Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Ex-boifica associado a droga popular entre jogadores em Inglaterra. Admiram-se?

O sueco Victor Lindelof, defesa transferido do boifica para o Manchester United, já postou fotos do produto nas redes sociais, mas os red devils recusaram-se a comentar o assunto.

O diário britânico Daily Mail publicou um trabalho de investigação onde deu a conhecer que muitos jogadores ingleses estão a recorrer a uma droga ilegal chamada snus. Esta droga é proibida pelas agências antidoping, mas é muito popular entre os jogadores é muito popular.

Custa pouco mais de nove euros e chega a Inglaterra soba a forma de saquinhos de chá.

Maioritariamente composto por tabaco, os jogadores colocam os sacos entre o lábio e a gengiva e cada um fornece 27,7mg de nicotina, três vezes mais do que um cigarro normal. E tem vários sabores.

Segundo o Dr Toby Mundel, professor numa universidade da Nova Zelândia que fez uma investigação sobre os efeitos do tabaco na alta competição, a substância "potencia a atenção, a concentração e a força". "A nicotina é um estimulante", conclui, em declarações a Daily Mail.

“It is the responsibility of every human now to understand the human condition”

Na África ddo Sul os Brancos estão a ser dizimados. Porque não é isto notícia?


Se existissem dúvidas da corrupção lisboeta, também no futebol, basta ver estas nomeações


Que estiver farto dos políticos no parlamento que levante a mão


Contra o FC Porto vale sempre tudo

Em causa o que sucedeu no último minuto do jogo

No último jogo no Pavilhão João Rocha, entre sporting e FC Porto a contar para os ‘oitavos’ da Taça – ganho pelos dragões nos penáltis –, existiu um erro técnico que passou despercebido até aos árbitros. Tudo porque o golo do empate dos leões (5-5) a 4 segundos do final do prolongamento, que levou a decisão para os penáltis, aconteceu numa altura em que os leões estavam a utilizar cinco jogadores de campo (sem guarda-redes), uma situação irregular segundo o Comité Internacional de Rink-Hockey.
De acordo com o regulamento, "é apenas nos últimos cinco minutos do segundo período do tempo normal que o guarda-redes de cada equipa pode ser substituído por um jogador de pista, não podendo esse beneficiar dos direitos especiais dos guarda-redes na defesa da sua baliza, nem tão-pouco utilizar caneleiras específicas por estes utilizadas". Ora, como FC Porto ganhou, não há razões para o protesto. Mas que houve irregularidade houve… 

Porto: Abriu o paraíso para os amantes de sapatilhas

A bae é a nova concept store do Porto dedicada ao calçado e à roupa desportiva. Além da exclusividade dos seus produtos, inclui um museu que conta a história das sapatilhas ou ténis desde os anos 60.

Tiago Escada Ramos não lhes chama ténis nem sapatilhas, mas sneakers. O termo que vem do inglês não só põe os regionalismos de parte como sugere a existência de uma forte cultura do calçado desportivo que se manifesta dentro e fora do país. 
Após ser co-fundador do Sneakers Love Portugal, um projecto editorial dedicado às sapatilhas que conta com cerca de 10 mil membros no Facebook, Tiago decidiu abrir a primeira loja bae (before anyone else) em 2016, em Guimarães. «A ideia seria sempre ter os produtos mais exclusivos das marcas mais conhecidas», começa por contar.
O espaço premium de streetwear e sportswear foi tão bem recebido pelos vimaranenses que possibilitou a expansão da loja para a Invicta e, consequentemente, o aumento da variedade do catálogo. Além de oferecer edições limitadas de marcas mais conhecidas como Adidas, New Balance, Reebok e Le Coq Sportif, a bae também vende marcas menos familiares como a dinamarquesa ARKK e a holandesa Filling Pieces, esta última com produção em Portugal.
Segundo Tiago Escada Ramos, a bae é uma loja para «quem gosta de andar diferente de toda a gente e não se importa de pagar mais por um produto de melhor qualidade». Os preços vão dos 80 euros (sapatilhas de lona como Converse ou Vans) aos 300 euros, mas o leque de oferta é diversificado e inclui, ainda, têxteis como casacos e camisolas desportivas no segundo piso. «Algumas destas marcas só se encontram à venda em Portugal na bae para dar ao cliente maior exclusividade na escolha do produto», reconhece Tiago.
É também no andar de cima que o público pode visitar o bae MUSEUM, um verdadeiro santuário do calçado desportivo onde se encontram expostos modelos que vão dos anos 60 ao final dos anos 90. «O objectivo é que o material da exposição seja rotativo para dar ao cliente uma experiência diferente quando vai à loja», afirma Tiago Escada Ramos. 
A selecção dos sneakers em exibição no museu foi feita a partir da coleção pessoal do curador da loja, embora alguns modelos já sejam do próprio catálogo.
Situada no topo da Rua 31 de Janeiro, a bae é facilmente identificada pela sua imperial fachada de duas colunas. O interior ficou a cargo do estúdio Dettagli, destacando-se os azulejos verdes e o estilo industrial das paredes.

