Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Assim, Não - by Gatos Fedorentos

EM DEFESA DO DIREITO À VIDA!




1.Humanistas, celebramos a vida como o primeiro de todos os direitos humanos. Personalistas, acreditamos numa civilização e numa cultura em que a liberdade de decidir não elimina a liberdade de existir, o direito de ser.

Sabemos que existe vida humana antes do nascimento. Sabemos que cada vida é, já nesse estádio, real e sensível, singular e própria, única e irrepetível. Nunca houve pessoa assim, nunca haverá outra como essa. Cada um é cada um.

Conhecemos os progressos técnicos e científicos que têm vindo a revelar cada vez mais pormenores desta realidade inegável, enriquecendo o conhecimento empírico e tornando-o acessível a todos.

Defendemos esta orientação ética e política com humanidade e compreensão, sem recriminações. Para nós, o aborto é uma questão de valores humanos e de direitos fundamentais, de valores sociais por conseguinte. Um domínio em que a lei deve realizar a sua função mais nobre de defesa dos mais frágeis, dos mais fracos, dos mais vulneráveis. E também uma questão de políticas públicas que, ao mesmo tempo, previnam, a montante, o aborto clandestino e assegurem as indispensáveis informação e acção social junto das situações de risco ou de maior carência.


2. Pretende legalizar-se o aborto em todas e quaisquer circunstâncias até às dez semanas, isto é, até aos dois meses e meio de gravidez. Somos contra esta proposta de liberalização total do aborto.

A actual lei, fazendo uma ponderação jurídica de conflitos de interesses e valores, já despenaliza o aborto em certos casos, especialmente atendíveis, sob indicação médica, como a malformação do feto, a violação ou o risco para a saúde física ou psíquica ou da vida da mãe. Enquanto que a nova proposta em referendo sacrifica a vida ao arbítrio; e de facto deixa de considerar a vida como um valor. A diferença, agora, está em passar a considerar o aborto no quadro da saúde sexual e reprodutiva, equiparando-o a meio contraceptivo.

Diversamente do que outros dizem, de forma enganosa, não se trata de alargar as excepções da lei actual. Trata-se de acabar com todas e quaisquer excepções até às 10 semanas. Trata-se de introduzir na ordem jurídica o direito ao aborto livre até aos dois meses e meio de gestação. É uma proposta sem equilíbrio, nem moderação.


3. Este referendo convoca de novo as responsabilidades do Estado, que, vinculado à protecção da vida pela Constituição, não pode demitir-se dos seus deveres de solidariedade real com as famílias, em geral, e das que passam pelo drama humano e social do aborto. A criança é, desde a concepção, como diria Hannah Arendt, o anúncio de um estrangeiro que vai chegar e que a comunidade tem o dever de acolher e integrar; e, por isso, compete ao Estado garantir o acolhimento sem validar qualquer escusa pública que induza ao desespero maternal e familiar. A resposta está em combater as causas efectivas do aborto clandestino, na protecção da maternidade e da paternidade, no planeamento familiar, na educação, na informação pública, na diminuição e na eliminação da pobreza, na intensificação e na melhoria das políticas familiares, na humanização da Justiça, no apoio determinado a instituições de acção social como os centros de apoio à vida, ou outras obras de apoio à maternidade e à infância em situações de risco ou especial carência.

Neste terreno axial da Ética e do Direito, o Estado não deve emitir os sinais errados à sociedade civil, traindo os imperativos da solidariedade social, desleixando as políticas familiares e fraquejando na acção social directa nas situações de maior vulnerabilidade. E é ainda seu dever o combate contínuo à desinformação e à persistência de níveis anacrónicos de falta de esclarecimento, informando a opinião pública da impressiva realidade da vida humana antes do nascimento, na linha dos avanços da ciência, e democratizando as descobertas e o extenso conhecimento que tornam acessível a todos.


4. Este referendo não é uma opção entre Direita e Esquerda, entre católicos e ateus, entre novos ou velhos, entre mulheres ou homens. Não é partidário, nem é clerical. Não interessa mais a certas categorias de portugueses do que a outras. Este referendo convoca todas as consciências, interrogando-nos e desafiando-nos no plano dos valores essenciais da pessoa humana.

Revemo-nos na atitude cívica, generosa, dos movimentos que se organizaram em defesa da vida e reconhecemos a sua liderança social.

Este referendo provocará um avanço de civilização, se der protecção à vida, ou um retrocesso de civilização, se banalizasse a sua eliminação. Em defesa do direito à vida, votamos não no próximo dia 11 de Fevereiro.


Adriano Moreira, José Ribeiro e Castro, Paulo Portas

O país e a paisagem

Alberto Castro, Professor universitário
1) Domingo de manhã. Está um dia de Inverno lindo frio é certo, um pouco de vento, mas um sol esplendoroso e um mar com aquele azul-esverdeado que só nesta altura do ano se pode ver. Estou a gozar a oportunidade quando a TSF me anuncia que ao frio se associa, agora, a chuva, num domingo para esquecer, bom para ficar em casa. Esfrego os olhos. Devo estar a ter uma miragem! A TSF tem fama de ser uma "rádio jornal" rigorosa, que vai, com o mesmo empenho, ao fim do mundo ou ao fim da rua. Abro os olhos e o dia continua como eu o havia visto: lindo. Percebo, pelo resto da notícia, que o tal domingo horrível acontece em Lisboa e que, se assim é, o país não tem escolha! Encolho os ombros e, interiormente primeiro, exteriormente depois, não consigo deixar de sorrir.
2) Domingo, dia 21, fim da tarde. O canal público transmite o jogo da Taça entre o Benfica e o Leiria. Ao intervalo o resultado está em 0-0. A segunda parte começa e a coisa não ata nem desata. Os comentadores, como se de uma conversa de café se tratasse, elaboram sobre a forma como o Benfica se deve organizar para ganhar o jogo! A hipótese de haver alguém do Leiria a ver o jogo, e estar interessada em que o ganhe, parece não lhes ocorrer. Enquanto prosseguem nas suas considerações tácticas, como não quer a coisa, o Leiria marca um golo. Anunciam-no quase em surdina. Não posso deixar de sorrir! Confesso que me teria rido se o Benfica, com justiça, não tivesse marcado dois golos. Anunciados com estridência, pois claro!
3) Sábado, dia 20. O semanário Expresso anuncia que Azeredo Lopes, presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, recebe ajudas de custa para estar duas noites em Lisboa e que lhe pagam a gasolina para ir e vir ao Porto, onde reside. Este zelo com os gastos públicos ou de entidades de supervisão vêm, regularmente, ao de cima nos órgãos de comunicação da capital mesmo, como é o caso, quando tem expressão nacional. Mas apenas para este tipo de despesas. Foi assim com Miguel Cadilhe, Fernando Gomes, Teixeira dos Santos e, agora, Azeredo Lopes. No caso em apreço, pode ser uma mera diatribe contra o presidente de uma entidade que não se aprecia. Lido numa outra perspectiva, este é mais um bom argumento para não sedear este tipo de entidades na capital. Os ordenados e salários do pessoal técnico tendem a ser substancialmente mais baixos fora de Lisboa, como o demonstram as estatísticas do IRS. Como o poder político e a maioria das empresas reguladas estão centralizados em Lisboa, ao afastar o regulador dessa envolvente dificultam-se os encontros fortuitos e as tentações de aconselhamento e reforçam-se as condições de independência. Promove-se, por fim, o surgimento de novos centros de competência na medida em que aquelas entidades recrutam um número significativo de quadros e contratam bastantes estudos. Generalizando a lógica da notícia do Expresso, ficamos a saber que nem sequer o argumento de ser em Lisboa que há uma maior concentração de quadros especializados relevaria. Ao fim e ao cabo, estes poderiam ir trabalhar para qualquer parte do país, sem custos adicionais ou até, quem sabe, por menos, dado que os custos de vida são aí menores. Se quisesse ser mauzinho poderia concluir, ainda, que, se assim o entender, o Dr. Balsemão pode fundar uma delegação em qualquer lugar do país sem outro custo que não o da renda basta deslocar para lá, por quatro anos, o jornalista autor da notícia sobre Azeredo Lopes
Nota de interesse - sou amigo e colega de Universidade de Azeredo Lopes.
Alberto Castro escreve no JN, semanalmente, às terças-feiras.

