Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Clássico

Acabou o primeiro clássico.
O SLB tentou perder um jogo que o FCP não quis ganhar.
O Jesualdo é mesmo fracote, infelizmente...

Já me esquecia:
  • aquele bofetão, dentro da área, de Luisão a Sapunarú, não vai ser alvo de um sumáríssimo?
  • e no suposto golo das gaivotas, a bola entrou mesmo?
  • não é chegada a hora do Helton se sentar no banco de suplentes?
  • depois da cobarde e bárbara agressão, o galinheiro vai ser interditado por quantos jogos?

Resposta: quer-me parecer que os amigos lampiões da liga vão limitar-se a assobiar para o ar; ai se tivesse sido no Porto....

Piadinha

Caixeira

«São vinte euros e cinquenta e três cêntimos. … Obrigada! … Por acaso, não tem os três?»
«Olhe: ter, não tenho. Mas, se tivesse, dava­‑lhos!»

Ídolos que nos fazem sorrir

Última Hora: Novos terminais de multibanco a instalar nos Tribunais

O campeonato começou, os calimeros do costume já berram...


As palavras do lagarto presidente e do lagarto treinador (este também antes do jogo) não configuram COACÇÃO??

Mas enquanto uns mamam, outros são (repetidamente) roubados....

Vendo bem as coisas, nada que não seja habitual

As "fitas" de Arouca

Encontram-se abertas as inscrições para a competição do AroucaFilmFestival 2008.
A entrega dos filmes deverá ocorrer até 17 de Outubro.

www.aroucafilmfestival.com

Cenas da vida de um Farmacêutico (*)

(*) simpaticamente dedicado ao bloguista Peliteiro...





Fim de semana radical


O Caminho do Rei, em Espanha, contruído nas paredes do Desfiladeiro dos Gaitanes em El Chorro, perto de Álora (Málaga).Trata-se de uma trilha de 3 km com uma largura de pouco mais de 1 metro, a uma altura próxima de 100 metros sobre o rio e com paredes praticamente verticais.

Em 1921, o rei espanhol Afonso XIII assistiu à inauguração da barragem do Conde de Guadalhorce cruzando ele próprio aquele caminho desenvolvido pelos homens que haviam contruído a infraestrutura. Foi a partir de então que se passou a denominar como o Caminho do Rei, nome que se mantém vigente até hoje.

Em 1999 e 2000 acidentes mortais custaram a vida a quatro excursionistas e levaram a Junta de Andaluzia a fechar os acessos ao caminho, demolindo a sua secção inicial. Foi também decretada uma multa de 6.000€ para quem fosse apanhado a transitar pelas vías e pelos túneis usados pelas antigas vagonetas.
Todavia esta medida não conseguiu deter os pedestrianistas e curiosos, que conseguem encontrar a maneira de aceder ao caminho escalando os metros iniciais. O resto é só para corajosos e/ou loucos...

Geórgia

A maneira como a guerra foi conduzida por parte de Moscovo tornou patente, se ainda restassem dúvidas, que as tropas russas na Ossétia do Sul fazem tudo menos "manutenção de paz": a Rússia É AGRESSORA E BELIGERANTE. Assim, é incompreensível que a UE continue a alinhar na ficção de que as tropas deixadas pelos russos na Ossétia e zonas adjacentes retornaram ao papel de "guardar a paz". Uma ova. Eles, os vermelhos de sempre, querem de novo alargar as suas fronteiras e atrás de si não se importam de, uma vez mais, deixar um rasto de cadáveres. Até quando os europeus vão assobiar para o ar?

Derrapagens lisboetas - paga o governo, ie, NÓS!

Apurou-se, no Metro de Lisboa, que a obra de construção de uma linha disparou dos 196 milhões de euros iniciais para os 240 milhões. Ou seja, mais 44 milhões.
A extensão de 2,2 quilómetros, com duas estações, representa assim um custo por quilómetro de 109 milhões de euros. Valor próximo da extensão da linha azul entre a Baixa-Chiado e Santa Apolónia, inaugurada em Dezembro. A obra, numa extensão de dois quilómetros, sofreu uma derrapagem de 134 milhões e teve um custo final de 147 milhões por quilómetro.
E depois é o Metro do Porto o esbanjador de capitais públicos... E nós a pagar para os mouros...

A longevidade masculina

Um estudo veio demonstrar que os homens poligâmicos vivem mais do que os monogâmicos...

O artigo em causa:


Um estudo de pesquisadores britânicos observou que homens de países que permitem a poligamia – o casamento com mais de um parceiro – vivem em média mais que aqueles que vivem em países onde a prática é proibida.
Cientistas da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, perceberam que homens acima de 60 anos de 140 países poligâmicos têm uma expectativa de vida em média 12% maior que a de homens de 49 nações monogâmicas.
Os dados, obtidos a partir de relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS), foram calculados de maneira a desconsiderar fatores socioeconômicos nos diferentes países.
As conclusões foram apresentadas pela coordenadora da pesquisa, Virpi Lummaa, em um encontro internacional de estudos de comportamento em Ithaca, Nova York (EUA), e reproduzidas em reportagem da revista New Scientist.
Explicações
Em sua exposição, a pesquisadora tentou encadear explicações para este fenômeno.
Teorias sobre a longevidade humana procuram explicar por que homens e mulheres vivem tanto. No caso das mulheres, a questão é entender por que a longevidade se estende muito além do fim do ciclo reprodutivo, encerrado na menopausa.
Algumas pesquisas apontam para o 'efeito avó', afirmando que a chegada de netos serviria de estímulo para a longevidade das mulheres. Além disso, a chegada da menopausa permitira que se evitasse uma "concorrência" entre gerações de fêmeas.
No caso dos homens, os pesquisadores descartaram a existência de um "efeito avô" semelhante. Em vez disso, a longevidade se explicaria pelo fato de machos da espécie humana continuarem férteis mesmo em idades avançadas, disse Virpi Lumma.
Isto é exacerbado em culturas poligâmicas, nos quais homens têm filhos com diversas mulheres, em geral de diferentes idades.
A revista New Scientist destacou ainda que as explicações poderiam ser genéticas tanto quanto sociais.
Por um lado, homens que continuam a ter filhos aos 60 ou 70 anos podem ser levados a tomar mais cuidado com sua própria saúde, já que têm mais bocas para alimentar, afirmou a revista.
Por outro lado, milhares de anos de evolução podem ter selecionado homens com maior longevidade em países poligâmicos.
Um pesquisador ouvido pela revista, Chris Wilson, antropólogo na Universidade de Cornell, em Ithaca, destacou também a influência que pode ter o cuidado de diversas mulheres cujo status social depende da boa saúde do seu marido. "Não me surpreende que homens nessas sociedades vivam mais que homens em sociedades monogâmicas, onde eles ficam viúvos e ninguém cuida deles."

