Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a corrupçao, o centralismo e colonialismo lisboeta!

Faltavam 12 segundos...

Nos últimos 5 minutos o FCPorto jogava com 1 guarda redes e apenas 4 jogadores de campo. 

No penúltimo ataque o Porto marca e os árbitros marcam falta ofensiva dando os árbitros a hipótese do corrupto benfica vencer. Estes falham o passe e permanecendo o empate e FALTAVAM 12 SEGUNDOS QUANDO ACONTECEU ISTO:




"Tenho saudades..."

Tenho saudades dos tempos em que no Liceu havia ‘burros’, ‘gordos’, ‘caixa de óculos’, ‘pretos’, ‘chineses’, ‘indianos’, ‘artolas’, ‘maricas’, etc. Os ‘burros’ chumbavam, não se tornavam doutores, como hoje em dia. Mas a fasquia era definida pelo marrão da turma, não era nivelada por baixo como agora. Somos todos iguais diz-se.

Antes não parecia que fossemos, mas o ‘gordo’ também tinha notas brutais e ninguém sabia como, talvez porque não jogasse à bola, o ‘caixa de óculos’ tinha um sentido de humor inigualável mas não fazia corridas pois tinha medo de cair, o ‘preto’ jogava à bola como ninguém e fazia umas fintas inimagináveis, tinha um físico fora do comum, o ‘chinês’ tinha vindo de outra escola sabia à brava inglês, e tinha histórias que não lembravam a ninguém. Cada um tinha um «defeito», até uma alcunha, mas tinha ou lutava por ter também outras qualidades. Hoje não. Dizem que somos todos iguais. Agora, tudo ou é bullying, ou racismo, ou xenofobia, ou opressão, ou assédio, ou violência. Antigamente quando se era mesmo racista, levava-se um chapadão na tromba e aprendia-se logo que o ‘preto’ era como nós outros, apenas tinha côr diferente. E não era bullying. Era ‘aprendizagem on job’. *Aprender assim era duro pois dói e não se esquece mais. E às vezes em casa com os pais também se ‘aprendia’.
O menino ou menina ‘sem sal’ passava despercebido/a e sentia-se sozinho/a. Ter uma alcunha diferente era fixe. A diferença era vista com bons olhos.
*E aprendia-se uma coisa importante: rirmos de nós próprios. E não chorarmos porque alguém nos chamou isto ou aquilo. Assumia-se a gordura, o ‘esquelético’, a ‘caixa de óculos’ e tudo o mais que viesse. Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante: mudava-se, lutava-se por acabar com ela. Não se culpava os outros nem a sociedade. Não se faziam ‘queixinhas’. E falhava-se. Muitas vezes. Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte. E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.
Agora não.
Todos somos iguais, há mesmo a chamada igualdade de género, todos somos bons, todos merecemos, todos temos as mesmas oportunidades, todos devemos até ganhar o mesmo, todos somos vítimas, todos somos oprimidos e todos somos parvos …. porque aceitamos este ambiente do ‘politicamente correcto’ sem dizer nada….. e até devemos dizer que somos ‘normais’.
*Segundo o novo paradigma social, devem ter muito cuidado comigo, porque:
- Sou velho, tenho mais de 70 anos, o que faz de mim um tolo, improdutivo, que gasta estupidamente os recursos do Estado;
- Nasci branco, o que me torna racista;
- Não voto na esquerda radical, o que me torna fascista;
- Sou hetero, o que me torna um homofóbico;
- Possuo casa própria, o que me torna um proprietário rico (ou talvez mesmo um latifundiário);
- Amo "foie gras" , carne de caça, peixe do mar e cordeiro de leite, o que me torna um abusador de animais;
- Sou cristão, e embora não praticante, sou um infiel aos olhos de milhões de muçulmanos;
- Não concordo com tudo o que o Governo faz, o que me torna um reaccionário;
- Gosto de ver mulheres bonitas bem vestidas (ou despidas), ou super decotadas, o que me torna um tipo capaz de assediar;
- Valorizo a minha identidade portuguesa e a minha cultura europeia e ocidental, o que me torna um xenófobo;
- Gostaria de viver em segurança e ver os infractores na prisão, o que me torna um desrespeitador dos direitos "fundamentais" protegidos;
- Conduzo um carro a diesel, o que me torna um poluidor, contribuindo para o aumento de CO2;
Apesar de estes defeitos todos, acho que ainda sou feliz …era mais antes da pandemia…. mas mesmo assim e considero-me um ‘gajo normal!"

