Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Apoiantes do (biltre) Sócrates começam a posicionar-se

O dia do teatro transformado, pela RTP, no dia do palhaço

REGRESSO AO PASSADO

José Sócrates tem, naturalmente, todo o direito à palavra. Ninguém aliás lhe negou esse direito: o ex-primeiro-ministro quebrou só agora o silêncio porque assim o entendeu. E vai continuar a quebrá-lo em doses contínuas no canal público de televisão, algo sem paralelo na Europa. Ninguém imagina Tony Blair a analisar a governação de David Cameron como comentador residente da BBC, ou Zapatero a fazer marcação a Rajoy com púlpito semanal na TVE, ou Nicolas Sarkozy a dissecar regularmente os actos de François Hollande como animador político nos estúdios da France 2.
O problema de Sócrates não é o silêncio. O problema não é sequer esta originalidade tão portuguesa de ter como comentadores televisivos, como se fossem figuras isentas, alguns dos maiores protagonistas da cena política doméstica, que a todo o momento teriam necessidade de fazer declarações de interesses: afinal de contas, só os escuta quem quer.
O problema de Sócrates é surgir como um insólito plágio de si próprio. Para ter verdadeira eficácia, precisaria de ser um Sócrates reinventado. Precisaria de surpreender os portugueses, recriando-se como figura pública neste seu regresso ao comentário televisivo num remake do tirocínio mediático que o guindou à liderança do PS, em 2004.
Mas, na longuíssima entrevista à RTP, surgiu afinal o Sócrates de sempre.
A entrevista esgotou-se num anacrónico regresso ao passado, transportando-nos a 2011. E serviu para confirmar como a vida política acelera de forma vertiginosa. Foi apenas há dois anos e parece ter sido há duas décadas.
Na política, como no teatro, é fundamental não falhar o tempo - por lentidão excessiva ou manifesta precipitação. Sócrates é um actor consumado, mas ficou-me a sensação de que falou no tempo errado. Algo ainda mais estranho porque foi ele mesmo que o escolheu. [daqui]


Nota: percebemos agora aquela rábula do António Costa e dos anti-Seguro; afinal a oposição estava aguardando o "desejado", o "impoluto", aquele cujo algodão tudo apagou. Por mim, abatam-no!

"Parcerias? Patifaria" - o Partido Socialista quer calar Paulo Morais


Paulo Morais mostrou-se "surpreendido" com a insistência do PS em obter respostas, remetendo uma reacção para a primeira resposta enviada aos socialistas. A carta,na íntegra:




Ex.mo Sr. Presidente
da Comissão Parlamentar de Inquérito à Contratualização, Renegociação e Gestão de Todas as Parcerias Público-privadas do Sector Rodoviário e Ferroviário

Ass.: V. ofício n.º 87/CPIPPPSRF

Ex.mo Sr. Presidente,

Acuso recepção do V. ofício supra identificado, que me foi endereçado na qualidade de Vice-Presidente da Direcção da Transparência e Integridade, Associação Cívica (doravante TIAC).

Sem prejuízo da minha total disponibilidade para colaborar com a Comissão de Inquérito a que V. Ex.a preside, não posso deixar de manifestar a V. Ex.a o seguinte:

1. Assino a coluna de opinião semanal no jornal “Correio da Manhã” a título pessoal e não na qualidade de Vice-Presidente da Direcção da TIAC;

2. As opiniões publicadas na referida coluna vinculam-me a mim, enquanto cidadão, e não à TIAC ou à sua direcção.

3. A minha presença semanal na referida coluna de opinião teve origem num convite endereçado muito antes da minha eleição para a direcção da TIAC. Não existe pois qualquer nexo de causalidade entre estas funções e o convite que, há vários anos, me foi endereçado pelo Senhor Director do jornal “Correio da Manhã” para assinar a referida coluna de opinião.

4. Não corresponde, por isso, à verdade que eu tenha publicado o artigo de opinião intitulado “Parcerias? Patifaria”, na edição do jornal Correio da Manhã no dia 12 de Fevereiro, ou qualquer outro inserido na coluna denominada “Fio de Prumo” na qualidade de Vice-Presidente da Direcção da TIAC.

Isto posto,

5. Se a ordem de V. Ex.a para, sob a ameaça da prática de crime de desobediência, responder às questões colocadas no referido ofício se dirige à TIAC, o pretexto invocado – a publicação dos dois referidos artigos no “Correio da Manhã” – afigura-se-me infundado, já que a TIAC é de todo alheia à referida publicação.

6. Se, por outro lado, a referida ordem para responder a perguntas, sob a ameaça da prática de crime de desobediência, me é dirigida, enquanto cidadão com opinião, entendo que tal ordem é, como tal, ilegítima.

7. Não posso, por outro lado, deixar de manifestar a V. Ex.a a minha perplexidade com o teor de algumas questões formuladas, as quais aparentam mais ser um pedido de satisfações pelo exercício da liberdade de expressão constitucionalmente consagrado, do que um pedido de esclarecimento concreto ou de colaboração, ao abrigo do Regime Jurídico dos Inquéritos Parlamentares (RJIP).

