Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Uma pequena nota sobre o “ai meu Deus, que vem aí a censura” (*)

[ (*) Vitor Cunha, aqui ]


Portugal está completamente maricas. Mais gayzola, rabeta ou panasca seria impossível. A esquerda anda indignada com cenas, como sempre andou, mudando o alvo das indignações mais amiúde do que muda de cuecas. A direita, sempre bem comportadinha, com os seus penteados neo-dandy e gostos importados do Buzzfeed e de gatinhos anda aí cheia de medo, anunciando que vem aí a censura, que já não se pode dizer nada. Coninhas.
Nada disto tem relação com a realidade. Na realidade, fora do marketing partidário da parasitagem que por aí anda e que involuntariamente suga muita boa gente, não só é possível como se usam expressões e palavras como paneleiro, papa-ovelhas, preto, cigano ou pessoa-que-vai-de-férias-com-o-Sócrates. Achar que nada se pode dizer só porque assim o parece no Facebook, essa artificialidade onde ninguém pina e todos amam, ainda mais que engolir o discurso apaneleirado das putas do regime, é ser palerma.
Que a esquerda torne tudo em touradas, enfim, é a definição de esquerda; que a direita alinhe no jogo é a rendição total ao degredo. Não há qualquer “ditadura do politicamente correcto”; há, sim, uma necessidade galopante de “querer parecer”, e isso, meus amigos, é paneleirice, de esquerda e de direita.
QED.







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