Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

FC Porto: «Um político que não cumpre as suas obrigações tem de se demitir»


João Paulo Rebelo, Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, continua em foco por maus motivos.

A polémica em torno da acumulação de cargos de João Paulo Rebelo, Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, foi um dos temas centrais do programa “Universo Porto da Bancada” desta terça-feira, no qual estiveram Francisco J. Marques, director de comunicação e informação do FC Porto, José Cruz e Diogo Faria. As declarações quase anedóticas de Fernando Seara, que afirmou que o FC Porto só poderia contratar jogadores em julho, e a péssima arbitragem no mais recente Benfica-FC Porto em basquetebol também foram temas abordados pelo painel.

Fonte: fcporto.pt

«Os portugueses podiam viver magnificamente se não existisse corrupção» Paulo Morais

Paulo Morais: "Gostava de ver o património da família Salgado confiscado pelo Estado português"


Numa entrevista explosiva ao i, Paulo Morais, presidente da Frente Cívica, diz que o dinheiro do antigo presidente do BES podia ser usado no combate a corrupção. Morais insurge-se contra a corrupção no país, contra as PPP rodoviárias e deixa várias críticas a organismos e figuras do Estado Português.


Corrupção em Portugal
Numa entrevista ao jornal "i" Paulo Morais acredita que os "portugueses estão fartos" da corrupção e defende que a grande adesão a mecanismos informáticos para tratar de assuntos financeiros e administrativos (como a entrega do IRS pela Internet) é uma prova de tal.

O político destaca alguns casos específicos de corrupção que ficaram famosos – enumera a Expo 98, o Euro 2004, os submarinos, as Parcerias Público-Privadas ou o BPN (um caso que diz ter custado 7 mil milhões de euros aos portugueses). "Este sistema está dominado pela corrupção e os portugueses podiam viver magnificamente se ela não existisse", refere.

Fala ainda do caso das Minas de Neves Corvo (a segunda maior jazida de cobre do mundo) e pergunta-se o que beneficia o Orçamento de Estado destas minas. "É uma situação idêntica à que acontece nos poços de petróleo em Angola, em que o benefício para o povo angolano é quase nenhum".

Ainda sobre este tema, Morais dá o exemplo do artigo 104.º da Constituição Portuguesa que diz que os bens de consumo devem ser taxados de modo proporcional, e são principalmente onerados os artigos de luxo. "Mas em Portugal quem dormir num hotel de luxo paga IVA a 6%; um pobre, que viva num bairro social, paga electricidade com IVA a 23%. Isto é onerar particularmente produtos de luxo?!", pergunta. O presidente da Frente Cívica termina a dizer que a maior corrupção em Portugal é o sistema fiscal.

Paulo Morais acusa também uma "elite com pés de barro" de se preocupar apenas em educar os filhos mandando-os para boas universidades para que "eles tomem conta do aparelho do Estado e eternizem os mecanismos de compadrio e tráfico de influências a que nos habituámos desde meados do século XIX".

A corrupção, porém, não está apenas patente nos organismos políticos: "o que acontece muitas vezes é que quando as pessoas vêem os chefes e os chefes dos chefes envolvidos em esquemas de corrupção, tentam tirar também elas alguma vantagem", defende o presidente da Frente Cívica.

Justiça portuguesa

Confrontado com questões sobre a justiça portuguesa e alguns casos mais mediáticos, Paulo Morais aponta duas situações que deveriam ser alvos de mudança: primeiro, defende que é preciso criar mecanismos de organização das diligências que garantissem que estas decorrem dentro dos prazos impostos e assim impedir a "eternização" de processos nos tribunais; segundo, afirma que é preciso extinguir a possibilidade de "pena suspensa" e as pessoas que forem condenadas devem poder recorrer, como prevê a lei, mas devem estar a cumprir pena efectivamente.

"Uma das vantagens da actual PGR é não andar no circuito de croquetes com ministros e deputados"

Na entrevista ao i, o político afirmou também que o mandado de Joana Marques Vidal, Procuradora Geral da República, deve ser renovado (apesar de declarações contrárias feitas por Francisca Van Dunem há alguns meses) e que esta contribuiu muito para o combate à corrupção no país. Para o entrevistado, a PGR tem uma maior capacidade de intervenção que o seu predecessor (Pinto Monteiro) e que a ministra da Justiça "devia ter sido demitida" depois de afirmar que ia mudar a PGR no início do ano.