8. Com efeito e apenas a título de exemplo, as questões 1 a 4 parecem pretender ter implícita a respectiva resposta, apresentando-se como questões retóricas.

9. Por sua vez, seria altamente improvável que V. Ex.a e a Comissão Parlamentar que dirige ignorasse o diploma que está em causa na questão 5, tendo necessidade de mo perguntar, até porque uma das normas (o art.º 48.º, n.º 5 do Decreto-Lei n.º 111/2012, de 23 de Maio) se encontra transcrita ipsis verbis.

10. A questão 6 (a resposta afirmativa teria dado lugar a participação ao Ministério Público) ou a questão 7 (a que propósito pode interessar à Comissão em que circunstâncias tive acesso a contratos de PPP – contratos que, nos termos da Lei, são ou deveriam ser obrigatoriamente publicados em Diário da República?) afiguram-se-me igualmente não fazer qualquer sentido, pelo menos no âmbito do artigo 13.º do RJIP, salvo o de procurar determinar se eu sei fundamentadamente do que falo quando opino sobre o tema (subentendendo-se que talvez devesse calar-me no caso de resposta negativa); e esta, com o devido respeito, não é tarefa de que a Comissão devesse ocupar-se.

11. Dito isto, caso V. Ex.a tenha interesse na minha opinião sobre o tema objecto da Comissão de Inquérito, deverá convocar-me, enquanto cidadão, nos termos do artigo 16.º do RJIP, para o que manifesto, desde já a minha disponibilidade,


Venho pois solicitar a V. Ex.a uma clarificação, quer do destinatário do ofício identificado em epígrafe (o cidadão Paulo Morais ou o Vice-Presidente da direcção da TIAC), quer relativamente às questões em que essa Comissão entende que eu possa esclarecer ou até ajudar a compreender, para cuja resposta reitero a minha total disponibilidade, incluindo nesta a possibilidade de depor perante a Comissão a que V. Exa preside.

Sou pois inteiramente ao dispor
Paulo Alexandre Baptista Teixeira de Morais

Depois do monólogo da noite com um foragido à justiça, percebemos que os jornalistas não prestam

Cidade do Porto: Sinagoga Kadoorie - Mekor Haim

Sinagoga Kadoorie - Mekor Haim ("Fonte de Vida"), inaugurada em 1938, é a sinagoga e sede da Comunidade Israelita do Porto.


A Comunidade Israelita do Porto foi oficialmente registada no Governo Civil em 1923 pelo capitão Barros Basto que, em 1929, adquiriu um terreno na rua de Guerra Junqueira com o objetivo de aí erguer uma sinagoga. A 13 de novembro de 1929 foi entregue na Câmara Municipal do Porto um requerimento para a obtenção do licenciamento necessário para começar a obra e, poucas semanas mais tarde, foi colocada a primeira pedra e iniciada a construção da sinagoga Mekor Haim. A obra decorreu lentamente, devido aos fundos limitados do seu fundador e da comunidade, apesar do apoio recebido do Comité dos Judeus Hispano-Portugueses, em Londres. A situação alterou-se em 1933. Nesse ano faleceu Laura Kadoorie, esposa do abastado judeu de origem iraquiana Sir Elly Kadoorie. Os filhos quiseram homenagear a sua mãe, descendente de judeus portugu...eses, decidindo apoiar financeiramente a construção da sinagoga do Porto que passou a integrar o nome da família na sua designação.

*** A comunidade judaica do Porto vai ser o tema central do próximo programa "Caminhos da História" no Porto Canal: sexta 29, às 23h00; sábado 30, às 11h30; domingo 31, às 18h00. ***

[Fontes – foto: página "Joel Cleto (oficial)"; texto: Wikipédia]

Rui Rio é bom de contas, o tanas! É tão impuro como outros!


