Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

A ultima vez que dormi mais de 8 horas ...


Mais depressa se apanha o dr. Louçã do que um coxo

Há oito dias, escrevi aqui sobre o livro Homossexuais no Estado Novo, onde a "jornalista" São José Almeida inventariou, sem o consentimento dos próprios e com alegada legitimidade académica, a orientação sexual de diversas figuras mais ou menos ligadas ao regime anterior. A coisa veio a propósito de um livro recente de José António Saraiva, Eu e os Políticos, nova colectânea de mexericos (a acreditar na imprensa) que deu brado principalmente por causa da anunciada, e entretanto cancelada, apresentação a cargo de Pedro Passos Coelho. No fundo, limitei-me a notar que, excepto pelas inclinações ideológicas dos autores, não compreendia o escândalo provocado pela segunda "obra" face à indiferença ou à exaltação suscitadas pela primeira.

Pois bem. Num blogue que mantém no Expresso (Tudo Menos Economia), Francisco Louçã resolve proclamar que o opúsculo do arq. Saraiva foi "defendido naturalmente por um cavalheiro do mesmo calibre que dá pelo nome de Alberto Gonçalves, no DN, e porventura por ninguém mais". Na mesma página, em resposta a um leitor que discordava da afirmação, o dr. Louçã acrescenta: "Que bem que lhe fica defender o Gonçalves, que defende o Saraiva como pode e mais não consegue." Abaixo, em resposta a outro leitor, o Louçã, perdão, o dr. Louçã (não quero intimidades com gente dessa) aconselha: "Leia todo o artigo do Gonçalves para ver como ele banaliza o feito do Saraiva." Questionado por um terceiro leitor acerca do Homossexuais no Estado Novo, afinal a referência que permitiria determinar a "banalização", o dr. Louçã esclarece: "Não li."

Regresso à crónica da semana passada para lembrar a minha "defesa" arrebatada do Eu e os Políticos, da qual sinceramente não fazia ideia. Talvez por não ter existido. Fundamentado nas citações e alusões que saíram nos jornais, chamei-lhe "baldinho de lixo", e garanti não duvidar de que se tratava de "uma porcaria". É certo que não cheguei a exigir a lapidação ou o enforcamento do arq. Saraiva, mas isso deve-se apenas à brandura do meu carácter. Em qualquer dos casos, suponho, "lixo" e "porcaria" não são epítetos habitualmente utilizados na defesa seja do que for. Em qualquer dos casos, ou o dr. Louçã é demasiado burgesso até para os padrões do Bloco de Esquerda ou, para recorrer à deprimente retórica parlamentar, o dr. Louçã faltou à verdade. Em português, palpita-me que o dr. Louçã mentiu. E mentiu de maneira tão tosca, no sentido em que a verdade é tão fácil de repor, que o facto só tem uma explicação.

Ao longo da sua curiosa carreira, o dr. Louçã contou sempre com uma plateia de bonequinhos amestrados que levam a sério os incontáveis disparates que regularmente profere. Se a criatura se alivia de uma mentira pequenina, os bonequinhos acreditam. Se a mentira é grande, os bonequinhos acreditam também. Há muito que a criatura percebeu não valer a pena enfeitar as absurdas intrujices que diz, um produto com procura suficiente para, no estado bruto, permitir-lhe ganhar a vida sem preocupações. À semelhança dos correligionários dele, o dr. Louçã é, literalmente, um mentiroso profissional, ofício para cúmulo favorecido pela reverência dos media, a indigência da universidade que o emprega e o enviesado primarismo do nosso "debate" público. E como mentiroso profissional é incansável: se o dr. Louçã dá os bons-dias, é garantido que está a chover.

Admito que nada disto possui particular importância. Simplesmente não gosto que me acusem de proezas que não pratiquei. Por uma vez, convém que as desastradas mentiras do dr. Louçã não fiquem impunes. Por uma vez, uma singela vez, é higiénico avisar que tudo o que sai da cabecinha daquela criatura não passa - vamos lá rever a matéria - de um lixo e de uma porcaria. E agora espero encarecidamente que o dr. Louçã não me acuse de defendê-lo a ele, uma inominável vergonha e uma calúnia ainda maior do que a da defesa do arq. Saraiva.

Quinta-feira, 22 de Setembro

Outro economista de nível

O americano Joseph Stiglitz, economista e Nobel do ramo, elogia portugueses, gregos e espanhóis por, cito o DN, "terem melhores noções de economia do que a troika" e derrotarem nas urnas "os governos defensores da austeridade depois de 2008".

Em primeiro lugar, convém explicar ao homem que, Grécia discutivelmente à parte, Portugal elegeu um governo alegadamente "austeritário" em 2011 - e, descontadas moscambilhas parlamentares, voltou a elegê-lo em 2015 -, e a Espanha continua, na medida do possível, sob um governo do PP. Em segundo lugar, acredito que portugueses, gregos, espanhóis, guatemaltecos e curdos tenham melhores noções de economia do que o sr. Stiglitz.

Em 2007, este portento andava por Caracas a prever a irreversibilidade do "sustentável" (sic) crescimento local, a admirar o nível de vida vigente e a declarar irrelevante a elevada inflação. Em 2016, enquanto vende utilíssimos conselhos ao Sul, assegura ainda que a Alemanha está aqui, está na miséria.