Caso Fizz, Operação Marquês e o BES

Mantendo a sua posição controversa e franca, Paulo Morais revolta-se contra o facto de Ricardo Salgado manter o seu património intacto: "Quero que quando as pessoas forem condenadas cumpram efectivamente as penas e devolvam à sociedade os activos que retiraram". O político defende também que parte dos activos destes casos devem ser usados no combate à corrupção, tal como acontece no Brasil.

Sobre o caso Fizz, Morais diz que graças a isto "os angolanos sabem hoje que podem vir a Portugal lavar dinheiro, comprar o que lhes apetecer (…) que no final os processos vão todos parar a Angola e são amnistiados". Para o entrevistado, Portugal demonstrou que pessoas com determinado estatuto e ligadas ao presidente angolano podem fazer o que quiserem em Portugal.

Acusa ainda as pessoas que estiveram nos dois governos de Sócrates (um "político corrupto", segundo o mesmo) e que passaram 4 ou 6 anos com ele de serem co-responsáveis por tudo o que se passou – "tal como os que estiveram com Salazar são cúmplices de fascismo", compara Paulo Morais.

Litigâncias no tribunal

Paulo Morais contou ao jornal i que tem 17 vitórias em tribunal em casos de denúncia, difamação e processos do género, e que o preocupa é apenas a má utilização de recursos públicos usados apenas para "calar uma voz incómoda". (fonte Sábado)

Porto a melhor Cidade de Portugal

Empresas e Deputados


A proposta da FIFA de realizar o mundial de clubes a partir de 2021, tem um único representante do futebol português: o FC Porto!



A famosa porta 18 com mais pormenores e bastante escabrosos

Denúncia anónima que deu entrada no Ministério Público.
A comunicação social vai ignorar?
Mais pormenores em https://twitter.com/EPlurCorruptum


Está na hora dos verdadeiros Europeus acabarem com a invasão muçulmana. Antes que eles acabem com a civilização ocidental.

Há lojas com histórias no Temporário do Bolhão

Dentro do Mercado Temporário, também cabem os comerciantes do exterior do Bolhão. As lojas estão instaladas na zona por detrás dos frescos, nos mais de 5 mil metros quadrados de área ocupada, partilhados entre vendedores do interior e inquilinos das lojas de rua da casa-mãe.


Nesta reportagem, o Porto. foi conhecer quatro das dez lojas de exterior do Bolhão que transitaram para este espaço, algumas delas descendentes de negócios tão antigos quanto o edifício agora em recuperação; são na maioria casas de família que passaram de geração em geração, mas há uma que foi uma aposta empreendedora, num tempo em que o Bolhão tinha futuro incerto.


O Porto. convida a conhecer (em vídeo) as histórias partilhadas por Luís Cruz, da Principal Sapataria; Miguel Durães, d' A Horta do Bolhão; José Vieira, d' A Económica do Bolhão e Fátima Cardoso, da Soft Lingerie.


Localizado em plena baixa portuense, na Rua Fernandes Tomás, o Temporário já recebeu, desde a abertura no dia 2 de Maio, mais de 100 mil visitantes. [ daqui ]



"Esta merda não deixa me dormir"- diz o corrupto presidente


Já que o jornalixo encornado lisboeta cala, nós divulgamos (III)


Economia do Porto ganhou 15 milhões com a Street Stage do rali que foi vista por 73 milhões na televisão

De acordo com um estudo realizado durante o dia de ontem pelo Núcleo de Investigação do ISAG, a realização do Porto Street Stage gerou um impacto de cerca de 15 milhões de euros na economia local. O estudo destacou ainda o elevado grau de satisfação do público face ao evento (4,43 em 5).

Dois anos depois, os melhores pilotos de ralis do mundo voltaram a acelerar em plena Baixa do Porto, numa classificativa que juntou mais de 100 mil espectadores ao longo dos quase dois quilómetros do percurso. Transmitida em direto pela RTP para uma audiência de mais 73 milhões de espectadores de todo o mundo, a Porto Street Stage terá gerado, só ontem, um impacto de mais de 15 milhões de euros na economia local da cidade.