Escritório de Rangel ganha ajustes directos de 500 mil da Câmara do Porto

Por Marta F. Reis, publicado em 26 Mar 2013 - 15:41 | no ionline.pt
Eurodeputado diz que relação entre a autarquia e a Cuatrecasas começou antes de integrar esta sociedade. Câmara pagou 387 mil euros
Nos últimos três anos a Câmara Municipal do Porto e outra entidade por si controlada, a Agência de Energia do Porto, adjudicou 450 mil euros em serviços de representação judicial à Cuatrecasas, sociedade da qual o eurodeputado Paulo Rangel, aliado político do autarca Rui Rio, é sócio de capital desde 2010. Segundo o site base.gov.pt, nos últimos anos este escritório tem somado a maior parte da assessoria jurídica externa contratada pela autarquia. A quota apurada, em função dos contratos tornados públicos, é de 68%.
Confrontado com esta quota, e relação com Rui Rio, Rangel garante não existir qualquer influência entre a sua relação com o autarca e as adjudicações, que diz resultarem de uma consulta pública que a autarquia fez ao mercado em 2003 e na qual a sociedade se mostrou a mais competitiva. O social-democrata acrescenta mesmo que os valores publicados no site base.gov.pt não correspondem aos valores facturados, já que tendo em conta anulações a autarquia pagou a este escritório 387 mil euros desde 2010.
“Desde que estou no escritório os valores e horas trabalhadas até têm registado uma diminuição”, adianta Rangel, fornecendo informação detalhada. O ano com maior actividade foi 2011, num total de 2459 horas de assessoria jurídica prestada à Câmara Municipal do Porto pelo valor de 126 045 euros. Já em 2012 é, nesta retrospectiva de cinco anos, o ano em que a sociedade teve menos participação nas actividades jurídicas da autarquia. Tiveram lugar 1547 horas de prestação de serviços, facturadas em 98500 euros.
Questionado sobre se concorda com a contratação por ajuste directo, Rangel disse que não lhe cabe a si pronunciar-se sobre os procedimentos internos da autarquia, garantindo contudo que esta prática é comum e visa muitas vezes horas de trabalho que já foram prestadas, reunindo os ajustes um conjunto de facturas. A sociedade Cuatrecasas, segundo informação no site base.gov.pt, já prestou serviços nos mesmos moldes – embora de menor monta – às câmaras de Boticas, Marco de Canavezes e Santa Maria da Feira.
Questionada sobre a justificação do relevo desta sociedade na assessoria jurídica na autarquia portuense, conhecida a relação pública entre Rui Rio e Paulo Rangel, fonte oficial do município considerou que as questões “aparentam querer dar a entender nas entrelinhas que algo de menos correcto se passa” nesta relação. “Essas relações não têm nada que fira princípios éticos e muito menos qualquer ilegalidade.”
Quanto à necessidade de recurso a mais de 600 mil euros em assessoria jurídica externa nestes últimos três anos, o município também os considera excessivos. “Os valores gastos com serviços jurídicos vão muito para lá do que deveria acontecer numa sociedade civilizada e num regime político estabilizado, em que as acções políticas não fossem judicializadas por tudo e por nada”, disse a mesma fonte. “Não só se tem de despender verbas com escritórios de advogados para defender a câmara - estamos num país em que o seu principal desporto já não será provavelmente o futebol, mas a prática de providências cautelares - como no âmbito da sua direcção jurídica a CMP tem diversos juristas a exercer funções judiciais (forenses), representando a Câmara nos Tribunais”, disse a mesma fonte, que considera que os dados apurados pelo i no site base.gov.pt não correspondem “objectivamente à verdade”. A autarquia remete mais explicações para hoje.

Para a capital colonial tudo; para o Norte ZERO!


O NOVO SORVEDOURO DA CAPITAL COLONIAL: TRAFARIA!!!!

Ligação ferroviária à Trafaria custa 150 milhões
A ligação ferroviária ao futuro terminal de contentores da Trafaria tem um investimento previsto de 150 milhões de euros, revelou o presidente do conselho de administração da Refer, Rui Loureiro, em entrevista à Transportes em Revista. «A Refer assegurará a construção da ferrovia», afirmou, adiantando que se tratará de uma linha eletrificada em bitola ibérica, preparada para bitola europeia, pois terá travessas de dupla fixação (bibitola), para permitir a instalação de um terceiro carril quando tal for necessário. «Os primeiros estudos de impacto ambiental estão a ser feitos. Havia um ou dois traçados possíveis, mas um deles teria um impacto ambiental demasiado elevado sobre as arribas, além de ser pouco estável, pelo que ficámos apenas com a outra alternativa. O trajeto está fixado, estando a realizar-se o estudo de impacto ambiental». No que se refere à ligação à rede ferroviária principal, designadamente ao Eixo Norte – Sul, a Refer está a estudar duas hipóteses. 


MAS

A ligação a Vigo, a partir do Porto, recebe 5 milhões !!!  E continuam as 3h30 para chegarmos à Galiza ou recebermos os nossos irmãos Galegos  !!
Dinheiro para brincar aos contentores em Lisboa, há aos milhões!!!
Mais razões para a pobreza do País. É o efeito spill-over de Lisboa sobre o resto do País!

INDEPENDÊNCIA OU MORTE! NORTE SEM LISBOA!

Ladrões do tempo

Hora muda na madrugada de domingo

A hora portuguesa será adiantada na madrugada do próximo domingo, 31 de Março, para entrar no regime de Verão, segundo o Observatório Astronómico de lisboa.
Em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira à 1 hora da manhã de domingo, os relógios portugueses adiantar-se-ão para as 2 horas.
Na Região Autónoma dos Açores, a mudança horária ocorre à meia-noite (hora local, mais uma no continente) e adianta para a 1 hora.
Com o horário de Verão os dias tornam-se mais longos, devido à posição da Terra em relação ao Sol.
A mudança horária seguinte em Portugal será feita para a hora de inverno no dia 27 de Outubro, com um atraso de 60 minutos da hora local.
Portugal Continental e a Região Autónoma da Madeira estão no mesmo fuso horário do Reino Unido, Irlanda, Islândia e das Ilhas Canárias, em Espanha.JN

Um filme fabuloso: MARGIN CALL - "You're selling something that you know has no value" !

