Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Encornados: e assim se procuram fazer campeões

Só para falar nos jogos com os seus rivais desta época, relembro que na Luz, contra o FCPorto, após uma jogada escandalosamente em fora de jogo, e quando o guarda redes do Porto ajudava Cardozo, caído a seus pés, o benfica marcou o golo da vitória. Falsidade no lance (precedido de fora-de-jogo) e falta de desportivismo. Já para não falar em túneis... Neste fim de semana, contra o surpreendente Braga:
Carlos Martins lesionou gravemente Mossoró ... mas o que lhe doeu mesmo foram as provocações dos benfiquistas. "O benfica está a dar uma de inocente e vítima, mas é a equipa que mais insulta os adversários. Um amigo meu que joga noutra equipa diz que também foi assim contra eles", acusou. Di María é, segundo o criativo bracarense, o pior de todos: "Passou o jogo a fazer biquinho, mandar beijinhos, atirar-se para o chão e a virar o árbitro contra nós. Eu tenho esposa e não quero os beijos dele."

O exemplo vem de quem manda. "É antidesportivo. Até a equipa técnica está sempre a provocar e a fazer jogo extra... não havia necessidade", nota, queixando-se de o golo ter sido marcado fora de hora. "No ano passado, Jorge Jesus foi o primeiro a falar do árbitro. Quero ver agora", desafiou, antes de expressar que continua a acreditar no título de campeão.

Moisés desvaloriza exibição das águias
Moisés lamentou que o golo do Benfica tenha surgido depois do tempo de compensação. "Jogámos de igual para igual e o resultado justo seria o empate, até porque o Benfica não nos causou muitas dificuldades. Marcou o golo mais de um minuto depois do tempo extra e é bom frisar isso. No primeiro canto o árbitro já tinha dito que ia acabar e ainda deu outro ... estamos envolvidos numa guerra para a qual não temos força, excepto dentro de campo ..."

Porteiro angolano

A triste ignorância...

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traduzindo uma expressão saída das novas oportunidades do pinócrates:

esta biblioteca não vale um piso.

Santa Catarina e Skippergata

No Jornal de Notí­cias um especialista norueguês fala sobre os atravessamentos pedonais na rua de Santa Catarina, no Porto:

O especialista comparou a realidade portuense à da artéria pedonal Skippergata, em Oslo, na Noruega, e defende a adopção do exemplo norueguês. Nos dois locais, os peões são a maioria dos utentes do cruzamento (78% no Porto e 82% em Oslo). Em Santa Catarina, a espera ultrapassa os três minutos. Em Skippergata, quem anda a pé tem de aguardar 25 segundos. Constatou-se que 77% dos peões noruegueses só atravessaram o cruzamento com sinal verde. No Porto, sucede o inverso: 70% cruzam a rua com vermelho. Curioso é que, em Portugal, esse comportamento é proibido, ao contrário do que acontece na Noruega. Certo de que o favorecimento do automóvel é “inaceitá¡vel” numa via pedonal, Geert van Waeg crê que a atitude dos peões mudará se os tempos de espera diminuí­rem.




* Já agora: mais uma associação – MUBi, Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta, e mais uma pedra na construção de cidades mais igualitárias e mais acessí­veis para todos. À semelhança da FPCUB – Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta e da ACA-M – Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados, esta é mais uma associação sediada em Lisboa. O que não lhes tira valor, mas que normalmente significa acções e campanhas regionais e locais centradas em Lisboa, com pretenso carácter nacional por estarem sediadas na capital. O costume, portanto. Ainda assim, o nascimento desta associação uma boa notí­cia.

PEC(cado) Capital

Na capital banqueteiam-se os dos costume, afiambrados aos proveitos que as obras megalómanas do aeroporto de lisboa lhes vão meter no bolso.
Os deputados andam numa fona a legislar sobre a impossibilidade de serem atribuídos nomes de pessoas vivas a ruas e outros lugares públicos.
Não vejo nenhum senhor (?) deputado, mesmo os do Norte, a indignar-se pelo encerramento do Serviço de Atendimento Permanente do Centro de Saúde de Valença!!!!
Há dinheiro para um desnecessário como hiperdispendioso aeroporto de lisboa, mas para os abandonados habitantes do Norte de Portugal não há dinheiro para manter um serviço essencial à população.
Desejo do fundo do coração que aqueles biltres instalados no terreiro do paço, eles e suas famílias, padeçam das piores maleitas e mais negras desventuras. É o que merecem.

