Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Presidente Chinês confirma palavras de Paulo Futre!

Não Há Nada P'ra Ninguém

Tripolias


enviada pelo Amigo Pinto da Costa

E a Islândia?






Terá sido na Islândia onde a crise financeira se manifestou de forma mais brutal e dramática. Depois da falência dos bancos, a bancarrota. Assim que a banca entrou em incumprimento, o governo islandês decidiu nacionalizar os seus três bancos privados - Kaupthing, Landsbanki e Glitnir. Mas nem isto impediu que o país caísse na recessão. A Islândia foi à falência e o Fundo Monetário Internacional (FMI) entrou em acção, injectando 2,1 mil milhões de dólares no país, com um acrescento de 2,5 mil milhões de dólares pelos países nórdicos. O povo revoltou-se e saiu à rua. Mas lentamente vão-se erguendo. Nada de lamúrias e de apelos à responsabilidade, ao sentido de Estado ou ao medo dos mercados, ao contrário do que por cá se passa.  Nada de expedientes rateiros para ficar tudo na mesma. Por lá, os islandeses promoveram um autêntica revolução, absolutamente democrática: tiveram a coragem de querer mudar de vida.


Os protestos populares, quando surgem, são para ser levados até ao fim. Os islandeses, cuja acção popular sem precedentes levou à queda do governo conservador, à pressão por alterações à Constituição (já encaminhadas) e à ida às urnas em massa para chumbar o resgate dos bancos. 
Correram com a direita (então no poder), banalizaram a esquerdalha prostituída ao liberalismo que se propunha adoptar as mesmas soluções impostos pelos primeiros e promoveram eleições, tendo como horizonte a genuína oportunidade para mudarem de vida.  Daquelas, saiu uma coligação de esquerda formada por social-democratas, feministas, ex-comunistas e Verdes. Em referendo, com aproximadamente 93 por cento dos votos, recusaram que fosse a sua sociedade a pagar o buraco financeiro gigantesco aberto pela ganância de banqueiros fraudulentos. Mais, levaram à cadeia  uns tantos daqueles financeiros gatunos.  Asseguraram o controlo da sociedade sobre o sistema financeiro nacionalizando os três maiores bancos. Mandaram os credores externos esperar. Elegeram uma assembleia constituinte em 27 de Novembro de 2010 incumbida da redacção de uma nova Constituição capaz de limitar os excessos de um capitalismo que lhes provocou um sabor tão amargo e de catapultar de novo a Islândia para uma trajectória de progresso e de justiça social.


Mas vejamos:
Lição democrática n.º 1: Pacificamente, os islandeses começaram a concentrar-se, todos os dias, em frente ao Althingi [Parlamento] exigindo a renúncia do governo conservador de Geir H. Haarde em bloco. E conseguiram. Foram convocadas eleições antecipadas e, em Abril de 2009, foi eleita uma coligação formada pela Aliança Social-Democrata e o Movimento Esquerda Verde - chefiada por Johanna Sigurdardottir, actual primeira-ministra.
Durante esse ano, a economia manteve-se em situação precária, fechando o ano com uma queda de 7%. Porém, no terceiro trimestre de 2010 o país saiu da recessão - com o PIB real a registar, entre Julho e Setembro, um crescimento de 1,2%, comparado com o trimestre anterior. Mas os problemas continuaram.
Lição democrática n.º 2: Os clientes dos bancos privados islandeses eram sobretudo estrangeiros - na sua maioria dos EUA e do Reino Unido - e o Landsbanki o que acumulava a maior dívida dos três. Com o colapso do Landsbanki, os governos britânico e holandês entraram em acção, indemnizando os seus cidadãos com 5 mil milhões de dólares [cerca de 3,5 mil milhões de euros] e planeando a cobrança desses valores à Islândia.
Algum do dinheiro para pagar essa dívida virá directamente do Landsbanki, que está neste momento a vender os seus bens. Porém, o relatório de uma empresa de consultoria privada mostra que isso apenas cobrirá entre 200 mil e 2 mil milhões de dólares. O resto teria de ser pago pela Islândia, agora detentora do banco. Só que, mais uma vez, o povo saiu à rua. Os governos da Islândia, da Holanda e do Reino Unido tinham acordado que seria o governo a desembolsar o valor total das indemnizações - que corresponde a 6 mil dólares por cada um dos 320 mil habitantes do país, a ser pago mensalmente por cada família a 15 anos, com juros de 5,5%. A 16 de Fevereiro, o Parlamento aprovou a lei e fez renascer a revolta popular. Depois de vários dias em protesto na capital, Reiquiavique, o presidente islandês, Ólafur Ragnar Grímsson, recusou aprovar a lei e marcou novo referendo para 9 de Abril.
Lição democrática n.º 3: As últimas sondagens mostram que as intenções de votar contra a lei aumentam de dia para dia, com entre 52% e 63% da população a declarar que vai rejeitar a lei n.o 13/2011. Enquanto o país se prepara para mais um exercício de verdadeira democracia, os responsáveis pelas dívidas que entalaram a Islândia começam a ser responsabilizados - muito à conta da pressão popular sobre o novo governo de coligação, que parece o único do mundo disposto a investigar estes crimes sem rosto (até agora).


