Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Eu sou do tempo...

A área ocupada pela Cidade Desportiva das Antas, demonstra a ambição maior do F.C.Porto...

BBC PROMS 2010 - Rodgers and Hammerstein - Prom 49

Tão fofinho

The FBI Files: Polly Klaas - Kidnapped

The SOLVED kidnapping of Polly Klaas. Unravel the mystery alongside the FBI's greatest law enforcers and forensic scientists.

The Guardian acompanha o desconfinamento no Porto e relata como está a cidade a encarar esta nova fase


O jornal britânico "The Guardian" descreve como está a correr o desconfinamento na cidade do Porto, fala sobre a reabertura de cafés e restaurantes, e conclui que os portuenses estão a sentir falta dos turistas "até mais do que o esperado".


Esta dualidade é descrita pelo olhar do correspondente do "The Guardian" no Porto, Oliver Balch, que aproveita para medir o pulso de uma cidade que sempre conheceu fervilhante, com turistas de mapa na mão a calcorrear o Centro Histórico, e senhora de uma energia única, que abraça o viço da classe trabalhadora que se apeia ao balcão dos cafés para um rápido simbalino e comunga da mesma vitalidade quando as "senhoras de idade fofocam a um canto das ruas".

No imaginário do jornalista, a sua primeira saída pós-confinamento seria, por isso, "um momento alegre, cheio de barulho e de alegria, mas na verdade este silêncio é relativamente desconcertante", constata. Quando regressa ao café onde é cliente de todos os dias repara que a frequência ainda não é aquilo que era, mas vale pela vontade dos proprietários "em levar o barco para a frente". Depois de mais de dois meses de confinamento, entendem que é tempo de reabrir em segurança e voltar a reerguer o negócio.

Curioso também é que compare no artigo, publicado online, este momento do desconfinamento "ao primeiro dia aulas" após as férias grandes de verão. Contudo, a euforia é substituída por uma certa melancolia.

"Também estou surpreso com as emoções provocadas pela falta de multidões de turistas. Pensei que a sua ausência seria, digamos, libertadora. Uma oportunidade de recuperar a cidade; uma pausa bem-vinda no inglês que se ouvia ao virar de cada esquina. Mas não. Os turistas podem estar aqui hoje e partir amanhã, mas, de uma maneira que eu nunca pensado antes, eles são uma parte intrínseca da cidade", considera.

Por outro lado, Oliver Balch acreditava que os portuenses estariam, de certo modo, agradados pelo facto de, pela primeira vez em muitos anos, poderem ter a cidade "só para si", sem a partilhar com visitantes. Mas também não é isso que acontece.

"Nunca vivenciei a cidade sem guias e grupos de turistas, por isso não tenho um ponto de comparação anterior a esta sensação de vazio. Talvez seja por isso que sinto falta de como era a cidade que conheci. Mas, na verdade, o meu amigo José, que mora no centro do Porto e se junta a mim para tomar um café, também confessa uma certa saudade dessa agitação diária. Sim, os moradores ou 'locais' adoram lamentar o fluxo de turistas: as rendas altas, o barulho constante, os preços mais altos. Mas, como ele prontamente admite, a cidade está agora mais animada e habitável do que nunca".

Até à cidade voltar a receber o número de visitantes que recebia antes da pandemia ainda vai levar algum tempo, mas no artigo do "The Guardian" fica ainda claro que o setor do comércio local, hotelaria e restauração encara os próximos meses como um desafio que será superado. Olhando para o consumo interno e reinventando-se nas ofertas e na forma de atrair clientes.

Pode ler o artigo completo AQUI.

Estado de Emergência Mental

Plano da TAP reduz voos a 4% do que era em 2019. Câmara do Porto diz que comunicado da companhia prova "visão colonialista" e "exclusivamente turística" que a TAP tem sobre o norte

Em Julho de 2019, a TAP operava a partir do Porto 297 voos semanais, 183 dos quais para a Europa, 12 intercontinentais e 102 entre o Porto e Lisboa. Estes voos correspondiam a 13 rotas para aeroportos europeus (incluindo Funchal e Ponta Delgada), três para Brasil e Estados Unidos e ainda a ponte aérea para a capital. No plano que foi anunciado pela TAP para julho, das 13 rotas sobrariam apenas 3, mas mesmo essas com uma brutal redução de frequência semanal, de 183 para apenas 7. A operação para fora da Europa passaria a ser zero e a ponte aérea, ainda assim a que resistiria mais, seria reduzida a menos de um quarto.