Quanto aos palhaços que me escrevem acusando-me de sofrer de complexos de inferioridade regionalista, de eu ter uma visão tão provinciana do mundo e que o país é tão pequeno, blá, blá, blá, é com estas notícias que eu gostava de lhes esfregar as trombas e perguntar onde está o seu nacionalismo. Como disse um dia um general sem medo, "a badamerda estes provincianos da capital". Estou farto deles e da sua petulância arrogante e esquizofrénica.

Mais uma razão para detestar ambos...

José Sócrates: "Vou torcer pelo Benfica"

Não vai ser no novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, mas vai ser no Algarve, só para tramar os portuenses... A propósito, o coveiro do Norte, aqui muito bem apanhado na imagem ao lado, disse: "Vou torcer pelo Benfica (...) espero que este seja o ano do Benfica". Será este o financiador encapotado dos ENCORNADOS?

Já agora, as notícias falam em desacatos e, como era de esperar, tendenciosamente apontam as culpas aos adeptos do FCPorto. Por acaso esqueceram-se de mostrar as imagens dos estragos nos carros e autocarros dos nossos... É o costume. E já agora, se o estádio está fechado, por que motivo, nas imagens já lá vemos dentro panos de apoio aos ENCORNADOS?

Estou farto de aturar estes biltres. Tragam de lá a caneca...

"PEC"ADO CAPITAL

Será que os merdosos que (se) governam a partir de lisboa
ainda não perceberam que

NÃO É PRECISO UM NOVO AEROPORTO DE LISBOA !!!

NÃO É PRECISO UMA NOVA TRAVESSIA PARA LISBOA !!!


Isto é estabilidade?
Isto é crescimento?
CHEGA DE METER DINHEIRO NO MESMO SÍTIO: LISBOA!

MEL

A nova alegria cá de casa...

... chama-se MEL, é uma gatinha persa com 2 meses

... e é uma meiguice

Expliquem-nos, sff

... o que se passou naquele balneário,
após a retumbante vitória sobre o Braga,
para justificar este pesadelo de fim de época...

em Londres, mais uma derrota, mais uma goleada sofrida,
CHEGA!

A secretária de Sócrates


Os novos pobres (*)

(*) artigo de opinião, de Manuel António Pina, extraído do JN


Os novos pobres


A crise quando chega toca a todos, e eu já não sei se hei-de ter pena dos milhares de homens e mulheres que, por esse país, fora, todos os dias ficam sem emprego se dos infelizes gestores do BCP que, por iniciativa de alguns accionistas, poderão vir a ter o seu ganha-pão drasticamente reduzido em 50%, ou mesmo a ver extintos os por assim dizer postos de trabalho. A triste notícia vem no DN: o presidente do Conselho Geral e de Supervisão daquele banco arrisca-se a deixar de cobrar 90 000 euros por cada reunião a que se digna estar presente e passar a receber só 45 000; por sua vez, o vice-presidente, que ganha 290 000 anuais, poderá ter que contentar-se com 145 000; e os nove vogais verão o seu salário de miséria (150 000 euros, fora as alcavalas) reduzido a 25% do do presidente. Ou seja, o BCP prepara-se para gerar 11 novos pobres, atirando ainda para o desemprego com um número indeterminado de membros do seu distinto Conselho Superior. Aconselha a prudência que o Banco Alimentar contra a Fome comece a reforçar os "stocks" de caviar e Veuve Clicquot, pois esta gente está habituada a comer bem.

Acasalamento

Dedicado aos incompetentes e salafrários que poisam ciclicamente no terreiro do paço:


"CERTA CASTA DE POLÍTICOS LISBOETAS TEM A ESPERANÇA DE QUE ACASALANDO PANELEIROS ELES DÊEM À LUZ TACHOS."

Tudo isto é Porto!