O "engraçado" é que, depois destas medidas, a actualidade política islandesa passou a ter tanto destaque como a da lua. 
Podemos concluir que esta política está a meter medo aos países ocidentais. Porquê? Experimentem procurar por notícias sobre política islandesa no separador de notícias do Google. Não vão encontrar rigorosamente nada!!!.  Há uma nítida limitação à informação e com isso potenciar a possibilidade do surgimento de outras revoluções pelo voto inspiradas no caso islandês. E isto faz-se blindando a ideia de que é possível, como está a ser na Islândia, reconquistar democraticamente um poder político novamente posto ao serviço de todos.
Óbviamente que a Islândia ainda atravessa grandes dificuldades. É um facto. Mas já inverteu a rota descendente. Estão incomparavelmente melhor do que nós. A economia e o emprego dão bons sinais. E, sobretudo, regressou aquela energia para trabalhar que apenas a perspectiva de um futuro melhor para todos é capaz de gerar. A esperança voltou à ilha. Souberam obrigá-la a regressar. As revoluções também se fazem com votos mas sem os tradicionais partidos instalados. 


Em Portugal surge o Partido do Norte. Porque não!?

Mother

Pink Floyd

Pobreza em Portugal: maior aumento de sempre!!!

AMI regista maior aumento de sempre de pobreza em Portugal 



Boca de Incêndio

Bombeiros alertam que redução de verbas deverá afectar meios aéreos


O presidente da Liga dos Bombeiros afirmou esta terça-feira, após uma audição no Parlamento, que a redução em 20% da verba para combater os incêndios deverá afectar os meios aéreos, os mais dispendiosos, manifestando preocupação com o atraso na contratação destes equipamentos.
Duarte Caldeira falava à agência Lusa à saída de uma audição na comissão parlamentar de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, onde disse aos deputados ter "a convicção" da manutenção das verbas para os meios terrestres de combate aos fogos florestais.
Tendo em consideração os valores em causa, "seguramente que este impacto dos 20% será sobretudo no âmbito dos meios aéreos", realçou.
Em 2010, Portugal contou com 56 meios aéreos para combater os incêndios nos meses de verão e, "se tivermos em consideração esta redução, certamente iremos contar este ano com 40 e poucos meios aéreos", referiu o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP).
"Não é admissível que haja qualquer diminuição nas equipas terrestres dos bombeiros", salientou Duarte Silva.
O corte de verba "implicará que haja um envolvimento muito forte dos elementos de comando de modo a que seja possível compensar as mudanças decorrentes da alteração do dispositivo aéreo com reforço dos meios terrestres dos bombeiros".
Por outro lado, a contratação de meios aéreos para combater os incêndios florestais "está atrasada" este ano, afirmou. Em 2010, em Janeiro "já estava em processo de selecção", este ano, "ainda nem foram lançados os concursos", o que é um atraso "muito significativo", salientou.
O representante dos bombeiros explicou que as consequências desta situação são várias, nomeadamente ao nível do custo do aluguer dos meios necessários.
O mercado internacional nesta área é restrito e os países, de uma forma geral, têm optado por, em vez de adquirir meios aéreos próprios, recorrer ao aluguer porque "é mais rentável". E "quanto mais tarde os concursos forem lançados, em piores condições serão negociados", disse Duarte Caldeira.
Os meios aéreos de combate a incêndios representam 46 milhões de euros no orçamento da Autoridade Nacional Protecção Civil, num total de 60 milhões de euros, referiu o presidente da Liga. A redução de 20% é "muito significativa" e "vai exigir uma reflexão muito apurada sobre a redefinição do tipo de meios e a sua localização", apontou ainda.
Na segunda-feira, o secretário de Estado das Florestas, Rui Barreiro, desvalorizou os cortes orçamentais nos meios de combate a incêndios e sublinhou que no caso do Ministério da Agricultura, que conta com 30 milhões de euros para prevenção, estas verbas foram reforçadas.
"No caso da Agricultura, houve um reforço de verbas. Os incêndios são uma preocupação de todos. É possível, apesar dos problemas orçamentais, juntar os meios disponíveis dos vários ministérios", disse.

in Jornal de Notícias

Escândalo: Decreto-Lei 40/2011




O resultado das novas oportunidades: uma língua "haberta"

"Haver vamos o que nos esperam os próximos capítulos."
"Com José Sócrates o PS vai enfrente e vai vencer"

As pérolas acima referidas foram escritas por um deputado, Renato Sampaio, vergonhosamente o homem forte do PS ... Porto. Além de socialista, vice-presidente da bancada socialista no parlamento, nem em português correcto consegue escrever. 
Klaru k á-de a ver gente k ñ simporta. 
Isso é só forma, o que interessa é a substância.


