Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a corrupçao, o centralismo e colonialismo lisboeta!

Momento Musical

Eis um árbitro corrupto que se sente coagido e assustado quando se reconhece na tv.


 

Francisco J. Marques dixit (e bem)

 DAQUI

Prossigo hoje com outra das coisas que não nos dizem, que também abordei na AG e é a quebra abrupta da força e do prestígio internacional do FC Porto. PdC entregou o FC Porto em 18º lugar do ranking da UEFA e qualificado para o Mundial de Clubes (mais os 18,6 milhões de euros de receita). O que aconteceu depois disso foi uma participação vergonhosa, sem uma única vitória, no Mundial de Clubes e a queda para o 28.º lugar no ranking da UEFA e a primeira vez desde 1977/78 que estamos na terceira posição entre as equipas nacionais.


Sim, desde há 48 anos que o Sporting não estava à nossa frente, o que aconteceu agora consequência de na época passada termos terminado na 63.ª posição, com 9,750 pontos, os mesmos do APOEL Nicosia e atrás de colossos como o Shamrock Rovers ou o Jagiellonia Bialystok – este ano e para já ocupamos uma modesta 49.ª posição, atrás do Braga, do Benfica e do Sporting, mas com a expetativa de galgar muitas posições nas próximas jornadas – parece impossível, mas os pontos das pré-eliminatórias e uma simples vitória na fase liga mais o bónus por se ter qualificado permitem que o Benfica ainda esteja à nossa frente no ranking só desta época.

Mas o pior é não nos dizerem que em 2029, quando for disputada a segunda edição do Mundial de Clubes, que até se fala que pode ser organizada pela Espanha, Portugal e Marrocos, numa espécie de ensaio para o mundial de seleções do ano seguinte, não vamos participar e corremos o risco de ver o Benfica ou o Sporting, ou até os dois, no nosso lugar. Sinceramente, na minha modesta opinião isto não é um pormenor, isto é o FC Porto a muito depressa abandonar a elite do futebol mundial onde chegou com muito esforço e sacrifício e a ser substituído pelos nossos rivais. Não, não está tudo bem, há muita coisa mal, muita coisa pior do que estava, em especial no plano desportivo, que é a razão de existir do FC Porto, como mais uma vez demonstro com factos, não com propaganda ou discurso da treta. Enquanto se desenterra e enterra o machado com o Sporting, passando uma imagem de fraqueza, pois foi Varandas quem lançou a primeira pedra, enquanto se perseguem sócios que erraram, mas não deviam ser pura e simplesmente excluídos (há outras formas menos definitivas de castigar), porque isso só aumenta o sentimento de divisão, vemos os outros a somar pontos no caminho por ranking. Faltam quatro anos e já sabemos que a nossa única chance de participar é ganhar a Champions na primavera de 2027, ou de 2028, o que parece ser irrealista – a explicação é um pouco complexa, o período de classificação vai da época passada à época 27/28, na Europa o único já qualificado é o PSG, por ter sido campeão europeu em 24/25, mas se alguém tem dúvidas basta procurar na internet (se for mesmo preciso eu explico). Quando falei disto na AG fiquei com a sensação que a direção do FC Porto desconhecia, ou então fingiu desconhecer. Não sei, só eles poderão dizer, mas sei que ainda há menos de dois meses no editorial da revista Dragões o presidente André Villas-Boas mostrou um desconhecimento completo sobre estas matérias, como demonstra o trecho a seguir: “Depois de sermos ultrapassados pelos Países Baixos no ranking de coeficientes dos países da UEFA, vemos a Bélgica aproximar-se rápida e perigosamente. A nossa Liga enfrenta o risco real de manter o pobre lugar que ocupa ou até de perder mais um, o que acarretaria consequências graves para todo o futebol nacional. Se a Bélgica ultrapassar Portugal, apenas o campeão nacional participará na principal competição europeia comprometendo receitas financeiras fundamentais para a sustentabilidade dos clubes...” Portugal está neste momento em sétimo, o que está longe de ser um lugar pobre, e pode apurar para a Liga dos Campeões dois clubes, o campeão diretamente e o vice-campeão pelas pré-eliminatórias e play-off. Se cair para o oitavo lugar, como é muito provável que aconteça já na próxima época, Portugal continuará a ter exatamente as mesmas equipas na Liga dos Campeões. Ou seja, é falso o que AVB escreveu e bastava ao presidente do FC Porto ter constatado que a Bélgica está atualmente em oitavo lugar e tem na presente Liga dos Campeões o Saint-Gilloise e o Club Brugge para evitar uma calinada destas. Acresce que a queda de Portugal no ranking deve-se mais ao FC Porto do que a qualquer outro clube, porque é o FC Porto que caiu abruptamente de rendimento.
PS: Estas minhas reflexões baseiam-se sempre em factos, em dados oficiais. Todas as discordâncias são aceitáveis, desde que fundamentadas. Os tolinhos incapazes de raciocinar, mas não resistem a comentários insultuosos levarão block.



