Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

O comentador cromo Riu Santos

Para que conste, desde já o administrador deste blog afirma que a essa hora estava num curso de bricolage. Para além do mais, não gostamos de usar capuzes. Fazem-nos comichões na faringe... Convém dizer igualmente que este blog rejubila com o facto de Rui Santos, sozinho, ter colocado em fuga, a custo de muito pontapé, 3 bandidos armados com barrotes... Espera este blog também que a agressão não tenha correspondência com a análise realista e pouco abonatória que o dito comentador acabara de fazer em relação aos clubes da 2ª circular lisboeta, papoilas saltitantes e sporten. Aguarda também este blog com expectativa a nomeação de um magistrado do Porto para investigar a criminalidade violenta na noite de Lisboa.

Quando se preparava para abandonar as instalações da televisão de Carnaxide, pouco depois da uma da manhã de hoje, Rui Santos foi surpreendido já dentro do carro. Os três indivíduos levavam barrotes de madeira.
«Não me deixaram fechar a porta, mas tiveram dificuldade em agredir-me porque eu afastei-os com vários pontapés e não me conseguiram tirar do carro», conta Rui Santos, que viu os agressores fugirem quando um segurança da SIC veio em seu auxílio.
Um carro aguardava-os fora do parque de estacionamento, o que pressupõe o envolvimento de uma quarta pessoa.
Durante o confronto físico, os três encapuzados não falaram, pelo que o jornalista desconhece as suas motivações e de que clube são adeptos.
Apesar de não ter mazelas físicas, Rui Santos promete ir até às últimas consequências para os levar à justiça. «Este país está a ficar perigoso, mas irei até ao fim, em nome da liberdade de expressão. Farei tudo para não ser um novo caso Bexiga».
O jornalista deixou ainda a garantia de que não vai reduzir o tom crítico do Tempo Extra. «Ao fim de 32 anos de profissão, não vou mudar nada. Serei até ao fim a mesma pessoa»
Fonte: SOL