Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

O Porto em imagens (504)


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"I´m in love with Porto"

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A antecâmara da Guerra Civil em Portugal: IVO o salvador de criminosos

Ivo Rosa está habituado a ilibar gangues e irá libertar o gangue socialista, tal como o fez com o "Gangue do Multibanco" com 100 assaltos no país e um assassinato, Ivo Rosa teve 12 arguidos julgados por crimes graves como associação criminosa, roubo agravado, furto qualificado, posse de arma proibida e tráfico de droga. Ivo Rosa só condenou um e a uma pena de prisão de 2 anos, por tráfico de droga. Para o magistrado, não existia uma prova direta da prática dos crimes, colocando 11 marginais na rua.

Vida eterna ao Futebol Clube do Porto!

 
20 momentos-chave ao longo de 125 anos de muita história!
 
 

Escutar os encornados a chamar "GATUNO" ao Capela foi a coisa mais honesta que aquelas cloacas disseram em várias décadas



O Porto em imagens (501)


Promoções Socialistas


Descubra as diferenças e depois diga que esses muçulmanos que nos invadem são gente de paz...


A realidade dos assassinatos em fazendas sul-africanas - Lauren Southern

O Porto em imagens (500)


Porto d'outrus tempus

É tão bom, não foi?

O Porto não pediu, o Porto embarcou na viagem. Alimentou a expectativa da vitória por sugestão. Não podia ser de outra forma. Não se nega uma prenda tão faustosa como a sede do Infarmed. Afinal, Lisboa, o Governo de Lisboa, tinha uma cabeça centralista mas um coração que bombeava iniciativa para outras partes do território. Mas, no final, não sobrou nada. O Porto foi enganado. Enxovalhado. Não há outra forma de dizê-lo. Não pôde festejar uma conquista que não quis e que lhe prometeram com a mesma leviandade com que lha tiraram. A máquina centrifugadora do Estado carbura com a eficácia de um motor japonês. Mastiga e deita fora.

Não há, na análise fria dos acontecimentos, uma lógica capaz de justificar o comportamento sinuoso do ministro da Saúde e do primeiro-ministro. Foi a pressão exercida pelos trabalhadores? Foi o lóbi das farmacêuticas? Foi o relógio eleitoral? Ou foi nada? O mesmo nada com que se lançou o Porto a um naco suculento de influência, ancorado num processo manco desde o berço, que foi gatinhando, de forma trôpega, até uma aparatosa e esperada queda? Desconfio que é neste nada que se encontra tudo. E isso é assustador pelo que representa. Pela dimensão com que um Governo se entregou a um ato tão tristemente amador.

A descentralização é um verbo de encher. Já desconfiávamos. Comprovámo-lo agora. E, no entanto, andamos quase um ano nisto. Nesta mentira. Faça-se um estudo, crie-se um grupo de trabalho, encontre-se um edifício, os trabalhadores deslocados que tenham paciência e comecem a pensar na (nova) vida. António Costa não teve a coragem (e a honestidade) de se comprometer. Adalberto Campos Fernandes foi o equilibrista do costume, dos que gingam sem rede, porque tantas asneiras depois continua sentado na cadeira de ministro. No final, foi só um desconseguimento que o Governo saberá compensar mais perto das eleições. O Infarmed no Porto é tão bom, não foi?

O Porto em imagens (499)


Lisboa 1 Porto 0. Centralismo 1 Descentralização sempre zero

O processo de transferência do Infarmed para o Porto durou dez meses de ridículo. Mas no fim não cai o Carmo nem a Trindade nem o ministro

Há poucas histórias mais ridículas neste governo do que a da transferência do Infarmed para o Porto. Foi uma brincadeira de adultos, um tratado de leviandade assinado pelo ministro da Saúde, mas que parece não ter grande impacto na Lisboa que se julga Portugal e age como tal. A melhor frase para resumir esta pessegada foi dita por Rui Moreira semanas antes da hora oficial do óbito: “O Infarmed é a anedota da descentralização”.

