A transparência é aqui nostálgica: até a luz terá a luz do granito (…) Esta cidade, cujo espírito exasperado e viril faz do granito escuro das suas pedras espelho da própria alma; esta cidade, cuja gente tem uma rudeza de fala e de gestos que lhe vai a matar com o seu ódio à futilidade e à hipocrisia… (…) deixai-me repeti-lo, com o seu carácter eminentemente democrático e popular…”








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