Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Super-estrelas da música norte-americana também cantaram a fé na Nossa Senhora de Fátima


"The Miracle of the Rosary" na voz de Elvis Presley

No dia 15 de Maio de 1971, o rei do rock gravou uma canção sobre o milagre de Fátima. A música seria divulgada no ano seguinte, a 20 de Fevereiro, no álbum "Elvis Now!".
Permanece um mistério a razão pela qual Elvis Presley, criado na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, quis gravar uma canção dedicada ao rosário, uma oração tipicamente católica.
Chama-se "The Miracle of the Rosary" e foi escrita pelo homem que ensinou Elvis a tocar guitarra aos 13 anos: Lee Denson, um amigo da família Presley, casado com uma católica devota de Nossa Senhora de Fátima.
A canção foi escrita em 1960, quando Denson se aproximou também do catolicismo. Algum tempo depois, o Papa Paulo VI chegou mesmo a abençoar a canção.
Nos anos 80, "The Miracle of the Rosary" terá sido cantada por Lee no Santuário de Fátima e no Carmelo de Coimbra, na presença da irmã Lúcia.



"Our Lady of Fatima" na voz de Tony Bennett
Também o histórico cantor norte-americano Tony Bennett gravou uma canção dedicada a Fátima, em 1950. Mas não foi o único.
“Our Lady of Fatima”, uma canção composta pela irlandesa Gladys Gollahon, uma pianista amadora que vivia em Cincinnati, Estados Unidos, tornou-se rapidamente um êxito naquela cidade. Quando a WSAI, uma rádio local, passou a canção pela primeira vez, o telefone não parou de tocar, com ouvintes a pedir que a repetissem uma e outra vez.
A música foi comprada, em 1950, pela editora Robbins e gravada, nos meses seguintes, na voz de vários artistas famosos na época, como Red Foley, Kitty Kallen e Ricard Hayes, Andy Williams e Bill Kenny.
Na sua autobiografia “The Good Life: The Autobiography Of Tony Bennett”, Tony Bennett recorda que quando entrou em estúdio, em Julho de 1950, os seus produtores aconselharam-no a fazer uma versão desta canção, já que era um “êxito provado”.
O cantor descreve a música como “melodramática”, mas diz ter sido uma gravação importante na sua carreira, já que foi a primeira vez que trabalhou com o orquestrador Percy Faith.
Nesse ano, canção atingiu o sexto lugar na “hit parade”, um "ranking" de músicas da revista Billboard - um feito pouco comum para uma música religiosa.

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