A hora oficial do óbito aconteceu esta sexta feira e foi dada por Adalberto Marques Fernandes, no Parlamento, aliás com a tibieza que marcou todo o processo: a transferência, disse, foi “suspensa”, como se alguma vez tencionasse não enterrar o projeto e apenas deixá-lo morto em câmara ardente. Vai ser estudado por outra comissão, disse. Está-se mesmo a ver.

Aquilo que começou por ser anunciado pelo primeiro-ministro como definitivo (“vou repetir pela quinta vez”, afirmou, “a decisão do governo é que o Infarmed vá para o Porto, estamos entendidos?”), passou depois a estar sujeito a um relatório técnico; quando o relatório técnico apoiou a transferência, ela ficou “suspensa” porque o “contexto político” mudou e porque a vontade dos trabalhadores não era essa. Que surpresa. Se a vontade dos trabalhadores é determinante, então a descentralização de serviços do Estado morreu, fica tudo onde está. E não é preciso fazer relatórios nem anunciar projetos, basta ir à cantina de cada serviço e perguntar se alguém quer mudar de cidade. Este processo durou dez meses mas ao fim de dez minutos já os trabalhadores, claro, estavam contra.

O que mudou “tendo em conta o contexto político” não foi a criação de uma comissão para estudar a descentralização, foi que o governo não está para enfrentar uma controvérsia por causa disto. Trabalhadores do Infarmed 1 – governo 0. Lisboa 1 – Porto 0. Centralismo 1 – Descentralização sempre zero.

É claro que este vento não mexe uma palha em Lisboa, que responde que isto é bairrismo do Porto e que descentralizar não é só para o Porto. Nem vale a pena explicar que o Porto nunca pediu o Infarmed e que o bairrismo é de Lisboa, mas é um bairrismo tão altivo que a cidade nem se vê a si mesma. E é verdade que descentralizar não é só para o Porto mas, por este andar, não é para o Porto nem para lado nenhum. “É muito mais pacífico dizer que já não vai para o Porto do que decidir que vai para o Porto”, afirma este domingo o socialista Manuel Pizarro no Jornal de Notícias, referindo-se à “condescendência” com que os deputados ouviram a notícia. Pizarro acrescenta que o ministro da Saúde devia pelo menos pedir desculpa. Ou então pedir um espelho, dizemos nós, para perceber a figura que fez.

Não cai o Carmo nem a Trindade nem o ministro. O processo foi ridículo do princípio ao fim, matando à nascença uma ideia que era boa. Sim, boa. Descentralizar não é apenas dar mais poderes administrativos e transferir dinheiro, o que pode até ser um presente envenenado, se servir para desresponsabilizar o governo da escassez de orçamentos de serviços públicos subfinanciados (como escolas, hospitais, transportes públicos). Dispersar serviços do Estado pelo país é um problema para os trabalhadores na transição, o que é atendível, mas distribui não apenas poder como também postos de trabalho e riqueza pelo país. Precisamente o que Lisboa não quer. E os governos são tão lisboetas como um fado da Severa cantado na Mouraria. 

Sai Luisão e entram 3 advogados!

Nova modalidade ou sinal dos tempos?!

Narcos da Mouraria



O Porto em imagens (498)


Ó Meirim! Ainda não viste esta agressão? Ou só tens olhos para o Brahimi ?!


SERÁ QUE É POR SER UM AGRESSOR DO TEU CLUBE?

Porcos encornados e uma das fugas ao fisco


O Porto em imagens (497)


Boifica é merda!

Então o irmão de Nuno Cabral colocava nas redes sociais que ia ver jogos por convite do gabinete jurídico (de Paulo Gonçalves) e isto é tudo uma calúnia e nada está provado?


