Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Andebol: nomes para não esquecer. Atitudes para não perdoar.

No andebol, na sexta jornada da fase final do Andebol 1, o FC Porto perdeu de forma estrondosa em casa com o Avanca. Com o Avanca! Ao intervalo a péssima exibição do FC Porto mostrava um irreal resultado: 9-21 ! Sim, o FC Porto sofreu vinte e um golos nos 30 minutos da primeira parte, marcando apenas 9!!!
Uma época frustrante, que se vem juntar às duas anteriores. Se nessas o FC Porto foi surpreendido sempre na fase final, depois de épocas imaculadas acabou por perder em toda a linha, esta época começou mal e está a acabar pior.
Mas se no desporto a incompetência e falta de qualidade são o caminho mais curto para o insucesso e a derrota, há também os factores "católicos" e externos às equipas. E isso chama-se árbitros. Os "padres" conhecidos do futebol, leia-se fulanos travestidos de árbitros cuja única missão é beneficiar um ou outro clube de lisboa e sempre, sempre prejudicar o FC Porto, esses "padres" também existem claramente no Andebol.  Já vimos situações vergonhosas a prejudicar o FC Porto, já vimos dualidades gritantes de critérios, sempre com prejuízo do FC Porto.
Ontem, para além da vergonhosa actuação de uma grupo de atletas que defendem o FC Porto, tivemos uma dupla de arbitragem que, noutro país e face a outras pessoas, seria encostada ao muro e passaria pelas balas de um pelotão de fuzilamento. Os fulanos chamam-se Daniel Freitas e César Carvalho. Nomes para mais tarde recordar e, quem sabe, para acertar contas. Neste jogo com o Avanca, a dualidade de critérios foi escandalosa. Como sempre, o mais prejudicado foi o FC Porto. Várias exclusões em simultâneo, que punham o FC Porto a jogar 5 contra 7 !!!, deram cerca de 22 minutos (em 30) o FC Porto em desvantagem. Isso foi flagrante quando, depois do intervalo, o FC Porto chegou cedo a uma desvantagem de apenas 6 golos. A partir daí, aquela dupla de árbitros asquerosos, tudo fez para afundar o FC Porto e impedir a sua recuperação no resultado. A clara, inequívoca e evidente vontade de prejudicar o FC Porto foi a assassina agressão de Jenilson Monteiro a Rui Silva. Os árbitros perceberam a agressão. Todo o pavilhão viu. Decisão: um simples castigo de 2 minutos. O atleta do FC porto levou um soco sem bola. Um soco. E os fulanos do apito deram uma suspensão de 2 minutos. 
Se nos lembrarmos de recentes vermelhos a jogadores do Andebol do FC Porto só porque, sendo grandes e fortes conseguiam parar adversários fracotes fisícamente e que facilmente caem como penas, só podemos pensar que nada é por acaso e muito é premeditado. 
Até quando vamos aguentar este tipo de árbitros e de arbitragens? Uma coisa é sermos incompetentes ou ineficazes, outra é sermos derrotados pelo polvo do andebol...

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