Só agora tive a oportunidade de o ver. Fabuloso!

De volta ao aconchego do colchão


Este senhor aqui ao lado, de seu nome Jeroen Dijsselbloem, que recebe balúrdios como Presidente do Eurogrupo, veio dizer que o melhor mesmo era que o people que tem massa depositada nos bancos europeus, o guardasse debaixo dos colchões... Esta gente é mesmo um bando de cretinos...



Seguro é um cretino

Os partidos de lisboa, tenham ou não estado no poder, são todos iguais: uma merda!
O esterco que os lideraram e lideram são todos iguais: uma merda!
As políticas que decorrem da sua actividade tem apenas um objectivo: o poder pelo poder!
O país que produz continua a ser sugado pelos impostos e as pessoas pagam para lisboa medrar.
Se repararmos, os impostos e as penalizações incidem sempre sobre os cidadãos e sobre o arco da produção, os exportadores e os que geram dinheiro. O estado, lisboa, a capital, os ministérios e quejandos, tudo o que gravita em torno do poder, jamais sofre cortes, jamais contribui para a geração de riqueza. A capital nada produz.

Por isso, época após época, lá surge, apoioado pelos pasquins e imprensa em geral, de lisboa, um salvador, O SALVADOR.

Agora é SEGURO, vindo directamente do Partido Socialista de Lisboa, imaculado pelo algodão do esquecimento. O partido Socialista de Lisboa aumentou a despesas pública e deixou-nos no limiar da bancarrota. Mesmo assim, agora todos apontam áquele partido de lisboa e ao seu novo líder: António José Seguro.

Pois foi este novo biltre que enviou uma carta aos membros da troika em que deixa clara a intenção de derrubar o Governo MAS QUE "HONRARÁ TODOS OS COMPROMISSOS DO ESTADO".

Afinal o que é isto? Brincamos aos governos, ao jogo das cadeiras?



Político Português: abatam-no!

Por esse mundo fora, político derrotado é político eliminado. Nas demais democracias, os políticos que perdem eleições são remetidos para o limbo do esquecimento e apenas recordados pela merda que fizeram enqunto estiveram no poder. Quando muito remetem-se ao ensino, escrevem umas memórias e dedicam algum tempo a debitar algumas palestras aos que ainda os querem escutar.
Em Portugal não. Uns passam a comentadores na televisão, outros arranjam uns fabulosos tachos na UE, na ONU, no BCE. Todos nós lhes conhecemos o nome. Marcelo, Marques Mendes, Santana Lopes, Sampaio, Freitas do Amaral, Guterres, Constâncio...  No seu geral, uma cambada de incompetentes, arrogantes ou autistas, estrategas falhados, líderes erráticos, políticos inconsistentes tornam-se, de súbito,  seres clarividentes e salvadores.
Em Portugal não se criminalizam os políticos. Pudera. Olha-se para Isaltino e percebe-se que eles legislam em causa própria, conseguindo assim escapar à punição justa e óbvia. 
Por isso vamos ver a televisão do Estado, para fraudulentamente com os nossos impostos, a convidar E A PAGAR a um dos coveiros da Nação para opinar, qual messias da verdade, sobre política, naturalmente.
É UMA VERGONHA! 
É urgente a justiça de Fafe.
É urgente que o sangue comece a correr sobre as pontes... 

Selecção Nacional de Futebol: o rei vai nú

Ao pensar na Selecção Nacional de Futebol vem-me à lembrança aquela história escutada na minha infância: O Rei vai nú!
Se bem se lembram a história gira em torno de um rei que foi enganado por dois meliantes que, sabendo da sua vaidade, lhe prometeram um tecido tão mágico que apenas as pessoas inteligentes o conseguiriam ver.
Óbviamente era um golpe e óbviamente quando todos pretendiam reconhecer o "tal" tecido, ninguém o conseguia ver, todavia em pânico pensavam: -"«Se não vejo o tecido, sou estúpido...», e logo lhe gabavam a beleza e esplendor. Perante o óbvio, mas temendo o ridículo da estupidez, todos, o Rei inclusivé,  entregaram-se a elogios entusiasmados ao tecido que não existia.e ao grandioso trabalho dos tecelões.
O resto da história também conhecem: no Dia da Pátria, a cidade engalanada, bandeiras por todos os lados, bandas de música, as ruas cheias, tocaram os clarins e ouviu-se uma voz, que anunciou: «Cidadãos do nosso país! Dentro de poucos instantes, a vossa inteligência será colocada à prova. O rei vai desfilar usando a roupa que só os inteligentes podem ver.» Canhões dispararam uma salva de seis tiros. Rufaram os tambores. Abriram-se os portões do palácio e o rei marchou vestido com a sua roupa nova. Foi aquele oh! de espanto. Todos ficaram maravilhados. Como era linda a roupa do rei! Todos eram inteligentes.
No alto de uma árvore estava empoleirado um menino a quem não haviam explicado as propriedades mágicas da roupa do rei... Ele olhou, não viu roupa nenhuma, viu o rei nu exibindo sua enorme barriga, as suas nádegas murchas e vergonhas dependuradas. Ficou horrorizado e não se conteve. Deu um grito que a multidão inteira ouviu: «O rei vai nu!» Silêncio profundo. E uma gargalhada mais ruidosa que a salva de artilharia. Todos gritavam enquanto riam: «O rei vai nu, o rei vai nu...».
O rei tratou de tapar as vergonhas com as mãos e correu para dentro do palácio.
Quanto aos espertalhões, já estavam longe e haviam transferido os milhões que tinham ganho para um paraíso fiscal.


