Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

João Gobern é um vómito, mas o país está cheio deles

Este país está podre. Na governação fomos arrastados para um limbo onde só conta a economia. As pessoas já são apenas números de contribuinte e mesmo assim, alguns cidadãos são mais protegidos do que outros. Falo de membros do governo, da presidência, de instituições públicas e de membros do parlamento. Depois alguns indivíduos ligados aos municípios e de alguma forma ao poder público. Depois de legislarem em causa própria, legislam leis que protegem alguns grupos económicos, algumas famílias. Tudo isto perante a cegueira e estupidez de um povo que se corrompeu pela sua habitual condescendência, pela sua burrice e pela fé em dogmas há muito falidos mas que perduram, muito por culpa de uma imprensa manobradora e sectária. Entretanto os biltres vão gozando connosco e com toda a impunidade. Na nossa sociedade há "vacas sagradas" e às quais tudo de mal se encobre e o pouco de bom que fazem é levado a um exagero saloio. Nesse lote, está, claro o benfica, equipa da capital colonial e centralista. Um equipa que há perto de 50 anos não conquista um título europeu, que nos últimos trinta anos terá ganho tantos campeonatos nacionais como os dedos de um mão, tendo perdido a hegemonia do futebol e do desporto português para o FCPorto, do Norte de Portugal. Mesmo assim, permanece um a equipa popular, mesmo nalgumas franjas a Norte e muito adulada pela imprensa. Porquê? É da capital e depois sempre foi um clube bajulado pelo poder colonial. Ficamos também a conhecer a existência de "madrassas" onde desde cedo é incutida nas crianças o louvor ao benfica... Sintomático! Depois vemos as instituições alimentadas de forma altamente criticável pelos impostos de todos, DE TODOS, como a RTP, a emitir opiniões favoráveis e a falar constantemente do clube do regime. Há dias, dando a conhecer um obsceno comunicado da equipa do bairro da luz, não se limitaram a dar nota do ridículo assunto como se transformaram numa "benfica tv" ao ponto de ilustrarem as passagens do comunicado com imagens de arquivo com lances que supostamente prejudicaram a equipa lisboeta.
Ontem tivemos durante um directo sobre futebol mais um espectáculo deprimente de outra figura sinistra do submundo benfiquista: João Gobern de seu nome. Execrável figura e digna de nojo. Podem vomitar!

Em actualização:
João Gobern ‘dispensado’ da RTP
João Gobern, comentador da RTP, foi dispensado pela direcção de informação da RTP, depois de no sábado, no programa Zona Mista, da RTP Informação, as câmaras o terem captado a festejar o segundo golo do Benfica frente ao Sporting de Braga.


Não era sem sempo, dizemos nós. Contudo, é bom que se saiba, que o excremento continuará a receber dinheiro dos nossos impostos. Afinal, está ligado à RDP, onde continuará, certamente a sua saga encornada!





7 comentários:

Amigo, comunicação que toca com assombrosa verdade em podres da nossa sociedade. Este gordo bandido é uma das figuras mais nojentas que aparecem por aí, um autêntico energúmeno que sobrevive à custa de ser prostituto de um clube do mais nojento que existe.

 

De cada vez que venho ver o seu blog, penso para mim mesmo o quão pior estará desde a última vez. Mas será que o senhor/a não tem o alcance para perceber o quão pouco português está a ser, nesta tentativa incessante de estar sempre a denegrir tudo o que não está de acordo com a sua "nortenha" opinião? Acrescentando a isto, insulta de pessoas de uma forma e conteúdo que vistas bem as coisas poderiam ser muito bem aplicadas a si, como é o caso deste insulto de "nojento", não consigo encontrar melhor definição do que é este blog e a maior parte do que ele contêm. Além disto tudo, espero que mantenha a sua tradicional pequenez REGIONAL e não publique este comentário.