Reconhecimento Facial


PCP = Partido Com Património (Isento de IMI) - Da (in)coerência e (i)moralidade







Paulo Gonçalves no Vaticano com duas freiras

Ainda duvidam que é religioso? 
Aposto que era um domingo de manhã…


As "missas" encornadas


Por baixo da mesa. E a CMVM já se pronunciou? E o Fisco?



Sem relatório não há convites


A "capela" do Paulo Gonçalves




O Porto em imagens (496)

(Joaquim Rios)

Porque é Francisca Van Dunen Ministra da Justiça?

E já agora quem é Francisca Van Dunen ?
Francisca Van Dunen foi premiada com um tacho de Ministra pela acção, enquanto diretora do DIAP de Lisboa, no processo Casa Pia, protegendo o Partido Socialista, o Paulo Pedroso, o atual presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, bem como o seu antecessor Jaime Gama. O trabalho desta Angolana é muito, pois agora pretende afastar a Procuradora Joana Marques Vidal, para proteger os interesses do MPLA e aliviar a tentação socialista evitando a prisão de Armando Vara, José Socrates e outros corruptos a contas com a justiça.
O presidente José Eduardo dos Santos pertence ao clã van Dunen, em cuja família foi criado, a família da Ministra esteve em 1977 no movimento pelo avanço do marxismo-leninismo e pela negritude contra os brancos e mulatos, no qual pontificava José van Dunen, irmão de Francisca, que tinha o apoio de Moscovo e de Havana, nessa chacina foram mortos 30 mil pessoas, além dos que foram presos e torturados pela DISA na purga subsequente, sempre sob a batuta de Fernando José de França Dias van Dunen (ex-primeiro-ministro), o falecido Pedro de Castro van Dunen «Loy» (ministro de várias pastas), José Vieira Dias van Dunen, ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Cândido van Dunen, Luzia Inglês van Dunen «Inga», líder da OMA (secção feminina do MPLA)." [via]

Provas


Estou sim? É da polícia? Preciso de reportar um crime sff


Hoje, a equipa B do FC Porto foi roubada. O cabrão chama-se João Jacob e é um dos padres dos ... encornados

A equipa B do FC Porto foi espoliada de uma grande penalidade na 1ª parte e viu um lance legal, que seria o 2-0, ser anulado por pretenso fora de jogo.
Quem foi o "padre" que rezou bem a missa?
João Jacob que assim seguiu a "homilia" do ordenador Adão Mendes.
Coincidências?


Se a Justiça portuguesa for justa, brevemente na Carregueira


sport lisboa boifica e putas

MAIS UM TÍTULO INTERNACIONAL PARA O CLUBE MAIS CORRUPTO DO MUNDO


Praia privada


"Nunca mais fez um jogo no Estádio da Luz, nem voltará a fazer por muito, muito tempo" Sim... porque o boifica controla a nomeação dos delegados.. ah pois.. controla mesmo!


O Porto em imagens (495)

(Fundação Marques da Silva - Ismael Queiroz)

PGR: os políticos de lisboa acabam de abrir a Caixa da Pandora

Os VERMES Marcelo e Costa serão os responsáveis por aquilo que vier a acontecer quanto à justiça. Bastará que um filho da "punta cana" corrupto seja ilibado, pessoa ou clube, político ou banqueiro, que o povo terá legitimidade para "apagar" essa gente! Os vermes e os corruptos!

Corruptos, manipuladores, sonsos e marionetas: é esta a "elite" que temos em lisboa

Estás safo meu querido amigo…

António Costa, amigo de José Sócrates, propôs a Marcelo Rebelo de Sousa, amigo de Ricardo Salgado, o afastamento de Joana Marques Vidal, a única Procuradora Geral que teve a coragem de acusar os todo-poderosos Sócrates e Salgado. Ao afastar Marques Vidal, sobre proposta de Costa, Marcelo escreve uma página negra na História da Justiça em Portugal.


Se Governo e Presidente queriam tanto alguém com o perfil de Joana Marques Vidal, porque é que não voltaram a convidar Joana Marques Vidal?