Neve Vermelha

Momento Musical

O Que Aconteceu Com As Esposas Dos Líderes Nazis Após A Segunda Guerra Mundial?

Inferno na Terra: Nazino, a Ilha da Morte de Stalin




Tragédia de Nazino foi a deportação em massa de 6 000 pessoas em 1933 para a ilha de Nazino na União Soviética, das quais mais de 4 000 morreram. A pequena e isolada ilha da Sibéria ocidental está localizada a cerca de 800 km ao norte de Tomsk, no distrito de Alexandrovsky, no Oblast de Tomsk, perto da confluência dos rios Ob e Nazina. Conhecida como "Ilha da Morte" (russo: Остров Смерти, Ostrov smerti) ou "Ilha dos Canibais", entre 4 000 e 6 000 "colonos especiais" soviéticos morreram ali em menos de quatro semanas no final da primavera de 1933, depois de terem sido abandonados sem-abrigo, tendo apenas farinha para alimento, poucas ferramentas e roupas. Muitos recorreram ao canibalismo para sobreviver.[1][2]

Um relatório sobre os factos foi enviado para Joseph Stalin por Vassilii Arsenievich Velichko. O relatório foi distribuído pela Lazar Kaganovich aos membros do Politburo, e foi preservado em um arquivo em Novosibirsk.[3] Ele afirma que 6 114 "elementos supérfluos" (também conhecido como "déclassé", elementos socialmente perigosos ou pessoas sem classes) chegaram na ilha no final de Maio de 1933. Eles tinham sido transportados de Moscou e Leningrado, inicialmente por trem para Tomsk, em seguida, por barcaça para Nazino, durante o transporte fluvial pelo menos 27 pessoas morreram. Não havia abrigo na ilha, nevou na primeira noite, e nenhum alimento foi distribuído por quatro dias. No primeiro dia, 295 pessoas foram enterradas.[4]

Uma comissão especial foi então criada em Setembro de 1933 pelo Comitê Regional do Partido Comunista da Sibéria Ocidental, sendo os relatórios publicados em 2002 pelo grupo Memorial.[5][6]

 O plano

Em Fevereiro 1933 Genrikh Yagoda, chefe da OGPU (polícia secreta), e Matvei Berman, chefe dos GULAG propuseram um "plano grandioso" a Stalin, para reassentar até dois milhões de pessoas na Sibéria e Cazaquistão em "áreas especiais ". Os deportados ou colonos seriam usados para transformar mais de um milhão de hectares de terra virgem em área produtiva, tornando a URSS auto-suficiente em dois anos. Este plano foi baseado na experiência de deportar dois milhões de kulaks e outros trabalhadores agrícolas para as mesmas áreas, nos três anos anteriores. Os recursos disponíveis para apoiar o plano eram severamente limitados pela fome causada pela introdução de fazendas coletivas e da "Deskulakização impostas pelas autoridades soviéticas.[7] O plano original direcionava-se aos vários tipos de kulaks, camponeses, "elementos urbanos", pessoas que viviam nas fronteiras ocidentais da URSS, e pequenos criminosos. No início da Primavera de 1933, o número havia sido reduzido para um milhão de deportados. Stalin rejeitou o plano de Maio 1933, época em que os deportados chegaram na ilha.[8]

Muitos dos deportados eram pessoas de Moscou e Leningrado, que haviam sido incapazes de obter um passaporte interno. A obtenção obrigatória do passaporte tinha começado em 27 de Dezembro de 1932, por decisão do Politburo de emitir este tipo de documento para todos os moradores de grandes cidades. Um de seus objetivos era "limpar Moscou, Leningrado e os outros grandes centros urbanos da URSS de elementos supérfluos não relacionados com a produção ou trabalho administrativo, bem como kulaks, criminosos e outros elementos anti-sociais e socialmente perigosos".[9]