Esta redução significa que a TAP deixaria de ter a capacidade de transportar cerca de 25 mil passageiros por semana para a Europa a partir do Porto, para passar a transportar cerca de mil. Ou seja, a TAP, uma companhia aérea de bandeira e que voa com as cores nacionais e em que o Estado português é o principal acionista com 50% do capital, passaria a operar no Porto, apenas 4% para a Europa, relativamente a 2019. Para fora da Europa, a operação passaria a ser zero.


É certo que a TAP anunciou, entretanto, que, afinal, vai rever o seu plano de voos de retoma, mas não se conhecem as alterações que pretende introduzir.


O comunicado anteontem emitido pela companhia em nada sossegou os operadores económicos e a Câmara do Porto, também porque a companhia indicia ter sobre a cidade e a região servida pelo Aeroporto Francisco Sá Carneiro, uma visão colonial e quase exclusivamente turística, quando afirma que irá reunir somente com as entidades de turismo regionais. Independentemente da importância que o setor do turismo tem para a cidade do Porto e para a região norte, há setores empresariais que dependem das boas e frequentes ligações aéreas a cidades estratégicas do ponto de vista do desenvolvimento económico e da atração de investimento.


Destinos como Londres, Paris, Amesterdão, Genebra ou Milão são absolutamente estratégicos, não apenas para garantir a mobilidade dos portugueses que trabalham nessas cidades e residem na zona Norte do país, mas também para garantir que setores como os do calçado, têxtil ou da inovação continuam saber que a companhia aérea de bandeira, financiada também em parte pelo Estado, lhes assegura ligações eficazes, rápidas e independentes das vontades do mercado.


A visão meramente turística da TAP na relação com o aeroporto do Porto é por isso a prova de que a companhia apenas tinha aumentado a sua operação no Francisco Sá Carneiro nos últimos anos por razões meramente oportunistas e não por vontade estratégica ou por querer assumir um papel de verdadeira companhia aérea de bandeira, capaz de assegurar ligações estratégicas para o equilíbrio económico nacional e a mobilidade de todos os portugueses, nomeadamente, da Diáspora.


A falsa ideia que, após a pandemia, os voos a partir do Aeroporto do Porto deixarão de ter procura não é sustentada, nem pela retoma quase imediata que as restantes companhias aéreas estrangeiras estão já a consolidar, anunciando voos para praticamente os mesmos destinos que anteriormente operavam, como não é consistente com a existência de um hinterland que representa mais de 5 milhões de cidadãos do Norte e Centro do país e boa parte da Galiza. Mas, admitindo que a TAP apenas está interessada em corresponder à procura que lhe interessa por razões que só o seu conselho de administração pode avaliar, está, de facto, a comportar-se como um agente privado da economia. Sendo isto legítimo, já não é aceitável que invoque interesse público e procure, assim, a subsidiação por parte do Estado português para uma operação que tem de ser sustentável e que diz ser rentável a partir de Lisboa. Qualquer tentativa de subverter este argumento só pode ser de facto apelidada de provinciana.


O desprezo da TAP pelo aeroporto do Porto, o principal terminal aeroportuário do Noroeste Peninsular, onde está instalada a principal capacidade exportadora do país e onde a mobilidade é fundamental para sustentar negócios relacionados com novas tecnologias e inovação que, de forma exponencial, nos últimos anos o Porto soube desenvolver, não é aceitável. Não nos esqueçamos que o Porto se tornou já na primeira cidade em Portugal na criação de startups e tem sido capaz de atrair investimentos como os da Euronext, Critical Software, BMW, Natixis, Vestas e tantos outros.


Sendo semi-pública, querendo continuar ou mais precisamente voltar a ser companhia de bandeira e/ou querendo ser, mais uma vez, apoiada com fundos públicos, à TAP exige-se que retome a operação, pelo menos, na mesma medida e proporção que operava anteriormente e que o faça comunicando de forma clara, distinguindo "voos" de "rotas" em cada um dos aeroportos e deixando de sistematicamente contabilizar a "ponte aérea" para Lisboa como sendo ligações ou frequências que interessem ao Porto e ao Norte, quando tal apenas serve para encaminhar passageiros para um aeroporto que já não é capaz de processá-los.


