Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

From China...


Há, de facto, uma justiça para lisboa e outra para os portugueses!

Andaram anos a dizer alarvidades destas, e contaram com a colaboração de muitos para inscreveram um preconceito contra o Norte. Afinal, ironia do destino, viemos a descobrir que tinham a Relação de Lisboa no bolso.


Sabem quem está por trás do jogo à porta fechada?

ÁLVARO BAPTISTA


É actual vice-presidente da secção não profissional do CD da FPF e até 2019, acumulou cargo como Deputado da lisboieta assembleia da república. 
Não vos diz nada? 
 E se vos mencionar a famosa reunião para punir o FC Porto, que depois foi anulada, no caso Apito Final? 
Já vos diz algo?

Corrupção na justiça: socialista Vitalino Canas, mais um nome sujo

O bom senso, a prudência e a cautela aqui exibidos tornam o Dr Vitalino Prova Canas um candidato "inestimável" ao nosso extraordinário Tribunal Constitucional


sport lisboa corrupção e fraude

Adeptos de plástico a imitar multidões. Colunas no estádio a imitar cânticos. “Lotação esgotada” com bancadas vazias. Avenças a jornalistas, cartilhas a comentadores "isentos", motorista e director jurídico, claques que o não são, Jornalistas Redes informais nas redes sociais para criar dinâmicas. Jogadores adversários a confessar em tribunal que foram aliciados para perder, árbitros que são padres da paróquia da corrupção...
O corrupto benfica é um clube tão obcecado com a sua aparente grandeza que é mesmo de desconfiar dela.



Agentes de quatro patas reforçam Sapadores e Polícia Municipal do Porto

São agentes de quatro patas e prometem ser os melhores amigos da Polícia Municipal e do Batalhão de Sapadores Bombeiros da cidade. Esta é a primeira vez que os dois corpos recorrem à criação desta valência cinotécnica.

São quatro os Cães de Pastor Alemães, com idades compreendidas entre os três meses e um ano, que vão integrar as valências de uma unidade de busca e resgate criada pela Polícia Municipal e pelo Batalhão de Sapadores Bombeiros do Porto.

Adquiridos no início deste ano, estes agentes de quatro patas, provenientes de Espanha e Portugal, terão como principal missão o apoio das equipas de busca e salvamento de vítimas soterradas em caso de derrocadas, desabamentos de terra ou colapsos de estruturas.

Esta é a primeira vez que a Polícia Municipal e os Sapadores Bombeiros da cidade decidem criar este tipo de valência tendo como intuito o reforço dos seus meios operacionais, criando assim uma sinergia entre os dois corpos.

Segundo o Comandante da Polícia Municipal do Porto, António Leitão, esta era uma necessidade que já tinha há muito sido identificada, aproveitando o facto de terem elementos com treino nas valências cinotécnicas para criarem uma unidade no Município do Porto.

Esta medida poderá ser uma mais-valia, assegura Carlos Marques, Comandante do Batalhão de Sapadores Bombeiros, visto que, por um lado, se têm vindo a verificar fenómenos meteorológicos extremos e, por outro, estão para breve as intervenções de alargamento da rede do Metro da cidade. Dessas situações poderão resultar ocorrências que suscitem a intervenção dos BSB e PM, que se encontram agora precavidos com os meios necessários para dar resposta a este tipo de eventualidades. 




Os animais foram, previamente, submetidos a vários testes técnicos de forma a averiguar as suas capacidades e estão agora a realizar treinos diários, contando com o auxílio de um tratador profissional e de cuidadores oriundos dos dois corpos municipais. O intuito é criarem aptidões de socialização e serem introduzidos a exercícios básicos de obediência para que, posteriormente, possam estar aptos para o salvamento de vidas humanas.

No entanto, este é um processo demorado e um exercício de paciência, uma vez que exige um acompanhamento permanente e um processo longo de adaptação por parte do animal ao seu tratador e cuidador, afirma ainda o Comandante da Polícia Municipal.

Além destes quatro cães, está também em vista a possibilidade de aquisição de um quinto elemento para o reforço da equipa.

(daqui)

Sofiane - Des Malades [Clip Officiel]

Cidade do Porto: Novos abrigos de transporte público terão tecnologia e maior conforto


A cidade do Porto prepara-se para uma mudança na via pública. Além dos novos mupis com publicidade digital, os abrigos destinados aos autocarros da STCP terão melhor informação e serão mais confortáveis para os passageiros. A mudança resulta de um concurso que será lançado brevemente pela Câmara do Porto e que acompanha a intermunicipalização da empresa de transportes que também está a receber novos veículos e a melhorar o serviço.