Martelada do Ano

"...Não sou muito dada a este tipo de grandes competições, como os Jogos Olímpicos”!...
Vânia Silva, lançadora do martelo, após a eliminação
Só faltou esclarecer se foi a Pequim em Turismo ou por simpatia...

Reunião d' A Baixa do Porto

Visto o estado de ruptura com o poder central, os exemplos diários de desprezo para com a cidade do Porto e a Região Norte, o servilismo e oportunismo das distritais dos partidos, proponho o primeiro passo para a constituição de uma associação de cidadãos, organizada, que tenha como propósito a defesa dos interesses colectivos da nossa área metropolitana, a discussão e apresentação de propostas e de acção concertada. Iniciativas como esta necessitam de encontros de carácter informal, onde os interessados se conhecerão e se ajustarão ideias, objectivos e projectos.
Para tal proponho primeiro encontro para o dia 12 de Setembro, às 20h, em local a determinar. Para ter noção da receptividade e comunicação de novidades desta iniciativa, proponho que se use este blog como plataforma. Para questões organizativas, por favor escrever a porto.agora@gmail.com. A participação de todos em todas as fases do processo é bem vinda. Chegou a hora de dar o primeiro passo.

Regionalização, para já...


Petição pela Regionalização

Assine aqui

Portugal


Somos um país essencialmente agrícola:

Uns já cavaram, outros vão cavar e
os que ficam são nabos!


Repita lá...


(In Vidas, Revista do Correio da Manhã, semana de 16 a 22 de Agosto)


Querida Laura:
Claro que não!!! Afinal de contas o seu filho tem apenas 19 anitos, e está mais no que a idade de "brincar aos sapateiros"... Portanto enquanto ele não "chegar" às meias-solas, acho que você não tem nada com que se preocupar!
Quanto à lingerie da irmã, não se preocupe... A Joana D'Arc também gostava de se vestir de cavaleiro e acabou santa!!!
Deixe-o viver o amor!
Por fim aconselho-a a temporariamente não deixar o seu filho andar de comboio, porque os bancos das estações são muito parecidos com estes (da notícia que se segue), e não são tão molinhos como os seus saltos altos...


Continuam impunes?

Depois das mentiras, depois do Tribunal ter desmontado a cabala da procuradora lisboeta cujo marido é funcionário do benfica, espero que, ao contrário do que (não) aconteceu com a confissão da mandante do caso do vereador Bexiga, os casos relatados aqui venham a ser legalmente investigados...

Solzhenitsyn - numa frase A VIDA

«Quando privais alguém de tudo, ele deixa de estar sob o vosso poder. Ele volta a ser inteiramente livre.»
Aleksandr Solzhenitsyn - "O Primeiro Círculo"

Ainda as escutas

Admite que existam escutas ilegais?

Depende do que se considere ilegal. Para mim é, desde logo, ilegal uma escuta, que não preencha os requisitos legais, não obstante até poder estar autorizada por juiz.Também acontece se não comprovarmos a titularidade dos números que nos pedem para escutar. Eu por exemplo, quando me apresentam números de telefone para escutar, alegadamente como sendo de A ou B, confirmo essa titularidade com a operadora e, não poucas vezes, nada tem a ver com a pessoa indicada. Esta e outras, são exigências minhas, mas não é a prática dos tribunais.

As escutas foram o aspecto mais marcante em conflitos com Ministério Público e PJ. Tem imagem de ser muito rígida nesse aspecto...

Em função da discricionariedade que existe nos nossos tribunais, em matéria de escutas, eu tenho de dizer que sou rígida. No entanto, faço exactamente o que está na Lei. Para aqueles que assim não fazem, eu terei uma interpretação, mais restritiva, da lei. Como quer que se entenda, o certo é que as alterações agora operadas me vieram dar razão. Tempos houve em que as forças policiais de investigação, e principalmente a PJ, praticamente não investigavam sem ser com recurso a escutas, embora nos últimos tempos tenham regredido e com as novas alterações ao Código Processo Penal, devem andar ainda mais para trás. Mas penso que se facilitava muito autorizavam-se as escutas sem os necessários fundamentos, para toda a gente e para mais alguém. Havia um "facilitismo" na concessão de um meio de obtenção de prova, que deve ser entendido de carácter excepcional e só ser autorizado se outro meio, de menor danosidade social, não permitisse o mesmo fim. E ainda só se tal diligência se revelasse de grande interesse para a descoberta de verdade ou para a prova.

Sente que os seus conceitos têm receptividade junto dos outros operadores da justiça?

(...) Quanto aos outros operadores nem sempre é com agrado que vêem a minha prática processual. Designadamente outros magistrados que não sigam esta vertente. No TIC, agora, somos seis magistrados. Quando para aqui vim havia uma prática instalada de recurso às chamadas "chocas". Os processos, principalmente nos dias de turno, já vinham para o juiz com uma "choca" (que, sem qualquer apreciação judicial prévia, autorizava escutas, buscas, reexaminava os pressupostos da prisão preventiva, negava qualquer substituição de medidas coactivas, etc...), e ao que pude constatar era via de regra, assinada pelo juiz.

