Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Ó estúpido: é a esquerda! Par de bustos com diferença de dois meses homenageia António Arnaut em Coimbra

Entre Julho e Setembro, foram inaugurados em Coimbra dois monumentos em homenagem à mesma pessoa e pelo mesmo motivo. 

  • 8.600 euros: No dia da cidade, a 4 de Julho, o município decidiu homenagear o socialista António Arnaut pelo seu papel na fundação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com a inauguração de um busto, 
  • 44.000 euros: A 15 de Setembro, foi a vez de o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) apresentar ao público outra estátua, na cerimónia em que se assinalou o 37.º aniversário do SNS.


Dados solicitados pelo PÚBLICO à autarquia de Coimbra mostram que o monumento instalado no Parque Dr. Manuel Braga é composto por um busto, uma coluna jónica e pavimento em xadrez a lembrar a simbologia maçónica, e custou pouco mais de 8600 euros, IVA incluído. O trabalho foi encomendado a Pedro Figueiredo. Já os documentos disponíveis na plataforma de contratos públicos do Estado indicam que o CHUC gastou 44 mil euros divididos por dois contratos. Uma parte, 12 mil euros, que não se percebe se inclui ou não IVA, foi para pagar ao artista plástico, Artur Varela. Já a empreitada inerente ao monumento ascendeu a 26.111 euros, valor ao qual acrescem 6005 euros de imposto, e inclui alterações ao pavimento, instalações em betão armado e as letras que constam do conjunto escultórico, mas exclui as componentes de iluminação e paisagismo. Quer num caso quer noutro tratou-se de ajustes directos, uma vez que os montantes em causa não exigiam concurso público.

No Conselho de Ministros dedicado à saúde que decorreu em Coimbra no mesmo dia da inauguração do monumento do centro hospitalar, o ministro da tutela, Adalberto Campos Fernandes, que também esteve presente na cerimónia, referiu-se às “dificuldades que o país atravessa” e à necessidade de “rigor orçamental”.


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