Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

A Federação do futebol centralista e colonialista de lisboa paga ao Boavista e encerra Apito Final!

UMA VERGONHA! As forças do sistema lisboeta tentaram aniquilar o Boavista. Quase o conseguiram! De raiva por não terem conseguido eliminar o FC Porto viraram-se para outro Grande Clube da Cidade do Porto e fizeram-no passar pelos infernos do futebol. Agora, estendem a mão com dinheiro para restabelecer o que jamais poderá ser restabelecido e perdoado. Sou Portista, rival do Boavista, mas acima de tudo sou PORTUCALENSE e jamais perdoarei o que a perfídia lisboeta fez ao NOSSO Clube! Insisto, não é com dinheiro que se apaga mais um vergonhoso ataque da lisboa centralista e colonialista contra um símbolo do Porto e do Norte e de Portugal. Por isso a luta não acabou, o centralismo e o ódio e inveja lisboeta deverá ser constantemente combatido, nem que seja preciso que o sangue escorra por baixo das pontes! Nós só queremos MESMO lisboa a arder! Viva o Boavista!

É preciso gritar bem alto: o sistema tem nome e chama-se BOIFICA


André Almeida, Jardel e Renato Sanches não jogarão frente ao Sporting, em jogo a contar para a 25.ª jornada da Liga NOS, caso vejam uma cartolina amarela diante do União da Madeira, na segunda-feira. Rodolfo Reis não tem dúvidas que os jogadores do boifica irão passar "limpos" no encontro da Luz até porque os encornados dominam a arbitragem. "É muito fácil falar do antigamente para esquecer o agora, já que agora são beneficiados", vincou desde logo para ir mais longe.

"Nós sabemos que estes jogadores não vão levar amarelo. Nem é por ser Cosme Machado porque agora só para aí 10 ou 15. Se não há penáltis, se não há lances perigosos dentro da área do Benfica porque os jogadores têm uma categoria imaculada com uma subtileza… O que vai acontecer então com o Cosme Machado, que até dá amarelos a torto a direito… O Benfica comanda a arbitragem. O FC Porto era antigamente, o Benfica é agora e o Sporting quer. O Benfica comanda o ‘piu piu piu’ [gesto a fingir um apito] e portanto não vai haver amarelos", apontou em declarações ao programa "Play-Off", da SIC Notícias. – Rodolfo Reis

E se uma certa equipa do Porto ...

A LUTAR PELO TÍTULO, TIVESSE DISPONIBILIZADO O SEU CAMPO DE TREINOS AO ADVERSÁRIO COM QUEM IA JOGAR , O JORNALIXO LISBOETA LOGO ARRANJARIA UM NOME:  CORRUPÇÃO
COMO FOI O CLUBE DOS PORCOS ENCORNADOS, "NÃO PASSA NADA".


Dar a voz aos leitores do blogue: Isabel Meireles dixit

É muito positivo ver as várias entidades da Região Norte a unirem-se a favor de uma posição que o Dr. Rui Moreira desencadeou, e muito bem, com firmeza, contra a TAP. Mas as entidades do Norte também têm que se insurgir contra este estudo da Gulbenkian, que é o de criar o Arco Metropolitano de Lisboa. ESTA CRIAÇÃO ARTIFICIAL DO 'ARCO METROPOLITANO DE LISBOA' É MESMO PERVERSA: http://www.publico.pt/economia/noticia/lisboa-estendese-de-leiria-ate-evora-e-voltase-para-o-mar-1723886 É BASEADA NA MENTIRA E NA FALSIDADE. Tem em vista criar, artificialmente, uma região com mais população que a Região Norte. Já que a Estremadura é distinta do Alentejo e do Algarve. Têm em vista, AINDA MAIS, centralizar fundos, instituições e serviços em Lisboa, parasitando o Norte exportador e produtivo, que é a Região mais populosa. As entidades da Região Norte devem falar, por favor, deste estudo perverso, combatendo-o. E, pasme-se, com o aval de dois portuenses, Artur Santos Silva e Fernando Medina, e de uma geógrafa da Universidade do Porto. Causa mal estar ver dois portuenses, Fernando Medina e Artur Santos Silva, mais um geógrafa da Universidade do Porto, por detrás do estudo do Arco Metropolitano de Lisboa. http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/arco-metropolitano-de-lisboa-visto-a-lupa As várias entidades da Região do Norte têm que se insurgir com isto. A solução é reforçar, cada vez mais, a Euro-Região, Norte de Portugal e Galiza, e combater este território arbitrário e baseado na mentira que querem criar, para centralizar, MUITO MAIS, TUDO, em Lisboa, que é uma péssima capital.