Alguma (pouca) justiça

Elmano Santos fora das nomeações da 17ª jornada

Depois das queixas do F.C. Porto à sua arbitragem no encontro de sexta-feira com a União de Leiria o juiz madeirense Elmano Santos ficou ausente das nomeações da 17ª jornada da Liga portuguesa de futebol, depois das queixas do F.C. Porto à sua arbitragem no encontro de sexta-feira com a União de Leiria.
No final da partida na cidade do Lis, o treinador do FC Porto, Jesualdo Ferreira, afirmou que a arbitragem de Elmano Santos deveria ser investigada, sendo que as queixas dos "dragões" assentam, essencialmente, em duas grandes penalidades que ficaram, alegadamente, por assinalar e na expulsão ridícula de Ricardo Quaresma.

O gato e o rato

Os portugueses comuns têm andado a tirar um curso intensivo de Direito Processual Penal ministrado pelos jornalistas comuns que escrevem notícias dos tribunais e confundem mandado com mandato e furto com roubo.
Aprendem, no entanto, apenas o que já sabiam que a justiça é uma rede cheia de buracos quânticos por onde, ao arrepio das leis da Física tradicional, o peixe miúdo não passa mas o graúdo (mais parecer jurídico menos parecer jurídico) passa com a maior das facilidades.
Como nos desenhos animados, no momento em que Tom vai deitar as unhas a Jerry, aparece sempre uma casca de banana processual que faz estatelar o gato e deixa o rato a salvo.
No "Apito Dourado" são as milhares de horas de escutas que a juíza de instrução não teve tempo de ouvir de fio a pavio, no caso da tentativa de corrupção de um vereador da Câmara de Lisboa por um administrador da Bragaparques é agora uma interpretação da lei segundo a qual as gravações presenciais de conversas só valem para os corruptos passivos mas não para os corruptores activos. Tom fica, como sempre, de cara à banda e Jerry, também como sempre, de "consciência tranquila". E, provavelmente, ainda porá um processo contra o Estado. "That's all, folks!". Todos os dias num tribunal perto de si.

Gatos escondidos

À letra, José Leite, Pereira, Director JN

1 - A administração do metropolitano de Lisboa vai avançar com as obras de extensão da linha da Gare do Oriente para o aeroporto da Portela. A obra vale qualquer coisa como 215 milhões de euros. O processo tem andado pelos tribunais, embrulhado em pareceres jurídicos opostos e a verdade é que ou as coisas começam até sexta-feira ou perde-se a verba de apoio comunitário - cerca de 85 por cento. Se tudo correr como não é normal correr em Portugal , isto é, dentro dos prazos, a obra estará pronta em 2010. Sete anos depois, com a conclusão da Ota, acaba-se o aeroporto da Portela.

A questão, vista daqui de cima, do Porto, onde parece ser sempre mais caro fazer obra pública, é simples para sete anos de uso valerá a pena tanto dinheiro, ou já se estará a contar com a invasão imobiliária dos terrenos do actual aeroporto e, nesse caso, o metro até lhes dará uma valorização suplementar?

2 - O Pacto da Justiça foi uma realidade muito festejada entre PS e PSD. Chegados à altura dos pormenores, as coisas vão fraquejando e vão faltando os acordos. A realidade, entretanto, mostra-nos a justiça no seu melhor :

- Pinto da Costa vai à PJ por causa do Apito e à saída esperam-no os jornalistas. Quem os chamou?

- Um despacho de Maria José Morgado sobre o mesmo Apito apareceu escarrapachado num site.

- A ex -assessora de Souto Moura disse em entrevista que o procurador-geral discutia com ela as informações que eram passadas para os jornais.

- No processo Casa Pia, por agora, só os jornais com sede no Porto - Público e JN - serão julgados por violação do segredo de justiça. Conquanto a conduta dos jornais tenha sido investigada pelo mesmo procurador, expressamente nomeado para o efeito, a verdade é que os juízes de Lisboa e de Oeiras entenderam não haver indícios de os jornalistas terem utilizado meios ilícitos e fraudulentos no acesso às suas fontes .

Como diz o outro há coisas fantásticas, não há?

Justiças

"Como diria George Orwell se se interessasse pelo assunto, as cotoveladas são todas iguais, mas pelos vistos há algumas que são mais cotoveladas do que as outras. A cotovelada com que Quaresma terá atingido Tixier na primeira jornada da segunda volta do campeonato, por exemplo, é mais cotovelada do que aquela com que Tixier fracturou o maxilar a Quaresma na primeira jornada da primeira volta do campeonato. E é certamente muito mais cotovelada do que aquela com que Nani, por exemplo, atingiu Ricardo Sousa no jogo entre o Sporting e o Boavista. Tanto assim, que alguns especialistas nem sequer foram capazes de a classificar como cotovela, preferindo dizer que o jogador do Sporting atingiu o jogador do Boavista na cabeça com o braço, mas garantindo desde logo que não o fez de forma intencional. Sim, porque a intencionalidade destas coisas é perfeitamente perceptível para o olho treinado e todos sabemos que há por aí quem tenha o olho bem inflamado de tanto treino. Aliás, o problema é que a violência e intenção das cotoveladas, tal como a beleza, está precisamente nos olhos de quem as vê e depende da cor das lentes com que cada um olha para cada jogo. E é assim que, aquilo que para uns é uma cotovelada bárbara no queixo de algum desgraçado, para outros não passa de uma queixada traiçoeira no cotovelo de outro. Ora, esta dualidade de critérios, de pesos e de medidas, seria normal à mesa do café, numa discussão entre adeptos de clubes diferentes, mas é incompreensível quando interpretada pelos árbitros de futebol responsáveis pela aplicação da leis do jogo. E traduz-se em algumas injustiças gritantes. "
Jorge Maia in O Jogo

DRAGÕES: JUNTO VAMOS CONSEGUIR!!!

Então depois de uma semana onde o FCP estava mais 1º, onde o campeonato já estava quase decidido, que melhor notícia que o país real podia ter : uma derrota do FCP.
Assim, a semana vai correr muito melhor para os 6 milhões de trabalhadores portugueses; assim ficarão mais motivados para o trabalho e a retoma está garantida.
Vamos ser directos e falar claro: nós, adeptos, amigos e simpatizantes do FCPorto já sabíamos que isto um dia ia acontecer. Sabíamos que, bastava o fosso começar a alargar-se e logo, num jogo qualquer, um árbitro iria expulsar Quaresma, iria fechar os olhos a penaltys claros, que iria amarelar o FCP tanto que deixávamos de ser a equipa com menos número de cartões e dona do "fair-play ", que iria conseguir nos derrotar. Mas, como disse Helton " temos que ganhar contra todos ", e é esse o espírito que devemos transmitir aos jogadores, a todos os adeptos, porque isto, meus senhores, isto não vai ser fácil meus amigos, mas temos de conseguir, desculpem, VAMOS CONSEGUIR!