Momento Musical

Francisco J. Marques: as comissões do Pinóquio e outras coisas graves


DAQUI

Na AG de ontem tive duas intervenções. A primeira, apelando ao presidente Villas-Boas para deixar de contribuir para o divisionismo e que já comentei em tweet anterior. A segunda, foi sobre o que não nos dizem, até por contraponto com o que dizem sobre os antecessores. Porque no discurso oral é sempre mais difícil de comprovar, vou deixar aqui os dados que apresentei na AG e que se baseiam exclusivamente em números publicados pela atual direção.

Apesar de ter diabolizado o pagamento de comissões, apesar de ter feito uma auditoria que batizaram de forense com um extenso capítulo só dedicado às comissões, a direção omite-nos que afinal está a pagar mais comissões do que a direção anterior.
Vamos aos dados: segundo a auditoria promovida pela direção de AVB, o FC Porto pagou durante o último mandato de PdC um total de 61,317 milhões de euros em comissões. Ou seja, em oito mercados, verão e inverno, durante os quatro anos do último mandato foram contratualizadas comissões de mais de 60 milhões de euros, à média de 7,6 milhões por mercado.
A nova direção, de AVB, pagou desde que assumiu os destinos do FC Porto um total de 28,117 milhões de euros em comissões, segundo os dados publicados no Portal da Transparência, sendo que contabilizei os valores da comissão de gestão da primeira época duas vezes, pois essas comissões são pagas anualmente e no portal da transparência só consta a do primeiro ano (habilidade para fazer parecer que as comissões são mais baixas do que são na realidade). Ou seja, em três mercados, dois de verão e um de inverno, a direção de Villas-Boas pagou uma média de 9,37 milhões por mercado, o que dá um incremento de 23% em relação ao último mandato de PdC. Afinal, AVB paga mais comissões, mas estas devem ser boas, devem valer o céu, enquanto as do tempo de PdC eram roubar o clube... Como eu sempre disse, só se deixa enganar quem quer ser enganado.
Mas se compararmos estes menos de dois anos de AVB com os últimos dois anos de PdC, o que incluiu quatro mercados e não três como acontece atualmente com AVB, a diferença ainda é maior: 21,64 de PdC (5,41 por mercado), contra 28,117 (9,37 por mercado), um crescimento com a nova direção acima dos 70%. Trata-se de um salto brutal, quase duplica o valor das comissões.
Infelizmente, com AVB nem tudo cresceu e se no último mandato de PdC o FC Porto conquistou sete dos 16 títulos nacionais que disputou por temporada com a sua equipa principal (Supertaça, Taça da Liga, Taça de Portugal e campeonato), uma taxa de sucesso de 43%, tendo alcançado tantos títulos como o Benfica (2) e Sporting (5) juntos (os outros dois foram do Braga), com AVB em cinco troféus já disputados só venceu um, uma taxa de sucesso de 20% (os outros quatro foram divididos em partes iguais por Sporting e Benfica).
Em conclusão, o FC Porto de AVB paga mais comissões do que o FC Porto de PdC e está a ganhar bem menos troféus e a comparação foi só com o último mandato, o tal em que estava tudo mal.
Para terminar esta análise, só mais um dado muito triste. Desde que AVB é presidente as nossas equipas de futebol (principal, B, Sub-19, Sub-17 e Sub-15) disputaram 11 jogos com o Benfica e sabem quantos ganhamos? Nenhum, zero, sendo que pelo meio sofremos várias goleadas.
É verdade que há muitos anos que temos muitas dificuldades nos jogos Sub-15 e Sub-17 com o Benfica, que tem equipas muito fortes fisicamente, o que naquelas idades faz muita diferença, em especial devido à facilidade de recrutamento de atletas de origem africana por parte do Benfica, mas isso já não pode ser desculpa nos Sub-19, B e, em especial, equipa A. A última vez que ganhámos ao Benfica foram os 5-0 no Dragão, em março de 2024. Há 630 dias, repito, 630 dias que nenhuma equipa de futebol do FC Porto vence o Benfica, sendo que AVB como presidente ainda não ganhou um jogo de futebol ao Benfica (3 empates e 8 derrotas, 14 golos marcados e 33 sofridos). Façam-lhe uma estátua. Das grandes.

