Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

O que vai fazer no dia 1 de Novembro? Brittany Maynard vai matar-se

Brittany Maynard tem 29 anos e um cancro terminal no cérebro. E por isso planeou tudo para terminar a sua vida no dia 1 de Novembro – e passar o que resta dos seus dias numa campanha ao direito de “morrer com dignidade”.

A norte-americana viu ser-lhe diagnosticado um tumor em Janeiro. Depois de um prognóstico inicial que lhe dizia que podia sobreviver entre três e dez anos, foi-lhe dito mais tarde que teria apenas seis meses de vida.
Depois das devastadoras notícias, Brittany e a família mudaram-se da Califórnia (onde a eutanásia é proibida) para Oregon (onde é permitida desde 1997, tornando-se o primeiro estado americano a permitir o suicídio assistido em doentes terminais).
“O meu glioblastoma vai matar-me e está fora do meu controlo. Poder escolher a maneira de morrer com dignidade é menos terrível”
Nos seus últimos dias de vida, viajou com o marido e amigos e criou a The Brittany Maynard Fund, uma organização que tem como objectivo receber fundos e lutar para que a eutanásia seja legalizada nos EUA, país onde só em cinco estados – Washington, Montana, Vermont e Novo México juntaram-se a Oregon – é autorizada a prática de pôr fim à vida com assistência médica.
E Brittany já escolheu a data: 1 de Novembro, um dia depois do aniversário do marido.
Espero aproveitar os dias que ainda tenho neste planeta lindo rodeada daqueles que amo. Espero morrer em paz. Dê valor à vida e tenha a certeza de que não está a desperdiça-la. Aproveite o dia. Esqueça o resto”, diz Brittany num vídeo divulgado nesta segunda-feira, dia do lançamento do projecto, e que já foi visto por mais de 4 milhões de pessoas.
Brittany no dia do seu casamento 
Não consigo nem dizer o alívio que sinto por saber que não terei de morrer da maneira que me foi descrito, que o tumor cerebral me tomaria”, desabafa. “Assim, vou morrer na cama, ao lado do meu marido e da minha mãe com uma música que gosto a acompanhar”.
O meu glioblastoma vai matar-me e está fora do meu controlo. Poder escolher a maneira de morrer com dignidade é menos terrível”.  [notícia daqui]

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