O texto seguinte é retirado, com a devida vénia, das Cartas à Directora do jornal PÚBLICO de 19 de Janeiro de 2010.


  • Obrigado à Wallpaper por considerar o restaurante Bhule, no Porto, um dos melhores restaurantes do ano de 2009;
  • Obrigado à revista Aviation Weekly por considerar a fotografia do Red Bull Air Race tirada no Porto / Gaia em 2009 a melhor fotografia do ano aeronáutico;
  • Obrigado ao Times de Londres por considerar o edifí­cio da Casa da Música um dos cinco mais marcantes da época;
  • Obrigado ao The Guardian por considerar a Livraria Lello a terceira mais bela do mundo;
  • Obrigado à revista Wine Spectator por, repetidamente, considerar alguns vinhos do Douro / Portodos melhores do mundo;
  • Obrigado ao Financial Times por considerar o novo estádio de Braga um dos quatro "beautiful grounds";
  • Obrigado à revista "Travel&Leisure" por considerar o Porto um dos destinos mais charmosos do mundo;
  • Obrigado ao International Architecture Award por referir a excelência o edifí­cio Burgo do arquitecto Souto Moura;
  • Obrigado aos Irlandeses do Norte por se inspirarem no Dragão para a construção do seu novo Estádio Nacional;
  • Obrigado À ECCS por atribuir ao aeroporto Francisco Sá Carneiro o prémio de arquitectura metálica.


Quanto aos que acham que estas classificações valem o que valem, só lhes digo uma coisa: shame on you!

Lisboa recebeu 148 milhões destinados às regiões pobres

Vem tarde a este blogue, contudo sempre actual...

ALEXANDRA FIGUEIRA in JN
Desvio de dinheiro está a tornar-se intolerável, considera gestor do programa regional do Norte.
Ao fim do primeiro ano de aplicação do QREN, Lisboa captou fundos comunitários ao abrigo do regime do chamado "efeito difusor" no valor de 193 milhões de euros, dos quais 148 serão contabilizados como se tivessem sido investidos no Norte, Centro e Alentejo.
Além disso, e já que os fundos só cobrem parte do investimento, o Orçamento de Estado é chamado a cobrir a parte restante. De acordo com o Observatório do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o valor total do investimento propiciado pelo uso do "efeito difusor" ascende a 418 milhões de euros.
Este efeito, também chamado de "spill over", foi negociado entre o primeiro Governo de José Sócrates e a Comissão Europeia e diz que uma parte dos fundos comunitários dados pela União especificamente para desenvolver as três regiões mais pobres do país - Norte, Centro e Sul - pode ser aplicada em Lisboa, sob o argumento de que certos investimentos lá realizados têm efeitos benéficos sobre o resto do país. Em causa estão, sobretudo, gastos com a modernização da Administração Pública.
No final de 2009, o montante investido em Lisboa com recurso à cláusula de excepção representava 0,2% da verba já aprovada no Programa Operacional Potencial Humano, para formação profissional (neste caso, de funcionários públicos). Mas, no segundo Programa Operacional em que se aplica - o de Factores de Competitividade, sobretudo no que toca à modernização da Administração Pública -, o valor ascendia a 8,8% do total aprovado. Esta percentagem é "bastante significativa" e "deveria diminuir", considera Mário Rui Silva, gestor do fundo comunitário específico da região Norte (PO Norte).
O responsável pensa que o dinheiro das regiões investido em Lisboa está "no limite dos limites", mas escusou-se a dizer quanto seria adequado. Reafirmou, antes, o princípio que, entende, deve ser seguido: "Os fundos são dados para induzir mudança estrutural nas três regiões de convergência, pelo que os recursos devem ser afectados a essas regiões".
É essa a tese defendida pela Junta Metropolitana do Porto na queixa apresentada em Bruxelas e nos processos a decorrer no Tribunal Administrativo do Porto, adiantou o advogado Luís Paiva Brandão. A queixa foi entregue à Comissão Europeia em Outubro de 2008. "Até agora, ainda não tivemos resposta", afirmou.