Para a semana, aposto que o sr. Stiglitz vai anunciar que a Irlanda, que cresceu 26% em 2015, não sai da cepa torta. Esperem lá: já anunciou, em Janeiro passado. Ou seja, em economia, história, actualidades e no que calha, o sr. Stiglitz é bem capaz de ser o indivíduo mais à nora e menos esclarecido do mundo. Aparentemente, o homem só é óptimo a esconder de uns tantos a sua prodigiosa incompetência. E isso, sim, merecia um Nobel.

[Alberto Gonçalves]

Mas isso já existe, senhora de puta da...

Mariana Mortágua pede uma alternativa global ao capitalismo. Ela já existe. Chama-se comunismo e já chacinou, tranquilamente, cem milhões de pessoas


Depois do nascimento da “gerigonça”, muito se escreveu que António Costa estava a abrir as portas a um regresso do PREC ao tornar o seu governo minoritário dependente de partidos como o Bloco de Esquerda e o PCP. “O PS colocou o país refém da extrema-esquerda”, etc.

Embora Portugal não esteja, evidentemente, num período revolucionário em curso, a febre ideológica tomou conta do burgo.

Na discussão sobre os contratos de associação, a esquerda conseguiu fazer regressar a “luta de classes”. De um lado tínhamos “meninos de colégios a jogar golfe”, do outro tínhamos “crianças que não tinham manuais escolares gratuitos” por causa dos contratos de associação. Não há demagogia mais falsa, mas é nesta dialética entre pobres e ricos que a discussão tem sido feita.

A ideia de que o Estado deve ter acesso às contas bancárias superiores a 50 mil euros também se baseia no mesmo argumentário. Na mesma falácia.

Antes, a cidadania não podia ser violentada pela constante suspeita de corrupção, na medida em que um governo que quisesse inspecionar o bolso de todos nós sem qualquer mandato judicial seria um governo a considerar-nos corruptos por natureza. Eu não acredito nesse rótulo.

A democracia não se faz da luta entre blocos opostos porque a democracia é feita da maioria que reside entre eles.

O maior inimigo da “justiça social” - sempre invocada para justificar esta agenda - é a luta de classes; vai contra tudo o que uma sociedade aberta, livre e democrática aspira. É só abrir um livrinho de história.

Na rentrée do Partido Socialista, numa mesa que contava com o seu porta-voz, Mariana Mortágua afirmou: “Cabe ao PS, se quer pensar as desigualdades, dizer o que acha deste sistema capitalista financeirizado e até onde está disposto a ir para encontrar uma alternativa a este sistema”.

Uma alternativa ao capitalismo é o que pede Mortágua ao partido de governo. E esse partido, de tradição democrática, aplaude no fim. Endoideceram?

Gostava que Mariana Mortágua me mostrasse um país no mundo que seja democrático sem ser capitalista. Um único. No dia em que a senhora deputada arranjar esse exemplo, assinarei uma folha de militante do Bloco de Esquerda. Fica prometido.

Aquilo que, por outro lado, já existe é a tal “alternativa global” ao capitalismo que a deputada pediu ao Partido Socialista para procurar.

Chama-se “comunismo” e para o ano a sua primeira grande revolução cumpre um centenário. Desde aí já chacinou, à vontadinha, cem milhões de seres humanos.

As tendências leninistas do Bloco de Esquerda não são novidade. O que é novo e preocupa é a abertura do PS a este tipo de pensamento quando o PS se caracterizava por ser um partido de centro-esquerda, moderado, europeísta, defensor do Estado Social e do Estado de Direito. Não da Coreia do Norte. Não do ataque às poupanças pessoais dos portugueses que é aquilo que esta frase de Mariana Mortágua representa: “A primeira coisa que acho que temos de fazer é perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro”.

Catarina Martins, sua camarada, não lhe ficou atrás, considerando que “Comprar casa não é investimento. Investimento é quando se cria valor”.

Penso que os portugueses que trabalham para merecer o seu tecto não concordam com tal coisa. Em relação ao Partido Socialista, já não tenho tantas certezas.

Para finalizar, o Conselho de Finanças Públicas veio defender que a estratégia deste governo falhou e Teixeira dos Santos, ex-ministro socialista, pede uma “flexilização dos mercados”.

Por vezes, parece que António Costa, que também fez parte do executivo de Sócrates, deixou o Bloco de Esquerda a governar e foi de férias para o Panamá, tamanha é a distância que mantém de uma realidade que costumava ser a sua.

Estamos, portanto, entregues a um comentador televisivo. É o salve-se quem puder.


Última Hora: Minguinhos fala da situação do País

Novas profissões: esta já foi introduzida em Portugal pelo governo democraticamente ilegítimo da esquerda radical


Estados de alma

Tiradas sábias


Vela


O seu percurso na BBDouro... 
A vela como um desporto para a vida, que pode ser praticado em família!
Esta é a história verídica do Paulo e do Diogo, pai e filho, velejadores das academias de adultos e juniores.
We do Sailing... Juntem-se a eles para um desporto que pode mudar a sua vida!

Cabazada de Outono

Depois da cabazada no Andebol, chegou a vez dos encornados perceberem que, também no hóquei, na final da Supertaça, quem manda somos nós! Força Porto!



Testamento da Juventude

Vi-o à pouco na TV. Fiquei muito impressionado.