Michael McIntyre: Incredible fake ghost train prank!


 

Tudo é inconstitucional neste país, não se pode fazer nada. Continuem a dar dinheiro ou espaços para mesquitas e para o radicalismo islâmico e depois fiquem surpreendidos com o que acontece. Que tristeza!


 

Adivinhem o partido dele…


 

SNS, conquista do 25 de Abril? FRAUDE!

Dizem que o Sistema Nacional de Saúde foi obra do 25 de Abril, pergunto, como assim, se foi exactamente o Estado Novo de Salazar quem o implementou, não seria mais honesto dizer que passam quatro décadas sobre a data da entrega dos serviços de saúde à iniciativa privada e interesses da maçonaria?



Não adianta estar com grandes dissertações, pois a verdade e os factos, a obra falam por si mesmos!!!
Construção do Hospital Escolar de Santa Maria.
Construção do actual Edifício do Instituto Ricardo Jorge.
(Incluindo o arranjo paisagístico da área envolvente).
Construção do Instituto de Oncologia.
Construção do Hospital Egas Moniz.
Construção de centros de saúde por todos os concelhos do país.
Maternidades, entre as quais a Maternidade Alfredo da Costa.
Assistência Nacional aos Tuberculosos.
(Criada ainda na época da Monarquia e com sede em Lisboa foi, durante o Estado Novo muito ampliada, pela instalação de vários Sanatórios e criação de dezenas de Postos de atendimento espalhados por todo o território; alguns feitos de raiz e todos equipados com os meios humanos e materiais adequados; tornaram assim possível, a obrigatoriedade do rastreio anual às populações do Comércio, da Função Pública e Estudantil. Daqui resultou uma forte e efectiva regressão, para valores mínimos, do número de pessoas infectadas pelo bacilo).
Construção do Hospital Escolar de S. João.
(No Porto; Edifício idêntico ao do Hospital Escolar de Santa Maria, em Lisboa).
Criação das Casas do Povo e das Casas dos Pescadores.
(Incluindo a construção de centenas dos respectivos edifícios).
Construção de novos Hospitais e Sanatórios e beneficiação dos antigos.
(Apenas dois exemplos, dos muitos construídos por todo o País: a construção do Hospital Rovisco Pais – Leprosaria - na Tocha com dezenas de edificações espalhadas por uma área total de 110 ha, aproveitando integralmente uma doação do grande benemérito; construção do Hospital Psiquiátrico de Sobral Cid - próximo de Coimbra - com 15 edifícios espalhados por uma área de 10 ha).
Instituição do ABONO DE FAMÍLIA, para todos os filhos de pais assalariados.
Instituição da ADSE.
apenas um exemplo...
"(...)Por conseguinte, era essencial criar e valorizar os organismos indispensáveis a uma
coordenação conjunta e fiscalização acrescida. Deste modo, foi publicado o Decreto-lei
n.º 31666 de 22 de novembro de 1942, que previa a divisão da assistência em três ramos,
a ser:
a) Assistência à vida no seu nascimento e primeira infância (consultas pré-natais, maternidades, lactários, parques e dispensários);
b) Assistência à vida na sua formação e preparação física, intelectual e moral (preventórios, colónias de férias, orfanatos e patronatos);
c) Defesa da vida ameaçada por infeções físicas, mentais ou morais (hospitais, casa de saúde, dispensários, manicómios e casas de regeneração);
d) Assistência à vida diminuída pela miséria económica ou pela incapacidade física, mental ou moral (cozinhas económicas, recolhimentos, hospícios, asilos ou albergues). (Decreto-lei n.º31666, 1941, preâmbulo, ponto 1)
procedeu-se à reorganização dos serviços da Misericórdia de Lisboa,
pelo Decreto-lei n.º 32255, de 12 de Setembro de 1942. Esta entidade era considerada
como a “mãe de todas as outras que há nas cidades e vilas de Portugal” (Decreto-lei n.º32255, 1942, preâmbulo), ou seja, era a entidade de Previdência Social essencial para o
bom funcionamento de todas as outras, sendo, por isso, o modelo de assistência a seguir.
Para o legislador e toda a Assembleia Nacional, estava expresso, nesta organização, todo o espírito cristão, atingindo todas as finalidades propostas e contribuía, todos os dias, para o aperfeiçoamento dos serviços sociais da época."
Perante os factos, nunca se fez tanto, com tão pouco, em tão pouco tempo, infelizmente as cabecinhas pensadoras e empenados mentais apologistas deste regime marxista assim não o entendem, quem sabe sejam ainda hoje eles mesmos apologistas de regimes nos quais todos os inválidos para o trabalho não havia outra alternativa senão ficar empilhado numa vala comum, é triste, mas é a mais pura verdade!!!
Alexandre Sarmento