On Monday, February 22, 2016 1:55 PM, Isabel Meireles wrote:

Dados concretos: A Região Norte tem cerca de 35 % da população nacional - perto de 3,7 milhões de habitantes. A ela se deve 40 % das exportações, a criação de riqueza de 30 % do PIB e onde se concentram o maior número de empresas. O que o Arco MLisboa vai fazer, se for concretizado, é canalizar, ainda mais, o esforço da «formiga nortenha» para as aparências oportunistas da «cigarra lisboeta», que se vai gabar, com esses novos territórios do Alentejo e da Estremadura, de ter mais população e capacidade exportadora, e, assim, centralizar, ainda mais, TUDO em Lisboa, sugando mais fundos criados noutras regiões e mais fundos europeus, para além dos já conhecidos «spillovers». Portanto: a consolidação da Euro-Região 'Galiza-Norte de Portugal' é a melhor solução para a Região Norte e não esta.
On Sunday, February 21, 2016 9:26 PM, Isabel Meireles wrote:

Trata-se de mais um esquema para, de modo artificial e impositivo, reforçar ainda mais o ultra-centralismo de Lisboa. É uma tentativa de tentar criar, de modo arbitrário, uma região, ultra-centralizada em Lisboa, que tenha mais população que a Região do Norte e que tenha indicadores estatísticos mais favoráveis. Na realidade, a verdade é que a Região Norte, composta por 86 municípios e 1426 freguesias, significa cerca de 35 % da população nacional - perto de 3,7 milhões de habitantes - e mais de 3 milhões de eleitores. Ao Norte se devem 40 % das exportações, a criação de riqueza correspondente a 30 % do PIB e muitos impostos redistribuídos em favor de todas as regiões. É no Norte que se concentram o maior número de empresas. Este Arco Metropolitano de Lisboa não será nada bom para o país.

IMPORTANTE: MAIS UM ESQUEMA PERVERSO PARA O CENTRALISMO E PARA CAPTAR FUNDOS PARA LISBOA: a criação de um território artificial - O ARCO METROPOLITANO DE LISBOA, e pasme-se com o aval de um portuense: Artur Santos Silva e de uma geógrafa da Universidade do Porto https://www.publico.pt/economia/noticia/lisboa-estendese-de-leiria-ate-evora-e-voltase-para-o-mar-1723886

ESSA VOCAÇÃO ATLÂNTICA DE LISBOA É OUTRA GRANDE FARSA DOS NOSSOS HISTORIADORES TRADICIONAIS, CENTRALISTAS-LISBOETAS. Historicamente, os portugueses que partiam para o Brasil eram maioritariamente oriundos da região norte de Portugal. No século XVI, quase metade dos portugueses processados pela Inquisição em Pernambuco e na Bahia eram originários do Minho e apenas 15% de Lisboa. Em 1801, em São Paulo, 45% dos homens portugueses provinham do Minho, 20% dos Açores e apenas 16% de Lisboa. Analisando a origem dos comerciantes portugueses radicados em Minas Gerais no século XVIII, a historiadora Júnia Furtado constatou que 74,4% eram oriundos do Norte português. Iraci del Nero, ao levantar dados sobre a população portuguesa radicada em Vila Rica (atual Ouro Preto), constatou que 68,1% provinha do Norte de Portugal. Analisando a população inventariada em Minas entre 1750 e 1779, Carla Almeida descobriu que 89% dos homens portugueses eram naturais das províncias do norte e apenas 11% provenientes da região central do país e nenhum do sul. Mais de um século e meio depois, no início do século XX, a imigração portuguesa para o Brasil continuava predominantemente oriunda do Norte português. O Noroeste português foi o que mais forneceu imigrantes para o Brasil, em especial o Minho (que corresponde aos atuais distritos de Braga e Viana do Castelo). PORTANTO: foram as povoações do Norte, de origem fenícia e de origem marrana e judaica, que construíram o Império Português. Não foram as povoações brandas e de famílias nucleares da região saloia-moura-berbere da Estremadura portuguesa, onde se implantou o Império Romano e, depois, a Inquisição. Ver, aqui, pf: https://pt.wikipedia.org/wiki/Portal:Grande_Porto/Sabia_que/2

Coisas que nenhum partido da republica lisboeta quer resolver


Só Lisboa tem riqueza per capita acima da média europeia

O Norte continua a ser a região mais pobre de Portugal e uma das mais pobres da União Europeia, de acordo com o mais recente estudo do Eurostat, que analisou o PIB per capita de 276 regiões de 28 países.