Choca"? Um despacho padrão, pré-definido?

Exacto. Cada vez que aparecia, por exemplo, um processo de escutas, o funcionário adequava a "choca" ( uma espécie de despacho geral e abstracto) àquele processo, colocando o nome e número de telefone indicados e o juiz, só tinha de rubricar a dita "choca". Estávamos de alguma forma a pôr para cima dos funcionários a "responsabilidade" da decisão e de colocar no processo a "choca" certa, para além deste sistema ser totalmente omisso e cego às questões de fundo e permitir, como permitia, as mais diversas vicissitudes. Mas isto desprovia de sentido o que estamos a aqui a fazer, pelo que desde logo manifestei desacordo com tal prática e no meu juízo, foram banidas as "chocas".

E que polémicas recorda?

Ainda me lembro da grande polémica que levantei porque me apareceu um processo para eu validar uma transcrição de escutas telefónicas. Eu perguntei onde estão as cassetes para eu ouvir e responderam-me "as cassetes? Estão na Polícia Judiciária, nunca vêm ao tribunal!" Mas como é que valido uma transcrição de escutas, sem ouvir a gravação? Isto foi, na altura, perturbador e levantou grande polémica. Contudo, eu, ao não aceitar essa prática, era severamente criticada e eu sofria grandes pressões.

Em especial a Polícia Judiciária...

Não só mas também. A PJ estava habituada a que lhe autorizassem as escutas sempre. Mas eu só autorizava em casos contados (quando julgava reunidos os legais requisitos) e queria sempre, acompanhar a par e passo. A ideia que me ficava, era de que o Ministério Público se demitia das suas funções, não fazendo qualquer controlo dos pedidos da PJ, e promovia exactamente, tudo o solicitado e depois quando não eram autorizadas, "tomava as dores" da PJ e não concordava com a decisão, tendo chegado a recorrer, mas não viram ser-lhes dada razão. Eu ao alterar aquela prática instalada, ao exigir fundamentos, obriguei a maior investigação e maior empenho, e isso nunca foi bem aceite, a começar nas polícias. Lembro-me que, como eu não autorizava as escutas de ânimo leve, arranjavam maneira de contornar que os processos para escutas, não passassem por mim. No dia em que eu estivesse de turno, os processos não vinham. Como nem toda a gente tinha as mesmas exigências, para que é que eles iam dar-se ao trabalho de pôr a investigação correcta?
(Juíza Amália Morgado, ex-presidente do TIC do Porto in JN, 10 de Setembro de 2007)

Resultado: A MAGISTRADA FOI SANCIONADA POR DIZER VERDADES INCONVENIENTES.
Juíza punida com 12 dias de multa por dar entrevista ao JN. O Conselho Superior da Magistratura castiga Amália Morgado por afirmações sobre corrupção!!!!!!

Vermelhos à vista na América?

"Another Major Endorsement for Obama" (Little Green Footballs):

The Communist Party USA says that Barack Obama may not be the perfect Stalinist they’ve been hoping for, but he is a stepping stone to the new socialist utopia.

Ainda o parecer "encomendado" pelo Benfica, perdão, pela FPF

Diz Marcelo Rebelo de Sousa:

Parecer de Diogo Freitas do Amaral, sobre o Conselho de Justiça da FPF. Li-o, finalmente. Primeiras impressões: conclusões coincidem, objectivamente, com expectativas da maioria dos cidadãos comuns; parecer revela preocupação de exaustividade nos factos e no Direito, próprios de um muito qualificado especialista em Direito Administrativo; revela ainda que o autor se entusiasmou com o tema, quer no estilo adoptado, quer na adenda com sugestões de novas leis e estruturas; invoca factos ‘novos’, porque desconhecidos quando o caso eclodiu, factos esses que, a serem verdadeiros, podem mudar muito algumas soluções então avançadas (por mim, por exemplo); não obstante, tenho as maiores dúvidas sobre as posições sustentadas em pelo menos dois pontos decisivos. Vou reler o parecer, para confirmar ou infirmar as primeiras impressões.

Momento Musical

"Ameno" - Era

A Liga vai começar. Já resolveram isto?


Kulinária

Photobucket

Ingredientes:

1 Embalagem de
Pérolas do Mar
200 g de Miolo de Camarão
1/4 Pimento Verde
1/4 Pimento Vermelho
1,5 Dl de Azeite
Sal e Pimenta QB
Vinho Branco QB
3 Cebolinhas
Coentros Picados

Preparação:

Lave os pimentos e corte-os em tiras. Lave também as cebolas, descasque-as e corte-as em gomos. Aqueça metade do azeite e salteie os pimentos e a cebola.

A meio da cozedura, deite um golpe de vinho branco e deixe suar alguns minutos. tempere de sal e com pimenta preta moída na altura. No restante azeite, frite os camarões até estes ficarem bem dourados e só depois as Pérolas. Junte com o preparado anterior.

Polvilhe generosamente com coentros picados e sirva com arroz ou massa.

Bom Apetite ...

Um livro

A Fêmea da Espécie (The Female of the Species)
Autora: Joyce Carol Oates
Ano: 2008
Número de Páginas: 256

Sinopse: Uma jovem esposa está sozinha em casa quando o telefone toca. A estranha voz do outro lado da linha seria do marido ciumento armando uma cilada ou um estranho que sabe demais sobre ela? Num outro texto, uma compradora infeliz descobre uma porta secreta na sua boutique favorita, e insiste com os funcionários que a deixem ver o que há do outro lado. Mas nem mesmo na sua mais fértil imaginação ela poderia imaginar o horror que lhe escondiam. Joyce Carol Oates escreveu nove perturbadores contos, provando que de frágeis as mulheres não têm nada.