Última vítima de anti-semitismo em França: uma judia que em 1942 se refugiou em Portugal

Em Paris, uma mulher de 85 anos foi assassinada. O seu corpo semi-carbonizado foi encontrado sexta-feira passada. Mireille Knoll era uma das sobreviventes das rusgas que no ano de 1942 levaram à prisão e deportação de milhares de judeus mais precisamente escapou à chamada rusga do Vél d’Hiv que teve lugar em Julho de 1942. Fugiu com a mãe para Portugal.
Setenta e seis anos depois não escapou ao anti-semitismo que varre a França. [ daqui ]
Ps. Quanto demorará até que as redacções portuguesas consigam fazer esta notícia?

A "justiça" portugesa nos dias que correm...

(Graças a Deus muitas, graças com Deus poucas... mas felizmente Deus também sorri...)

A reacção da esquerda quando perde

Universidade do Porto destaca-se na produção científica nacional

26-03-2018
A Universidade do Porto contribui com cerca de 25% na produtividade científica nacional. Entre 2012 e 2016, faculdades e unidades de investigação ligadas à Universidade do Porto participaram em 24,8% de toda a produção científica nacional, publicadas tanto a nível nacional como internacional. 

(imagem de Filipa Brito)
Estes dados resultam da análise aos indicadores disponibilizados pela Web of Science (SCI-EXPANDED, SSCI e A&HCI).

A Web of Science é atualizada semanalmente com todos os artigos de âmbito científico, nos campos das Ciências, Ciências Sociais e Artes e Humanidades, publicados em revistas previamente avaliadas.

Em 2016, foram registados um total de 18.404 documentos científicos (entre os quais 15.147 citáveis, dos tipos article ou review) produzidos em Portugal, dos quais 4.567 (3.774 citáveis) contaram com a participação de investigadores, docentes ou estudantes da Universidade do Porto.

A U. Porto surge de forma constante no total nacional de publicações científicas indexadas entre 2012 e 2016 (23,8% em todos os tipos de documentos e 23,9% nos documentos citáveis), com percentagens anuais sempre superiores a 23%, sendo que em 2016 a produção científica da Universidade tem uma expressão percentual de quase 25% (24,8% em todos os tipos de documentos e 24,9% nos documentos citáveis).

Relativamente às áreas científicas, a maior parte da produção científica da U.Porto incide sobre o domínio das ciências médicas e da saúde (40% de todos os tipos de documentos e 30% dos documentos citáveis). Seguem-se as ciências naturais (21% e 24%) e as ciências exatas (16% e 19%).

De referir que cerca de metade da produção científica da U.Porto - 47,2% dos papers e 51,2% dos documentos citáveis - é elaborada e produzida em parceria com instituições internacionais, sendo de realçar Espanha, EUA, Reino Unido, Alemanha, Brasil e França.

A Universidade do Porto conta atualmente com 49 unidades de investigação, tendo 35 delas (71,4%) recebido uma classificação "Excepcional", "Excelente" ou "Muito Bom" nas últimas avaliações independentes da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).
[ daqui ]

E esta?!