BCE humilha Constâncio

O BCE terá recomendado que as contas do país não sejam imediatamente auditadas, isto para evitar a descoberta de "mais buracos nas contas públicas". 
Constâncio, que é o actual Vice-Presidente do BCE, jamais poderia aceitar uma recomendação deste jaez. É o mesmo dizer que não acreditam na sua anterior gestão. Para ele será uma questão de dignidade profissional.
Afinal, foi ele quem presidiu ao Banco de Portugal durante os longos anos em que o seu Partido Socialista esteve no poder.

Hóquei em Patins: Épico!

Calendária-3-FCPorto-4-
A 1m26s do fim o Campeão perdia por 3-1...

Observar a partir da 1h20m:

Começa mal...

Sobre o aeroporto, não resisto a transcrever o palavreado de Miguel Relvas, um rapaz que pede meças a Guterres no estilo “picareta falante” (bolds meus):
O novo aeroporto em Lisboa é fundamental para manter a existência da TAP como uma grande companhia de bandeira. A TAP só continuará a ter futuro e a ser uma grande companhia se continuar por este caminho de Lisboa ser um hub aéreo entre África e a Europa, entre a América do Sul e a Europa. E este caminho só é possível construir com uma infra-estrutura dotada dessas condições.
O aeroporto é para servir a TAP, os passageiros e os seus interesses estão totalmente ausentes do discurso de Miguel Relvas. Este detalhe é importante, pois é nas grandes “empresas do regime”, públicas e para-públicas que se faz o cimento agregador das políticas do grande centrão.

Por Luis Rocha, do Blasfémias, sempre esclarecido e assertivo...

Bombing for peace is like fucking for virginity


O amigo de Sócrates, o terrorista Kadhafi não merece respeito nem defesa, mas o derrube dos tiranos deve partir do próprio povo e não de resoluções do conselho de segurança da ONU ou dos vizinhos mais incomodados ou mesmo pelos apetites economicistas de uma qualquer potência. Por isso, este slogan que data dos protestos americanos a propósito da guerra no Vietename, é muito actual. As decisões da ONU, burocrática e falsa organização, apenas mostram o desejo de pretender tomar de assalto os recursos energéticos líbios. Senão podemos questionar onde estava a tão "severa organização" perante as atrocidades racistas cometidas no Zimbabwe, por Mugabe, ou no Sul do Sudão, pelo regime de Al-Bashir. Limitaram-se a aprovar um conjunto de sanções económicas aqueles regimes africanos. A ONU tão célere a mandar invadir países potencialmente apetitosos do ponto de vista do ouro negro é exactamente a mesma que não se impressionou com o genocídio perpetrado pela tribo Hutu, contra a tribo Tutsi, no Ruanda em 1994. Esta ONU é a mesma que continua a não se impressionar, com as centenas, milhares, dezenas de milhar, de mulheres que vivem em condições desumanas em países como a Arábia Saudita, Irão, Iémen, Omã, etc.  Hipócritas!

O "socialismo" do BCP


Vara saiu do BCP com indemnização "milionária" de 562 mil euros


O antigo vice presidente do BCP, Armando Vara, que saiu do banco no Verão de 2010 devido ao alegado envolvimento no processo Face Oculta, recebeu 562 mil euros de indemnização, a que se somam aos 260 mil euros de remuneração fixa, revela a agência Lusa.
Vara suspendeu as suas funções no maior banco privado português em Novembro de 2009, quando o seu nome foi ligado ao processo Face Oculta, que se prende com alegados casos de corrupção e outros crimes económicos relacionados com o negócio da sucata e que tem 36 arguidos.
Apesar de não ter exercido qualquer atividade no BCP desde o final de 2009, Vara recebeu um total de 822 mil euros do banco em 2010, um valor que supera, inclusive, os 647 mil euros auferidos pelo presidente Carlos Santos Ferreira.
 
