Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

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O Caminho da Servidão
 
 
O Caminho da Servidão (The Road to Serfdom) ou O Caminho para a Servidão é um livro escrito por Friedrich Hayek, vencedor do Prémio Nobel da Economia de 1974, destacando-se como uma das obras de referência na defesa do liberalismo clássico ou liberalismo económico. É importante notar que, no prefácio da sua edição original, o autor admite que o conteúdo do livro é essencialmente político, e afirma desejar não disfarçá-lo sob o rótulo de filosofia social.
A tese central de Hayek é que todas as formas de colectivismo, seja o nazismo ou o socialismo, levam inevitavelmente à tirania e à supressão das liberdades, conforme já se evidenciava à época pelos exemplos da Alemanha Nazi, da União Soviética, e dos demais países do bloco comunista. O autor argumenta que, em num sistema de planeamento central da economia, a alocação de recursos é de responsabilidade de um pequeno grupo, sendo este incapaz de processar a enorme quantidade de informações pertinentes à adequada distribuição destes bens à sua disposição. Face à gigantesca concentração de poder nas mãos de um limitado número de burocratas, divergências acerca da implementação das políticas económicas levaria inexerovalmente ao uso da força pelo governo para que suas medidas fossem toleradas.
Pior que isto, advoga Hayek, é o facto de que o fracasso das políticas instituídas pelos planeadores centrais seria, segundo ele, sempre justificado pela falta de poder estatal para vencer as resistências aos planos, o que acaba levando ao uso ainda mais extensivo da violência contra os divergentes e à imposição de restrições à população em geral. A esta, por sua vez, era passada a mensagem de que o planeamento central só funcionaria sob um governo muito forte, o único capaz de fazer as coisas funcionarem. Frente aos repetidos fracassos do planeamento central, devidos à impossibilidade de planeadores racionais dominarem o número de informações necessário para controlar todas as relações económicas de uma sociedade complexa, o uso da força crescia como falsa solução para os problemas de desabastecimento e miséria, num círculo vicioso que levava estes países fatalmente ao totalitarismo.
Em última análise, na tese defendida por Hayek a implementação de um sistema econômico centralizado, que nunca atingiria seus objetivos, levaria à supressão de quase todas as liberdades civis. Apenas em uma sociedade livre, em que o mercado estivesse submetido tão-somente à ordem espontânea oriunda do estabelecimento voluntário de relações entre as pessoas, conjugar-se-ia o progresso económico com as liberdades civis. [ TIRADO DAQUI ]

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