Quando estiver concluído o concurso público ontem aprovado em Assembleia Municipal, o Porto passará a ter paragens de autocarros de última geração. Todas informarão os passageiros do tempo de espera do próximo veículo, ficarão preparadas para receber tecnologia 5G e wi-fi e terão painéis publicitários comerciais, institucionais e informativos. Ao mesmo tempo, a STCP melhora a sua frota, continuando a receber veículos eléctricos e a gás natural de última geração, eliminando os diesel e aumentando o conforto.

A "revolução" no transporte público resulta do acordo alcançado entre os Municípios e o Governo, em que o Estado se obrigou, na transição da STCP para as câmaras, a financiar a nova frota. A gestão da empresa passa a ser municipal e a prazo a rede poderá ser melhorada. Já na via pública, o desafio é da Câmara do Porto, que agora lança, pela primeira vez, um concurso para substituir todos os equipamentos que possuem publicidade na cidade.

Além de se obrigar à instalação de novos equipamentos, mais modernos e funcionais, o concessionário que vier a ganhar o contrato pagará à Câmara do Porto mais de 700 mil euros por ano e fornecerá ainda equipamentos e faces de publicidade institucional. Haverá também mupis exclusivamente destinados aos equipamentos culturais da cidade.

O concurso inclui ainda mais três lotes, que permitirão aos pequenos operadores também aceder a suportes publicitários no Porto. No total, há uma redução de publicidade na cidade, mas a receita para o Município ascenderá a mais de um milhão de euros por ano. Esses valores serão usados pelo pelouro do Urbanismo para a instalação de equipamentos suplementares, como casas de banho públicas.

O concurso, a lançar brevemente, deverá estar concluído até ao Verão e a instalação dos equipamentos completa no início de 2021.

De facto?

Bastou um ditadorzeco assassino e socialista mostrar os dentes e o governo socialista de lisboa baixou logo as calças.



Infidelidade(s)...


O fim oficial do cavalinho, do cavaleiro com corneta e cartinha na mão

No início da semana, os CTT anunciaram o fim oficial do cavalinho, do cavaleiro com corneta e cartinha na mão (que ficam reservados para a filatelia) e sua substituição por quadrados de cor que significam «uma empresa jovem».




Há uma justiça em lisboa e outra no Porto (2)

Juízes comprados pelo corrupto benfica
Reparem no tipo que está no nº 10: o bacano que agora vai à barra do tribunal e que pelos vistos viciava a justiça em favor dos "amigos"...


E nos outros sítios, como fica?


Há uma justiça em lisboa e outra no Porto (1)


Uma das últimas grandes entrevistas de Pedro Baptista foi ao Jornal Porto.



A propósito do arranque das comemorações dos 200 anos da Revolução Liberal do Porto, o Jornal Porto. entrevistou o comissário geral Pedro Baptista, deputado municipal independente que morreu esta manhã de forma repentina. A 9.ª edição da publicação começa precisamente hoje a ser distribuída, no dia em que inaugura a exposição "1820.Revolução Liberal no Porto". Aqui fica reproduzida, na íntegra, uma das últimas entrevistas a Pedro Baptista. Pela sua morte, Rui Moreira decretou um dia de luto municipal, a respeitar amanhã, sexta-feira.

Em 1971, fundou o único partido político que a cidade do Porto viu nascer até hoje. Pedro Baptista chamou-o O Grito do Povo, marca que grava em título de jornal a indignação de milhões de portugueses, esgotados de um regime ditatorial que esmagou o país. Em 1973, preferiu dar-lhe o nome de Organização Comunista Marxista-Leninista Portuguesa (OCMLP). Nada que surpreendesse vindo de um deputado municipal independente, romancista e ensaísta, doutorado em Filosofia, que ao longo do seu trajeto político se demarcou pela liberdade de pensamento, não temendo rótulos, nem o de reacionário, muito menos o de revolucionário. Foi a ele que Rui Moreira endereçou o convite para ser o comissário geral das celebrações do bicentenário da Revolução Liberal do Porto. Entendeu-se porquê.

