Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Xadrez: a imortal de Anderssen

Este é um dos meus jogos preferidos. Achei que estava na hora de publicar qualquer coisa sobre o assunto.

ADOLF ANDERSSEN  AGAINST THE WORLD !!!

No livro Os Grandes Mestres do Tabuleiro, Ricardo Réti afirma que todos os  jogadores da actualidade deveriam ter nas partidas antigas uma base para as novas realizações.  Sendo assim, revisitando o passado, mais precisamente 1851; encontramos a "Imortal de Anderssen", assim denominada por Falkbeer. O co-autor desta obra foi Lionel Kieseritzky. Vamos dar uma olhada (pressionando os botões verdes, seguimos jogada a jogada):


Apesar de não considerar a mais bonita, Réti menciona outras duas partidas que são compostas de forma brilhante por Anderssen contra Jacob Rosanes, uma delas:


A proposição de Réti em relação aos livros é interessante;  diz ele que são conselheiros e ainda que se aprende xadrez jogando-se xadrez. Os métodos são somente acompanhantes para o aficcionado. O estudo teórico é necessário para avançar, mas só podemos entender as técnicas actuais estudando as antigas. Ricardo Réti afirma ainda que, se desejamos jogar posicionalmente devemos aprender as combinações. Partidas abertas ensinam-nos xadrez, e partidas de peão dama dão-nos menos derrotas; é o que afirma Réti. O que é que preferimos na realidade? Partidas fechadas ou partidas abertas?
Andersen foi o que deu ao xadrez variadas possibilidades e ensinamentos que perduram até hoje.

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