A Selecção Nacional de Futebol é como o "tal" tecido: não existe, não pratica futebol, não vemos qualidade e percebemos que o Mundial do Brasil não será atingido.
Num grupo banal, com adversários como Israel, Azerbaijão ou mesmo a irlanda do Norte, está em 3º lugar, com apenas 2 vitórias e, nos últimos 5 jogos não venceu nenhum.
Paulo Bento não presta, mas por muito menos a imprensa sulista e elitista correu com outros seleccionadores. Porquê? Será a ligação e vassalagem a um conhecido empresário de jogadores? Será? Serão as recentes afirmações contra o que diz o mais galardoado Presidente de Clubes de Portugal, que, como o menino, disse o que todos fazem de conta não ver?

Uma coisa é certa: a selecção de Paulo Bento não joga um "carago" e não vai ao Mundial do Brasil !

Igreja e Torre dos Clérigos: 250 anos

Capela de Nossa Senhora da Lapa, na Igreja dos Clérigos.

Foi esta tarde inaugurada pelo Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, depois de um exemplar restauro, iniciado em Dezembro e no seguimento das Comemorações dos 250 anos da construção da Torre dos Clérigos.

Novo provérbio



É uma casa portuguesa com certeza


É uma casa portuguesa com certeza e acaba de ganhar o prémio da melhor residência familiar na primeira edição do "A+ Awards". A escolha foi do público que votou nesta competição promovida pelo portal Architizer, a maior base de dados de arquitectura disponível na internet.

O calimero que se segue

Hoje estou assim

Afinal, o Mundo não mudou assim tanto...

Salteadores do mundo, depois que, tendo devastado tudo, já não têm mais terras para arrasar, eles vasculham o mar; ávidos de possuir se o inimigo é rico, de tiranizar se ele é pobre, nem o Oriente nem o Ocidente os saciaram; ninguém como eles cobiça com igual ardor a opulência e a indigência. Roubar, massacrar, saquear, eis aquilo a que a sua língua mentirosa chama autoridade; deixar atrás de si o vazio é, para eles, pacificar.

Agrícola, Tácito

Obs.: Qualquer semelhança entre Romanos e a Troika/FMI é mera coincidência...

É Sexta-feira!

Polo Norte

O Polo Norte chega aos cinquenta programas com um convidado especial. Esta semana o presidente do Futebol Clube do Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, junta-se a Manuel Carvalho, José Mendes e David Pontes para falar não tanto de futebol, mas da cidade do Porto, da Região Norte e do momento que o país atravessa. Pinto da Costa, à mesa do debate, sexta, às 23, Polo Norte, no Porto Canal.

Escolha Portugal !

Existem várias Europas. Nenhuma é a nossa e o abismo está mesmo ali.

Existe um parlamento europeu. Alberga um conjunto de bacanos e bacanas que vivem à grande. Grandes salários, grandes mordomias, grandes carros e grandes férias.
Existe um banco central europeu. Grandes burocratas, grandes tecnocratas, vivem á grande, grandes salários e grandes mordomias.
Existem países na Europa. Uns pertencem à UE outros não. Todos vivem mal ou mais ou menos mal.
Vivemos numa União Europeia onde apenas os interesses defendidos por um exército de lobistas são ouvidos.
Os que vivem na UE já perceberam que esta penaliza e sacrifica a sua população a dogmas económicos errados.
Primeiro acabaram com sectores produtivos de cada país. Depois mandaram gastar à fartazana. Agora castigam-nos. Castigam aqueles que "viveram acima das suas possibilidades", porque andaram a esbanjar dinheiro, e os que pouparam, porque sim.
O BCE e o Conselho Europeu esqueceram-se há muito que os legítimos proprietários do euro somos todos nós e não os bancos privados e os lobbies financeiros, afinal, os actuais donos da Europa.
Chegámos ao absurdo de ter que pagar juros a entidades que nem sequer pagam impostos na Europa mas que se alimentam das catástrofes provocadas pelo próprio sistema e modelo financeiro que apregoam.
A União Europeia inventou uma ditadura perfeita. Os políticos eleitos reinam, enquanto os bancos e tecnocratas governam.
Os europeus começam a perder a confiança nesta Europa. Estão fartos dos biltres, dos vigaristas e dos incompetentes.
Uma Europa que definha sem trabalho e cada vez mais idosa, sem rejuvenescimento: cada vez invadidos por muçulmanos que nos odeiam e africanos que nos desprezam.
Sem crescimento e incentivos à natalidade a Europa está condenada ao fracasso, à recessão e à falência do modelo social. A isto os líderes europeus respondem com mais austeridade, juros elevados, políticas de saque fiscal e confiscos apressados, ao arrepio do bom-senso. Não há criação de emprego nem incentivos à natalidade!
Estamos ligados á máquina, num processo de morte lenta.
Isto não é o sonho europeu!