 

Caro Anónimo: uma vez mais obrigado pela visita. Se nos visita de forma reiterada é porque lá no fundo aprecia o que lê. Não vejo outra razão. A minha visão regionalista é um facto: estou cansado do esbulho de décadas. Lisboa contonua a ver o país de um pequeno postigo e abarca apenas os quintas de Vila franca de Xira e o Cristo Rei. A imprensa em geral, e os orgãos de estado estão todos na capital colonial. Não percebem nem vivem o país. De Norte a Sul todos estão fartos da visão colonialista e centralista da capital. Óbviamente quem está a viver da babuje da corte não percebe, claro, mas este país está como está porque décadas de centralismo e autismo, de despesismo concentrado em lisboa ("investir em lisboa tem um efeito difusor sobre o país") nos arruinaram. Continuam a desviar milhões destinados à Euro-Região Norte de Portugal-Galiza (pois é, não conhece este termo mas aos olhos da UE ele existe e está registado) - e olhe que eu sei do que falo - e isso tem nome: sacanice.
Depois os nossos impostos pagam salários anormais a uns fulanos de uma televisão que se diz nacional e depois assitimos a coisascomo esta do gobern. Um cretino será sempre cretino.
Quanto à ameaça velada digo-lhe que não tenho medo de si e de outros lisboeta/centralistas. Sabe porquê? Porque a razão me assiste!
E se não estiver de acordo d~e um só exemplo em que a capital é prejudicada face ao Norte e ao resto do país! Não encontra, claro, mas no sentido inverso eu posso apresentar-lhe milhares de casos de tratamento desigual, de roubo, de racismo e de colonialismo. Embrulhe!

 

"Se nos visita de forma reiterada é porque lá no fundo aprecia o que lê." Este é um argumento mais que gasto e como tal bastante previsível, mas enfim."Óbviamente quem está a viver da babuje da corte..." Antes de mais deixe me dizer-lhe que não sou da capital pelo contrário, sou Alentejano e desafio-o a dizer que o Norte é prejudicado em relação à "minha" região...Quanto ao seu ódio visceral contra Lisboa, eu não digo que o senhor/a não terá razão em alguns aspectos, o seu problema é a forma como o diz e como resolve pronunciar-se. Perde toda a razão.
Os seus insultos como se as pessoas fossem nojentas por ser do Benfica ou por mostrar isso em publico é a definição de pequenez não fisica mas mental. Existem diversas figuras publicas que são do FCP e não o vejo a revoltar-se contra isso...
Agradeço-lhe ter publicado o meu comentário.

 

eu sou portista e do norte e neste caso do jg é inacredtitavel um comentador dito imparcial festejar um golo em direto seja de que clube for.
mas bastava ver 5m do programa para vermos um comentador completamente parcial a favor do slb como mais alguns sempre a favor do mesmo clube.
mas no que toca ao ataque a lisboa e a favor da regionalizaçao sou contra porque sou orgulhosamente portugues e a regionalizaçao implica uma especie de odio ao seu pais como acontece na madeira e no pais vasco

 

E mais sr. Kosta de Alhabaite (idealogia mais cómica dificilmente se encontrará) quando o jornalista Rui Loura começa a chora na final do FCP com o Celtic aposto que não se sentiu tão indignado. O Sr. é um hipócrita de 1ª água.

 

Acho piada a alguns anónimos a quem concedi transcrever as suas opiniões. Criticam-me severamente. Pena que os não conheça ou não saiba o seu paradeiro para poder, eventualmente, ripostar. O refúgio no anonimato não é um bom cartão de visita e acaba por diluir a crítica. Ainda assim gostaria de saber se costumam passar o olhos pela blogosfera encarnada. Seria engraçada perceber o que acham de muita treta que por lá lemos. A única (grande) diferença é que eu tenho razão. A razão dos perseguidos, a razão dos esquecidos e dos diminuídos, a razão dos injustiçados, a razão da humildade contra a arrogância dos medíocres, contra os invejosos.
Sou duro? Sou caustico? Agressivo ou impertinente? E depois? Não tenho cargos públicos ou de alguma forma pagos pelos impostos dos contribuintes. Sou português do Porto, chamem-me provinciano ou regionalista. É uma honra: sou mais português que uns saloios arribados à capital e logo cheio de tiques de novo rico na corte colonialista.
Eu luto, outros vergam a cerviz. É uma forma de vida, de estar na vida, lutando por ideais, lutando por justiça e igualdade de tratamento. Afinal, no Porto não temos jornalixo favorável, também conhecido por jornalismo, não temos televisões e rádios nacionais a bajular os símbolos centralistas -onde se inclui a antiga equipa do regime-, não temos medíocres e ineficazes funcionários públicos em barda. A corrupção e os sacos azuis costumam passar de mão nos corredores do poder e esse todos nós sabemos em que parelelo fica: a sul!
Irra, se não gostam do que aqui encontram então não apareçam.