Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Pinto da Costa

A perseguição

Tive e tenho, há anos, o telemóvel sob escu­ta. Verificaram as vias verdes, os restauran­tes onde fui, para ver se me apanhavam en­contros, telefonemas ou combinações com árbitros. Tudo espremido, encontraram um árbitro que foi tomar café a minha casa, que nunca tinha apitado o FC Porto nesse campeo­nato e só apitaria um jogo em que já éramos campeões. Nem sequer ganhámos! E incrimi­naram-me por tentativa de corrupção num caso em que dois árbitros pedem a um ami­go meu sem ligação ao FC Porto que arranje umas meninas ou senhoras para terem com­panhia à noite. Nos processos, arquivados até alguém escrever o livro de uma certa senhora, não há uma chamada para árbitros. Sinto-me perseguido, obviamente que sim! Se certos papagaios que aí andam fossem escutados e fosse vigiada a forma como se fazem algumas contratações...

Sinto-me seleccionado. A Carolina foi levada à Judiciária, umas vezes pela jornalista Leo­nor Pinhão, outras pelo Luís Filipe Vieira. Há provas. E a irmã da Carolina disse que ela foi industriada por gente do Ministério Públi­co...

"Sei que o tem [o original do livro "Eu, Carolina"], está bem guardado. Não confere com a versão final: há coisas que saíram e outras entraram. No momento próprio será divulgado."