Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Reinaldo: pedra de arremesso

Na última sexta-feira, Reinaldo Teles foi penhorado pelo Tribunal Judicial de Espinho. Apesar dos jornais, Correio da Manhã, 24 Horas e Record terem feito reviver a notícia que foi publicada no “Crime” quase um mês antes, falharam a penhora.
Reinaldo Teles foi notificado e não teve argumentos para contestar a penhora porque não existem dúvidas de que a dívida de mais de 300m mil euros não foi pura invenção da Solverde.
Reinaldo Teles quando perdeu todo este dinheiro ao jogo, deixou recibos de dívida assinados que não podem ser contestados e por isso, só tinha duas formas de sair da situação: ou pagava ou ficava sujeito à penhora. Como a dívida não foi saldada durante o período concedido pela justiça, o Tribunal avançou para a penhora que foi feita na última sexta-feira.
Sabe-se que antes da Solverde avançar para a justiça, Reinaldo Teles, com a ajuda do FC Porto, tentou junto desta empresa negociar a dívida, como o fez com a Sopete, (Casino da Póvoa) mas apesar das boas relações entre o clube e a Solverde, esta não aceitou qualquer tipo de negociação, a não ser a liquidação total dos mais de 300 mil euros. Um situação que ninguém entendeu no FC Porto por não ser muito habitual.
Por outro lado, sabemos que as notícias publicadas nos jornais acima descritos, no dia do jogo entre o FC Porto e Sporting, não passaram despercebidas a Pinto da Costa que as entendeu como uma forma de desestabilizar a equipa no dia do jogo, dado que Reinaldo Teles é o homem mais próximo dos jogadores portistas.
Se a isto juntarmos o facto do “24 Horas” ser de Joaquim Oliveira, com quem (diz-se) Pinto da Costa já não fala, nem quer que lhe falem dele e o “Correio da Manhã" e "Record” serem da Cofina, empresa da qual, o presidente do Conselho fiscal da FC Porto, Domingos Matos,é administrador, melhor se entende como vai a política no seio de um dos maiores clubes portugueses, assim como a vontade de alguns "negociantes" substituírem o “Papa”. Será que o vão conseguir? Não (espero)!

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