Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

O Porto em imagens (433)


Do Gerês, com muita beleza (e muito calor) ...


Ainda lhes pagam para serem assassinados...

Valls “aberto a proibição” temporária de financiamento a mesquitas

O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, manifestou-se "aberto a uma proibição temporária" do financiamento estrangeiro das mesquitas, após uma série de ataques no país reivindicado por 'jihadistas'

Sanções: o o que é bom para a geringonça não é bom para Portugal

Foi bom para Portugal mas não foi para António Costa

A aliança das esquerdas é uma coligação anti-reformista. A partir daí, percebeu-se que estaríamos perante um destino trágico: o o que é bom para a geringonça não é bom para Portugal e vice-versa.

Se Costa colocasse os interesses de Portugal à frente dos seus interesses, no ano passado, teria aceite ser vice-primeiro-ministro de Passos Coelho e ter formado uma grande coligação com o PSD e com o CDS. Não seria uma coligação política ideal, mas a geringonça também não é, como se tem visto. E tempos extraordinários exigem por vezes soluções pouco usuais. Mas haveria uma grande diferença. Uma grande coligação à portuguesa teria capacidade para fazer reformas que o país e a sua economia necessitam. A aliança das esquerdas é uma coligação anti-reformista. A partir daí, percebeu-se que estaríamos perante um destino trágico: o o que é bom para a geringonça não é bom para Portugal e vice-versa.

Este pecado original condenou o mandato de António Costa e Portugal pagará um preço muito elevado, como muitos começam agora a perceber. No meio de tantas más notícias, da economia ao sistema financeiro e à destruição de grandes empresas nacionais durante o consulado de Sócrates, houve uma boa notícia. A Comissão desistiu de propor sanções contra Portugal. Mais do que qualquer governo, este ou o anterior, em primeiro lugar, os portugueses não mereciam as sanções. Depois de tantos sacrifícios, a imposição de sanções constituiria uma agressão por parte da UE. Já disse mais que uma vez, o mérito do cumprimento do programa imposto a Portugal pelo governo de Sócrates e pela União Europeia foi sobretudo dos portugueses. Por isso, cada vez que o actual governo e os seus aliados das esquerdas afirmam que Portugal falhou estão a ofender, acima de tudo, os portugueses.

O episódio das sanções trouxe-nos ainda uma novidade. Pela primeira vez, o actual governo defendeu explicitamente a herança de Passos Coelho e de Paulo Portas. Disse em Bruxelas que o governo da coligação PSD-CDS não merecia ser sancionado. A Comissão Europeia concordou e deixou cair as sanções. Mas manteve as pressões sobre o executivo de Costa para aprovar medidas extraordinárias ainda para este ano e, sobretudo, para apresentar uma proposta de orçamento para 2017 que respeite as regras do Pacto Orçamental. Ou seja, a Comissão disse aos portugueses: o problema não foi o anterior governo; a geringonça é o problema.

António Costa não defendeu a execução orçamental do anterior governo por bondade ou por respeito pelo legado de Passos e de Portas. Defendeu porque um dos tabuleiros do seu jogo politico previa um confronto com Bruxelas. As sanções seriam o pretexto ideal para esse conflito. Juntamente com o “Brexit” e com a situação dos bancos, o PS e o BE teriam o contexto ideal para eleições antecipadas. Os argumentos da campanha já estariam mesmo alinhados. ‘Fizemos tudo para cumprir o nosso programa, mas acontecimentos inesperados, como o ‘Brexit”, que agravaram a economia europeia, a terrível herança do anterior governo nos bancos e o dogmatismo ideológico de Bruxelas não nos permitem fazer mais. Precisamos de um mandato mais forte para confrontar Bruxelas. E esse mandato só nos pode ser dado pelos portugueses e pela força da democracia.’ Seria a conclusão ideal para a farsa da geringonça.

Costa tinha, porém, um obstáculo em Belém. Sabia que o Presidente não quer eleições legislativas antes das autárquicas do próximo ano. Teria assim que forçar Marcelo Rebelo de Sousa a ir contra a sua vontade. Mais uma vez, só as sanções europeias o poderiam ajudar a contrariar Belém. Mas o Presidente percebeu as intenções de Costa e antecipou-se. Convocou os partidos e retirou as eleições antecipadas do calendário político. Costa ainda pode tentar forçá-las, mas agora já não tem qualquer dúvida. Antes do confronto com Bruxelas, terá que derrotar Rebelo de Sousa. Não será fácil. Depois do Presidente, a Comissão Europeia pode ter enterrado definitivamente a estratégia belicista de Costa, deixando as sanções na gaveta. Ironicamente, uma aliança entre o velho PPE, Marcelo Rebelo de Sousa e Juncker, derrotou a estratégia de Costa.

A partir de Setembro, os sarilhos de Costa vão agravar-se. As notícias sobre a economia e a execução orçamental deste ano vão ser más. Já todos perceberam. A discussão sobre o orçamento do próximo ano vai ser penosa. A situação dos bancos vai piorar. Aliás, é provável que Portugal venha a precisar de um programa de ajuda europeu para recapitalizar o sistema financeiro. Tragicamente, os portugueses não podem esperar deste governo as reformas que o país precisa com urgência. Pelo contrário, estão entregues a uma coligação contra-reformista. E o país pagará um preço alto pelas contra-reformas das esquerdas.

Não conseguindo forçar eleições antecipadas, Costa e os seus aliados tentarão ficar no poder o máximo de tempo possível. Um dos tabuleiros dos jogos políticos de Costa tem como título, “a imprevisibilidade da política”. Pode sempre acontecer qualquer coisa inesperada que o salve e lhe dê mais um tempo de poder. A geringonça foi criada para o poder, ficará o máximo de tempo possível no poder e morrerá no poder. O poder e nada mais que o poder é o que conta hoje para as esquerdas nacionais. Reformas, o interesse do país, o bem dos portugueses, isso tudo ficará para o próximo governo.  [João Marques de Almeida]



O Porto em imagens (432)

Nuno Pimenta

Os muçulmanos não são as vítimas! Nós é que somos as vítimas!

O Islão é uma religião de paz. Desde que não sejam publicados cartoons, se acabe com missas, se fechem as esplanadas, sejam abolidos concertos, acabem com aglomerados de gente no geral e se integrem os estrangeiros no maior respeito multicultural determinado pela interpretação de cada um da Sharia através do extermínio de todos os que nela não se identificam, haverá paz, tranquilidade e amor. 