Tribuna Portista e o "Erro Crasso"

O vitinho conseguiu, deixar-me revolto em insónia
Na Madeira destruiu, as ruinas daquela Babilónia
Dos belos jardins suspensos, daquele império fausto
D’odores de fortes incensos, prenúncio dum poder exausto?

Destruiu a nossa frota, d’encontro às vagas atlânticas
Depois de ficar sem corda, em águas mediterrânicas
Deixando o exército prostrado, sem líder e reacção
Contra um inimigo irado, tentado a nova lição

E os Deuses lá confluíram, no jogo da sorte e azar
A defesa destruíram, deixando o Mangala escorregar
E mesmo na sorte capital, onde se decidem destinos
O Jackson falhou o vital, hipotecando outros caminhos

E noutros tabuleiros do jogo, deste embate estratégico
Outros não falham o análogo, no disparo ortopédico
E se dúvidas subsistissem, sobre as vontades dos Deuses
Há sempre Baptistas qu”emitem, as suas vontades reveses

Expulsando os inimigos que possam fazer muita mossa
Abrindo novos postigos, na fortaleza que se acossa
Criando um movimento aparente, d’irresistível conquista
Mas luta ainda há pela frente, não há campeão benfiquista

E apesar do vitinho, se se assemelhar ao histórico Crasso
Acredito que não estou sozinho, nesta revolta contr’o relapso
Outra trajectória s’exige, no ardor desta difícil batalha
Unidos contra o herege, venceremos Aníbal e a gentalha!…

Magnífico poema épico do Joaquim Ramos no TRIBUNA PORTISTA

SLB: do fazer as coisas pelo outro lado

Desculpem, afinal o teor deste post é recorrente. Mas é verdade e nem podemos falar de coincidências. Afinal deve ser o 18º ou 19º caso esta época.

Constatação: O Rio Ave é o próximo adversário dos encornados de lisboa!

Pergunta: O que tem acontecido aos adversários dos encornados de lisboa no jogo que antecede o embate entre ambos?

Resposta:  Ocorre a coincidência (???) de alguns serem afastados desse jogo por amarelos ou vermelhos graciosamente mostrados pelos srs árbitros.

Pergunta: Então quantos jogadores do Rio Ave vão ficar de fora do jogo no galinheiro?

Resposta: 2 (DOIS) !!!! vila-condenses vão ficar de fora.


Desculpem lá, não venham com tretas; isto é mesmo para ser investigado!!!




A Selecção do Paulo Bento e do Jorge Mendes continua a brincar com o FC Porto

Nesta selecção, em qualquer selecção nacional, um jogador que se apresente lesionado é, depois de observado pelos médicos residentes, dispensado da convocatória e mandado para o Clube.
Nesta selecção, em qualquer selecção nacional, é assim. Corrijo, era assim. A excepção, todavia, existe, e é dedicada a João Moutinho do FC Porto. Até mesmo o Cristiano Ronaldo já beneficiou desta exclusão, mesmo quando se percebeu que era mais instrução do verdadeiro dono da selecção, o tal empresário Jorge Mendes. João Moutinho e o FC Porto não merecem respeito da selecção dos amigos do Paulo Bento.
João Moutinho saiu lesionado em Málaga, falhou o jogo da Madeira mas mesmo assim é obrigado a permanecer no estágio. Que trampa é esta? Será que é a vingança e uma demonstração de força por parte dos cretinos da FPF pelas palavras críticas de Pinto da Costa à mesma selecção e aos jogos a brincar que realizou, nomeadamente em África? É-o certamente. Querem provar que mandam e afinal, são um trampa!


Eu nasci português, ainda sob o regime fascista. Hoje dizem que vivemos em democracia, falam em liberdade e proíbem a regionalização, investindo em lisboa sob o argumento do efeito difusor.
Eu nasci português mas não me sinto já respeitado como português. Vivo num região colonizada pela capital centralista e colonialista cuja ambição é destronar e subjugar o outro país aos novos símbolos e lideranças fascistas. Estou farto!
A selecção é comandada por uma grupo excursionista de interesses fáceis de identificar, que usa e abusa sem respeito dos activos dos clubes, sem reciprocidade nem compensação alguma. Usam e abusam como qualquer colonialista fazia no passado. É miserável. 
Comigo, a selecção bem pode ir a bardamerda.