"Testament of youth", de James Kent (2014), foi inspirado no livro de Vera Brittain, escrito em 1933.
O best seller "Testamento da juventude", é considerado o mais importante diário escrito sobre os horrores da I Guerra Mundial. 
Relata-nos a trágica da juventude de Vera, aos 17 anos. Como mulher, ela lutou para poder estudar na Oxford University, mesmo contra vontade de seu pai. Entretanto apaixona-se por Roland, o melhor amigo de seu irmão Edward. Ambos têm o sonho de serem escritores. Mas a guerra rebenta e Roland e Edwards alistam-se. 
Numa licença, Roland surge já transtornado mas pede-a em casamento. Este filme apresenta-nos  os clichês de um bom romance de guerra: a separação, a dor, e em que a protagonista desistindo de seus sonhos se torna enfermeira. 
O filme, de produção inglesa, conta com um elenco fabuloso: a protagonista Alicia Vikander ("Ex machina"), namorada de Michael Fassbender, tem um óptimo desempenho, sensível e, claro, linda. Encontramos também Tem Kit Harington (o Jon Snow de "Game of Thrones"), aqui explorando o que ele tem de melhor: o charme e romantismo dos filmes antigos. Além daqueles, podemos observar os bons desempenhos de Emily Watson (no papel da mãe de Vera) e Miranda Richardson (no papel da reitora da Universidade). O filme tem todo aquele clima e atmosfera dos filmes de James Ivory assentes na qualidade britânica. Belíssima fotografia e banda sonora. Um filme que tem uma cena que nos faz lembrar "E o vento levou", na clássica cena do campo repleto de mortos e feridos, fará muita gente chorar. De salientar igualmente que este filme comemorava os 100 anos do início da I Guerra Mundial. 


Minguinhos e Sócrates

Momento Musical: Disturbed - The Sound Of Silence

No PS, os amigos continuam a ser porreiros

Assessor de Costa também foi ao Euro a convite da Galp

O assessor do primeiro-ministro para os assuntos económicos, Vítor Escária, foi convidado pela petrolífera para assistir a um jogo do Euro 2016.

Vítor Escária, assessor do primeiro-ministro, também faz parte da lista de pessoas que a Galp levou a assistir aos jogos do Campeonato Europeu 2016, avança o jornal Expresso. O membro do staff de António Costa foi convidado pela empresa petrolífera a assistir ao jogo Portugal-Aústria, que aconteceu a 18 de junho em Paris.

Vítor Escária limitou-se a explicar que não foi convidado na qualidade de assessor do primeiro-ministro, mas sim “a título pessoal por um amigo”, assumindo a existência do convite.

Shabat Shalom

Algo está a mudar na política portuguesa. E não é para melhor

La comandante Mariana


Mariana Mortágua foi a uma daquelas actividades de propaganda que o PS organiza todos os sábados para encher os telejornais do fim-de-semana. Pareceu-me excelente: o único benefício que retiro da actual solução de governo é o aumento do tempo de antena de Mariana Mortágua, cuja presença anima qualquer televisor. (Para os que consideram que constatar que uma deputada é gira é uma forma de menorização intelectual, quero declarar publicamente que também acho giro o deputado João Galamba.) Mariana não é só popular cá em casa – é popular em todo o lado, e em especial entre socialistas, que muito apreciaram ouvi-la dizer, num debate dedicado às esquerdas e à igualdade, uma frase que é toda ela Cuba 1959: “A primeira coisa que temos de fazer é perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro.”

Esta declaração revela mais do que qualquer programa de governo. Analisemo-la, ponto por ponto. 
  • “A primeira coisa que temos de fazer é perder a vergonha”, diz Mariana, na esteira de António Costa, que a primeira coisa que fez após as eleições foi efectivamente perder a vergonha e fazer a negociata com uma esquerda radical que – pormenor despiciendo – não acredita no capitalismo nem na economia de mercado. Aquilo a que Mariana chama “perder a vergonha” é a destruição de um consenso quanto a um modelo de regime centrado no respeito pela livre iniciativa, pela propriedade privada, pela intervenção limitada do Estado e pelo projecto europeu. Coisa pouca. Mesmo o consenso em torno do Estado Social era enquadrado pela famosa máxima atribuída a Olof Palme: “Nós queremos acabar com os pobres, não com os ricos.” Ora, o Bloco e o PCP estão muito mais interessados em acabar com os ricos do que com os pobres, até porque foi nessa actividade que a ideologia que perfilham se especializou sempre que alcançou o poder.
  • Segundo ponto: perder a vergonha de quê? “De ir buscar dinheiro”, diz Mariana. Infelizmente, não se trata de ir buscar dinheiro à sua carteira – trata-se de ir buscar dinheiro à carteira dos outros. Os impostos nascem de um contrato social, em que cada cidadão contribui para o bem-comum, recebendo de volta benefícios como a segurança, a justiça ou a saúde, ao mesmo tempo que apoia com parte dos seus rendimentos aqueles que menos têm. Mas esta ideia de contrato está a ser substituída por uma ideia de colectivização do dinheiro de cada um, como se o esforço do nosso trabalho fosse em primeiro lugar do Estado, cabendo-lhe distribuir-nos uma mesada a que chama “ordenado”. Não, Mariana. É ao contrário: o Estado deve ter mesmo vergonha de ir buscar o nosso dinheiro, porque só assim pode gerir bem a coisa pública e manter a consciência de que os impostos são uma dádiva de alguns para todos, e não propriedade colectivizada de um Estado abstracto e gargantuesco.
  • Terceiro ponto: Mariana Mortágua quer ir buscar dinheiro “a quem está a acumular dinheiro”. Eu diria que “acumular dinheiro” tem nomes mais simpáticos, como poupar ou investir. Nem por acaso, dois dos mais graves problemas da economia portuguesa, que não poupa nem investe o suficiente. Também pode ter outro nome: enriquecer. Em tempos, era uma virtude. Parece que agora estão a querer transformá-lo em pecado. Não há aqui nada de novo: os radicais da igualdade acabaram sempre a oprimir a liberdade e os inimigos dos ricos acabaram sempre a fazer mais pobres. Que o PS aprecie este discurso é sintomático. Algo está a mudar na política portuguesa. E não é para melhor.