Desiquilíbrios

por Jorge Maia, in O JOGO

«Tal como se esperava, Quaresma foi suspenso por dois jogos pela cotovelada com que alegadamente atingiu Tixier durante o jogo com o Leiria. Ou seja, num daqueles caprichos que só fazem sentido na justiça portuguesa, o extremo do FC Porto deve ficar afastado dos relvados por causa da alegada cotovelada que deu a Tixier mais ou menos o mesmo tempo que já tinha ficado durante a primeira volta por causa da cotovelada com que Tixier lhe partiu os queixos. É o que se chama Justiça cega, mas num País em que se acusam os pais do rapto dos próprios filhos tudo se pode esperar.
Quaresma, como muitos outros antes dele, teve azar. Jogar no FC Porto dá galo nesta coisa das relações com a justiça desportiva. Se tivesse mais sorte, ou se vestisse uma cor mais berrante, talvez só à terceira fosse considerado reincidente, mas sendo as coisas como são, o mais provável é que a violenta queixada com que atingiu o frágil cotovelo de Tixier na primeira ronda do campeonato tenha sido considerada como agravante.
Aliás, não deixa de ser curiosa a grande ironia cósmica de ver a mesma CD que condena Quaresma a cumprir dois jogos de suspensão, arquivar no final da última semana o processo de inquérito a Katsouranis que, certamente carregado de boas intenções, partiu o perónio a Anderson. Dois dos melhores jogadores do campeonato, que só por coincidência jogam pelo FC Porto, são afastados dos relvados à trauliteirada pelos adversários que saiem incólumes graças à complacência dos árbitros e a cumplicidade cega da CD, enquanto o presidente da Liga tenta inocentemente perceber porque há cada vez menos gente nos estádios. Porque será?
Veremos se o campeonato, desequilibrado como estava nos relvados, finalmente se equilibra fora deles.»

O Sistema: I'M BACK!!!!!!

2 Jogos e 1000 euros de multa: foi esta a "iluminada" decisão promovida pela Comissão Disciplinar (CD) da Liga ao extremo portista Ricardo Quaresma por ter sido admoestado com o primeiro cartão vermelho da temporada, por pretensamente "ter agredido um adversário com uma cotovelada", situação que lhe valeu a motivo que levou os juízes da Liga a aplicarem aquela punição...

Estranhamente, ou nem por isso, o jogador portista não contou assim com a benevolência da Comissão Disciplinar que em situação idêntica, e de reincidência, castigou apenas com 1 jogo Nuno Gomes após o dérbi da segunda circular, quando o avançado benfiquista agrediu a pontapé o leãozinho Moutinho tendo sido expulso com o seu 2º vermelho da época.Uns são filhos, os outros enteados... e a palhaçada continua!!!!

Só para relembrar, conforme foi explicado pelo Dr. Ricardo Costa aquando do fabuloso castigo ao Nuno Gomes após o vermelho directo em Alvalade, não havendo reincidência (era já o seu segundo cartão vermelho da época) o castigo será de 2 jogos em caso de jogo violento (pelos vistos a entrada do Nuno Gomes foi uma carícia). Assim, querem fazer crer que o castigo ao Quaresma estará de acordo com os princípios anunciados...

A pergunta imediata é qual será o critério da CD da Liga se é que ele existe?! Pois o que parece é que auando se trata do Benfica, parece que há sempre um "mas", uma alteração repentina aos castigos a aplicar....

Curiosamente o CD da Liga, não atendeu às imagens nem tão pouco às palavras do pretenso agredido, Tixier, que em declarações à pouco católica Rádio Renascenças (quando de futebol se trata) disse numa simples frase iliba Quaresma:

"É uma pesada a penalização do portista, tanto que vi o lance na televisão e confirmei a ideia com que ficara no relvado. Penso que não houve intenção de me magoar. Para mim, ele segura a bola e depois houve um contacto normal em futebol".


A tese é a de que o Quaresma deu uma cotovelada a um jogador (um jogador que por sinal lhe partiu o maxilar no mesmo jogo da 1ª volta e nem falta nem cartão nem sanção disciplinar) numa disputa de bola.
Olhando para as imagens é já bastante quetionável a falta tanto mais o próprio vermelho directo dado...
Sai o castigo: 2 jogos de suspensão- o Quaresma até ao momento teve 2 únicos amarelos. Entretanto, e estas coisas dos exemplos são uma chatice quando a injustiça surje, no jogo contra o sporting, o Nuno Gomes do benfica cometeu uma agressão contra um jogador do Sporting (bastante violenta e despropositada, como se devem lembrar) e foi expulso.- vermelho completamente inquestionável... O CD da Liga aplica o castigo: 1 jogo de suspensão- o Nuno Gomes já tinha tido antes um vermelho...directo!Por favor alguém me explique isto...porque a sério que eu não compreendo!

7º aniversário da Casa do FC Porto em Espinho

Eis uma parte do discurso do Nosso Grande Presidente, Sr. Jorge Nuno Pinto da Costa:


"Podem contar comigo sem qualquer receio, porque sempre darei o meu apoio ao FC Porto. Não há nada, nem ninguém que faça mudar o meu caminho em prol do FC Porto.
Hoje mesmo, estive na Polícia Judiciária para o qual fui convocado para ser testemunha na semana passada em determinada questão.
Estive lá muito tempo, muito tempo mesmo, 3 horas (!) porque avariaram-se as impressoras… devem ter ficado intimidadas com a minha presença. Três horas para serem escritas 2 páginas!!!
Mas como estou habituado e preparado para tudo, de lá saí como entrei; de consciência tranquila e como testemunha. Quando cheguei cá fora, apesar de toda a confidencialidade da matéria e da forma como fui solicitado e convocado para lá estar, quando saí eu julguei que era alguma manifestação, fiquei sem saber se era pelo SIM ou pelo NÃO!!!. Eram os jornalistas de todas as televisões, de todas as rádios e de todos os jornais que tinham adivinhado que eu lá estava -
não há dúvida nenhuma que a nossa comunicação social é muito inteligente!
Saí e fiz questão de não faltar a esta festa, a qual tenho de me ausentar daqui a pouco, pois eu e na companhia do Sr. Reinaldo Teles temos de ir trabalhar ainda, porque amanhã, pelas 10h00 da manhã temos de entregar uma exposição para ver se aqueles que dirigem o nosso futebol me sabem explicar o porquê de que para os jogos do FC Porto fora são requisitados árbitros não internacionais, e para os outros clubes, árbitros internacionais.
Como nós não conseguimos compreender, temos de recorrer a quem sabe mais do que nós.
Vão certamente ter argumentos que nos vão convencer de que de facto o Sr. Elmano Santos deve continuar a arbitrar todos os meses o FC Porto.
Podem dizer tudo o que quiserem.
Eu serei sempre o mesmo em defesa do FC Porto.
Não me incomoda nada saber, como soube hoje ao chegar ao Estádio do Dragão, que haviam
faxes que diziam que eu estive na Polícia Judiciária para ser ouvido no processo Casa Pia! - esse não é o meu forte, podem ter a certeza. Que mais me vão acusar?!
Para terminar, vou transmitir tudo o que penso, tudo o que quero, tudo o que sinto através de um poema dedicado a todos vós, um poema de José Régio..."

BESTA e PALHAÇO


Na passagem do seu 65º (?) aniversário, Eusébio disse que o melhor da carreira dele foi o FCP não ter sido campeão, nem ter ganho uma Taça quando ele jogou!
Felizmente vai tendo saúde para ter visto o Porto ter sido duas vezes Campeão Europeu, 2 vezes Campeão do Mundo, ter vencido 1 Taça UEFA, ter vencido uma Supertaça Europeia, fora os inúmeros campeonatos, taças e supertaças nacionais vencidas ao seu clube do coração (fora as que se seguem)!