A conclusão é do estudo realizado ao longo desta sexta-feira pelo Núcleo de Investigação do ISAG (NIDISAG) junto dos espectadores, nacionais e internacionais, que se deslocaram propositadamente ao Porto para a assistirem à classificativa do Rally de Portugal.

O estudo, que envolveu várias equipas permanentes em diferentes pontos da Baixa da cidade, pretendeu não só fazer uma caraterização sociodemográfica e do perfil do visitante da Porto Street Stage, como também avaliar o impacto directo do evento na economia local da cidade (alojamento, refeições, deslocações, compras/presentes, atividades realizadas no recinto, etc.).

Os dados recolhidos e analisados pela equipa de investigação do Núcleo de Investigação do ISAG apontam para um impacto global de 15 milhões de euros no comércio local, destacando uma média de 32 euros para alimentação e 112 euros para alojamento, com os visitantes a privilegiarem as unidades hoteleiras de 4 estrelas.

Entre o público estrangeiro que se deslocou Porto para assistir ao rali, o estudo coloca os espanhóis no topo de uma lista onde se destacam também os franceses e os ingleses.

Em comum, portugueses e estrangeiros partilharam o elevado grau de satisfação pelo evento (4,43 em 5), destacando como principais pontos positivos o "local do evento", o "horário da prova", a "disponibilidade das equipas locais", o "nível de espectacularidade", as "acessibilidades" e a "organização". Segundo os inquiridos, este evento promove o turismo, aumenta a diversidade cultural e tem um impacto económico muito positivo na cidade do Porto.

A RTP transmitiu a classificativa em direto em prime-time, na RTP1 e mais de 100 outras estações de TV a nível mundial fizeram o mesmo. [ daqui ]


Dedicada aos clubes da capital centralista e colonialista bem como a todos os seus adeptos do Norte

Obrigado Sérgio Conceição

(...) Obrigado Sérgio Conceição. Disse que adoro futebol e que sou adepto do Porto. Quero aproveitar o fim da época para agradecer ao Sérgio Conceição o título de campeão. A ele se deve, os jogadores foram os mesmos e os dirigentes também. Ele foi a novidade. Colocou o Porto a jogar bom futebol e de ataque e criou uma verdadeira equipa com os jogadores a darem tudo em cada jogo. Criou ainda um entusiasmo único entre os adeptos. Assisti a jogos onde o Porto sofreu as piores derrotas da época, em casa com o Liverpool para a Liga dos Campeões e no Restelo com o Belenenses. Em ambos os jogos, os adeptos ficaram a aplaudir a equipa muitos minutos para além do fim do jogo. No Restelo, não me esqueço dos milhares de portistas a cantarem “quero o Porto campeão”, apesar da equipa ter acabado de perder a liderança do Campeonato naquele jogo. E no fim tivemos mesmo o Porto campeão. (...)  [ João Marques de Almeida, aqui ]

Claque política ( Rui Rio é merda e sempre o foi )

Rui Rio juntou-se ao coro da ignorância antifutebol que está a dar "likes"
Uma claque é um "grupo de pessoas que aplaude ou apoia um espetáculo". Proibi-las, como sugere Rui Rio a propósito dos incidentes de Alcochete, é proibir bombos, tarjas e bandeiras. Mais nada. Além disso, nos termos da lei atual, as claques do Benfica já estão proibidas de existir, mas o correio anda muito atrasado para os lados de Carnide. O que também já está proibido são os bandos de malfeitores que, nos estádios, nas ruas ou em Alcochete, cometem ilegalidades. Fazerem parte de claques não legaliza as ilegalidades, em teoria. Há, de facto, alguns problemas por resolver. Os primeiros são a clubite e a contraclubite (isto é, o esforço para não parecer clubista), que conduzem a generalizações criminosas. Por exemplo, segundo a PSP, entre 2015 e 2017, houve 1600 incidentes com adeptos do Benfica, 1300 com adeptos do Sporting e 600 com adeptos do FC Porto. Se bem me lembro das aulas de matemática, não é o mesmo ter 600 incidentes ou 1600, sobretudo se o clube envolvido nesses 1600 for o das tais claques que estão proibidas. Para abordarem esses 1600, as autoridades dispõem de duas armas que deviam ser eficazes: podem banir adeptos dos estádios e podem obrigar os clubes a jogarem à porta fechada. Mas não fazem nem uma coisa, nem outra. Os adeptos não são banidos, quando são é por pouco tempo e, depois, ninguém verifica se vão aos estádios; e castigar clubes é delicado, porque, em termos estatísticos, seria preciso começar pelo Benfica ou pelo Sporting. Não há nenhuma razão honesta para não haver milhares de adeptos banidos (como aconteceu em Inglaterra, para citar o exemplo dado pela ignorância de Rui Rio), nem recintos interditados. E isto também vale para os Super Dragões que ameaçaram árbitros num centro de estágio. Explique Rui Rio. O político é ele.