A violência entre crianças devia indignar toda a gente! Mas em Portugal parece que só há “alarme nacional” quando a vítima tem outra nacionalidade!


 

Na Holanda, "refugiados" destruíram um hotel inteiro onde estavam hospedados gratuitamente porque um clã tribal muçulmano diferente foi alocado lá. Como é que se corrige esse comportamento?


 

O PS causou o problema. O PS quer manter o problema. O PS não quer respeitar a vontade do povo. Lembrem-se todos disso no futuro. É necessário dizimar politicamente os criadores do caos.


 

22 anos: os sons do Dragão


 

Hoje é o dia do seu aniversário. Eu estive lá, na sua inauguração, e tenho lá o meu nome.


 

DO NOJO: o ditador comunista africano insultou os portugueses e o palhaço de belém ainda lhe beija a mão.


 

É muito fácil gozar com o Varandas. Ele faz metade do trabalho...


 

O Elixir da Juventude de José Mourinho

Há duas semanas, José MAUrinho, num raro momento de lucidez pública, decidiu dar uma lição de maturidade. Falava de Luís Pinto, jovem treinador do Vitória , e disse, com ar de veterano iluminado:

Eu já tive a idade do Luís. Quando tinha a idade dele também dizia parvoíces, agora digo menos. Ele é um jovem talentoso, com um percurso bonito; se tudo correr bem, vai chegar lá.
Bonito. Um MAUrinho sereno, quase paternal, a colocar-se no papel de mestre zen que olha para o ímpeto juvenil com benevolência.
Mas bastou passar uma semana para o MAUrinho regressar à versão que todos conhecemos — o MAUrinho inflamado, inconformado, sempre à beira da implosão.
No fim de um jogo em que a sua incompetência e da sua protegida equipa mais uma vez sobressaiu, perseguiu o árbitro pelo campo fora.
A ironia é tão densa que quase dá para cortar à faca. O homem que “não quer entrar nesse campo” correu atrás do árbitro — primeiro pelo relvado, e depois, pelo túnel adentro. Parece que a maturidade tem prazo de validade: exatamente sete dias.
Há quem procure o elixir da juventude em spas ou clínicas suíças; MAUrinho encontrou-o na arbitragem portuguesa. Rejuvenesceu tanto que voltou à idade em que “dizia mais parvoíces”. O problema é que agora diz as mesmas — só com mais microfones à frente e um manto sagrado.
O Conceição bastava calcar a linha ou olhar para os árbitros que era expulso. Futebol Podre em Portugal, como dizia Conceição do treinador dos Mouros, boneco que ligou o botão em modo agressivo, em Guimarães estava ligado no modo Padre.

O problema são os outdoors do André...


 

Duarte, o excremento encornado, diz que isto não é penalty!