[João Miguel Tavares]

Mais uma pobreza franciscana: a nossa segunda parte e o árbitro, o jogo todo!

Golo (ilegal) sofrido aos 5 minutos, deixava antever complicações acrescidas. Mas os miúdos lá reagiram e recuperaram. De salientar que no lance do 1º golo, há um penalty clarinho e o algarvio "escolhido" para o jogo fez de conta.

(aqui o juiz de linha viu mas fez de conta)

Uma primeira parte sufocante, mas nem sempre bem esclarecida. Depois, bem depois nem vale a pena falar. Um fracasso total. Mais uma desilusão. Salienta-se contudo uma arbitragem desastrada sempre em prejuízo do FC Porto. Sempre. Esses são os nossos inimigos e alvos a abater, como no longínquo passado dos anos 70. Temos que os amedrontar assim que saem no sorteio... E aos adversários, jamais permitir que, mesmo em nossa casa abusem do jogo violento e da impunidade. Quer queiramos quer não, afinal estamos numa refundação do nosso futebol, por muito que isso nos custe. Não temos SAD activa, não temos comunicação activa e agressiva, por isso só podemos contar com os adeptos, sócios e simpatizantes e fazer o nosso trabalho. O que interessa é ir vencendo. Vencendo sempre, jogando mal ou bem, vencendo sempre.

Nota: para além do fora de jogo, o algarvio que recentemente expulsou, também num jogo com o Boavista um jogador do Porto (num lance idêntico a um anterior de um boavisteiro, mas este sem punição), além de perdoar duas penalidades, permitiu o anti-jogo e a violência (mais uma jornada) sobre os jogadores do Porto sem qualquer punição severa, mas registo o dedo em riste ao miúdo André...
 (aqui o mesmo juiz de linha viu o que não era)

(ao contrário, o jogador do Porto seria expulso)


Leixões: record do ano num só dia!




Coisas de antanho


Festas em Honra de São Miguel Arcanjo – Leça da Palmeira

Realiza-se nos dias 23, 24,  25 e 29 de Setembro, na igreja Matriz de Leça da Palmeira, as festas em honra de S. Miguel Arcanjo, padroeiro da freguesia. Do programa, que se circunscreve à igreja e respectivo adro, constam os habituais momentos musicais, com recurso à “prata-da-casa” e os momentos de maior solenidade e componente religiosa como a majestosa procissão, que sai à rua no domingo à tarde, e as celebrações eucarísticas, nas quais se inclui a do dia 29 – dia de S. Miguel.


PROGRAMA das Festas em Honra de São Miguel Arcanjo:

23 de Setembro (Sexta-feira)
22h00 – Atuação da escola de dança “ATTITUDE
 24 de Setembro (Sábado)
21h30 – Festival de Folclore com a participação dos Grupos:
– Grupo Folclórico de Tregosa (Barcelos)
– Rancho Folclórico da Associação Cultural da Casa do Povo da Livração (Marco de Canaveses)
– Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz (Santo Tirso)
– Rancho Típico da Amorosa (Leça da Palmeira)
 25 de Setembro (Domingo)
15h30 – Eucaristia Solene seguida de Majestosa Procissão
Itinerário: Rua Direita, Rua Óscar da Silva, Av Dr Fernando Aroso, Igreja
22h00 – Atuação do Conjunto Musical “Chama Som“. Durante a atuação, o conjunto promete homenagear Tó Gavina Patrício, elemento do grupo recentemente falecido.

29 de Setembro (Quinta-feira)
21h30 – Eucaristia em Honra de São Miguel Arcanjo



"O Horizonte" por Teresa Salgueiro

Teresa Salgueiro terá disco novo muito em breve. Este trabalho, que recebeu o nome de "O Horizonte", será apresentado em estreia absoluta já no próximo dia 8 de Outubro na Casa da Música. Será um concerto mágico!

Realizado por: Rui Lobato
Filmado por: Óscar Torres e Rui Lobato
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Horizonte
Letra: Teresa Salgueiro
Música: Teresa Salgueiro | Rui Lobato | Óscar Torres | Marlon Valente e Graciano Caldeira
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Horizonte

Ali se eleva o meu canto
É às distâncias que grito
Este delíro, este espanto
Que em tantos dias eu sinto

Pertenço aos montes longínquos
É dali que eu quero ser
Se não for por amar tanto
De que me serve viver?