Eis a lista de prémios desta autora:

Foi indicada:

Pra quem gosta de contos, e de mulheres como protagonistas, acho que esse livro é uma boa sugestão. Espero que gostem !!

Boas leituras...

The secret life

Você tem um blog. Cria um novo post. Clica em publicar. Instantaneamente o post é despachado para os meandros de uma vasta rede de agentes de software onde é indexado, minado, condensado, republicado e propagado pela web, num pequeno milagre tecnológico.

É para que se consiga perceber melhor como funciona realmente toda esta engrenagem, que a revista Wired criou um curioso infográfico onde detalha
"o ciclo de vida de um post".
[via]

Retirado do Farpas e Bitaites

Estradinha do caneco...



The Stelvio Pass is one of the highest Alpine Passes of Europe with its 2758 m. There are 48 hairpin turns on the northern side of the pass. The original road was built in 1820-1825 by the Austrian Empire to connect the former Austrian province of Lombardia with the rest of Austria, covering a climb of 1871 m. Since then, the route has changed very little. The 60 hairpin bends, 48 of them on the northern side numbered with stones, are a challenge to motorists.

During the World War I, fierce battles were fought in the ice and snow of the area, with gun fire even crossing Swiss area at times. Austria, Italy and Switzerland made an agreement not to fire over Swiss territory which jutted out in between Austria (to the south) and Italy (to the north). Instead they could fire down the pass, as Swiss territory was up and around the Peak. After 1919, with the expansion of Italy, the pass lost its strategic importance.

The Stelvio Pass does retain an importance for sport when it is open from June to September. Countless cyclists and motorcyclists struggle to get to the highest stretch of road in the Eastern Alps. Also, the Giro d'Italia often crosses the Stelvio Pass. [Via]

Click on the picture to see it at Google Maps:





Aviso

Meus Amigos: agradeço mais cuidado com os Posts que mandam! É que o último trazia uma barata! Evitem problemas com a ASAE!



Reflexões

Como é que começo?
Como passar para o papel tudo aquilo que explode dentro de mim?
Por vezes, eu gostava de ter essa capacidade.
Em dias como este, eu gostava de o conseguir.
Mas percebo que isso em nada me ajudaria.
Só me iria levar ainda mais para baixo.
Quando olho para dentro de mim, fico deprimida.
Se olho para o que me rodeia, fico angustiada.
Então, sinto-me cansada.
Cansada de muita coisa.
Sei que muitas pessoas que aqui vêm ler o que escrevo, procuram e buscam palavras de esperança, alegria, doçura.
E é o que eu gosto de escrever.

Porque é isso que está no meu coração e eu falo daquilo que ele está cheio.
No entanto, também me canso.
Também me esgoto.
Também choro e sofro.
E hoje, é um desses dias.
Um dia em que a minha força e palavras de esperança não vão para ninguém, porque preciso de ir à fonte de toda a minha força para a renovar.
Somente quando me desfoco a mim mesma e o que me rodeia, e coloco os meus olhos em Deus, é que encontro descanso, sossego, paz.
Nele!
Aquele que me fortalece, que é a força da minha alegria e que torna os meus pés leves e o meu caminhar direito.
Ele, que eu amo com toda a minha alma.
Nele, cujo grito a minha alma lança por O desejar mais.

Onde está o Governo Socialista de lisboa?

assalto.jpgO país está literalmente a saque. É fome, é miséria, são falências... Injustiças fiscais e legais... São os assaltos, as mortes e violência gratuíta.

As autoridades estão amputadas de meios e de líderes.

Não há rei nem roque...

Alguém sabe onde pára o ministro da Administração Interna? Os ministros das Finanças, do Plano? O Primeiro Ministro de lisboa?

Logo à noite, certamente vamos ouvir pelos menos um deles a falar ... da medalha de ouro do cabo-verdiano Évora...

Que pena ter nascido sob o jugo de uma república centralizadora governada por incompetentes e ausentes, que de governo apenas sabem do "seu" governo pessoal e dos seus

Coisas que trazem frescura ao Verão

A coisa pega-se...

Numa acção eleitoralista, o digníssimo líder do PSD-Açores, sr. Carlos Costa Neves, comprometeu-se a criar 14 mil postos de trabalho até 2013 no arquipélago, caso vença as eleições regionais agendadas para 19 de Outubro. (sacado do Público)

Há doenças que contagiam. E são muito graves.

Onde estão os escudos humanos?

Os imperialistas soviéticos invadiram a Geórgia!
Não restam dúvidas de que a invasão russa não foi fruto dos supostos acontecimentos em Tskhinvalida. Esse foi apenas um pretexto, pois as provas documentais são abundantes e mostram que há muito a acção imperialista estava a ser preparada para os lados de Moscovo. De resto, dada a rapidez com que que a operação se processou, qualquer outra hipótese seria implausível.
O que se lamenta é o insurdecedor silêncio dos pacifistas esquerdelhos, tão céleres a apontar os dedos aos EUA ou a Israel. Nem uma manifestação, uma vigília, um reles minuto de silêncio pelas vítimas do sr. Putin. Dizem que a culpa é da época estival, que atirou os habituais activistas para o descanso balnear ou para o acampamento do BE... Falso como judas. Não sendo a nação invasora americana ou israelita, e não sendo os invadidos pró-americanos não haveria mar tépido nem praia morna que impedisse uma romaria a Tblissi de escudos humanos, espíritos livres, pensadores "radicais", ONG, actores de Hollywood e figuras folclóricas do género, numa vasta demonstração de que a guerra nunca é a solução e o imperialismo nunca pode passar impune, embora tudo dependa da guerra e do imperialismo. A bardamerda, portanto, esses porcos, feios e maus energúmenos...
(com a ajuda do Alberto Gonçalves)

Mao e o espírito olímpico chinês

Amnisty International

A partir do Porto ...

