Terça-feira, Novembro 10

O polvo político lusitano no seu esplendor


De que estavam os ainda crentes há espera?
Por outro lado, não acham um bocadinho estranho que o tão "amado" líder Sócrates apareça ligado a tantos escândalos e que deles saia sempre "ajudado" por zelosos funcionários públicos do ministério público? Não é igualmente estranho que só agora, depois das eleições, apareçam tantos "frutos" socialistas podres? Há, verdade, claro que estão inocentes, até prova em contrário. O facto de já sabermos o veredicto é só um pormenor. O poder é trampa e quem dele vive deveria passar pelo chumbo insurdecedor da nossa repulsa...

Segunda-feira, Novembro 9

FCPorto: viciados na mediocridade


O que se passa? Será esta a pior equipa dos últimos anos? E o treinador? O que tem na cabeça? E os jogadores? Ainda querem vencer? E a atitude? Que desilusão! Será que ainda podem jogar pior?

Domingo, Novembro 8

A crise do Norte (*)

(*) Alexandra Figueira e Carla Soares in JN
Passam os anos e o discurso mantém-se: o Norte perde riqueza, perde poder e perde voz. E, com, isso, perde o país
Vamos ver se, na saída da crise, o Norte retoma um ciclo de crescimento". A crise estará para acabar, mas os sinais que vamos tendo mostram que o desejo de Carlos Lage poderá muito bem não ser cumprido. Mais desemprego, menos exportações, líderes divididos entre a contestação ao centralismo e a necessidade de continuar a receber favores desse mesmo centro, a romaria generalizada para Lisboa, cada vez mais poderosa e rica, face a um Norte que, tudo indica, continua a perder terreno.
É um problema só do Norte? Ou o desequilíbrio entre as sete regiões portuguesas é uma das razões pelas quais, ainda hoje, décadas e muitos milhares de milhões de euros depois, os índices de desenvolvimento de Portugal face à Europa são vergonhosos? O próprio ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, disse que "o país precisa do Norte".
As perguntas apelam a uma reflexão sobre a coesão regional ou a aposta numa região (Lisboa) que "arraste" todas as outras, seguindo a lógica do "superior benefício da Nação", como ironiza Braga da Cruz.
Ou uma terceira via, proposta pela OCDE, num documento de 2007, quando o país desenhava uma nova política regional, por imposição da União Europeia, de forma a receber o último grande pacote de ajudas financeiras comunitárias. Dizia a organização dos 30 países mais desenvolvidos que não é obrigatório ter que escolher uma daquelas duas vias. Pelo contrário, que os países devem apostar em todas as regiões, precisamente para potenciar o crescimento da nação no seu todo. Já na altura, segundo a OCDE, Portugal era o segundo país mais centralista do "clube", a seguir à França, mas admitia que a política regional então desenhada poderia vir a fazer de Portugal um exemplo de desenvolvimento a seguir por todos.
Anos passados, o que aconteceu a esse modelo? Ouvindo o que têm a dizer vários dirigentes, líderes, pessoas de relevo de toda a região Norte, o cenário é mais negro do que o admitido pela OCDE.
Em 2007, o Norte surpreendeu ao conseguir as primeiras boas notícias económicas em muito tempo: um crescimento ligeiramente acima do resto do país, que permitiria recuperar algum do muito terreno perdido nas últimas décadas. Mas, logo depois, a crise voltou a pintar a região de negro. Hoje, o desemprego está em níveis recorde e a quebra das exportações foi um golpe duro para as empresas, sobretudo as nortenhas. Dois anos passados, nada garante que o início daquele dinamismo económico tenha ganho raízes suficientes para medrar. Ou, em alternativa, que as deficiências estruturais da região se mantenham e voltem a servir de lastro a um Norte que não se consegue manter à tona de água.
Hoje, a larga maioria dos trabalhadores continua sem qualificações, as empresas permanecem em boa parte agarradas a formas de fazer as coisas arcaicas, o grosso dos produtos que saem das fábricas não têm nem a qualidade para combater os de regiões mais desenvolvidas nem o preço para vencer os que vêm do Extremo Oriente.
Ou seja, o global da região continua a ter a mesma fraqueza que a impede de se afirmar: a incapacidade em vender no estrangeiro, como tem dito repetidas vezes o presidente da Cotec, Daniel Bessa.