Governo da esquerda-democraticamente ilegítimo dá nisto


Mário Ferreira preside a nova associação e "afunda" administração do porto de Leixões

A Associação das Actividades Marítimo Turísticas do Douro (AAMTD) acaba de ser criada por 28 empresas de cruzeiros e hotéis para combater “a inércia total na resolução dos problemas do sector”. Mário Ferreira critica “a falta de diálogo muito grande” com a administração da APDL.


Esta terça-feira, 27 de Março, dia em que abre metade da navegação do Douro, "com sete dias de atraso", a Associação das Actividades Marítimo Turísticas do Douro (AAMTD), constituída no passado dia 7, entendeu "ser o momento certo para actuar".

Constituída por 28 empresas do sector marítimo turístico (cruzeiros e hotéis), a AAMTD  tem como objectivo principal "discutir soluções com o Governo modo a que sejam zelados, de forma eficaz, os interesses das empresas e dos turistas, até porque se ao fim de 25 anos a associação surge é por ser notória a inércia total na resolução dos problemas do sector", insurge-se Telmo Leite, vice-presidente da nova associação, em comunicado.

Manutenção da via navegável (as bóias de sinalização), marcação e gestão das eclusagens das barragens, garantia das comunicações de segurança na navegação, e cedência da informação em tempo real de caudais e barragens são as principais reivindicações que a AAMTD pretende ver cumpridas por parte da entidade que os tutela, a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL). 

"O permanente e sucessivo atraso na reposição, controlo e balizagem ao longo do rio Douro, fortemente acentuado com a passagem da gestão do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos do Norte (IPTM), na Régua, para a APDL, em Matosinhos, começa a assumir proporções absurdas e que podem até criar situações delicadas no dia a dia", diz Humberto Tenazinha, também vice-presidente da AAMTD.

"A APDL está vocacionada para portos de mar, de mercadorias, não faz sentido nenhum que esteja responsável por actividades navegáveis de rios de interior", considera o mesmo responsável.

De acordo com a AAMTD, esta nova associação "reúne 28 empresas do sector que no seu todo empregam milhares de trabalhadores e gerem centenas de embarcações", tendo nos seus objectivos estatutários "defender os legítimos direitos e interesses dos associados e assegurar a sua representação junto de quaisquer entidades, públicas ou privadas"

Já Mário Ferreira, presidente da Douro Azul e da AAMTD, adianta estar "muito apreensivo pelo facto de existir uma falta de diálogo muito grande com a APDL".
"Quando lá nos chamam é para preencher calendário e tudo o que sugerimos é ignorado, pode ser que agora com a tomada de posse do novo administrador para área do Douro possam melhorar as coisas", remata o empresário.
[ Rui Neves, aqui ]

Em abono da verdade ...


Da imundice encornada: "Os delegados da liga devem estar sentados mais abaixo,para os podermos pressionar mais..."


Basicamente ...

Basicamente, tudo o que o Canelas faz, o FC Porto está envolvido, tudo o que qualquer elemento dos Super Dragões faz, o FC Porto está envolvido.
Agora, por exemplo, o motorista do Luis Felipe Vieira traficar droga no estádio da luz, o Paulo Gonçalves corromper funcionários de tribunais e árbitros de futebol e um adepto adversário morto à porta do estádio por elementos de uma das claques encornadas, não tem nenhum envolvimento do boifica, só um doente poderia associar o bom nome do boifica a tal coisa!
Basicamente é este o resumo do que são os jornaleiros, paineleiros e cartilheiros deste país! E do jornalixo em geral!