Filipa de Lencastre, a rainha que mudou Portugal

Editado pel'A Esfera dos Livros, recomenda-se o romance histórico da autoria da jornalista Isabel Stilwell, que, numa vertigem de sentimentos e afectos, aventuras e intrigas, relata a vida de uma das mais importantes rainhas de Portugal.

Filipa de Portugal morreu de peste negra, com 55 anos, tal como a sua mãe, a 15 de Julho de 1415. Frei John, o tutor já tinha previsto o seu destino nas estrelas. Phillipa of Lancaster, filha primogénita de John of Gaunt, nasceu em 1360 e aos 29 anos deixou para trás a sua querida Inglaterra para se casar com D. João I de Portugal.

Mulher de uma fé inabalável, conhecida pela sua generosidade, empreendedora e determinada a mudar os usos e costumes de uma corte tão diferente da sua, Filipa de Lencastre deu à luz, ainda aos 29 anos, o primeiro dos seus oito filhos. A chamada Ínclita Geração, que um dia, como ela, partiria em busca de novos mundos e mudaria para sempre os destinos da nação.
A 11 de Fevereiro de 1387 o povo invadiu as ruas da cidade do Porto para aclamar carinhosamente D. Filipa de Lencastre, Rainha de Portugal. Num romance baseado numa investigação histórica cuidada, Isabel Stilwell conta-nos agora a vida de uma das mais importantes rainhas de Portugal, desde a sua infância em Inglaterra, onde conhecemos a corte do século XIV, à sua chegada de barco a Portugal onde somos levados numa vertigem de sentimentos e afectos, aventuras e intrigas.
Isabel Stilwell é jornalista. Ex-directora da revista Notícias Magazine, com um longo percurso na imprensa escrita, sempre se confessou apaixonada por romances históricos.

Independência para quando?

Metro de Lisboa: Governo atribui mais 518 milhões de euros para expansão da rede

Metro do Porto: Governo adia novas linhas da rede do Metro do Porto

Cenas do Verão: Epah

Última oportunidade para ser pianista. As "piquenas" ajudam-no...


(clica na imagem ...)

Contabilidade (muito) Criativa

«José Sócrates anunciou, esta segunda-feira, que o governo já criou 133 mil novos postos desde Março de 2005, e garantiu que o executivo está próximo de cumprir a promessa feita em campanha eleitoral, a da criação de 150 mil postos de trabalho até ao final de legislatura».
(he he he he he he he he he)

Muçulmanos e as invenções do Diabo...

(in Diário de Notícias, de 14 de Agosto de 2008)

Estas palavras levam-nos a olhar com mais atenção para os Olímpicos... (in Público, 12 de agosto de 2008)

...Para ver-mos uns biquinis olímpicos, do Voleibol de praia...
(in Jornal de Notícias, de 12 de Agosto de 2008)


...Para ver o Diabo a andar à solta...

(in Público de 17 de Agosto de 2008)
Ainda assim é delicioso, ver que ainda há mulheres "como deve ser"!!!

Datas com História: 14 de Agosto de 1385


No dia 14 de Agosto de 1385, o recém-eleito D. João I, não só garantiu a continuidade de Portugal, como também possibilitou a preparação daquela que seria a época mais brilhante da história nacional - a época dos Descobrimentos.

"Aclamado Rei a 6 de Abril de 1385, pela vontade de um povo, fruto de argumentação irrefutável de João das Regras e da protecção da espada santa de Nuno Álvares Pereira, D. João I de Portugal tem em mãos a penosa tarefa de reagrupar um Reino dividido por uma guerra civil e invadido por um exército estrangeiro.

Alçado pelo novo Rei a Condestável do Reino, Nuno Álvares parte a submeter praças dominadas pelo inimigo, o que efectua num ritmo fulminante.

D. João de Castela, teimando em conquistar Portugal, entra por Almeida e Trancoso com os seus poderosos exércitos, procurando descer o país e apoderar-se da capital.

Nesta situação alarmante, D. João I chama o Condestável a reunir-se com ele e o conselho em Abrantes, pois urge decidir o rumo da campanha. Em vão os conselheiros do Rei pretendem organizar uma campanha de diversão pela Andaluzia, atacando Sevilha, pois receiam o embate directo com o invasor. Nuno Álvares, irredutível, recusa-se a expor ao perigo Lisboa: ainda que sózinho, partiria para fazer frente ao numeroso exército inimigo! Resoluto, reúne os seus homens de armas e parte a caminho de Tomar, direito aos castelhanos. Todos o censuram, só o Rei o compreende. Não há lugar a hesitações e o rei ordena-lhe que espere por ele em Tomar. Daí partem já com os exércitos reunidos e, no dia 14 de Agosto, estão à espera para dar batalha ao invasor.

Nesse dia de intenso calor, desde madrugada se prepara tudo para a batalha: a vanguarda é comandada pelo Condestável, à frente de seiscentas lanças e está virada à estrada de Alcobaça. Na ala direita, comanda Antão Vasques; na esquerda, a célebre ala dos namorados, é Mem Rodrigues quem comanda. O Rei, à frente de setecentas lanças e muita peonagem, assegura a rectaguarda. Ao todo, serão sete mil homens, os que combatem por Portugal.

Do lado Castelhano, segundo Fernão Lopes, ascendam a trinta mil o número de homens do exército invasor. Debalde, há alguns dias que o exército castelhano marchava por caminhos que procuravam evitar o combate entre os dois oponentes. O confronto iria dar-se nesse dia 14, no local que ficou na história com o nome de Aljubarrota.

