Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Xistrema

Não sou dos que buscam desculpas face a um empate ou derrota do FCPorto. Quando isso acontece é porque fomos incompetentes em percentagem superior aos prejuízos que nos inflingiram. Todavia, acho que a percentagem do insucesso seria infimamente mais pequenas se os palhaços escolhidos para apitar os jogos fossem honestos e leais. Não o são. Em Portugal os árbitros não são isentos. Se é costuma dizer-sa para aí que "sim senhor, mas na dúvida apitam sempre em favor dos grandes" é um ardil montado pelos anti-portistas do costume. Basta observar o que aconteceu no início do campeonato, nomeadamente na Mata Real e na casa-dos-lampiões-paga-pela-epul.
O FCPorto jogou o habitual de Jesualdo, nomeadamente no início das épocas: pouco!
Os lampiões jogaram o habitual do início de época: depois das promessas, muita parra e pouca uva.
Ambos empataram, ambos estiveram a perder. Se ambos os seus adversários foram felizes e muito defensivos, não justificando sequer a vantagem que tiveram durante largo espaço do jogo, usaram ambos a arma falaciosa dos fracos: perda de tempo. No resto as diferenças, que enumero:


  • Na Mata Real, o Xistra considerou que as canelas dos jogadores do FCPorto iam até ao pescoço, e mesmo assim, faltas só no meio campo: Hulk, fartou-se de levar pancada, e, à semelhança de uns meses atrás, em Guimarães (Milhazes e Custódio , conforme se pode ver abaixo
só lhe restavam duas saídas: de maca ou expulso. Desta vez, o palhaço dedicou a Hulk a expulsão.

  • Faço aqui uma paragem para falar de Carlos Xistra: o historial deste biltre em jogos do FC Porto é de arrepiar. Já falei do recente Guimarães-FCPorto, mas posso falar igualmente do jogo da semifinal da Taça da Liga, em lisboa, em que inventou "generosamente" dois penáltis a favorecer o Sporting quando esses calimeros perdiam com a terceira equipa do FCPorto. Depois o Estrela da Amadora-FCPorto, em que Ney arrumou Hulk e Xistra nem sequer lhe mostrou o cartão amarelo... Porque não contesta a Direcção do FCPorto estas nomeações, curiosamente sempre fora de portas?
  • Na minha opinião, Hulk estava a jogar para o fracote, mas que raio, sempre a levar porrada... também não ajuda a brilhar. Por outro lado, o FCPorto, mesmo jogando pouco, acabaria sempre por vencer o jogo, não fosse Xistra e até basta pegar nos comentários do insuspeito Coroado:
  • De acordo com Jorge Coroado, o caso da jornada foi a expulsão errada de Hulk, deixando o FC Porto a jogar com menos um durante os últimos 36 minutos de jogo e para além deste caso ficou por assinalar uma grande penalidade favorável ao FC Porto cometida por Filipe Anunciação aos 51'

    «Lançado em velocidade na perseguição da bola, já próximo da linha de baliza dos visitados, tendo um adversário pela frente, Hulk, em gesto comumente considerado de "tesoura", projectou-se com ambos os pés ladeando o atleta pacense e, sem neste tocar, com o esquerdo conseguiu jogar o esférico não evitando, no entanto, que o mesmo saísse do terreno pela linha de cabeceira. Sabedor que o portista já tinha sido advertido com cartão amarelo, o atleta da casa teatralizou a queda simulando ter sido atingido e derrubado pelo poço de força azul e branco, deixando-se cair no solo contorcendo-se com dores. Porque compreensivelmente atrasado relativamente à jogada, o árbitro entendeu como passível de comportamento antidesportivo a atitude do jogador portista exibindo-lhe pela segunda vez o cartão amarelo e correspondente cartão vermelho. Errou!!! Hulk não havia feito fosse o que fosse que justificasse intervenção do árbitro senão para assinalar pontapé de baliza.»

  • No estádio dos lampiões, apesar dos animais vociferarem contra tudo que não fosse vermelho, árbitro incluído, o clube do fascismo, apesar do eudeusamento de tudo e todos os cobardes e invejosos sulistas, só conseguiu um empate e muito contribui a arbitragem de Soares Dias que, intimidado com o ambiente e a imprensa, perdoou a selvajaria de Aimar e David Luiz.
  • Disse novamente o Coroado: «David Luiz mais parecia ter carta-branca para fazer o que bem lhe apetecesse (...). O defesa central encarnado deu uma cotovelada, entrou de pés na frente, rasteirou e derrubou como lhe apeteceu e não foi sancionado. Aimar teve conduta violenta e passou impune.» Aqui, o caso da jornada foram as não expulsões de Cardozo e David Luiz.

Ficam aqui as minhas ideias, para bom entendedor...

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