Miguel Sousa Tavares: Voltaram as dores de cotovelo


Jesualdo Ferreira fica a saber que é muito mais difícil triunfar no FC Porto do que por outras paragens.E, se já era difícil antes, agora, com o «factor Carolina», vai ser bem mais.



Sexta-feira à noite, eu estava fora e, para dizer a verdade, nem sequer me lembrei que o FC Porto jogava em Leiria. Por volta da meia-noite recebi uma mensagem de um amigo benfiquista: «Já nem à equipa B conseguem ganhar…Vá lá que perderam só por 1-0.» Foi assim que fiquei a saber do desastre de Leiria. O resto, os pormenores, só fiquei a saber três dias depois. E concluí que, manifestamente, o meu amigo benfiquista tinha feito um relato muito particular e resumido dos acontecimentos de Leiria. Por junto, a única coisa incontroversa é que o Porto tinha perdido 1-0.

Desde logo, a piada da «equipa B», reflectindo aquilo que é a atitude de vida dos benfiquistas, hoje em dia: eles desconfiam de tudo, tudo o que mexe. Treinado pela antiga glória portista Domingos Paciência (ai, que saudades!), com dois ou três jogadores emprestados pelo FC Porto, está bom de ver que outra coisa não era de esperar do que o Leiria facilitar a vida ao FC Porto. Azar o deles: o Leiria ganhou, Paulo Machado foi dos melhores em campo e Ivanildo marcou de forma perfeita o livre que ditou o resultado. Satisfeitos? Não, na próxima oportunidade voltarão a desconfiar. A semana passada, aliás, tive ocasião de ler um texto benfiquista onde, em todo o seu esplendor, se explicava como é que tudo serve para desconfiar. A propósito da expulsão do leiriense Harrison no jogo da Taça contra o Benfica, dizia-se que ele, claro, tinha sido bem expulso. Mas, ao mesmo tempo, levantava-se a suspeição: é que, tendo sido expulso, ele não iria poder jogar o jogo seguinte. E, contra quem era o jogo seguinte? Contra o Porto — estão a ver, não estão?

A mensagem do meu amigo pecava, a seguir, por deformação jornalística: «Perderam só por 1-0.» O «só» dava a entender que poderiam ter sido mais. Mas o visionamento do jogo e os comentários lidos, afinal, revelaram uma coisa bem diferente: o União de Leiria não teve mais nenhuma ocasião de golo, marcou através de um livre inexistente e o FC Porto atirou três bolas à trave, viu um penalty perdoado ao Leiria e jogou meio jogo com um a menos. Detalhes.

Enfim, faltava, obviamente, dizer o principal: o FC Porto não jogou só em inferioridade numérica toda a segunda parte, jogou o jogo inteiro, porque aos onze de Leiria juntaram-se mais duas adjacências insulares, verdadeiramente decisivas para o desfecho final. O FC Porto já tinha sido prejudicado pela arbitragem várias vezes esta época, mas sempre havia conseguido superar esse obstáculo e sair vencedor. A novidade em Leiria, é que foram coisas de mais e todas juntas fizeram o resultado. Salvo o devido respeito pelo União de Leiria, o FC Porto não foi vencido pela equipa de Domingos: foi vencido pela dupla Elmano Santos-Sérgio Lacroix.

Dos dois penalties reclamados pelos portistas, um aceito que não tenha existido ou tenha sido duvidoso. O outro foi claro, embora subtil, mas de frente para o árbitro: uma mãozinha marota que corta deliberadamente um remate com destino a golo. Há um offside arrancado a Postiga que é bem claro que não existe e, sem o qual, ele ficaria frente a frente com o guarda-redes. No livre que dá o golo único ao Leiria, pese às sentenças catedráticas do sr. Coroado e passadas e repassadas as imagens as vezes que se quiserem, não há hipótese de descortinar qualquer falta, ou sequer contacto, do Pepe sobre o avançado leiriense. E há, enfim, a expulsão do Quaresma, que é determinante para o resultado: a partir daí, o Porto não ficou apenas com um jogador a menos, ficou com o Quaresma a menos, o que faz toda a diferença.

Sobre a expulsão do Quaresma, li e ouvi todo o tipo de opiniões: que sim, que não, que talvez. Antes de dizer qual é a minha, não posso deixar de fazer notar duas coisas. Uma é que a moda da perseguição às cotoveladas, viveu-se intensamente há três anos e custou ao FC Porto um campeonato, quando o Deco e o McCarthy passaram uma infinidade de jogos de fora devido a cotoveladas, reais ou supostas. Foi uma época em que se achou absolutamente normal acreditar que só os jogadores do FC Porto é que tinham cotovelos. Passada essa moda, e depois de os jogadores portistas terem sido instruídos para evitarem tudo o que, de perto ou de longe, se pudesse assemelhar a uma cotovelada, as cotoveladas desapareceram misteriosamente do futebol português: o Costinha chegou a sair do campo em semicoma, com traumatismo craniano, o Quaresma saiu de maxilar fracturado e nada aconteceu aos cotovelos alheios. Mas eis que agora, com o FC Porto na liderança com oito pontos de avanço, regressam as cotoveladas. E pela mão do bandeirinha Sérgio Lacroix, que parece ter-se especializado em detectar cotoveladas ao Ricardo Quaresma.

A segunda coisa que queria fazer notar é a ironia da situação: o Ricardo Quaresma, justamente porque é o mais brilhante jogador do campeonato, é também o mais massacrado com faltas dos adversários. Há jogos em que chega a ser revoltante assistir à passividade dos árbitros perante o massacre estratégico a que ele é sujeito, não apenas para bloquear o seu génio, mas também para o desgastar fisicamente e intimidá-lo. Pois foi precisamente o Ricardo Quaresma que o sr. Lacroix resolveu escolher exuberantemente para exemplo de má conduta disciplinar. E, cúmulo da ironia, ele, a quem Tixier tinha fracturado o maxilar no jogo da 1.ª volta, sem sequer ter visto um amarelo, acaba expulso agora, com um vermelho directo, por suposta agressão ao mesmo Tixier. Há coincidências fantásticas!

Mas, enfim, agrediu ou foi sem querer— qual é a minha opinião? Estou no meio termo: nem acho que tenha havido agressão, nem acho que tenha sido involuntário. Vista e revista diversas vezes a jogada, concluí isto: primeiro, que ele mandou uma braçada para trás, com intenção de atingir o adversário; segundo, que o movimento do braço, aberto, não é de cotovelada nem é com o cotovelo que atinge Tixier, mas sim com as costas da mão; terceiro, que, obviamente, tal gesto não justificou o espalhafato de Tixier, rebolando-se no chão como se tivesse sido atingido com um tiro de uma Magnum entre os olhos; quarto, que Quaresma não quer agredir o adversário, nem sequer o está a ver quando faz o gesto, quer apenas soltar-se de quem o está a agarrar pela camisola, impedindo-o de jogar; e quinto, que, de toda a gente presente no estádio, o único que não estava em situação de ver o lance de frente e desimpedido era justamente o sr. Lacroix, que tinha os dois jogadores de costas para si e engalfinhados um no outro. Mas o sr. Lacroix podia e devia ter visto o Tixier a agarrar a camisola a Quaresma e, se tivesse assinalado a falta, nada mais teria sucedido. O que se torna incompreensível é que num lance em que, no máximo, haveria lugar à mostragem de um amarelo, o árbitro aceite a indicação do seu bandeirinha e nem hesite em mostrar o vermelho directo a um jogador por uma jogada em que ele, árbitro, de frente, nada viu, e o bandeirinha, tapado, é que jura ter visto tudo. E fazê-lo, sabendo que, com isso, poderia estar a decidir o jogo, como sucedeu.

