Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Os miseráveis

Indemnização, diz o dicionário, é o acto de «compensar; reparar o dano a». Muito bem. É justo, uma pessoa é prejudicada e portanto para minorar a sua desgraça tem uma compensação. E é assim que os senhores administradores da PT vão receber 10,672 milhões de euros, para além do ordenado correspondente aos meses em que desempenharam cargos em 2006.
Foram prejudicados? Eu cá não sei… Parece-me até que haveria para aí, milhares de pessoas que gostariam de ter sido prejudicadas como eles foram. Porque, para quem ouve, aquilo tem até aspecto de lhes ter saído a taluda.
Diz-nos o
editorial do DN:
«Nas empresas públicas portuguesas é comum que um quadro superior que queira ir embora porque arranjou emprego noutra empresa (e por vezes noutra empresa pública) receba a tal indemnização. A lógica levaria à pergunta: mas se é ele que quer ir embora, porque se tem de lhe pagar para ir embora? A resposta é fácil: o administrador que fica não paga ao que parte com o seu dinheiro. Ele não é patrão, o dinheiro é de todos nós. O administrador que fica paga com cobiça a prazo. Amanhã será ele o beneficiado, também terá a sua indemnização
Portanto, é comum. Ou seja uma mão lava a outra…
Quanto à PT e EDP? Enfim, pois se é comum num local porque não em todos?

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