e a justiça/disciplina vão deixar a Liga e retornar à FPF.
Mas estas bestas encornadas pensam que andamos aqui a dormir?

Já agora, fica aqui um boneco que comprova a sua má educação e que respeito pelas opiniões alheias não fazem parte do engraçado (gay) fulano encornado:
(ver a passagem aos 1,23)

De Espanha, nem bom vento ...

"Final do Campeonato do Mundo no Santiago Bernabéu, jogo de abertura no Camp Nou. É isto que está previsto no caderno de encargos da Candidatura Ibérica ao Mundial de 2018 ou 2022. De acordo com aquilo que foi publicado no site oficial, nesta segunda-feira, o Estádio da Luz receberia uma das meia-final, com o Estádio do Dragão a acolher o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares."
(no 'mais futebol')


Mais: para além da fase de grupos, 8 jogos em 32!!!?, talvez uma 'meia-final' e o jogo triste de atribuição do 3º. lugar.
Nas 18 partidas da fase 'mata-mata' e 'final' ficamos com dois jogos...

É o que fazem as uniões com Espanha....

Reacção imprevisível

Artigo de opinião de Jorge Maia (um dos melhores escribas), no JOGO:

André Villas-Boas é jovem e impetuoso, dois "defeitos" que costumam passar com o tempo. Se não fosse tão jovem, nem tão impetuoso, poderia ter tido a presença de espírito para dar os "parabéns" a Carlos Xistra pela sua arbitragem. Foi o que Jesus fez no Marítimo-Benfica: deu os "parabéns" a João Capela. E deu-lhos com vontade. Aliás, a vontade de dar os "parabéns" ao árbitro era tanta que não parou de esbracejar na direcção dele durante todo o jogo, não resistindo a partilhar as suas boas intenções com o quarto árbitro, que lhe foi pedindo paciência, explicando-lhe que não, não podia estar a gritar-lhe assim os "parabéns" desde a linha lateral por tudo e por nada. E no final do jogo, foi ver Jesus apressar-se na direcção de João Capela e perder uns bons três ou quatro minutos a dar-lhe efusivamente os "parabéns", no que, de resto, foi acompanhado por Carlos Martins e Rui Costa. Uma festa, com o árbitro no centro, sem reacção. O problema é que nunca se sabe quais são as festas e os "parabéns" que deixam os árbitros assim, sem reacção.


Vemos Jorge Jesus a gesticular, a berrar, a insultar (árbitros e até outros colegas de profissão) e nada lhe acontece. Nem uma advertência. Villas-Boas solicita ao árbitro que este consulte um oftalmologista para que melhore a sua visão e pumba: expulso! Irra, isto tem nome, não tem?!

A Europa é cobarde


A Europa está sob ameça terrorista.
A Europa está a ser governada por bananas que permitem que o seu solo, os seus valores e as suas nações sejam devassadas por indivíduos estrangeiros que querem impor no nosso Continente os seus valores, confessadamente beligerantes e anti-europeus.
Vemos, ouvimos e assistimos um presidente fascista, mais concretamente o louco e extraordinárimanente perigoso presidente iraniano, em plena sessão da ONU a dizer barbaridades sobre o 11 de Setembro e sobre a grande Nação Americana e a manifestar o seu ódio contra o Povo de Israel, e ainda assim, muitos europeus (e até os sempre perigosos russos) a dar-lhe o seu apoio e até urânio para aqueles fanáticos muçulmanos mais dia menos dia espetarem com umas ogivas nos nossos terriotórios... Nada lhe acontece, e aquela nação governada por terroristas fanáticos continua a sua missão de preparação para a destruição dos valores ocidentais.
Mas um homem livre, que manifeste a sua indignação contra aqueles bárbaros ou contra aqueles que usam o Corão para adulterar a sua palavra em proveito dos seus desígnios de guerra e violação dos direitos humanos é perseguido e julgado.
Está a passar-se na Holanda onde o deputado Geert Wilders afirmou que "a liberdade de expressão de muitos holandeses está a ser julgada", na abertura em Amesterdão do seu processo por incitamento ao ódio racial contra os muçulmanos.

"Estou a ser julgado, mas é a liberdade de expressão de muitos holandeses que está a ser julgada", declarou o deputado, líder do Partido da Liberdade, que ficou em terceiro lugar nas eleições legislativas de 09 de junho.

"Dei a minha opinião no âmbito do debate público e posso garantir que continuarei a fazer o mesmo", disse Wilders. "A democracia precisa de um debate aberto e livre, sobretudo nas questões sensíveis", afirmou.

Wilders, de 47 anos, foi autorizado pelos juízes a falar durante dois minutos, a pedido pelo advogado, que anunciou, em seguida, que o seu cliente não voltará a falar durante o processo. O julgamento deverá prolongar-se por sete dias de audiências.

"Disse tudo o que queria dizer e não vou retirar nenhuma palavra", sublinhou Wilders e concluiu: "a conselho do meu advogado, recorro ao meu direito ao silêncio".