  • A primeira medida do ocidente para a paz deverá ser acabar com o discurso de ódio, deixando que cada comunidade resolva os seus próprios problemas através de inevitáveis homicídios de honra. 
  • Mulheres que mostrem o cabelo deverão ser assassinadas em tranquilidade pelo seus pais e irmãos, sem interferências pestilentas e colonizadoras dos países de acolhimento. 
  • Humanistas locais deverão providenciar a sua sensibilidade homossexual para homens oriundos dessas culturas, partilhando o amor ecuménico que transforma violações em consentimento, consentimento em gula, gula em SIDA. 
  • Senhoras que choram nos jornais poderão fornecer sevícias sexuais que mantenham a sensibilidade cultural e o nível de testosterona bélica controlada, originando alegria a todos, mesmo os que não querem malucos estrangeiros nos seus países, assim como da comunidade de pornógrafos do género “arab male white female”. 
  • Pequenos crimes como degolar obsoletos padres deverão ter o destaque que merecem, depois das notícias referentes à selecção nacional de halterofilismo e da nova tendência em tatuagens. 
  • Aconteça o que acontecer, não votem em populistas demagogos que propõem soluções, nem que tontas, para o problema. Votar é em patriotas multiculturais que combatem as regras da União Europeia com a mão direita enquanto a esquerda continua estendida para a esmola. 
  • Tudo correrá bem, se ouvirmos as pessoas que sempre nos trouxeram à necessidade extrema de ouvir pessoas que nos trazem à necessidade extrema.

Olympics


O Porto em imagens (431)

Rui Miguel Melo

Primeira caminhada Pokémon. Participem e chamem os vossos amigos! Vamos apanhá-los a todos!


Férias


Isto foi o limite

Ontem (26 Julho, n.m.), à hora do almoço, parte das televisões dedicou apenas breves minutos à barbárie cometida em nome do Estado Islâmico. O número de vítimas (um padre obrigado a ajoelhar-se antes de ser degolado depois de um sermão em árabe) pesou na decisão. 

Durante anos, ataques sanguinários causaram a morte a milhares de cristãos na Ásia e em África; a imprensa e o ‘comentariato’ politicamente correctos, educados no ódio pelo cristianismo e pelo Ocidente, escondem esses crimes em nome do multiculturalismo, a provar que o islamofascismo tem muitos patetas inúteis a desculpá-lo entre nós. O ataque a uma igreja em França pisou as linhas vermelhas da nossa tolerância. 

Depois de vandalizarem sinagogas e cemitérios judaicos, os energúmenos islamitas atacaram uma igreja. Não é um crime vulgar; é um ataque ao coração profundo e milenar da nossa civilização, mais do que a uma cidade ou a um centro comercial. 

Tamanha barbaridade suscitou do tagarela que ocupa o cargo de presidente da França (acompanhado pelo seu inútil colega americano) algumas palavras de repulsa e a reafirmação de que estamos numa guerra política e demográfica que ele não sabe dirigir. Ao degolar um padre e uma idosa, esta vergonha toca-nos a todos, no limite do abismo. O horror está a deixar de ter nome.


O Porto em imagens (430)

Capela Carlos Alberto - Palácio de Cristal

E logo por "azar e pouca sorte", os terroristas são sempre muçulmanos a gritar "Alahu Akbar"!!!

Se querem ter uma ideia do que aconteceu em França, não deve ter sido muito diferente da decapitação do padre François Murad, na Síria, há 3 anos:




[via Amigo de Israel] 

O Porto em imagens (429)

Ricardo Calisto

5 minutes in Porto (Oporto) Portugal

"não temos nenhuma razão para confiar em António Costa, apenas para desconfiar do que estará a tramar para se safar na próxima curva da estrada"


    Já vimos este filme. E não acabou bem

    De repente o "optimista irritante" passou a pessimista envergonhado. O que não deveria surpreender quem conhece os alçapões que se podem esconder por trás do discurso da "execução orçamental exemplar"

    Parece que o primeiro-ministro está a descer da estratosfera – mas só em privado, claro, falando para os seus à porta fechada. Aí o “optimista irritante” transforma-se num pessimista desconcertante e envergonhado. Seria caso para dizer que mais valia tarde do que nunca, mas a verdade é que quando a esmola é grande o pobre desconfia – e nós já não temos nenhuma razão para confiar em António Costa, apenas para desconfiar do que estará a tramar para se safar na próxima curva da estrada.

    Não é necessário ser um céptico militante, como é o meu caso quando escuto certas “narrativas” políticas, para já estar cansado com a repetição obsessiva, ad nauseam, de que tudo está a correr bem com a execução orçamental, tão bem, mas mesmo tão bem, que esses números se transformaram no principal argumento contra as sanções de Bruxelas. Agora que essa estratégia parece ter dado com os burrinhos na água, o nosso primeiro passou à fase em que se queixa aos seus deputados de que os socialistas europeus não são assim tão solidários como isso, ou mesmo que, afinal, “os tempos não estão formidáveis”. Só lhe falta admitir – há-de também acabar por acontecer – que a execução orçamental, afinal, também não está formidável.

    Eu, que já ando nisto há uns anos e vivo com o defeito de ter alguma memória, olho para este filme e vem-me logo outro à cabeça. Com guião e representação em 2009, tendo no papel principal um outro primeiro-ministro (José Sócrates) mas contando, no aconchego dos gabinetes, com alguns dos mesmos guionistas, em particular com alguns dos mesmos artistas na apresentação de “execuções orçamentais” maravilhosas. Nesse ano eleitoral passámos meses a ter boas execuções orçamentais e um défice controlado – na altura passámos os meses necessários até às eleições legislativas de 27 de Setembro. Depois o dique rebentou e o défice “controlado” explodiu para 9,8%, o maior registado até então em 40 anos de democracia. Mais tarde soube-se que, entre outros truques, o governo de então tinha como que “congelado” o valor do défice ao longo do ano contra as previsões e os avisos de organismos públicos como a Direcção-Geral de Contribuições e Impostos.

    Duas semanas separam estas duas capas do Expresso publicadas em Fevereiro de 2011. Todos sabemos o que se passou a seguir


    Em 2011 o filme foi mais ou menos o mesmo, numa primeira reprise mais curta e mais dramática, e podemos recordar as fanfarras de então na imagem abaixo, que reproduz duas célebres capas do Expresso publicadas no mês de Fevereiro desse ano. Todos nos recordamos do que se passou uns meses depois, tanto com o FMI como com o défice, apesar do registo quase gongórico destas duas notícias.