Aqui me entrego
Entre a Terra e o Céu
Cumpro cantando
Um destino que é meu

E vou pensando
Entre o Céu e a Terra
Guardo, cantando,
Um sonho, uma quimera

Num oceano profundo
Abandono as minhas mágoas
Ando tão longe do mundo
Vou levada pelas águas

É este afinal o encanto
Que determina o meu ser
Se não for por amar tanto
De que me serve viver?

Invasão extraterrestre

Eu não quero um lorpategui a treinar a minha equipa!

Para o treinador Nuno Espírito Santo
De JOSÉ MARIA PEDROTO

"Chegamos aqui depois de uma longa caminhada. Este lugar foi conquistado a custo. Se não formos capazes de o manter, temos de saber olhar para nós próprios e perceber onde erramos." (JM Pedroto em 1980).


"Porque não se pode ter medo do que depende da nossa vontade e se para tal se tornar necessário cortar com o presente, não podemos ter receio de o fazer" (JM Pedroto 1969, após a saída do FC Porto)


" Defendo a rotatividade, mas esta só é possível quando se tem no plantel jogadores que garantam um sistema de jogo equilibrado, que seja, ao mesmo tempo, constante e flexível, capaz de se ajustar às situações de jogo e às necessidades de gestão da época. Mudar por mudar não é promover a rotatividade, é inventar (...)"




A batida perfeita...


Comunicado PSD

A Assembleia da República, por iniciativa do PSD, aprovou uma alteração a 3 de Janeiro de 2013 à Lei 55/2010 prorrogando a redução em 10% até 31 de Dezembro de 2016 da subvenção destinada ao financiamento dos partidos políticos. 
Igualmente, a coberto da referida lei, aprovou ainda a redução em 20%, até 31 de Dezembro de 2016, do montante das subvenções destinadas às campanhas eleitorais bem como ao limite das despesas de campanha eleitoral.
O PSD esclarece que não se revê na posição tornada pública pelo Partido Socialista. Os partidos políticos são fundamentais para a democracia mas devem ser os primeiros a reconhecer a realidade e actuar em função da sociedade em que estão integrados.
Assim, o PSD apresentará uma proposta de alteração à lei do financiamento dos partidos para que os cortes hoje em vigor se tornem permanentes.
O Secretário-Geral do PSD José Matos Rosa
22/09/2016

Olá Outono!


Ódio de classe!


Em Novembro de 1793, quando, na Convenção Nacional Francesa, já declarada a abolição da monarquia e proclamada a Primeira República, se iniciou o julgamento do rei Luis XVI, acusado de “conspiração contra a liberdade pública”, o deputado Louis Saint-Just, com apenas 26 anos, proferiu uma frase que ficou para a História: “Não se pode reinar inocentemente.” E de seguida explicou-se: “Todos os reis são rebeldes e usurpadores.” Todos. Portanto, todos merecem a morte, e esta pré-condenação universal dispensaria até as formalidades de um processo judicial. Na Convenção, Saint-Just depressa se destacou pela violência da linguagem, pela sede de vingança e de sangue; de muito sangue. Adorava a guilhotina, erguida na Praça da Revolução, que no auge do Terror exalava um fedor insuportável a sangue humano – de reis, de aristocratas, de burgueses, de pobres e remediados. Como o Terror acaba por devorar os seus próprios filhos, no dia 10 de Julho de 1794 chegou a vez da execução do próprio Saint-Just, numa leva de 22 jacobinos abrilhantada por Maximilien Robespierre, o “Incorruptível”. (No dia 11, mais 106 robespierristas foram guilhotinados.)

A Grande Revolução Francesa de 1789, de cujas aquisições civilizacionais ainda hoje gozamos, fizera-se em nome da Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Não está em causa a sinceridade dos que a saudaram e apoiaram – aristocratas, dignitários eclesiásticos e plebeus, o chamado “Terceiro Estado”. Porém, os que nos primeiros anos a dirigiram e se foram guerreando e substituindo uns aos outros no Poder, não eram prioritariamente movidos por esses generosos valores humanistas. Para se compreender a que paroxismos de ignomínia e crueldade puderam chegar, é preciso rebuscar as “profundezas antropológicas” do homem, lá onde se albergam emoções e instintos que escapam a um escrutínio racional, e que constituem, em certas circunstâncias, a mais poderosa motivação das acções humanas. Dessa fonte insondável do nosso ser nasce, entre outros sentimentos, o ódio de classe, um ódio arreigado e sequioso de vingança. Na época contemporânea, digamos que desde meados do século XVIII, quando Rousseau descobriu a incarnação do Mal no “burguês”, o ódio de classe, – o ódio aos ricos e ao “burguês” – constituiu o mais inflamável combustível das revoluções do século XX. E, se não é fácil imaginar concretamente que tipo de convulsões ainda há-de produzir no século XXI, o certo é que, apesar da crescente mobilidade e integração das classes sociais, e apesar da imensa melhoria das condições de vida registada nas sociedades capitalistas ocidentais, o ódio de classe está lá, bem vivo, e nem é certo que tenha abrandado. O caso de Mariana Mortágua não passa da ilustração desta vulgar constante histórica.