Estes elementos supérfluos ou socialmente perigosos, eram: ex-mercadores, comerciantes, camponeses que fugiram da fome no campo, criminosos, ou qualquer pessoa que não se encaixava na estrutura idealizada de classe comunista, a eles não foram emitidos passaportes e assim poderiam ser presos e deportados das cidades após um processo administrativo sumário, onde normalmente não estavam presentes. A maioria dos detidos eram deportados dentro de dois dias. Entre Março e Julho de 1933, 85 937 pessoas que viviam em Moscou foram presas e deportadas por não possuírem passaportes; em Leningrado foram deportadas no mesmo período 4 776 pessoas. Os detidos em conexão com a limpeza de Moscou antes do primeiro de Maio de 1933, Dia do Trabalhador, foram deportados para o campo de trânsito Tomsk, com muitos sendo posteriormente enviado para a Ilha de Nazino.[10] 

Transportes

Um comboio com os deportados deixou Moscou no dia 30 de Abril, e um comboio semelhante deixou Leningrado no dia anterior, com ambos chegando ao destino em 10 de Maio. A ração diária, durante a viagem, era de 300 gramas de pão por pessoa. Grupos de criminosos roubavam a comida e as roupas de outros deportados. Como as autoridades de Tomsk não estavam familiarizadas com deportados urbanos, para evitar dificuldades decidiram enviá-los imediatamente para os locais de trabalho mais isolados.[11]

Em 14 de Maio, quatro barcaças fluvial, inicialmente projetadas para transportar madeira, foram preenchidas com cerca de 5 000 deportados. Cerca de um terço dos deportados eram criminosos que foram enviados a fim de "descongestionar as prisões" e metade eram de "elementos supérfluos" de Moscou e Leningrado. As autoridades da Alexandro-Vakhovskaya, que eram para estar no comando dos campos de trabalho na ilha, foram informados de que eles seriam enviados ao local em 5 de Maio. Estas nunca tinha trabalhado com deportados urbanos e não tinham comida, ferramentas e suprimentos para apoiá-los.[12]

Os deportados foram mantidos abaixo do convés principal nas barcaças e, aparentemente, alimentados com uma ração diária de somente 200 gramas de pão por pessoa. Vinte toneladas de farinha de trigo - cerca de quatro quilos por pessoa - também foram transportados, mas as barcaças não continham outros alimentos, utensílios de cozinha, ou ferramentas. Todo o pessoal de supervisão, dois comandantes e cinquenta guardas, tinham sido recentemente recrutados, sendo que os guardas não possuíam sapatos ou uniformes.[13]

Vida e morte na Ilha de Nazino

As barcaças chegaram na ilha de Nazino durante a tarde de 18 de Maio, uma ilha pantanosa com cerca de 3 km de comprimento e 600 metros de largura. Não havia lista dos deportados que desembarcam, mas à chegada foram contados 322 mulheres e 4 556 homens, além de 27 corpos de pessoas que morreram durante a viagem de Tomsk até a ilha. Mais de um terço dos deportados eram fracos demais para ficar em fila na chegada. Cerca de 1 200 deportados adicionais chegaram em 27 de Maio.[14]

Assim que as vinte toneladas de farinha foram depositados na ilha e a distribuição começou, iniciaram diversos conflitos e os guardas atiraram contra os deportados, sendo a farinha transferida para a margem oposta a ilha. A distribuição na ilha foi iniciada novamente na manhã seguinte, com mais brigas e mais disparos. Depois disso, toda a farinha foi distribuído via "brigadeiros" que coletaram farinha para sua brigada com cerca de 150 pessoas. Os brigadeiros eram muitas vezes criminosos que abusaram de suas posições. Não havia fornos para assar pão, de modo que os deportados comiam a farinha misturada com água do rio, o que levou a disenteria. Alguns deportados fizeram jangadas primitivas para tentar escapar, mas a maioria destas afundou provocando diversas mortes. Os guardas caçavam e matavam outros fugitivos, como se estivessem caçando animais por desporto. Por causa da falta de transporte para o resto do país, excepto a montante do rio, em Tomsk, e a dureza da vida na Taiga, a totalidade dos outros fugitivos foi presumida como mortos.[15]

Em 21 de Maio os três oficiais da saúde contaram 70 novas mortes por efeitos de canibalismo observados em cinco casos. Durante o mês seguinte cerca de 50 pessoas foram presas por canibalismo. No início de Junho, 2 856 deportados foram transferidas para assentamentos menores a montante do rio Nazina deixando apenas 157 deportados na ilha, que não puderam ser transferidos por razões de saúde. Várias centenas dos deportados morreram durante a transferência, outros 1 500 a 2 000 deportados morreram na ilha e centenas de fugitivos haviam desaparecido. Os que sobreviveram encontraram-se com poucas ferramentas e alimentos em seus novos assentamentos.[16]