- Há quanto tempo está a preparar o bicentenário da Revolução Liberal de 1820?
Estamos a trabalhar no programa há cerca de dois anos. É evidente, que por mais antecedência que exista no planeamento, o ritmo de execução intensifica-se com a proximidade da data. Está a correr tudo bem, porque a equipa também é bastante boa. Além de contar com o apoio da estrutura da Cultura da Câmara Municipal do Porto, convidei comissários específicos para momentos-chave das comemorações, como o Prof. José Manuel Lopes Cordeiro, da Universidade do Minho, especialista em século XIX e na indústria portuense e nortenha, para comissário da exposição; e o Prof. Gaspar Martins Pereira, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, figura incontornável na historiografia portuense, para o congresso internacional.

- A gestão foi sempre tranquila?
Fiz uma gestão atenta, mas procurei intervir o quanto baste, acho que é isso que um comissário geral deve fazer. Mas o facto de a empresa municipal de cultura ter sido chumbada pelo Tribunal de Contas não deixou grande margem para responder ao boom cultural da cidade com a estrutura adequada. A organização das celebrações teve de adaptar-se a esse constrangimento, agora ultrapassado com a criação da Ágora [empresa municipal de cultura e desporto, que deriva da antiga Porto Lazer].

- Qual será o primeiro grande momento das celebrações?
A inauguração da Exposição "1820. Revolução Liberal do Porto", a 20 de fevereiro, na Casa do Infante. Deste momento, vai resultar o lançamento posterior de um livro da autoria do Prof. Lopes Cordeiro que, mais do que um catálogo que irá reunir uma série de documentos e peças históricas em exposição, é uma obra que retoma a verdade dos factos sobre este episódio histórico nacional. Depois, o grande Congresso Internacional "A Construção das Liberdades". promovido pela Universidade do Porto, a 14 de maio. Entretanto, nestes seis meses, até Julho, ocorrerão dezenas de eventos alusivos, aos mais variados níveis, num programa variado, rico e incisivo.

- Havia interpretações históricas que importava clarificar?
Sim. A historiografia lisboeta procurou minimizar e marginalizar o facto de a Revolução ter sido feita no Porto. Embora Lisboa tenha aderido posteriormente, tentou empalmar o processo várias vezes. O que disse a todos foi que tínhamos aqui uma oportunidade para falar com base na verdade dos factos, sem sermos dominados por pretensos consensos feitos pela História. Foram precisos 200 anos para finalmente se perspetivar a Revolução Liberal de 1820 a partir do seu lugar de origem.

- Que foi exatamente onde?
As operações políticas aconteceram no edifício da Câmara Municipal do Porto, que ficava localizado no centro, no enfiamento da atual Rua de Sampaio Bruno. Às 6 horas do dia 24 de agosto de 1820, os vereadores, os demais elementos da Câmara e juízes são convocados para proclamarem, a partir do Porto, o novo governo supremo do reino às 8 horas da manhã! O pronunciamento militar tinha decorrido horas antes, de madrugada, no Campo de Santo Ovídeo, hoje Praça da República.

- A Revolução Liberal de 1820 vincou a forma de ser portuense?
Acho que está mais relacionado com a dinâmica do lugar, do que propriamente com o ADN das suas gentes. Não sei por que tipo de determinação, mas o lugar sempre fez do Porto uma cidade especial, com uma forma de estar muito própria no contexto do país e do mundo. Não se trata de algo mágico, nem gnóstico, mas uma confluência de realidades sociais, económicas, culturais e as pessoas acabam por se inserir no processo histórico. Os portuenses não são diferentes por nascença, até porque a maioria das gentes do Porto, ontem e hoje, vieram de algum lugar e também por esse motivo a cidade foi sempre crescendo.

- Influenciou a resposta ao Cerco do Porto?
Foi determinante, porque a cidade ficou marcada pelo Vintismo. Depois sofreu a contrarrevolução miguelista e a brutalidade dos seus termos. Não sei até que ponto terá sido nesta fase que se criou o mito do Porto Liberal, que erradamente as forças miguelistas subestimaram, mas que as tropas liberais entenderam, quando no levantamento do Cerco do Porto, a 9 de julho de 1832, 'puxaram desses galões'. Aliás, esta ideia vai ser uma constante até ao revilharismo do século XX anti-salazarista, logo em 3 de fevereiro de 1927, uma revolução gorada contra a ditadura. Em abril de 1931, o General Sousa Dias faz uma proclamação ao povo do Porto na Revolta da Madeira, aludindo à sua idiossincrasia ideológica liberal. Vão ser resquícios disso que levam a que a candidatura do General Humberto Delgado se venha a centrar no Porto. Ou ainda os discursos de Mário Soares antes e depois do 25 de Abril em que, muitas vezes, sublinhava também essa característica.