Um comunicado às 21h, já depois de ter passado a hora dos telejornais e a possibilidade de os diários trazerem grandes reacções pela manhã. Em dia de futebol, para os canais por cabo não dedicarem demasiado tempo ao assunto, já que era indispensável debater as incidências do formidável Sporting-Qarabag. Na despedida de Marcelo da universidade, para que o tempo de antena presidencial fosse ocupado por um fait-divers académico-social, em vez da substituição da procuradora-geral da República. Esta é a estratégia de duas consciências pesadas, muito reveladora das verdadeiras intenções de António Costa e de Marcelo Rebelo de Sousa.

O ex-amigo de José Sócrates e o ainda amigo de Ricardo Salgado nunca quiseram a continuação de Joana Marques Vidal. O que eles queriam, como um membro do Governo explicou ao PÚBLICO, era “evitar tentações de messianismos populistas”. Aquilo de que Costa e Marcelo sentiram absoluta necessidade foi de o poder político mostrar ao poder judicial que a separação de poderes é uma coisa muito bonita, sim senhora, mas um está mais em cima, e outro mais em baixo. Uns escolhem, os outros são escolhidos. Não é que Costa ou Marcelo sejam corruptos. Não são. Não apreciam, não gostam e até combatem. Simplesmente, a corrupção não lhes revolve as entranhas – sendo ao mesmo tempo cínicos e pragmáticos, encaram-na com fatalismo, como uma consequência inevitável da acção política.

As pessoas olham para o perfil de Lucília Gago e concluem que é muito semelhante ao de Joana Marques Vidal. É mulher. Reservada. Oriunda dos tribunais de família. Sem ligações conhecidas ao poder político. Mas se Governo e Presidente queriam tanto alguém com o perfil de Joana Marques Vidal, porque é que não voltaram a convidar Joana Marques Vidal? Ah, espera, já sei, a independência, a Constituição, o mandato “longo e único”, as boas práticas democráticas. Não gozem comigo. O respeito pelas boas práticas democráticas está à vista no miserável teatrinho que foi feito esta semana, com simulacros de audições que ainda não vi devidamente denunciados. O PÚBLICO garantia na quinta-feira que o nome de Lucília Gago tinha sido escolhido “por mútuo acordo, há mais de uma semana”, entre Costa e Marcelo, e na quarta-feira andava a ministra da Justiça a ouvir os partidos parlamentares para “debater a continuidade da procuradora-geral da República”. São estas as boas práticas e o respeito pela democracia? 

Mário Figueiredo: um escroque ao serviços dos porcos encornados (II)


Joana Marques Vidal: ELES ATREVERAM-SE!

O governo pôde sanear a Procuradora-Geral da República porque a oligarquia política está finalmente em sintonia e porque, acima de tudo, aprendeu a desprezar os portugueses.

Primeiro, mostraram vontade. Depois, fingiram recuar, por entre notícias contraditórias. Finalmente, na noite das facas longas do regime, deram o golpe, e despediram a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal. Atreveram-se mesmo.
 
É bom lembrar o que estava em causa. É verdade que o governo e o presidente da república não eram obrigados a reconduzir a Procuradora-Geral da República. Mas nas actuais circunstâncias, era perfeitamente legítimo esperar que o fizessem. Primeiro, porque a justiça portuguesa não tem simplesmente entre mãos uns quantos casos melindrosos, mas, segundo a acusação da Operação Marquês, uma conspiração para subverter a democracia, a qual só no mandato da Dra. Joana Marques Vidal pôde ser investigada. Segundo, porque o governo é neste momento exercido por antigos colegas de José Sócrates. Por tudo isto, talvez se pudesse esperar do governo e do presidente da república um zelo redobrado para não deixar nenhumas dúvidas de que o poder político não pretendia de modo nenhum influenciar o curso da justiça, por exemplo substituindo a Procuradora-Geral que deixou, como lhe competia, prosseguir a investigação.
 