No início de Julho novos assentamentos foram construídos pelas autoridades que utilizaram trabalho não deportado, mas apenas 250 colonos foram transferidos para lá, devido ao fato que 4.200 novos deportados tinham chegado a Tomsk e foram alojados nestes assentamentos. De acordo com a carta enviada por Velichko a Stalin em 20 de Agosto, apenas 2 200 pessoas sobreviveram dos cerca 6 700 deportados que ele calculou tinham chegado de Tomsk. A carta de Velichko resultou em uma comissão para estudar o caso. Em Outubro, a Comissão estimou que dos 2 000 sobreviventes, metade estava doente e acamada e que apenas cerca de 200 a 300 eram capazes de trabalhar.[17]

Redescoberta

Em 1988, com o advento da Glasnost na União Soviética, os detalhes da tragédia de Nazino tornaram-se acessíveis devido aos esforços do grupo Memorial.[18]

Em 1989, uma testemunha relatou ao Memorial:[19] 



Eles estavam tentando fugir, nos perguntaram; "Onde está a estrada de ferro?" Eu nunca tinha visto um trem. Eles perguntaram "Onde está a Moscou? Leningrado?" Eles estavam fazendo perguntas as pessoas erradas: que nunca tinha ouvido falar desses lugares. As pessoas estavam fugindo da fome. Demos a eles um punhado de farinha. Eles a misturaram com água e bebendo-a em seguida, eles imediatamente tiveram diarreia. As pessoas estavam morrendo por toda parte, pois eles estavam matando uns aos outros .... Na ilha havia um guarda chamado Kostia Venikov, um jovem companheiro. Ele estava namorando uma menina bonita que tinha sido enviado para lá. Ele a protegeu. Um dia, ele teve que se afastar por um tempo, e ele disse a um de seus companheiros: "Cuide dela", mas com todas as pessoas de lá o camarada não podia fazer muita coisa .... Algumas pessoas pegaram a menina e a amarraram a uma árvore de álamo, cortaram seus seios, seus músculos, tudo o que eles poderiam comer, tudo, tudo ....


Em 2006 o historiador francês, Nicolas Werth, publicou sobre a história o livro Cannibal Island: Death in a Siberian Gulag (Human Rights and Crimes Against Humanity) sendo o livro traduzido para o inglês em 2007.[20] 


DAQUI


AVBout : A mim não reeducas, meu caro! – Por Amaro F. Correia

Voltarei ao Estádio quando o pseudo Presidente for embora, para longe. AVBout vai pentear macacos. Portugal é um país com muitos “pobres de espirito”. Este MP, impreparado, arquitetou, sabe-se lá porquê, um processo ridículo, sem fundamento.

Se o Estado tiver que indemnizar os detidos, estes devem ser, TODOS, responsabilizados. Quando terminar o julgamento aconselho o líder dos SD a viver no Parque de Campismo da Madalena, porque aí, não terá hipótese de mostrar evidências. Não sou, nem serei a favor do que vi e do que se passou na AG, mas “não enfio grupos”, porque todos perceberam que o candidato AVBout usou a comunicação e o marketing para dividir os associados e mostrou um discurso de cisão, falacioso.

AVBout tinha informação privilegiada, interna (ainda lá estão) para abanar a estrutura do FCP, na comunicação com Lisboa…. Estes senhores quebraram um princípio, inalienável, que será corrigido no futuro: ajudaram a criar um ambiente hostil e têm de ser demitidos, já! Não tem a nossa confiança. O tempo vai ajudar (não a unir) a resolver esta questão. O resultado era esperado, num clube emocional e de grande potencial, na região, com títulos sucessivos, nos últimos 42 anos. Nós, no FCP, fomos criados, formados a amar o clube; a idolatrar quem ganha; a vivenciar todos os momentos do clube…quem estava próximo em todos os momentos, era a claque que apoiava o clube, incondicionalmente e bem, fora e dentro de portas. Tudo tem um custo, é inevitável.

Este julgamento, perpetrado pelo MP, resulta n´ “A montanha que pariu um rato” como se costuma dizer porque neste país, prende-se para julgar, supostamente, pessoas que cometeram “crime” em organizar para votar e alterar uma AG de clube, em que acreditaram…. e se for uma AG de condomínio, terá o mesmo impacto, aparato de segurança, paga por todos nós? Como associado – cotas pagas (5045) – acompanho, com estupefação, o mediatismo de um julgamento de nada ao líder e aos elementos, presumivelmente, envolvidos em desacatos na AG, onde estive.

