Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Vaudeville tuga, ou bestialização de um povo por um governo de bestas quadradas

Incêndio em Mação "descontrolado" ou foi uma "manhã tranquila"? Em Alijó ocorreu a queda de uma aeronave ou trata-se apenas de uma aterragem de emergência? E o avião em Pedrógão Grande, caiu ou não caiu? Morreram 64 pessoas, foram mais (ou foram menos)? As seguradoras têm acesso fácil à informação sobre os incêndios para poderem indemnizar as vítimas ou esse acesso é dificultado por opacidade institucional? Foi feito o possível para combater os fogos ou o Estado falhou? Falando sobre Tancos, as armas roubadas estavam ou não operacionais? São perigosas ou são sucata? E há ou não o risco de que essas armas acabem nas mãos do crime organizado e de grupos terroristas?
 
Nas últimas semanas, houve respostas para todos os gostos. Entidades oficiais e gente com responsabilidades públicas desdobraram-se em afirmações que sustentavam uma coisa e o seu contrário. Aliás, há casos onde a mesma pessoa disse uma coisa para, mais tarde e sem sinal de assombro, vir a terreiro desdizer-se. Visto como um todo, isto já não é incúria nem fracasso do Estado. É vaudeville.   [ Diogo Noivo, aqui ]

1 comentários:

Boa tarde
Infelizmente isto já descarrilou dos eixos há uns bons 20 anos
Não se notava era tanto, mas agora desde que se domina grupos de Com. Social para atingir determinados fins, isto praticamente descambou na desinformação actual por eles pretendida.

Infelizmente por este andar Portugal caminha a passos largos para um fim anunciado, onde os políticos roubam e mentem descaradamente e a classe trabalhadora emigra, deixando para trás os velhos e reformados neste país do faz de conta.

P.s.: Mas ainda não se demitiu ninguém?
Nenhum politico tem vergonha na cara, caracter, honra?
Tristeza...

P.s.2: Gosto do blog e da forma independente como fala dos temas.
Gil Lopes