    Neste momento todos os sinais de alarme começam a acender. Por todo o lado. Sendo que agora há uma diferença grande relativamente a 2009 e 2011: as nossas contas são muito mais escrutinadas do que então eram, Bruxelas tem, e pede, muito mais informação, o BCE e o FMI também enviam regularmente as suas equipas que, mesmo sem actuarem com o grau de intrusão dos anos da “troika”, não deixam de fazer o seu escrutínio, até porque já conhecem algumas das manhas da casa. Daí que o famoso “plano B” nunca tenha desaparecido dos cenários de Bruxelas.

    Para se entender do que falamos quando torcemos o nariz à “excelente execução orçamental” é preciso começar por perceber que os números que tanto entusiasmam António Costa e Mário Centeno, os da execução orçamental mês a mês, só nos revelam uma parte da realidade pois são em “contabilidade pública”, isto é, apenas reflectem as entradas e saídas de dinheiro mês a mês. É uma contabilidade de tesouraria.

    Sem entrar em grandes detalhes, a verdade é que o défice que interessa não é esse, mas sim o relativo aos compromissos realmente assumidos pelo Estado. Por exemplo: se um hospital comprar um medicamento e não o pagar de imediato, essa despesa não é contabilizada na síntese mensal da execução orçamental (em contabilidade pública), apenas será contabilizada nas avaliações trimestrais do Instituto Nacional de Estatística (em contabilidade nacional).

    É por isso que é tão relevante perceber a evolução das dívidas do sector público – e se fala tanto da evolução das dívidas na saúde, aquelas que não desaparecem por haver “cativações” pois, apesar de já existirem notícias de que há hospitais a pedir papel higiénico a doentes, a verdade é que tem crescido aceleradamente o número de facturas por pagar (eram 605 milhões em Maio só nos hospitais EPE, um valor que começou a disparar a partir de Janeiro deste ano).

    Mas as dívidas que vão ficando por pagar representam apenas uma pequena parte do que se está a tentar esconder com os “fantásticos” números da execução orçamental, pois há também pagamentos em atraso à União Europeia, atrasos nas devoluções de IRS e adiamentos em transferências para empresas públicas, tudo operações que deverão surgir mais tarde ou mais cedo nas contas públicas, como surgiram em 2009 e 2011 – agora, como então, o que se está a fazer é uma gestão política do momento em que se deixa de esconder a realidade.

    Por outro lado, as famosas cativações que nas últimas semanas surgiram como uma espécie de “arma secreta” para evitar uma derrapagem nas contas públicas também de pouco valem se não se tiverem realizado as reformas ou reestruturações que evitem que os serviços gastem o dinheiro que têm no seu orçamento, sendo que nuns casos elas só serão mesmo possíveis deixando salários por pagar (o que não irá acontecer, suponho), ou então deixando os carros das polícias parados por falta de gasolina, para dar só um exemplo. De resto recordemos que a primeira vez que se falou de cativações no Orçamento de 2016 foi para se ficar a saber que o Governo tinha recuado na aplicação dessa medida no ensino superior.

    Temos pois razões de sobra para desconfiarmos. E para estarmos inquietos. Até porque em tudo o mais não faltam outros sinais vermelhos a pescar. A começar, naturalmente, pela falta de crescimento da economia. A última previsão conhecida, a do Núcleo de Estudos sobre a Conjuntura da Economia Portuguesa (NECEP) da Universidade Católica, aponta para apenas 0.9% de crescimento este ano, metade da previsão do Governo. O principal factor a influenciar este estancar da economia portuguesa é a falta de investimento, por absoluta falta de confiança dos agentes económicos, receosos de colocarem o seu dinheiro em negócios que ficam na dependência dos humores da “geringonça”. Um dos exemplos mais recentes é o da decisão do grupo Navigator (o novo nome da Portucel) de suspender um investimento de 120 milhões na sua fábrica de Cacia, investimento que tinha anunciado em Setembro do ano passado mas que a empresa parou por causa de exigências feitas pelos Verdes na altura da formação do actual Governo.

    Mas como se isto não fosse suficientemente inquietante, sabemos agora o que está a representar a famosa, e “miraculosa”, aposta desta maioria no consumo como forma de “estimular” a economia e o crescimento: no primeiro trimestre, revelou o INE, a poupança foi negativa pela primeira vez desde que há registos comparáveis, isto é, as famílias gastaram mais do que tudo o que receberam em salários, pensões e rendimentos do capital. Pior: essa despesa em consumo foi sobretudo nos chamados “bens duradouros”, o que trocado por miúdos significa automóveis. Ou seja, bens importados. Ou seja, o “estímulo ao consumo das famílias” está a estimular a economia dos países que exportam para Portugal.

    Brilhante, sem dúvida, e um sinal de que não são só os partidos que não aprenderam nada com erros dos anos em que o país viveu acima das suas possibilidades (eu sei que esta ideia irrita muita gente, mas é rigorosamente isso que nos aconteceu desde que o euro criou a ilusão de que éramos ricos). O Orçamento de 2015, o último da anterior maioria, já era um orçamento eleitoralista (como na altura assinalei) e por isso não admira que a sua execução, sem medidas extraordinárias, tenha ficado naquele limiar (2,8% de défice? 3,05%? 3,2%? Ninguém se entende, nem em Lisboa nem em Bruxelas) que abriu as portas às sanções. As loucuras evidentes do Orçamento de 2016 (do irrealismo dos seus pressupostos ao populismo de certas “reversões”) apenas escancararam ainda mais essas portas, como se torna evidente quando Bruxelas não pede medidas sobre o passado (ainda não inventámos a máquina do tempo), mas relativas ao futuro, começando já pelo que falta de 2016.

    Tudo isto encaixa bem num padrão sobre o qual escrevi há mais de dois anos, quando notei que nós já só queríamos voltar à boa vida. Tudo isto mostra como a falta de juízo é doença que nos custa mesmo a extirpar.

