Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Um alerta da minha amiga Isabel Meireles

Este ano, porque as eleições, estão-se a aproximar, tem de fazer o favor de publicitar, ao extremo dos extremos, nos «mass media», as injustiças do ultra-centralismo de Lisboa e arredores, que entravam a dinâmica vital da Região Norte e do Porto, que é a região mais populosa, a que mais exporta e a que mais cria riqueza, mas, em termos estatísticos, a mais pobre. ESTA SITUAÇÃO TEM DE MUDAR. Nós, em Portugal, estamos num contexto político, administrativo e económico da União Europeia, cujas divisões administrativas são as 'Euro Regiões'. A nossa região é a Euro região 'Norte de Portugal - Galiza', que é uma óptima região identitária. Porque o Norte tem uma forte coesão identitária com a Galiza. Tem muito mais do que com o Centro e o Sul de Portugal e que com Lisboa, que é a cidade saloia, moura-berbere e alfacinha do rapto dos fundos da Região Norte. Se, em Portugal, Lisboa está na origem de UM GRANDE PROBLEMA, então tem que se resolver esse problema. Portanto, a dinâmica deve passar para a afirmação da Euro Região 'Norte de Portugal-Galiza'. Reforçar esse território. Combater MUITO MAIS Lisboa e arredores e o seu ultra-centralismo parasita descarado.
E pedia-lhe o favor, de novo, que lutasse, com todas as suas forças, contra a criação do Arco Metropolitano de Lisboa, que é das maiores vigarices territoriais algumas vezes feitas em Portugal. É a criação de um espaço de modo arbitrário, indo buscar muito terreno à Região Centro, ao Alentejo e ao Algarve, que pouco tem que ver com Lisboa.
As pessoas esquecem-se que estamos na União Europeia, que, sim criou unidades territoriais com alguma identidade: as NUTS II e as NUTS III. Como os lisboetas e os lisboetados sabem que a NUTS II da Região Norte é a que mais produz e que mais exporta e a que mais tem população e isso é contabilizável, de modo inevitável, na Europa por uma questão de fundos, eles criaram essa GRANDE VIGARICE chamada Arco Metropolitano de Lisboa.
Evocam a feição atlântica de Lisboa quando, na realidade, sempre foi a Região Norte e a Galiza que tem e sempre teve essa feição atlântica, porque foi gente daqui no Norte que colonizou as Américas. Ou evocam o Arco Metropolitano de Lisboa como uma fronte forte para fazer frente a Espanha. Na realidade, estamos na União Europeia e existe a Euro Região ‘Galiza-Norte de Portugal’, que devia ser mais fortificada, porque o Norte tem muito mais que ver com a Galiza do que que com o Centro e o Sul de Portugal.
PORTANTO: O ARCO METROPOLITANO DE LISBOA É UMA GRANDE VIGARICE PARA FOMENTAR AINDA MAIS O ULTRA-CENTRALISMO ULTRA-PARASITA DE LISBOA. PARA LISBOA E ARREDORES ANDAR A PARASITAR AINDA MAIS OS NORTENHOS E O PORTO.
TRATA-SE MESMO MAIS UM ESQUEMA PERVERSO PARA O CENTRALISMO E PARA CAPTAR FUNDOS PARA LISBOA: a criação de um território artificial - O ARCO METROPOLITANO DE LISBOA, e pasme-se com o aval de três portuenses: Artur Santos Silva, uma geógrafa da Universidade do Porto e Fernando Medina: https://www.publico.pt/economia/noticia/lisboa-estendese-de-leiria-ate-evora-e-voltase-para-o-mar-1723886
Portanto: a consolidação da Euro-Região 'Norte de Portugal-Galiza', porque a Galiza está muito mais ligada, em termos identitários, ao Norte de Portugal do que o Norte de Portugal ao Centro e ao Sul. Os galegos falam Português com um sotaque muito mais próximo dos nortenhos do que com os sulistas. IM

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