Até no que toca a indicadores de bem-estar a região aparece muito mal no retrato. Veja-se, só a título de exemplo, os cuidados médicos. No ano passado, o país tinha uma média de 3,7 médicos por mil habitantes. Mesmo esquecendo a média de 5,3 ostentada por Lisboa e arredores, o Norte até se enquadrava dentro do panorama geral, com uma média de 3,4 médicos. Mas o número é enganador, porque a região é tudo menos homogénea. Se o Porto exibe uma média de seis médicos e meio por mil habitantes, já as restantes zonas da região têm números indignos de um país da União Europeia: o Ave tem um rácio de 1,6 e o Tâmega não chega sequer a ter um médico por mil habitantes. A falta de equilíbrio dentro da própria região é, aliás, notória.
Indicadores de bem-estar como os relativos a cuidados médicos são reflexo directo da capacidade de uma comunidade de criar e gerir riqueza, neste caso a comunidade do Norte. O problema, insistem tantas vozes da região, é que cria pouca riqueza e gere ainda menos, já que os centros de competência que lhe permitiriam fazê-lo continuam a rumar para Lisboa, cuja força de gravidade actua como um íman poderoso sobre empresas, conhecimento e mais valias. Dito de outra forma, o centralismo, que recua até ao tempo do Império, tornou-se de tal forma "um vício" que as pessoas "acabam por lhe reconhecer legitimidade", diz Braga da Cruz, presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho.
A denúncia do centralismo está a transformar-se numa "crescente irritação face ao exercício do poder, quase rotineiro, a partir de Lisboa", de que fala Carlos Lage, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). E as oportunidades para o fazer multiplicam-se. É o caso recente da decisão política de instalar em Lisboa os gestores dos fundos comunitários, apesar de as verbas para os pagar saírem dos fundos destinados às regiões mais pobres e de todos os seus interlocutores se encontrarem no Norte, no Centro e no Alentejo, lembra Luís Ramos, especialista em desenvolvimento regional.
Os exemplos são inúmeros e têm dado espaço a cada vez mais denúncias da excessiva concentração de poder e à reclamação de maiores competências e autonomia regional. Insuspeita, a OCDE, que reúne os 30 países mais ricos do mundo, é uma dessas vozes. Em 2007, um estudo sobre Portugal concluía que o país é o segundo mais centralizado no seu "clube", a seguir à França e elogiava o esforço feito pelo Governo de criar políticas de desenvolvimento regional, apesar de afirmar que só existiam porque a União Europeia assim exigia, a troco de 21,5 mil milhões de euros para desenvolver as regiões.
A OCDE reconhece que o Governo criou estruturas representativas nas cinco regiões. "Tal como é demonstrado pelo exemplo de França (…) este tipo de escolha organizacional ajuda a assegurar coerência à política regional, mas deixa pouco espaço para a integração de conhecimento local específico" - precisamente um factor que entende ser imprescindível ao bom desenvolvimento regional.
O estudo, publicado em 2008, terminava dizendo que o empenho dos agentes regionais na transformação da estrutura do Norte era fundamental para que as medidas tomadas em papel tivessem impacto real. Dois anos passados, o que dizem esses mesmos agentes regionais? Que o centralismo continua a aumentar e, em muitos casos, que desconcentrar competências públicas não chega, apelando a uma verdadeira descentralização, possível só mediante a criação de regiões administrativas eleitas pelo povo.
Hoje, no início de uma nova legislatura, contudo, os defensores desta reforma não podem estar seguros que seja desta que a regionalização avança. Pelo contrário. Não há unanimidade de opiniões dentro do partido do Governo, quanto mais entre as cinco forças presentes no Parlamento. Dentro do PS, a reforma já está a ser atirada para lá das eleições presidenciais e o líder parlamentar socialista, Francisco Assis, nem sequer arrisca assumir um compromisso de que será feita nesta legislatura. É certo que a regionalização consta do programa deste segundo governo de José Sócrates. Mas já constava do anterior, até com maior entusiasmo, e continuou enterrada numa gaveta.