    Definitivamente estamos a assistir a um remake, com novos actores e algumas novidades, como o equilibrismo da “geringonça”, assim como algumas piruetas no guião e nos adereços, com destaque para o cachecol da selecção de Mário Centeno. Alegram a fita, mas tudo o resto é demasiado parecido para poder acabar muito melhor – o que também não quer dizer que este filme acabe já amanhã, até porque, pelo menos por enquanto, o Presidente não deverá facilitar. Pode ser até que o diga nas audiências que marcou com os partidos e os parceiros sociais, numa espécie de aviso à navegação dos que, de repente, parecem ter perdido o “optimismo irritante” e já só estar com a cabeça em eleições antecipadas. [José Manuel Fernandes]

    O ódio da esquerda a Israel

    O Porto em imagens (428)

    Ana Araújo Silva

    Mulher muçulmana conta a verdade sobre o Islão

    La Trottinette Portugaise

    Pokemon Go dos anos 80


    Desastre Ferroviário de Custóias

    26 de Julho de 1964 - Desastre Ferroviário de Custóias 

    Na Linha do Porto à Póvoa e Famalicão, a unidade de cauda de uma composição formada por automotoras da Série 9300 dos Caminhos de Ferro Portugueses desengata-se do resto da composição, descarrilando e colidindo com um pontão. Este acidente foi provocado pelo excesso de peso devido a sobrelotação, embora também se aponte um possível excesso de velocidade como causa. Deste acidente resultaram entre 91 a 102 vítimas mortais.


    O Porto em imagens (427)

    Céu Fontes - Pérgola da Foz

    Não íamos “virar a página da austeridade”?

    À medida que a demagogia dos propagandistas da esquerda radical que impulsionaram a “geringonça” vai colidindo com a realidade, o “virar de página da austeridade” dará lugar a ainda mais austeridade.

    Hospitais. Pagamentos em atraso subiram para 605 milhões de euros: “Um valor superior aos actuais 605 milhões de euros de pagamentos em atraso não era registado desde Fevereiro de 2015. O valor mais baixo foi o registado em Setembro de 2015, mas as dívidas em atraso dos hospitais EPE começaram a disparar a partir de Janeiro deste ano.”

    Escolas sem dinheiro para luz e água: “Há agrupamentos de escolas prestes a ficar sem dinheiro para pagar despesas correntes, como as facturas de água ou electricidade.”

    Grávidas e doentes com apoios em atraso: “O portal das queixas da Segurança Social regista centenas de reclamações por causa de atrasos nas prestações compensatórias – subsídios que os trabalhadores não receberam por motivo de baixa prolongada, por exemplo.”

    Hospital pede papel higiénico a doentes: “O hospital de Portimão está a pedir aos familiares de doentes internados que tragam de casa champô, gel de banho, papel higiénico e toalhas.”

    A sucinta amostra de notícias diz respeito às últimas semanas e evidencia algumas das consequências mais imediatamente visíveis da encenação do suposto “fim da austeridade” levada a cabo pela “geringonça”. Era evidente já em Outubro de 2015 que o país não tinha dinheiro para pagar mais socialismo, mas o imperativo político de acabar com a austeridade para alguns está muito rapidamente a conduzir a pesados custos para os portugueses em geral – com particular incidência nos grupos mais desfavorecidos, com menos capacidade reivindicativa e com menos acesso aos corredores do poder.

    O facto de, por artes mágico-mediáticas da “geringonça”, a “austeridade” se ter passado a chamar “rigor” é fraca consolação para quem esteja consciente da gravidade da situação a que a actual maioria de esquerda está a conduzir o país. A reversão das tímidas reformas do anterior governo, o crescimento económico anémico, o incumprimento dos objectivos de redução do défice, a delicada situação do sistema bancário nacional e a crescente descredibilização face às instituições europeias são factores que apontam todos no sentido de uma nova crise, de consequências difíceis de prever na nova conjuntura europeia e mundial.

    À medida que a demagogia dos propagandistas da esquerda radical que impulsionaram a “geringonça” vai colidindo com a realidade, fica cada vez mais claro que o prometido “virar de página da austeridade” acabará por conduzir a um novo capítulo com ainda mais austeridade. Desde Passos Coelho às instituições europeias – sem esquecer os “mercados” – não faltarão bodes expiatórios a quem apontar o dedo no momento do colapso, mas nessa altura importará recordar que foi a “geringonça” quem fracassou estrondosamente no cumprimento das suas promessas.

    [André Azevedo Alves] Professor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa

    A História não contada do Islamismo - em números

    O Porto em imagens (426)

    Ana Maria Soares Cardoso

    Cascata das Fisgas de Ermelo - Mondim de Basto

     


    Saltando para o rio: são "gajos" do Porto!


    Pigs on ... beach

    O Porto em imagens (425)


    Auschwitz?! Não, Turquia...


    O Porto em imagens (424)


    Apanhados malandrecos (para adultos)

    Praia da Madalena,c.1968



    Em Julho de 1968, era inaugurada oficialmente, na freguesia da Madalena, em Vila Nova de Gaia, a praia da Belavista ou Boavista ou Madalena, como é conhecida hoje.
    Quando abriu aos banhistas, tinha um parque infantil, com grandes escorregas, para as crianças, as famosas barracas («sete dezenas»), para as famílias que levavam farnel e passavam o dia todo na praia, assim como «bufete», o equivalente aos actuais apoios ou bares de praia.
    O pretexto para a abertura oficial da praia foi outra inauguração, a de um novo troço de estrada que lhe dava acesso, e que levou o Jornal de Notícias de 7 de Julho de 1968 a dar meia página à boa notícia e a apelidar a praia da Belavista (o título da notícia chama-lhe Boavista, mas no resto do texto lê-se Belavista) de «a praia de todos os madalenenses». A cerimónia envolveu várias e distintas autoridades locais, discursos inflamados, corta-fitas e até «estralejar de foguetes», que culminaram num «beberete oferecido a todas as individualidades num aprazível pinhal junto à praia», em que se trocaram brindes às prosperidades turísticas da freguesia da Madalena.
    E que viva o verão, hoje como ontem.

    Mr. Bean and Pokemon GO

    Como é que eu faço para aderir a caça dos Pokémons???


    FC Porto!? Nada mudou pois não!?

    Sinto vergonha, mesmo sendo um jogo de pré-época.
    Mais nada.

    (Indi é o novo proscrito?)

    Venezuela: a falência dos amigos do PS, BE e PCP

    Livraria Lello (Porto) e Harry Potter: apresentação mundial!


    Livraria Lello recebe apresentação mundial do novo livro de Harry Potter

    apresentação mundial de ‘The Cursed Child’, o novo livro da saga Harry Potter, vai realizar-se na livraria Lello, no Porto e contará com a presença dos actores que personificam Severo Snape e Rúbeo Hagrid.

    A livraria abrirá excepcionalmente à meia-noite  de 30 para 31 de Julho, dia de anos da criadora de Harry Potter, J.K. Rowlling e do próprio Harry Potter.