Reitero o que escrevi: MP; PJ; Autoridade Tributária e o Estado são coniventes, por inação, quanto às buscas e ao mediatismo na acusação ao líder dos SD e restantes elementos. Estou à vontade porque não conheço, nunca convivi, nem nunca estive envolvido em qualquer ato, ou reunião com o referido líder dos SD… Está preso, de forma ignóbil há 14 meses com acusações disparatadas e sem sentido para o mediatismo que impõem nas Tv’s.

Se o referido tinha tantas propriedades e dinheiro – não habitava no Parque de Campismo da Madalena – já deveriam ter tomado medidas quanto à exposição e exuberância. Nenhum português, comum, tem acesso a advogados “caros”, a vida “faustosa” com um salário mínimo nacional: Damásio, presidente do Benfica, declarava o ordenado mínimo nacional; Vale e Azevedo, a maior fraude judicial que temos memória; entre outros. Sempre ouvi dizer “que quem cabritos vende e cabras não tem…de algum lado vem”.

O preço que a comunicação assume na vida das pessoas, face à massificação das redes sociais e de toda a oferta disponível é brutal e embrutece qualquer ser humano que se preze. Acompanho a “grave acusação do MP” aos arguidos, sócios do FCP, em julgamento, num país, supostamente, democrático e de brandos costumes: “Fernando Madureira, o ex-líder dos Super Dragões, que permanece em prisão preventiva, Sandra Madureira, Vítor Catão, Hugo “Polaco” e Fernando Saul estão, bem como os outros arguidos, acusados de sete crimes de ofensa à integridade física no âmbito de espetáculo desportivo, 19 de coação e ameaça agravada, um de instigação pública a um crime, um de arremesso de objetos ou produtos líquidos e ainda três de atentado à liberdade de informação. O arguido Hugo Loureiro está também acusado de detenção de arma proibida.” Ridículo!

Como portista, cumpro as regras democráticas, pago impostos (muitos), sou português “remediado” e reafirmo que este mediatismo do nada, é mau para o “produto futebol”, para o clube e para a cidade. O aparato policial é próprio de um processo de terrorismo e é pago por todos nós. Faço votos que AVB no fim do julgamento, se todos forem absolvidos, se demita e provoque eleições no FCPorto, para continuarmos a ganhar.

Percebe-se que o Presidente nada percebe de futebol, de contas, nem de perspetivas de clube. PC convidou-o para treinador, mas se PC tivesse escolhido um mamífero perissodáctilo da família Equidae ganharia na mesma com a equipa desse ano.

AVB foi eleito até 2028. Para regozijo dos adeptos do clube adversário, não ganharemos nada nestes anos e só tem um caminho: a porta de saída do clube. Provoque eleições a bem do FC Porto. AvBout: não precisamos de si nem da imagem negativa que dá ao clube. Rua! Não lhe dou mais colo.


Docente na Atlântico Business School/Doutorado em Ciências da Informação/ Autor do livro ” Governação e Smart Cities”

Recupero este cartaz da IL para recordar quem é o candidato a PM que anda a caluniar o atual PM. Como sempre, um mentiroso compulsivo. Este socialismo outra vez, não!


 

Reinaldo Teixeira, candidato a presidente da liga com o apoio do corrupto benfica está "disponível para esclarecer dúvidas" sobre negócio com Rui Costa: à semana fazia negócios com o presidente do corrupto benfica, ao fim de semana avaliava os delegados ao jogos...


Na manhã de hoje, o FC Porto anunciou ter questionado a LPFP sobre os negócios entre Rui Costa e Reinaldo Teixeira, na sequência de uma notícia publicada no jornal Correio da Manhã, que dava conta de que empresas de Rui Costa e Reinaldo Teixeira finalizaram em 2016 a venda de 49 moradias em Lagoa, num volume de negócios superior a seis milhões de euros, já depois de, em 2004, terem colaborado num empreendimento em Tavira.