Artigo e fotografia do Jornal de Notícias (do Porto)
Vara saiu do BCP com indemnização "milionária" de 562 mil euros
 
No total, os nove administradores (oito, excluindo Vara) do BCP receberam 4,1 milhões de euros no ano passado, parte dos quais relativos à remuneração fixa no banco e, numa proporção muito menor, relativos à remuneração relacionada com empresas participadas.
No Relatório do Governo Societário de 2010 enviado, esta sexta-feira, pelo BCP à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o banco explicou que o contrato de cessação do vínculo de Vara à instituição foi celebrado "exclusivamente no interesse da sociedade e proteção da imagem do banco".
E justificou que esta indemnização 'milionária' corresponde às remunerações fixas que seriam recebidas Vara até ao termo previsto para o exercício de funções para as quais foi eleito no início de 2008. 
Vara é arguido no processo Face Oculta, sendo acusado de três crimes de tráfico de influência.

(publicado pelo JN)

Correram com os banqueiros honestos, usurpando o poder através de um golpe de estado vergonhoso, colocaram os boi(y)s socialistas no poder. Acabaram com os prémios aos colaboradores e com o reforço do fundo de pensões... Estes biltres socialistas são uns verdadeiros salafrários...

Beleza tinha nome: Elizabeth Taylor

(Com Montgomery Clift, em A Place in the Sun, de George Stevens, 1951)

Mas afinal o que quer esta fulana?

Deutschland über alles



A Quaresma é já ali...

Não posso prometer que não haja aumento de impostos

Voos Low-cost

Afinal agora já querem a intervenção do PR!?

Agora o PS já deseja a intervenção do Presidente da República.

O Sporting de lisboa estará muito bem entregue; que ridículo

Descansa em Paz Mãe


Partiste! num golpe de asas tranquilo.
Ah, quem dera, ir contigo e ver, o que só
agora, teus olhos, podem vislumbrar!

Porém, minhas janelas, estarão sempre
abertas, para repousares teu descanso,
quando me achares digno, de tua visita.

Minha mais doce, avezinha, presa
ao destino, de uma cruel fatalidade,
chegou enfim o dia, em que não
mais resististe, ao apelo dos céus…

E buscando o azul celeste, lá puseste
o teu mais lindo sorriso, para agrado dos
teus, na mais infinita entrega,
que só o amor pode desvendar,
em toda a sua decência e verticalidade.

E inda mal o sol raiava e já decidido havias,
outros mundos buscar – bem sabias tu, que
te esperavam.

E se aqui semeaste e do semeio, brotaram as
mais lindas flores, que soubeste cuidar,
eis a tua memória duradoira,
que teus filhos preservarão,
pois quem amou, amada será.

Voa, minha querida, a paz é contigo!
e se hoje todos choram, o céu que buscaste,
deixando para trás, esta vida terrena,
é porque assim encontraram, a certeza,
de que todas as manhãs, teu canto ouvirão,
no cimo da árvore, que tu mesmo plantaste.

Voa… voa… ó graça, de todas as aves!
que todos nós seremos contigo.


Agradeço a todos que vieram orar e meditar comigo no velório e no enterro de minha mãe. Agradeço a todos que me mandaram mensagens, telegramas, e-mails e telefonemas de conforto e de carinho.

Vera, a Prima

Um pulha muito flexível

Um exercício anti-stress recomendado pelos médicos.
Clicar com o rato sobre o Primeiro-Ministro; arrasta-o, faz o gajo dar cambalhotas...
Sustem a sua queda, ajuda-o a cair... o que quiseres.
Podia ser Voodoo..........
O importante é conseguires aliviar o teu stress!


http://sorisomail.com/email/456/jose-socrates--um-primeiro-ministro-muito-flexivel.html

Japão: lições de vida

Uma equipa de reportagem japonesa encontra um cão no meio dos escombros em Arahama-Sendai. O cão atrai o repórter, querendo que aquele veja que ele está a proteger outro cão que parece estar desfalecido; ele rodeia o amigo e obriga-o a mexer-se para que o repórter perceba que ele ainda está vivo e a precisar de ajuda. Um exemplo.

Portugal: Estranhos conceitos

Temos um estranho conceito de trabalho
Governo criou 70 grupos de trabalho e comissões envolvendo 590 pessoas: maioria são com funcionários públicos e muitos recebem ajudas de custo ou senhas de presença para as reuniões


Temos um estranho conceito de força maior
Ambulância que assistia doente “obrigada” a sair de local para carro de ministro passar. 
Uma ambulância do INEM que estava em serviço de urgência a uma idosa foi obrigada a abandonar a rua onde se encontrava para deixar passar o carro do ministro da Justiça, noticia a TVI.
O caso, que já foi confirmado pelo INEM, aconteceu na passada quinta-feira, por volta das 12h30, e indignou os vizinhos que testemunharam a situação à estação de Queluz.
Um elemento da PSP, que faz a segurança do ministro da Justiça, Alberto Martins, ordenou que a ambulância fosse retirada do local para o carro do ministro passar.
A ambulância voltou à residência da idosa algum tempo depois e acabou por transportar a doente ao hospital.
O INEM já informou que o incidente não afectou o socorro da vítima que já está em casa depois do internamento hospitalar.
Contactado pela TVI, o gabinete do ministro Alberto Martins disse desconhecer em absoluto a situação.
Por outro lado, a PSP assegurou que os agentes podem retirar uma ambulância de um local por motivos de força maior.