    No entanto, a festa começa mais cedo: por volta das 22h00 de dia 30, “haverá uma recepção com personagens da saga, poções mágicas e surpresas que prometem agradar a todas as faixas etárias”.

    Os próprios fãs são convidados a vestirem-se a rigor para a festa. E, a partir da meia-noite, poderão adquirir o tão esperado livro. 

    Harry Potter and the Cursed Child – Parte I e II’ conta a história de Albus Severus Potter, o segundo filho de Harry e Genny. A obra foi escrita por Jack Thorne e baseia-se na saga criada por Joanne Kathleen Rowling, que em 1991 viajou para a Cidade do Porto onde viveu durante cerca de três anos e escreveu os primeiros rascunhos do livro "Harry Potter e a Pedra Filosofal", que viria a ser lançado em 1997.


    Vários órgãos de comunicação social especializada têm avançado que a autora se inspirou em vários aspectos da cidade como precisamente as escadas da Livraria Lello, os trajes académicos e o Café Majestic.


    A livraria lançou ainda o desafio ao público para que levem "o melhor figurino Harry Potter para a festa na livraria que inspirou J.K.R. a escrever uma das melhores sagas de ficção de sempre".

    O livro, desenvolvido por J. K. Rowling, Jack Thorne e John Tiffany, é oficialmente a oitava história da série e irá retratar os 19 anos que se seguiram após o final de Harry Potter e os Talismãs da Morte - Parte 2.

    A história já foi apresentada numa peça de teatro nos palcos de West End, em Londres, cujo guião foi agora transposto para o papel em versão livro.

    Um dos protagonistas da história é Albus Severus Potter, filho do famoso Harry Potter e de Ginny Weasley.

    O livro centra-se no primeiro ano de Albus em Hogwarts, em que é constantemente confrontado com o seu legado familiar.

    "Perigosamente, passado e presente confundem-se e pai e filho terão que lidar com a desconfortável verdade: por vezes, a escuridão vem de lugares inesperados", pode ler-se no site oficial Pottermore.

    J. K. Rowling é a autora da série Harry Potter, com sete livros publicados entre 1997 e 2007, estreando-se agora o oitavo em 2016, que venderam mais de 450 milhões de exemplares em todo o mundo, em mais de 200 países, traduzidos para 74 línguas e que deram origem a oito grandes produções cinematográficas.

    Parque Oriental - o parque esquecido


    Na parte oriental da cidade do Porto, como o próprio nome indica, existe um parque urbano que parece sofrer do mesmo problema que a freguesia onde se encontra inserido – o esquecimento. Estamos em Julho de 2016 e aquilo a que se chamou a primeira fase de construção do parque foi inaugurada à precisamente 6 anos, em Julho de 2010. No entanto, grande parte dos portuenses parece não saber da sua existência, ou pelo menos, não o têm presente na sua memória e muito menos na sua lista de destinos.


    O Parque Oriental da Cidade do Porto está localizado na freguesia de Campanhã e é atravessado pelo rio Tinto, ocupa neste momento uma área de aproximadamente 10 hectares mas o projecto inicial prevê um total de 53 hectares a obter ao fim de várias fases de construção. Este parque foi projectado pelo mesmo autor do Parque da Cidade, o arquitecto paisagista Sidónio Pardal.

    Os parques urbanos são elementos previstos no ordenamento do território para a promoção de uma cidade mais sustentável e embora sejam diversas as definições e interpretações do que é efectivamente uma cidade sustentável existe um indicador de extrema importância e comum a todas as interpretações, a qualidade de vida. Como pode então um parque urbano contribuir para uma cidade sustentável e para a qualidade de vida numa cidade? A resposta resume-se a um contributo de três factores inerentes às áreas verdes: factor ambiental, factor económico e factor social. O factor ambiental pressupõe, como seria de esperar, vários contributos a nível ambiental como a purificação atmosférica e aquática, a filtragem de vento e ruído, a estabilização microclimática, entre outros. Por sua vez, o factor económico advém da diminuição de custos para a cidade, como por exemplo, com a redução de poluição atmosférica ou ainda do valor acrescido de atractividade da cidade como destino turístico proveniente dos eventos recreacionais e aspectos estéticos do parque. E finalmente, o factor social que está intimamente ligado com questões de saúde física e mental. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a saúde humana é definida por um “estado completo de bem-estar físico, mental e social e não apenas pela ausência de doenças e enfermidades”, desta forma, um parque urbano tem a capacidade de promover vários factores fundamentais para a saúde humana, como é o caso da actividade física, a redução de stress, a interacção social, o sentimento de tranquilidade, etc.

    Ora, pelas palavras do autor deste parque o projecto teve como intenção “transformar um espaço compartimentado e acidentado de campos num contínuo natural, relvado, arborizado e com uma rede de caminhos onde as pessoas tenham prazer em passar uns tempos livres em sossego”. Desta afirmação depreende-se claramente que foi um dos objectivos principais desta construção a contribuição ao nível social para a melhoria da qualidade de vida, no entanto, o parque parece ter pouco impacto no dia-a-dia dos portuenses que na sua maioria escolhem outros parques e áreas verdes para a prática das suas actividades ao ar livre. Deixando-nos então com a seguinte questão: qual é o motivo que provoca o isolamento do Parque Oriental?

    O parque encontra-se em bom estado de conservação e verificam-se esporadicamente a introdução de novas plantas e arbustos. Tornar-se-á mais apelativo para a população quando todos os 53 hectares estiverem construídos? Talvez para os amantes de desportos ao ar livre (como por exemplo ciclistas) o achem mais interessante nessa altura. Será a localização e o acesso ao parque difícil e insuficiente? Normalmente os utilizadores de parques desta natureza têm preferência em fazê-lo a pé e apenas se este se encontrar a uma curta distância do seu local de residência. Será que peca pela ausência de eventos de grande abrangência, como concertos ou actividades lúdicas? Ou pela ausência de estruturas de cariz educacional e entretenimento como é o caso do Pavilhão da Água e o aquário Sea Life?

    Será talvez altura de repensar a forma como se desenvolve este projecto e a finalidade do mesmo. Deve continuar a apostar-se na vertente social do parque urbano ou seria mais benéfico para a cidade apostar na introdução de ecossistemas animais e produção de recursos naturais? Apostar no parque para uma vertente educacional fornecendo os meios para a existência de um laboratório natural onde os mais jovens podem interagir e aprender directamente com a natureza seria certamente uma boa forma de dinamizar o parque e promove-lo junto dos portuenses. Ou talvez seja tudo apenas uma questão de tempo, afinal como diz o ditado “primeiro estranha-se e depois entranha-se”.