Sábado, Outubro 31

Empate em casa

Surpreendido? Não!
Depois de assistir a jogos tão fracos, em que se perderam largos minutos sem rematar, sem criar perigo, sem jogadas que mereçam aplauso, lá no fundo pensava que a trampa que ontem assistimos pudesse vir a acontercer.
Não entendo, sinceramente, que aqueles tipos não aprendam com as lições. Parece que fazem parte do mundo de mentecaptos que para aí polulam.
Ontem, percebi porque deixei o meu lugar cativo (e era-o desde 1976) no estádio. Umas equipas vêm só defender, fazer anti-jogo, e, às vezes, num bambúrrio de sorte, lá marcavam o seu golito e depois era um "ai que me vou". Outras vezes era uma gritante falta de atitude, de respeito mesmo, da minha equipa. Displicentes, com a ideia que "o golo acabará por surgir", lá se arrastavam 45, 60 minutos, e depois num fogacho de honra, lá caía a vitória.
Ontem, depois do jogo com o Apoel, e principalmente do jogo com a Académica, sempre julguei que a entrada em campo seria a 100% de atitude e garra. Até porque os adversários directos jogavam entre si e poderia daí advir algum proveito. Mas não. E o desfecho triste lá aconteceu.
Já prometera aqui não criticar o treinador. Afinal ganhou campeonato e taça. Não vou, portanto, voltar com a palavra atrás. Resigno-me. Estou cansado. Alguém que lute por mim.

Terça-feira, Outubro 27

O benfica e a anti-dopagem (leia-se o CNAD)

Todos nos recordamos dos inúmeros casos, muito recentes, de jogadores do benfica nas várias modalidades, apanhados em controlos anti-doping, acusando produtos proíbidos.
De todos os casos o clube lisboeta sempre se insurgir, "que não senhor", é tudo uma cabala, uma perseguição ao "mais melhor bom clube de ... lisboa".
Inclusivé os dirigentes do clube da 2ª circular exigiram a demissão dos representantes do Conselho Nacional Antidopagem (CNAD), por entender que os técnicos daquele organismo cometeram irregularidades científicas no caso de doping que envolveu o futebolista Nuno Assis, suspenso da actividade por seis meses... Vejam lá a sapiência desta gente: erros científicos!!! Inclusivé, e naquilo que já pode considerar-se um clássico, queixaram-se à UEFA que a rapaziada do lisboeta CNAD não eram cientista e eles, benfica, já haviam conquistado 3 títulos mundiais de "cientificus-dopus"...
Pois bem, ontem fiquei muito quietinho a ver a forma como aqueles rapazes de jersey vermelho se comportavam. Fiquei maravilhado. É que ninguém pára mesmo o benfica. Seja aos 2, seja aos 90 minutos aquela rapaziada corre que nem chitas ou gazelas. é fantástico! Jesus sabia da poda, ao afirmar que com eles os jogadores lampiões correriam o dobro. Pudera! Ele já o tinha feito em Felgueiras... Aquela 1ª volta do Felgueira tinha sido de sonho. A rapaziada de então corria que se fartava. Depois, a coisa de tão espremida começou a falhar e foi-se a excelência. Pelo meio, um moço que aqui já dei a conhecer num post anterior, foi apanhado nas teias do doping. E teve a assombrada expressão de afirmar que Jesus sabia de tudo. Ó pois não sabia. Sabia e sabe-a toda...
Depois fiquei a pensar: então o ano passado quantas visitinhas fez o CNAD ao FCPorto ? Muitas. Creio mesmo que a primeira foi logo na pré-época... E este ano? Quantas já fez ao benfica?
Então aqueles moços correm tanto, mas tanto mesmo, e os rapazes do CNAD não aparecem no Seixal? Estão inibidos pela "força" do benfica? Têm medo de mais uma queixa à UEFA?
Uma coisa é certa: reparem nas expressões faciais da rapaziada do benfica, quer durante quer no fim dos jogos. Aquilo não é só futebol, não senhor. Será colombiano o médico do benfica?
É por isso que, ao contrário de alguns, não tenho inquietude nem medo. Aquilo vai cair de maduro, até porque os pneus também se gastam... Aquela linha branca, não sei se sabem...

Não fui eu que disse...