Temos um estranho conceito de urgência
Caso São João. Médico do IPO de Lisboa confirmou indicação para medicamento inovador.
Especialista do IPO de Lisboa diz que há pelo menos mais dez doentes a precisarem do tratamento no país.
A doente do Hospital de São João que está há um ano à espera de ter acesso a um medicamento inovador que lhe foi prescrito pelo médico foi vista por um especialista em Lisboa no final de 2010. António Almeida, hematologista do IPO de Lisboa, explicou ontem ao i que avaliou o quadro clínico de C. M., de 36 anos, entre Novembro e Dezembro, a pedido do médico do Porto por se ter doutorado nesta doença rara: a hemoglobinúria paroxística nocturna (HNC).
Na altura, o médico confirmou a indicação para esta medicação, embora não pudesse ser o IPO de Lisboa a disponibilizá-la, uma vez que a administração é feita mediante o pedido de autorização de utilização especial no hospital de residência, a aprovar pela administração.
O especialista sublinha que o medicamento em causa, aprovado a nível europeu, representa um ganho significativo na qualidade de vida destes doentes, que deixam de precisar de transfusões de sangue e de ter tantos episódios de trombos. No país só há dois doentes com uma autorização de utilização especial para o medicamento órfão, que tem um custo de 250 mil euros por ano. António Almeida sublinha que há mais dez a 15 doentes a precisar destes tratamento, não tendo informação sobre se já todos submeteram pedidos de AUE. Neste momento só há dois doentes no Hospital de Santo António que têm acesso à medicação.
Ontem a denúncia da presidente da Federação Nacional de Doenças Raras, Paula Brito e Costa, mereceu o desmentido da administração do Hospital de São João. Em comunicado, o hospital afirmou que "nenhum doente deixou ou deixará de ser tratado por razões de natureza meramente económica". Paula Brito Costa mantém a acusação, já confirmada por várias fontes: "É uma vergonha. Não assumirmos os nossos erros é do pior que pode existir. Se houver consequências maiores para os doentes, a repercussão será muito maior", disse a responsável, sublinhando que neste momento a doente C. M. corre perigo de vida. M. F. R.


Temos um estranho conceito de prazos
Rapto em 1998 levou à adopção de melhores práticas de investigação
Rui Pedro: Autoridades continuam a esperar 48 horas para reportar desaparecimentos
Ainda há autoridades que acham que se deve esperar 48 horas para agir perante o alerta de desaparecimento de uma criança quando todas as normas internacionais apontam as 24 horas como fulcrais para um final feliz. O alerta é dado pela Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (AP-CD), que lembra que o caso Rui Pedro, agora reaberto, serviu para mudar muitas práticas em Portugal e evitar outros casos.


Temos um estranho conceito de brinquedos
Negócios da Defesa portuguesa arrasados em telegramas revelados pelo Wikileaks.
O semanário Expresso divulga, hoje, alguns dos telegramas trocados entre a embaixada dos Estados Unidos em Lisboa e a Casa Branca, revelados pelo site Wikileaks, que são arrasadores ao nível dos negócios da Defesa portuguesa. Os documentos são de 2007 a 2009 e revelam que "o ministério move-se pelo desejo de ter brinquedos caros", nas palavras do embaixador Thomas Stephenson.


Temos um estranho conceito de contas
Recenseamento eleitoral de 2010 contradiz dados das presidenciais
Total de eleitores divulgado em Diário da República revela menos 202 661 do que os contabilizados nas presidenciais


Temos um estranho conceito de património
Governo quer vender herdade com parte de aldeia dentro, junto ao novo aeroporto.
Propriedade tem 338 hectares e está apalavrada por 4,5 milhões de euros. Misericórdia, bombeiros e outras entidades locais receiam que os seus direitos não sejam tidos em conta.