    Mas queremos mesmo isto na Europa?


    A culpa é dos indivíduos que escolhem matar e violar, bem como da religião e da ideologia que a tal os inspira. Mas têm cúmplices, que os tratam como crianças inimputáveis e ainda dão lições de moral.

    É daquelas pessoas que dá palmadinhas compadecidas nas costas do muçulmano que violou a rapariga ocidental de mini-saia, afinal veio de uma cultural onde é normal maltratar mulheres, e por cá está desempregado? Acha, como Ana Gomes, que a culpa dos atentados terroristas na Europa é da austeridade? Defende que os pobres diabos, sejam violadores ou terroristas, têm de ser compreendidos, assimilados, receber muito dinheiro dos estados sociais europeus e, sobretudo, desculpados? Considera que os vilões verdadeiros são os que denunciam que os costumes islâmicos são aberrantes, concretamente para a condição feminina, e não podem ser tolerados na Europa? De cada vez que há denúncia de vilanias islâmicas, prefere escrutinar o mensageiro para tentar repudiar a mensagem? Vê como de uma lógica cristalina clamar contra o patriarcado e o hetero-patriarcado e, simultaneamente, recusar aceitar que as comunidades islâmicas na Europa têm propensão para violar e brutalizar mulheres, e acumular com defesa de regimes que enforcam ou afogam gays? Repete vinte vezes por dia o mantra ‘o islão é uma religião de paz’?

    Pois bem, é conveniente reconhecer que as pessoas iluminadas que responderam sim a dez por cento destas questões são cúmplices do caldo culpabilizante das vítimas que propicia os crimes dos islâmicos. Duvido que o à vontade criminal fosse tão grande se não notassem a solidariedade dos iluminados. Se não desconfiassem que a sua origem os vai livrar de investigações ou acusações mal um idiota útil grite xenofobia. Se não percebessem que a sociedade europeia se deixa vitimizar.

    Vamos rever a matéria. O mais importante religioso muçulmano de Portugal é acusado pela mulher (que aparece com a cara ensanguentada em fotografias – certamente foi contra uma porta, como é costume) de violência doméstica. O que sucede? Os jornais param rapidamente de falar sobre o assunto e o presidente da república dos afectos escolhe fazer na mesquita do acusado uma cerimónia no início do seu mandato.

    Na Suécia, as violações por imigrantes de primeira e segunda geração, sobretudo de origem islâmica, são de tal ordem que o país já é conhecido por ‘capital de violações do Ocidente’. Mas as autoridades escondem tanto quanto podem a origem dos violadores e chegam a culpar as mulheres por serem violadas: é que as desmioladas adoptam comportamentos não tradicionais ao papel do género feminino. Há até uma política sueca de esquerda – Barbro Sorman, em gritante necessidade de transplante cerebral – que defendeu no twitter que uma violação feita por um sueco é mais grave do que outra cometida por um imigrante. Afinal é ‘normal os refugiados quererem violar mulheres’ e que aos suecos se exige que cumpram ‘standards mais altos que os imigrantes’.

    Deixemos de lado o tom colonialista deste discurso: são uns selvagens que não cabem nos altos padrões da civilização ocidental. Iluminemos antes uma política de esquerda de um país europeu que vê como menos grave um imigrante não querer cumprir o articulado legal para crimes violentos do país que o acolhe – e os jornalistas que não incomodem mais os violadores muçulmanos.

    Na Alemanha os abusos sexuais na passagem de ano foram abafados tanto quanto se pôde: os números, a origem dos abusadores, a existência dos crimes. No norte de Inglaterra a polícia preferiu conviver com adolescentes abusadas e prostituídas a investigar homens de origem paquistanesa.

    Estamos nisto. Os atentados terroristas são culpa de George W. Bush e Tony Blair e Durão Barroso e da invasão do Iraque – esta é a tese desse equívoco parlamentar do PS que se chama Tiago Barbosa Ribeiro. Que França seja particularmente visada pelos terroristas, quando de forma ostensiva criticou e se distanciou e não participou da invasão do Iraque, não atormenta estas almas intelectualmente desafiadas. (Que se lembre que o 11 de Setembro de 2001 venha antes da dita invasão em 2003 também só se pode atribuir a picuinhice de gente islamofóbica da minha extracção.)

    As violações e os abusos sexuais são culpa das mulheres, claro, que não se tapam nem facilitam nesta tarefa de permitir aos homens islâmicos lidar com as mulheres na Europa da maneira como estavam acostumados nos países de origem das suas famílias. Não somos acomodatícias e é bem feito que sejamos punidas por isso.

    Um muçulmano que batia na mulher mata dezenas com um camião na Promenade des Anglais em Nice. Não teve nada a ver com ser islâmico: o pobre coitado devia sofrer com o patrão e tinha objecção de consciência ao fogo de artifício. Um refugiado afegão de 17 anos mata uns tantos num comboio na Alemanha. Apesar da surpreendente coincidência de ser islâmico (ninguém estava à espera), aposto que não foi religiosamente motivado, devia enjoar quando anda de comboio, ou o maquinista não o deixou visitar a locomotiva ou outra razão semelhante. E já temos um muçulmano (hein? quem diria?) a esfaquear uma mulher e meninas porque estavam com roupa escassa. Mas – novamente – não houve motivações religiosas nenhumas, ora essa, deve ter sido algum caso de bikinifobia.

    A culpa, evidentemente, é dos indivíduos que escolhem matar e violar, bem como da religião e da ideologia que a tal os inspira. Mas têm cúmplices, que os tratam como crianças inimputáveis e ainda dão lições de moral. Pessoalmente não estou acima de sugerir a atribuição vitalícia de bolsas compulsivas para estudarem pinguins de Humboldt (nas ilhas de guano) a quem me periga a segurança e os direitos elementares com a apologia do islão na Europa.