Sem Rangel não há "farnel" !!! # TIC TAC # TIC TAC # TIC TAC #

Caso dos Emails

boifica: Paulo Gonçalves perde recurso no Tribunal da Relação




Assessor jurídico dos encornados recorreu da sua constituição como arguido no processo durante as buscas de 19 de Outubro, mas os juízes desembargadores mantiveram-no nessa condição. PJ copiou-lhe emails e conteúdo do telemóvel.
O Tribunal da Relação de Lisboa rejeitou, no passado mês de Fevereiro, um recurso de Paulo Gonçalves, assessor jurídico da SAD do boinfica, contestando a sua constituição como arguido no chamado "caso dos emails", que diz respeito a suspeitas de corrupção activa e passiva desportiva. O jurista da SAD alegou que as autoridades não cumpriram todos os formalismos legais aquando da sua constituição como arguido. Porém, os juízes desembargadores Vieira Lamim e Ricardo Cardoso confirmaram a decisão do Ministério Público.
Já durante a busca de 19 de Outubro, Paulo Gonçalves, através do seu advogado, tinha defendido que a sua constituição como arguido no processo e consequente sujeição a Termo de Identidade e Residência "não precedeu qualquer despacho ou explicação sequer, escrita ou oral, para que se justifique ou indicie um qualquer juízo de suspeita". Naquele dia, a procuradora do Ministério Público, por sua vez, argumento que "foram prestados esclarecimentos à frente de todos os presentes na sala onde se iniciava a busca. Foi esclarecido que existia uma exigência do Estatuto da Ordem dos Advogados quanto à constituição de arguido no âmbito de buscas a escritório de advogado, tendo sido prontamente acrescentado, e nesta parte se sublinha, que a determinação da busca ao posto de trabalho do advogado assentava na existência de elementos que apontavam para o comprometimento do visado com a prática dos crimes investigados nos autos". A juíza de instrução acabou por validar a busca e a constituição como arguido de Paulo Gonçalves, o que o levou a recorrer para o Tribunal da Relação de Lisboa.

A defesa de Paulo Gonçalves argumentou junto do TRL que a 19 de Outubro, no início das buscas, "sem que lhe sido facultada qualquer explicação ou esclarecimento, escrito ou oral, minimamente detalhado, especificado, ou sequer circunstanciado, acerca da existência de qualquer suspeita que sobre ele recaía, foi" Paulo Gonçalves "constituído arguido, vendo ser-lhe aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência, sem que houvesse subjacente qualquer juízo fundado ou individualizado de suspeita que lhe fosse, pois, pessoalmente dirigido".
O advogado do assessor jurídico do Benfica acrescentou que os inspectores da Polícia Judiciária apreenderam "documentos", "efectuaram cópias integrais dos ficheiros existentes no seu computador portátil, na sua pasta do servidor profissional, de todo o conteúdo da sua caixa de correio electrónico profissional e, não menos relevante, de todo o conteúdo do seu telemóvel pessoal, tudo sem recurso a qualquer palavra passe ou qualquer outro elemento delimitador ou critério definidor da busca". Ou seja, queixou-se daquilo a que se designa por "pesca de arrasto". Aliás, a defesa de Paulo Gonçalves chegou a comparar a busca do Ministério Público aos históricos mandados em branco do COPCON de Otelo Saraiva de Carvalho.

Contudo, os juízes desembargadores Vieira Lamim e Ricardo Cardoso não aceitaram o argumento: "Compreende-se o incómodo, ou mesmo a revolta, de quem seja visado por este tipo de providências, executadas normalmente de surpresa e numa fase em que o processo pode estar longe de ter elementos que permitam um juízo seguro sobre o mérito da investigação.Contudo, não se aceita que a diligência possa ser definida como pesca de arrasto ou execução de mandado em branco", lê-se no acórdão. 

"Em causa, está a investigação de alegados actos de pressão e influência, visando influenciar decisões de outras entidades, o que não é de esperar conste de atestados ou certidões arquivadas em pastas ou ficheiros devidamente identificados", consideraram ainda os juízes desembargadores, finalizando: "Tais alegados actos podem ser revelados por inúmeras condutas, nomeadamente contactos estabelecidos pelas variadas formas possíveis, vulgares contratos ou qualquer outro tipo de relações aparentemente normais, mas que podem ser aproveitadas pelos agentes para esconder um benefício ilegítimo ou uma pressão inadmissível".

Um merece o outro. Os portugueses não deviam aturar nenhum deles!


Para os deputados da republica das bananas lisboeta, a honestidade só existe se houver instruções...