Líbio alentejano

O Regresso da Bandeira Azul e Branca


O país fica realmente dividido em dois: a norte do rio Vouga a bandeira de Portugal é azul e branca e o regime é monárquico. A sul a bandeira é verde-rubra e o regime é republicano. É o período da história conhecido com Monarquia do Norte ou o Reino da Traulitânia. Em 1919 foram apenas vinte e cinco dias de restauro parcial da monarquia.
O general Paiva Couceiro, militar que se destacou na defesa da monarquia durante a revolução republicana de 5 de Outubro de 1910, foi um dos poucos monárquicos que não se conformou com a implantação da república. Exilou-se na Galiza, com outros monárquicos e, a partir dali, procurou combater o regime republicano pelas armas.
A partir de Espanha organizou um exército, embora pequeno, para restaurar a monarquia em Portugal. Pretendia a realização de um plebiscito popular e a restauração da Carta Constitucional de 1826 e assim mostrar que existia uma alternativa monárquica para Portugal.
Fez várias incursões no país. A primeira foi exactamente um ano após a implantação da república. Teve um impacto e significado simbólicos pois limitou-se a conseguir hastear a bandeira azul e branca em Vinhais. A segunda deu-se em 1912, já teve mais resultados pois o exército monárquico penetrou em Valença, Vila Verde e Chaves. Seguem-se alguns levantamentos populares em Cabeceira de Bastos, Celorico de Bastos, Fafe e Vieira do Minho. Não obstante, as forças republicanas neutralizam a incursão, que assim termina com a fuga dos monarquistas para Espanha.
Uma terceira tentativa seria mais marcante. No ano de 1919, Paiva Couceiro volta a invadir o norte do país, chegando ao Porto. Nesta cidade, a Junta Militar do Norte proclama a monarquia no dia 19 de Janeiro. A bandeira azul e branca é hasteada, após uma parada militar e canta-se o Hino da Carta Constitucional (O hino monárquico). Os chefes desta restauração são Luís de Magalhães, Sollari Allegro, Conde de Azevedo, Visconde do Banho e o Coronel Silva Ramos. A Junta Governativa do Reino, junto ao Governo Civil do Porto, ficou sob o comando de Henrique Mitchell de Paiva Couceiro. Quase todas as cidades do norte aderem à causa real, com a excepção de Chaves.
Mesmo na capital, a Junta Militar quer aderir ao movimento iniciado a norte, mas não se obtém unanimidade. Em Lisboa vai ter alguma importância o movimento “Integralismo Lusitano”. Alguns dos seus membros aderem à causa e resolvem tomar o posto TSF de Monsanto para estabelecer contacto com o norte e assim coordenar a luta. A revolta eclode no dia 22 de Janeiro. Sob o comando de Aires de Ornelas, um grupo de algumas dezenas de militares hasteia a bandeira monárquica no Forte de Monsanto. Os republicanos reagem com rapidez e eficácia. Graças ao seu número e apoio rapidamente conseguem a capitulação dos monárquicos. No entanto, a revolta no país só terminou no dia 13 de Fevereiro, com a entrada dos exércitos republicanos no Porto.
O país fica realmente dividido em dois: a norte do rio Vouga a bandeira de Portugal é azul e branca e o regime é monárquico. A sul a bandeira é verde-rubra e o regime é republicano. É o período da história conhecido com Monarquia do Norte ou o Reino da Traulitânia. Foram apenas vinte e cinco dias de restauro parcial da monarquia, mas repletos de violência e terror, sobretudo da parte dos monárquicos, que aproveitaram para “ajustes de contas” e retaliações pessoais. Este foi o motivo porque o período foi denominado de Reino da Traulitânia.
O regresso da bandeira azul e branca falhou principalmente por dois motivos: não contou com o apoio do rei D. Manuel II, que se encontrava exilado em Inglaterra, e não obteve o reconhecimento essencial de países como a Inglaterra e a Espanha.
Como consequência muitos oficiais foram afastados ou demitidos do exército, ficando Afonso Costa no domínio da política portuguesa.
Os defensores da monarquia foram os que mais sofreram com o rescaldo do golpe. Verificam-se divisões entre os apoiantes de D. Manuel II, muitos dos quais consideram que o movimento foram feito à revelia do rei. O “Integralismo Lusitano” enviou uma delegação à Inglaterra para analisar estratégias para a futura luta monárquica. Voltam desiludidos com a recepção do rei e juntam-se à causa do reconhecimento de D. Duarte Nuno de Bragança, neto de D. Miguel I, como legítimo herdeiro do trono português.
Nos mais de cem anos de República, foi a mais forte tentativa para restaurar a monarquia em Portugal.