    Golpe, diz o tirano

    O actual presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, tem vindo metodicamente a assaltar o poder neste país muçulmano.
    Foi fundador do partido AKP, depois presidente da câmara municipal de Istambul onde alcançou o lugar de Primeiro-Ministro e actualmente Presidente, tem usado o islamismo como instrumento. Isso tem-lhe permitido arrecadar votos nas zonas não urbanas, que é como quem diz, na maior parte deste atrasado país e cimentar um poder profundamente baseado na tirania.  Este presidente turco é pois um tiranete igual a tantos outros, cujo único objectivo é dispor de um controlo absoluto do poder. O resto são "amendoins" para os "macacos" que os querem comer.
    Senão vejamos:
    • foi derrotado em toda a linha na Síria: Putin e os soviéticos desmascararam a sua cumplicidade com os terroristas do Estado Islâmico;
    • foi amarfanhado na luta da propaganda que deu a conhecer ao mundo o fornecimento de armas e o livre negócio do petróleo roubado no Iraque e na Síria pelos islamitas do chamado "daesh"
    • foi igualmente esmagado economicamente em casa, devido às contra-medidas russas que privaram os cofres turcos de um caudal de dinheiro propiciado pelos turistas que ocupavam boa parte dos hotéis do Mar Negro. 

    O tirano Erdoğan tinha de fazer alguma coisa e este "golpe" fracassado bem pode ser a consequência visível de um acto bem (mal) preparado para que ele aparecesse como herói incontestado e com força para executar mais uma purga e assim, sem se preocupar com as aparências que amofinassem os europeus, "despachar" mais uns milhares de opositores. 

    Seja como for, penso que a Europa e principalmente a opinião pública ocidental tem agora um instrumento fortíssimo para se opor à adesão turca à U.E. !



    Um dia os muçulmanos riram do véu islâmico: Gamal Abdel Nasser falando da Irmandade Muçulmana


    O carismático Gamel Abdel Nasser carismático Presidente do Egipto entre 1956 e 1970.

    No fundo Portugal é isto: não há milagres


    Futura Casa Comum da Humanidade será no Porto

    A Casa Comum da Humanidade, projecto internacional lançado para congregar cientistas de várias áreas, será a iniciativa com "maior alcance" do mandato do ministro do Ambiente. A instituição ficará sediada no Porto e o protocolo que a promove foi ontem assinado, tendo decorrido na Câmara do Porto.



    "Este é um projecto de longo alcance", afirmou à Lusa João Matos Fernandes, acrescentando que é importante modelar "aquele que é o comportamento ambiental de cada um de nós, mas à escala do planeta".

    Segundo o ministro, a escolha do Porto para a sede desta organização deve-se ao envolvimento da Universidade, da Câmara e de juristas portuenses, sendo estes os "protagonistas" no projecto, no sentido de dar uma "determinada ordem jurídica" ao mesmo.

    A Casa Comum da Humanidade tem como objectivo ser um centro ligado às "diversas ciências" onde cientistas, pensadores e investigadores tenham um "local de referência e reflexão sobre a procura de modelos de organização e uso do sistema terrestre".

    Pretende-se construir um "sistema de protecção e organização jurídicos", capaz de "representar, proteger e manter as condições vitais deste "património natural intangível" que é o sistema terrestre da humanidade", acrescenta o documento.

    Na cerimónia, Rui Moreira afirmou que este projecto "é um grande desafio mas é também um atrevimento absolutamente delicioso e desconcertante".

    Para o presidente da Câmara do Porto, o esforço feito à escala local não deve levar à falta de preocupação com as decisões nacionais e internacionais. "Não queremos deixar que este frenesim local nos absorva e nos tolde a amplitude e a consciência do papel que as cidades, em particular o Porto, podem e devem significar à escala global", acrescentou.

    O protocolo foi assinado pelo ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, pelo presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, pelo reitor da Universidade do Porto, Sebastião Feyo, e pelo presidente da Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável - mentora da Casa Comum da Humanidade-, Francisco Ferreira, entre outras figuras ligadas ao projecto.

    Com a assinatura deste protocolo, que ocorreu na Câmara do Porto, fica "assegurado que a sede da instituição vai ficar "localizada no Porto".

    A Casa Comum pretende, a médio prazo, apresentar uma candidatura ao reconhecimento do estado favorável do Sistema Terrestre junto da UNESCO, para que este seja reconhecido como bem jurídico global, "que existe dentro e fora das soberanias".

    Para além do Ministério do Ambiente, da Câmara e da Universidade do Porto, o projecto conta com investigadores e parceiros internacionais, parceria que espera-se alargar a outras instituições, empresas e cidadãos, de forma a ampliar a base de apoio da referida candidatura, acrescenta o comunicado da autarquia. [daqui]

    ESCUTEM Mosab Hassan Yousef (filho de Sheikh Hassan Yousef, líder do Hamas)

    Foi há uma semana


    ''O que o Cristiano Ronaldo nos ensinou'' - Felipe Neto (vídeo com piiiiiiii's)

    O Porto em imagens (423)


    O problema? O islão e os seus defensores da patética e perigosa esquerda europeia

    Terroristas mutilaram e filmaram vítimas no Bataclan em Paris

    Relatório da comissão de inquérito aos ataques terroristas foi agora tornado público. Há um polícia que diz que os terroristas mutilaram as vítimas antes de se fazerem explodir.

    Assim que chegou à sala de espetáculos Bataclan, em Paris, onde três terroristas armados entraram aos tiros a 13 de novembro de 2015, o polícia teve que vir para a rua vomitar. O cenário que encontrara era demasiado difícil de encarar. Segundo um chefe de polícia, havia vítimas decapitadas, degoladas e outras sem vísceras. Havia no chão um homem que tinha sido castrado, com os testículos enfiados na boca e havia mulheres apunhaladas na zona genital. Os atos de violência teriam sido praticados no segundo andar e filmados para servirem de propaganda para o Daesh. Terá sido por isso que alguns dos 89 corpos resgatados do local não chegaram a ser mostrados às famílias.

    A descrição consta do relatório de 1300 páginas de uma comissão de inquérito criada para avaliar os ataques terroristas em França, a coordenação entre forças e serviços de segurança e as operações de resgate que lhes seguiram. Só agora o relatório foi tornado público pelo parlamento francês. (...)

    Os 30 membros da comissão de inquérito analisaram durante cinco meses todos os documentos dos atentados e falaram com cerca de 200 pessoas, durante 125 horas de entrevistas. O relatório final divulga os diálogos entre deputados e inquiridos. Entre eles está o mantido com um dos primeiros polícias da Brigada Anti-Crime a chegar ao Bataclan em Val-de-Marne:

    — Há corpos que não foram mostrados às suas famílias porque houve gente decapitada, pessoas degoladas e pessoas a quem foram retiradas as vísceras. Há mulheres que foram apunhaladas nas zonas genitais.

    — Tudo isso teria sido gravado para o Daesh?

    — Creio que sim, as vítimas falaram disso.