Razão teve Jesualdo Ferreira para, no final, quebrar pela primeira vez o seu absoluto silêncio sobre arbitragens (aliás, extensivo a qualquer elemento do FC Porto). Mas agora o professor ficou a saber do que a casa gasta. Irá descobrir, como tantos antes dele, que uns têm a má fama e outros o proveito. E que é muito mais difícil triunfar no FC Porto do que por outras paragens.

E, se já era difícil antes, agora, com o «factor Carolina», vai ser bem mais.
Ai do árbitro que doravante se atreva a, na dúvida, não decidir contra o FC Porto: arrisca-se a passar logo a suspeito do próximo best-seller literário-processual!

Roubo: Preparem-se portistas para o que aí vem…






Apitos - comer e calar
Ontem apercebi-me de um dos muitos efeitos secundários do processo Apito Dourado, para além do evidente condicionamento do trabalho das equipas de arbitragens nos jogos com os portistas. De acordo com alguns colunistas, o FC Porto não se pode queixar das arbitragens. Não alegam que não tenha razões de queixa, alegam que não se pode queixar. Tem que comer e calar. Apesar de nenhum dirigente portista ainda ter sido considerado culpado de coisa nenhuma, o FC Porto já não tem direito a reclamar justiça. E os julgamentos ainda não começaram...

# Jorge Maia no jornal 'O JOGO' de 2007.01.28



Competição: bwin 06/07 (16ª jornada)
Data: 26.01.2007
Local: Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, Leiria
FC Porto: Helton; Fucile, Pepe, Bruno Alves e Lucas Mareque; Paulo Assunção (Vieirinha), Raul Meireles (Ibson) e Lucho; Quaresma, Postiga (Bruno Moraes) e Lisandro

Cartão amarelo a Hélder Postiga, Lisandro Lopez, Bruno Alves, Lucas Mareque e Pepe.
obs.: se o Porto passou todo o tempo ao ataque, porquê 3 amarelos para 3 defesas???
Cartão vermelho directo a Ricardo Quaresma (45 m)
Árbitro: Elmano Santos (Madeira)
Auxiliares: Sérgio Lacroix e Hernâni Fernandes



"Investiguem!" dizia no fim do jogo o treinador Jesulado Ferreira.
"O FC Porto dispôs de várias ocasiões para marcar golos e vencer o jogo, pelo que houve demérito nosso. Houve também outras situações que não foram da nossa responsabilidade. Foi um jogo absurdo: fomos melhores e não ganhámos porque não nos deixaram"
"Houve demasiados. O FC Porto deve ter apanhado hoje (ontem) mais do que num total de cinco ou seis jogos. Ficámos sem dois jogadores [Pepe e Quaresma]".
"Até agora este senhor (Elmano Santos) já arbitrou três jogos do FC Porto; as três primeiras equipas jogam fora nesta jornada e só o jogo do FC Porto teve um árbitro não internacional. Queremos explicações"
"Se virem as repetições, percebem que não houve nenhuma agressão. Podemos fazer muitas análises ou muitas observações, mas foi sempre o mesmo elemento da equipa de arbitragem que acabou por ter influência decisiva no jogo. E ficaram dois penáltis por assinalar"
"Agora que se fala tanto em investigações, espero que investiguem este jogo. Se o FC Porto tivesse jogado com 11 jogadores na segunda parte, teríamos mais chances de ganhar".
Antes dele, outro treinador do F. C. Porto, José Couceiro, já avisava:

"É evidente que há muitos condicionalismos dos árbitros em relação ao F. C. Porto. Temos sido muito prejudicados e sabemos que os árbitros têm problemas em actuar nos nossos jogos, principalmente desde que o processo Apito Dourado foi desencadeado".

O treinador que chegara de Setúbal falava assim após um jogo no Estoril, onde fora descoberto um absurdo penálti por mão involuntária de Costinha, assinalado por... Sérgio Lacroix, o mesmo árbitro auxiliar que, nessa época de 2004/2005, expulsou Quaresma de um jogo em Moreira de Cónegos, por dá-cá-aquela-palha. O mesmíssimo que anteontem voltou a cruzar-se no caminho do extremo portista.

O "liner" que comunicou a Elmano Santos a susposta agressão de Quaresma a Tixier é o mesmíssimo Sérgio Lacroix que, a 2 de Dezembro último, passou pelo Estádio do Dragão, à 12.ª jornada da liga, e não viu um violento pontapé de Linz num joelho de... Quaresma. Elmano também não viu. Usou "um critério largo", como se diz agora, e a equipa do Boavista lá escapou com três singelos cartões amarelos.

Esta época, Sérgio Lacroix foi nomeado para cinco jogos e três deles do... F. C. Porto. Tanta atracção, só com Elmano (seis jogos na primeira liga e três a apitar o... F. C. Porto). O magnetismo entre o assistente da Madeira e o Dragão voltou a cruzá-los à nona jornada, em Setúbal. Os jogadores do Vitória viram nos do Porto canelas até ao pescoço. Lucho, Paulo Assunção e Quaresma foram alvo de entradas violentíssimas, mas em nenhuma ocasião Lacroix alertou o árbitro Duarte Gomes.

Para o início da segunda volta, a dupla madeirense lá reapareceu, em Leiria. Postiga foi o primeiro a queixar-se de um penálti e Lisandro fez ar de espanto por Elmano não ter visto a mão de Renato impedir que a bola chegasse às redes. Lacroix também não viu, ele que, no tal Estoril-F. C. Porto, em Fevereiro de 2005, descortinou e assinalou uma mão irreflexa de Costinha mas não enxergou que o lance procedia de uma mão grosseira e voluntária do avançado Moses.

Anteontem, quando saiu do campo, Quaresma deve ter-se lembrado que Lacroix lhe anulou um golo limpo nesse mesmo jogo do Estoril.

A expulsão de Quaresma relembra outro episódio, ocorrido na primeira jornada desta liga, no Estádio do Dragão, com a mesma Leiria e outra vez com Tixier. Nessa ocasião, o francês atingiu violentamente Quaresma, fracturando-lhe um maxilar. O árbitro Duarte Gomes nem falta marcou. O jogador do F. C. Porto parou duas semanas e falhou um jogo da selecção.

Quis a ironia que Tixier e Quaresma voltassem a encontrar-se e que o juiz da refrega fosse o intrépido Lacroix, com a sentença que se conhece. À falta de cadafalso nas leis da bola para jogadores do F. C. Porto, outros julgadores antecipam a sentença dois jogos de suspensão! Se assim for, Quaresma só voltará a jogar com o Chelsea.

Eis os erros capitais do Leiria-Porto:

Elmano Santos e seus pares cometeram quatro erros capitais, sempre com prejuízo para o F.C. Porto

31m - Marcos António, defesa do Leiria, derruba Postiga, embora também tenha jogado a bola. Penálti que Elmano Santos não viu.


44m - Renato defende com a mão remate de Lisandro. Os árbitros, incluindo o auxiliar La Croix, não viram. Mais um penálti por marcar. E o defesa da União escapou à expulsão.


45+1m - Quando o Leiria devia estar com menos um jogador, operou-se exactamente o contrário. Fustigado por faltas não assinaladas, Quaresma reagiu à entrada de Tixier com um

"chega-para-lá". Aí Lacroix viu e mandou expulsar o jogador do F.C. Porto.


70m - Slusarski cai sozinho, com o bafo de Pepe. Lacroix sentiu a aragem e marcou a falta que originou o golo do Leiria.



Conclusão:
O APITO ENCARNADO anda aí como sempre andou, mas refinou-se!!! Não digo para investigar, pois já sei qual é justiça que esta corja que investiga quer.