 

Varandas, o peido verde de lixoboa


 

Esta personagem saiu do Brasil e veio viver para Portugal. Desde que chegou, está sempre a dizer mal do país e dos portugueses. Agora teve os espectáculos cancelados por falta de venda dos bilhetes


 

Jogos com VAR e jogos em Portugal com corruptos da APAF


 

A BBC é espelho do jornalismo socialista actual


 

Eis Marco excremento Pina


Lembram-se de em 2016, Marco Pina pedir os melhores ofícios a André Ventura para influenciar a sua ida para a BTV? É o mesmo Marco Pina que não vê penálti sobre Gul no Dragão, que não vê penálti a favor do Casa Pia e não vê penálti contra o benfica por mão do Tóni.
 

Este palhaço pensa que engana! Corrupto uma vez, corrupto sempre!




Presidente da APAF explica pedido de bilhetes ao corrupto benfica

Diretor de comunicação do FC Porto levantou a polémica no Porto Canal


O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) emitiu um comunicado para esclarecer uma polémica levantada pelo diretor de comunicação do FC Porto no Porto Canal.

Francisco J. Marques apresentou e-mails trocados por Luciano Gonçalves e responsáveis do corrupto benfica a pedir bilhetes para um jogo no Estádio da Luz a um preço mais baixo, que seriam oferecidos ao Centro Recreativo de Alcanadas.

O presidente da APAF em comunicado esclareceu a situação dizendo que agiu na condição de Presidente da Mesa da Assembleia Geral dessa coletividade, da qual é sócio desde 1990.

Luciano Gonçalves refere que este procedimento é «igual a muitos outros» que dirigem a «diversas coletividades desportivas, sociais, recreativas.»

O dirigente explica ainda que reagiu porque viu serem levantadas «suspeitas sobre a integridade e isenção profissional» e sentiu a necessidade de se defender.

Leia o comunicado na íntegra:

«Tendo em conta algumas notícias vindas a público, que sinto visarem-me parcialmente, julgo que se impõe agora, um esclarecimento firme e definitivo sobre essa matéria.

Desde 1990 (há vinte e sete anos) que sou sócio do Centro Recreativo de Alcanadas. Atualmente desempenho a função de Presidente da Mesa da Assembleia Geral dessa coletividade.

Apesar das naturais limitações, a que este tipo de Associações estão sujeitas, lutamos todos os dias para construir um futuro melhor para os mais novos, procurando igualmente oferecer qualidade de vida aos mais idosos.

Foi numa dessas (muitas) iniciativas que, enquanto Presidente da AG e através do meu email pessoal, procurei efetuar a compra de bilhetes para um evento desportivo, há muito pedido e desejado pela esmagadora maioria dos nossos sócios (mais de quinhentos).

Esse procedimento, é igual a muitos outros que dirigimos a diversas coletividades desportivas, sociais, recreativas, etc. 

A ida a um evento de grandeza nacional, representa para muitos dos nossos associados, a oportunidade - tantas vezes rara na vida - de poderem usufruir de um momento marcante e memorável.

Na boa fé, com que sempre pautei a minha conduta, pessoal e profissional, negligenciei momentaneamente, o facto de que o futebol português tem sido, por estes dias, um local feio para estar.

Percebo o alcance que se pretende com estas manobras de diversão, numa fase crítica do campeonato, mas não admito - e nunca admitirei - ser usado como arma de arremesso, numa guerra que não é minha nem da arbitragem portuguesa!

Sou independente! Tenho muitos anos no sector, vários como Presidente de Núcleo de Árbitros de Futebol de Porto de Mós, e outros tantos como dirigente da APAF.

Que fique bem claro, para todos: não sirvo interesses de ninguém e tenho uma única missão, que cumpro com a máxima verticalidade: Servir a Arbitragem e os Árbitros de Futebol em Portugal!

Manterei a minha/nossa abertura de diálogo com todos os agentes desportivos (FPF, Liga Portugal, clubes, treinadores e jogadores), sempre no sentido de construir melhorias para o futebol em geral, e para a Arbitragem, em particular!

Não voltarei a permitir, que levantem suspeitas sobre a minha integridade e isenção profissional!

As manobras de bastidores, que fiquem para quem as pratica. Deixem-nos fazer o nosso trabalho, sem nos arrastar para esse lamaçal!»


