Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Carta aberta a um incompetente - João "ps" Galamba

Caro João. Recentemente foi envolvido num escândalo de corrupção e favorecimento numa concessão milionária de exploração de lí­tio, pelo Estado, a uma empresa ligada a militantes e ex-governantes do partido socialista, criada por um empresário investigado por desvio de fundos comunitários.
Passou os últimos dias a acusar jornalistas de mentirosos, e de aproveitadores aqueles que exigem explicações. Mesmo assim, embora até o Ministério Público tenha iniciado uma investigação, soubemos hoje que foi promovido a secretário de Estado Adjunto pelo ministro do Ambiente.
Escrevo-lhe esta carta porque estou farto de pessoas como senhor, que se aproveitam dos cargos públicos que ocupam, enquanto tentam esconder aquilo quem realmente são.
Eu sei quem realmente é. É o João Galamba que em Outubro de 2014, antes da Operação Marquês começou a usar a influência de deputado para avisar José Sócrates que estaria a ser investigado embora fosse segredo de justiça.

É o João Galamba que entre 2013 e 2014 frequentou os famosos jantares privados com José Sócrates, pagos pelo amigo Carlos Santos Silva.
É o João Galamba que recebeu 34 mil euros em ajustes direitos do governo Socrático, por gerir um blogue de apoio a José Sócrates.
Continua a ser o João Galamba que sempre se colocou ao lado de José Sócrates e o defendeu acerrimamente, acusando até o Ministério Público de perseguição política.
Agora, é o João Galamba que, embora se disfarce de revolucionário, não passa da continuidade dos velhos ví­cios. Os velhos ví­cios de uma era que tanto defendeu mas que não está assim tão distante. Faz parte do grupo que tem o descaramento de se afirmar como "a renovação". O grupo daqueles que, no fundo, não passam dos restos que fecharam os olhos quando os deveriam ter aberto, calaram quando deveriam ter pedido desculpa e fugiram para depois, convenientemente, voltarem.
Tenho dito. (via)

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