Já que o jornalixo encornado lisboeta cala, nós divulgamos (II)


O Porto em imagens (484)


Até quando vamos aturar estes corruptos?

JOBS FOR THE BOYS

Uma incubadora de tachos. Este governo cria em média 2 tachos por dia!



Já que o jornalixo encornado lisboeta cala, nós divulgamos (I)


A (habitual) hipocrisia dos encornados


O Porto em imagens (483)


O congresso dos herdeiros de Sócrates


O Porto em imagens (482)


O Porto em imagens (481)


BEIJOS QUE NÃO ENGANAM!

CONSEGUEM ADIVINHAR A COINCIDÊNCIA?


"Publicidade"

Absurdo!
Hoje ao sair do Pingo Doce, fui abordado por uma promotora de vendas “Podre de Boa” que me ofereceu sexo em troca de eu divulgar uma “marca” de sabão líquido no meu facebook!
Claro que recusei!
Sou um homem sério, decente e de respeito, comprometido e gosto de ter a minha consciência limpa!
Tão limpa quanto o “NOVO JAL”, multi-acção líquido triple white que tira todas as manchas, mesmo as mais difíceis de toda roupa branca e rende muito mais que o da concorrência!

A culpabilização dos outros (*)

[ Helena F Matos, aqui ]

Os israelitas exigem que os seus governos governem Israel e defendam Israel. Os palestinianos nada exigem aos seus líderes prestando-se há décadas a ser carne para canhão. Na faixa de Gaza não há água canalizada, a electricidade funciona de vez em quando, não há trabalho. Enquanto os palestinianos andarem a matar-se junto à fronteira os nababos do Hamas podem viver descansados.

Este esquema de poder funciona sempre: a culpa do atraso de Cuba é do embargo dos EUA, a culpa da catástrofe da Venezuela é dos EUA, da Colômbia e já agora de Portugal que não mandou pernil no Natal… Este estado de coisas segue e corre com o aplauso do mundo ocidental onde campeiam artigos como este publicado no Expresso: As guerreiras de Gaza.  Nestes conflitos o lado apoiado pela esquerda abarrota de guerreiras. Havia guerreiras no Vietnam, na Coreia do Norte, em Angola, em Moçambique, no Irão… enfim era um fartote de guerreiras. Agora as guerreiras estão em Gaza. Moral da História: assim que jornalistas ocidentais vislumbram guerreiras é melhor mudar de sítio.

Lembram-se do que eu aqui escrevi acerca daquele final de campeonato? Sporting paga a árbitros para conquistar campeonato de andebol!

André Geraldes seria o líder do esquema. Actual diretor de futebol do Sporting, é suspeito de ter coordenado a compra de árbitros por valores que chegavam aos dois mil euros por jogo. “Sabes como é que o c… [do árbitro] se despediu de mim? Grande abraço. Rumo ao 37! Filho da p…”, cita o diário, que teve acesso às mensagens trocadas no sistema de comunicação WhatsApp entre elementos envolvidos no esquema. Nesse caso, num jogo entre Benfica e Porto, o árbitro acreditava ter sido pago pelo clube da Luz.
Era Paulo Silva quem alegadamente pagava aos árbitros, servindo de intermediário de André Geraldes (que no ano passado coordenava as modalidades). Foi o empresário de futebol que se dedicava a recrutar novos valores, quem acabou por revelar as comunicações entre os envolvidos, depois de se ter arrependido de colaborar nos pagamentos. Disse ao Correio da Manhã ter agido por “sportinguismo”, apesar de receber 350 euros por cada árbitro corrompido. “Só fiz isto para combater a fraude que já existia nas modalidades”, justifica.