Jackson não resolve, Liedson nem tem chances...

4 pontos!
É a diferença metemática que nos separa do 1º lugar.
Diria mais, psicológicamente a diferença é muito maior; é que esta equipa do Porto, ao contrário de muitos anos passados, não demonstra atitude nem fibra.
Entram tristes e displicentes, saem resignados.

4 pontos: 2 penalidades falhadas em dois jogos fundamentais; um dar-nos-ia finalmente a liderança isolada (e tiraria ânimo ao inimigo) a outra manter-nos-ia na perseguição, dependendo de nós próprios. Agora, dependemos da matemática e, na matemática já sabemos o quanto somos fracos...

4 pontos: 1º - o treinador: continuo a respeitá-lo, mas não acho que seja treinador para uma equipa de topo como o FCPorto; 2º - prepraração física: não me lembro de tão fracas exibições e tão importantes demonstrações de incapacidade física; 3º - querer é uma coisa, demonstrar querer e raça é outra e esses predicados estão afastados do rosto dos jogadores; 4º - passividade face às coincidências do "fazer as coisas pelo outro lado".

Pergunta: na última passagem pelo Porto, Lucho Gonzalez era o marcador de serviço às grandes penalidades. Perdeu a tesão?

Uma pergunta final: afinal Liedson veio resolver o quê?


Para distrair

Pelo que estou a observar, não vamos lá e o título pode ser uma miragem

... mesmo agora com este golo de James.

Um jogo muito fraco, nenhum remate digno desse nome, falta de agressividade e SEM CHAMA. Reparem que até os festejos foram amorfos. Não se viu um grito de revolta, nada. São mesmo uma miséria, este grupo de fulanos comandados por uma nódoa!

... E agora este falhanço que dá o empate. Miséria.

... E Martinez! Nem ele! Falhou o que teria sido o 1º lugar isolado naquela penalty contra o Olhanense e agora, o campeonato noutro penalty falhado!

... Ainda bem que chegou em Janeiro; o Liedson tem feito cá um jeito...

... De súbito lembro-me disto: "Pode até nem ser preciso o jogo do Dragão..."

ADEUS CAMPEONATO!

obs: mas também concordo com o Carlos Neves e com o José Luis

FCPorto: verdade inconveniente

By Placid Productions

A tempo de salvar a época?

Ofereçam-lhe uma pistola ... de fulminantes

6-12-2008 - Mário Soares avisa que está a ser criado clima de desconfiança e revolta em Portugal
11-02-2009 -  É preciso transparência no País, se não é impossível haver confiança. Isso gera revolta – e não estamos imunes que isso aconteça em Portugal”,
8-09-2011 - "Tem que haver outra revolução, mas uma revolução a sério"
29-11-2011 - Mário Soares: “Se a Europa não muda, terá de haver uma revolução
7-01-2013 -  Mário Soares alertou (…) que se pode caminhar para uma “terceira guerra mundial
12–03–2013 – Mário Soares ”indignação pode tornar-se violenta”

Helena Matos, aqui

Francisco




Fumo negro na Europa: sem honra nem glória!

Jogo horrível!

O FC Porto está de Mala(ga)s aviadas da Liga dos Campeões

Na sequência dos últimos jogos, péssimos, espero que hoje não tenha sido a concretização do desastre da época. Com uma equipa perfeitamente banal, perdeu-se, o jogo, a eliminatória. Miserável demais.
A Taça de Portugal foi-se, a Liga dos Campeões arrumada, no Campeonato, a dois pontos e com jogos complicados pela frente, ai ai ai. Sinceramente, Vitor Pereira NUNCA MAIS vai voltar a jogar a Liga dos Campeões.
A arbitragem foi tendenciosa (aquele Welington a pontapear e esbofetear tudo o que era Porto passou impune) mas nem isso chega para perdoar uma total e irreversível falta de estofo futebolístico. 
Alguns bloggers questionaram as críticas ao último jogo. Medícores são eles quando baixam a fasquia da exigência. Foi a nossa exigência que levou o FCP aos patamares de excelência e de vitórias. O que temos assistido, nomeadamente à fraude do último jogo com o Estoril, é revelador da mediocridade que caiu na equipa. Podem argumentar com as lesões, com isto e aquilo. Esta derrota é muito mais que uma derrota. É uma goleada pesadíssima. Das que deixam marcas. Pode estar mesmo comprometida a época
Como adepto "semper fi", mas este treinador não serve, pois onde antes havia das fraquezas forças, agora nem sequer se vislumbra atitude mental contra a adversidade.


Observação1: um golo do FC Porto obrigava o Málaga a marcar três golos; um treinador de elite teria dito isso aos seus jogadores, teria apostado nisso. Infelizmente falhou e, como disse acima, Vitor Pereira nunca mais vai estar num jogo da Liga dos Campeões. Pinto da Costa, ainda que venha defender o mister, vai ter que descobrir um novo coach. Dos bons!