O percurso ascendente de Mariana Mortágua na época da “geringonça” foi fulminante. Conhecemo-la na Comissão de Inquérito Parlamentar ao caso BES. Bem preparada, inteligente, serena, firme e discreta, a jovem deputada fizera como deve ser o seu trabalho de casa, e deu nas vistas. Ricardo Salgado felicitou-a diante das câmaras pela sua proficiência. Por falta de tempo, não costumo seguir pela televisão os debates parlamentares, mas constou-me que a promissora Mariana começava a ganhar maior protagonismo no hemiciclo de São Bento, embora de algum modo sempre algo ofuscada pela presidente do Bloco, a grande actriz da política portuguesa que dá pelo nome de Catarina Martins. Digamos que houve entre ambas uma fase de empate, que, como todos os empates, alguma vez ou algum dia têm de ser desempatados.

Essa vez ou esse dia já chegou. Mariana começou a crescer, e, muito humanamente, o crescimento foi-lhe subindo à cabeça. Revelou-se, por fim, uma criatura com as mesmas fraquezas de outra qualquer: queria palco, queria espectáculo com muitos espectadores. Afinal, à sua volta, o bacoquismo nacional, propenso ao deslumbramento, já a promovera a génio nunca visto. Pois era preciso que a vissem, que a vissem bem, que vissem a superioridade com que pisava e ocupava o palco nacional; era preciso que se transformasse “no centro disto tudo” (Público, 21.9), numa verdadeira CDT, sem rivais. Mariana foi mudando, foi crescendo até se agigantar diante dos basbaques socialistas que acorreram a vê-la e a ouvi-la numa rentrée organizada pelo PS no passado Sábado em Coimbra.

No palco, sentado ao lado dela, um tal João Galamba sorria de orgulho, por vezes literalmente embevecido. Mariana percebeu que era chegada a oportunidade de consolidar a sua ascendência, a sua importância, a sua saliência, e que para isso tinha de chocar, de escandalizar, porque entre nós o choque e o escândalo, mesmo que pelas piores razões, são sempre admirados como grande coragem. Mariana percebeu que tinha de perder a vergonha e dizer o que lhe ia na alma, embora sem confessar o que lhe ia, e vai nas entranhas: um enorme ódio de classe: Vamos a eles ! Vamos aos ricos ! “A primeira coisa que temos de fazer é perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro.” E a este roubo descarado chamou – “política social” (Público, 21.9). Vamos a isso ! Roubemos todos !

Os “ricos”! Mariana não sabe, não tem mundo para saber o que são e como são os verdadeiros ricos. Mas sabe uma coisa: “Não se pode ser rico inocentemente.” Todos os ricos – todos os ricos mais os que ela, coitada, julga ricos – roubaram, exploraram, espoliaram ou são réus de qualquer crime semelhante. Acabe-se com os ricos – para que se acabe com os pobres! Distribua-se a riqueza dos indivíduos, para melhorar a condição das multidões pobres! Pedir aos trabalhadores que trabalhem mais e melhor? Que ideia tão estúpida! Cita Keynes (de memória), já em 2015: “Não vale a pena as empresas produzirem mais se as pessoas não tiverem dinheiro para comprar a produção.” A invocação do grande economista é de uma extraordinária desonestidade intelectual: Keynes viveu num mundo e pensou para um mundo em que havia fronteiras nacionais, em que vigoravam altas taxas alfandegárias proteccionistas e em que os Estados cunhavam moeda própria à sua vontade. Keynes nasceu em 1883 e morreu em 1946 – muito, muito antes de se iniciar e consolidar o processo de globalização capitalista que define o mundo de hoje. Será plausível, será honesto invocar o seu pensamento de há quase cem anos para caucionar com o seu grande nome uma visão retrógrada e miserabilista de um mundo por ela apregoado como mais próspero e justo? Quem, hoje em dia, a não ser as empresas condenadas a definhar, não produz para exportação?! E quem, senão precisamente os países pequenos, necessita como de pão para a boca dos mercados externos?! A Suécia, a Dinamarca, a Noruega e demais países ricos vivem do mercado interno? Oh, dra. Mariana: mesmo em Portugal, nem toda a gente é imbecil.

Mariana Mortágua, mesmo quando arvora a pose de CDT, ignora a história e não entende o presente: por uma óbvia coincidência, em Portugal há muitos pobres porque há poucos ricos. E onde não há ricos, só há pobres. É só olhar à nossa volta, país a país, e verificar o facto. Vindo ainda a talhe de foice acrescentar que muita da estagnação económica da Europa é apenas o resultado de uma deslocalização das indústrias para longínquas paragens onde, graças à desindustrialização do Ocidente, centenas de milhões de seres humanos saíram da mais extrema miséria – da fome pura e dura. Isso incomoda-nos muito, não é ? Pois, mas é a dra. Mariana que enche a boca com os pobres, com a pobreza, com a justiça social, com a infame desigualdade das nossas sociedades ocidentais. Mas nestas, que importa que haja mais milionários se os pobres se tornarem, como tornam, menos pobres?