Com o 1-0, Jorge Jesus libertou a tensão e festejou de forma efusiva, algo que viria a repetir no 2-1, mas desta feita lançando várias bocas ao árbitro assistente de Vasco Santos Alexandre Freitas. Manuel Machado, por sua vez, não escondeu a frustração pela forma como a equipa sofreu o 4-1, queixando-se ao quarto árbitro, Luís Reforço, de uma falta sobre Ruben Micael, que ficou deitado no chão. No momento do quarto golo, Jesus mandou Ruben levantar-se e não perdeu a oportunidade de picar o inimigo Machado, fazendo um gesto com a mão para o banco do Nacional mostrando quatro dedos... (in Record)
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Há muitos programas em Portugal que analisam os jogos. Quando estamos em campo e vemos aquilo que se passa, é muito complicado. Temos de estar preparados para isto. Vejam o que se passou ao intervalo no túnel. Há várias câmaras", reforçou o jogador, em declarações à Sport TV. (by Ruben Micael)
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Patacas: «Jesus faltou-nos ao respeito»
"É de lamentar aquilo que o treinador do Benfica fez no decorrer da partida [n.d.r. durante os festejos do quarto golo da equipa festejou com gestos para o banco alvinegro]. Fiquei magoado com aquela atitude, conheço bem o trabalho que Jorge Jesus fez noutras equipas, mas para se andar no futebol é preciso ter alguma humildade. O que o treinador do Benfica fez foi uma verdadeira falta de respeito pelo Nacional. Como já disse, fiquei bastante magoado. As pessoas têm de lembrar-se que por vezes estamos no céu mas depois voltamos à terra. É preciso ter respeito pelos outros e também algum fair play", afirmou o capitão do Nacional no final do encontro (Patacas, capitão do Nacional)
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Rui Alves: «Passar por cima disto em país de rafeiros»
O encontro terminou com palavras nada simpáticas, por parte de Manuel Machado e Rui Alves. O líder do Nacional, ao evitar comentar os incidentes ao intervalo, deixou escapar:"Apesar de este ser um país de rafeiros, o presidente de um clube tem de passar por cima destas coisas."
A tensão estava dentro e fora de campo. Ao intervalo, Luisão e Cléber saíram "picados" e Jesus, ao empurrar o nacionalista, acabou por incendiar ainda mais os ânimos, registando-se azeda troca de palavras e empurrões entre os elementos das duas equipas.
Mais tarde, após o 4.º golo, Jesus exibiu os quatro dedos na direção do banco dos madeirenses. O técnico benfiquista e Machado não morrem de amores e no final nem se cumprimentaram, apesar de terem estado muito próximos. (Rui Alves, Presidente do Nacional)

Futebol: Liga de Clubes e a farsa

Os amigos, simpatizantes, sócios, accionistas do FCPorto estão recordados da vergonhosa perseguição movida pela Liga de Clubes, mais concretamente pelos assalariados do benfica, ao Clube Campeão Nacional, FCPorto.
Utilizando provas forjadas, mesmo à revelia da constituição, urdiram uma manobra para derrotar na secretaria o mais vitorioso clube de Portugal.
Disseram-nos que nem só escutas telefónicas tinham servido de base à "sua encomendada" condenação. Certo é que até hoje, apesar de ter escrito várias vezes aquele antro benfiquista no Porto a solicitar essas provas, nada obtive.
Hoje, mesmo depois de vários tribunais terem ilibado o seu Presidente e o Clube, jamais houve um retrocesso no castigo, jamais um pedido de desculpas.
Pois bem, vem este post falar na recente ilibação promovida pela tal "faz-de-conta-justiça da tal liga de clubes, a Filipe Vieira e ao Benfica no que concerne às inúmeras provas apresentadas pelo DIAP.
Relembro que essas provas demonstraram que aqueles salafrários terão promovido ajuda às claques do benfica para o seu negócio: tráfico de droga (não percebemos se nos pneus do outro de alverca), tendo chegado mesmo Luís Filipe Vieira a pedir à PSP para « facilitar » com a claque No Name Boys ... Está lá tudo no relatório do DIAP.
Mas o que fez a Liga???? Ignorou pura e simplesmente tais provas documentadas e verificáveis sob o argumento de tal seria impossível. O Vieira e o Benfica são anjos que jamais fariam tal coisa.
Claro que se esqueceram que as instalações das claques até ficam dentro do próprio estádio-pago-pela-epul, e que dentro delas a polícia encontrou armas e drogas... Mas que diabo, afinal o livro da carolina é que era verdadeiro e transparente. Assim, o ricardinho assalariado lá fez mais um trabalhinho, ou seja, "estão a trabalhar por outro lado", não sei se percebem...