A Região Norte marcava, no final de 2014 (último ano para o qual há dados disponíveis), uma riqueza per capita de 13 900 euros, ou seja, 35% menos do que a média europeia, de acordo com o relatório da agência europeia de estatística, divulgado na passada sexta-feira.
A única região portuguesa com uma riqueza per capita superior à média europeia é a de Lisboa (106%), correspondente a 22 800 euros por habitante. O Algarve é a segunda região mais rica, com 16 600 euros (mas apenas 78% da média europeia), seguindo-se a Madeira (73%), os Açores (71%), o Alentejo (70%) e a Região Centro (67%).
O último lugar do Norte na tabela a nível nacional compara, por exemplo, com a Estremadura, a mais pobre das regiões espanholas, que se fica pelos 63% da média europeia. Já a vizinha Galiza consegue um resultado bastante mais acima, com 80% da riqueza per capita média da União (o que corresponde a 19 800 euros por habitante).
A mais rica comunidade espanhola é Madrid, que consegue uma riqueza per capita acima da média (125%), mas está, ainda assim, muito longe das regiões mais ricas da Europa, quase todas em países do Norte da Europa (as únicas exceções são Paris e Praga).
O top europeu é encabeçado por Londres Oeste, com uma riqueza per capita cinco vezes superior à média da União Europeia (172 600 euros de rendimento por habitante), deixando bem longe o Luxemburgo (266% da riqueza média) ou Bruxelas (207%), que completam o pódio dos mais ricos.
O relatório do Eurostat assinala que há 21 regiões com um PIB per capita 50% ou mais acima da média: cinco delas são regiões alemãs, três são holandesas e britânicas e duas austríacas.  [daqui]

Trilho da cidade da Calcedonia - Geres - Drone Bebop

O Porto em imagens (329)


Gerês Snow Day

O "lopes" espanhol não ganhava lá; Peseiro, 3 jogos 3 vitórias na capital centralista e colonial.


Nota: Capela, mais um árbitro do "sistema" bem tentou ao fechar os olhos a inúmeras faltas a favor do Porto não assinaladas e a marcar falta sempre que qualquer lisboeta se atirava para o chão... 

Circo no campeonato: o verdadeiro sistema


Fantasporto 2016

Desde o dia 22, o Rivoli é uma vez mais a casa de todos os amantes do cinema.


Israel - Mar Morto

O Porto em imagens (328)

Branca Pereira

Hoje, na Serra da Freita








Corrupção boifiquista

O ex-funcionário encornado, agora a treinar o União da Madeira, próximo adversário dos encornados de lisboa, teve uma afirmação que numa sociedade civilizada e impoluta daria imediatamente despedimento. Qualquer treinador, qualquer jogador deve ir para qualquer jogo com uma ideia: vencer. Só não vão os que foram comparados: Norton de Matos!


TAP - Porto - Milão resolvido: aviões passam a voar com ocupação de 120%!


This is my Island (Madeira-Portugal) - episode 2

O Porto em imagens (327)

Manuel Ramos - Praça Infante D. Henrique

Porto Vacation Travel Video Guide


(2013)
Travel video about destination Porto in Portugal.
Situated in the north of Portugal, Porto is a cultural capital of Europe and birthplace of the nation.

The Torre Dos Clerigos is the symbol of the city and was built in the middle of the 18th century on a rock at the city's most elevated point. Two hundred twenty-five steps lead to a stunning view across the picturesque old harbor town and its carpet of red rooftops that nestle against the city's hills.

Porto has one of the most beautiful markets in Europe that contains a large inner courtyard completely encircled by arcades.

The narrow, deep river valley of the Douro is spanned by 5 bridges of which the most impressive is the Ponte Dom Louis. The Frenchman, Gustave Eiffel, constructed the gigantic two level bridge that connects Porto with its sister town, Vila Nova De Gaia.

Five bridges connect the banks of the River Douro where 2 of them are monuments that date back to the Industrial Revolution. The river has always been the city's lifeline and a trading route to the whole world. The entire river valley was designated as a vine growing area because it is where the world famous port wine is grown.

With all of its picturesque districts, including its Baroque splendor and the palatial houses of its elite, Porto has truly survived the march of time.

Mergulhos na área, made in seixal

O Porto em imagens (326)

Manuel Ramos

Sinceramente não me lembro de uma equipa do FC Porto tão fraca... Tantas derrotas e tantos jogos fracos.

Esta SAD está a conseguir apagar toda a chama da outrora fortaleza!
Em Portugal, qualquer equipa portuguesa faz de nós em fanicos... Fora e até no Dragão!
Nas competições europeias parecemos aquele Porto dos anos 60 e 70. Qualquer equipa estrangeira chega por aqui e trata-nos como equipa de segunda...