Bem sei: os milionários são demasiado “ricos”, e como todos os ricos, grandes ou pequenos, devem ser exterminados. Ódio de classe. Pois bem, pago na mesma moeda: nasci numa família rica graças à indústria de meu Pai, em que desde muito pequena aprendi o valor supremo do trabalho e da honestidade: aprendi a ser uma pessoa de bem. Também aprendi a “acumular dinheiro”!!! Quer dizer, a poupar o necessário para evitar depender de terceiros. Aprendi o valor da independência, condição da liberdade, o meu valor supremo. Aprendi o valor de viver numa sociedade decente, em que a pobreza não seja miséria, em que a igualdade de oportunidades seja garantida e em que o mérito seja premiado. Pago os meus impostos todos, todos e mais alguns, mas não aceito o confisco que a dra. Mariana, por puro ódio de classe e correlativo espírito de vingança, quer impor a quem trabalha, ganha e poupa, ou a quem herda o que os pais ganharam e pouparam. Não quero que o Estado me seja imposto como sócio num negócio privado de família.


Momento de Poesia


É longa a espera neste mar tão triste
Cai a  noite e aqui espero no silêncio
Olho em volta e o mar ameno insiste
Em deixar-me marcas que denuncio
.
Sopra  uma brisa fresca e arrepiante 
Onde nenhum  agasalho  me consola
Meu olhar triste e tão desconfortante
Nesta espera tão longa que me assola
.
Cai a noite e faz frio no meu coração
O silêncio invade meus pensamentos
Que me entristecem, é dura a solidão
.
É longa a espera, quando não chegas
E aqueço minha alma nos momentos
De espera, onde só tu me aconchegas 
****

Como sabemos os socialistas só andam de Clio quando são oposição...

Ferro Rodrigues em transporte VIP a 190 euros por hora

Luxo marca visita do presidente do Parlamento ao Luxemburgo.



Cento e noventa euros por hora é quanto custa o transporte VIP que o presidente da Assembleia da República usou nas suas deslocações no interior da cidade do Luxemburgo, onde esteve nos últimos dois dias em visita oficial.

O atendimento foi assegurado pela BlackCab.Lux VIP. O automóvel colocado ao serviço de Ferro Rodrigues foi um dos modelos mais exclusivos da Mercedes: o Maybach EL02.

O hotel onde esteve hospedado a segunda figura do Estado sublinha o luxo que rodeou esta visita. Trata-se do Royal Hotels & Resorts, considerado o cinco estrelas mais moderno do Luxemburgo.

A diária custa, em média, 300 euros. O pequeno-almoço não está incluído.

Contactado pelo CM sobre os custos desta viagem, o gabinete do presidente da Assembleia esclareceu que “as questões logísticas da deslocação foram sugeridas e financeiramente suportadas pelo Grão-Ducado do Luxemburgo”, uma vez que a visita resultou de um convite do seu homólogo, Mars Di Bartolomeo.

Segundo a mesma fonte, Ferro Rodrigues viajou em classe económica. Hoje parte para Estrasburgo (França), a fim de participar na conferência europeia dos presidentes dos Parlamentos. Está prevista que a deslocação seja feita de comboio.

Entender o socialismo

Chamada perdida


Nick Cave, sempre

Nick Cave & The Bad Seeds, no álbum Skeleton Tree.

Temos um Governo que executa o programa de 15% dos portugueses que votaram no BE e PCP



A isto chama-se coragem


Assaltante e, não esquecer, bombista assassino!





Mulher vai à caça de Pokemons no meio do mato e volta grávida!

Só mesmo no Brasil! Será?
 
Esta mulher resolveu participar no programa "João Kléber Show", para revelar um grande segredo ao marido. Como vais ver, ela diz que saiu para caçar Pokémons no meio da mato, no entanto, durante a aventura algo deu errado... e ficou grávida.

Confere esta história 100% verdadeira, como o apresentador João Kléber já nos habituou... quem não se lembra do "Fiel ou Infiel" da TVI?


Falando de mim


Bernardino Barros. Ponto! Mais nada!

Universo Porto - 19 de Setembro

Trabalhos manuais

FC Porto distribui material desportivo em Moçambique

Treinadores do FC Porto estão em Moçambique para partilhar ideias e distribuir material desportivo, numa colaboração com a organização não governamental para o desenvolvimento Helpo. [Foto: FC Porto]

A propósito do Sócrates


O lucro não é perverso: é a recompensa de quem produz algo que os outros querem comprar

Socialismo vs Capitalismo



Hugo Miguel e o Apito Dourado

Pelo menos os adeptos do FC Porto percebem o que vou dizer.
 
Lembram-se da infâmia e das atitudes persecutórias de que o Futebol Clube do Porto e o seu Presidente foram alvo.
O Apito Dourado foi um processo exclusivamente virado a Norte (que os "impolutos" clubes da cpital centralista e colonial eram incapazes de conversar com árbitros, quanto mais aliciar), um processo levado a cabo por uma "senhora" procuradora cujo marido por acaso era apenas o conselheiro fiscal do presidente de um clube lisboeta (bom conselheiro fiscal, diga-se, que até conseguiu que o seu cliente obtivesse e não pagasse um tostão dos 600 milhões da banca agora falida), um processo que "escolheu" especificamente o FC Porto como alvo a aniquilar.
Apoiado por uma imprensa escatológicamente lisboeta (leia-se merda lisboeta) e por um clube da capital, o boifica de lisboa, que, relembre-se e saliente-se, apoiado no Vitória de Guimarães (não, não esquecemos nem perdoamos, ainda que Pinto da Costa e o FCP agora digam que são amigos)
 
Para os ilustres "torquemadas" lisboetas, bastava um agente desportivo ter estado no mesmo restaurante em que Pinto da Costa tivesse estado para logo ver aí um nexo de causalidade e imputar logo o epíteto de corrupção em forma tentada.
Bastava falar em fruta ou chocolate e daí extrair um código criptográfico para determinar compras e favores.
Bastava uma conversa entre pessoas do meio mesmo que, desde que uma delas fosse do FC Porto, para entender actos de corrupção e aliciamento.
 