Wilders, cujo Partido da Liberdade (PVV) apoia uma coligação liberal cristão-democrata, incorre numa pena de um ano de prisão ou 7600 euros de multa.

O deputado é julgado por ter qualificado o Islão de «fascista»...

Wilders é acusado de incitamento ao ódio racial, discriminação dos muçulmanos e dos estrangeiros não ocidentais, em particular os marroquinos, e insultos aos muçulmanos.

Ratos de Esgoto (Política) III

Palácio Miraflores - Caracas
Ditador fascista Chavez
(eleito por 5,4 milhões de mentecaptos venezuelanos)

Podridão Centralista e Republicana I

10000 salários mínimos
ou
4,75 milhões de euros
é o valor que os candidatos à Presidência da República que obtenham mais de 5% dos votos poderão distribuir ente si, à custa do OE.
A subvenção dos contribuintes só é paga se for reclamada e, de acordo com a lei, até ao limite das despesas de campanha efectivamente realizada.
São admitidas como despesas elegíveis as realizadas nos seis meses anteriores à eleição.
Os candidatos já podem, por isso, gastar por conta.

Ratos de Esgoto (Política) II

Ricardo Gonçalves (PS)
"Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar.
Eu e muitos outros deputados da província.
Quase não temos dinheiro para comer»
Setembro 2010

Ratos de Esgoto (Política) I

Almeida Santos:
O Povo tem que sofrer as crises como o Governo as sofre”!?
29.Setembro.2010

Meet Portugal's Boy Genius



By GABRIELE MARCOTTI
Some coaches get their shot with a major club at a relatively tender age (in coaching years, anyway). Barcelona's Pep Guardiola was 37 when he got the gig.

And there are those who get a crack at the big time without ever having played beyond amaetur level, like Aston Villa's Gerard Houllier. There's another, smaller subset which includes those who advanced to top jobs with little or no head-coaching experience, like Real Madrid's Jose Mourinho when he took over at Benfica.

But the above examples are all rare. Rarer still is a guy like Porto boss Andre Villas Boas, who falls squarely in all three categories and, if his vertical ascent continues, could herald a change in the way clubs recruit managers.

Mr. Villas Boas's side goes for its 12th consecutive win in a competitive match on Monday night when it makes the short drive inland to take on Vitoria Guimaraes. Right now, Porto is 11 for 11 in the Portuguese League, Europa League and Portuguese SuperCup. What's more, it has shut out the opposition in all but two games. And it did it despite the departure of two stalwarts - defender Bruno Alves and midfielder Raul Meireles - over the summer.

All of this is remarkable enough until you consider that Mr. Villas Boas is just 33 years old and, prior to this season, had just 23 league games' worth of managerial experience, all of them at Academica Coimbra, the provincial club which appointed him just over a year ago. When he took charge of Academica, it was winless and dead last. By the time the season was over, Mr. Villas Boas had guided it to respectability (11th place in the 16-team league) and to the semifinal of the Portuguese League Cup.

It was enough for Porto - one of the traditional Portuguese giants - to put its eggs in Mr. Villas Boas's basket in an attempt to bounce back from a rare season which saw it finish third, only the second time since 2002 that it failed to win the league.

Mr. Villas Boas was still a teenager when he started working in Porto's scouting department way back in the mid-1990s. The club was impressed both by the breadth of his tactical understanding and his ability to produce scouting reports players could digest easily. Yet he may never have gone any further if, in early 2002, the club had not turned to Mr. Mourinho, himself an unorthodox rising star of management. Mr. Mourinho took him under his wing, making Mr. Villas Boas an integral part of his staff, both at Porto, where he won two league titles, the Champions League and the UEFA Cup and later during his successful spells at Chelsea and Inter Milan. By the time he moved to Chelsea, Mr. Villas Boas's pre-match scouting included personalized DVDs for each player, outlining their direct opponent in the next game, including strengths, weaknesses and tendencies.

Given Mr. Mourinho's reputation, it was quite the calling card, and Mr. Villas Boas openly admits that it helped him land the Academica job. But he bristles at those who consider him Luke Skywalker to Mourinho's Yoda. Or, among his detractors, Mini Me to the self-anointed "Special One's" Dr. Evil.

While Mr. Villas Boas employs the 4-3-3 formation Mr. Mourinho used to such great effect at Chelsea, it's a more fluid system, with the wingers often turning into strikers. He lacks Mr. Mourinho's charisma - that unparalleled ability to seduce players, media and fans - and comes across as less confrontational and self-assured. On the other hand, he may be more tactically sophisticated and his Porto squad attacks more than Mourinho's teams at Chelsea and Inter (the jury's still out on Real Madrid).

