Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Sabia que Portugal já se chamou “Ofiússa” ?

 
Não há certezas sobre onde moravam exatamente os ofis. Alguns estudos dizem que vivia nas montanhas a norte, entre o Gerês, Trás os Montes e a Galiza, enquanto outros estudos juram que eles são da foz do rio Douro. De um modo ou de outro, os ofis eram famosos pelo facto de idolatrarem as serpentes. Por isso é que se chamava “Ofiússa“, que significava “Terra das Serpentes”. Daí o símbolo dos reis de Portugal ter sido uma serpente alada, a “Serpe Real”. No entanto, esse símbolo também surgiu por influência celta.
 

E sabia que antes dos lusitanos, estavam cá os estrímnios?

Os estrímnios – uma palavra que deriva do latim “Oestremni”, ou seja, “povo do extremo ocidente” – foram o primeiro povo nativo em Portugal. Viviam entre a Galiza, no noroeste espanhol, e o Algarve. Só mais tarde vieram os sefes, um povo que idolatrava a deusa-serpente Ofiusa e que eram menos numerosos que os estrímnios. A seguir chegaram à Hispânia os galaicos e os lusitanos, que encontraram uma terra destruída pela guerra entre os sefes e os estrímnios. Também estes recém-chegados tiveram de lutar com os sefes para se poderem fixar por cá.

2 comentários:

A primeira vez que li sobre isso foi numa carta (publicada em 1985 na revista Dragões) carta de Natália Correia, a escritora, poetisa e política entretanto já falecida há anos, missiva essa enviada por meados dos anos oitentas ao presidente do FC Porto, Nuno Pinto da Costa, depois de ele assumir o cargo, a propósito de além disso ter havido um povo Draco, que dera origem à simbologia do dragão que perdurou a norte do país. Recordo-me que antes dele ser presidente do FCP eu próprio, em carta de apoio após se haver dado o caso do verão quente das Antas, lhe referira a ele o facto de no distintivo do FC Porto estar o dragão. Passados meses começou então a surgir essa nova mística, começada na prática com o título da nova revista que ele criou, em substituição do jornal do clube.
Armando Pinto
Memória Portista
e
Longra Histórico-Literária

 

A primeira vez que li sobre isso foi numa carta (publicada em 1985 na revista Dragões) carta de Natália Correia, a escritora, poetisa e política entretanto já falecida há anos, missiva essa enviada por meados dos anos oitentas ao presidente do FC Porto, Nuno Pinto da Costa, depois de ele assumir o cargo, a propósito de além disso ter havido um povo Draco, que dera origem à simbologia do dragão que perdurou a norte do país. Recordo-me que antes dele ser presidente do FCP eu próprio, em carta de apoio após se haver dado o caso do verão quente das Antas, lhe referira a ele o facto de no distintivo do FC Porto estar o dragão. Passados meses começou então a surgir essa nova mística, começada na prática com o título da nova revista que ele criou, em substituição do jornal do clube.
Armando Pinto
Memória Portista
e
Longra Histórico-Literária