    — Estes atos foram cometidos pelos sobreviventes? Sabe se chegaram a ferir aquele (terrorista) que atingiram na passagem de Saint-Piérre-Amelot?

    — Creio que sim, mas não tenho a certeza. Como se fizeram explodir, não podemos saber se o chegámos a atingir. Creio que o feri porque os disparos cessaram e a porta (do Bataclan) voltou a fechar…

    (…)

    — E onde levaram a cabo estes atos de brutalidade?

    — No piso de cima.

    O polícia diz que acha que quando chegou ao local e atingiu um dos suspeitos, os outros estavam no segundo andar a filmar os atos bárbaros com as vítimas. A um outro deputado, o mesmo polícia voltou a referir os mesmos atos:

    — Para informação da comissão de inquérito, pode dizer-nos como se aperceberam dos atos bárbaros no interior do Bataclan: decapitações, eviscerações, enucleação [procedimento em que o globo ocular é totalmente removido]?

    — Depois da intervenção policial, estávamos com os colegas na zona da passagem de Saint-Pierre-Amelor (nas traseiras do Bataclan, de onde foi feita a primeira intervenção policial) quando vi um investigador sair em lágrimas para vomitar. Não conhecia o colega, mas ele estava de tal forma chocado que teve que sair.

    — Os atos de tortura aconteceram no segundo andar?

    — Sim, porque eu estava no rés-do-chão onde havia apenas pessoas feridas no tiroteio.

    Há ainda o testemunho do pai de uma vítima, enviado por carta a um juiz de instrução, que diz que o filho foi castrado, que lhe tinham colocaram os testículos na boca e que o filho tinha as vísceras de fora. Mais. Na altura do funeral a psicóloga disse que ele só podia ver um lado da face do filho. Descobriu depois que o filho não tinha um olho. Um perito da Medicina Legal explicou que estas podem ser consequências da explosão que os terroristas protagonizaram. São marcas da bomba.

    Os deputados também perguntaram se tinham sido recolhidos no Bataclan telemóveis com vídeos das vítimas a serem mutiladas. Mas a polícia disse que os telemóveis dos agressores explodiram e ficaram completamente destruídos.

    No relatório há ainda testemunhos de várias vítimas que estavam a assistir ao concerto dos Eagles of Death Metal na sala de espetáculos. Como o do jornalista que foi ferido a tiro e que, com um americano também ferido, conseguiram refugiar-se no quarto andar de um prédio. Os vizinhos acolheram-nos. O pior foi depois. Foram precisas três horas até serem assistidos por um médico. O americano estava em estado grave, a vomitar e a perder muito sangue. Mas a mega operação montada logo após o ataque impediu um rápido socorro. O relatório veio também denunciar falhas nas informações partilhadas entre as polícias francesas. [daqui]


    Às armas!

    Aqui estamos, mais uma vez, a bramar "às armas!". Como sempre. Como noutros séculos. Quando os portugueses, alguns portugueses, não encontram desculpas para as suas asneiras, recorrem ao patriotismo. Quando os governantes não sabem resolver os problemas que herdaram ou criaram, entoam hinos. Quando os dirigentes querem escapar, atribuem as responsabilidades ao inimigo externo. Mas sobretudo quando não têm meios nem razão, logo apontam o dedo a um perigo estrangeiro. Já foi a Espanha dos Filipes, já foi a Inglaterra dos piratas e já foi a França do terror e de Napoleão. Também já foram os americanos. E os comunistas, russos de preferência. Já foi o petróleo e os dólares. Agora, são os europeus. Os de Bruxelas, em geral. Os da Alemanha, em particular. Os da direita, da banca e das finanças, mas estrangeiros. São eles os responsáveis pelas nossas dívidas, os causadores das nossas perdas, os obreiros da nossa crise e os culpados das nossas dificuldades!

    Em vez de procurar valorizar o que temos, de aproveitar o que sabemos e de organizar a economia; em vez de investir, de diminuir o desperdício e de fazer obra útil; em vez de apenas gastar o que temos, de atrair investimento externo e de trabalhar e poupar; em vez de estudar, de nos governarmos com mais sabedoria e de fazer com que o Estado respeite os cidadãos, em vez disso, procuram as autoridades comover os sentimentos, confundir os espíritos e mobilizar contra alguém, o inimigo, o adversário, a ficção dos que querem mandar em nós, a invenção dos que não respeitam os portugueses e a fantasia dos que não honram uma nação com oito séculos de história!

    António Costa, o seu governo e os partidos que o apoiam estão envolvidos num processo perigoso que vai acabar mal. Desencadearam uma guerra contra a União. Atiraram-se à Europa. Batem o pé, como gostam de dizer. Levantam a voz ou falam com voz grossa, como prometem em comícios vulgares. Não aceitam a chantagem europeia, declaram em tom marialva. Não estão cá para obedecer à Europa! Garantem que em Portugal são os portugueses que mandam e não aceitam lições de ninguém!

    O governo recusa mostrar à Comissão um rascunho de orçamento que, aliás, ninguém lhe pediu! Insiste em gastar e distribuir. Não corta na despesa. Contraria a Espanha e o Reino Unido. Critica a Alemanha. Procura aliados na extrema-esquerda, coisa pouca. O governo não tem meios, nem força interna, nem aliados externos que lhe permitam esta espécie de baroud d"honneur, o último combate de uma guerra perdida! De luta simbólica para dar o exemplo. De sacrifício que faça um mártir e nos transforme em heróis! Portugal não tem riqueza, nem recursos, nem capacidade para, sozinho, contrariar as regras da economia europeia e mundial, obter os créditos de que necessita, conseguir os investimentos de que carece. Não se deve cantar mais alto do que a sua garganta. Nem dar passos maiores do que os seus pés. Muito menos cantar de galo, quando não se tem voz nem poleiro. António Costa e o governo estão a preparar-se para desencadear uma luta para a qual não têm meios nem força. E nem sequer razão.

    É claro que a União Europeia está em apuros e não sabe qual é o seu destino. Há anos que se espera pela crise em que vivemos hoje. A União Europeia está à beira de morrer na praia, como diz o lugar-comum. Foi longe de mais e não foi suficientemente longe. Não é equitativa, distingue entre grandes e pequenos. Não é justa, só castiga os fracos. Não é igualitária, segue as directivas alemãs. Longe de mais para dar paz e democracia. De menos para a segurança e a disciplina. Mas nada justifica que o governo português invente uma guerra contra a União. Será sempre uma guerra contra si próprio.