It's tempting to call Mr. Villas Boas soccer's answer to Theo Epstein, who rose from the San Diego Padres' public relations department to become general manager of the Boston Red Sox at age 29. Both are outsiders who brought a novel approach to understanding the sport and landed important jobs at a young age. But the crucial difference is that Mr. Villas Boas's role is far more hands-on, running training sessions and making all the game-day decisions.

He's an interloper in the inner sanctum, having never played the game at any significant level. And while he's not the first to do so, those who came before him, like Mr. Houllier, served long apprenticeships working their way up through the lower leagues.

Mr. Villas Boas's appointment obviously owes a lot to his mentor. But it's also a bold move, a striking departure from the groupthink and conventional wisdom so prevalent in soccer. You'll know whether it worked the day you read a profile of Mr. Villas Boas that does not mention Mr. Mourinho.

A Budding Brain in the Bundesliga
Another young manager is making waves in Germany's Bundesliga. Saturday's 4-2 win over Hoffenheim made it seven straight wins to start the season for Thomas Tuchel and Mainz, matching a record held by Bayern Munich (1995-96) and Kaiserslautern (2001-02). It's particularly remarkable when you consider that the 37-year-old Mr. Tuchel is only in his second season as manager and that Mainz is historically a small club with a shoestring budget. (It only gained promotion to the Bundesliga two years ago.)

LIke Mr. Villas-Boas, Mr. Tuchel's path to the top has been somewhat unorthodox. When forced to retire from injury at 24, he chose to enroll in university while coaching youth teams on the side and tending bar a few nights a week to pay his tuition. He soon developed a reputation as a workaholic talent-spotter with a knack for developing players. Mainz appointed him last summer and now, in his second season in charge, he sits atop the Bundesliga.

Mr. Tuchel's formula for success is a blend of tactical know-how and flexibility (he often switches formations several times in the course of a single game), hard work (he spends four to five hours a day reviewing film, both games and training sessions) and some new-age management techniques (he demands players look each other in the eye when greeting one another and everyone gets addresed by their first name.)

The Bundesliga is perhaps the most balanced and unpredictable of Europe's top leagues, so it's too early to crown Mr. Tuchel as the next big thing. But Mainz has already beaten such heavyweights as Werder Bremen, Bayern Munich and Wolfsburg (the last two on the road), suggesting that perhaps the hype is not entirely misplaced.


Gabriele Marcotti is the world soccer columnist for The Times of London and a regular broadcaster for the BBC. His column normally appears on Sundays. Write to him at gabriele.marcotti@gmail.com.

XISTREMA de regresso

... Os vimaranenses fartaram-se de dar no osso: nada lhes aconteceu; Fucile faz uma falta amarelo, faz duas e é expulso. Fantástico este critério....
O "centralismo" da 2ª circular está de volta!


Nota1: Quantas vezes já vimos o Jesus a bociferar e a insultar os árbitros!???
Quantas vezes já foi expulso???


Nota2:A próxima expulsão? Essa é fácil: Hulk (está a chegar o jogo com os encornados!)

Vigarista tem nome: Sócrates!

A fraude socialista

Barradas: profissão deputado ridículo

Parolismo!

Matemática do Amor

Antes de mais o texto ficava melhor se conseguisse fazer parágrafos------------ Um Quociente apaixonou-se Um dia Doidamente Por uma Incógnita.-------------- Olhou-a com seu olhar inumerável E viu-a, do Ápice à Base... Uma Figura Ímpar; Olhos rombóides, boca trapezóide, Corpo ortogonal, seios esferóides.--------------- Fez da sua Uma vida Paralela à dela. Até que se encontraram No Infinito.--------------------- "Quem és tu?" indagou ele Com ânsia radical. "Sou a soma do quadrado dos catetos. Mas pode chamar-me Hipotenusa."--------------- E de falarem descobriram que eram O que, em aritmética, corresponde A alma irmãs Primos-entre-si.----------------------- E assim se amaram Ao quadrado da velocidade da luz. Numa sexta potenciação Traçando Ao sabor do momento E da paixão Rectas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.-------------- Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas E os exegetas do Universo Finito. Romperam convenções newtonianas e pitagóricas. E, enfim, resolveram casar-se. Constituir um lar. Mais que um lar. Uma Perpendicular. Convidaram para padrinhos O Poliedro e a Bissectriz. E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro Sonhando com uma felicidade Integral E diferencial. E casaram-se e tiveram uma secante e três cones Muito engraçadinhos. E foram felizes Até àquele dia Em que tudo, afinal, se torna monotonia. Foi então que surgiu O Máximo Divisor Comum... Frequentador de Círculos Concêntricos. Viciosos. Ofereceu, a ela, Uma Grandeza Absoluta, E reduziu-a a um Denominador Comum. Ele, Quociente, percebeu Que com ela não formava mais Um Todo. Uma Unidade. Era o Triângulo, chamado amoroso. E desse problema ela era a fracção Mais ordinária. Mas foi então, que Einstein descobriu a Relatividade. E tudo que era expúrio passou a ser Moralidade Como aliás, em qualquer Sociedade.