A sua localização e aproveitamento para a batalha, ficou a dever-se certamente à Divina Providência, e ao génio militar de D. Nuno Álvares Pereira. Numa posição a sul da ribeira de Calvaria, em que esta podia ser atravessada sem grande dificuldade, defendida geograficamente nos flancos, pelos ribeiros do vale da Mata e do vale de Madeiros. No planalto ocupado pelo nosso exército logo depois do alvorecer do dia, o lado norte apresenta muitos esporões quase que inacessíveis e no meio de dois deles, passava a estrada. Nestes esporões, era fácil colocar-se atiradores, para bater o flanco do inimigo. Invulneráveis ao choque directo dos castelhanos, contribuindo para limitar a frente de ataque destes, uma vez que, as próprias encostas de ambos os flancos eram inadequadas, para as manobras de exércitos pesadamente armados.

Não totalmente satisfeitos, a nossa posição foi ainda melhorada pela construção de um extenso sistema defensivo, no qual se incluíam fossos e covas de lobo, certamente camuflados com ramos de árvore e arbustos. Do lado Castelhano, um rio de gente vai-se espraiando pela várzea fronteira. A Cavalaria, numerosa, segue à frente com todo o seu esplendor. Segue-se uma imensa vaga de infantaria. À rectaguarda, segue um vasto contingente de carros e gado, as provisões de campanha do invasor. Pero Lopez de Ayala, Chanceler de Castela e dois irmãos de Nuno Álvares Pereira ao serviço de D. João de Castela, vão ao encontro do Santo Guerreiro. Procuram convencê-lo a mudar de partido e também, mais provavelmente, observar as nossas posições. Em vão, pois logo o intérpido guerreiro os intima a retirarem-se, sob pena de os mandar abater.

Apesar da imensa superioridade numérica e militar, a herética Castela vacila: à pressa reúnem um conselho, pois receia-se a vantagem geográfica das hostes Portuguesas. Em vão manobram para contornar as nossas posições. Logo as forças de Portugal invertem o dispositivo defensivo, continuando aptas a enfrentar a nova estratégia da batalha. Prevendo a inevitabilidade da hipótese de combates, os Castelhanos tomam posições: À frente, a última tecnologia, dispõe uma arma nova, trons, para além de besteiros. Na vanguarda, quatro fileiras, num total de 1500 lanças, ocupavam toda a largura do planalto. Na ala direita, além de numerosas lanças, também se incluíam ginetes; Na esquerda, predominavam cavaleiros Franceses (defensores do Anti-Papa Clemente VII), no entanto, ambas contavam ainda com besteiros e farta peonagem.

As duas alas estavam colocadas já fora do planalto o que, em termos práticos, as colocava em desvantagem para entrar no combate. Foi a fanfarronice de homens como João Afonso Telo, convictos de um triunfo rápido e esmagador, que convenceu o soberano de Castela a dar combate. É já bem tarde quando o grito de ataque finalmente ecoa entre as forças invasoras, logo secundado pelo troar poderoso dos trons, felizmente muito pouco efectivo, tanto em efeitos psicológicos como em baixas castrenses.

Mas para descrever a peleja, o melhor é recorrer ao génio narrativo de João Ameal: "O choque dá-se, tremendo. As vagas incessantes da cavalaria castelhana esbarram com a tenaz bravura da tropa de Nuno Álvares - que, no meio dela, lembra um arcanjo a lançar golpes sobre golpes. No entanto, a nossa vanguarda cede ante o ariete brutal; o centro abre-se; a furiosa turba passa, avassaladora. Logo as duas alas acodem a tapar a brecha e D. João I, com os seus, avança. Embate medonho, confuso, cheio de dardos, de setas, de cutiladas, de turbilhões donde saem gritos de dor, de cólera, de entusiasmo feroz. Encurralados, feridos de todos os lados pela energia indómita dos nossos, tombam os melhores cavaleiros de Castela; Guevara, Velasquez, Sanchez de Toledo, Galvez o sem medo, Hilário, Manrique, o Conde de Vilhalpandos. Também caem portugueses ao serviço do Estrangeiro: João Afonso Telo, Pedro Álvares, outros mais. A imagem da Virgem é varrida por uma espada castelhana - e o arcebispo de Braga, com a orelha cortada, a cara riscada por um gilvaz, esvai-se em sangue. Mem Rodrigues anda igualmente no meio da refrega, marca a vermelho a sua passagem. Nuno Álvares, esse, incólume, salienta-se onde é maior o perigo, dando a morte sem cessar, com olhos perdidos em visões místicas de além-vida."

Foi tão brutal a arremetida, como rápido será o desenlace da batalha. A numerosa vanguarda Castelhana, ao penetrar o centro da nossa vanguarda, vê-se atacada dos flancos. Não só pela restante vanguarda portuguesa, mas também pelas alas do nosso exército e ainda pela rectaguarda, bravamente comandada por D. João I de Portugal, o que permitiu um rápido aniquilamento da intérpida vanguarda adversária. Perante a eminente derrota, a imensa massa atacante retira caoticamente. Contribuindo de forma efectiva para o aumento das suas próprias baixas, abandona feridos e combatentes apenas tombados, incapazes de se reerguerem por si próprios devido ao seu pesado armamento.

Sem ordem nem organização, as forças de Castela são incapazes de se reagrupar. Entrando em pânico e fugindo desordenadamente em todas as direcções, seguem o exemplo de D. João de Castela, que foge a toda a velocidade com alguns fiéis, embora contasse ainda grande número de forças de combate. Só na sua ala direita, os ginetes procuraram atacar pela rectaguarda Portuguesa, já a batalha estava vencida, sendo logo a infrutífera tentativa prontamente rechaçada. O Sol já desaparece no horizonte quando os Portugueses contemplam a grandiosa vitória.

D. João I e Nuno Álvares Pereira que, tal como todo o exército se encontravam em jejum desde manhã, por ser véspera do dia de Santa Maria de Agosto, dão graças a Deus pelo milagre da Vitória!"