Tenho a certeza que este é o pior Porto que me lembro. E já tivemos anos muito maus. Mas este terceiro ano a seco é o culminar de sucessivos enganos e más escolhas de quem manda. 
Valerá a pena reeleger uma direcção incompetente a todos os níveis? Todos!

Nota: Já agora, o Senhor Presidente desatou a falar. Aleluia! Será que voltamos ao LÍDER CARISMÁTICO ou todo este comportamento apenas se deve ao acto eleitoral (mesmo sem concorrência)?

Corruptos socialistas festejam


Quanto nos custou já António Costa



Custou muito. E vai custar mais. Quem o diz é a Comissão Europeia, que dita todas as regras deste sinistro jogo. 
Segundo Bruxelas, o crescimento da economia portuguesa que António Costa prevê no seu projecto orçamental não se vai concretizar. Isto traduzido em qualquer dos idiomas comunitários quer dizer que Portugal continuará a endividar-se sem qualquer vislumbre de alívio para o contribuinte português que, em média, vê metade daquilo que aufere ser-lhe confiscado por um Estado insaciável. 
António Costa e o seu estranho mecanismo de entendimentos no Parlamento foi-nos directamente ao bolso, várias vezes, neste seu curto consulado.
Para agradar aos seus relutantes parceiros vermelhos, saltou de megafone apontado à finança internacional comprometendo-se urbi et orbi a reconquistar a TAP, fazendo-a regressar «a bem ou a mal», ao controlo dos plenários da CGTP. Os donos da TAP ficaram calados, à espera de ver onde ia parar este ímpeto maximalista. Não foi longe. Na verdade, não foi a lado nenhum. Não aconteceu nada porque nada podia acontecer. Porque a venda da TAP foi celebrada pelo Estado Português num negócio validado por vários regimes jurídicos, com cláusulas à prova dos arrebatamentos das vanguardas do operariado. 
Os negócios do Estado Português não são, nem podem ser, fruto de repentismos ideológicos. A nossa credibilidade, a nossa notação financeira, o nosso rating depende disso. Depende, afinal, da nossa honestidade colectiva. 
 Não tendo acontecido nada na TAP (nem se antecipa que possa vir a acontecer, por absoluta falta de espaço jurídico), este «a bem ou a mal» do primeiro-ministro pontuado com um «se não for com acordo é sem acordo», mereceu sem dúvida várias entradas nos relatórios das três agências de notação financeira, cujo parecer determina os juros que Portugal paga.
Indicadores que se juntaram aos relatos da histórica decisão do Banco de Portugal de meter as dívidas que o BES tinha para com os maiores fundos de investimento do mundo num qualquer Banco Péssimo, inventado para formalizar calotes nacionais e internacionais. 
É muito revisionismo para um Governo menchevique com poucas semanas. 
António Costa está a mostrar ao país e ao mundo a sua trágica dependência dos bolcheviques. 
Não contente com meros desafios à City londrina e a Wall Street, atirou-se às 35 horas semanais para os funcionários públicos como se fosse um ato financeiramente neutro. Não é. Custa muito dinheiro público de gente privada. 
Bruxelas também tomou nota registando que, com tanto disparate, as dívidas portuguesas iam derrapar uns milhares de milhões para além do que previa o projecto orçamental de Mário Centeno. O ministro das Finanças nega. Tem a fé dos videntes de que, por cada euro que mete na economia desta terra abençoada, saem miraculosamente quatro euros. Em Bruxelas sorriem piedosamente e perguntam: "Como?".
O primeiro-ministro diz que tudo isto são meras «questões técnicas». E é verdade. Como é verdade que o resgate da troika no Governo de Sócrates foi, essencialmente, uma questão técnica. Como o foram as sujidades financeiras do BES e do Banif, que ficaram depois da saída limpa de Passos e Portas.
 Tudo isto para dizer que, espicaçado pelas hostes bolcheviques - tal como Alexander Kerensky, o chefe do Governo russo na Revolução de Outubro -, também o primeiro-ministro minoritário de Portugal vai cedendo ao populismo ideológico até à capitulação. 
Com isso, abre caminho seguro para o novo resgate da economia portuguesa. Provavelmente, na viagem desta semana à Europa dos dinheiros, também António Costa foi admoestado do mesmo modo que Mário Soares o foi durante o PREC por Henry Kissinger em Washington. 
- Olhe que o senhor ainda se torna num Kerensky - disse Kissinger. 
- Mas eu não quero ser um Kerensky - respondeu um ultrajado Mário Soares. 
- Também Kerensky não queria - rematou Kissinger.