Como sabem, TODOS, mas TODOS os processos foram ANIQUILADOS pelos tribunais. Nem uma acusação foi lavarada! Curiosamente, todos os tribunais que julgaram eram de lisboa e todos desconsideraram as "supostas e inequívocas provas de corrupção". E ao contrário do que ainda hoje insistem os bois lisboetas, não foi porque as "escutas" telefónicas não tivessem sido consideradas: foi porque as matérias eram tão ridículas e as provas inexistentes, que qualquer causídico recem formado não teria dificuldades em vencer o caso.
 
  • Depois deste vergonheoso folhetim, que a montanha pariu, assistimos a um vice-presidente do sporting-not-lisbon a meter dinheiro na conta de árbitros - isso sim CORRUPÇÃO NA FORMA TENTADA - , mas o clube foi de imediato desresponsabilizado pela generalidade da imprensa, "que não, ele fazia aquilo em nome particular", que nada tinha relação com o clube lisboeta. Não apareceu nenhuma procuradora justiceira e a "justiça" lisboeta arquivou a coisa. Vão à puta que os pariu, digo eu, neste maravilhoso vernáculo portuense aqui tão bem aplicado.
  • Depois disso tivemos conhecimento de milhares de euros pagos em barda pelo clube dos porcos encornados aos árbitros e observadores da Liga de Clubes. Eram jantares e outras ofertas via 'kit-do-moçambicano'. Ofertas generosas mas imaculadas que apenas registavem uma cortesia.  Um jornal espanhol falavam em centenas de milhares de euros!!! Aconteceu alguma coisa? Uma pequenina suspeita? NÃO! e por isso eu repito: Vão à puta que os pariu, neste maravilhoso vernáculo portuense aqui tão bem aplicado.
Nesta altura perguntam vocês: e então onde aparece aqui o Hugo Miguel?
 

CII não vê incompatibilidade na profissão do árbitro Hugo Miguel

Juiz lisboeta é agente da marca desportiva que equipa o Sporting


 
 
Foi este o último sacana que apitou esta época o FC Porto. Se é agente da marca que equipa o sporting vão dizer-me que jamais falou com dirigentes do sporting? Este foi o quinto árbitro em 5 jornadas a prejudicar o FC Porto, fechando os olhos a inúmeras situações de jogo violento sem que a punição tenha sido efectivamente aplicada. O adversário do do FC Porto conseguiu acabar com 11 jogadores!
Depois das teorias de conspiração e das acções persecutórias contra o FC Porto e o seu Presidente, ninguém vê qualquer mal ou de errado naquilo que são EFECTIVOS ACTOS DE CORRUPÇÃO EM QUE A JUSTIÇA, PELO MENOS DESPORTIVA, DEVERIA ACTUAR E PUNIR.
Por isso apenas digo, recorrendo uma vez mais ao excelente vernacular portuense, VÃO-SE FODER!

Tondela: pode-se jogar mal, muito mal, mas um penalty é um penalty, excepto...

REGRA ÚNICA:  Não será assinalado se o beneficiado for o FC Porto!


(reparem que os jogadores do Tondela olham para o árbitro pensando que ele vai marcar)

A primeira regra é não dizer mentiras (dizia o biltre)

Sócrates é convidado em Universidade de Verão do PS Lisboa



Ainda há idiotas que o defendem, apoiam e escutam!


Os imbecis que nos governam (...) e os idiotas que os aclamam


Ultimamente, não consigo escrever um texto bom no Blasfémias. Digo-o com toda a sinceridade. Os imbecis que nos governam, os toscos que os apoiam, o rol de idiotas chapados com formação académica que os aclamam e os média, que os tratam sem insultarem as respectivas mães – culpadas, certamente, por amamentarem estas criaturas até ao doutoramento -, geram uma tristeza tão contagiosa, açambarcadora e deprimente que suga qualquer hipótese de humor sobre toda a tragédia que é o Portugal do século XXI.
Nestas alturas, só regressando ao país real, longe do Porto, longe de Lisboa – ou a 30 km, que já é suficiente para arejar -, posso encontrar o português honrado, aquele que não aparece a comentar esta corja toda com paninhos quentes relativistas, o filtro descrito por Taleb no artigo “The Intellectual Yet Idiot”. No país real também há ladrões, também há putas, também há violadores: só não são é aceites e justificados perante a comunidade como pertencendo ao rol da gente de honra.
Para já, esses estão calados. Se continuarem a ser provocados, com ameaças ao espólio de décadas de árduo trabalho, a honra virá ao de cima. É que, se o pai da Mariana Mortágua podia disparar uns tiros a inocentes e ainda assim ser condecorado por Sampaio, estes acabarão condecorados pela comunidade real. E, para que conste, Mariana, essa motorizada é sul-coreana, sua burra, não é norte-coreana. É de uma empresa de capitalistas daqueles que empregam uma dezena de milhar de pessoas. É uma motorizada fabricada por um dos teus alvos a abater, abécula.
Vitor Cunha, in Blasfémias