Dia de S. José

Hoje, comemoramos o grande patrono da Igreja Universal, São José. Ninguém ignora que São José é o esposo de Nossa Senhora e pai adoptivo de Jesus. A Bíblia não fala muito dele. No entanto, o amor cristão faz de cada palavra do Evangelho de São Mateus um ensinamento novo para a vida. Eis alguns factos que sempre recordamos: A ordem dada a São José, de receber Maria como esposa. É o fim do Antigo Testamento e o começo do Novo. Ele é o patriarca, o grande pai. A fuga para o Egipto e a volta lembram a história de todo o povo de Israel - o Êxodo. Portanto, São José é o amigo do povo, dos pobres, dos pequeninos, dos perseguidos e dos sofredores. Da Bíblia, recebeu ele o título maior que ela costuma dar a alguém: Justo. São José era um homem "justo". Tanto a Idade Média quanto os tempos modernos lembraram muito São José como modelo para o lar e, também, para o operário. A simplicidade e a fidelidade fizeram de São José o protector escolhido para Maria e para o próprio Jesus, bem como para todos nós.

O relativismo do mundo moderno

Interessante vídeo que abarca a problemática do relativismo no mundo moderno. Ainda que o debate a respeito da Verdade sempre esteja em alta, o facto concreto é que desde a estruturação do espírito revolucionário, com o surgimento do homem enquanto indivíduo e com a formação de uma mentalidade racionalista e cada vez mais distante da reflexão metafísica, a Verdade tornou-se num ponto secundário no conhecimento filosófico.
A tentativa de desconstruir a Verdade por meio da imposição dos mais falaciosos paradigmas relativistas é reflexo do esvaziamento do homem moderno incapaz de refletir a respeito da própria existência e de, como dinâmica consequente, viver com o espírito.

O orgulho do fracasso

"O world, thou choosest not the better part!”
(George Santayana)

Língua, religião e forte cultura são os únicos componentes de uma nação que podem sobreviver quando ela chega ao fim da sua duração histórica. São os valores universais, que, por servirem a toda a humanidade e não somente ao povo em que se originaram, justificam que ele seja lembrado e admirado por outros povos. A economia e as instituições são apenas o suporte, local e temporário, a que a nação recorre para continuar a viver enquanto gera os símbolos nos quais a sua imagem permanecerá quando ela própria já não existir.

Mas, se esses elementos podem servir à humanidade, é porque serviram eminentemente ao povo que os criou; e serviram-lhe porque não traduziam somente as suas preferências e idiossincrasias, e sim uma adaptação feliz à ordem do real. A essa adaptação chamamos “veracidade” -- um valor supralocal e transportável por excelência. As criações de um povo podem servir aos outros povos porque elas trazem em si uma veracidade, uma compreensão da realidade -- sobretudo da realidade humana --que vale para além de toda condição histórica e étnica determinada.

Por isso esses elementos, os mais distantes de todo interesse económico, são as únicas garantias do êxito no campo material e prático. Todos os  povos esforçam-se para dominar o ambiente material. Se só alguns alcançam o sucesso, a diferença, como demonstrou Thomas Sowell em Conquests and Cultures, reside principalmente no “capital cultural”, na capacidade intelectual acumulada que a mera luta pela vida não dá, que só se desenvolve na prática da língua, da religião e da alta cultura.

Nenhum povo ascendeu ao primado económico e político para somente se dedicar depois a interesses superiores. O inverso é que é verdadeiro: a afirmação das capacidades nacionais naqueles três domínios antecede as realizações político-económicas. 

A França foi o centro cultural da Europa muito antes das pompas de Luís XIV. Os ingleses, antes de se apoderarem dos sete mares, foram os supremos fornecedores de santos e eruditos para a Igreja. A Alemanha foi o foco irradiador da Reforma e em seguida o centro intelectual do mundo -- com Kant, Hegel e Schelling -- antes mesmo de constituir-se como nação. Os EUA tinham três séculos de religião devota e de valiosa cultura literária e filosófica antes de lançar-se à aventura industrial que os elevou ao cume da prosperidade. Os escandinavos tiveram santos, filósofos e poetas antes do carvão e do aço. O poder islâmico, então, foi de alto abaixo criatura da religião -- religião que seria inconcebível se não tivesse encontrado, como legado da tradição poética, a língua poderosa e sutil em que se registraram os versículos do Corão. E não é nada alheio ao destino de espanhóis e portugueses, rapidamente afastados do centro para a periferia da História, o facto de terem alcançado o sucesso e a riqueza da noite para o dia, sem possuir uma força de iniciativa intelectual equiparável ao poder material conquistado.

A experiência dos milénios, no entanto, pode ser obscurecida até tornar-se invisível e inconcebível. Basta que um povo de mentalidade estreita seja confirmado na sua ilusão materialista por uma filosofia mesquinha que tudo explique pelas causas económicas. Acreditando que precisa resolver os seus problemas materiais antes de cuidar do espírito, esse povo permanecerá espiritualmente rasteiro e nunca se tornará inteligente o bastante para acumular o capital cultural necessário à solução daqueles problemas.