This is my Island (Madeira-Portugal) - episode 1

O Porto em imagens (325)


Histórico café ‘A Brasileira’ reabre em 2017


O emblemático café ‘A Brasileira’ será reabilitado e voltará a abrir portas já em 2017. O projecto de reabilitação traz uma nova unidade hoteleira de cinco estrelas à Baixa do Porto. 
O projecto de reabilitação do histórico café ‘A Brasileira’, na rua Sá de Bandeira, vai avançar e tudo aponta para que esteja concluído no final de 2017.
Uma obra que resultará num hotel de cinco estrelas, com 90 quartos, um terraço interior com um jardim vertical, um spa, um ginásio, um wine bar, salas de conferência e um restaurante com capacidade para 109 pessoas. Mas o grande destaque deste projecto de reabilitação é a recuperação do histórico café ‘A Brasileira’, que promete fazer justiça ao velho slogan: ‘O melhor café é o da Brasileira’.
Construído em 1903, nas décadas de 50 e 60 o café ‘A Brasileira’ tornou-se num local de encontro para jornalistas, políticos e artistas, até fechar no início de 2013. No final desse ano António Oliveira, empresário e ex-seleccionador nacional, adquiriu o imóvel anunciando a reabilitação de ‘A Brasileira’ e a exploração do espaço. Esta semana a publicação de turismo, Plubituris, avançou que o projecto deverá arrancar brevemente e que estará concluído no último trimestre de 2017.
O projecto de reabilitação está a cargo do gabinete de arquitectura APEL e a decoração funcionará sob a temática das especiarias que marcaram os Descobrimentos Portugueses.  

A esquerda, essa vaca seca


Os fulanos de Fafe, adeptos encornados, têm medo de quê?

Não foram insultados!
Não foram ameaçados!
Não houve distúrbios!
Não houve agressões!
Nenhum dos comensais da tasca foi sequer incomodado!

Têm então medo de quê?

E o zeloso ministério público já investigou se os "seguranças privados" têm licença?

O défice orçamental explicado ao biltre António Costa

A rua mais alta do Porto

Fica ao lado do principal Miradouro da cidade e que consegue ser ainda mais alto do que a Rua! Nós dizemos-lhe onde fica e como se chama a Rua mais alta da cidade do Porto! 
A Rua do Monte dos Congregados é a rua mais alta do Porto

Toda esta zona habitacional é a zona mais alta existente em toda a cidade do Porto. Referimo-nos à zona habitacional do Monte do Tadeu e do Monte dos Congregados.
A Rua do Monte dos Congregados, por onde circulam peões e automóveis, situa-se entre a R. da Alegria e o Jardim do Monte do Tadeu. 
Rua do Monte dos Congregados
O Monte do Tadeu é o ponto mais alto da cidade e o seu principal Miradouro!
O Monte do Tadeu, outrora chamado Dos Congregados e, antes disso, de Santa Catarina, é o onde fica situado o principal Miradouro da cidade.
Actualmente o ponto mais alto de toda a cidade do Porto está a necessitar, urgentemente, de ser requalificado urbanisticamente, para depois poder ser visitado por todos incluindo os turistas de todo o Mundo.  
Rua do Monte dos Congregados
Para lá chegar, basta subir a Rua do Monte dos Congregados pelo lado da Rua da Alegria, depois descer e virar à direita para chegar ao velho Jardim do Monte do Tadeu. Vira-se depois novamente à direita até às escadas que dão acesso ao Miradouro. 
Rua do Monte dos Congregados
Prepare-se para contemplar paisagens magníficas, principalmente se conseguir ter acesso ao varandim do depósito de água da torre.  [daqui]

Se tivessem vouchers do boifica eram servidos?

O benfiquista nortenho, uma das piores espécies de portugueses, dono da tasca de Fafe, uma das piores terras do país, futebolísticamente conhecida por ser gente sem brio e vendida aos símbolos da capital, disse que não atendeu os clientes porque eram 21h30 e essa era a hora da cozinha fechar, mas ....

O Porto em imagens (324)

Armando Leite

Este sim, é um discurso de Estado! O verdadeiro vencedor das eleições, mandatado pelo povo português!

Parque da Cidade do Porto

Atendimento personalizado!


João Carlos Santos Capela, a encornada nomeação cirúrgica que se segue

EM 2013 JÁ TODA A GENTE SABIA QUE ESTE, NÃO SENDO DE FAFE, TAMBÉM TEM UMA TENDÊNCIA ENCORNADA


Francesinha chega a Londres pela mão de dois Portuenses


Dois portuenses de gema levaram até Londres aquela que é a das iguarias principais da Invicta: a francesinha. O restaurante FRHAPPY abriu portas esta quinta-feira na capital britânica. Fica em Upper Street, bem perto do Emirates Stadium, o estádio do Arsenal.