Túnel da Luz

Dizem que está a ficar mais perigoso passar no túnel do estádio-pago-pela-epul do que na escura amadora...

A RDP e a escolha facciosa das notícias

Antena 1 é um canal da RDP.
Nacionalizada. Do Estado. Do partido socialista no poder.
As suas escolhas para os noticiários são sempre discutíveis. Não se admite é que brinquem com o "tal país", aquele que não conseguem adivinhar do seu postigo lisboeta.
Hoje pela manhã, esperava que a abertura dos noticiários desse destaque a mais uma vergonha que se passa no país colonizado por lisboa: a fome.
Segundo um inquérito alimentar realizado pela Deco foi revelada a existência de pelo menos 40 mil idosos em Portugal sem dinheiro para comer e que o custo dos alimentos é uma das razões para estas pessoas não consumirem alimentos mais saudáveis. Portanto, mais um sucesso do Sr. Sousa, também conhecido por pinócrates...
Mas não: a escolha recaiu na "gloriosa" ascenção de um clube da capital ao primeiro lugar (não isolado). Teceram-se os mais rasgados elogios ao feito. Das queixas do adversário nada. Mesmo quando se percebeu que aquele túnel-do-estádio-pago-pela-epul começa a ficar mais perigoso que uma passagem pela escura amadora... Curioso foi ouvir a locutora de serviço dizer que o treinador adversário do clube de lisboa ter dito que a "2ª parte foi estranha".
Lembro-me perfeitamente de uma ou outra ocasião, só porque um treinador adversário do FCPorto criticar um fora-de-jogo, a locutora de serviço da RDP falar em "arbitragem influenciadora"...
Concluindo: mais do mesmo....

Quinta-feira, Outubro 22

Os lambe botas do costume

Está escolhido o (Novo) Velho Governo lisboeta:
Sejam eles quem forem, lisboa continuará a roubar o país.
Mais nada!

História: o menino

Sérgio Oliveira:

que os deuses da fortuna te acompanhem...

Sócrates 0 - Liberdade 2

O TIC mandou arquivar o processo que José Sócrates moveu contra João Miguel Tavares

Pela segunda vez, José Sócrates não obteve junto da Justiça uma decisão favorável ao processo que apresentou contra o colunista do “Diário de Notícias” João Miguel Tavares(…)

Na primeira vez que o caso foi levado a tribunal, o Ministério Público decidiu arquivar o processo. Na segunda vez que José Sócrates insistiu na queixa, a resposta foi também o arquivamento. Para o juiz do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa que analisou o caso, o artigo em causa pode ser crítico quanto ao político mas é também uma “manifestação legítima de uma opinião”, como cita o DN.(…)

Apesar dos argumentos apresentados por Sócrates, Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa realçou a questão da “liberdade de expressão”, que prevê a “possibilidade de poder questionar as acções e opções políticas de um político”. Para o juiz de instrução criminal, “é também neste tipo de situações que o direito à honra tem de ceder em prol da liberdade de expressão”. Assim, o tribunal considerou que o artigo em causa é um texto que “se encontra plenamente inserido no exercício da liberdade de expressão”.

Está de volta: a "campanha negra"

Público

A TVI divulgou no Jornal Nacional, um fax trocado entre administradores do Freeport, no qual é feita uma referência explícita a um suborno de dois milhões de libras (três milhões e duzentos mil euros).(…)

Os efeitos dos acontecimentos do fim-de-semana, com os revezes sofridos pelo PS, nomeadamente nas eleições autárquicas, incluindo Lisboa, e a demissão do Governo de Guterres significam que Sócrates deixou de ser Ministro do Ambiente e que vai haver um compasso de espera de quatro ou cinco meses até que for eleito um novo Governo e nomeado um novo Ministro”, escreve Payne a Rick Dattani, que, por sua vez, reenvia o texto para um outro administrador, Jonathan Rawnsley.

É Dattani quem acrescenta ao texto anotações manuscritas e que refere explicitamente a existência de subornos no valor total de dois milhões de libras: “Jonathan, este é o fulano [Payne] que me telefonou e sabe do suborno de 2 milhões de libras, sublinhei algumas partes interessantes a partir do ponto 4. Se o parlamento é dissolvido até às eleições, o Secretário de Estado não pode aprovar nem rejeitar nada.”