Deputados decidem moradas a declarar por critério do "bom senso"

Gabriela Canavilhas mudou residência depois de ter constado da lista dos deputados que recebiam mais ajudas e subsídios. Deputados dizem não ter instruções na hora de indicar a morada


Para ler o artigo na íntegra, clique AQUI

Brasil: Uma vítima entre 60 mil

Dado que Marielle Franco partilhava uma religião que se limita a considerar a vida dos fiéis e a desprezar as vidas restantes, o barulho selectivo e sonso em volta da sua morte é inteiramente adequado

Há dias, o homicídio de uma vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, causou particular consternação em Portugal. Da indignação nas ponderadas “redes sociais” a votos de pesar no parlamento, o assunto dominou a actualidade durante os dois ou três dias da praxe. Porquê? O que distinguia uma vítima de quem, suponho, 99,95 dos portugueses nunca ouvira falar?
Não foi o facto de ser brasileira. Em termos quantitativos, o Brasil é, com impecável avanço, o país com mais assassínios no mundo, e o décimo quarto qualitativamente. A cada ano, mais de 60 mil pessoas são por lá mortas a tiro ou métodos alternativos, sendo o Rio um lugar bastante prolífico na matéria. A circunstância de o Brasil possuir, desde o sr. Lula, uma legislação altamente restritiva no que respeita à posse de armas de fogo é apenas um pormenor, decerto irrelevante. Relevante é a habitual ausência de comoção deste lado do Atlântico.
Não foi o facto de o crime ter tido uma provável motivação política. Na vizinha Venezuela, são frequentes as matanças por razões “ideológicas”, com ou sem aspas, e nenhuma comove os portugueses “oficiais”. Mesmo no Brasil, e mesmo no universo da política municipal, só em 2017 foram abatidos perto de 40 autarcas, de filiações diversas e por motivos sortidos. Nem um suscitou a atenção da Assembleia da República.
Não foi o facto de a dona Marielle ser “favelada”, impostura repetida nos obituários e desajustada a uma cidadã que trepou pela escada social e pela política. Além disso, “favelados” a sério são alvos preferenciais da cultura de violência predominante no Brasil e não consta que estimulem vigílias em Lisboa.
Não foi o facto de a dona Marielle ser, conforme lembraram os “media” com curioso frémito, “mulher, negra e lésbica”. Entre as resmas de cadáveres baleados ou esfaqueados no Brasil, é estatisticamente impossível não haver milhares pertencentes a mulheres, muitas delas negras, algumas lésbicas, cujo triste fim não mereceu lamentos de cançonetistas e homenagem de deputados. Além disso, seria grotesco que, nestes “inclusivos” tempos, o género, a “raça” ou a orientação sexual influenciassem a piedade ou a indiferença das massas.
Não, senhor. O homicídio da dona Marielle provocou rebuliço porque a senhora era “activista”, suave código para “comunista” e autorização, ou ordem, para luto carregado. Uns mandam e, por convicção, medo, contágio ou perturbação, os demais obedecem. Tivessem as balas atingido um democrata comum, dos que prezam a liberdade e ninharias afins, o caso passaria à obscuridade com discrição e a ajuda de dois terços da AR: a unanimidade fúnebre abençoa unicamente os que combatem injustiças discutíveis em prol de injustiças inomináveis. Absurdo? Nada. Dado que Marielle Franco partilhava uma religião que se limita a considerar a vida dos fiéis, e a desprezar as vidas restantes, o barulho selectivo e sonso em volta da sua morte é inteiramente adequado.