 

“Vencidos”: Jorge Jardim Gonçalves no programa de Luís Osório

Uma entrevista única à mais importante figura da história da banca em Portugal. O primeiro banqueiro verdadeiramente respeitado que não era o capitalista, o dono do capital.

Os árbitros querem mesmo phod... prejudicar o Porto: isto foi hoje, com a equipa B: nem falta nem vermelho!


 

Que cesto brutal


 

Ontem, em Paris. Os excrementos apoiantes do terrorismo muçulmano atearam fogo e causaram o caos durante um concerto da Filarmónica de Israel. A orquestra respondeu executando o Hatikvah.


 

História Essencial de Portugal 6/6 - Prof José Hermano Saraiva

O televisor da coação (*)

 (*)  Opinião de Ricardo Nascimento, in O JOGO, aqui


Há histórias que pedem banda sonora. Esta, por exemplo, devia começar com o genérico de uma sitcom dos anos 90. Um balneário, um árbitro a beber água, um televisor que não se desliga e um clube acusado de "tentativa de coação". Riso enlatado. Fade out. Entra o genérico.

Sim, o relatório de Fábio Veríssimo descreve que, no intervalo do jogo, havia um televisor a mostrar repetição de um lance que arbitrou. E que o árbitro não conseguia desligá-lo. Confesso: já vi episódios do Black Mirror com enredos menos surreais. Por falar em surrealismo, convém lembrar que é o mesmo árbitro que, em 2019, depois de um Benfica-FC Porto polémico, reconheceu "não estar num bom momento" e pediu dispensa por tempo indeterminado. O problema é que agora tudo isto é tratado como uma questão de direito disciplinar, matéria que me interessa, porquanto dou aulas de direito desportivo.

Vejamos, juridicamente falando (e prometo que não vos adormeço), o artigo 66.º do Regulamento Disciplinar das Competições Organizadas pela LPFP, que fala em "coação". Mas coação, em termos jurídicos, é coisa muito séria. Exige intenção, constrangimento e, sobretudo, que o árbitro faça mesmo algo porque foi coagido. Não basta a "tentativa de pressão". Ora, um televisor teimoso não é, ainda, um instrumento de tortura psicológica. Na pior das hipóteses, estamos perante um crime de abuso de eletrónica doméstica, previsto no Código Penal do Bom Senso. Não consta que Veríssimo tenha sido amarrado com cabos HDMI, nem que o VAR tenha enviado sinais subliminares tipo "valida o golo ou o plasma explode".

Se formos rigorosos, o mais que pode haver aqui é uma infração leve ao dever de hospitalidade. Uma multa, talvez uma repreensão, ou um "aviso para futuro comportamento televisivo adequado". Mas perda de pontos? Só se a televisão tivesse distorcido a realidade mais do que alguns relatórios disciplinares. Aliás, a própria noção de "tentativa de coação" aplicada ao futebol português tem um sabor literário. É como dizer que o barbeiro de Farioli tentou influenciar a tática com o penteado. Ou que o apanha-bolas ameaçou o árbitro com uma bola medicinal.

A realidade é esta: a figura jurídica da coação pressupõe uma ligação causal entre o ato e a decisão do árbitro. E, salvo prova de que Fábio Veríssimo tenha voltado do intervalo decidido a compensar o protagonista do ecrã, o caso dificilmente passará de curiosidade regulamentar.

O futebol português adora grandes causas - mesmo quando o caso é pequeno. Transforma um televisor em metáfora e uma ficha elétrica em ato subversivo. No fundo, somos um país que vê mais emoção num botão "ON/OFF" do que num fora-de-jogo milimétrico. E, quem sabe, este episódio sirva para algo útil: inspirar uma nova categoria jurídica, entre a coação e a comédia. Podíamos chamá-la "coação estética". Um conceito que abrange tudo o que é feio, exagerado ou simplesmente inútil - como alguns comunicados oficiais. Se isto é coação, então somos todos culpados: quando vemos futebol na televisão, passamos a vida a gritar-lhe, e ela, impassível, continua sem se sentir pressionada.

A Linha Maginot: como caiu a Fortaleza "Impenetrável" diante da Blitzkrieg de Hitler

Há muito que o futebol português vive refém da mediocridade da arbitragem, mas o caso do árbitro Fábio Veríssimo é o retrato perfeito de tudo o que está errado.