Desvio deve-se a centralismo
Enquanto decorrem os processos judiciais, o Governo vai apresentando candidaturas a fundos comunitários. Mário Rui Silva reconhece a vantagem de os valores investidos em Lisboa com verbas das regiões mais pobres serem agora do domínio público, ao contrário do sucedido em quadros anteriores. "Podemos agora ir monitorizando o que se passa", disse.
Espera, assim, que os próximos relatórios não demonstrem um aumento face à fatia das verbas que já foi desviada para Lisboa. "O cenário mais optimista é que este valor reflecte o essencial dos projectos e que a maioria das medidas já tenha sido lançada", disse.
Mário Rui Silva reconhece que a decisão de financiar a modernização da administração pública com fundos das regiões mais pobres, em vez de o fazer através do Orçamento de Estado, é política e decorre do facto de a Administração Central estar "toda ela sediada em Lisboa". Daí referir que o "desequilíbrio" actual entre Lisboa e o resto do país só se resolve criando regiões com autonomia.

Outro Ponto de Vista, By Michael 'Kramer' Richards

Michael Richards conhecido como Kramer da série televisiva Seinfeld, levantou um bom problema. O que se segue é o seu discurso de defesa em tribunal depois de ter feito alguns comentários raciais na sua peça de comédia. Ele levanta alguns pontos muito interessantes.

Orgulho em ser Branco
Finalmente alguém diz isto.
Quantas pessoas estão actualmente a prestar atenção a isto? Existem Afro-Americanos, Americanos Hispânicos, Americanos Asiáticos, Americanos Árabes, etc.
E depois há os apenas Americanos.
Vocês passam por mim na rua e mostram arrogância. Chamam-me 'White boy,' 'Cracker,' 'Honkey,' 'Whitey,' 'Caveman' ...e está tudo bem. Mas quando eu vos chamo Nigger, Kike, Towel head, Sand-nigger, Camel Jockey, Beaner, Gook, or Chink, vocês chamam-me racista. Quando vocês dizem que os Brancos cometem muita violência contra vocês, então por que razão os ghettos são os sítios mais perigosos para se viver?
Vocês têm o United Negro College Fund.
Vocês têm o Martin Luther King Day.
Vocês têm Black History Month.
Vocês têm o Cesar Chavez Day.
Vocês têm o Yom Hashoah.
Vocês têm o Ma'uled Al-Nabi.
Vocês têm o NAACP.
Vocês têm o BET [Black Entertainment Television] (tradução: Televisão de Entretenimento para Pretos)
Se nós tivéssemos o WET [White Entertainment Television] seríamos racistas.
Se nós tivéssemos o Dia do Orgulho Branco, vocês chamar-nos-iam racistas. Se tivéssemos o mês da História Branca, éramos logo taxados de racistas.
Se tivéssemos alguma organização para ajudar apenas Brancos a andarem com a sua vida para frente, éramos logo racistas.
Existem actualmente a Hispanic Chamber of Commerce, a Black Chamber of Commerce e nós apenas temos a Chamber of Commerce.
Quem paga por isto?

Uma mulher Branca não pode ser a Miss Black American, mas qualquer mulher de outra cor pode ser a Miss America.
Se nós tivéssemos bolsas direccionadas apenas para estudantes Brancos, éramos logo chamados de racistas.
Existem por todos os EUA cerca de 60 colégios para Negros. Se nós tivéssemos colégios para Brancos seria considerado um colégio racista.
Os pretos têm marchas pela sua raça e pelos seus direitos civis, como a Million Man March. Se nós fizéssemos uma marcha pela nossa Raça e pelos nossos direitos seríamos logo apelidados de racistas.

Vocês têm orgulho em ser pretos, castanhos, amarelos ou laranja, e não têm medo de o demonstrar publicamente. Mas se nós dissermos que temos "Orgulho Branco", vocês chamam-nos racistas.
Vocês roubam-nos, assaltam automóveis, disparam sobre nós. Mas, quando um oficial da polícia Branco dispara contra um preto de um gang ou pára um traficante de droga preto que era um fora-da-lei e um perigo para a sociedade, vocês chamam-no racista.
Eu tenho orgulho.
Mas vocês chamam-me racista.
Por que razão só os Brancos podem ser chamados de racistas?