Finalmente, o Município do Porto não pode deixar, sobre este último aspeto, de lembrar que até do ponto de vista ambiental, a obsessão da TAP em obrigar os passageiros servidos pelo Aeroporto Francisco Sá Carneiro a viajar por Lisboa, representa um desastre para o país. Em lugar de uma rotação, que apenas representaria emissões uma vez em território nacional, o mesmo passageiro é obrigado a fazer três descolagens, numa ligação de ida e volta a uma cidade europeia, o que acaba a prejudicar ambientalmente o país e em especial Lisboa.  (daqui)

O corrupto benfica vai recorrer pela enésima vez para o corrupto TA. Pela enésima vez vai sair um perdão...

O presidente do Tribunal Arbitral do Desporto, Luís Miguel Pais Antunes, é amigo "íntimo" de Luís Filipe Vieira. Presença assídua na tribuna do estádio da Luz. É claro que vai dar aquela mãozinha amiga ao seu corrupto benfica.


Canalhas da Nação: Se esta gente tivesse um pingo de vergonha na cara...

Amanhã pode ser um de vocês... a promiscuidade da justiça portuguesa numa foto



A justiça portuguesa numa sentença

Conduziu bêbado, matou, não auxiliou, agrediu polícias. Pena suspensa!


Vejo pessoal a criticar o Lixo da Mnhã mas eles deram a notícia. Está aqui em grande destaque na página 36, vocês é que têm má vontade e nem viram




Há coisas que não se entendem


A justiça criminosa (*)




Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada. 

Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia que se sabe que nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve. Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços do enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura. E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogues, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa e Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Bragaparques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muito alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos? Vale e Azevedo pagou por todos. Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência com o vírus da sida? Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma. No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não substancia. E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê? E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha. E aquele médico do Hospital de Santa Maria suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina? E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca. Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade. Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusavam, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra. Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa e contra isto o PS e o PSD que fizeram? Assinaram um iníquo pacto de justiça.

Israel



Que filho da ....

O socialismo em Portugal é a nova PIDE!

Por cada denúncia de um juiz fanático do corrupto benfica, outro se levantará! Basta ver a lista dos bilhetes com que o corrupto clube lisboeta compra favores...

Um governo miserável, uma fraude: antónio costa, seus pares e toda a fauna corrupta que os protege

Um país, dois sistemas. 
A única máquina verdadeiramente eficiente e eficaz que o Estado português consegue ter a funcionar é a máquina de cobrança de impostos. Se o contribuinte se atrasar a pagar algum imposto não escapa a pagar multa.


O colinho benfiquista do BES

Se fosse o presidente do FC Porto a dever estes valores já estaria em marcha uma revolução. 


Jornalixo lisboeta e o coronavírus

Quando o surto estava no Norte, abriam-se telejornais com frases insultuosas para as suas gentes. O surto galopa descontroladamente em Lisboa e Vale do Tejo e representa quase 100% dos novos casos, já é porque o "pessoal é mais descontraído, jovem e sem dramas". Ou seja, é malta fixe.


COMPRAS ONLINE: Expectativas VS Realidade

Até nesta pandemia os socialistas mamam à custa dos portugueses. Depois de Pedrógão...


Israel continua a dar lições de democracia aos "democratas" e "juristas socialistas-benfiquistas" de Portugal


Porto: Espaços fechados da cidade recebem conversas sobre o futuro



"E Depois de Amanhã?" é uma série de 4 episódios que reúne à mesa, com as novas regras de distância e etiqueta, convidados de várias áreas afectadas pelo confinamento. O almoço é servido em espaços da cidade do Porto que se viram forçados a fechar. Cada episódio é fruto da colaboração de diversos profissionais e o objectivo é reflectir sobre o dia depois de amanhã.

O primeiro episódio decorreu no Museu Nacional e Soares dos Reis, no dia 22 de Maio, onde se discutiu o jornalismo e o futuro dos concertos em Portugal em tempos de confinamento. Outro dos espaços fechados para uma conversa aberta é o Coliseu Porto.

Os próximos três episódios contarão com a participação de pessoas das áreas de programação cultural, técnicos de espectáculo e da restauração.