Teresa Cardoso e António Almeida foram os responsáveis pela ideia de dar a conhecer a Londres os “segredos e sabores” da francesinha. Colocaram mãos à obra para o sonho ser transformado em realidade e o resultado é o FRHAPPY. Que é para londrinos e não só. “Porque a francesinha é um verdadeiro prato de comida do mundo e Londres é a cidade de todas as culturas”, explicam ao Porto24. E porquê FRHAPPY? “O nome joga com a junção das palavras Francesinha e Happiness e traduz os momentos de fruição proporcionados por este prato típico”, explicam Teresa e António”. “Uma comida feliz e inspiradora de bons momentos”, definem Teresa e António. Como é impossível separar francesinha e cidade do Porto, mesmo que a milhares de quilómetros de distância, o FRHAPPY terá também o importante papel de ser como que o embaixador da Invicta em terras da Grã Bretanha. De sabores e não só. Na decoração, por exemplo, é possível ver referências ao Porto que trazem as memórias da cidade bem até ao coração de Londres. “A francesinha tem um lado social e cultural muito próprios. Permite o sentimento de convívio e partilha com família e amigos. E representa a essência do ser portuense e do humor e personalidade forte característicos dos seus habitantes”, explicam Teresa Cardoso e António Almeida. O ambiente do FRHAPPY “é tranquilo e em formato de easy food”. Teresa e António desejam “que todos os minutos sejam de deleite”. Quem quiser também poderá levar uma francesinha do FRHAPPY para casa e não só. “Temos serviço de take-away sempre disponível. Os nossos clientes até podem levar a francesinha para fora do restaurante e comê-la num banco de jardim, por exemplo”, garantem os portuenses que querem seduzir Londres com os sabores do Porto. [daqui]

Os chulos da esquerda portuguesa

O Orçamento de Estado de 2016 prevê um aumento de 14% em encargos com parcerias público privadas (PPP): 1.690 milhões de euros. OS CUSTOS DAS PPP RODOVIÁRIAS AUMENTAM de 1005 milhões de euros para 1206 milhões. Que anda a fazer a Troika de Esquerda?

A Antena 5 é a Rádio do Dragão. As outras "nacionais lisboetas" enojam!


Feitiço do caneco


O Porto em imagens (323)

Palácio da Justiça

Porto d'outrus tempus: o Palácio dos Figueiroas

Faz parte do Porto desaparecido. Já foi conhecido por Quinta de S. Ovídio, Quinta dos Pamplona e por Palácio dos Figueiroas. Conheça a sua história.

A abertura da rua de Álvares Cabral, ligando o então Campo da Regeneração à rua de Cedofeita, ficou concluída em 1898. No entanto, esta rua assim como o local onde ela foi rasgada tem uma história que merece ser conhecida. Em 1837, o então presidente da câmara Luciano Simões de Carvalho mostra o interesse e o empenho da câmara na abertura de arruamentos que ligassem o então Jardim de S. Ovídio (Praça da República) à já citada rua de Cedofeita. Estas necessidades eram motivadas pelo facto do Porto se ter tornado uma cidade em constante crescimento, motivado por uma dinâmica económica invejável, obrigando os poderes públicos a encetar os processos que conduziam à modernização e remodelação urbanística.
Palácio dos Figueiroas
Em 1881, o então governador do Porto, José Augusto C. Barros, voltou a manifestar interesse na abertura da rua, mas teriam ainda de se passar dezassete anos para que tal acontecesse.
Se analisarmos o mapa do Porto referente ao ano de 1865 (mapa de Perry Vidal), vemos que próximo da Praça da República existia uma quinta chamada da Boavista que ocupava um vasto terreno que ia desde a já citada praça até Cedofeita, tendo a rua da Boavista a limitá-la a norte. A quinta da Boavista pertencia ao desembargador do reino João Carneiro de Moraes. Em 1726, a quinta seria vendida a João de Figueiroa – é este funcionário do reino que dá o nome à Travessa da Figueiroa que deveria ser, como é óbvio, “do Figueiroa” –. Este mandou construir uma casa apalaçada com uns magníficos jardins. A casa estava voltada para a praça da República e era considerada uma quinta de rendimento e recreio, com uma área de 6 hectares. 
Praça da República
Por morte de Manuel Figueiroa, a quinta passou para a posse de um familiar seu, Manuel Pamplona – a quinta a partir desta altura passou a chamar-se Quinta dos Pamplonas – que era o 12º Barão de Beire. Posteriormente, uma das suas filhas casou com o 4º Conde de Resende que viria a ser sogro do romancista Eça de Queiroz que nesta quinta viria a casar com Emília de Resende! Será curioso referir que a água que abastecia a quinta vinha de uma mina situada para os lados de Costa Cabral, seguindo a água por S. Brás e Campo de S. Ovídio, entrando depois na quinta.  
Palácio dos Figueiroas
Em 1892, os Condes de Resende iniciaram o processo que viria a culminar na alienação da quinta, vendida em 144 lotes, o que favoreceu os interesses fundiários orientados para uma clientela rica que podia pagar o alto preço pedido pelos respectivos lotes (entre 750.000 reis e 1.250.000), oferecendo os Condes de Resende à Câmara um arruamento que rasgava a quinta de nascente a poente. Como já viram, estamos a falar da rua de Álvares Cabral. Este processo originou uma rua aristocrática com belíssimas moradias, muito ao gosto das classes abastadas da época.  
Rua Álvares Cabral
Hoje, apesar dos inúmeros desmandos arquitectónicos, a rua ainda mantém um ar elegante, o que a torna única no contexto da zona.
A artéria inicialmente chamava-se rua dos Pamplonas, mas depois a Câmara quis imortalizar o descobridor do Brasil, Pedro Álvares Cabral. Este inicialmente chamava-se Pedro Álvares de Gouveia e só depois trocou o último nome por Cabral. O navegador nasceu em Belmonte em 1467 e morreu em Santarém em 1520. [daqui]