FC Porto vai solicitar reunião à Comissão de Arbitragem

Pela voz de Reinaldo Teles, o FC Porto criticou a actuação de Elmano Santos e do seu auxiliar Sérgio Lacroix e exige que seja investigada a nomeação do juiz madeirense


Reinaldo Teles:

"Ganhar ou perder faz parte do futebol, mas só queria duas coisas: que mandassem os peritos de arbitragem analisar esta actuação, nomeadamente a expulsão do Quaresma e os dois penáltis, tanto a mão do Renato como a carga sobre o Postiga, para depois fazerem o que entenderem com o que aqui se passou; e que investiguem o critério da nomeação deste árbitro"

"Estamos a meio do campeonato e este árbitro fez apenas seis jogos, três dos quais do FC Porto enquanto há árbitros internacionais que não apitam um único jogo nosso. Nesta jornada, por exemplo, os três primeiros jogam fora e dois têm internacionais e o FC Porto tem, pela terceira vez, este senhor e este árbitro auxiliar que já expulsou o Quaresma da mesma maneira num jogo em que o FC Porto hipotecou as esperanças de vencer um título em Moreira de Cónegos. Não faço mais comentários, só peço que investiguem o critério de nomeação"

"Na reunião que tive, e perante a presença dos delegados, disse que esperava que o senhor Lacroix não viesse fazer o mesmo que fez em Moreira de Cónegos. Foi coincidência ou não? Não sei, mas a verdade é que aconteceu"

"Vamos pedir para sermos recebidos pela Comissão de Arbitragem da Liga para esclarecer determinadas situações. Se não forem esclarecidas sabemos o que iremos fazer"

Frio de Morte....!

Frio

Mais um ESCÂNDALO BENFIQUISTA: a MENTIRA CONTINUA

Benfica contrata ex-boavisteiro para a SAD

Paulo Gonçalves, ex-Boavista, é o novo funcionário da SAD benfiquista.

O antigo director-geral da SAD boavisteira iniciou funções na passada segunda-feira e instalou-se no gabinete que antes pertenceu a Seara Cardoso.

Paulo Gonçalves vai lidar directamente com Luís Filipe Vieira e José Veiga, quando este regressar à Luz. A sua função principal estará ligada à área jurídica, nomeadamente ao que se prende com aspectos formais de transferências e contratos de jogadores.

Paulo Gonçalves é advogado de formação e saiu do Boavista em 2006. A entrada no Benfica era um dado praticamente adquirido há meses, apesar de também ter sido falado para a Liga, no Verão passado.

O nome do ex-fucionário do Boavista esteve até no centro de uma polémica entre Luís Filipe Vieira e Hermínio Loureiro. No início de Agosto foi escrito que o Benfica estava a tentar impor Paulo Gonçalves na Liga. O presidente dos «encarnados» negou com violência. «Se o nome do senhor Paulo Gonçalves aparecer ligado ao Benfica outra vez, eu conto a verdade toda, não só dessa como de todas», afirmou há cinco meses.

Parabéns SARA

Para a minha querida filha... que faz 16 aninhos!

Para meditar...

Se os investigadores já tinham esta convicção, passaram agora a contar com uma prova testemunhal, que poderá fazer a diferença caso o processo chegue a tribunal – especialistas em Justiça acreditam ser forte intenção de Maria José Morgado acusar Pinto da Costa, pois só assim se justifica a reabertura de um processo já arquivado.

Humor e política, by Gatos F.

A fofoca vinha na revista Sábado desta semana: Ricardo Araújo Pereira mete o pé na poça com a "Idiota Santos", mas depressa a poça seca e tudo volta ao normal 8-D

Porque hoje é sexta: Euromilhões

Sabes qual é a pior coisa qe te pode acontecer na vida? Sabes? Sabeees? Então lê a notícia e cala-te.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=253823



Opinião

A ler com muita atenção os artigos de opinião de R. Barros, de Fafe: "Apito dourado, de ferro forjado" e "O apito morgado, eu e o sonho"
Aqui: http://sol.sapo.pt/blogs/rbarrosfafe/default.aspx

Ilegalidades...

RUI TEIXEIRA: Será verdadeiro o despacho genérico do juiz Rui Teixeira, dando ‘luz verde’ a tudo o que o Ministério Público quisesse em matéria de escutas, sem apuramento caso a caso? Se é, é grave e erradíssimo (porque ilegalíssimo).

Cuidado com os Infravermelhos

Até que a morte os separe (literalmente)!

Um nome: Rentería

O verdadeiro deputado da Nação!




Já com algum tempo, mas sempre actual

Dedicado a todos os lampiões...



CARREGUEM EM CIMA DA IMAGEM PARA TAMANHO ORIGINAL

Just for fun !

American said:

"We have George Bush, Stevie Wonder, Bob Hope, and Johnny Cash."

Portuguese said:

"We have José Socrates, no wonder, no hope, and no cash. "

Beep, beep

Foram 40 anos a torcer pelo Coiote. Quarenta anos de espera. Finalmente ele apanhou o Papaléguas. E agora?

População do Porto (Cidade) em diminuição histórica



O Porto terá apenas 200 mil habitantes em 2011, descendo a um nível demográfico próximo do que tinha no advento da República (183 mil residentes em 1911), segundo uma projecção do Instituto de Ciências Sociais.

A confirmar-se este cenário, o concelho cairá do terceiro para o quarto lugar do ranking populacional, atrás de Sintra (que terá quase 480 mil habitantes), Lisboa (471 mil) e Gaia (321 mil).

A maior população do Porto foi atingida em 1981, com 327 mil habitantes, número que desceu para 302 mil em 1991 e para 263 mil em 2001.

Já em 2005, uma contagem inter-censitária do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que restavam no Porto 233 mil moradores, uma perda de 11,3 por cento em apenas quatro anos.

Em números absolutos, a perda populacional do Porto está abaixo da registada em Lisboa (menos 45 mil habitantes) mas é percentualmente superior à da capital (que teve menos oito por cento).

Em contraciclo, Gaia passou, no último ano, as três centenas de milhar de residentes, consolidando o estatuto de terceiro concelho português mais povoado, que já subtraíra ao vizinho da Norte em 2001.

Em 2005, o INE atribuiu ao concelho da margem Sul do rio Douro uma população de 304 mil habitantes, confirmando a tendência crescente evidenciada em sucessivos censos: 1981, 226 mil moradores; 1991, 249 mil; e 2001, 289 mil.

Só um bairro de Gaia, o de Vila D'Este, freguesia de Vilar de Andorinho, tem mais habitantes do que as quatro freguesias do centro histórico do Porto.

A população de Vila d'Este está estimada em 17 mil habitantes, mais cinco mil do que a verificada, nos Censos de 2001, nas freguesias portuenses de Sé, S. Nicolau, Vitória e Miragaia.

Estas quatro freguesias da zona histórica do Porto perderam metade da população entre 1981 e 2001, passando de 28 mil para 13 mil habitantes.

No mesmo período, o conjunto citadino - que compreende mais 11 freguesias - perdeu 64 mil habitantes, o equivalente ao que o município de Gaia ganhou no mesmo hiato (63 mil).

Mas a perda demográfica do Porto não favoreceu apenas Gaia, já que sete outros concelhos periféricos ganharam, no mesmo período, um total de 90 mil residentes.

Maia foi o município da região que maior crescimento demográfico percentual registou.

Entre 2001 e 2005, a população da Maia, concelho imediatamente a Norte do Porto, cresceu 10,8 por cento, somando quase 13 mil novos moradores aos 120 mil que já possuía.


