Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Ponte 25 quê? Só mesmo os mariquinhas dos alfacinhas é que permitem que o nome original não seja recuperado...

Dou graças a Deus e declaro aberta ao tráfego e ao serviço da nação a Ponte Salazar”. Cem milhões de pessoas por toda a Europa colaram-se à televisão para assistir à inauguração da que seria a maior ponte do continente. Era um sábado de sol, aquele 6 de Agosto de 1966. Depois de se tocar o hino nacional, de vinte e um tiros se terem ouvido em Almada e de o cardeal Cerejeira ter abençoado a construção, abriu finalmente “o grande símbolo do futuro”, como descreveu o Diário de Notícias do dia seguinte.

O primeiro automóvel a circular ao longo dos quase 2.300 metros do tabuleiro da Ponte Salazar, mais tarde rebaptizada de Ponte 25 de Abril, foi um carro da Polícia de Viação e Trânsito, que fazia segurança do carro onde seguia a mulher de Américo Tomás, presidente da República na altura, e de um outro carro no qual viajava António de Oliveira Salazar. Só às 15 horas é que o povo português pode circular na ponte que custou à época dois milhões e 200 mil contos (cerca de 11 milhões de euros): o primeiro carro civil a atravessar a ponte para “a outras banda” foi um Austin-Seven verde com a matrícula “DC – 72 – 48”. Nas primeiras dez horas, seguiram-se 50 mil automóveis e cerca de 200 mil pessoas a bordo deles.

A construção de uma ponte sobre o Tejo era um plano muito antigo do Governo português, mas apenas nos anos cinquenta é que foram dados passos efectivos nesse sentido. O engenheiro José Estevão Canto Moniz, que viria a ser ministro da Comunicação, abriu um concurso internacional que recebeu quatro projectos. Em 1960, a empresa norte-americana United States Steel Export Company ganhou os direitos de construção, vinte e cinco anos depois de ter enviado para Portugal um primeiro plano de construção para uma ponte suspensa no rio Tejo.

A construção começou em 1962 e terminou quatro anos mais tarde. Muitos compararam-na à Golden Gate de S. Francisco nos Estados Unidos, principalmente por causa da cor, da forma e dos materiais da ponte. Mas, na verdade, inspirou-se na ponte erguida na Baía de Oakland, também ela em São Francisco, pela mesma empresa. Desta última herdou a disposição dos ferros dos pilares, em “X”. [daqui]

 
Discurso do General França Borges, presidente da cm lisboa

1 comentários:


Sempre entendi como grande erro o apagarem o nome de Salazar, daquela bela Ponte, que foi obra do Estado Novo.
E também darem cabo dos vários bustos que eternizavam a sua figura. Obras de arte, maravilhas exterminadas,em beneficio de quê, ou de quem?

Mas queriam, e ainda querem, apagar o nome de Salazar da nossa História? Não podem, foi figura pública que sempre será recordada, como o são os Reis de Portugal, alguns dos seus Ministros, e todos aqueles que por grandes obras (e algumas péssimas também) "se vão da lei da morte libertando..."

Não sou simpatizante incondicional de Salazar, (factos extremamente tristes tinham a sua aprovação...) porém respeito a sua memória e recordo o muito de positivo que deu a Portugal.

Ainda estão a tempo de emendar a asneira - afinal que tem o 25 de Abril a ver com uma Ponte que tinha sido inaugurada há oito anos atrás?!

Abraço.
Dilita