Hoje, no Porto de Leixões

(imagens de José Modesto)
Bem cedo pela manhã, o Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões viu o AIDAmar atracar, numa viagem inaugural para o nosso Porto, sendo que a bordo vinham perto de 2.500 !!! passageiros, maioritariamente alemães. Foi descerrada uma placa comemorativa e distribuídos brindes aos passageiros, que depois partiram em visitas ao Porto, ao Douro e ao Minho. 
Trata-se de um navio extraordinário, "baptizado" em 2012, com 253 metros de comprimento e 71.304 toneladas de arqueação bruta, destacando-se a sua boca sorridente, imagem de marca da Aida Cruises.
Com destino ao porto alemão de Hamburgo, começou a sua viagem de 18 noites nas Caraíbas, em La Romana, na Republica Dominicana, tendo passado em St. Kitts, no porto de Basseterre, na Martinica, no porto de Forte de France, nas Barbados, no porto de Bridgetown, no nosso porto do Funchal, seguindo-se, depois do Porto, a Corunha na Galiza e o porto francês de Le Havre.

Dez mil árvores para tornar o Porto num grande jardim

"Se tem um jardim, temos uma árvore para si": a ideia passa tão-somente por, nos próximos cinco anos, mais de dez mil novas árvores e arbustos nativos estarem instaladas nos jardins, quintais e terrenos privados da cidade, convivendo com as árvores notáveis e antigas que já existem.

As árvores e arbustos nativos a ser oferecidos aos munícipes do Porto estão a ser produzidas no Viveiro Municipal, no âmbito do FUTURO - projecto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. Em 2016, a meta é produzir 40.000 plantas autóctones e a sementeira desta nova geração de plantas para a cidade está já em curso.

"Vamos colocar gratuítamente à disposição de cada privado com jardim até dez exemplares de árvores ou arbustos autóctones, à escolha. O nosso objetcivo é que, nos próximos cinco anos, haja uma distribuição de 10 mil árvores. Estamos convencidos de que vamos ter exemplares para satisfazer toda a gente", sublinhou o vereador do Ambiente, Filipe Araújo, durante a apresentação do projecto "Se tem um jardim, temos uma árvore para si". Revelou também que a Câmara pretende criar "roteiros de árvores no Porto", a ser feitos através de "cinco visitas temáticas".


As candidaturas para receber árvores estão abertas até 20 de Março. Estão disponíveis 11 espécies, entre as quais o medronheiro, o sobreiro, o lódão, o pilriteiro, o teixo e o cipreste.

Para participar nesta iniciativa, munícipes, associações de condomínio ou empresas sediadas no Porto, que tenham jardim, quintal ou terreno próprio, terão de candidatar-se, através do site da iniciativa (http://www.100milarvores.pt), escolhendo as espécies que melhor combinam com o seu espaço e preferência. Depois deverão levantar as suas árvores num dos vários eventos que serão realizados para o efeito, tendo ainda oportunidade de participar numa pequena formação que os ajude a plantar e a cuidar das suas novas árvores.

