Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Os nojentos truques do jornalixo português: o público


Ao longo dos últimos dias, temos assistido a uma escalada de violência verbal entre os três principais clubes portugueses. Como é sabido, o clima, patente em comunicados, declarações e acusações mútuas, teve origem no "caso da cartilha."
Sobre a entrega de orientações do boiica aos comentadores afectos ao clube, do ponto de vista dos truques, não temos nada a dizer. Tratando-se de matéria clubística, a discussão deve ser deixada para outros fóruns. Mas à medida que a agressividade vai aumentando, os clubes vão também expandindo os seus recursos e usando tudo o que têm ao seu dispor para a guerra.
A entrada da imprensa - não como árbitro, mas como jogador - neste jogo perigoso, repetindo a retórica de uns contra outros e de os outros contra uns, tem sido cada vez mais visível e é absolutamente condenável.
Neste caso, o Público foi buscar um facto com 17 anos para demonstrar uma suposta incoerência entre o discurso do presidente do FC Porto face a um soco de Mário Jardel e a newsletter diária que o departamento de comunicação do clube enviou, hoje de manhã, para os adeptos.
Havia várias questões a levantar sobre esta notícia. Faz sentido denunciar uma incoerência entre declarações com quase 20 anos de diferença, sendo que nem sequer foram proferidas pela mesma pessoa? Serão os casos comparados tão semelhantes assim? Parece que não, visto que na ficha de jogo de 20 de Fevereiro de 2000, publicada no próprio jornal Público, este lance de Mário Jardel não vem sequer mencionado - "Há 17 anos, o Público não viu o soco de Jardel" - e só uma semana depois é que o Conselho de Disciplina condenou o jogador do FC Porto. E como é possível fazer-se uma notícia sem que ela assente sobre factos novos? Em tudo, este texto parece-se mais com um post de blog do que com uma notícia de um jornal que reclama para si credibilidade.
Mas as questões mais importantes são outras: Quem fez o trabalho de investigação que está na base da notícia? Será que o Público emprestou a um tema editorialmente irrelevante várias pessoas para consultar as milhares de horas de arquivo com declarações que o presidente do FC Porto fez ao longo de década? Como é possível dedicar tanto investimento a isto?
A resposta é simples: Este vídeo foi recuperado, ontem à noite, no blog "O Profeta do Benfica", que denunciou a suposta incoerência. Sem mencionar a fonte, o Público serviu como mero amplificador, mascarando o percurso que percorreu até aqui. É desonesto com a fonte, a quem rouba, mas é, sobretudo, desonesto com os seus leitores, a quem engana.

Notícia de hoje: 
Post no "O Profeta do boifica":
Nota minha: o jornalixo lisboeta no seu esplendor. No fundo o que eles pretendem é defender o clube encornado. Estavamos nas decisões do campeonato. Porto ou Sporting, um deles seria campeão. O jogo foi em Campomaior. Jardel, para quem ainda de se lembra, passou um jogo inteiro a ser agredido, sem que o árbitro, essa nódoa da arbitragem chamado Bruno Paixão, que após aquele jogo deveria ter sido irradiado, ter assinalado qualquer falta do jogador-trampa, Soares. A certa altura, depois de tanto agarrão, puxão, pontapé, Jardel deu um sopapo em Soares. Foi castigado mais tarde por aquela coisa criada para castigar APENAS JOGADORES DO FC PORTO, os sumaríssimos. 
Colar um acto de resposta de Jardel a atitudes antidesportivas a um acto de terrorismo reincidente do boifiquista Samaris é uma vergonha.
  • O Público, um pasquim, que sendo propriedade da nortenha Sonae, a dos "merceeiros" conforme os sulistas tanto apelidaram na altura em que quis comprar a PT (daqueles vigaristas que agora todos falam), envergonha a SONAE e o Norte que a viu nascer e crescer. Deveria acabar (como penso estar para acontecer, de tanta porcaria que escreve e de tanta subserviência aos centralistas). Aliás, deveria arder. Só serve para limpar o cú dos lisboetas.

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