Fonte

D.Nuno Álvares Pereira

Batalha de Aljubarrota

A Padeira de Aljubarrota

Associação dos Amigos do Campo Militar de S. Jorge.

Como não há Ouro, aqui fica o Hino...

Dor de corno e olimpismo português

«A única vitória relevante do judo português em Pequim nasceu da dor de corno. O que diz alguma coisa sobre as nossas motivações».
João Miguel Tavares, no DN.

Pesadelos aos quadrados...


Visite a Rússia antes que ela o visite a si...

É certo que agora só estamos a discutir um pequeno território. Mas um território independente. Mas hoje deixamos cair a Ossetia. Amanhã a Abkhazia. Mais cedo ou mais tarde estaremos a discutir o resto da Geórgia, o Azerbeijão, a Ucrânia ou a Estónia. Onde está o limite? De regresso À Hungria? À Eslováquia? À Rep Checa? À Polónia?

Curiosidade: Foi na Geórgia que...

A primeira cidade da Georgia que os Russos bombardearam foi Gori. Onde este tirano nasceu.

O verdadeiro manual de assalto a bancos

Será o fim dos engravatados?


ONU apela ao fim das gravatas em nome do ambiente

No início deste mês, o secretário-geral da organização, Ban Ki-moon, lançou a «Cool UN», um apelo a quem visita as instalações das Nações Unidas para que não use gravata, de forma a permitir reduzir o uso do ar condicionado, e aumentar a temperatura das salas em dois graus.
O traje informal, sem grava nem casaco, permitirá poupar qualquer coisa como cem mil dólares (66 mil euros) num mês e evitar a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono. Em termos anuais, a poupança deverá rondar um milhão de euros (665 mil euros) e obrigará a que no Inverno as salas fiquem mais frias, forçando os funcionários a recorrerem a roupas mais quentes.

Pesadelo aéreo

Aeroporto do Porto

Boston Consulting Group (BCG) - um estudo duas conclusões!!!
Dois estudos sobre a mesma matérias, duas conclusões diametralmente opostas, a mesma autora, ou seja, a Boston aplaude e chumba separação do Sá Carneiro.
No estudo encomendado pela ANA - Aeroportos de Portugal, a BCG considera que uma gestão independente do aeroporto Sá Carneiro seria prejudicial para os contribuintes e para os passageiros.

Em simultâneo, a mesma BCG, desta vez num estudo pago pelo consórcio formado pela Sonae e a Soares da Costa, defende a separação do aeroporto do Porto da rede da ANA, sustentando que o modelo de gestão autónoma desta infra-estrutura é a que melhor defende os interesses da região Norte, dos contribuintes e dos passageiros.

O algodão da LPF

Num dos momentos mais marcantes do Apito Final, face às suspeitas que o processo designado por "Apito Vermelho" estaria a ser esquecido, a Liga e o seu anedótico Presidente e o próprio CD através da marioneta benfiquista Ricardo Costa, quiseram "sossegar" os Nortenhos e disseram que esse processo estaria apenas "SUSPENSO". Disseram...
Hoje o CD da Liga deu a conhecer um castigo de 2 meses ao Orelhas.
Mais, diz o comunicado que "aquele organismo decidiu no plenário todos os procedimentos disciplinares relativos a factos conhecidos ou denunciados até 30 de Junho de 2008, fim da época desportiva".
Ou seja, PASSARAM O ALGODÃO SOBRE O APITO VERMELHO! ESCÂNDALO!!!!

Momento Musical

Diana Krall - Cool Jazz Fest 2008

Prova de admissão à Universidade


Uma mãe é 21 anos mais velha que o filho. Daqui a seis anos a mãe terá
uma idade 5 vezes maior que o filho.
Pergunta: Onde está o pai agora?
Sim, não leu mal... onde está o Pai?

Há que fazer alguns cálculos para obter a resposta!
Por mais incrível que pareça a resposta é dada
pela matemática!

Veja a resposta abaixo... é bem interessante:

Solução:
Analisando Hoje :

A mãe tem hoje Y anos
O menino tem hoje X anos
Portanto com a mãe 21 anos mais velha : Y = X + 21
Daqui a 6 anos : ( Y + 6 ) e ( X + 6 )
Portanto com a mãe 5 vezes mais velha que filho : Y + 6 = 5 ( X + 6)

Resolvendo:

Y + 6 = 5 X + 30
Y = 5X + 24

Dai, substituindo na primeira equação = X + 21 teremos:
5X + 24 = X + 21

Logo:

- 4X = 3
X = -3/4

O menino tem hoje -3/4 anos, ou seja, - 9 meses (menos nove meses!!!).

A resposta é lógica :

Se o menino tem exactos menos 9 meses, ele nascerá daqui a nove meses,
então:

Resposta do problema proposto:

- O pai agora está a comer a mãe, enquanto tu quebras a cabeça !!!

Datas com História: 25 de Julho de 306


Flavius Valerius Constantinus, conhcecido como Constantino I, Constantino Magno ou Constantino, o Grande é proclamado Augusto pelas suas tropas e governou uma porção crescente do Império Romano até à sua morte.

Nasceu em Naissus, na Alta Dácia (actual Roménia), filho de Constâncio I Cloro e da filha de um dono de uma albergaria, Helena. Constantino teve uma boa educação e serviu no tribunal de Diocleciano depois do seu pai ter sido nomeado um dos dois Césares, na altura um imperador júnior, na Tetrarquia em 293. Face à morte de seu pai Constâncio em 306, ele conseguiu viajar até ao seu leito de morte em Eburacum (York). Nos próximos 18 anos ele lutou uma série de batalhas e guerras que o fizeram o governador supremo do Império Romano.

Constantino é talvez melhor conhecido por ser o primeiro imperador romano a confirmar o cristianismo, na sequência da sua vitória da Batalha da Ponte Mílvio, perto de Roma, que ele mais tarde atribuiu ao Deus cristão.