Lusa / SOL

Porto




Génese da nacionalidade, o Porto, onde o Douro encontra o mar, é uma cidade com mais de dois mil anos de história, pólo de funções centrais de dois milhões de pessoas que se distribuem pelas nove cidades da sua área metropolitana.

Em redor do seu centro, a uma hora de automóvel, vivem actualmente mais de 4,2 milhões de pessoas.
O Porto é uma cidade de negócios e de trabalho, ponto de partida do Vinho do Porto e do Vinho Verde, universalista e muito influenciada pelas diferentes comunidades que há séculos nela se radicaram.

Cidade moderna, tem na sua zona histórica, reconhecida como Património da Humanidade, um "museu vivo" de vielas e calçadas, de bares e restaurantes, de esplanadas, onde convive gente de muitas ocupações, num jogo de luz, cor e sensações de antigamente.

As praias e o rio, as pontes que o atravessam - uma das quais projectada por Eiffel -a Foz Velha e as avenidas novas, os centros de negócios da Baixa e da Boavista, os mercados e as lojas de tradição, as igrejas e os monumentos, as festas da cidade, o barroco e o azulejo, os festivais de música, de teatro e de cinema, os casinos, clubes e campos de golfe, o desporto, os bares e restaurantes, transformam o Porto numa cidade ecléctica, policromática, de ambientes e estilos inconfundíveis.

Dois mil e quinhentos quartos em hotéis de cinco estrelas, um centro de congressos com capacidade para 12.000 pessoas e um dos maiores recintos de exposições da Europa, dão ao Porto a dimensão que o torna a capital natural do Noroeste da Península Ibérica.

A Região do Porto encontra-se situada no Centro da Fachada Atlântica da Península Ibérica, uma faixa de 500 Km por 70 Km de largura na qual vivem mais de 12 milhões de habitantes. Esta centralidade confere-lhe um papel importantíssimo de fronteira atlântica e de porta de acesso às rotas dos Continentes Americano, Africano e Asiático. Pelo seu aeroporto internacional passam passageiros de toda a Região Galaico-Duriense para as principais cidades europeias e americanas - Lisboa, Madrid, Barcelona, Paris, Londres, Frankfurt, Amsterdão, Nova Iorque, Rio de Janeiro.

A região é servida por um porto de mar, que é hoje o porto português de maior movimento. É uma das regiões mais jovens da Europa, sendo das poucas que em 2025 apresentará um rácio de dependência da terceira idade inferior a 25%. A região do Porto tem cerca de 85.000 alunos a frequentar o ensino Superior com o recurso às suas 9 Universidades.

Sendo uma das regiões da Europa com maiores índices de industrialização, proporciona cerca de 49% do emprego total do país no sector industrial. Nesta região encontram-se 1/3 das empresas portuguesas, contribuindo com cerca de 42% para o VAB do país. Com um carácter exportador esta região é responsável por mais de 60% das exportações portuguesas.

Associação Comercial Porto

Coisas simples (ou nem tanto)

Por vezes coisas simples deixam de o ser sem se perceber muito bem porquê:

Notícias de todo o Mundo



Aqui está uma página interessante que ainda está em desenvolvimento. Carregando na bandeira do país temos acesso a vários links para agências noticiosas desses países, não é nada de especial, mas sempre gostei de compilações e best of's!

Krostr-film

Fantástico!!!


(Página oficial)

NÃO!!!!

Contrastes

Cores Proíbidas



David Sylvian e Ryuichi Sakamoto.

Sempre a tempo: Os Filhos e os Enteados



Estou irritado, ahh podem crer que estou.

Anda tudo sem vergonha na cara! Este país está cada vez mais cara de pau.

Ontem fui a um jantar muito especial e o vinho esse era 5 estrelas, muito aveludado com certo sabor a madeira, um tinto muito bem escolhido….apeteceu-me ficar ali na mesa a comemorar a data sempre com o copo a meio com o néctar semi aquecido e ir bebericando à medida que a conversa boa fluía. Mas em vez de fazer o que a vontade me ordenava parei porque sabia que a seguir tinha o carro à minha espera. O último copo, esse ficou por acabar, mas cheguei a casa sem peso na consciência.

Ontem provavelmente à mesma hora em que saí do magnifico jantar, o actor João Cabral e o jogador Luisão foram alvos com mais 20 anónimos de uma operação stop. O jogador e o actor foram apanhados com cerca de 1.3 de álcool no sangue o que dá direito a uma choruda multa, prisão e apreensão de carta durante uns mesitos… Muito bem…muito bem o tanas!!!!!!

Na dita operação STOP da nossa polícia foi também apanhado um serralheiro civil com taxa idêntica de alcoolémia. É figura Pública? NÃO! É pessoa importante? NÃO! Tem boas cunhas? NÃO! Então paga multa fica sem carta e vamos ver se não vai passar uns tempos ao xelindró.

Ora o jogador Luisão apesar de estar perdido de bêbado ao volante apenas vai ter como sanção, umas horitas em trabalho comunitário, possivelmente quem sabe se não irá estar num quiosque do Benfica a angariar sócios, quanto ao actor João Cabral o juiz ainda não sabe qual o castigo que lhe vai aplicar quem sabe se não será apenas tautau ou um piqueno ralhete por ser tão notty boy…isto tudo por serem figuras públicas…,mas que grande cara de pau hein?

Agora pergunto ao senhor juiz e ao seu chefe, o ministro da justiça….Então lá por serem pessoal conhecido há um sistema judicial especial só para eles???

Eu até acho que por serem figuras públicas seja isso o que for, deveriam ser e dar o exemplo para os demais…quanto ao serralheiro….azar….tivesse conseguido ser capa da Caras ou ter saído na primeira página do Record e a sua sorte seria bem diferente…

Ora se a justiça portuguesa fosse cagar à mata e limpasse o cuzinho a um raminho de urtigas é que fazia bem…

Criação de valor para os clientes e accionistas


Um dos pontos fracos apontados pelos clientes "Alfa" é a monotonia da paisagem oferecida na Linha do Norte e a falta de atractivos de conforto (os vídeos mexerucas já deram!). O pessoal está cansado da flatulência de Estarreja, das carolinas a pastar no Vale de Santarém, das favelas de Alverca, and so on.

Consultado pela CP, pois aqui fica uma das muitas ideias que apresentei para renovar o ambiente externo. A acompanhar os projectos enviei duas amostras de Leste.
A administração ficou a coçar na cabeça. Como primeira reacção, parece-me normal.

A tirana capital e o resto

Publicado no blog "O Dolo Eventual"

Normalmente não me aquece e nem arrefece a eterna questão Lisboa Vs Porto. Nem a novíssima questão do Metro me incomoda por aí além e, ao contrário do que diz a Cristina, aqui neste caso, só nos podemos queixar de nós próprios. Que venha um novo modelo de gestão para a Metro do Porto por aí abaixo que eu apenas me limitarei a encolher os ombros. Se eu desejasse algum mal a Lisboa até propunha que Valentim & Cia fossem estagiar para o Metro de Lisboa, mas até consta que eles por lá também estão muito bem servidos. Aliás, não há empresa pública alguma entre nós que não esteja bem servida de Valentins e diria até que é para isso mesmo que elas existem. Adiante.