O pragmatismo grosso, a superficialidade da experiência religiosa, o desprezo pelo conhecimento, a redução das atividades do espírito ao mínimo necessário para a conquista do emprego (inclusivé universitário), a subordinação da inteligência aos interesses partidários, tais são as causas estruturais e constantes do fracasso desse povo. Todas as demais explicações alegadas -- a exploração estrangeira, a composição racial da população, o latifúndio, a índole autoritária ou rebelde dos brasileiros, os impostos ou a sonegação deles, a corrupção e mil e um erros que as oposições imputam aos governos presentes e estes aos governos passados -- são apenas subterfúgios com que uma intelectualidade provinciana e acanalhada foge a um confronto com a sua própria parcela de culpa no estado de coisas e evita dizer a um povo pueril a verdade que o tornaria adulto: que a língua, a religião e a forte cultura vêm primeiro, a prosperidade depois.

As escolhas, dizia L. Szondi, fazem o destino. Escolhendo o imediato e o material acima de tudo, o povo brasileiro embotou sua inteligência, estreitou seu horizonte de consciência e condenou-se à ruína perpétua.

O desespero e a frustração causados pela longa sucessão de derrotas na luta contra males económicos refractários a todo tratamento chegaram, nos últimos anos, ao ponto de fusão em que a soma de estímulos negativos produz, pavlovianamente, a inversão masoquista dos reflexos: a indolência intelectual de que nos envergonhávamos foi assumida como um mérito excelso, quase religioso, tradução do amor evangélico aos pobres no quadro da luta de classes. Não podendo conquistar o sucesso, instituímos o ufanismo do fracasso. Depois disso, que nos resta, senão abdicarmos de existir como nação e nos conformarmos com a condição de entreposto da ONU?

O Globo, 27 de dezembro de 2003

A herança socialista

Dublin também reservada?

Tal como aconteceu em Olhão ou em Moscovo, hoje Villas-Boas voltou a desbloquear um jogo com mexidas a partir do banco, mostrando grande destreza táctica.



Reservado

World Top 10 Football Clubs by CNN

Escândalo: Criminosos benfiquistas escapam à prisão!!!

Saviola escapa a multa do clube

Saviola foi apanhado a conduzir com uma taxa de álcool acima do permitido por lei na madrugada da última sexta-feira, mas está a salvo de uma multa por parte do Benfica. O argentino terá apenas que se preocupar com a mais que provável punição de cariz legal.
O internacional argentino aproveitou as horas seguintes ao desafio com o Paris Saint-Germain da semana passada para celebrar o 20.º aniversário da sua namorada, Romanela Amato, e já na madrugada de sexta-feira acabou por ser apanhado pela polícia com excesso de álcool no sangue, numa operação STOP realizada em Lisboa. Ontem chegou a circular a notícia de que Saviola poderia mesmo incorrer numa pena de até um ano de prisão ou multa até 120 dias devido a ter registado 1,26 gramas por litro de sangue, mas fonte oficial do clube da Luz desmentiu esta versão. Ao invés, o jogador terá sido apanhado com 0,8 g/l (o máximo permitido por lei são 0,5 g/l), estando assim sujeito apenas à suspensão durante três meses da sua carta de condução.
O jogador está arrependido, mas continua a merecer plena confiança no clube da Luz. O seu passado exemplar é um dos pontos destacados para a defesa do jogador, que estava até em gozo de folga - o Benfica não treinou na última sexta-feira. Os responsáveis encarnados consideram que esta é uma questão meramente pessoal e, por isso, El Conejo está nas opções para o onze inicial desta noite, tendo já recebido a benção do próprio Jorge Jesus. "É um momento particular da sua vida. Está bem, está concentrado e fisicamente tem apresentado níveis muito bons. Vai partir para o jogo muito confiante e vai certamente fazer um excelente jogo", atirou o técnico.
Quem também partiu em defesa do avançado foi a sua namorada, Romanela Amato, que esteve indirectamente na origem da situação. "Não vou fazer comentários sobre essa questão, ainda que penso ter um namorado que também é um ser humano, não?", frisou na sua página do Twitter.

Luisão teve caso idêntico e cumpriu serviço cívico

A situação de Saviola não é caso único no plantel benfiquista. No início de 2007, também Luisão foi interceptado pelas forças policiais com uma quantidade de álcool no sangue superior ao permitido por lei. O internacional brasileiro registou 1,33 g/l no teste do balão, tendo sido condenado a 40 horas de trabalho comunitário. O jogador penitenciou-se de imediato pelo sucedido, acabando por ver o seu processo-crime suspenso pela Pequena Instância Criminal de Lisboa.