Não foi isso que aconteceu, e é importante perceber porquê.
 
A oligarquia portuguesa gerou, nos últimos anos, dois projectos de domínio do Estado e do país. O primeiro, conforme descrito na acusação a José Sócrates, assentou no controle das alavancas política, judicial, financeira e mediática por uma pequena facção liderada pelo então primeiro-ministro Sócrates. O objectivo era o monopólio das grandes decisões e dos grandes rendimentos por uma clique defendida contra qualquer sério escrutínio da justiça ou da imprensa. É uma estratégia que faz lembrar a gestação das autocracias da Europa de leste, onde as aparências da democracia (eleições, tribunais) servem apenas para encobrir a concentração do poder em poucas pessoas.
 
A estratégia socrática, tal como analisada na acusação da Operação Marquês, foi comprometida pela crise financeira e pela decorrente falência do Estado, bancos e empresas que tinham sido a base de influência do socratismo. Os seus protagonistas principais acabaram mesmo sob a alçada da justiça, para grande espanto dos próprios e dos seus sequazes.
 
Mas a partir do fim do ajustamento financeiro, a oligarquia não demorou a gerar outra forma de organização do poder. Ainda protagonizada pela rede de amigos e de famílias que esteve com Sócrates no governo, já não assenta, porém, no exclusivismo de uma facção, mas na sua disponibilidade, num ambiente de fraqueza geral dos partidos e corporações, para mediar toda a espécie de entendimentos, muito para além do que era costume. Foi assim que o Partido Comunista, com os seus sindicatos de funcionários, e o Bloco de Esquerda, com a sua universidade e o seu jornalismo, acabaram na rede – a mesma rede em que um desesperado Rui Rio tenta agora arranjar o seu pequeno lugar. É este o contexto que tornou possível a liquidação de Joana Marques Vidal, a que os outros partidos não se opuseram, ao contrário do que teria acontecido se ainda houvesse oposição, e que o presidente da república, também por isso, consentiu.
 
O consenso, por mais alargado, nunca teria porém encorajado a oligarquia, não fosse outro factor: a percepção que têm da sociedade portuguesa, envelhecida, endividada e dependente. Os oligarcas convenceram-se de que em troca de mais uns euros de ordenado ou pensão, de preferência à custa dos impostos do vizinho, Pedrogão pode arder, Tancos pode ser assaltado, e a Procuradora-Geral da República despedida, que ninguém lhes pedirá contas. Sim, eles atreveram-se — porque aprenderam a desprezar-nos. Com razão? (Rui Ramos, aqui)

Marcelo: uma marioneta

image.aspxnNo último dia de aulas de Marcelo, o último erro político de Marcelo. Se já desconfiávamos que o homem era um boneco de palha nas mãos do líder do segundo partido português, ele fez-nos hoje o favor de o confirmar sonoramente. Marcelo é um pobre clown da política portuguesa. Não conta para nada, não risca nada. Mais lhe valia ficar-se pela Universidade por onde andou quarenta e seis anos.(daqui)

A maior reserva natural de toupeiras


1/3 dos fumadores é imortal?


Carlos Daniel na FPF: o prego que faltava para a Federação ser controlada pelo corrupto boifica

Luís Sobral, Afonso de Melo e, por fim, Carlos Daniel. O novo canal da FPF será a representação ideal de uma Federação completamente amordaçada pelos líderes de um clube.

Mário Figueiredo: um escroque ao serviço dos porcos encornados


Também existem toupeiras na PSP?



Lembram-se do "diabo de gaia" que agrediu um árbitro em pleno jogo?


César Boaventura não paga os extras?



Como é que é? Eles escolhem quem querem? Fazem eles o organigrama da Liga de Clubes? Que pouca vergonha este boifica de lisboa!


A resposta:



O Porto em imagens (494)

(Francisco Guerra)