Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Obra de ficção especulativa conta a história do vinho e da Monarquia do Norte


Um grupo de autores de ficção especulativa lança nesta quinta-feira "A Guerra das Pipas", uma aventura literária em que falam da Monarquia do Norte, da economia assente no vinho e do que poderia ter sido mas não foi.

Com apresentação por Henrique Dória, a partir das 19 horas no Ateneu Comercial do Porto, "A Guerra das Pipas" constitui o ano I da saga "Winepunk" e assume-se como História alternativa com um grande "E se?". Partindo de factos reais relacionados com as lutas entre republicanos e monárquicos de há exatamente 100 anos, efabula sobre uma Monarquia do Norte que se teria prolongado por muito tempo.

"E se a guerra não tivesse sido breve mas longa? E se, no desespero bélico, se tivessem feito descobertas tecnológicas e energéticas que permitissem a sustentação do Norte? E se o tripeiro Reino da Traulitânia tivesse conquistado um lugar mais perene não só na história de Portugal, mas da Galiza, Península Ibérica, Europa e mesmo no mundo? E se o tivesse feito sustentado pelo que há mais típico no Porto, pelo etanol vínico das suas caves, pelo vinho capitoso do Porto que os socalcos do Douro providenciam?"

A obra conta com a participação de vários autores de méritos reconhecidos no campo da ficção especulativa. Concebida e coordenada pela Invicta Imaginária (AMP Rodriguez, Rogério Ribeiro e Joana Neto Lima), "A Guerra das Pipas" dá a conhecer contos de Rhys Hughes, João Barreiros, João Ventura, João Rogaciano, Joel Puga, Carlos Eduardo Silva e AMP Rodriguez. Com 236 páginas, tem capa de Sandra Maria Teixeira e ilustrações de Rui Alex, sendo a edição de Ana da Silveira Moura e Pedro Cipriano e a revisão de Daniel Carvalho e Júlia Pinheiro. (daqui)

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