Observação2: enquanto que a imprensa espanhola, nomeadamente da Andaluzia, "puxava" pelo Málaga, em Portugal os panfletos desportivos tinham estas capas:
    
Amanhã, quase que aposto, só vão falar do FC Porto...

Keep Calm hoje o FC Porto ganha

A Crise e a memória selectiva da Alemanha

O Acordo de Londres de 1953 sobre a divida alemã foi assinado em 27 de Fevereiro, depois de duras negociações com representantes de 26 países, com especial relevância para os EUA, Holanda, Reino Unido e Suíça, onde estava concentrada a parte essêncial da dívida.

A dívida total foi avaliada em 32 biliões de marcos, repartindo-se em partes iguais em dívida originada antes e após a II Guerra.Os EUA começaram por propor o perdão da dívida contraída após a II Guerra. Mas, perante a recusa dos outros credores, chegou-se a um compromisso. Foi perdoada cerca de 50% (Entre os paises que perdoaram a dívida estão a Espanha, Grécia e Irlanda) da dívida e feito o reescalonamento da dívida restante para um período de 30 anos. Para uma parte da dívida este período foi ainda mais alongado. E só em Outubro de 1990, dois dias depois da reunificação, o Governo emitiu obrigações para pagar a dívida contraída nos anos 1920.

O acordo de pagamento visou, não o curto prazo, mas antes procurou assegurar o crescimento económico do devedor e a sua capacidade efectiva de pagamento.

O acordo adoptou três princípios fundamentais:
1. Perdão/redução substantial da dívida;
2. Reescalonamento do prazo da divída para um prazo longo;
3. Condicionamento das prestações à capacidade de pagamento do devedor.

O pagamento devido em cada ano não pode exceder a capacidade da economia. Em caso de dificuldades, foi prevista a possibilidade de suspensão e de renegociação dos pagamentos. O valor dos montantes afectos ao serviço da dívida nao poderia ser superior a 5% do valor das exportações. As taxas de juro foram moderadas, variando entre 0 e 5 %.

A grande preocupação foi gerar excedentes para possibilitar os pagamentos sem reduzir o consumo. Como ponto de partida, foi considerado inaceitável reduzir o consumo para pagar a dívida.

O pagamento foi escalonado entre 1953 e 1983. Entre 1953 e 1958 foi concedida a situacao de carência durante a qual só se pagaram juros.

Outra característica especial do acordo de Londres de 1953, que não encontramos nos acordos de hoje, é que no acordo de Londres eram impostas também condições aos credores - e não só aos paises endividados. Os países credores, obrigavam-se, na época, a garantir de forma duradoura, a capacidade negociadora e a fluidez económica da Alemanha.

Uma parte fundamental deste acordo foi que o pagamento da dívida deveria ser feito somente com o superavit da balança comercial. 0 que, "trocando por miúdos", significava que a RFA só era obrigada a pagar o serviço da dívida quando conseguisse um saldo de dívisas através de um excedente na exportação, pelo que o Governo alemão não precisava de utilizar as suas reservas cambiais.

Em contrapartida, os credores obrigavam-se também a permitir um superavit na balança comercial com a RFA - concedendo à Alemanha o direito de, segundo as suas necessidades, levantar barreiras unilaterais às importações que a prejudicassem.

Hoje, pelo contrário, os países do Sul são obrigados a pagar o serviço da dívida sem que seja levado em conta o défice crónico das suas balanças comerciais

Marcos Romão, jornalista e sociólogo. 27 de Fevereiro de 2013

Papa Americano

Pegadinha do botão

Que jogo!

Schalke 04 - Galatasaray (2-3)

Destruição do Planeta

Este filme deve ser visto por todo o mundo!

Este vídeo é sobre uma ilha no oceano a 2000 km de qualquer outra linha de costa. Nenhum humano lá vive, apenas pássaros. Inacreditável as consequências da poluição.

Pelo sonho...

(via facebook do Super Porto e Tertúlia Portista)

As Fundações. Lembram-se?


Limpeza nas fundações? Tudo continua como dantes!


A maioria das fundações portuguesas são uma fraude.
Opinião de Paulo Morais (25/02/2013)

As fundações públicas são departamentos clandestinos, que servem para fugir às regras da administração, podendo até contratar negócios e pessoal sem qualquer concurso ou controlo. 



Por outro lado, há fundações privadas que, sem quaisquer recursos, prosseguem um fim social útil mas vivem maioritariamente de subsídios públicos. Estas serão instituições de solidariedade e associações, mas jamais serão fundações. 

Finalmente, há aquelas pseudo fundações particulares cujos instituidores escondem os seus bens em nome de fundações, como forma de engenharia fiscal. Ficam isentos de IRC na sua actividade, além de que os seus terrenos e prédios não pagam impostos, como o IMT ou o IMI. Estas entidades constituem verdadeiras “off-shore” em território nacional. 

Ciente desta realidade, o Governo anunciou, há meses, uma limpeza generalizada no mundo obscuro das fundações. Mas no essencial e até hoje, tudo continua como dantes.


daqui