O que me irrita são as pequenas coisas. Aquelas coisas que me atrapalham no dia a dia e que vão confirmando que em Lisboa se perde cada vez mais o sentido de realidade. Dois pequenos exemplos:

1. Quando procurava informações sobre o Novo Regime de Arrendamento Urbano (NRAU) no
http://www.portaldahabitacao.pt/ encontrei este interessante e útil documento Método de Avaliação do Estado de Conservação dos Edifícios. Trata-se de um manual de instruções para preenchimento da Ficha de Avaliação do Estado de Conservação (a ficha tem 2 páginas, mas o manual de instruções tem 26...). A páginas tantas deparo-me com o ítem Época de construção onde se lê: «a época de construção deve ser classificada em uma das seguintes categorias: anterior a 1755 – Edificações pré-pombalinas; 1755-1864 – Edificações do período pombalino e similares; 1865-1903 – Adulteração das referências pombalinas e significativo aumento do número de pisos. Período compreendido entre a entrada em vigor das primeiras posturas municipais sobre construção, em Lisboa (1865), e a publicação do Regulamento de Salubridade das Edificações Urbanas (1903)». Pois é... pergunto se estas instruções serão aplicáveis a todo o resto do país. Mesmo para o Porto esta periodização tem o seu quê de excêntrico, não obstante os Almadas...

Parece que alguém se esqueceu de alertar o LNEC para a circustância de o NRAU ser uma Lei nacional e não uma disposição municipal. A não ser que, olhando pelas janelas dos seus gabinetes, estes técnicos acreditem que não há nada mais para além de Lisboa.

2. Com o intuito de analisar as potencialidades de um edifício na zona histórica do Porto para aí se instalar um pequeno equipamento hoteleiro, tentou-se marcar uma reunião na
Direcção Geral de Turismo (DGT). Como existe uma delegação dessa Direcção-Geral no Porto, pensámos que poderíamos resolver aí mesmo o nosso problema. Para nosso espanto a delegação do Porto só poderia se pronunciar sobre projectos no âmbito do Turismo Rural! Para qualquer outro assunto deveríamo-nos dirigir a Lisboa porque só aí existem os técnicos habilitados a emitir pareceres sobre projectos para empreendimentos em contexto urbano. Resultado: perdeu-se um dia de trabalho de duas pessoas (do cliente e do técnico que o acompanhou), quando numa meia-hora se poderia resolver o problema por cá. E ainda por cima nem sequer consideram a possibilidade da videoconferência.

(PS: Ora aí está um excelente serviço que a Loja do Cidadão poderia fornecer ao país. Salas de Videoconferência ligadas aos serviços sitiados em Lisboa!).

Novo conceito: «Drag.on.Tour»

«Drag.on.Tour» é um dos mais recentes conceitos criados pelo F.C. Porto, funcionando desde o início da época com o objectivo de mobilizar adeptos para acompanhar a equipa de futebol, quer no Estádio do Dragão quer nas deslocações do Campeão Nacional.

O método de aglutinação é feito, para já, através do contacto directo às 113 filiais e delegações do F.C. Porto, que beneficiam de ingressos a preços vantajosos, podendo os adeptos contactar localmente as dependências azuis e brancas ou contactar a Linha Dragão (707 28 1893) para criar núcleos de apoio local.

Mobilizando cada vez mais portistas – ainda este domingo, nas Aves, estiveram vários milhares de portistas, muitos dos quais enquadrados pelo novo conceito -, o «Drag.on.Tour» poderá, de futuro, organizar viagens para acompanhar o F.C. Porto na Liga e nas competições europeias.

Mais de dois mil adeptos mobilizados pelo «Drag.on.Tour» apoiam normalmente a equipa no Estádio do Dragão, recinto que regista as médias de assistência mais elevadas da Liga e as melhores taxas de ocupação, e muitos outros acompanham regularmente o líder nos jogos fora, como ainda ontem se constatou. O apoio aos Campeões Nacionais não pára de crescer e tende a fixar-se em número cada vez mais impressionantes.

Treinos do Benfica: toda a verdade!!!!

E DEPOIS TAMBÉM SE VÊM DESTAS COISAS (SEM A SEVERA PUNIÇÃO)

Fantasporto



Nem só a música em formato festival mexe na Lusitânia. Na sétima arte, independências e fantasmas vão-se aos poucos revelando, com datas confirmadas e alguns nomes retirados do fundo da cartola.
No Porto a sede de sangue continua, pronta para atacar pescoços inocentes e encher o 27º frasco. Sem querer saber de polémicas, o FantasPorto decorre de 19 de fevereiro a 4 de março nas duas salas do Rivoli.
Uma vez mais, a competição de cinema fantástico promete ultrapassar todas as expectativas. Apenas um exemplo: um dos argumentistas de Reservoir Dogs e Pulp Fiction - o canadiano Roger Avary- junta-se ao francês Christophe Gans - Crying Freeman e Le Pacte des Loups - na adaptação para cinema de um popular jogo de video da Konami: Silent Hill, um marco nos jogos de terror, graças às atmosferas negras e aos cenários arrepiantes.
Fica de seguida, ainda que em estado provisório, os filmes que integram duas áreas temáticas: Secção Oficial Semana dos Realizadores e Selecção Oficial de Cinema Fantástico. Quanto ao resto, o melhor será darem uma saltada ao site oficial.
Semana dos Realizadores
12:08: East of Bucharest, de Corneliu Porumboiu (Rom)
Battle in Heaven, de Carlos Reygadas (Mex – Ale – Hol – Esp/Mex – Ger – Neth – Spa)
El Método, de Marcelo Piñeyro (Esp – Arg – Ita/Spa – Arg - Ita)
Isabella, de Ho Cheung Pang (Hong Kong - Chi)
Komma, de Martine Doyen (Bel – Fra)
May God Bless America, de Robert Morin (Can)
Pure Hearts, de Kenneth Kainz (Din/Den)
Requiem, de Hans-Christian Schmid (Ale/Ger)
Sketches of Frank Gehry, de Sydney Pollack (Ale – EUA/Ger – USA)
Suicídio Encomendado, de Artur Serra Araújo (Por)
The Promise, de Chen Kaigé (Chi – HK – Jap – Cor Sul/ Chi – HK – Jap – South Kor)
The Red Cockatoo, de Dominik Graf (Ale/Ger)
The Secret Life of Happy People, de Stéphane Lapointe (Can)
Un Franco, 14 Pesetas de Carlos Iglesias (Esp/Spa)
Cinema Fantástico
Aachi and Ssipak, de Joe Burn-jin (Cor Sul/Sout Kor)
Alma Mater, de Alvaro Buela (Uru – Can)
Ausentes, de Daniel Calparsoro (Esp/Spa)
Blood Trails, de Robert Krause (Ale/Ger)
Floripes – A Morte de um Mito, de Miguel Gonçalves Mendes (Por)
Isolation, de Billy O’Brien (GB – Ire/UK – Ire)
Jade Warrior, de Antti-Jussi Annila (Fin – Hol – Est – Chi/Fin – Neth – Est – Chi)
Oculto, de Antonio Hernandez (Esp – Ita – GB/Spa – Ita – UK)
Paprika, de Satoshi Kon (Jap)
Re-Cycle, de Danny & Oxide Pang (Tai – Hong Kong – Chi/Thai – Hong Kong – Chi)
Severance, de Christopher Smith (GR/UK)
Taxidermia, de Gyorgy Pálfi (Hun – Aus – Fra)
The Beautiful Beast, de Karim Hussain (Can)
The Bothersome Man, de Jens Lien (Nor)
The Horror Bus, de Pieter Kuipjers (Hol/Neth)
The Host de Bong Joon-Ho (Cor Sul/South Kor)
The Living and the Dead, de Simon Rumley (GB/UK)
Silent Hill, de Christophe Gans (Can – Jap – USA – Fra/Can – Jap – EUA – Fra)
The Woods, de Lucky McKee (EUA/USA)Time de Kim Ki-Duk (Cor Sul/South Kor)

Já cá tinha posto o link, mas agora...

Quem te acompanha no dia do teu aniversário?
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Dezembro
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