Durante o intervalo recente, o Fábio Veríssimo foi confrontado com imagens de lances idênticos, todos com decisões diferentes, e sempre a pender para o mesmo lado, ou seja, contra o FCPorto. Ao ver-se exposto à sua própria incoerência, sentiu-se “coagido”. Não por pressões externas, mas por ser confrontado com a sua própria falta de qualidade. A consciência, por vezes, dói mais do que qualquer grito vindo das bancadas.


Curiosamente, este mesmo árbitro, no passado, foi confrontado no túnel pelo presidente do Benfica. Nessa altura, não houve desconforto, nem comunicados inflamados, nem queixas de coação. Foi um episódio que passou entre sorrisos e normalidade, quase como se fosse um detalhe irrelevante. Mas quando a crítica põe a nu a incoerência das suas decisões, aí sim, sente-se “ameaçado”. A dualidade é evidente. E é este o verdadeiro problema da arbitragem portuguesa: a incoerência é estrutural, a impunidade é sistémica. Fabio Veríssimo é apenas mais um entre tantos, um árbitro que em vez de pacificar o jogo, o inflama. Cada partida em que participa transforma-se num palco de tensão, não pela paixão do futebol, mas pela frustração de quem já não acredita que as regras sejam iguais para todos. A verdade é simples: um árbitro que se sente “coagido” por ser confrontado com a sua própria incoerência não tem condições para estar na Primeira Liga. Enquanto o Conselho de Arbitragem continuar a proteger quem erra e castigar quem denuncia, o futebol nacional continuará a apodrecer na base.
Sempre que um portista vê o nome deste senhor escalado para apitar o nosso jogo, já sabe ao que vai. A dificuldade do encontro deixa de estar apenas no adversário, passa também a estar no árbitro. E não é por acaso: este homem tem um histórico demasiado consistente de decisões que, curiosamente, acabam sempre por nos prejudicar.

A podridão do futebol português explicada em minutos

 

EXCLUSIVO MEU: Fábio Veríssimo em modo de coação, no balneário, durante o intervalo


 

Neste momento, graças à coragem do FCPorto, dois homens e duas massas associativas saíram do armário...


 

IMAGINEM QUEM FOI O ÁRBITRO? Torneio Internacional da Pontinha. 31 de Março de 2024. Golo depois do guarda-redes dos Sub-13 do Porto ser abalroado.





 

"Eu ontem vi um vídeo dum brasileiro que estava a dizer mal de Portugal e a mostrar o cartão de identidade de ele, a dizer que já tem residência em Portugal, que agora que nós que ponhamos lá afora..." O demais não posso escrever por causa dos coninhas...


 

Lagostas

 


Por volta de 1700, as lagostas eram tão abundantes ao longo da costa de Massachusetts que as tempestades as arrastavam para a terra em montes de quase dois pés de altura. Longe de serem consideradas uma iguaria, ganharam o apelido de “frango do pobre”. Prisioneiros e escravos eram alimentados com carne de lagosta, e as sobras eram moídas para virar fertilizante. Até os serventes contratados chegaram a protestar, tamanha era a frequência com que eram obrigados a comer lagosta, ao ponto de surgir uma regra que limitava sua ração a três vezes por semana.
Então, a história mudou. Com a expansão das ferrovias pelo país, os vagões-restaurante começaram a servir lagosta por ser barata e abundante. Os viajantes — sem conhecer sua humilde reputação — passaram a encará-la como um luxo e a adoraram. A demanda cresceu rapidamente, e logo a lagosta passou a ser servida não como sobra, mas como indulgência.
É curioso como aquilo que antes era desprezado se transformou em uma das refeições mais caras do mundo. Um lembrete de que o valor muitas vezes é apenas uma questão de perspectiva.


The Winter War: How Finland Resisted Russia's WW2 Expansion | Battlefield | War Stories

Jornada, árbitros corruptos pró-equipas corrruptas de lixoboa, vão fechando os olhos a estas coisas





 

História Essencial de Portugal 5/6 - Prof José Hermano Saraiva

Os hambúrgueres fazem mal à saúde e destroem o chão, de vez em quando!