A sua adopção do cristianismo pode também ser resultado de influência familiar. Helena já terá com grande probabilidade nascido cristã e demonstrou grande piedade nos finais da sua vida.

Constantino legalizou e apoiou fortemente a cristandade por volta do tempo em que se tornou imperador, com o Édito de Milão, mas também não tornou o paganismo ilegal ou fez do do cristianismo a religião estatal.

Foi durante o reinado de Constantino que a cruz se tornou o símbolo sagrado dos cristãos. Os cristãos perseguidos durante o tempo do Imperador Romano Nero usavam como símbolo o peixe.

Apesar de a igreja ter prosperado sob o auspício de Constantino, ela própria decaiu no primeiro de muitos cismas públicos. Constantino convocou o concílio de Niceia para resolver os problemas do Arianismo, uma disputa acerca de figura de Jesus ser humana ou divina.

Constantino só foi baptizado e cristianizado no final da vida. Ironicamente, Constantino poderá ter favorecido o lado perdedor da questão Ariana, uma vez que ele foi baptizado por um bispo Ariano, Eusébio de Nicomedia.

Um historiador competente que se especializou neste periodo da história é Edward Gibbon, autor do livro clássico sobre a "A história do declínio e queda do império romano"

A sua vitória em 312 sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvio resultou na sua ascenção ao título de Augusto Ocidental, ou soberano da totalidade da metade ocidental do império. Ele consolidou gradualmente a sua superioridade militar sobre os seus rivais com o esfarelamento da Tetrarquia até 324, quando ele derrotou o imperador oriental Licínio, tornando-se imperador único.

Constantino reconstruiu a antiga cidade grega de Bizâncio, chamando-a de Nova Roma, dotando-a de um senado e ministérios cívicos semelhantes aos da antiga Roma. Após a sua morte foi renomeada de Constantinopla, tendo-se gradualmente tornado a capital do império.

Um anos depois do Concílio de Niceia (325), Constantino mandou matar seu próprio filho Crispus. Sufocaria depois sua mulher Fausta num banho sobreaquecido. Mandou também estrangular o marido de sua irmã, e chicotear até à morte o filho de sua irmã.

Wikipedia

O glorioso esplendor do Vinho do Porto

Gianna Nannini: «escrevi muitas canções com vinho tinto»

Conta com 32 anos de carreira e 24 discos editados, entre álbuns de estúdio, ao vivo e compilações. Mas a italiana Gianna Nannini será mais facilmente reconhecida pelo público português pela canção que serve como banda-sonora ao recente anúncio televisivo do novo Fiat Bravo.
«Meravigliosa Creatura», lançado em 1995 com o álbum «Dispetto», até recebeu reacções bem discretas fora de Itália, como relembrou a cantora em entrevista ao IOL Música. No entanto, o tema acabou por ganhar uma nova dimensão com o anúncio na TV.
... ...
Vinhos portugueses inspiram
Durante a última estada da cantora em Portugal, Gianna Nannini falou também sobre a sua predilecção por vinhos portugueses. Gianna recordou a
«ajuda preciosa» do Vinho do Porto no início da sua carreira.
«Quando comecei a escrever canções em Milão, e tinha mudado de cidade, a forma que encontrei para cantar foi bebendo Vinho do Porto
. Por isso tenho uma certa ligação com Portugal», explicou, acrescentando mesmo: «escrevi muitas canções com a ajuda de vinho tinto».
(Notícia)

Piadinha

No inicío, Eva não queria comer a maçã.
- Come- disse a serpente- e serás como os anjos!
- Não - respondeu Eva.
- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.
- Não!
- Serás imortal.
- Não!
- Serás como Deus!
- Não e não!
A serpente já estava desesperada e não sabia o que fazer para que a Eva comesse a maçã. Até que teve uma ideia. Ofereceu-lhe novamente a fruta e disse:
- Come... que emagrece...

Kulinária

Tiramisu de Morangos












Ingredientes e a forma de preparação:

650g de morangos (compre sempre mais um pouco para enfeitar ou caso seja necessário espessar o molho)
500g de mascarpone
400ml de natas
Vinho madeira doce ou licor de laranja q.b. (usou vinho madeira)
3 colheres de sopa de açucar de confeiteiro
3 colheres de sopa de açucar granulado
meio copo de sumo de laranja
biscoitos de champagne q.b.


Uma hora antes retirar o mascarpone do frigorifico para ficar à temperatura ambiente. Numa tigela bater o mascarpone com o açúcar de confeiteiro e meio cálice do vinho ou licor, até obter uma mistura homógenea e suave. Bater as natas até ficarem em chantilly bem firme e incorporar delicadamente no mascarpone.
Num copo alto colocar os morangos cortados a meio, o açúcar granulado e o sumo de laranja e triturar com a varinha mágica.Se ficar demasiado líquido acrescente mais alguns morangos.

Num prato de sopa deitar o vinho ou licor e molhe a parte de baixo dos biscoitos de champagne, que deve colocar num recipiente alto, forrando o fundo. Quando o fundo estiver coberto, deitar mais vinho/licor por cima dos biscoitos, com uma colher de sopa, para nao se exagerar.
Em seguida deve deitar metade do preparado de morangos por cima dos biscoitos, e depois metade do mascarpone com as natas. Repetir com o resto dos biscoitos, morangos e mascarpone.
Como decoração pode usar chocolate ralado ou cacau em pó, ou até mesmo morangos.

Recordações



Jorge Nuno Pinto da Costa:

"O que dá maior prazer na vida é ir a algumas catedrais e ver alguns raivosos espumarem-se de inveja de não terem o que nós conquistamos".

Momento de Poesia

Se tu viesses ver-me...

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Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...

Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E são de seda vermelha e canta e ri

E são como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...

E os meus braços se estendem para ti...


Florbela Espanca