Notas de rodapé:

1. Depois do ministro das Finanças, soube-se que o dr. Costa também pediu bilhetes para a bola. Em paragens menos folclóricas, o pedido seguinte seria o de desculpas, e talvez o de demissão. Por cá, é uma tradição respeitável, um pretexto para gracejos no parlamento, um pormenor imune a juízos de valor, uma simples pincelada na vasta aguarela da portugalidade. O mistério nem é tanto o sermos governados por burgessos, ou os burgessos se divertirem à nossa custa. O mistério é nós gostarmos.
2. É como a história do sujeito que faleceu com um resfriado agravado pelo camião que lhe passou por cima. Já sabíamos que os incêndios do ano passado haviam sido provocados por um raio despropositado, eucaliptos imaginários, a perfeita “tempestade de fogo” (?), alterações climáticas, agiotas da madeira, o sr. Trump, a incúria das populações, maluquinhos da aldeia, o governo de Passos Coelho, a ausência de cabras “sapadoras”, a seca, a desdita, etc. Soube-se agora de uma insignificância que é capaz de ter qualquer coisa a ver com o assunto: entre Março e Outubro, o governo recusou total ou parcialmente sete avisos da Protecção Civil para a necessidade de mais bombeiros e aviões no terreno. No meio destas curiosas desavenças burocráticas morreram cento e tal pessoas, fora trocos materiais. Das que sobreviveram, e a julgar pelas sondagens, uma boa parte continua a apoiar o PS, e outra parte rechonchuda apoia as seitas que apoiam o PS (PSD “moderado” incluído). São livres disso. Não se livram é de confundirmos os lamentos pela tragédia com um cinismo cruel e até um bocadinho demente.
3. Ao contrário de alguns, não me parece mal que uma criatura como o sr. Fernando Rosas ande a tossir palavreado pelas televisões e pelos jornais. Para ser sincero, até acho pedagógico: a presença dele ilustra na perfeição o caldo de subserviência e miséria a que chegou o chamado “espaço mediático” nacional. A título de exemplo, há dias o sr. Fernando Rosas decidiu que o CDS só tem um dirigente gay porque “é moderno”. Dos portentos intelectuais do BE, uma pessoa habitua-se a ouvir quase tudo. Porém, nunca tinha ouvido que, à semelhança da cor dos suspensórios do sr. Fernando Rosas, a homossexualidade é uma questão de moda. A ser verdade, há sujeitos que, embora propensos a entusiasmar-se com a Amy Adams, resignam-se ao apresentador Malato porque as tendências Primavera/Verão assim obrigam. A ser mentira, não é, apesar de tudo, das maiores proferidas por cabecinhas do BE. Claro que, na boca de um político de “direita”, a frase seria uma exibição de ódio e intolerância. Na boca do sr. Fernando Rosas, à solta na coutada do macho esférico, a atoarda passou, salvo por uns exaltados que no Facebook exigem a punição da personagem. Esquecem-se de que, dia a dia, hora a hora, instante a instante, a personagem já sofre o pior dos castigos: ser o sr. Fernando Rosas.
[ Alberto Gonçalves, aqui ]

Mais um momento de imundice: voltando Bruno "gatuno" Paixão

Bruno Paixão pede convites para assistir ao Benfica - Sporting no Estádio da Luz.

É o próprio que envia um email para Ana Paula Godinho, responsável pelo Protocolo do Benfica, a requisitar dois convites de "observação" para o derby da segunda circular.

  • COMO É QUE ELE SABIA O EMAIL DA FULANA?
  • "bom dia D. Ana Paula"  - ele já a conhecia!!!!!

Bruno Paixão nunca teve qualquer tipo de condições, nem muito menos qualidade, para ser árbitro de primeira nem de qualquer categoria. Mas, depois de revelada esta promiscuidade corrupta entre o árbitro e o Benfica, BRUNO PAIXÃO tem de ser imediatamente suspenso da arbitragem e ser aberto um investigação por parte da Liga, FPF e todo e qualquer órgão com poder regente no futebol português para averiguar a influência que o árbitro teve na decisão de partidas em que esteja envolvido o clube de Carnide e os seus directos rivais, nomeadamente, FC Porto e Sporting.

É inadmissível que este indivíduo continue a fazer parte da arbitragem nacional e possa vir a arbitrar qualquer jogo.

A Liga, FPF e APAF, que já disse claramente que condenaria o(s) árbitro(s) estivesse(m) envolvido(s) em qualquer acto ilícito, têm de actuar para que, definitivamente, se recupere a verdade e dignidade do futebol português.