- O Porto Liberal é mito?
Penso que é duas coisas: mito e bandeira. Acho que o povo do Porto é, de vez em quando, autenticamente insubmisso.

- Devia ser mais vezes?
Se for de vez em quando tem a vantagem de poder utilizar em seu proveito o efeito surpresa (ri).

- O que podemos aprender com a Revolução Liberal do Porto?
A Revolução Liberal foi o marco da fundação do Portugal moderno, baseado na cidadania, consolidada com a vitória do Cerco do Porto. Não nos esqueçamos que foi um século terrível, principalmente no início, quando ocorreram as invasões francesas e a tragédia da Ponte das Barcas. O sangue da Invicta adubou a modernidade do país. O programa de celebrações do bicentenário procura sobretudo deixar essa pedagogia de reflexão e não propriamente uma didática de comemoração.

- Em que medida?
Há várias coisas que devem ser pensadas. Quando vejo levantarem-se tantos problemas em relação ao retorno dos impostos dos portuenses para o Município, tenho a ideia de que sabemos muito bem gerar e gerir o nosso dinheiro. Logo a 24 de agosto de 1820 ou imediatamente no dia a seguir, a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino decidiu criar, no Porto, o Tesouro Nacional. Talvez a cidade do Porto deva ter neste país um peso maior do que aquele que tem como simples autarquia, cerceada por uma legislação que tenta fazer dos municípios entidades que não são de confiança. Um outro exemplo está relacionado com a reflexão sobre o sistema eleitoral vigente. Portugal já deveria ter tido a experiência dos círculos uninominais há muito tempo, até porque a Constituição Portuguesa o permite. Só não se sai do sistema proporcional de D'Hondt, não porque não seja melhor, mas porque o dos círculos uninominais - que admito que possa ter as suas fragilidades - colocaria em causa os atuais interesses instalados. O poder em Portugal é dominado pela inércia e tem uma incapacidade imensa para a inovação e para a autorreforma. Também o processo revolucionário de 1820 foi motivado pela necessidade de pôr cobro à fossilização da monarquia tradicional.

- A celebração do bicentenário envolve outras instituições?
A iniciativa é da Câmara do Porto, em parceria com diversas instituições da cidade, que nos apresentaram propostas autónomas, que foram acolhidas e incluídas no programa. Desde logo, a Universidade do Porto, na figura do Prof. Gaspar Martins Pereira; a Universidade Lusíada, em que tem um papel destacado o Prof. Vital Moreira, consultor das comemorações que, coadjuvado pelo Prof. José Domingues, está a preparar uma conferência internacional para o final de setembro focada no processo eleitoral. Além disso, a Universidade Lusófona também se associou através de vários colóquios, que vão decorrer em dependências municipais e na Junta de Freguesia do Bonfim; e ainda a Associação 31 de Janeiro e o Museu Militar do Porto, entre outras. O apoio da Câmara do Porto é materializado unicamente na cedência das instalações, à exceção do Congresso Internacional da Universidade do Porto e da Conferência Internacional da Universidade Lusíada, com quem foi estabelecido um protocolo de apoio.

- Como comenta o facto de a Assembleia da República não se ter associado?
Espanta-me que o Dr. Ferro Rodrigues tenha dito que não havia possibilidade de meios e apareça em eventos previstos para instituições de Lisboa, com o patrocínio da Assembleia da República. Na verdade, o nosso país, espanta-me cada vez mais... ou cada vez menos, porque já nada espanta...

(daqui)

NOTA

Pedro Baptista faleceu hoje subitamente.
Foi o líder do Movimento Partido do Norte entre 2009 e 2012 de que fiz parte activa, quer na Comissão Coordenadora quer na Comissão Executiva.
Ainda chegamos a concorrer, nos distritos do Norte e nas listas do PDA, às eleições legislativas de 2011 com um proposta de Regionalização e de Reestruturação do Estado.
Uma pessoa carismática que deixa muitas recordações, muitas conversas e tertúlias sempre com o Norte por farol...