"Se tem um jardim, temos uma árvore para si" é desenvolvida no âmbito do FUTURO - projecto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, um projecto no qual o Porto tem estado profundamente envolvido, e integra um pacote de medidas em curso para melhorar a infraestrutura verde da cidade no âmbito das Estratégias Municipais para o Ambiente e de Mitigação e Adaptação às Alterações Climáticas. São parceiros o CRE.Porto, o Programa Floresta Comum e o Metro do Porto. [daqui]

Ponte aérea centralista

A estratégia da TAP, que tudo concentra em Lisboa em detrimento dos outros aeroportos nacionais, trouxe o tema da macrocefalia para a agenda.


Como dizia Rui Rio, ainda há dias, dando, por oposição, o exemplo alemão, essa macrocefalia é própria de países pouco desenvolvidos. E, em tese, todos concordam com ele. Contudo, na prática, ninguém ousa interpor-se no caminho da pesada ponte aérea centralista, que tudo arrasta para Lisboa. Para muitos políticos, comentadores e jornalistas, bem sentados na capital, o Porto e o Norte são muitas vezes confundidos com um lugar bonito, onde têm amigos "porreiros", onde se come bem – francesinhas, pois claro – e de onde vêm, de vez em quando, uns rapazes de azul às riscas estragar certas festas. Acontece que o Porto e o Norte não são só "francesinhas e amigos". Apesar do enorme e injusto esmagamento, que a inclinação sistemática dos vários quadros comunitários de apoio veio acentuar, com os seus "splillover" e quejandos, é a Norte que mais se produz. Nem sequer precisamos de falar do turismo, os números da produção industrial e do seu reflexo na balança comercial de bens transacionáveis são elucidativos. Considerando os últimos cinco anos, este indicador económico diz-nos que a Região Norte quase duplicou o seu saldo positivo, agora acima dos cinco mil milhões de euros. A Região Centro, com cerca de 2,5 mil milhões, e o Alentejo, com cerca de mil milhões, também contribuem com saldo positivo. Madeira, Açores e Algarve equilibram contas. Há, contudo, uma região com saldo negativo: a Área Metropolitana de Lisboa, que assegura mais de 15 mil milhões de euros de "prejuízo" na balança comercial de bens transaccionáveis. O que torna o país deficitário neste aspecto fulcral para o seu desenvolvimento. Hoje, não me apetece escrever muito mais sobre isto. Apenas deixo a nota: os impostos gerados por toda esta indústria exportadora vão para uma mesma gaveta, que tem ao lado a dos fundos comunitários. Essa gaveta encerra mistérios insondáveis para nós, os pacíficos "porreiros", aqui no Norte. É por essas e por outras que, à semelhança de Vigo, também o Porto se sente, muitas vezes, como a salsicha no meio da francesinha. Entalada entre o fiambre da autonomia galega e o bife tenro do centralismo capital. 

O Porto de Zimler  
A imagem turística do Porto é muito mais a da Ribeira e da baixa ou, nos dias de hoje, também, a Casa da Música ou Serralves. O turismo parece, contudo, estar a descobrir mais lentamente a extraordinária costa marítima do Porto. A minha sugestão de hoje vai, por isso, para um passeio à beira-mar, sobretudo para os que não são do Porto, o visitam e nunca dedicaram uma manhã aos encantos da Foz, do Passeio Alegre ou da Avenida de Montevideu. Como diz Richard Zimler num vídeo sobre o turismo do Porto, que pode procurar no YouTube, é dali que podemos imaginar Nova Iorque, do outro lado do Atlântico, na mesma latitude, mas a cinco mil quilómetros de distância. Nesse mesmo vídeo, o escritor americano diz gostar do Porto por ser uma cidade "que não dá palmadas nas costas às pessoas".

Mercado do bolhão 
Foi uma semana muito agitada na minha página de Facebook, com mais de um milhão de visitantes e mais de 400 mil pessoas a interagirem. Um dos posts acolhidos com maior alegria dizia-nos que as obras do Mercado do Bolhão, que o vão restaurar e modernizar,  avançam no próximo verão, com os trabalhos que desviarão um curso de água subterrâneo que impedia a intervenção. Noto, com satisfação, que os portuenses cada vez têm menos receio de que o mercado seja transformado num shopping e que só já o querem ver reabilitado e a funcionar, com os seus vendedores e os seus produtos frescos. Um mercado dedicado aos portuenses e não vocacionado para o turismo desenfreado que mataria a sua alma.

[Rui Moreira, aqui]

O Porto em imagens (322)

Segrob Borges