Abrem-se portas a espaços da cidade, como é o caso do Coliseu Porto, onde os convidados desfrutarão de refeições confeccionadas pelos chefs Rui Paula, Camilo Jana e Maria Dentada.
Os episódios da séries "E Depois de Amanhã?", estreiam às sextas-feiras, entre 22 de Maio e 12 de Junho. Estarão disponíveis em canal 180.pte em televisão, onde serão exibidos, onde serão exibidos através da posição 180 (NOS, VODAFONE TV, MEO, NOWO), pelas 22 horas. (daqui)

"O conselho de administração da TAP tem demonstrado ser estratégicamente incapaz de defender os melhores interesses dos acionistas que são 50% o povo português"




Rui Santos, Presidente da Câmara Municipal de Vila Real, afirma que "o conselho de administração da TAP tem demonstrado uma visão centralista e ser estratégicamente incapaz de defender os melhores interesses dos accionistas que são 50% o povo português". Para o autarca "não é aceitável qye o Governo seja confrontado com a necessidade de injecção de capital" numa empresa que se diz nacional mas que apenas "vais servir a população e economia de Lisboa".
Rui Santos diz que "António Costa tem que travar mais um erros clamoroso do conselho de administração da TAP". (daqui)

"A TAP está a tentar fazer um confinamento ao Porto e ao Norte"


Rui Moreira. Presidente da Câmara Municipal do Porto, afirma que a "TAP está a tentar fazer um confinamento ao Porto e ao Norte" e que a empresa nunca perdeu "o vínculo de ser uma empresa colonial" já que a "sua estrutura nunca pensou de outra maneira".
Sobre a explicação da falta de mercado para que a TAP reforce os voos a partir do Porto, o autarca recorda de quando há quatro anos manifestou este mesmo argumento, reduzindo o números de voos desde o Porto, e foi quando "o mercado tomou conta" do Aeroporto Francisco Sá Carneiro e fez com que este crescesse como nenhum outro cresceu, tendo ai a TAP voltado mas por "oportunismo".
Rui Moreira diz que a TAP ao "estar só em Lisboa está a abandonar o país" e pede: "Não façam de nós tontos, se quiserem incorporem a TAP na Carris". (daqui)


Os corruptos querem o Couceiro (e já agora a sede da Liga na centralista e colonialista lisboa)

Diz-me com quem andas...


"precisamos de ciclovias"


O actual estado político de Portugal é inspiração para a visão de um político populista admirador de regimes de partido único.


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Datas com História: 23 de Maio de 1179

A 23 de Maio de 1179, o Papa Alexandre III emitiu a Bula Papal Manifestis Probatum. Esta reconhecia Portugal como Estado de Direito, Livre e Independente e Afonso Henriques como primeiro Rei de Portugal.


Parvalorem, uma empresa lisboeta, estatal esquecida e bolorenta nos gabinetes do Estado que nos ROUBA!

Não sejas parvo


Não sei quem escolheu o nome, mas se foi para chamar aos portugueses parvos, não podia ser melhor.
A Parvalorem, uma empresa estatal esquecida e bolorenta nos gabinetes do Estado, vem, há mais de uma década, minando o dinheiro dos contribuintes, chegando hoje aos 4 mil milhões de euros, exatamente o mesmo valor que foi contratado entre o Estado e a Lone Star para o Novo Banco, com a diferença de que, em princípio, a Banca irá um dia pagar este empréstimo ao Estado. No ano passado, Mário Centeno resolveu finalmente tirar a Francisco Nogueira Leite a presidência desta empresa pública que agrupa os ativos tóxicos do BPN. Estava lá desde agosto de 2012 juntamente com outros altos dirigentes próximos de Oliveira Costa, entretanto falecido. "Parva" em latim quer dizer pequeno. Por isso não se entende como uma empresa tão pequena pode acumular a exuberante cifra de 4 mil milhões de euros em reforços de capital do Estado. A Parvalorem ficou com imóveis, propriedades e obras de arte, como os quadros de Miró - que acabou por vender após grande polémica - do BPN. Uma miríade de ativos que foram avaliados em 3 mil milhões de euros. Segundo as contas de 2018, foram recuperados ao longos destes anos 784 milhões, ou seja, 20% do crédito concedido pelo Estado. Assim como o Governo reserva sempre uma boa fatia para injeção no Novo Banco, o mesmo acontece na Parvalorem. Este ano, no Orçamento, está inscrita uma garantia de 757 milhões. Esta empresa, se tudo corresse bem, já deveria estar extinta há muito, sem mais encargos públicos desta magnitude. A Parvalorem tem 15 pessoas a receber salários acima dos 5000 euros para gerir basicamente negócio imobiliário. Os políticos andam sempre na espuma. Alertam para injeções do Estado no Novo Banco acordadas há anos, bem ou mal, sobre um dinheiro que tem um "v" de volta. Há falta de transparência nas ajudas do Estado? Sim. E a Parvalorem é um exemplo.