Os negros são os piores racistas





 

A ex Ministra, Ana Abrunhosa, foi a que atribuiu verbas do PRR, à sua empresa, do marido? Como é que ainda está a trabalha e a concorrer ao que quer que seja? O PRR estava nas mãos dela!? Ética? Moral....? Como? Governam-se todos estes socialistas




 

É assim que a carne é transportada e distribuída no Reino Unido (Swansea). Se você importa o terceiro mundo, você se torna terceiro mundo.


 

Oh SICNoticias, neste país não falamos sobre os meses sagrados dos hindus, nem dos judeus, nem dos budistas… Nem da Quaresma Cristã que está a decorrer. E sinceramente não vale a pena tentarem esta glorificação de uma religião que tem causado imensos problemas com carros descontrolados, imensos problemas mundiais com os direitos das mulheres e dos homossexuais e dos próprios animais. Em Portugal não cola. O grupo IMPRESA já está a morrer, morram com dignidade.


 

Datas com História: 31 de Março de 1952

Durante a madrugada do dia 31 de Março de 1952, para evitar o registo de ruídos indesejáveis no Teatro de São João, Mária Amélia Canossa gravava pela primeira vez o hino do FC Porto, uma canção composta na década de 20 pelo maestro da Banda do Asilo do Terço. A letra para a música idealizada por António Figueiredo de Melo surgiu em vésperas da inauguração do Estádio das Antas e teve como autor um jornalista que viria a ser presidente da Assembleia Geral do clube. 73 anos depois, esse poema de Heitor Campos Monteiro continua a ser cantado a plenos pulmões e a uma só voz por todos os portistas.

Nota: o meu pai fazia parte do coro do Orfeão do Porto que acompanhou Maria Amélia neste trabalho e que se houve na gravação original (abaixo)


África do Sul: 2013 com brancos no poder, e 2024 com pretos no poder...


 

Favorita para Presidente de França, Marine Le Pen, condenada a 4 anos de prisão por “desvio de fundos europeus”. Quando um candidato anti-sistema ganha apoio é proibido de vencer pela democracia. A liberdade já não existe na Europa.


 

Este é o vídeo de promoção de recrutamento militar do Exército de Inglaterra... Para que tenham noção da gravidade da situação, até no exército a proliferação do islamismo imposto aos cidadãos, chegou à própria defesa daquele país, que eu recordo, é um país com armamento nuclear!

 


Nunca esquecer.. fomos traídos pelo Libras Boas


 

Afonso Pinto de Magalhães nasceu no dia 31 de Março de 1913.

 Foi o 29º Presidente do Futebol Clube do Porto, entre 1967 a 1972.

Homem ligado aos negócios, começou com uma casa de câmbios na Praça das Flores que mais tarde transformou no Banco Pinto de Magalhães. Ainda colaborou com a Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e com o Círculo de Cultura Teatral. Foi também Afonso Pinto de Magalhães que lançou o Lar do Comércio, uma instituição que apoiava a Terceira Idade.
Como dirigente do F.C. Porto começou por ser Presidente do Concelho Fiscal em 1955/56 e 1965/66.
Foi ele o responsável pela vinda de Dorival Yustrich.
Em 1965 o clube estava afundado em dívidas e Pinto de Magalhães mais Cesário Bonito e Ponciano Serrano conseguiram atenuar essas dívidas.
Em 1967 assumiu a presidência do clube e logo trata de organizar uma campanha com a finalidade de chegar aos trinta mil sócios, isto quando o F.C. Porto não tinha nem vinte mil. Passados apenas alguns meses o objectivo estava alcançado.
Foi no seu mandato que foram construídas as piscinas, os pavilhões e a sala de troféus, sem esquecer o mausoléu do clube no cemitério de Agramonte onde repousam muitas das antigas glórias do F.C. Porto.
No entanto no futebol não conseguiu atingir o sucesso esperado e viu apenas a conquista de uma Taça de Portugal em 1968 no estádio do Jamor contra o V. Setúbal.
Em 1972 deu o seu lugar ao Dr. Américo de Sá.
No ano de 1975 viajou até ao Brasil e por lá permaneceu até 1979, altura em que regressou a Portugal e juntamente com Belmiro de Azevedo fundou a Sonae.
Faleceu no dia 29 de Janeiro de 1984.


Sete amarelos para jogadores do Estrela. Dois vermelhos para jogadores do Estrela. Dois penaltis para o Sporting. Um golo anulado ao Estrela. Depois a malta da Amadora é que anda a roubar


 

Em Portugal chegámos a este ponto!