Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Ai não, não pode!


Sr. Juiz Carlos Alexandre, o senhor não pode abandonar os portugueses
Neste momento tão particular das nossas vidas como povo e como Nação.
O Senhor é o ultimo bastião dos portugueses que acreditam que ainda à gente honesta empenhada no cumprimento do dever para com a Pátria.
Já não acreditamos em instituição nenhuma, sentimo-nos traídos, por todos aqueles que nos levaram a votar neles como garante da Democracia. Serviram-se dessa nossa crença para assaltarem o poder e transformaram os partidos políticos, em verdadeiros gangs.
Temos assistido de forma pacifica ao descaramento desta gente, agarramo-nos desesperadamente aos poucos fios que vão sobrando desta corda que segura os nossos sonhos de um Portugal melhor.
Compreendemos que lutar contra este polvo onde tudo cabe, políticos, empresários, fundações, policias, juízes, sindicatos, é tarefa hercúlea e sem rede, pois todos sabemos o valor de gente que posta muitas coisas, nas redes sociais, mas que na hora da verdade, vão ficar sentados no sofá assistindo de longe, esperando qual das partes ganha, para aparecerem solidários com o vencedor ou mudos.
Começamos a ficar cansados de ficar de braços cruzados, enquanto toda esta gang se ri à nossa custa, porque são os poderosos, porque controlam os meios de repressão, porque julgam que somos estúpidos e não sabemos diferenciar órgãos de comunicação isentos dos controlados, verdade seja dita que já restam poucos.
Demitindo-se desta sua missão para com Portugal e os Portugueses, estamos perto, mas muito perto de perdermos o pouco respeito pelo estado, o que a nós povo, nos dará o direito de tomarmos as medidas necessárias, para por ordem neste caos a que chegamos.
Por todo o seu trabalho até agora, temos para consigo uma enorme gratidão e fé, não serão estes gangs que se autodenominam partidos políticos a derruba-lo ou a derrubar-nos.

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