O ditador venezuelano é um traste

Hugo Chavez ficou bastante aborrecido por ter tido necessidade de pedir permissão aos donos do Margarita Hilton para aí poder realizar a cimeira Afro-Sulamericana pelo que decidiu expropriá-lo. Aqui está, a “democracia” bolivariana no seu melhor...

Saramago pode não gostar de Deus, mas Deus ama Saramago!

Saramago: para começo de conversa, ninguém pode esquecer que estamos a falar de um velho e encardido comunista-estalinista, que usou e abusou das purgas esquerdoide nos tempos do PREC. Certamente muitos dos que trabalharam no lisboeta Diário de Notícias sentiram na pela a sua "gentileza" aquando de vários saneamentos que este "agora democrata" perpretou.
Depois, quero afirmar que jamais li uma obra sua. E não estou arrependido. Parece ser moda dizer bem da sua literatura. Moda, certamente, pois muitos falam de uma obra sem vírgulas, sem pontuação... e dizem não perceber nada, mas dizem bem só porque é ... intelectualmente giro. Pior só aquele filme sem imagem, creio que a Branca de Neve era o seu nome...
Pelo meio, quero também dizer que os seus palpites são tão permitidos como outros quaisquer. Afinal isto não é um país muçulmano e ele, quando fala em crueldade, maus feitos, más práticas fá-lo, como disse atrás, com conhecimento de causa.
No resto é um infeliz e um cobarde, porque só pretende atacar a Bíblia, e lógicamente os milhões que a leram e a compreendem. Sabe que esses podem discordar da sua opinião ou até tentar entendê-la, mas não lhe fazem mal. É pois, cobarde. Falasse ele do Corão nos mesmos termos e teria um exército de fanáticos a persegui-lo! Mas não, é o próprio que diz: "Não tenho a intenção de abordar o Corão, tenho mais que fazer". Mas aí é que o infeliz Saramago mostra a sua falta de cultura e de coragem. Porque o Corão é um livro igualmente (ou ainda mais) interessante, e até está cheio de apelos à violência contra os que não o seguem (ou não fosse ele usado à letra pelos terroristas que ameaçam o mundo livre e inteligente). Mereceria, pois, o Corão, um romance do estalinsita...
Quanto à Bíblia em si, vejam só o que ele diz: «Li a Bíblia, não toda, mas li».
Ou seja, não leu quase nada, mas o pouco que leu deu-lhe bagagem para zurzir naquilo que está lá escrito, deu-lhe capacidade para desenvolver ideias sobre um Deus cujas decisões não compreende. «O Deus da Bíblia não é de fiar». Torna-se óbvio que ler partes da Bíblia sem estar imbuído do seu espírito dificulta a compreensão. E quando não há vontade de compreender… saem estas palermices. Perante isto, torna-se claro que o bacano estalinista não pode desenvolver uma tese sobre o contexto histórico e funcional dos textos que compõem o Antigo Testamento e sobre cultura hebraica antiga.
Eventualmente, para algumas mentes, a Bíblia é capaz de ser demasiado avançada para poder ser entendida, apesar de ser “demasiado simples”. Deus aceitava as ofertas de Abel porque este o adorava enquanto Caim se limitava ao simples cumprimento de um ritual. Ou seja, Deus não aceita as pessoas por causa de suas ofertas e sacrifícios, e sim, pela sua fé em Deus, o melhor dos sacrifícios. Simplesmente a essência do Cristianismo. Não compreender isto...

Na abordagem ao assunto, num noticiário de uma televisão sulista
, um frade expressou a frase que faz o título deste post:
- Saramago pode não gostar de Deus, mas Deus ama Saramago!
Somente o poder do Amor pode restaurar e mudar vidas. Mas nem Deus tem o poder de fazer com que alguém O ame. E é essa maravilhosa liberdade de Deus. Só O ama quem deseja amá-Lo. Temos a liberdade de O amar ou rejeitar. E cada um é responsável por essa escolha diante do Deus vivo. Ainda assim, Ele sempre ama o pecador...

Mel Gibson de regresso à 7ª arte

Edge of Darkness
de Martin Campbell
Contracenando com Ray Winstone, o carismático Gibson representa um pai que procura a vingança pela morte da sua filha...

Sexta-feira, Outubro 16

Joe Berardo e o BCP: "pelo peixe morre a boca"


Nova Legislatura: pópós novos?

Estes são algumas das mordomias republicanas. Acham que merecem? video